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SAÚDE É VIDA - SETEMBRO VERDE MÊS DA INCLUSÃO PARTE II
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SAÚDE É VIDA - SETEMBRO VERDE MÊS DA INCLUSÃO PARTE II

464 views Publicado 27/09/2019 HD · 39:01

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SAÚDE É VIDA - SETEMBRO VERDE MÊS DA INCLUSÃO

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[Música] [Música] [Risadas] [Música] o programa saúde é vida de hoje dará continuidade ao tema inclusão lembrando que em setembro em qualquer outro mês ou dia do ano verde é a cor que tem em nós a esperança de um mundo melhor com mais amor respeito e que nos irmana como iguais [Música] é claro que não poderia faltar nesse programa a presença de uma pediatra e nós vamos conversar condutora flávia nogueira ela é pediatra geral e também fez puericultura pela faculdade de medicina da usp de ribeirão preto é também fez o colónia e infantil pela unicamp rodriguinho e é pediatra pós graduada no atendimento à criança com síndrome de down pelo sedex são paulo e é com ela que nós vamos saber destas crianças não só especiais é pelas patologias mais especiais porque elas são carinhosas amáveis e merecem todo o nosso respeito e carinho também autografada muito obrigada por estar hoje com nossa opção de vida obrigado eu te agradeço o convite de poder falar do que me enche os olhos e é desde o momento em que nós começamos a conversar é é a gente sentir que é uma paixão não só pela profissão mais pelos pacientes sim é pediatria sempre foi minha primeira escolha de vida assim né eu já caminhei dentro da pediatria por alguns diferentes caminhos até que eu cheguei agora que eu fiz a pós-graduação em síndrome de down na trissomia do 21 11 e é o que eu mais gosto de fazer sim eu sou apaixonada mesmo os meus pacientes e as famílias são meus amigos pessoais na maioria das vezes é com carinho muito grande eu me pedir como porque eu gosto mesmo acho que é um compromisso meu com eles muito grande afirma quais são os cuidados especiais que estas crianças precisam ter na realidade assim a gente quando nasce o bebê a gente acha que vai abrir um leque de coisas muito difíceis para serem feitas e quando na verdade é um cuidado de bebê como qualquer outro só que a gente fala que a gente se adianta algum problema que possa vir a aparecer então logo no início é os meses são os mesmos cuidados com a amamentação são os mesmos cuidados da rotina diária mas a gente tem que acrescentar alguns exames necessários para que você veja se tem alguma patologia associada a alguma questão de saúde alguma coisa que você precisa se preocupar para fazer o o tratamento mais rápido possível e não deixar sequelas no futuro né então a gente sabe quantos atualmente 50% das crianças com trissomia do 21 na assim com cardiopatia congênita então todas as crianças que nascem com trissomia do 21 síndrome down mesmo na suspeita dela que a gente ainda não tenha o carioca confirmado a gente precisa de uma boa avaliação desse coração simples esse feito um ecocardiograma porque aí você vai traçar todo os primeiros meses desse bebê então primeira coisa que a mãe tem que se preocupar é nisso né e os cuidados com o pediatra nos primeiros dias mesmo uma consulta é um bebê que vai mais vezes no começo pra gente seguindo mais de perto as dificuldades na amamentação ganho de peso é diferente de um outro bebê então se espera que nossa vai ganhar 30 gramas por dia e não é assim né então tem muitos pediatras que fica desesperada deixa a mãe desesperada quando ele têm um ritmo próprio dele de crescimento de alimentação de desenvolvimento os cuidados são os mesmos a atenção é um pouco diferenciada porque são os exames são esses cuidados de uma equipe multidisciplinar que acaba cuidando dessa criança é é diferente de amanhã eu levo o pediatra é pediatra passa a ser um membro da família é mais ou menos assim que as pessoas se sentem é e assim eu sempre falo que a gente tem que abrindo os braços porque vai acrescentando sempre mais pessoas a essa equipe né e tem que ser uma equipe eu sempre falo para as famílias assim a gente tem que se falar então eu falo com a forno é com a fisioterapeuta ocupacional com dentista eco psicólogo muitas vezes e a depender da idade essas a essas pessoas nem vão mudando vai entrando me saindo outra mas é sempre uma equipe porque você vai tratar de vários assuntos você vai ficar em volta dessa criança é buscando melhor pra ela né fazendo com que ela chegue naquilo que ela é capaz porque você deu as condições pra ela né você falou sobre a síndrome de down que tenha cardiopatia que é recorrente na nos casos é de quando são identificados o acenda o edital e existem outras doenças dentro dessa desse leque de pessoas com deficiência pessoas com necessidades especiais e que também se repetem por ser uma síndrome dentro da síndrome de down a primeira que a gente vai buscar é a cardiopatia congênita em seguida uma muito freqüentes são a as afecções da tireóide principalmente o hipotiroidismo que ele pode ser congênita quando a criança nasce com em que aquilo que a gente já vê no teste do pezinho ou ele pode aparecer em qualquer fase da vida da mulher uma criança que a gente vai coletar exames para ver essa função da tireóide ao longo de toda a vida dela conforme o passar dos anos numa frequência diferente então principalmente nos primeiros três anos no mínimo a cada seis meses eu preciso ter certeza de que está tudo bem porque muitas vezes são alterações clínicas muito sutis né eu brinca e fala assim é um teve um paciente que a professora fala nossa ele está tão bonzinho este mês opa será que ele é bonzinho mesmo ele está mais quietinho que apareceu alguma coisa né então essas principal a segunda série depois você precisa ver as afecções do aparelho intestinal então se tem alguma pedra na vesícula foi o próprio diferença do funcionamento do veículo é preciso fazer um traço de abdome com mais freqüência as alterações osteomusculares então é preciso avaliar o quadro dessa criança ao longo da vida eu preciso ver a região da cervical que eu posso ter um deslizamento de uma vértebra sobre a outra e é grave com alguma sorte os físicos têm que ter muito mais cuidado do que outras em algumas fases dessa criança é esses são os principais e uma a um olhar muito especial pra alimentação dessa criança a gente sabe que a criança com trissomia do 21 síndrome de down com qualquer outra deveria ter uma alimentação muito muito saudável né alimentação onde ela vai fazer com que a gente não tenha o envelhecimento precoce que é um dos fatores principais na síndrome de down nem a criança é com trissomia do 21 ela vai ser um adulto ela vai pode evoluir com o envelhecimento precoce é o modelo de envelhecimento precoce para medicina para você ter uma idéia então o que ela vai encontrar no ambiente vai influenciar nessa nesse envelhecimento dela então alimentação em seu mais natural possível mais orgânico possível livre de metais pesados têm que ter às vezes suplementação de alguns elementos em alguns minerais porque ela usa mais ela tem um cromossoma mais fazendo um trabalho ali então ela também vai usar algumas coisas a mais do que uma outra pessoa que não tem você falou sobre o teste do pezinho pra ele é obrigatório existem outros testes que são feitos no bebê e também são importantes e muitas vezes por não ser obrigatório não é feito no teste do pezinho na verdade a gente tem é dado pelo ministério da saúde liberou uma quantidade de doenças e você tem outros que estão sendo acrescentados porque a família vai adquirir pelo convênio pa mas existem outras doenças que o teste do pezinho ampliado plus vai pecar né fora isso cariótipo que é o que dá o diagnóstico mesmo com a síndrome de down que vai ver lá os três cromossomos ou as transmutações que dão esse diagnóstico ele não é feito corriqueiramente no pedido geralmente é feito em grandes centros não é todo laboratório que é capaz de fazer seria um exame que equipe na suspeita a gente teria que ter mais facilmente na mão eu tenho um paciente às vezes no serviço público chega um ano ea mãe não tem esse papel da maior facção documento pra ela serve uma série de outras coisas né ou a avaliação da imunologia da imunidade da criança que tem um teste novo agora também pra gente ver se a criança não tem uma doença auto-imune é uma doença de deficiência é imunológica primária seria muito importante fazer que a gente não tem acesso tão facilmente né mas o as os outros crimes a maioria das das das maternidades na suspeita de uma alteração genética ela já começam a pedir eu vejo aqui na cidade principalmente já uma busca maior por outras províncias um bebê dentro do hospital mesmo né existem muitas pessoas associam e o que eu fiz para ter o filho assim eu acho que isso e se você estiver assistindo tiver um filho não só com síndrome de down ou qualquer outra é deficiência é se isso passou pela sua cabeça é normal as pessoas pensam muito isso é que eu conversei já com algumas mães convencer a então eu fiquei pensando que eu fiz show que eu fiz alguma coisa na gravidez será que foi antes existiu mesmo é esse não é só um 11 um conceito que as pessoas têm envasado lemas ou existe algo mesmo que se faz pra que aconteça na realidade essa nasceu com deficiência na realidade é uma freqüência no consultório é muitas mães me contam que eu me contou logo que nasceu vem encontrando quando a criança já um adolescente as vezes que ela passou por isso que eu fiz tentando buscar se fez uma medicação que não deveria se comer um alimento que não deveria se brigou com alguém aí mas na realidade não existe um culpado a maioria 95% das vezes essa condição ela é ao acaso existem alguns provavelmente alguma alteração biológica que às vezes a gente não consegue nem detectar que fez com que isso acontecesse a gente sabe que a idade materna é um fator é positivo para o surgimento de mais crianças com alterações genéticas mas ela não é só ela determina né então se não existe um culpado é o acaso é que isso aconteceu existem algumas outras condições que você tem é podem ter translocações nesses promoções homos vez que a gente não faz roth no entanto essa família não tem como saber só quando surge uma folga ainda é uma criança nessa família que vai pesquisar e aí vai dizer olha sua chance é essa chance mas até que surja muitas vezes você não tem como fazer esse aconselhamento genético né o que eu falo que quando a gente pede o carioca tipo eu falo que o carioca não é para crianças e para os pais é para ele entender o que aconteceu entre o que essa criança veio mas não existe um culpado não existe isso isso é uma uma mentira é achar uma culpa pra quem não tempo tutor é o aconselhamento que você é dar o consultório para as mães que eu gostaria que você fizesse agora que você aconselha se as mães que estão nos assistindo os pais é o que eles devem fazer como proceder é esse uma orientação importante para que mude a vida deles na realidade assim o que eu falo é é que eu eu espero que as pessoas ouçam a palavra que eu queria perguntar sempre assim de oportunidade para o seu filho a oportunidade de um cuidado a oportunidade de conhecer as coisas a oportunidade de tudo é isso que vai fazer diferença na vida dele né então assim é buscar conhecimento a gente sabe que hoje muito do que a gente ganhou com a inclusão muito do que a gente ganhou com a saúde das crianças com trissomia do 21 veio porque os pais foram atrás se os pais não tivessem feito tudo o que fizeram na história da síndrome de down a gente não estaria onde a gente está hoje eu acho que a gente tem muito mais para fazer porque eles foram protagonistas da vida do filho filho foi protagonista da sua própria vida né então assim eu acho que nasceu um filho com síndrome de down parabéns que maravilha você não sabe o livro que você tem pra escrever na frente né muita gente não se dá o direito de se dar o parabéns detido um assim e na verdade ele é um moleque é óbvio que vão ter muitas dificuldades como qualquer outro fio não ter muitos cuidados que você vai ter esse filho vai trazer alegria esse filho vai te trazer é um reconhecimento esse filho vai vai te fazer feliz vai te dá muito orgulho então sim desde que você parte do princípio de que você vai dar pra ele as oportunidades que ele precisa quem vai ditar até onde ele vai ou não é esse o que você proporcionou pra ele esse apoio dos pais é muito importante muito importante eu sempre falo que a gente tem família que aceita e tem família que abraça eu queria que todas as famílias fossem abraço que abraçassem sabe porque é diferente é diferente ela vai buscar sempre o melhor ela vai fazer o melhor e ela vai conseguir enxergar todos os dias isso na vida do filho né assim é muito bonito de ver e eu acho muito bonito que assim as famílias que tenham uma criança a contra o medo 21 elas conseguem ver o desenvolvimento de uma forma que outra família não vê né e como cada ganho cada pequena vitória eu recebo acho que todos os dias um vídeo diferente uma mensagem diferente da onu a doutora está andando olha doutor que ele fez agora ontem foi é é um vídeo cantando parabéns pra mim todos né ai ele está cantando parabéns pra você olha tá então assim todos os dias e o quanto eu celebro isso porque eu acho que é realmente a gente muitas vezes é tirado o direito dessa família de celebrar né então o quanto cada ganho cada dificuldade ultrapassada é uma é uma celebração né olha quero agradecer demais a participação comigo flávia foi muito importante a sua presença hoje aqui é não só como pediatra mas vocês não estão vendo de pectina aí mais uma linha dela tá para jardim e ela está emocionada mas não só com uma profissional pediatra mas como esse ser humano lindo que não seja obrigada muito obrigada o legado e olha o tema de hoje do programa é inclusão e quando a gente fala em pessoas com deficiência olha vem um turbilhão as vezes de pensamentos e muitas vezes negativas então se nós já plantamos a semente tinha da inclusão e nós temos que chegar lá então a gente também tem que se despir desses preconceitos e conceitos errados e como disse a doutora flávia abraçar e abraçar a causa abraçar a inclusão abraçar as pessoas com deficiência e nós vamos para um rápido intervalo e voltamos a [Música] [Música] [Música] todas as pessoas e profissionais entrevistados neste programa falou do tema síndrome de down e inclusão com brilho nos olhos cada um tem uma história de amor e superação [Música] o que te levou fazer essa especialização é em síndrome de down é na realidade foi um nascimento do meu segundo filho joão augusto nasceu com trissomia do 21 eu não tive o diagnóstico antes da do nascimento dele e quando ele veio como pediatra eu olhei para ele e falei o que eu sei sobre isso o que eu sabia era muito pouco muito pouco porque eu tinha que dar pra ele eu sabia como ser mãe provável mesmo já era mãe né meu segundo filho mas assim eu queria aprender mais então fui pesquisando fui fazer o curso que com doutor zan mustacchi que é a minha referência hoje de de pediatra ele mudou me ouvir minha visão inclusive de pediatria geral eu fiz o curso e no terceiro mês do curso ele me fez uma pergunta por que você tá aqui eu falei porque eu quero ser uma mãe melhor pro joão eu quero aprender eu preciso aprender sempre gostei muito de estudar e aí ele falou assim mas você é egoísta disse não não sou egoísta e fui então você tem que atender também os tem que usar isso na sua vida profissional e foi com esse pensamento que eu comecei a modificar minha vida profissional é para para o atendimento das pessoas com trissomia do 21 então é hoje o maior foco de estudo eu faço pediatria geral também mas é meu maior foco de estudo eu gosto eu aprendi muitas coisas por causa disso e eu acho que eu posso ajudar dessa forma né eu acho que a minha experiência ela não é a perfeita exatamente por isso eu posso ajudar também eu erro como mãe eu acerto eu era como pediatra é só o profissional eu tanto né então muitas coisas é interessante que eles muita mãe vai me contar uma coisa achando que é muito óbvio está acontecendo isso eu falo e em seguida vai ser assim em seguida vai ser assim e essa experiência com as outras mães também me faz crescer então eu eu gosto muito eu pergunto quando eu não sei eu ligo pra um livro pra outro tem uma rede de amigos que é multiprofissionais né eu gosto de estar em contato com todo mundo que eu acho que esse é o papel do pediatra ele tem que interferir ele vai fazer toda a diferença no futuro então assim quando eu olho para o meu filho eu penso no que eu vou fazer por ele o que eu vou fazer pelos outros filhos descreve joão para mim a joão é um menino de 8 anos e meio fantástico muito feliz que faz todo mundo muito feliz ele é ele é dedicado ele é extremamente intenso ele ama demais ele abraça demais dele tudo pra ele é muito eles não têm um dia de mau humor e levantando bom dia pra todo mundo ele entende ele leva bronca porque ele é danadinha ele arranja ele arranja um jeito de fazer as coisas como ele quer mas ele é muito verdadeira a gente usa verdade com ele sempre então é sempre com muita conversa é muita explicação ele tem consciência do do que ele tem ele fala ele sabe que a síndrome de down é uma das características dele assim como os olhos verdes as sardinhas no rosto e ele ele começou a entender todo esse processo agora né de ter uma deficiência intelectual de lidar com isso mas ele é muito intenso ele é eu falo que ele é a luz da nossa casa assim porque ele está sempre brilhando onde ele chega ele conversa com todo mundo é esse é o jeito dele assim né ele é uma luz [Música] quero conhecer joão mas nós já conversamos com a doutora flávia no programa mas eu não poderia perder a oportunidade de compartilhar com vocês o que estavam só estava assim só nos bastidores é por isso que é retomamos com a doutora flávia para ela poder compartilhar com vocês essa experiência e eu gostei demais e ainda vou em seu joão você é bom mas nós temos mais coisas para acontecer no programa é agradecer mais uma vez a presença da doutora flávia e bora falar de inclusão [Música] o ó patrice e messi é mãe da júlia de 17 anos e esteve conosco no saúde é vida setembro verde inclusão parte 1 contando sua história dificuldades e vitórias hoje com a experiência de quem já viveu muitas situações de preconceito e venceu pelo amor ela participa com uma dica para quem está no início dessa estrada patrícia que conselho você daria para quem está começando a viver essa experiência agora e que você gostaria de ter recebido enquanto você estava iniciando vivendo esse turbilhão na sua vida que ama seus filhos a semana de qualquer coisa que os enxergam antes da síndrome a síndrome veio junto com a júlia ajuda não é a síndrome é a júlia então que os pais possam sempre olhar os filhos é é uma bênção porque o que é esperado para as outras crianças pra gente sempre uma conquista então que eles possam ver a cada processo que poderia ser um processo natural pra outra criança como uma grande conquista como uma bênção mesma na vida deles e que também se forma em que lutem pelos direitos e que observem até que ponto tá se fazendo valer o direito mais que isso esteja bom para os filhos também me refiro me especificamente a questão da fase escolar sempre teve esse acompanhamento de perto do que realmente está fazendo a diferença do que realmente está fazendo ele ceni a ajuda está escorregando escorregando eu acho que ela quer deitar e mas aqui jô a gente já tá acabando viu julia e olha é esperamos de alguma forma que o programa de hoje traga para você nos este alento esse braço esse caminho que nós através de cada uma das pessoas que estarão aqui é que querem dar a você então eu sou antes de nós encerramos patrícia é o que você a vê especial com certeza que ele leve mas que chama a atenção uma característica da júlia fala que você gosta de olhar vê a inocência é ela não tem assim maldade nada não não percebo maldade nenhuma situação coisa que até comum de criança assim é essa inocência esse amor ela transborda amor o tempo todo eu vou passar a mão no seu cabelo sabe por que eu amei o seu cabelo júlia eu quero seu cabelo o meu cabelo igual ao seu e deixou meu cabelo igual ao seu deixa júlia [Música] bom gente encerra a nossa entrevista com a patrícia porque o programa segue e afinal de contas é setembro e hotel mês da inclusão nas condições do tempo não né nós temos que pensar que o ano tem 12 meses e todos os dias é uma oportunidade nova que a gente recebe recebe pra amar as pessoas independente daquilo que a gente vê que aquilo que a gente sente a mais importante patrícia muito obrigado a cabeça com você agora julia agora você vai poder deitar e teria se cansar porque se está liberada tá bom [Risadas] [Música] seja você quem for seja qual for a posição social que você tenha na vida a mais alta ou mais baixa tenha sempre como meta muita força muita determinação e sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em deus que um dia você chega lá de alguma maneira você chega lá ayrton sena [Música] nós estamos aqui nesse ambiente porque aqui acontecem os ciats de fantoche é claro que para é trabalhar o teatro precisamos de um profissional é competente ou alexandre souza é pedagogo é ator é professor e diretor de teatro cineasta e trabalha também com inclusão que essa arte acessível que nós estávamos começando antes de virmos para cá esse ambiente aqui mexe com o lúdico com a imaginação é da criança não com certeza que não só da criança do jovem e do adulto que a gente tem essa função de transformação é trabalhar o senso crítico do centro da criatividade né e principalmente no teatro tem início nos trabalhar com as emoções de como lidar com aquilo que estou sentindo é de como se tornar isso e ser respeitado diante disso com arte ou com você dentro dessa arte inclusiva é trabalha com as crianças portadoras de algum tipo de deficiência é muito doido pra mim assim acho que vem muito da minha formação enquanto indivíduo né eu crescer com pessoas com deficiência de uma forma muito natural então tinha uma certa dificuldade em entender por exemplo na década de 80 que minha escola tinha uma sala que chamada sala especial eu lembro com 78 anos aquilo me incomodava muito porque ele tinha um jovem sério com sete anos com um surdo de 12 e eu criança questionávamos pouco que a diferença de idade juntos na mesma sala e não na mesma sala que eu e isso acho que perpetuou então eu lido com com a inclusão de uma forma muito tranquila eu acho que você saber que todo mundo tem uma limitação eu tenho uma alimentação você tem uma limitação acho que parte do eu entender que eu também tem limitação e eu quero ser respeitado na alimentação gostaria que você compreender a partir do momento que você pensa dessa forma independente se a pessoa tem uma deficiência não você vai olhar o indivíduo já sabe que cada um tem o seu tempo você precisa respeitar seu tom eu quero respeito no tempo usar essa empatia trocar de lugar com outro colocar se no lugar do outro está em falta na nossa sociedade que eu sinto muito não fazendo uma crítica mas às vezes eu vejo aqui dentro da educação inclusiva ainda se pensar muito num ano numa caixinha mais uma regra e cada um é importante entender que aquele indivíduo tem qualidades que eu preciso trabalhar mas daí vai muito da minha sensibilidade do meu olhar está disposto para poder entender isso e de adaptar os transformar tudo isso porque eu vejo arte e engraçado né porque a inclusão na verdade é uma transformação você tem um olhar de que eu preciso adaptar esse espaço e me adaptar para poder acolher bem e acho que tem muito isso a china acolhe né acho que é um é um lugar aonde ela colhe porém daí eu vou para um outro questionamento para uma outra discussão quinta faltam profissionais também preparados para isso em todas as áreas as áreas em todas as áreas são professores são médicos é hoje conversando com a cabeça a mãe da júlia mundo que é recebe esse atendimento esse carinho aqui na dentro dos olhos é ela disse que o médico falou pra ela senhora de uma vez desenvolvido um trabalho desse médico em dar a notícia para a mãe quer dizer não é só na arte mas em todas as áreas né então com a pessoa com deficiência agora eu pergunto idade como que você usa a arte para trabalhar esse interior este porque muitos outros aspectos quer dizer eles querem se liberaram extensa essa timidez na ajuda ajuda ajuda porque falando da minha área que é o teatro a gente tem inúmeras dinâmicas e exercícios onde você pode atingir aquele objetivo né eu gosto muito de uma pesquisadora que a viola espólio que ela tem um tom black de dinâmicas que dentro de uma aula você vai entender que o aluno tem uma dificuldade como nós temos 11 jovem aqui que é super talentoso mas ele tem a dificuldade com a fala e ele tem e ele entende isso as pessoas que têm síndrome de down e ele compreende isso e por compreender quando tem que te falar ele recolhe que ele não quer fazer roupa ok o caminho aí tão baratos da china têm inúmeras possibilidades acho que ela pode expressar o choque pode dispensar não só pela fala mais pelo corpo ela a intenção e eu fui pra esse caminho e sem querer ele começou a usar o recurso da fala por mais que eu tenha dificuldade da água então ele criou uma autonomia de poder executar aquele personagem mas tudo isso um processo longo e vi todo esse trabalho é você faz o que você gosta você tem certeza de que a gente tem essa paixão na tua voz e você usa o que você gosta pra ajudar e é certo arte de ensinar acho que é assim que eu vejo que demorou muito até chegar aqui para trabalhar com eu sempre quis incluir né mas acho que foi necessário esse processo se transformou o sucesso fez com que evoluísse enquanto ser humano mesmo maturidade saber que que a minha profissão pode abraçar tantas pessoas e olha mostrando pra vocês que não é só colocar em uma escola que você inclui a sua crianças e jovens adolescentes e até adultos na sociedade a sociedade não vai aceitar essa criança é essa pessoa com deficiência só porque você quer que a sociedade aceite mas a partir do momento que você ea gente tá ouvindo aqui vários profissionais a partir do momento que você coloca de maneira natural e césio na sociedade da oportunidade dessa pessoa crescer e isso independente de qualquer problema que ela tenha de saúde ela vai se sentir parte do todo e é isso que nós queremos com o programa de hoje alexandre e eu vou chegar aqui mais pertinho de fazer porque se esse aqui é um ambiente de teatro se aqui se criam histórias está na hora da gente criar uma história diferente para essas pessoas com deficiência que o mês de setembro não seja só um mês de conscientização mas seja um meio de atitude e que todos os meses a gente se lembre de que uma pessoa não deixa de ter síndrome de down ou prepará-los receber tal outra é deficiência só porque acabam mês de setembro ela vai ser uma pessoa normal não ela vai precisar de abraço [Música] eu sei que é uma luta diária que começou na infância e você traz isso até hoje não é verdade é curioso como você fala da da escola e até mesmo a faculdade ou seja lá onde for uma escola uma faculdade inclusiva né não é só você fazer algumas adaptações físicas criar uma rampa seja lá o que for é você também entender a limitação fazer a adaptação desse material a forma que você vai aplicar essas atividades então é está disposto a mudança acho que a inclusão da nissan em uma frase aqui que raquel falou de uma forma muito sabe ali na frente que assim que você entra em um espaço de inclusão no debate com uma frase diversidade é você convidar para o bairro inclusão é você convidar pra dançar acho que isso resume ela colocou essa taça também cuidando de uma forma muito sábia é muito isso então é com essa frase que a gente encerra o programa de hoje esperamos que de uma maneira muito gostosa você tenha curtido o programa tem aprendido o programa i sabe você troque de lugar nós queremos fazer é esse convite é você coloque se no lugar desse pai dessa mãe dessa criança e tente é nessa troca entender o que você gostaria que as pessoas fizessem como você gostaria que as pessoas se tratasse e já que a gente vai trocar de lugar segura e só um pouquinho não saia daí acho o espaço pra min aaaahhh a gente encerra o programa saúde é vida de hoje deixando esse carinho pra você que nós assistimos acompanhou e pra você pai mãe professores todos os profissionais médicos que não só estiveram conosco no programa mais que lidam com essas pessoas com deficiência ok então pra você o nosso carinho nosso beijo e o desejo de que nosso mundo seja muito melhor a partir de agora ok tchau fiquem com deus [Música] [Música] [Música] [Música] [Música]
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