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SAÚDE AGORA - SAÚDE EMOCIONAL NO TRABALHO
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SAÚDE AGORA - SAÚDE EMOCIONAL NO TRABALHO

54 views Publicado 13/07/2022 HD · 21:32

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Como manter uma rotina saudável no ambiente de trabalho? Dicas de como ter uma rotina mais leve? Esses entre outros temas estão no Saúde Agora.

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Olá, mais um Saúde Agora, começando aqui pela tela da TV Câmara Campinas, a você de casa, muito obrigada pela sua companhia e audiência. E olha só, no quadro de hoje a gente vai falar um pouquinho sobre saúde emocional no trabalho. Já ouviu falar? Um tema bastante importante, porque olha só, aqui no Brasil são 32 milhões de brasileiros com problemas emocionais relacionados ao estresse no trabalho. Isso segundo a Organização Mundial da Saúde, tema bastante importante e quem vai ajudar a gente a entender o que é saúde emocional, as consequências que o ambiente do trabalho pode causar aí, para a nossa mente, é a Vanessa. Ela que está aqui na tela comigo, ela é a Vanessa Sesnick, que é doutora em psicologia e também fundadora do Corpo Explica. Vanessa, antes da gente começar a nossa conversa e tirar todas as dúvidas com você, muito obrigada por parar tudo aí seus afazeres e falar com a gente hoje. É um prazer enorme para mim, Viviane. Muito obrigada pelo convite e sempre que vocês precisarem de uma mãozinha, de alguma informação nova, eu estou aqui à disposição. Muito obrigada. Então, para a gente já começar a falar desse tema tão importante, antes da gente falar a saúde emocional no trabalho, eu queria que você me explicasse o que é saúde emocional. A gente tanto fala, mas o que é? Acho que muita gente ainda não consegue entender. Muito legal. Então, vamos lá. Para você entender saúde emocional, a gente precisa entender que as pessoas têm um padrão de funcionamento diferente. Então, o que é saúde emocional para um tipo de pessoa é diferente do que é saúde emocional para outro tipo de pessoa. Existem pessoas que ficam melhor, se sentem um bem-estar maior, têm mais saúde emocional no meio de outras pessoas e tem pessoas que sentem mais saúde emocional distante, mais isolado. Então, tudo isso envolve essa diferença, existem vários tipos de detalhes em cada padrão de funcionamento. Então, para a gente conseguir definir, saúde emocional é quando o padrão de funcionamento da pessoa é respeitado dentro do ambiente em que ela vive, seja no ambiente familiar, de amigo, social, ou então no ambiente corporativo também. Então, se eu tenho um ambiente que consegue exigir daquela pessoa algo de acordo com o padrão de funcionamento dela, eu tenho uma saúde emocional. Se eu tenho um ambiente que exige o oposto do padrão de funcionamento dela, eu tenho um desgaste emocional, algo que é contrário a essa saúde. Entendeu? Entendi. Eu queria até, para a gente detalhar um pouquinho mais, Saúde emocional seria a pessoa estar bem, não estar estressada, estar fazendo as atividades dela, não só do trabalho, de casa, com os filhos, na sociedade em geral, de maneira leve, de maneira feliz, é isso. Ela está bem com ela mesma. Sim, e são pessoas que elas conseguem usar os potenciais, os recursos que ela tem. Todo mundo tem alguns probleminhas no sentido de algo que ela não gosta muito, seus limites, e tem os seus potenciais, os seus recursos. Então, o que é a saúde emocional? É quando a pessoa está tão bem naquele ambiente que ela consegue utilizar esses recursos com muito mais facilidade do que ficar na dor, ficar no conflito, ficar se sentindo mal. De um modo geral, simplificando aí a nossa forma de explicar. Entendi. E agora, entrando no tema, né? Como o trabalho afeta a nossa saúde emocional. Perfeito. Normalmente, quando a gente fala de trabalho, a gente fala de metas, a gente fala de coisas que precisam ser entregues, às vezes, para ontem, para daqui a pouco. Então, exige uma velocidade das pessoas maior do que muitos outros aspectos da vida. Então, e ao mesmo tempo existe uma necessidade daquele trabalho que é acima da necessidade individual de cada pessoa. Então isso tende a já desgastar de um modo geral as pessoas, especialmente as pessoas que estão em ambiente diferente do seu padrão de funcionamento. Então, por exemplo, imagine uma pessoa que o padrão de funcionamento dela é mais competitivo, gosta de desafios, é alguém que gosta de fazer várias coisas ao mesmo tempo e no ambiente corporativo é exigido dela exatamente isso. Competição, rapidez, agilidade, fazer várias coisas ao mesmo tempo. Essa pessoa tende a conseguir desenvolver muito mais rápido, ser muito mais eficiente e viver uma leveza maior no trabalho. Agora, se eu tenho uma pessoa que ela gosta de métodos, ela gosta de tudo planejado, tudo saindo conforme o combinado, Aí eu coloco essa pessoa num ambiente que toda hora tem que improvisar, toda hora tem que criar uma coisa diferente, toda hora tem algo novo que não dá tempo dela se preparar, eu já tenho uma pessoa que ela vai ter uma tendência a ter um desgaste maior, um estresse maior nesse trabalho. Então, só pra deixar claro, o ambiente corporativo em si, corporativo ou do trabalho, vamos falar assim, que nem sempre são corporações, então o ambiente de trabalho, o mesmo ambiente pode ser bom pra algumas pessoas e pode ser ruim pra outras pessoas. E o que a gente vê hoje na prática é muita gente trabalhando em ambientes que não favorecem ela, porque a gente vê muitas pessoas estressadas, cansadas, falam assim, estou esgotada. Parece que está aumentando cada vez mais encontrar pessoas assim. E até porque, o que acontece Viviane, as pessoas elas ficam se cobrando serem diferentes do que elas são de verdade. Então, por exemplo, se eu tenho uma pessoa, as pessoas elas acham que todas devem exercer da mesma maneira, devem desempenhar da mesma maneira e elas ficam se cobrando. As redes sociais acabam mostrando muito o lado do palco das pessoas, a parte boa que as pessoas mostram e acabam não mostrando as dificuldades e tudo mais. Então, cria-se uma expectativa, uma exigência das pessoas serem e exercerem algo que elas realmente... Não é o melhor delas, não faz parte desse padrão de funcionamento. E aí, quando isso acontece, tende a acontecer exatamente o que você falou. Um esgotamento, até algum tipo de burnout, algo assim do tipo, ah, eu não aguento mais, né? E aí, como que a gente controla as emoções dentro do ambiente de trabalho? Bom, a primeira coisa é a pessoa se conhecer e entender quais são as suas potencialidades. A gente chama de superpoderes, então quais são os seus superpoderes e quais são as suas limitações? Quando a pessoa se conhece, Viviane, ela consegue manejar de uma maneira melhor. Agora aqui dentro do Corpo Explica, por exemplo, a gente desenvolveu uma ferramenta de análise corporal para ajudar as pessoas a se entenderem. Então elas conseguem entender exatamente isso que eu estou falando. Eu preciso de um ambiente mais criativo ou eu preciso de um ambiente um pouco mais metódico, planejado? Eu preciso de um ambiente competitivo ou eu preciso de um ambiente com mais acolhimento? Então tudo isso, quando a pessoa consegue se entender, ela já consegue manejar as suas emoções de uma maneira bem mais simples, porque ela já sabe o que tira ela do sério e ela já sabe o que ela precisa fazer para aquele fato específico não tirar ela do sério, entende? Então a pessoa já consegue manejar. E quando também os líderes, as pessoas que estão trabalhando, que estão coordenando essa pessoa, os líderes conseguem respeitar esse padrão de funcionamento das pessoas, nossa, aí fica muito mais leve ainda, fica muito mais tranquilo, muito mais fácil de lidar com essa carga emocional tão grande assim dentro do trabalho. Essa até ia ser a minha próxima pergunta, já vou puxar esse gancho então. A gente está falando aí da parte do funcionário, que ele precisa se conhecer até para saber que tipo de trabalho ele vai se encaixar melhor. Só que, e a empresa, como fica nesse setor? A gente vê hoje que muitas empresas estão aí se voltando também para beneficiar o colaborador, colaborador, pensando em outras áreas, não só em fazer ele render e render. Mas e aí, o que a empresa tem que fazer? Como que a empresa deve enxergar esse trabalhador? Legal. Eu sou empresária e eu realmente enxergo que é obrigação da empresa oferecer uma possibilidade para esse funcionário, para esse colaborador se entender e conseguir adaptar certas coisas para essa pessoa, para esse tipo de pessoa, para o jeito dela funcionar. São detalhes que importam, Viviane. Até, por exemplo, o tipo de vestimenta que é liberado numa empresa. Às vezes, a empresa tem todo um tipo de vestimenta rígido, sendo que, muitas vezes, se ela flexibilizar um pouco, liberar a pessoa a usar uma roupa mais confortável, mais criativa, ela vai ter um desempenho melhor, ela vai ter uma saúde melhor, uma qualidade de vida melhor. Então, a empresa precisa se adaptar. É claro, não vai se adaptar completamente, porque existem as necessidades de um modo geral, mas a empresa precisa se adaptar e entender cada uma das pessoas, cada um desses colaboradores, entender como criar ambientes possíveis para que todos os tipos de padrão de funcionamento se encaixem nessa empresa. Você falou aí, deu um exemplo de investimento, às vezes ações simples de endomarketing pode ajudar muito o funcionário, às vezes uma lembrancinha na Páscoa, no dia das mães, no dia dos pais, o funcionário já se sente valorizado e para a empresa isso não vai custar muito. E também tem uma questão, cada tipo de pessoa se sente valorizado com um tipo de presentinho, então às vezes é um presentinho com comida, às vezes não pode envolver comida, dependendo do padrão de funcionamento de cada um, então são detalhes que se a empresa consegue entender isso, ela consegue olhar e falar, opa, deixa eu valorizar aquele colaborador do jeito que ele quer ser valorizado, porque não adianta a empresa investir dinheiro para valorizar uma pessoa que não vai se sentir valorizada com aquilo que ela investiu, aí não faz sentido aí fica um gasto de dinheiro que não tem nada a ver e para um objetivo que não funciona então a partir do momento que a empresa tem um perfil e consegue entender como funciona cada uma das pessoas ela consegue desenvolver ações mais individualizadas ou até ações que vão revezando para que encaixe e reconheça todo mundo, e não só um tipo de pessoa. Isso faz total sentido, e me fala uma coisa, esse aí é o desafio do futuro das empresas? Então, é um desafio simples de resolver, porque, por exemplo, hoje, como eu disse, com essa ferramenta, com esse processo que a gente criou de análise corporal, é simples, porque a gente consegue identificar, no formato do corpo das pessoas, o jeito que ela funciona. Então, passando o olho no formato do corpo da pessoa, a gente já sabe, fazendo todo esse processo, essa ferramenta que a gente criou aqui dentro do Corpo Explica, a gente consegue saber, ó, essa pessoa aqui é mais emotiva, ela precisa de mais contato com pessoas, essa aqui precisa de um pouco mais de isolamento, não enche muito o saco dela. Então, a gente consegue entender e saber isso com uma facilidade muito grande. E a gente já tem, a gente já vê empresas que estão aplicando isso e conseguindo melhorar seus resultados, Porque o ambiente da empresa fica muito mais adequado aos colaboradores, para eles se sentirem melhor e terem uma saúde melhor, uma qualidade de vida melhor, de modo geral. Vanessa, agora eu fiquei curiosa, como assim você olha para a pessoa, já consegue entender aí mais ou menos os desejos, o que ela quer no ambiente de trabalho, como que ela é, dá para contar um pouquinho como que é isso, como que consegue perceber, como que o líder precisa entender? Tá, perfeito, então existem cinco tipos de perfis, cada um, nós temos a combinação de todos eles, mas a gente, é justamente essa combinação que faz com que a gente possa entender como uma pessoa funciona, então tem a pessoa mais magrinha, sabe aquela pessoa bem magrinha com o olho mais esbugalhado, que parece que quer que deixe ela quieta, assim, não gosta muito não que vai quebrar, essa pessoa ela realmente gosta de trabalhar muito mais sozinha, trabalha com muito mais criatividade, ela não gosta de rotina, então se ela tá dentro de um ambiente que respeita esse jeito dela de funcionar, Às vezes eles querem vir com a roupa tudo de cor diferente, toda criativa, e tá tudo bem. Existem outros tipos de pessoas, que são pessoas mais fofinhas, mais macias, mais arredondadas. Essas pessoas, elas precisam estar no meio de outras pessoas, mesmo que seja numa interação online. Então, se eu coloco essa pessoa pra trabalhar sozinha o dia inteiro, no computador, sem interagir com ninguém, eu tô atrapalhando a vida dessa pessoa. Então, ter essa pessoa, assim, com pessoas é muito melhor. Existem outros tipos de pessoas que têm um triângulo invertido, que é o ombro mais largo do que o quadril. Essas pessoas, elas são negociadoras, elas são pessoas que têm uma facilidade maior para a liderança, aquela liderança nata. Então, a partir do momento que você vai encaixando, respeitando cada tipo de funcionamento, você vai entendendo qual é o lugar de cada pessoa, onde cada pessoa se sente mais leve. Existe o tipo de pessoa que tem o corpo mais quadrado, bundinha pra dentro, essas pessoas são metódicas, elas querem seguir o planejado, não importa o que aconteça, e elas se sentem muito frustradas quando elas precisam improvisar. Então, respeitar isso e colocar essa pessoa pra criar processos, métodos, pô, é maravilhoso. E existem as pessoas, aquelas com a cintura um pouco mais, assim, um pouco mais ressaltada, assim, a silhueta, né, muito maior, uma musculatura mais evidente, essas pessoas, elas são mais competitivas, mais ágeis, mas ao mesmo tempo elas gostam de brilhar. Então, quando você entende tudo isso, pelo formato do corpo, você consegue ver. Eu vou até, assim... Tomar a liberdade de falar uma coisinha sobre você, se eu não estou mentindo. Pode falar. Por exemplo, você é uma pessoa que não gosta de ficar sozinha, você é uma pessoa que gosta de desafios, você é uma pessoa que aquilo que coloca na sua mão você quer fazer o mais perfeito possível e você gosta de receber o reconhecimento pelo que você faz. Dá para ver isso sem nunca ter conversado com você. Então imagina os líderes, os empresários, as pessoas que estão cuidando da empresa, da área de recursos humanos, essas pessoas saberem sobre isso. Então ela vai saber manejar cada pessoa de uma maneira diferente. Diferente do que de repente seria um colega seu ou uma colega sua, que de repente é mais metódica, mais quietinha e não gosta tanto de aparecer assim. E cuidando da saúde, desse tipo de saúde do funcionário, a empresa também sai ganhando, né? Com certeza, porque as pessoas que estão num ambiente de trabalho que exige dela aquilo que ela tem para dar, a pessoa se sente melhor só de estar conseguindo exercer aquilo que ela gosta. Ela se sente mais feliz, mais leve e também acaba desempenhando mais, porque ela consegue usar muito mais o recurso que ela tem, o superpoder que ela tem, do que se ela estivesse em um ambiente que castrasse esse tipo de comportamento, esse tipo de atitude. Diante disso, qual é a orientação que você deixa para os trabalhadores e também para as empresas? Perfeito. Bom, em primeiro lugar, não tente exigir das pessoas aquilo que elas não têm para te entregar. E olha aquela outra pessoa que está interagindo com você no seu trabalho como outro ser humano que tem conflitos, que tem desafios, que tem seus medos, Então, não é porque essa pessoa funciona diferente de você que ela não tem também esses conflitos e esses medos. Então, um olhar de empatia e também um olhar de vem entender um pouco mais sobre o Corpo Explica, vem entender um pouco mais, a gente tem vários conteúdos gratuitos na internet, no Instagram, no YouTube, em outras redes sociais, com o objetivo de oferecer pra vocês essa noção de que dá pra ver pelo formato do corpo o jeito que as pessoas funcionam e aí você consegue ter muito mais saída, tanto para si, quanto para a interação com o seu ambiente, para conseguir deixar um ambiente melhor para todo mundo que está envolvido. E quando a gente fala nesse ambiente, o ambiente de trabalho também acaba afetando, o ambiente dentro de casa afeta tudo, né? Com certeza, e Viviane, vamos parar para pensar, a gente passa a maior parte da nossa vida no trabalho, Aquilo que afeta a gente dentro do trabalho, com certeza vai afetar dentro de casa. Se a pessoa estiver sendo pressionada de uma maneira a acabar com a saúde e ter um desgaste emocional dentro da empresa, esse desgaste vai aparecer em casa e vice-versa. E a boa notícia é que esse tipo de análise que a gente faz ajuda tanto pessoas na parte profissional quanto na parte pessoal. Então ela consegue se respeitar e criar um ambiente melhor para ela, tanto no trabalho quanto em casa. e isso é muito gostoso. A pandemia de Covid-19 acabou mexendo com todo esse cenário, com toda essa saúde, tanto de colaborador quanto de empresa também, no geral? Com certeza, né? Trouxe insegurança para muita gente, trouxe possibilidade, assim, trouxe um isolamento que para muitas pessoas é muito difícil, mas existem perfis de pessoas aí que se sentiram beneficiadas. Aquelas que gostam de trabalhar sozinhas, pelo menos não precisavam ter que ficar interagindo tanto. Então, algumas pessoas saíram beneficiadas, outras pessoas saíram sofrendo um pouco mais, e a instabilidade financeira global acaba afetando todo mundo e deixando todo mundo um pouco mais inseguro. E quando as pessoas ficam mais inseguras, elas tendem a usar menos esses recursos, esses superpoderes. Então, isso afeta de um modo geral. Então, trazer essa segurança de, peraí, eu sou desse jeito, eu vou exigir de mim aquilo que eu tenho para dar, ou eu vou crescer dentro daquilo que é possível crescer. Isso é muito lindo, isso é muito legal. E independente de se está na pandemia ou se está fora da pandemia, você consegue se adaptar de uma maneira muito mais fácil quando você se entende e entende as pessoas com quem você convive. Agora uma outra pergunta. A empresa exige um perfil que não é o perfil daquela pessoa. Vale a pena ela tentar se encaixar nesse perfil da empresa? Ou ela vai acabar aí destruindo a sua saúde emocional? É importante você fazer essa pergunta, Viviane, porque se a empresa exige muito algo que ela não tem para entregar, às vezes dentro da própria empresa tem uma outra função que é para ela, que encaixa melhor. Então eu sempre sugiro para... Espera aí, se você já está com emprego, se você já está no trabalho, Tente verificar se dentro da sua própria empresa tem chance de movimentação por uma função que tem mais a sua cara, que faz mais sentido para você. Antes de pensar em ir para uma outra empresa. Hoje em dia tem muito mais flexibilidade em relação a isso. Antigamente era tudo muito mais retinho, sabe? Ah, entrou aqui e não sai mais. Mas hoje em dia a gente tem uma flexibilidade muito maior. Então, se você está com o seu emprego, tente conversar, tente mostrar essas possibilidades. tente encaminhar um vídeo nosso de repente olha, eu funciono melhor assim, me ajuda me permita que eu faça dessa maneira e aí a gente vai encontrando formas de flexibilizar esse ambiente de trabalho e trazer uma saúde maior pra todo mundo que tá envolvido tá aí então o recado da Vanessa Sesnick ela que é doutora em psicologia e também fundadora do Corpo Explica Vanessa, muito obrigada por falar com a gente, tenha certeza que foi uma participação muito rica aqui Muito obrigada pela minha avaliação e fico com o convite também para você participar mais vezes aqui com a gente. Foi um prazer enorme, Viviane. Conte comigo. Óbvio que deixar que vamos te mandar um convite em breve, viu? E a você de casa também, muito obrigada pela sua companhia. Lembrando que se quiser rever todo esse bate-papo com a Vanessa é muito fácil. É só entrar no YouTube da TV Câmara Campinas que o link está lá disponível. Você pode ver e rever e enviar para quem quiser também. A gente se vê na próxima edição do Saúde Agora, se cuida, tchau!
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