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SAÚDE É VIDA – AIDS
Em destaque · HD Vídeo · SAÚDE É VIDA

SAÚDE É VIDA – AIDS

71 views Publicado 06/12/2019 HD · 43:24

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O tema deste programa Saúde é vida é AIDS (Acquired Immunodeficiency Syndrome - sigla em inglês) ou SIDA (sigla em português para a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). Doença do sistema imunológico humano resultante da infecção pelo vírus HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana – da sigla em inglês). Apesar das campanhas de prevenção e conscientização sobre as formas de contaminação e transmissão, os números continuam aumentando, principalmente, entre duas faixas etárias específicas: jovens entre 13 e 24 anos e idosos acima dos 65 anos. Os motivos, as orientações e esclarecimentos sobre o vírus e as doenças recorrentes da contaminação você acompanha neste programa, que pretende ser um alerta para quem pensa que: - “Isso nunca vai acontecer comigo!”. Todo cuidado com a saúde é importante! Assista e nos retorne se gostou! Não se esqueça de deixar seu like!

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[Música] o [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] olá que bom que você está connosco mais uma vez assistindo o programa saúde é vida e o tema de hoje é um tema muito importante quem viveu na década de 80 e 90 com certeza viveu muito medo e susto porque a aids era um tabu quem tinha já mais falava porém há a necessidade de falar sobre o assunto é ficou evidente porque a contaminação se espalhou de forma é muito intensa e muito rápido portanto ao longo destes anos claro a medicina as tecnologias aos medicamentos nas indústrias farmacêuticas todo o investimento para melhorar a qualidade de vida de quem é portador do hiv é de uma pessoa com hiv então tudo isso foi mudando e melhorando porém a gente pensa que isso acabou não mesmo quando não se fala pelos meios sociais é pelas redes sociais ou pelos meios de comunicação é ela existe aids como a gente fala que já é é os sintomas de quem é tem o hiv então nós vamos conversar e o assunto muito sério mas eu quero antes de falar de números eu quero apresentar para vocês já neste primeiro bloco o doutor leonardo o fim que é médico infectologista do hospital vera cruz está aqui conosco tem um currículo intenso mas é esse o foco do trabalho dele é essa medicina que aborda com profundidade as moléstias infecciosas e tem gente sem brincadeira o currículo grande mas a gente vai ser tentar hoje ao nosso tema que a dívida seja bem vindo do motor obrigado pelo convite e tenho um projeto aqui e é um prazer falar sobre esse tempo né acho que é um tema de extrema relevância né a a décadas né já é um tema de extrema relevância mas e que no caminhar dessas décadas ele acaba tendo relevância diferentes é uma doença que mudou muito ao longo dessas décadas no brasil e no mundo né as políticas públicas no brasil acho que elas foram muito felizes nesse sentido né a destruição de medicações algumas campanhas publicitárias mas a gente vive uma série de novos desafios nos últimos anos sem dúvida nenhuma e olha pelos números que eu vou apresentar agora ea gente vai continuar conversando aqui com o doutor leonardo mas eu gostaria de convidar você prestar atenção nestes números não assusta você fez pra concientizar que todo cuidado é com a sua saúde é importante independente da doença nós estamos falando sobre as sobre a contaminação pelo vírus hiv só para vocês terem uma idéia em média o número varia de 32,7 milhões a 44,1 milhões de pessoas em todo o mundo mas a média então 37,9 milhões de pessoas estão vivendo com o hiv ea gente vai explicar porque vivendo com hiv atualmente é estima-se que 1 866 mil pessoas vivam com o vírus hiv no brasil é o sistema de saúde de campinas que atende aí é 31 municípios é um uma sigla é que atende a 6 31 institutos contabilizou 630 cinco casos é a conta e foram registrados em 2016 eu não trouxe pra vocês os dados atuais que a gente vai conversar que agora sobre a doença que é o mais importante mas esses números assustam e a gente pensa é na população mundial hoje com vivendo com hiv é uma população relativamente grande é uma população grande sem dúvida nenhuma então acho que é esses dados mostram acho que duas coisas para a gente que primeiro a gente tem uma população grande vivendo com hiv isso é fruto de uma série de políticas muito muito felizes muito eficazes né e por outro lado uma doença que continua incidindo né ela continua aconteceido novos casos continuam acontecendo né apesar da gente tem muito discreto não é como se transmite como se controla e como se trata a doença talvez a gente teve um grande período aí da doença é que foi nos anos 80 é meados dos anos 90 onde onde basicamente se faz o diagnóstico e se davam medidas de suporte se tratar infecções oportunistas das pessoas que viviam com hiv naquela época o diagnóstico de hiv era sentença de morte é assim que as pessoas se viam exato exato é um diagnóstico que você contava que é que aconteceria um pouco tempo né acho o final da vida obviamente que quanto mais precoce o diagnóstico acontecia numa fase onde a pessoa estava tão doente ela poderia viver mas tem uma coisa interessante que são o que a gente chama de algumas pessoas que demoram muito tempo para ficar com aids e aí talvez um grande ponto importante para nossa conversa é diferente a gente pensar na pessoa que vive com hiv né é na pessoa que tem infecção pelo hiv ea pessoa que tem áreas uma vez que o indivíduo infectado pelo vírus do hiv ele já passa a transmitir aquele vírus ele está circulando na corrente sanguínea dele né a partir do momento da compra nem se a partir do momento da compra fundada há contaminação aquele vírus começa a se multiplicar no organismo do indivíduo e ele passa a ser um transmissor um potencial transmissor mesmo estando completamente saudável praticando o esporte tem uma vida produtiva no trabalho né com o passar do tempo e aí a gente tenha uma média de 2 a 7 anos algumas pessoas desenvolvem a aids mais cedo algumas pessoas desenvolvem a aids tardiamente e curiosamente algumas pessoas não desenvolvem artes são quem chama de controladores de elite a gente não sabe exatamente mas só uma exceção é muito rápido então entre 2 e 7 anos se espera que o indivíduo não diagnosticado e que não faça tratamentos ele comece a ficar doente com o passar do tempo a imunidade ele começa a cair e ele começa a ter alguma série de infecções num primeiro momento infecções bobas começa a ter resfriados com mais freqüência amigdalites com mais freqüência quadro de diarréia começa a ficar um pouco mais fraco cai um pouquinho o cabelo né e com o passar do tempo com essa imunidade tendo uma diminuição mais acentuada ele começa a dependente chama de doenças relacionadas e específicas do hiv são doenças mais sérias que muitas vezes requerem hospitalização e que levam à mortalidade uma mortalha uma morbidade ea mortalidade muitas vezes sequelas motoras divisão de audição muito importantes né isso é aids que já é a centro me é que são várias doenças relacionadas à manifestação do vírus no organismo é uma situação em que um indivíduo de tão frágil e ele começa a ter infecções que o indivíduo não infectado não teria por germes que um indivíduo infectado não não teria a gente começa a ter essa síndrome e aí a gente começa a dar o nome de reais até lhe ter isso ele tem uma infecção pelo hiv até descobrir como você disse está voltando um pouquinho na sua fala a pessoa vive normalmente não fazendo os exames de rotina ela não vai descobrir não descobrindo ela é um transmissor em potencial aids não mostra principalmente quando não diagnosticada não mostra na aparência da pessoa da mulher do homem do jovem do idoso é não mostrar aquela pessoa tem ainda um indivíduo infectado pelo hiv ainda assim as ele fez uma infeliz aparenta que aquele constitucionalmente está bem e é importante a gente lê sonar que os exames de rotina em geral não vão cair eu preciso pedir um exame de hiv a vitória a sociedade brasileira de infectologia e de sociedade brasileira de clínica médica recomendam que todo indivíduo sexualmente ativo em fase adulta faça uma sorologia de hiv e de sífilis e das hepatites pelo menos uma vez na vida pelo menos independente se ele tem um comportamento de risco independente desses pois é uma situação de risco porque porque hoje a gente sabe que existem muitas pessoas vivendo com hiv se relaciona com outras pessoas então a gente imagina que todo mundo que têm vida sexual ativa é um candidato até essa infecção acho que a gente abandonou um pouco essa coisa do grupo de risco né ea gente entende que hoje todo adulto com vida sexual ativa ele pode pode pode se infectar sem dúvida nenhuma mas quais são os canais de transmissão mesmo as formas de transmissão do vírus hiv olha a grande transmissão do hiv hoje em dia ela é sexual mesmo né é um dos bancos de sangue avançaram assustadoramente né nas estratégias de controle né que vão desde uma entrevista pra transfusional até testes das amostras né então o risco de se pegar hiv e outras doenças através de uma transfusão sanguínea é um disco virtual é um disco que nem se identifica é através de transplantes de órgãos um pouco acho que talvez alguma um risco que ainda está presente no cotidiano e e que eu tenha uma paciente internada que talvez seja essa a um método de transmissão foi através de compartilhamento de alicate de unha em manicures né então a gente enfatiza o uso do do equipamento individual ou que se garanta a esterilização qualificada né então assim materiais acho que envolvam um secreções biológica sangue acho que é o prédio ficar muito alerta né o indivíduo que vive hiv e acho que não compartilhar gillette de barbear né gillette para depilar acho que no próprio nome de ciro com casa os usuários de droga injetada acho que é um é um grande grupo no brasil no brasil está historicamente não se os outros se usa tanta droga injetável né mas é um em um canal agora o grande o grande veículo assim a transmissão sexual é importante nós falarmos doutor é sobre quais grupos estão mais suscetíveis a essa contaminação ou qual grupo faixa etária é mais suscetível olha assim ainda temos ainda grupos que concentram a maior agravante maioria dos casos né mas eu acho que é importante a gente salientar os grupos que começa a ter uma grande incidência e os dois extremos de idade são grupos acho que merecem uma menção honrosa acho o grupo aí dos adultos jovens ele a gente pega uma faixa etária dos 17 aos 25 anos né é um grupo que que vemos assim uma uma incidência cada vez maior né vem se destacando nesse sentido e algumas pesquisas mostram algumas causas para isso a gente consegue inserir algumas possíveis causas né antes que se fale é qual é o outro grupo que também é dentro dessa faixa etária é determinada é corre o risco da contaminação eu vou pedir licença porque nós vamos para um rápido intervalo tomamos nosso copo d'água ea gente volta pra continuar esse assunto porque ainda teremos o doutor gabriel que é psicólogo e vai-nos também sintonizar a respeito dessa doença e de como ela trabalha aqui é na nossa mente no mais psicológico tá bom então intervalo um copo d'água a gente volta já estamos de volta com o programa saúde é vida e nesse bloco nós vamos conversar além do doutor leonardo o fim que é médico infectologista também vamos conversar com o psicólogo gabriel banzato que é psicólogo clínico também do hospital vera cruz então é um prazer pelos aqui conosco fazer todo mundo aqui e poder conversar com vocês e eu só antes de falar com você abre hora eu vou sintonizar a quem está em casa que nós encerramos o bloco anterior falando sobre as faixas etárias e o doutor leonardo falou sobre os jovens que nós ainda vamos continuar é sobre esse assunto mas existe uma outra faixa etária que é muito interessante que as pessoas não pensam que são os idosos depois a gente retoma os jovens eu gostaria que eu falasse sobre os idosos exatos maiores de 65 anos a gente pq eles têm tido uma incidência diferenciada e do em relação ao hiv repentino aumento nessa faixa etária não que seja uma faixa etária que eu tenha mais casos de hiv mas uma faixa etária desse crédito nos últimos anos as infecções pelo hiv alguns fatores que a gente julga importante primeira a longevidade das pessoas na então há 30 anos atrás não se via com tanta freqüência até os 90 até os 100 anos de idade os idosos hoje em dia eles viajam eles têm uma vida com muito mais qualidade né eles ficam vivos eles voltam a namorar é você tem hoje uma série de de de estratégias para cológica para que o idoso continua como a vida sexual ativa né é uma geração que diferente talvez acho que da nossa geração não cresceu aprendendo a ter uma vida sexual com um preservativo netão dois sistemas o jovem que não conviveu com os problemas é a divulgação das conseqüências da contaminação pelo hiv e o idoso que também não viveu isso e/ou e não assimilou que isso poderia acontecer com ele seria isso acho que pra todos nós né é difícil a gente imaginar que aquela velhinha que faz tricô com o cabelinho branco de óculos ela ela pode ser uma portadora do vírus né ela tem vida sexual ativa né acho que é possível isso acontecer é notadamente se não se não toma as devidas né é as devidas medidas aí de contenção da transmissão acho que antes a gente fala dos jovens acho que é uma coisa que é universal para todo mundo que eu gostaria de enfatizar bastante é que a adesão às terapias faz com que o indivíduo tenha carga viral baixa ou o que a gente chama de indetectável com o nosso alvo é o indivíduo com carga viral baixa indetectável tenho uma chance infinitamente menor de transmitir hiv do que outros indivíduos que não tratam então assim se há algo que o indivíduo portador de hiv pode fazer pra diminuir a transmissão da doença é fazer uso de anti retroviral com todo o vigor da forma com que como se a prescrita e esses medicamentos eles são distribuídos eleição é oferecido pelo governo para que essa pessoa tem aí o seu tratamento ea sua qualidade de vida é isso exatamente em qualquer curso sem qualquer coisa pública [Música] ele falou sobre a velhinha de óculos de coquinho que é um estereótipo mesmo a pessoa mais idosa mas que hoje essa não é a realidade que hoje a gente vê pessoas idosas aí praticando exercício físico viajando fazendo coisas que muitos jovens com fary mas o que eu quero colocar é que houve também uma contaminação nas mulheres é um pouco antes do milênio número aumentou muito das mulheres que os maridos por infidelidade é contaminavam suas esposas com a ou seja eles vão buscar o sexo fora do casamento e acabavam contaminando suas mulheres com hiv esse número graças a deus também diminuiu bastante esse número ele ele continua aponta assim né ele diminuiu na medida que que você começa a ter estratégias diminuição de transmissão mas é importante eu acho que a gente entender que todo indivíduo sexualmente ativo ele é um potencial um indivíduo que pode contrair a doença seja ele homem seja mulher é independente da orientação sexual acho que é importante entender que ao longo de uma vida uma contaminação pode acontecer eu vou envolver o gabriel na nossa conversa agora é gabriel você acompanhou a nossa conversa no primeiro bloco e agora já estamos entrando aí nessas é nessas faixas etárias do extremo né é e um comentário que o doutor leonardo fez no bloco anterior aqui todo indivíduo adulto deveria pelo menos uma vez na vida fazer os exames porque a pessoa pensa assim a isso nunca vai acontecer comigo em seu pensamento de que independente da faixa etária imagino que sim acho que a ideia de que nunca vai ser cometido por nenhum tipo de infecção é grave ou que seja assim como não pensa nunca que vai que vai poder ter um câncer vai poder ter qualquer outra doença que a pessoa imagina que o hiv é algo que está muito distante né eu acho que depois de muito tempo de muitas campanhas que às vezes há uma sensação de que isso é algo que não existe o que está muito distante da realidade acho que como eu estava comentando isso não é verdade né todo mundo que tem uma vida sexual ativa tá correndo até pedi um faz parte do grupo de risco no grupo de risco são todos que têm essa vida sexual ativa então é eu acho que essa fantasia acaba desprotegendo né a pessoa de tomar algumas medidas de cuidado né preservativos que estão falando antes e também dos jovens né eu acho que os jovens eles é quem por aí né acho que com a idéia de que são invencíveis de que não estão expostas a esses perigos que é até certo ponto natural da própria juventude né acho que pensando na adolescência até este início de vida adulta é que eu acho que onde ficou a faixa dos 17 aos 25 é uma sensação de que não está disposto a nada disso né que é natural eu acho que as outras questões relacionadas à não tem a experiência talvez que as pessoas da nossa faixa etária tiveram de viver década de 80 e 90 que se falava muito sobre hiv e nas escolas a televisão em todo lugar isso só era muito divulgado e acho que talvez a geração mais jovem tem tido pouco contato com isso ou ficado com a sensação de que foi banalizado nem como se isso não fosse tão importante né eu acho que aí acaba vamos dizer incentivando mais ainda o comportamento de risco a existência da conta das conseqüências né acho que outra coisa talvez imaginar que uma vida com hiv é tranquilo então não tem problema não vai ter problema nenhum e se acontecer aconteceu e de coisa não é tão simples assim né apesar dos tratamentos apesar que eu estava dizendo não é tão simples mas acho que acaba de alguma forma incentivando alguns comportamentos de risco sem que a pessoa se dê conta inclusive né inclusive na nossa conversa é antes de começar agora é o que o que conversamos no programa você está acompanhando mas o que a gente conversou fora e eu vou trazer à tona que agora é que há alguns jovens segundo o doutor leonardo eles fazem o seguinte eles se desafiam a não contrair o vírus mesmo sabendo que aquele parceiro um ou mais têm o hiv é assim doutor é isso isso de fato acontece né alguns alguns grupos em específico nem eu acho que tem é promove alguns encontros onde existem pessoas que vivem com hiv naqueles grupo c e talvez tenha uma adrenalina ainda é um pouco essa coisa não desmente a idéia do desafio de estar exposto a uma situação de perigo isso tudo motiva as pessoas por onde pára quedas fazem atividades radicais eu acho que essa mesma intenção é do risco né com certeza eu imagino que é algo muito próximo a isso nem se esse furor a e de poder aconteceu não acontecer e aí de estar nesse grupo algumas pessoas que são portadoras do vírus né e terem relações desprotegidas e isso isso é esse é o grande atrativo né eu acho que assim é uma acha que não são fatos que acontecem no neste nosso mundo contemporâneo em que as políticas públicas têm que dar conta disso nem de alguma forma acho que de uma forma acho que sem censura mas atingindo esses grupos né talvez informando de fato risco que eles correm é porque talvez essa geração não perdeu as pessoas que nós devemos ser feito né alguns ícones dia de mídia de de música de enfim uma série de coisas não tiveram tanta exposição na escola sobre isso acho que é importante pensar que ele realmente à informação e à informação clara nela é transformador eu acho que é o único caminho possível é porque hoje a informação é tão fácil mas parece que as pessoas estão impermeáveis não penetra seria isso as pessoas não estão assimilando voltamos aqui lá isso não vai poder seguir não me interessa então por lá e pensar nesse se teve uma diminuição de campanha não teve não tenha se dado não sei dizer mas acho que de tanto foi feito pensando que ficou algo banalizado mesmo de perder um pouco então o peso que se tinha no momento em que aquilo era dito nem talvez precise outras estratégias não acho que teria que pensar em outras estratégias de comunicação acho que é levar em conta essa questão de censura de uma comunicação muito clara mesmo com um público jovem e que acho que a informação é o que é possível a estratégia da informação que é outra história da festa com a estratégia é possível e assim pensando no público dos idosos na e dos jovens são estratégias têm que ser muito diferente né mídias diferentes canais deferentes um levantamento que foi feito a respeito à das causas que levam os jovens a se contaminar com muito mais facilidade e fazendo crescer esse número na estatística é que as campanhas são ineficazes elas abordam somente as os profissionais do sexo é que tem que tomar cuidado e etc mas num não traz projovem essa linguagem que você se torna real força o estigma de que têm pequenos grupos que que são transmissores de hiv como se todo o resto que não faz parte desse grupo tivesse a salvo né eu acho que quando eu tava designs não é verdade né a experiência de quinta a frente trabalhando com isso não é essa basta ter vida sexual ativa que você faz parte do estudo do grupo de risco de poder ser contaminada então realmente foco nesta foi um dos jovens é eu não vejo não vejo propagandas por exemplo no facebook ou em outras mídias digitais por exemplo que seria algo de abordar a abordar os jovens ou para os idosos talvez por outros caminhos que pudessem está abordando o tema que o tempo todo relevante é um caminho para poder cuidar né evitar o transmissão a sua orientação gabriel psicologicamente pensando ser o que você fala para todos independente da faixa etária como trabalhar isso dentro de si tendo ou não hiv e em matéria de prevenção e cuidados acho que buscam informação acho que tendo um processo de contato consigo mesmo eu acho que com relação ao time que a gente tem que pensar diferente a pessoa que vive com hiv é talvez possa ter resposta ao sofrimento muito grande por toda o estigma que a doença ainda carrega né é o contato que eu tive com com pacientes que contraem e que vivem com hiv é é muitas vezes de muita culpa as vezes de de viver numa situação de muita ansiedade com dificuldade de manter relações afetivas às vezes com parceiros e e assim é uma vida muito difícil por mais que tenha medicação é que tenha todo cuidado mesmo que vai evitar tal vez que a ele se instale né mas mesmo assim uma é uma vida muito muito difícil principalmente nesse ponto de vista emocional é pessoa carrega como se fosse um estigma sintaxe às vezes as pessoas ninguém sabe a família não sabe é é pessoa guarda isso até por uma questão de cuidado mas ela vive com aquele peso e de muito sofrimento e aí o preconceito eu não preciso nem citar deixam de ganhar um abraço porque acham que um abraço pega deixam de ganhar um beijo um carinho um respeito porque acham que vai vai pegar descaso saiba que tantas mulheres guardam isso de uma forma muito íntima ações que comunicam parceiro próximo situações e 5 as equipes médicas onde estão dentro do hospital ea gente inclusive dentro dos hospitais tenham cuidado nome com relação a esse sigilo porque a pessoa se sente muito exposta no pé e se sente alvo desse tipo de mudança de comportamento de quem está por perto e isso afeta sim afeta a vida emocional da pessoa acaba é passando por situações muitas muito intensas e podendo acarretar esse poço de depressão é o mesmo a situação ansiosa ataques de pânico subscrição pública doutor gabriel muito obrigado por sua presença hoje a intenção de a vida contribuiu bastante enriqueceu a nossa conversa não sei se dá tempo eu só querer logo mas eu gostaria de fazer eu queria dizer assim a gente está falando muito de transmissão dando muitos atletas mas eu queria assim deixar claro que hoje em dívida o que trata o hiv ver que adere às terapias ele tem uma expectativa de vida igual a uma pessoa que não vive com hiv com qualidade com qualidade o esquema inicial terapêuticos são dois comprimidos ao dia né ele não se levar remédios com o trabalho ele nunca esqueça de levar muitos remédios quando ele vai viajar no então faça o teste e faça um diagnóstico precoce comecem a tratar precoce quem começa a traçar o percurso transmitimos a doença acho que essa é a grande estratégia do controle o assunto é muito vasto claro que nós teremos muito mais pra falar inclusive outras formas de contaminação é mas eu quero agradecer hoje aqui vamos abordar em outro momento novamente esse tema para falarmos da do aleitamento materno a transmissão da mãe para o filho e que aí é outra coisa que a gente precisa abordar mas em outro momento notou leonardo assim como agradeci ao gabriel agradeço também a sua participação hoje comigo aqui no saúde à vida e agradeço o convite e no próximo bloco nós teremos aí a companhia de uma pessoa que dedicou a sua vida a ajudar aquelas pessoas que foram contaminadas com o hiv desenvolveram a aids e precisaram de todo carinho porque a família à sociedade desprezou ea gente vai com isso então o robertinho da esperança de vida e também um testemunho eu conto com a tua participação e carinho também com saúde à vida a gente volta já [Música] ah ah ah pra você que está acompanhando o programa saúde é vida chegou muitos nós conhecermos não só é uma pessoa que foi diagnosticada com o vírus do hiv e já vivi todas as síndromes né todas as doenças dessa síndrome que a aids e também o nosso querido é robertinho é mais fácil falar com o robertinho porque todo mundo só conhece algum robertinho da associação esperança e vida sejam bem vindos os dois obrigado pelo convite grande prazer poder estar aqui compartilhar com seus telespectadores aí né essa experiência de quase 30 anos eu sei o três blocos do programa é pouco para nós falarmos sobre uma uma doença que atinge um grande número de pessoas hoje um grande número de jovens e também idosos nesse meio termo muitos adultos mas é uma doença que é tem um equívoco na divulgação de como ela realmente é na vida de cada pessoa que vive com hiv e conversando com o robertinho pouco antes desse bloco é ele me disse o seguinte rita a uma pessoa que hoje faz o tratamento é que é portador do hiv ele toma em média 30 comprimidos e nós até temos um número muito menor hoje no programa é mas eu gostaria que você me falasse começar falando sobre isso como é a vida de um paciente uma vez que você tem vários filhos na casa e tem esse problema pois é nós acolhemos procedentes lá é que os hospitais nos encaminha solicitou vaga pra cuidados paliativos doente já numa fase bem avançada bilhões ou para a recuperação né então convalescente ainda precisa do suporte muito profissional como o nosso o suporte para que ele possa então se restabelecer e a maioria toma muito médica por exemplo caso do macho né o macho toma 30 comprimidos podiam é do coquetel claro somando tudo medicamento para profilaxia para terapia das doenças oportunistas somando tudo isso chega em 30 comprimidos por dia já desenvolveu uma cirrose hepática e medicamentosa por conta disso nem pelos efeitos colaterais do coquetel e também das outras medicações que ele faz os então isso acaba desmistificando é aquela ideia é aquela pseudo idéia é que quem que está solta por aí que agora tem remédio é verdade tem medicamento 96 pra cá com a descoberta dos antirretrovirais né é um paciente agora pode é ter uma sobrevida né é com qualidade mas ainda continua uma doença sem cura e fatal eu perco em casa há cinco seis filhos por ano entende se pegou atestado de óbito deles que a gente vai encontrar a causa morte número 1 cirrose hepática e medicamentosa número 2 pancreatite medicamentosa e a última causa é a síndrome da minha sensibilidade diz fazer a aids mata menos do que os efeitos colaterais da medicação usada em por muito tempo então isso acaba desmistificando num desmascarando esta peça falsa ideia olha se você pegou a exigência tomar medicamentos e vai viver muito bem feliz para sempre e essa não é a realidade não é a gente não liga em casa com o conceito com teoria com argumentos a gente lida com dor sofrimento morte 24 horas é isso que a gente lida né então a partir desta experiência dessa realidade que a gente partilhe o que a gente vive e por falar em partilhar o que vive há quase 30 anos no dia 11 de fevereiro de 2020 a associações para seguida vai completar aí seus 30 anos de existência desse serviço é de assistência a não só a portadores de hiv em faz doentes em fase terminal mas também até mesmo drogadictos que adquiriram algum tipo de doença a partir desse é bom do uso de drogas e por que estou falando isso porque nesses 30 anos não só houve esse trabalho dentro da própria associação mas também um trabalho que você faz de conscientização nas escolas quando você chega nas escolas robert o que você encontra que tipo de jovem recebe você pensando aí é na aids o que eles vêem aids ou no hiv essa nova geração não conheceu a tragédia da aids como nós conhecemos nada de novela além de não ter conhecido existe uma ausência de campanhas permanentes de prevenção há uma omissão total de campanhas por isso não se crie uma cultura de prevenção e no papo que rola isso é olha se eu pegar hiv e agora tem remédio então tá tudo bem né mas só que a realidade é outra então a nossa palestra causa esse impacto essa pausa para reflexão é a maioria dos jovens vêm agradecer a gente tá porque que isso acontece é no brasil né por exemplo o brasil vive hoje um fenômeno de juvenis ação da epidemia o único país no mundo nem a áfrica acontece isso os últimos sete anos aqui no brasil a aids cresceu 54% entre a população adolescente de 13 a 24 anos olha pra você ver o brasil notifica casos de aids não portador do hiv e isso não está em cima de casos de aids mais de 50% entre essa população porque porque não se tem prevenção você tem campanhas nec eficazes e uma mensagem que seja né realmente é carregada de valores para que esse jovem possa rever sua conduta o seu comportamento e ter uma nova atitude diante da vida é o que a gente tenta fazer o trabalho de formiguinha somos uma gotinha de água no oceano mas como dizia madre teresa agência redinha oceano podia ser menos oceano e eu tenho o prazer de receber o márcio aqui hoje né o márcio antônio você disse pra mim antes de nós começarmos esse bloco que há 25 anos você foi diagnosticado com o vírus hiv o que mudou da tua vida daquele momento pra hoje lá sendo é tendo essa assistência nas associações pela vida aí eu tive muito sofrimento né passei dois anos segundo a cama né então é sofrimento sem falar não é remédio muito remédio e eu venho melhorando nossos sonhos percebida [Música] lá eles me deram suporte né pra mim viver melhor pouco mais recebeu a receber o melhor lá com um amor eu vivo com tomando 30 comprimidos por dia 30 comprimidos é difícil eu passo mal rolou língua é muito difícil só de você vai nas palestras junto com robertinho que você fala do seu problema como que os jovens vêm isso o que você sente neles a eu sinto assim muito assim que eles aprende né que eles aprendem aprendi a aaa a saber se cuidar mais né porque a gente vai torcer trução né de eles melhorarem a vida sexualmente deles só porque tá muito sim é o sexo está muito se fez é adilson é tá tendo gente aí que tá fazendo sexo e tem é doente etapa vai ser o outro um ponto está passando que não têm essa consciência de que está contaminando é o mundo está contaminando conheço várias pessoas que fazem isso salustino robertinho não é intencional mas é é de não acreditar ainda é e todas as conseqüências de alcance que isso tem entendi a 1 em uma relação sexual sem qualquer cuidado com a outra pessoa infelizmente mas essa geração mais nova não acredita na gravidade da aids de tal modo que quando as escolas vão visitar a instituição né alunos entram na enfermaria e se dão conta né encontra um filho com 25 quilos e outro com 30 quilos alguns com sonda naquele quadro crispado e dizer pra dizer pra gente falar olha ninguém quer mostrar isso pra gente pra ninguém entre aspas a gente está mostrando né não quem poderia fazer isso quem poderia nos aproximar desta realidade ou aproximar da realidade da gente poder tomar essa consciência uma nova atitude diante da afetividade da sexualidade não não tem feito para esquecer a quem tem responsabilidade nisso não tá nem aí com a nossa saúde eu escuto isso da juventude é sempre né essa esse desabafo não é esse apelo em tão importante voltar os olhos né por quê não não se tem uma cultura de prevenção nesse país as campanhas que já foram feitos não atinge o comportamento são informações técnicas é destituído de valores em tantas vezes equivocadas é falando sobre essas campanhas nos blocos anteriores é muitas vezes ela não atinge porque a pessoa olha que nem um maço de cigarro né fala de problema com a mulher aí o homem visionário que não vai me atingir seria mais ou menos isso a campanha é de prevenção ou de alerta da aids também acontece a mesma com certeza informação importante mas não é suficiente a conscientização é importante mas não é suficiente com o vencimento se muda comportamento como é que a gente conversa alguém não tem argumento de convencimento sem valores netão quando a pessoa assimila os valores elas se convenceram até já sabia mas ela não tinha mudado sua postura e hoje atende até médico né partilhando comigo atestada um teste de hiv e eu perguntar para ele voltou a mas faltou informação colega médico foi o robertinho você tá tirando comigo né é eu tenho 15 anos né deformada tabonta e camisinha faltou não enfiar a mão no bolso e mostrou um punhado de camisinha é o que faltou foi a acreditar que eu pudesse também ser contaminado e tem outra veio depois de dois três latinhas de cerveja vou pensar em tese não vou pensar em arte nfa é a gente quer desfrutar o momento ali depois de um pensa nele porque porque não está convencido então mais do que informação o trabalho todo que temos pela frente mais do que conscientização nós possamos convencer as pessoas de que a realidade está aí e preciso uma nova postura de antiguidades desta sexta e apesar do nosso tempo curtíssimo prazo em falar de um tema tão vasto é eu quero de disponibilizar inclusive você vai ver aqui é é o site da associação esperança de vida para que as pessoas conheçam o trabalho que vocês desenvolvem lá é eu gostaria que você falasse também esperança e vida apontou org.br nós vivemos de doações não contamos com nenhum recurso público no momento já tivemos convênios no passado né nesse momento no tempo não contamos com o mesmo corpo somente de doações de pessoas generosos solidários à nossa causa e com a divina providência para manter os nossos serviços nós temos 140 pessoas internadas né na cidade temos 50 entre doentes de aids e moradores de rua e na comunidade terapêutica nossa para dependentes químicos mais 90 homens law e agora vamos abrir nossa feminina até o final do ano porque com mulher quase ninguém quer trabalhar é dez vezes mais difícil a mulheres há dicas do que homens né ainda mais mulheres soropositivas por isso muitas não conseguem nem tomar o coquetel que estão na ativa do uso da droga primeiro você encontrar sobriedade para depois haveria o tratamento me parece que que o poder público está atento a isso então nós vamos também implantar nossa comunidade terapêutica feminina até o final do ano se deus quiser robertinho só tem que agradecer a presença aqui comigo agradecer a presença mais desejo muita saúde pra você viu márcio quem sabe um dia você volta aqui pra falar que está firme forte e muito obrigado a você por acompanhar o programa saúde é vida nosso tempo com estouramos tudo mas eu tenho que agradecer a presença dos nossos convidados ea sua companhia muito obrigado [Música] [Música] [Música] [Música]
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