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E aí [Música] o Olá mais um saúde a vida Começando aqui pela tela da TV Câmara Campinas a você de casa muito obrigada pela companhia e audiência olha só hoje a gente vai falar sobre uma doença que afeta cerca de 50 milhões de pessoas no mundo todo segundo a Organização Mundial da Saúde tô falando aí da epilepsia para falar sobre esse tema tirar as dúvidas Arthur eu converso agora com Luiz Otávio Caboclo ele que já está aqui na tela comigo como você de casa já sabe saúde e vida tá sendo gravado assim de maneira remota por causa da comia da cor vídeo 19 o Luiz Otávio Caboclo é neurologista e neurofisiologista é isso mesmo né das hora de começar eu queria já te agradecer a participação aqui no Saúde e Vida parar em um pouquinho seus atendimentos para e a sobre a epilepsia aqui para gente Eu que agradeço a quantidade está aqui falando com você e seus telespectadores botar então para a gente conversar O que é a epilepsia e a epilepsia Viviane é uma doença do cérebro caracterizada pela predisposição pela suscetibilidade a ocorrência de crises epilépticas ou seja uma pessoa com epilepsia é uma pessoa que tem uma predisposição a ter essas esses elementos chamados crise reflete o que são as crises epilépticas as crises epilépticas são sinais e sintomas são manifestações clínicas que decorrem de uma descarga excessiva de um grupo de neurônios no cérebro lembrando os neurônios são aquelas células principais do sistema nervoso central ou no grupo de neurônios descarrega de uma forma excessiva e anormal isso acaba causando uma manifestação clínica que se chama crise epiléptica E por que que acontece essa crise Doutor como que funciona o nosso cérebro e quando tenha e o que que acontece com ele então nós temos um servo bilhões de neurônios EA todo tempo esses neurônios eles se comunicam uns com os outros através daquela conexão que se chama sinapse que a conexão entre dois neurônios pois bem quando o mecanismo de transmissão ele está alterado ou porque tem uma excitação excessiva ou porque faltam os mecanismos de inibição existe uma lareira bem simples como se fosse um curto-circuito Entre esses neurônios e isso acaba causando os sintoma Clínico que é crise epiléptica ser uma pessoa tem crises epilépticas ao longo da vida a gente fala que ela tem epilepsia E normalmente essas crises os sintomas como que eles surgem Doutor pode acontecer desde criança é interessante isso na verdade a epilepsia as crises epilépticas podem começar em qualquer momento da vida ou e você foi para si uma doença bastante prevalente um por cento da população tempo Y mas funciona de dois milhões de brasileiros com deficiência mas é que você pode conversar em qualquer momento da vida desde os primeiros dias de vida até passando os idosos mas tem duas faixas etárias estão a mais frequentemente eu perdi a começa nessas partidárias primeira das crianças até 2 anos é muito comum começar as crianças até 2 anos e depois nos idosos após 65 anos claro e com causas absolutamente diferentes as crianças irmãos idosos mas o fato é que você pode começar em qualquer momento da vida de uma pessoa e como saber Doutor que está em crise epiléptica como que é a pessoa de repente teve essa descarga né de neurônios é que você falou aconteceu alguma coisa como é que que sabe que a epilepsia então a quando a gente fala de crise epiléptica a primeira é realmente de uma corrupção quando a gente fala para o leigo olha bastante tempo crise epiléptica a primeira coisa que vem à mente é uma convulsão mas convulsão o crise tônico-clônica Como é o nome da condução de verdade a é um dos tipos de crise epiléptica de forma alguma é o único acredito que é mais facilmente reconhecível começou o que que nunca viu uma comoção sentir alguém na rua tendo uma convulsão vai ser capaz de óleo é uma crise leque uma função existem vários outros tipos de crise e dependem que a crise começa numa parte do cérebro se ela já começa envolvendo os dois lados do cérebro uma vez Depende de onde a crise começa a pedir uma série de características então a corrupção e os tipos mas existem outros como fazer com as crises focais as crises de ausência que são comuns em crianças as crises mioclônicas e no muitos pacientes o descrevem como shortinhos ou seja existem vários tipos de crises epilépticas e não tem como são apenas aquela mais notável que ela que todo mundo conhece em crianças e falou aí ausência é mais comum como que funciona esse como que é as crises de ausência poluição um dos tipos de crise epiléptica é um tipo de crise que a gente chama de uma crise generalizada o nome já diz é uma crise em que as crianças fica ausente por isso ausência ou são crianças que às vezes estão conversando o assistindo uma aula tudo que acontece a crise a criança fica parado como se tivesse ausente mas às vezes dá uma piscadinha os balança um pouco a cabeça mas são os sinais muito sutis as crises de ausência são mais comuns as crianças sabem vendo aqui interessantemente muitas vezes que primeiro percebe isso nem são os pais é a professora na E por que tá falando essa criança tão bem na escola agora de vez pode ficar desligada do rendimento escolar tá caindo e a professora que chama a atenção o fato de que alguma coisa está errada e a partir daí o diagnóstico é buscado nunca às vezes é feito isso no caso das crises de ausência e Como disse são mais comuns criança a gente tá aí falando em criança O senhor falou essa crise de ausência ela teve essa crise e de repente ela volta ao normal volta as crises de ausência são crises que duram poucos segundos 10 15 20 segundos é muito rápido então muito rápido e na maioria das vezes a própria criança não percebe nada porque ela tá na escola apresentação de repente tem um lápis de consciência figura 10 15 segundos e volta a fazer o que estava fazendo antes como se nada tivesse acontecido O problema é que nas crianças por exemplo as crises de ausência elas podem acontecer muitas vezes a fazer dezenas de vezes ao dia isso acaba Claro prejudicando até o rendimento escolar isso falando especificamente das crises de ausência convulsão algo que vai ser percebido com qualquer um que tiver perto da criança do adulto porque é uma coisa que chama muito mais atenção Fala aí das crianças e falou que um outro grupo bastante comum são os idosos nos idosos Aí que tipo de crise é é mais comum encontrar Doutor nos idosos as crises são diferentes e as causas são diferentes um pouco das crises os idosos por exemplo muito frequentemente têm crises focais o que que são as crises locais são crises começam no palco do Sesi em qualquer região do céu e aí dependendo da região do cérebro a crise começa o sintoma acontecer uma Pode ser às vezes as crianças idosos elas custam apenas com uma discreta alteração da consciência é um idoso e fica um pouco confuso depois volta a fazer o que estava fazendo é claro às vezes pode ficar confusa pois tomar corrupção E aí o diagnóstico até mais fácil e o fato das crises focais seria mais comuns nos idosos tem a ver com as causas da epilepsia são os idosos são causas diferentes daquelas que tem que observa em adultos mais jovens e principalmente em crianças os idosos frequentemente tem epilepsia E crises epilépticas associadas a lesões no cérebro por exemplo as sequelas de um acidente vascular cerebral derrame um tumor cerebral que é muito comum em idosos um sangramento um hematoma numa toma subdural que é uma forma de um doce que bate a cabeça ou seja mudou são normalmente lesões no cérebro e acabam causando às vezes portanto são mais comuns as crises focais os idosos Doutor E como que é feito o diagnóstico como que se chega essa pessoa a Philips ia o diagnóstico de epilepsia é fundamentalmente Clínico ou seja nós médicos que atendemos e se pacientes faz entrevistamos o paciente ou relação a esses eventos são as crises Atlético parte da fiz o próprio paciente é capaz de contar o que ele sente o começo da crise por exemplo às vezes não senti nada às vezes uma perda de consciência estão sentindo nada né e é muito importante entrevistar os acompanhantes o pai a mãe o marido esposa ou seja o contente que vem a crise beija uma vez que o paciente perde a inocência a partir desse ponto Você não é capaz mas de Pontal Observe assim depois eu não pode escrever a sua própria corrupção eu falo com ele tá inconsciente o diagnóstico se baseia nos dados clínicos Ou seja a entrevista com o paciente a entrevista com os familiares as características da crise e os demais dados clientes comunidade de e outras doenças uma vez que é feito a suspeita clínica de psiquiatria São solicitados alguns exames chamadas complementares e tem por objetivo como o nome já diz complementar o diagnóstico é clínico é umas pedimos Esses exames para complementar para confirmar um diagnóstico que já foi pensado já foi apresentado do ponto de vista ainda tô Como que é o cérebro de uma pessoa que tem epilepsia E de uma pessoa que não tem epilepsia têm essa diferença é consegue ver isso nos exames como que é então tudo vai depender do tipo de franquia Como disse da mesma forma que existem vários tipos de crises por causa de várias causas existem vários tipos diferentes de Milícias e em algumas formas de epilepsia por exemplo os exames podem ser todos os mais o diagnóstico vai ser puramente Clínico uma epilepsia autores é causada por uma lesão no cérebro o exame de ressonância magnética Pode mostrar essa lesão no séria e algumas outras formas de epilepsia o cérebro é completamente normal então exame de ressonância vai ser normal o exame mais importante para o diagnóstico da epilepsia é o eletroencefalograma eeg porque o NG na maioria das pessoas conhecia Pode mostrar anormalidades da atividade elétrica cerebral são compatíveis com esse diagnóstico de epilepsia que a gente sempre faz quando a gente suspeita de efeito enrolação seja programa foi diagnosticado como é um tratamento Doutor o tratamento ele sempre se inicia com chamados Farma e anticrise são remédios desenvolvido especificamente para este fim o Nós escolhemos uma dessas medicações que tem por objetivo controlar a si e como é feita essa escolha depende do tipo de crise a gente tem o tipo de epilepsia da idade das outras condições médicas por exemplo é diferente você tratar uma criança e só tem reflexiva o idoso que tem flexyah pressão alta diabetes cenário diferente então a gente escolhe a melhor meditação tudo considerável o tipo de epilepsia a idade as outras condições associadas é claro o acesso à medicação muitas dessas medicações são caras não estão disponíveis no sistema público não tá gente também tem que considerar isso quando a gente vai se uma medicação até porque muitas vezes esse tratamento vai é muito prolongado por ano as Escutou Na vida então a gente tem que escolher uma medicação aqui vai entrar na rotina da pessoa que se adapte a vida da pessoa e para isso tentar controlar as crises idealmente sem causar efeitos colaterais e se a nossa proposta controle de crises tem feito isso atrás eu quero perguntar Esses medicamentos Então são para controlar essas crises Em algum momento ainda pode vir a ter dependendo do caso esse dado é super importante os remédios que nós usamos chamados para os anti Freeze eles tem por objetivo controlar as crises epilépticas a Porém isso só é possível aproximadamente dois terços dos casos isso quer dizer o seguinte um em cada três pessoas profecia vai continuar tendo crises mesmo com tratamento clínico a não é que tratamento não tem feito ele melhora as crises Às vezes as coisas ficam Graças às fracas menos frequentes só que nós não conseguimos controlar todas as críticas ou seja um terço dos pacientes em cada três filme epilepsia resistente ao tratamento Clínico fazer chamada de epilepsia refratária e Doutor essas crises Elas Vem do nada ou dependendo da situação que a pessoa tá passando por isso eu vou tirar os mais velhos os adultos desencadeia uma crise tem alguma relação um momento de estresse ou o momento de muita alegria acaba sendo uma crise ou Nada a ver algumas formas de epilepsia em fatores desencadeantes muito bem definidos por exemplo algumas sequências as crises são frequentemente desencadeados por privação dos e isso é comum por exemplo na forma de epilepsia incêndio muito na adolescência adulto jovem é um tipo de epilepsia para dar um exemplo eu conhecia mioclônica juvenil SP ia por exemplo privação de som é algo terrível e o jovem adolescente dorme mal na manhã seguinte pode ter uma crise justamente numa faixa etária em que a gente Sabe às vezes jovens adolescentes querem ficar acordado até tarde não dorme adequadamente estão privação de sono é um link a gente outro desencadeante bebida alcoólica em excesso o paciente com epilepsia que consumir bebida alcoólica numa quantidade excessiva Costa crise no dia seguinte desencadeada pelo ao o stress é um pouco mais difícil porque stress é algo da vida tudo passa stress por frequência Quando que a pessoa vai lembrar daqui mesmo tá sempre crise estava estressada mas muitas vezes o estresse acaba não sendo tão claramente definido como fator desencadeante é o restante diferenciar O que é uma fator desencadeante e o que é causa de beneficia a privação de sono a cerveja mais nesse caso não são a causa estão funcionando apenas como um gatilho de crise uma pessoa que tem me falou que ia importante essa diferença você falou aí do tratamento tem algumas pessoas aí que acabam tendo que tomar remédio ao longo da vida tem gente que acaba curando a epilepsia ou não existe cura a gente fala de cura de Eclipse em dois cenários no primeiro são algumas formas de epilepsia da instância alguns tipos de epilepsia são típicas da infância são chamadas inclusive epilepsia são limitadas a idade o que que você quer dizer são crianças começa a ter que ir na infância fazer se culpar sair sete anos Monte crises há poucos anos vão precisar tomar remédio para controlar as crises Mas normalmente no início da adolescência é sepsia a cavalo ela vai embora pelo meio que você ainda está da idade sentido que tinha uma profecia depois que o adultos estão curar e o segundo contexto é no caso a gente falou daquelas epilepsia refratárias eles têm tratamento cliente Parte dessas pessoas pode ser tratada com cirurgia de epilepsia E dentre aquelas pessoas para fazer com cirurgia dentro aquelas pessoas operadas uma parte fica curada curada porque não tem mais aqui é por causa daqueles ia por exemplo tomou foi removida e a pessoa não tem mais é produzido nesses dois contexto a gente fala de cura nos demais contextos que na verdade na maioria dos casos que a gente fala eu controle das crises Nasa testou já começou a tomar Quem deve ter e a epilepsia é hereditária algumas formas são histórias mas são formas bem horas a maioria das reflexões não são hereditárias hereditária veja só aquelas doenças que a gente sabe herança de pai para filho a gente aprende na escola né seu pai tem o filho tem 50 tão distante de essas formas de deixar é são raras algumas outras formas mas tem alguma prediz posição genética ou seja o seu pai ou a mãe tem a criança tem uma chance maior do que a população em geral conhecia mas nós não conhecemos o padrão de herança portanto nós não podemos dizer querido história e a maioria das reflexões elas ocorrem de forma esporádica ou seja tem ninguém na família EA criança ou adolescente todo mundo começa a crise por várias causas do doutor dando uma pesquisada e sobre essa doença epilepsia as mais um o que você tem registro assim há registros da epilepsia inclusive do tratamento da epilepsia até na Bíblia ou antes na verdade Existem relatos pré-históricos a gente precisa tentativas de tratamento da epilepsia por exemplo muita gente sabe algumas mudas encontrado no Egito tinham evidência de preparação ou seja um buraco na cabeça e pelo estudo descalço Intendente talvez tenha sido uma tentativa a de tratar a epilepsia lá no Egito antigo depois da Bíblia há relatos de pessoas que teriam sido cometidas por crises epilépticas disse inclusive Algumas propostas de tratamento com jejum prolongado por exemplo interessante do conhecimento se ele realmente quer montar séculos ou eu diria a Millennium Park do desconhecimento por muito mais organizado vamos lá no último século e mesmo assim ainda o que pouco se fala como a gente tava dizendo anteriormente quando fala epilepsia já acha que é convulsão né confunde as duas ainda tem muito o que se discutir sobre essa doença e divulgar também muito muito muito velho É interessante como dizem relatos de Millennium sobre o eclipse você me sobre o tratamento ou tentativas de tratamento mais passados todos esses milênios ainda existe muito estigma relacionado à doença muito preconceito nós não estamos falando de uma doença ara dois milhões de brasileiros emprego Cia O que é muito provável que todo mundo conhece uma pessoa conhecia mas pelo estigma que a doença traz é muito comum que as pessoas com epilepsia elas não revelem esse agnóstico para os amigos para os colegas de trabalho a gente vive numa sociais para se a pessoa tem câncer ela conta para os amigos os colegas só tem uma outra doença pressão alta já as crônicas lá nenhum problema em Compartilhar esse dado mais com epilepsia Não é bem assim eu até entendo os pacientes se sentem este climatizado às vezes se sentem excluídos oportunidade eu falo que isso vem evidentemente da ignorância sobre o beneficia apenas o educação com a divulgação do conhecimento vai de mil preconceito administ Guiné suas coisas que vocês vão poder se deparar com as suas fotografias em todos os meios que elas convivem e Doutor acaba sendo um problema isso não falar que eu tenho epilepsia porque de repente eu tô no evento pelo Supermercado começo a ter uma crise e aí o que que pode acontecer com essa pessoa como quem tá vendo quem tá perto Pode ajudar essa pessoa que fazer em casa assim falando das convulsões da comunista conclusão todo mundo é capaz de reconhecer uma função Mas precisamos lembrar e as crises epilépticas e as convulsões Isso é verdade elas são autolimitados elas são um minuto no máximo dois no preciso um ou dois minutos importante proteger o paciente uma eventualidade de uma condução as principais no chão você já cabeça para não ficar mais pela fé e se machucar cabeça com calma então noite virar de lado pode abrir uma salivação excessiva eu só pode engasgar com a saliva as quiser deixar de lado porque já cabeça retirar de perto da pessoa objeto que possa machucá-la com a cadeira uma mesa que possa machucar esperar a crise passar deixa o mito da língua carga exposição algumas pessoas têm uma uma tentativa de colocar o dedo da boca não é necessário além de ter muito perigoso colocar o dedo e a pessoa pode tomar contração muito forte da mandíbula durante a crise pode inclusive arrancar o dedo numa pessoa então o que a gente tem que fazer proteger durante uma crise acabou a crise era pessoa acordar aquela velha a crise você já tem muitas vezes surpresa é a já tem isso não conhecia tá Eu só não contou esse colega de trabalho dos colegas de trabalho acabam sabendo isso tudo isso no momento desse Acho super importante na escola principalmente se uma criança tem Ops ia cada os pais alertar o professora a professora fala olha meu filho sempre que você minha filha tem conhecer pode acontecer dele o leva até uma crise essas crises elas são transitórias elas não fazem mesmo alguma coisa mais forte alguma coisa me avisa Ou seja eu acho que obrigatório o ambiente escolar os professores coordenadores das escolas sejam notificados diagnóstico idealmente onde é que nós estivesse dividido sempre com os colegas de trabalho a gente tendo o quê que isso perfeito mas eu acho que a medida que as pessoas tiveram conhecendo melhor e vai ser mais possível fazer isso Quem tem epilepsia pode ter uma vida normal a dirigir pode sair sozinho como que é a vida de uma pessoa com epilepsia a maioria das pessoas que eu tenho uma vida normal e como a gente disse duas em cada três pessoas com dislexia tem suas crises controladas com a medicação você já tomando remédio elas ficam sempre se elas estão Sem Crise as podem dirigir elas podem sair sozinhos as qualidades elas podem ter uma vida absolutamente namora com a maioria delas tem uma vida normal para aquelas que têm crises que não se resolvem com tratamento Clínico tem algumas limitações lógico vai depender da frequência das crises depende da gravidade das crises mas Olá pontaria duas limitações muito importante para aquelas pessoas que não tem suas crises controladas a primeira direção de automóveis naturalmente alguém que não tem as crises controladas alguém que eu conhecia e não estado encontrou não pode dirigir volta logo e se tiver uma crise dirigindo carro pode se machucar e vai ficar outras pessoas e a outra limitação é pensar em situações em que se ocorreu uma crise pode haver um risco para pessoa e o exemplo que eu sempre dou para os nossos pacientes é Cuidado com piscina cuidado com o mar porque a pessoa tem uma fiz no mar lá para se não tiver sozinho pode se afogar de resto A grande maioria das pessoas que eu conheço você tem mais normal estudam trabalham se caso tem filhos sair minha vida normalmente Assim como as pessoas com outras doenças crônicas também faz tratar a epilepsia pode levar a pessoa ter outras doenças ou não tem nada relacionado não velho a epilepsia têm algumas situações primeiro que existem outras doenças que causa pseudotumor cerebral por exemplo é um tumor cerebral E além disso pode causar epilepsia mas as pessoas que elas têm um risco aumentado de algumas outras condições eu mostrar uma cachorra importante depressão depressão é mais comum em o conhecia tô aqui na população geral em crianças a gente sabe que deste atenção é mais comum em crianças com epilepsia do que naquelas senha flexível não pode haver Associação de dislexia com algumas condições principalmente é transtornos mentais como depressão ansiedade até eventos de Psicose são mais frequentes em pessoas com epilepsia muito se discute esse existe Associação com outras doenças mas esse é um pouco menos claro que lembrar daquelas da outra filha dela aquelas doenças que causa que eu ia como por exemplo tumor cerebral como por exemplo as doenças cerebrovasculares AVC isquêmico AVC hemorrágico que pode ter como complicação epilepsia Qual que é a orientação que ser dá para quem está assistindo a gente e perceber que o filho tem esses momentos de ausência ou que o pai e a mãe aquela pessoa mais idosa em casa tá tendo algum comportamento diferente e de repente perde o foco Qual que é o senhor que o senhor orienta para essas pessoas o que que elas fazem olha sempre que houver uma suspeita de crise epiléptica Lembrando que crise epiléptica não é só corrupção existe essas outras formas que a gente comentou que conversas então o primeiro passo é procurar um médico e comunicar isso ao médico as crianças somente os pais comunicam e são pediatra hospedados bons pediatras conhecem o diagnóstico da ausência sabem isso existe sabe o que esta é uma possibilidade vai buscar isso e se houver alguma dúvida vou encaminhar o neurologista Pediátrico agora nos idosos com 12 episódios de conclusão de alteração da consciência comunico geriatra Eu comunico neurologista do Idoso e que isso tá acontecendo porque a partir dessa informação a possibilidade de crises vai ser discutida os exames mais apropriados serão solicitados e a orientação para quem já tem e a epilepsia a orientação principal é seguir a recomendação médica com relação às medicações e o erro muito um erro muito comum invenção pacientes que têm ter-se-ia que estou tomando remédio estou muito bem mas que concluíram que a cor também não não quis vou parar o resto então erro muito como isso jamais pode ser feio como eu disse na maioria dos casos que existiam controle das crises com a medicação então a recomendação Cuidado para uma pessoa Aprecia é siga as orientações do seu médico da sua médica principalmente com relação a medicação nunca pare de tomar um remédio sozinho nunca mude a dose do remédio sozinho pois pode ter consequências inclusive graves então a orientação principal é manter o tratamento de forma adequada conforme orientado pelo seu médico Dr Luiz Otávio Infelizmente o nosso tempo é curto por isso eu já quero deixar o convite por ser participar mais uma vez aquele saúde porque tenho certeza eu dou e quem tá assistindo foi o programa aí cheio de informações muito rico ótimo Fico à disposição sem acho que tem alguns pontos que a gente pode discutir uma outra oportunidade as outras modalidades de tratamento além do remédio Existem várias outras e eu acho que a partir das perguntas dos telespectadores surgirem a gente pode marcar um outro dia aí para conversar mais e se falando sobre o tratamento da epilepsia Doutor infelizmente nosso tempo é curto passou uma rápido deixar aqui o convite para o seu participar mais uma vez do saúde a vida porque eu tenho certeza que foi muito rico passar a gente ainda tem que se falar né claro claro fica à disposição para participar em outra oportunidade eu acho que a partir daí do interesse dos telespectadores as perguntas que certamente surgirão a gente pode discutir o que os pontos principais do tratamento de epilepsia além dos Remédios existem outras possibilidades de tratamento sempre interessam as pessoas conhecia seus familiares a população geral o que aconteceu ação outro dia a gente completa essa conversa então tá combinado Doutor Luiz Otávio a gente traz ele de novo aqui no saúde a vida e você de casa não sai daí Porque o programa não acabou vamos continuar falando sobre epilepsia Só que desta vez com uma escritora ela que tenha doença e colocou tudo no livro todos os sintomas o passo a passo da vida dela então já sabe fica com a gente saúde a vida volta já já é E aí [Música] E aí [Música] a saúde é vida de volta e hoje a gente tá falando sobre uma doença cale a sua só aqui no Brasil mais ou menos dois milhões de brasileiros têm a epilepsia no primeiro bloco A gente explicou o que é a doença tratamento sintomas e agora a gente vai conversar com a Camila Lourenço ela que já teve a epilepsia aos 12 anos de vida né Camila muito obrigada por aceitar o convite por falar um pouquinho sobre essa sua experiência como que foi se diagnosticada com epilepsia muito obrigada Oi bom dia Viviane tudo bem então realmente eu comecei a pedir aqui na escada porque quando eu tinha 12 anos de idade hoje eu tô com 36 E aí começou essa essa Saga aí no começo eu comecei a tive algumas funções mas depois assim que começou o tratamento com medicação as convulsões diminuíram para carnes algumas crises de ausência e que comprometia aí o algumas atividades sociais aí e ficou bem complicado esse período mesmo bastante medicamento dava muito estorno mas foi foi um período aí bem longo aí foi dos 12 aos 29 anos aí tomando medicação Camila Então vamos começar Se eu queria que você me explicasse como que era antes a sua vida uma menina que estudava brincava passear vou como que era sua vida antes da epilepsia ela normal mesmo tava criança ali se tornando normal ia para escola tranquilo brincava normal não tinha nenhuma uma situação crítica que pudesse os é usado aí para contar como causa era bem tranquilo bem calmo e de repente com 12 anos o que começou acontecer com o seu corpo começaram essas com uns bons geralmente era em casa às vezes na hora do banho não tinha muito horas certa mas começou em casa com essas com instruções que aí eu não sabia explicar direito o que que é mas aí quando a gente quando foi no médico e fez os exames tudo ai que veio esse diagnóstico e como que foi receber esse diagnóstico que ainda mais naquela época né pouco se falava em epilepsia até hoje quase não se fala né até hoje é meio Tabu no meio e ninguém sabe exatamente a causa na verdade eu vi próprios médicos dizem que ele não tem me disseram na época pelo menos aqui na tia causa não tinha cura só tinha tratamento e foi isso aí é acabou aqui como eu era muito nova no no pesquisava muita coisa ainda comecei a pesquisar depois entendeu o que que era com o tempo mas ali só só me resignei a situação comecei a tomar medicação começaram a ele a reduzir os contatos sociais eu ia mais para escola só em atividades estas festas essa da escola não ia recursão essas coisas começaram a ficar receita aí depois ensino médio esse Gil de vez que tem em casa um período longo ali e foi a história que eu funcionalismo as suas crises eram de convulsões começou com convulsões da medicação mas depois ficaram presas de ausência que era a consciência meio que sumir ali por um pediu ficou às vezes longas e aí e aí fazer alguns percursos há limite inconsciente dá um trabalhinho ali para as pessoas às vezes os conhecidos que eu tinha sempre tem um pão algumas pessoas conscientes desse problema esteja sempre me ajudavam me levaram para casa ali às vezes na escola para casa que eu não consegui aí sozinhas é visto em qualquer lugar na escola em casa no Shopping Top Shopping nem ia mas qualquer coisa qualquer lugar seja na escola na rua na em casa não tinha uma situação de lavar emprestada não precisava nada qualquer do nada dava a crise que se em várias vezes no dia várias vezes por dia algumas eram mais expectativas o que outras dependendo do que acontecer em volta que geralmente eu não lembrava para quando voltava dar um cansaço maior dependendo do desgaste ali Mental para se manter ali naquela situação se você não podia ficar sozinha então não não cuidado sozinha sair sozinha fazendo sozinho Começou a tomar o medicamento teve melhora ou com o passar dos anos por tudo muito difícil Como que foi ao medicamento ele só Melhorou a com são né que eu não não tinha mais mas as crises de ausência não tinha trocava remédio que máximo que eu conseguia ficar com mais sono hahaha Dormi bastante e o mais até arrumar um que não dava tanto sono foram muitas tentativas para a regular e o a medicação 12 anos aí que você descobriu o tratamento foi até os 29 é isso que você falou como que foi essa vida sua vida nesse período não podendo ficar sozinha não podemos sair sozinha restringindo em aulas o contato social você fala aqui que você teve o seu período de isolamento e isso e foi bem esse depois que terminou a escola que querem água e aí eu fui tá vazão escrevendo para conseguir dar uma melhorada na cabeça aí eu também não conseguia fazer muito acompanha Ecológico Na época na época porque eu precisava de alguém para ir comigo e eu não tinha ninguém esposas tão E aí eu fui eu já tirava né comecei a escrever antes antes de ter acesso a internet depois com internet para cima então um pouquinho para mim comunicar com outras pessoas é mas foi bem complicado esse período você não teve então uma vida de adolescente normal não não tive foi bem aqui mas gostei bastante conhecimento graças a Deus esse último período aí dele depois do tratamento mesmo deu uma virada boa e como que foi Como que você conseguiu hoje não tomar medicamento como que foi esse processo de melhora então não teve um período a linha Rosa 25 que eu resolvi desafiar o problema e voltar a estudar com todos os cuidados que eu tinha quando eu estudava quando fazer ensino médio normal mas eu falei não não dá mais para ficar aqui em casa vou embora vamos fazer alguma coisa eu voltar a estudar fazer uma faculdade para poder ir trabalhar ele nesse período eu voltei a estudar e arrumei um emprego a pinha ele continua um período ali com algumas crises Ainda bem um de uma preocupação Zinha aí para algumas pessoas nessa região Ok pede a última crise foi 2014 Essa foi a última que ele foi uma comoção que eu não tinha Acho que desde os 12 13 anos mais e aí depois essa última crise parou nunca mais tive crise nenhuma aí fiquei um pouco tempo ainda tomando a medicação aí teve um momento ali coco no médico pediu para suspender a medicação e eles suspenderam e aí nunca mais nunca mais tive nada e nem precisei retomar medicação então dos dois é o 25 você ficou nesse isolamento vivendo ali o seu mundinho porque não podia ir para fora sozinha principalmente um dos 17 aos 25 na castells 17 até os 16 ainda estava no ensino médio ainda consegui aí Thomas estudar eu tinha aqui eu fiz ensino médio certinho eu fui e é lá com algumas amigas pontos focais ali para me levar e me trazer mas aí depois que do ensino médio até o 100 5 chegou uma hora que falando eu preciso dar um rumo na minha vida queria coragem e foi para faculdade isso é par ímpar não vamos do jeito que dá mais vamos para arrumar ele uns pontos também algumas pessoas para ir junto pelo menos não começo né E aí eu vou embora e hoje Você fez faculdade você trabalha como que é sua vida hoje e isso hoje eu sou formada tem a faculdade de Recursos Humanos com essa começou por Marlene processo que negócio Eu trabalho com isso hoje e tá tranquilo amiga graças a Deus não tenho mais se preocupar com isso agora é só é mais correr atrás mesmo de algumas experiências aí Ficaram para trás mas tá top trabalho normal e quando ele era um não estou de home office porque chega né Já deu minha cota que tava graças a Deus graças a Deus a atividade essencial que não precisa ficar em casa nesse período de tratamento você sempre Precisava de alguém do seu lado né Assim que inventar de fazer tinha pé Alguém tem junto e nem que tinha às vezes eu só não ia mas só ficava com vontade e não ia não tinha ninguém ali o tempo todo bonito tá todo mundo trabalhando já seguindo a vida e me conta como que era falar para as pessoas que você tinha epilepsia existia há um certo preconceito e ainda existe preconceito você percebe quando se fala em epilepsia você que viveu tudo isso na pele como que era uma menina passar por tudo isso olha eu me acostumei na verdade tive que contar para tem muitas pessoas esse esse problema que aos poucos eu acho que me acostumei mas era sempre assim eu tinha que deixar algumas pessoas mais próximas cientes do problema professor é também que ela não comprou mas não quer colocava muitos lugares diferentes era tem para escola ou com os lugares ali que eu tinha que deixar essas pessoas cientes de que poderia acontecer alguma coisa até para elas não se assustarem mais eu mesmo eu na rua eu não senti tanto preconceito assim sentir algumas dificuldades a gente algumas pessoas que na verdade era mais falta de bom senso essa proposta eu falava mais com troca incômodo do Kiko em ajudar as páginas situação anime mas era era mais a falta de empatia de algumas pessoas o que preconceito na verdade mas é o que eu ficar bem acostumando hoje quando você fala que teve aquele PSI ia você ainda sente que a pessoa ainda não entendi o que é que ainda não gosta muito que conversando com o médico no primeiro bloco Ele me disse que muitos pacientes não gostam de falar porque tem receio da reação do próximo as pessoas não sabem do que se trata mesmo até alguns Até a Sofia só as coisas que nem eram meu caso eu não tinha tempo para essas condições assim que as coisas mais as pessoas quando fala mas é mais falta de conhecimento mesmo eu não senti tanto pelo menos as pessoas ao meu redor no e tanta dificuldade assim de lidar mas é mais forte de de conhecimento de tudo todas as possibilidades aí dentro da e além das posso mais um acordo com a mão para você descaso entender a Camila começou a ter epilepsia aos 12 anos de idade e para ajudar nesse momento você começou a escrever foi com quantos anos Camila como esse tem a escrever aos 13 com presente vai ganhar um livro de coisas da diretora da minha escola Estava sempre por perto dos professores da diretora e aí ela me deu um livro Mário Quintana aí eu gostei do gênero Comecei a ler gostei comecei a escrever e não parei mais e aí eu usei esse período todo aí usando a poesia EA escrita em geral comum uma válvula de escape para para dar vazão a um monte de coisa que eu tava querendo viver e não vivia por causa das condições aí saúde os seus sentimentos foram colocados aí todos nesse livro na cama alguma e eles estão nesse isso mas tem bastante ainda bastante ainda a publicar só selecionei alguns aqui dentro de mim conter para esta primeira coletânea que te ajudava escrever então te ajudou muito como que era escrever para você a ajuda demais colocava o que não conseguia falar muitas vezes que as coisas em que não tinha muito com quem conversar que era as coisas da minha geração ali não tinha ninguém em casa da mesma geração aí o pessoal da escola tava todo vendo as suas ricas ali e ela vai escrever escrevia tudo que dava na cabeça eu transformando em persas e foi melhorando eles melhorando até a ignorar de publicação fiel esse livro aqui rosa apaixonada é o nome do livro da Camila Camila me conta tenha um que você gosta mais que você pode aí falar para gente ler hahahaha bem Eu sou suspeita né uma é o meu preferido mas tenho o que dá título a deixa eu achar ele aqui e é Kelvin que dá título ao livro que é o rosa apaixonada e eu vou ler um texto Só no Rolê Limpo por favor eu sou feita da terra apaixonada e rosa pura Alegre e flor e Cida que adormeceu nos solos da Seara meus espinhos de rosas são as feridas que craven os corações dos amigos e minha alegria eu enterrei nas copas do meu sorriso é muito ruim não tô aqui em atenção as covinhas no sorriso transformei elas aqui nesse trecho do poema E agora que você publicou o livro Como que é sim ele agora em março o epa aí graças a Deus tá tá vendendo tranquilo tá tranquilo divulgação ainda tá tranquilo mas tá aí que pertence primeiro passo era divulgar era publicar na verdade agora pronto só companhia né esse resultado tá vou pedir Becky de quem é eu tá positivo Graças a Deus eu que eu ia te perguntar você já tá tendo esse retorno as pessoas estão se enxergando no seu livro e falando Camila Poxa tá me ajudando nesse momento uma pessoa querer perlex ia por exemplo tá me ajudando nesse momento difícil da vida olha pessoas com epilepsia Ainda não recebi esse pedir PEC mas e outras pessoas sim tipo que legal conseguir essa história de superação tudo mais a outras pessoas também que nem curtir a poesia começaram a cortina um porque não te dar essa oportunidade ainda de conhecer mas Oi tá bem legal a repercussão A ideia é essa divulgar todo o seu trabalho também e divulgar como você disse a sua superação tem contexto geral a superação tá chamando mais atenção do que a causa da em cima e já é um ponto de partida aí para para ajudar aí qualquer outra pessoa que possa estar na mesma condição a seguir em frente porque não dá para ficar parado Vendo a Vida Passar não só que eu te perguntar você tem noção que você hoje acabou sendo um exemplo é graças a Deus é essa essa é a ideia quando eu vi essa que estava pandemia pessoal surtando com um ano de isolamento e tal mas é calma dá para superar passei um período maior aí era só eu né mini hera todo mundo mas dá para e a formas de não enlouquecer por assim dizer e achar saída daquele precisa manter a mente saudável para conseguir fazer escolhas mais inteligentes aí para vida porque senão não dá um perto você falou em mente saudável foi quando você buscou trabalhar somente fazer uma faculdade trabalhar mesmo que você viu melhora na Camila sim Oi quando as crises pararam quando eu voltei a estudar e trabalhar eu comecei a trabalhar na perna né vou eu vou ver se vai comecei a trabalhar já vem atrasada em relação ao pessoal da minha geração aí mas foi Poucos Anos depois disso Na verdade eu vou bem é três anos depois cessaram as crianças e aí só vida que segue aí comecei um processo ter alguns processos de terapia né para organizar um pouco a mente e eu tenho período aí correndo atrás do tempo para eu estudar fazer o que ainda poderia estar frente aí Espera eu aí comecei a processo terapêutico é conheci o Marcos leitinho que foi quem fez dá o prefácio do limpa esse tratamento aí foi feito o último foi feito isso aí o ano passado cair juntou aí eu consegui organizar aquele que já tá escrito transformar em realidade publicar esse livro ele já estava escrito um tempão Só que eu nunca tinha organizado ele transformado em realidade porque ainda tem um monte de coisas que a cabeça Tava bagunçado ainda mas aí esse processo terapêutico aí me ajudou a tomar parte do tratamento também e isso e me fala como que foi a participação da família e dos amigos em todo esse período até a publicação do livro aos amigos que ajudaram bastante e a família mais neutra nessa mais tradicionais não se envolvem muito mais aos amigos que ajudaram bastante um belo bastante força incentivo alguns amigos né os mais próximos mais foi bem super bem legal bem bacana e Camila para pessoa que tem epilepsia você fala que amigo família é fundamental ter por perto em pessoas de confiança em qualquer lugar seja dentro da família ou hora algumas pessoas são fundamentais para ajudar aí porque você fica totalmente vulnerável né Principalmente eu que ficava mais na parte consciente que às vezes eu ficava andando por aí não tivesse pessoas confiança avisada poderia ter conseguido muitas coisas ruins porque a teste fica um pouco a preocupação da família e me manter em casa por causa disso mas mesmo assim e sempre tem alguma pessoa ali que a gente consegue o suporte né E hoje como que você tá Como que você se sente sem medicamento trabalhando estudando agora sim tô com vontade de correr atrás ainda tem um monte de coisa que eu gostaria que eu quero realizar ainda mais Travis ó de ir não precisar mais ficar depende muito dependente de nos outros assim para ir Nossa já é uma grande vitória e como que é para você ver seu livro aí já publicado você tá com ele aí na mão como que é ver o livro rosa apaixonada Confissões de uma flor em botão como que é segurar seu livro ver tudo os seus sentimentos colocado aí esse é um exemplo de superação hoje aí é um orgulho né perto Pode com ele divulgado aqui já é já é uma grande participação mesmo às vezes tem que parar e pensar com a nossa é verdade acordei e ainda dá para acreditar que é verdade às vezes daquela dúvida é verdade mas parte graças a Deus tá pronto só dando uma folheada além do release aqui Confesso que já deu vontade de ler então para você de casa ficar Il Rosa apaixonada uma boa indicação né Isso foi na mas não tem o formato digital né o lobo que tem o formato impresso também para quem gosta de um formato de outras tem os dois lá na Amazon e Camila para gente encerrar que o programa Qual é o conselho a dica orientação para você dá para quem tem epilepsia para quem está passando por isso você que aí como a gente já disse várias vezes é um exemplo de superação viveu vários anos isolada para o a vida por causa dessa doença mas hoje está aí sem tomar medicamento trabalhando estudando e com o livro publicado o que que Oi filha para quem está assistindo a gente e tem epilepsia tá aí teve diagnóstico e não sabe o que fazer Olha uma buscar manter a mente ocupada com qualquer coisa se não for bom para escrever e desenhar qualquer outra coisa que a outra atividade esteja ali dentro do alcance porque é o principal é manter a mente funcionando pelo menos na dentro dentro das condições que tiver ali porque se a gente às vezes como as suas limitações externas aqui acabam judiando do psicológico da gente a gente tem que buscar esse essa distração com alguma coisa enquanto da e esse desafiando né Aos poucos como como eu disse procurar o pessoas que possam dar suporte te ajudar a sair um pouco né e aquelas postam a só concentrada em ser uma pessoa doente não ninguém é uma pessoa aguenta uma pessoa que tem um para uma alimentação ali mas ela não é tudo aquilo não é só eu que acho que o maior impacto é isso né as pessoas que vem só uma aquilo e nada mais aí que atrapalha um pouco então se a gente Pelo menos a gente não se enxergar só como essa pessoa doente já ajuda até a gente consegue levar outras pessoas ao redor a não tiver dessa forma também que já é um grande pa hoje você é uma pessoa que luta aí para essa causa fala sobre a epilepsia não tem vergonha os que tá aqui no programa né acha que é necessário falar divulgar essa doença é exatamente é bom para as pessoas verem que a gente não é só isso a gente pode ter passado por esta são algumas pessoas ainda podem estar passando mas não nossa vida não se limita a isso a gente consegue fazer muita coisa sim ainda mais agora nessa era digital é ficar mais fácil ainda e eu peguei um período que não era assim essa febre de rede social aí não tinha ainda na juventude então foi anterior bem mais crítica hoje até que tá um pouco mais fácil as pessoas interagirem mas mesmo assim ainda é necessário essa saúde mental aí para gente seguir Camila muito obrigada por parar um pouquinho seu trabalho e falar aqui com a gente do saúde a vida obrigada Eu que agradeço Diane pode ter certeza que o seu depoimento foi muito rico aqui para o programa e o livro também para quem está assistindo é muito interessante Vale a pintura ou você diz casa também muito obrigada pela companhia audiência Lembrando que se tiver alguma sugestão quer saber sobre alguma doença um tema Manda aqui para gente o nosso WhatsApp ela tá aparecendo aí no seu vídeo é só mandar sua sugestão que a gente corre atrás de um especialista e se possível também de um depoimento como da Camila a gente se vê no próximo programa Tchau se cuida tá