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SAÚDE É VIDA - AUTISMO
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SAÚDE É VIDA - AUTISMO

39 views Publicado 06/04/2021 HD · 27:46

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E aí [Música] o Olá a saúde é vida no ar e hoje nós vamos conversar com os pais e as mães principalmente com papai e mamãe que tem filho com o transtorno do espectro do autismo Esse é um assunto que tem muitas dúvidas por isso hoje nós convidamos duas profissionais para falar sobre esse tema olha só é a Lígia de Godoy Carvalho que é terapeuta ocupacional e a Sandra lazaris Mayra que fonoaudióloga eu queria agradecer vocês duas antes da gente começar o nosso bate-papo muito obrigada por aceitarem o convite esclarecer tantas dúvidas que se assunto gera né [Música] é muito obrigada nós é que agradecemos a oportunidade e para falar de um assunto que eu e a Sandra gostamos muito de falar inclusive você tem que brincar um pouquinho a gente quando for preciso pode deixar mas olha então para começar o programa eu queria que vocês explicar sem quem pode das duas começa a falando o que é o autismo né esse transtorno Qual que é a diferença dele como surge o que é Bom vamos lá eu posso começar a explicar um pouquinho de isso o transtorno do espectro autista ou terra ou também simplesmente chamado como autismo ele é um transtorno é difuso do Desenvolvimento Infantil o que que é difuso o quê que pode atingir várias áreas do desenvolvimento Então o que menos e o que acaba acontecendo é que assim que a criança com autismo ela não tem uma faca ela não tem um aspecto físico que nos remete aqui era é autista é Diferentemente de uma criança por exemplo com síndrome de down outra outra outra síndromes né que tem realmente no própria o aspecto físico realmente já nos dias de algo que sobre o diagnóstico dessa criança mesmo as crianças com paralisia cerebral um autismo isso não acontece né é uma criança que aparentemente quer dizer que ela tem alguma um diagnóstico que ela tem um transtorno aí quando a gente fala do transtorno é que é um transtorno difuso por quê Porque ela vai é atingir várias áreas do desenvolvimento a área da comunicação área da da interação social a área da das questões mais sensoriais e assim até condições motoras mesmo embora que assim esse atraso no desenvolvimento é um pouquinho essa essa a sintomatologia era é menor mas assim mesmo ao longo do desenvolvimento Pode ser que os primeiros sintomas começa acender a luzinha amarela porque os pais A família tá identificando que tá está existindo algum atraso no desenvolvimento dessa criança então ela já nasce com a síndrome ou ela desenvolve ao longo do tempo e olha é isso é também eu mal uma questão né porque você pode ter algumas crianças que que nascem mas é dificilmente a gente tem uma criança que nasce que a gente vai falar na hora que ela acabou de nascer você vai identifica que ela é autista não não é assim que que acontece muitas vezes você pode ter outra síndrome usou os problemas e você ter também associado isso mais para frente você vai acabar diagnosticando isso que essa criança tem algumas características alguns sinais do autismo em geral que a gente encontra é que a criança normalmente ela vai tendo um desenvolvimento normal e e os pais e inclusive assim é chega a ser triste isso um pouquinho vivendo porque quando os pais são indicados para nós que somos né eu terapia ocupacional e a Sandra forno ele ele tem como mostrar que e hoje o momento a criança fazer uns bagulho se usa a brincar vendo a sorrir ela focava e de repente isso passou a deixou de ter esse tipo de comportamento então e isso em geral começa aparecer entre um ano e meio e o ano e 8 meses mais ou menos é a fase que os pais remetem a isso que até ali era tudo bem E tava desenvolvimento supernormal e que de repente a criança deixou de fazer é coisas que ela já fazia então normalmente É nessa fase que começa a os pais a perceberem ao mesmo os médicos né ou pediatra que é o que geralmente está acompanhando mais de perto essa criança já começa a identificar que algo não está indo bem nem tão assim fica muito claro que é como se o desenvolvimento é que está guinasse nem tão comportamentos né Reason em vários várias coisas que já tinham aparecendo no desenvolvimento é como que da noite para o dia essa criança deixa de mostrar essas essas habilidades adquiridas aí anteriormente no desenvolvimento o Sandra e me fala uma coisa na parte da sala bebezinho já começa né emitir aqueles sons a criança que tem oteia por enquanto é bebê Então como um ano e já disse pronuncia esse sons e de repente para que naquela fase que ele deveria começar a falar parou é inclusive Viviane é exatamente isso que a gente está falando é que ele tende a criança tem um desenvolvimento normal chega a fazer esses baús e os tem um maior contato né ocular contato social com a família e quando chega nessa fase de um ano e meio é até dois que aí já tem que vir uma fala articulada o balbucio ele tem que sair do balbucio das sílabas né da repetição das sílabas e começar entrando as palavras e aí que vende muitas vezes a família vem o primeiro vamos dizer queixa é a questão do atraso na fala que ele vem porque a família acaba não percebendo todo vamos dizer obstante mas fica muito notório a questão de parar de falar ele parou de soltar os sons ele parou de olhar para nós a gente chama inclusive é Muitos pais e às vezes tem O equívoco que a criança às vezes pode ter uma surdez Olha eu chamava chamava e ele não me atendia Então já começam alguns sinais e relação à área da comunicação que a gente vê que o a criança começa que vamos dizer está dentro aí é podendo ser diagnosticada aí como oteia que realmente e essa vão dizer essa parada abrupta porque outros fatores né sensoriais Essa questão da interação social começam a vir essa dificuldade começa a vir com mais profundidade e o que acontece na verdade comunicação ela precisa desses dois pilares que a interação social e vamos dizer toda essa questão da própria articulação esse contato da criança com o mundo é a a linguagem necessita disso por isso que começa a ver essa dificuldade em outras áreas e secundariamente vem a dificuldade na comunicação E aí os os pais nos procuram exatamente com essa idade dizendo ele parou de falar é eu acho que ele pode ter alguma questão auditiva aí e aí que a gente começa a todo o processo de investigação é não só né na terapia ocupacional na fonoaudiologia e claro Às vezes o encaminhamento para outros profissionais porque é isso que eu falei Eles vêm para nós que como queixa né de um atraso na comunicação só que tanto até o quanto ao forno nós não podemos chegar num diagnóstico sozinha o diagnóstico tem que ser feito de fato por uma equipe e que aí muitas vezes a gente começa a fazer os impulsos encaminhamentos por um psiquiatra outro neurologista no meu caso por uma para um otorrino para realmente a gente detectar se existe uma questão de surdez ou não E aí nós vamos trabalhando esse processo de investigação Como que funciona esse processo de investigação o quê que vocês fazem cada uma na sua área para detectar que a criança é autista tem alguma atividade alguns exame físico ou não como que como que é a e como a Sandra falou nem sempre ele vem pelas filhas que a gente é jeans normal né porque o que nós como profissionais né da da equipe que cuidamos dessa criança é nós não fazemos diagnóstico então o correto é quanto pediatra a família já começa a perceber aqui que que existe algo que não está indo bem no desenvolvimento ela já fazer um encaminhamento então o diagnóstico na verdade quem faz é em geral ou pediatra ou psiquiatra infantil ou até mesmo neurologista infantil né então é um desses dessas especialidades da medicina é que faz o diagnóstico mas às vezes isso vem de uma forma invertida como a Sandra falou né muitas vezes a criança vem para nós a gente fazer uma avaliação mais Ampla né do desenvolvimento mesmo então a gente nós temos alguns instrumentos e para avaliar essa criança tanto eu na na terapia ocupacional eu uso um método uma instrumento de avaliação que chama Bailey a gente nós utilizamos também a observação Clínica é estruturada que são protocolos mesmo que a gente pode aplicar na criança mas existe viver em algumas crianças que não é possível a gente aplicar protocolo nenhum né então é nós temos um questionário que os pais respondem mas muitas vezes a avaliação vai ficar por conta da nossa observação clínica da nossa expertise mesmo com esse tipo de criança para poder chegar no momento de quando nós vamos dar essa devolutiva para os pais é a gente poder ter uma conclusão de que exige indícios que nos dizem que aquela criança pode estar dentro do espectro autista né então quando a criança já vem com diagnóstico é uma coisa e quando ela não vem com a com diagnóstico nesse momento o que que nós fazemos nós indicamos aí para que procure uma dessas especialidades médicas para que daí de fato é seja dado o diagnóstico Então a nossa função também é bastante importante porque o que em fases muito precoces no desenvolvimento fica muitas vezes um pouco difícil de você bater o martelo e fala falar né olha não essa criança tá gente o esperto então tanto da nossa parte como dessas especialidades médicas quando a criança é muito novinha muitas vezes eles pedem para para para nós né da da equipe né Eu como te ouça nada como forno também nessa equipe tem a psicologia é isso nos pedem ajuda para numa situação outra porque nós temos mais possibilidades no sentido assim de ter um o mais adequado para criança instrumentos mesmo que aqui tá aqui que a gente pode detectar algumas coisas Então na verdade isso fica como uma ajuda realmente para o médico para realmente aqui dizer não é está mesmo dentro do Déia bem então isso acontece nessa dessa forma e aí sim a gente pode ir né já é concluir esse diagnóstico e aí dá uma encaminhamento dos tratamentos né e a tese de e complementando isso que ali já tá falando que claro nós somos né conhecedoras do que é um desenvolvimento normal então quando vem aquela criança para nós é como a Lígia falou dentro da fonoaudiologia Nós também temos protocolos e nem sempre nós conseguimos Mas por outro lado nós temos um parâmetro do que é desenvolvimento normal então e eu na na questão leva o desenvolvimento aí da fala e linguagem eu sei quando uma criança de 1 ano e meio vem para mim que é que aquela criança de 1 ano e meio tem que estar verbalizando como que ela tem que tá compreendendo deu as informações auditivas lindas no meio tão puro entender 12 envolvimento típico pela observação clínica nós podemos considerar isso se a criança está dentro daquela faixa etária desenvolvimento ou não e e muito interessante porque claro né Nós temos já né alguns aninhos aí de experiência é quando essa criança vem de observar algum alguma criança brincando a criança não nesse meio que nós temos que é muito Amigo de Fato a gente já consegue pensar alguns comportamentos e não está dentro do desenvolvimento ti até às vezes sem aplicar protocolo nenhum você falou aí comportamento a criança que têm autismo Qual que é a principal o que vocês notam Então olha na verdade assim são várias características é que hoje tá dentro né do dsm-5 é as nossas aqui com aqui na ludens nossa o nosso carro-chefe dentro da terapia ocupacional e mesmo como recurso Da fonoaudiologia é integração sensorial então uma primeira características que nós vamos observar são as questões sensoriais dessa criança então existe agora claro que muitas crianças vem com um comportamento que é vindo é em decorrência a uma característica ou uma dificuldade sensorial por isso que é muito importante quem lida com essa criança entender dessas características sensoriais então Claro dentro de um comportamento nós vamos ver essa questão da relação social alguma alguns indícios dessa questão o Real a questão mesmo né Porque aqui não é porque as peoas não avaliam a questão da comunicação mas elas também será que uma criança tá atrasada na questão né de fala e linguagem Então a gente vai reunindo essas informações de vários desses vários aspectos e nem essas características né quando a gente fala do comportamento que a gente faz o comportamento internet alguma coisa assim né ou a criança ser mais agressiva não ela tem mais passiva mas coloca aqui no caso do espectro autista nós falamos um comportamento de uma forma Global então por exemplo né a criança atividade principal dela é o brincar né o brincar o brincar sozinho brincar junto no compartilhar não se relacionar seja pegar através da comunicação ao pelo gesto então o que que acontece né essas características já começam a e de uma forma diferente né então a criança vai preferir brincar sozinha ela não compartilha né não é um sol brinquedo como também a brincadeira mas não é aquilo então a Sandra falou meu desenvolvimento do tipo que a criança tem um pouquinho mais essa fase mais egocentrica mesmo né que ela quer ficar com as coisinhas dela não não é nesse sentido né é uma criança que não compartilha o brincar então é um comportamento mais de isolamento ela geralmente ela não olha ela não faz uma comunicação que às vezes a gente pode não ter comunicação verbal mas nós temos uma comunicação que através dos olhos que é a para ver do gesto Então são Várias Vários comportamentos atitudes que a criança tem que a gente começa na aí tem alguma coisa que essa criança não tá tendo um comportamento do que é esperado para uma própria infância nessa já tá Se tiver ele já como é que você trabalha essa criança dentro da terapia ocupacional Então olha uma coisa né que a Sandra já já levantou né como como uma característica uma dificuldade muito grande que essas crianças têm é só as questões sensoriais mais que tudo bem então né que mais que tudo mas assim que compõem todos é todas essas características aí então é na terapia ocupacional nós temos uma especialidade que é isso que é essa é uma teoria mas também é uma metodologia de tratamento que é integração sensorial porque porque essas crianças elas apresentam em quase que aí vou dizer para você vivendo 90 por sete não for cem porcento né Elas apresentam uma disfunção sensorial o que que seria essa disfunção sensorial no ambiente nós temos contato com várias várias entradas e pode ser auditiva visual tátil né um movimento pessoas falando conversando se se movimentando dentro do espaço e essa disfunção dessa criança que vem de uma peça disfunção sensorial a criança não respondi da mesma forma é que outras crianças responderiam então às vezes o mínimo de som ou de luz no ambiente ou toque ela já pode reagir muito mal frente a esse estímulo ou ao contrário né ou esses estímulos podem não fazer no causar nada enquanto a resposta para essa criança então dentro da da terapia ocupacional além do que a gente já vê realmente porque vai ter um atraso no desenvolvimento que vai ser em relação a atividades da vida diária nessa criança vai demorar um pouquinho mais para desfraldar pode também dificuldade na alimentação a entrar no desenvolvimento motor Então são todas as áreas que nós a terapia ocupacional a gente também faz uma intervenção mas Mais especificamente em relação à questão da disfunção sensorial e a começando a já começou a falar essa criança que tem uma dificuldade sensorial em geral isso ele demonstra através de um comportamento então frente a esse estímulo sensorial a criança pode começar a se bater morder né fuga essa irritar demais entendeu Então primeiramente nós precisamos muitas vezes ajudar essa criança a regular esse comportamento né para ir sim você fazer um treino muitas vezes uma habilidade que viria na sequência então na terapia ocupacional com essa técnica da Integração sensorial é uma metodologia né que nós utilizamos é é uma sala é toda adequada para isso para que a criança tenha experiências e sensoriais e que de uma forma mais controlada né E porque aí você precisa realmente ter uma formação para isso fazer com que a criança começa e aceite melhor essas essas essas entradas sensoriais será consiga se auto-regular para a terra começar a fazer alguma atividade que aí seja tu brincar de um treino de atividades da vida diária e às vezes até se a criança um pouquinho mais já um pouquinho mais velha mas o mais ela que eu digo aí né seus 45 anos ela pode também tem muita dificuldade na escola por conta da dessa desse comportamento desregulado que muitas vezes é bastante característico na criança autista e Sandra a criança com téia ela pode desenvolver a fala normalmente Sim aí você é nós claro que na nossa avaliação Viviane nós vamos ver qual é vão dizer o grau porque Como diz mesmo a patologia é um espectro é Oi gente nós vamos ver nas duas extremas crianças muito graves e crianças vão ser com maiores possibilidades Então dentro da avaliação ou se consegue Observar se essa criança Qual é vamos dizer dentro do espectro aonde ela está e claro aquela criança vamos dizer que vem para nós é como a disfunção até sensorial e dependendo da idade também que vem para nós a gente vai poder fazer um prognóstico mas melhor ou pior é ir não é dizer que essa criança vai ter o desenvolvimento da comunicação muitas crianças nós temos que utilizar de outros recursos que na verdade a comunicação e vi ela não envolve os falar envolve múltiplos as peças é a primeira a criança precisa ter essa informação que a gente chama na forma de energia de em gramas O que é um vocabulário ela saber como que ela tem que fazer com a a boca para poder articular um fonema e muitas dessas crianças diria também a maioria ela apresenta uma dificuldade até posicionar os órgãos fonoarticulatórios para poder falar uma palavra bola a comunicação envolve processos internos são processos mais neurológicos e processos externos que vão dizer com os articuladores da fala então é A fonoaudióloga vai ter que ver porque muitas vezes essa criança tem começa adquirir esses processos internos mas ela não tem o externo que essa habilidade motora oral particular Os fonemas da da nossa língua então aí que nós vamos usar de um outro recurso que através de figuras existem recursos hoje dentro da tecnologia a desenvolver uma comunicação alternativa quer dizer ela consegue se comunicar mas não através vamos dizer do Verbal através de um outro recurso Tão dentro da avaliação a gente vai ter que medir aqui também esses processos todos né dentro dentro do desenvolvimento típico a criança vai trabalhando a questão cognitiva dela através desse brincar através dessa relação com o meio ela vai vamos dizer amadurecendo os processos cognitivos e eu com um tanto dela vamos ver uma terapeuta da comunicação Eu Preciso desses processos de cognição são para criança poder falar então vem sempre a criança fala também porque porque tem uma questão cognitiva e impactando no desenvolvimento da linguagem é eu é na avaliação que a gente vai poder observar embora é o que nosso canal de órgãos sempre vamos tentar isso né uma comuni é mas quando avaliamos que não é possível nós vamos utilizar de outros ritos Ninja Standard Infelizmente o nosso tempo é curto mas antes de encerrar eu queria que vocês deixassem o recado né para os pais que têm filhos filho autista Como que é o recado Qual a orientação que vocês dão é é como a Sandra né comentou agora porque também sim eu acho que no início não falei porque você tem essa questão mesmo né de um quadro mais leve moderado até mais Severo né agora não é por isso que não existe possibilidades né de desenvolvimento que essa criança evolua tem um prognóstico melhor um prognóstico mais reservado é a gente tem percebido Regiane que isso a gente orienta para os pais é de num num comer bola né que nem lá numa expressão 1 Oi mais né É de fato começar a perceber se algo não está indo bem no desenvolvimento procure ajuda de um profissional o que nós percebemos que quanto mais precoce nós podemos fazer uma intervenção né seja uma intervenção diretamente para a criança ou orientação para os pais ou mesmo de indicação para outros profissionais melhor nós vamos ter um prognóstico no prognóstico na intervenção né mesmo que nós tenhamos um prognóstico um pouco mais reservado então é extremamente importante né já começar o órgão de pequenininho Pode ser que venha a gente tem que pegar pelo pegou excesso né Pode ser que a gente faça avaliação e Ok e não é só um atraso mesmo no desenvolvimento porque também existe Muita confusão mesmo né então é um atraso no desenvolvimento Vamos trabalhar mas está fora do do péia né mas é bom Você conhece precocemente para ter uma evolução melhor e e acreditar em né Viviane acreditar em investirem no seu filho com vamos dizer com uma equipe especializada para isso e sempre porque hoje a gente fala não existe tratamento que não seja a clínica e o a família precisa desses dois pilares muito obrigada pela participação de vocês duas aqui no saúde a vida Infelizmente o tempo passa muito rápido eu quero deixar o convite para vocês participarem de novo porque eu ainda tenho muita pergunta para fazer com certeza o pessoal de casa ainda tem muito o que quer saber a vocês duas muito obrigada viu A Brigada Militar e não é assim que a gente encerra o tal de a vida de hoje com o recado das duas peque pelo excesso quando o por saúde ela sua saúde pela saúde dos seus filhos também a gente se vê no próximo saúde a vida tchau e [Música]
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