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Saúde Agora | Vírus Nipah — o que é, sintomas, transmissão e risco para o Brasil
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Saúde Agora | Vírus Nipah — o que é, sintomas, transmissão e risco para o Brasil

64 views Publicado 18/02/2026 HD · 16:31

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Olá! Está no ar o Saúde Agora, levando informação de qualidade para você. 📺🩺 No episódio de hoje, vamos falar sobre um patógeno que tem acendido alertas na Ásia, mas que não representa ameaça imediata ao Brasil, segundo esclarecimentos do Ministério da Saúde. O tema é o vírus Nipah (NIPA), que voltou ao noticiário com boatos e desinformação nas redes sociais. 🦠⚠️ ​ Para esclarecer o assunto com responsabilidade, convidamos Pedro Martins, infectologista e professor de pós-graduação em Infectologia, que explica o que a ciência já sabe sobre o vírus, como ocorrem os surtos e quais são os pontos que realmente exigem atenção — sem alarmismo. 👨‍⚕️📚 O que é o vírus Nipah (NIPA)? O Nipah é um vírus conhecido desde a década de 1990 e associado a surtos localizados em países do sul e sudeste da Ásia. Ele chama atenção por poder causar quadros graves, com comprometimento neurológico, e por ter letalidade elevada em parte dos casos descritos. 🧠🧪 Sintomas: por que pode ser confundido com outras doenças? O início costuma ser inespecífico, com sinais parecidos com uma síndrome gripal: febre, dores no corpo, dor de cabeça e prostração. Em alguns casos, pode evoluir para sintomas neurológicos, como alteração do nível de consciência e convulsões, quando há inflamação do sistema nervoso central (encefalite). 🤒➡️🧠 Como ocorre a transmissão? O vírus é uma zoonose, com reservatório associado a morcegos frugívoros (morcegos que se alimentam de frutas). A transmissão pode ocorrer por contato com secreções de animais infectados ou por consumo/manuseio de produtos contaminados em áreas afetadas, e há registros de transmissão entre pessoas em contextos específicos de contato próximo. 🦇🍎👥 Existe vacina? E tratamento? Até o momento, não há vacina licenciada nem tratamento antiviral específico amplamente disponível; por isso, o manejo clínico é, principalmente, de suporte, com internação e tratamento dos sintomas e complicações. Isso reforça a importância da vigilância epidemiológica e da informação correta para evitar pânico e orientar decisões. 💉❌🏥 ​ Há risco para o Brasil? O Ministério da Saúde afirma que não há casos confirmados no Brasil, que o risco de pandemia é considerado baixo e que não há evidência de disseminação internacional com ameaça iminente ao país, além de destacar que o vírus está associado a espécies específicas de morcegos inexistentes no Brasil. ✅🇧🇷 ​ Assista ao episódio completo para entender o que é fato, o que é boato e quais cuidados realmente fazem sentido. Se este conteúdo te ajudou, deixe seu comentário, curta e compartilhe para combater a desinformação. 💬👍 Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, saúde agora no ar levando muita informação para você. E hoje vamos falar sobre um patógeno que tem acendido alertas na Ásia, mas que não representa uma ameaça imediata ao Brasil, segundo o Ministério da Saúde. Vamos falar sobre o vírus NIPA. Convidamos o Pedro Martins, ele que é infectologista, mestre em infectologista, professor de pós-graduação em infectologia da AFIA Educação Médica, que já está conectado aqui conosco. Seja muito bem-vindo, Dr. Pedro. Obrigado. Bom dia. Bom dia, Dr. Pedro. Bom, pra gente iniciar então, né, falando um pouquinho sobre esse vírus NIP, que realmente tem acendido muitos alertas, tem também várias eh notícias, né, falando que o vírus é um novo COVID-19 que está chegando no Brasil. Já saiu também aí uma um documento, né, do Ministério da Saúde falando que no Brasil nós não temos casos. Mas então pra gente iniciar, o que podemos dizer sobre esse vírus? Eh, o o vírus NIP, ele é um vírus que ele já foi eh descoberto na década de 90 ali, por volta de 1991, eh que inicialmente ele foi reportado ali em alguns países ali do Sudeste asiático, ali no sul da Índia, em Banglad, eh na Malásia, em alguns outros países ali por aquela região. Já é um vírus que a gente já tem conhecimento desde a década de 90, que causa alguns pequenos surtos locais. ali já teve eh o reporte, né, a documentação de alguns eh casos em em pessoas ali naquela região, mas que começou a a levantar um um alerta maior por conta do aumento do número de casos no no sul da Índia, mas é um vírus da família do sarampo da da cachumba, né? um paramixovírus, mas que apesar dele ter uma uma taxa de transmissão secundária, né, uma transmissão eh eh após o primeiro contato muito menor do que esses outros vírus, né, ele tem uma letalidade muito alta, porque é um vírus que gosta de inflamar o sistema nervoso central. Então, por conta disso, eh, ele levanta alguma preocupação em relação à letalidade, mas é um vírus que tem uma transmissibilidade muito menor a esses outros vírus que a gente já tá acostumado a ver, tanto da COVID como do sarampo, que é muito maior do que o do que o NIPA, por exemplo. E como que ele age no organismo, Dr. Pedro? Como que é eh como que é essa transmissão, né? É de alto risco, tem essa esse grau de letalidade? como que esse vírus então ele age no nosso organismo para ter aí um grau também grave do vírus em uma em um paciente diagnosticado? A gente tem inicialmente uma fase eh clínica que é bastante inespecífica, que ela pode eh ser vista em várias outras doenças, né? Febre, dor no corpo, dor de cabeça, uma prostração, né? O que a gente chama de síndrome gripal, né? Um um um sintoma inespecífico, né? que a gente fica um pouco mais mais mole, mais deitado, aquela vontade de ficar mais parado. Então esse essa fase inicial da da doença que dura três a 7 dias mais ou menos, ela é indistinguível de qualquer outra doença. E aí depois de um determinado momento dessa fase inicial, o vírus ele adquire uma capacidade de entrar no sistema nervoso central. E aí a partir do momento que ele entra no sistema nervoso central, ele acaba eh se multiplicando ali nas células do sistema nervoso e aí a letalidade dele acaba sendo pior por conta da encefalite que ele gera, que é uma inflamação nos tecidos do cérebro do do cerebelo. Então essa esse tropismo dele, essa predileção, essa vontade que ele tem de ir pro sistema nervoso central é que torna ele bastante preocupante por conta do risco que ele pode ter de gerar um determinado sintoma neurológico, né? E aí, dependendo do local do cérebro que for afetado, ele vai gerar um sintoma diferente. Pode ser às vezes uma crise convulsiva, pode ser eh um rebaixamento do nível de consciência, né? O paciente vai ficando um pouco mais sonolento, até o coma e algumas outras alterações eh locais, dependendo da área que ficou afetada. Pode afetar um pouco a fala, pode afetar um pouco o movimento, dependendo de qual área do cérebro ali tá mais inflamado. Então o espectro de manifestação neurológica é muito diverso, né? O paciente pode ter sintomas bastante amplos. vai depender de qual área do cérebro que foi eh afetada, certo? E no caso da transmissão, Dr. Pedro, né, a gente tem as informações que eh a transmissão ela é de animais, né? Tem o morcego, que foi já feito esse estudo, né, na na Ásia, em todo a Índia, naqueles países. Tem também a situação de de animais para humanos e de humanos para humanos. Tem alguma relação? como que é essa transmissão, né? O que que a gente precisa tomar também de alerta e cuidado nesse sentido? Eh, o vírus Nippai, ele é ele é considerado uma zoonose, né? Ele é um vírus de transmissão de o animal pro humano. Eh, a gente imagina que esse vírus já circulava entre os animais há algum tempo. Em determinado momento ali, a partir da década de 90, ele conseguiu gerar esse salco, né, essa capacidade de infectar humanos. O principal reservatório dele na natureza são os morcegos, mas são morcegos de grande porte, né? As raposas voadoras, que são morcegos frugívoros, são morcegos, não são morcegos hematófagos, né, que se alimentam de sangue, são morcegos que se alimentam de frutas, mas são morcegos muito grandes que só tem na Ásia ali no Sudeste asiático, não são espécies nativas do Brasil, eh, que podem chegar até 1,5 m de envergadura. São são morcegos enormes, né? E eles têm por hábito eh se alimentar da seiva ou de alguns frutos de algumas plantas. E aí quando o homem ele entra em contato com as frutas ou a seiva dessas plantas da palmeira, eh, do vinho de palma, enfim, que que são e coletadas da natureza, se essas amostras de frutas ou de cíve estiverem contaminadas pela saliva ou pela secreção eh dos morcegos ou pela urina, isso pode gerar uma infecção. É o principal eh a principal fonte de transmissão é a partir do contato eh com as secreções dos animais doentes. Aí destacando-se o morcego. já houve a documentação de transmissão da infecção para porcos, eh, então para suos e para outros animais de interesse, eh, de produção econômica, cavalos, eh, já houve essa essa essa, eh, esse diagnóstico dessa infecção também passando para essas outras espécies de interesse econômico. Eh, e eles também adquiriram a capacidade de infectar humanos, né? Então a gente aconteceu um surto na na Ásia também por volta de 97, 98, que fazendeiros, pecuaristas ali de eh de de porcos, de suínos acabaram tendo contato com os animais doentes e desenvolveram a encefalde pelo pelo vírus NIPA. Eh, a transmissão interumano ela ela é ela é pequena, né, comparada a outras infecções, mas ela já foi documentada. A nível de comparação, uma pessoa doente com sarampo, ela é capaz de infectar até 18 outras pessoas. Eh, na COVID a gente chegou no máximo aí de um de uma taxa de ataque secundário ali eh de 2.5 a 3, assim, nos piores momentos da pandemia. Eh, o vírus NIPA, ele tem uma taxa de transmissão de 0.3 a 1. Então, uma pessoa doente, ela teria capaz de eh disseminar a a infecção para eh 0.3 pessoa, né? Então, 10 doentes poderiam eh contaminar outras três pessoas, mas felizmente é uma uma um risco muito baixo de transmissão. Eh, e como a letalidade também é muito alta, ela acaba tendo um potencial pandêmico, né, de virar uma pandemia muito menor. Eh, a gente já teve documentação de transmissão intrahospitalar, né, mas predominante, predominantemente em cenários de recurso um pouco mais escasso, onde a gente não tinha equipamento de proteção individual paraa equipe assistencial ali, pros médicos, enfermeiros, fisioterapeutas que estavam ali implicados no cuidado, né? Então, eh, já houve documentação humano, humano, mas ela é menor. E geralmente aconteceu quando a gente não tinha a garantia dessas medidas, né, de segurança, que a gente chama de precaução padrão, eh, utilização de, eh, máscara, equipamento de proteção individual, luva, óculos, capote, né, que é como se fosse um jaleco que a gente coloca para evitar o contato com secreções. Eh, e a falta da higiene das mãos, né, no depois do contato com cada paciente. Nesse caso é a prevenção, ela seria evitar então o contato, né, com esses animais e com esses frutos também que podem aí estar contaminados, né, falando dos habitantes dessa região. Isso é uma é uma questão bastante cultural, né? Eh, eh, o a coleta da e até um próprio meio de subsistência, né? a gente também tem alguns cenários do Brasil eh uma atividade parecida, né, de de extração, eh, mas que não entra em contato com o vetor. E aí a recomendação é que caso seja consumido, né, eh, o fruto eh ou a seiva da da palmeira eh nesse contato ali na natureza, que a gente tente pelo menos ferver eh para produzir um melaço. Isso teoricamente teria uma condição mais favorável de eh eliminação do vírus, evitar o consumo afresco, né, já que a gente não consegue garantir que esses vírus não podem ter entrado em contato ali com as frutas a partir da da secreção desses animais doentes, né, dos morcegos doentes. Uma medida que foi eficaz no sudeste asiático foi a colocação de algumas telas de proteção mecânica mesmo, eh, fazer como se fosse uma uma rede, um um campo que proteja os morcegos de entrarem as árvores, né, de que os morcegos entrem em contato com essas árvores. Então, a a construção de barreiras mecânicas ali para evitar que eles tenham acesso a pelo menos as regiões que são mais próximas eh de vilarejos ou de povos eh que habitam ali aquelas regiões, foi eficaz na na redução da transmissão do vírus porque evita que o morcego vá até as árvores que são utilizadas pro extrativismo ali, pro pra retirada dos frutos e pra retirada da seiva ali naqueles naqueles territórios. E aí quando você afasta o morcego ali da daquele cenário, tanto das árvores como da da parte eh pecuária, né, dos porcos, dos cavalos, enfim, a gente consegue evitar que o vírus atinja essas populações e que posteriormente eh possa causar doença eh nas pessoas que têm contato por ali. Então, a a principal barreira de eficácia foi a redução da da do contato do morcego com as árvores, eh, na na na tentativa de de evitar que ele entre em contato com a fruta e com a seiva, mas caso não seja possível, quando a gente fizer a extração, evitar deixar a seiva fermentando ao ar livre, né? Tentar eh direcionar ela para determinados locais onde ela possa fermentar longe da presença de morcegos para poder fazer a extração do vinho de palma e de outras de outras bebidas fermentadas que são adquiridas a partir da seiva da planta. Eh, e na impossibilidade disso também tentar ferver para poder eh submeter o vírus ao processo de degradação pelo calor para que ele não possa prosperar ali naquela naquela naquele líquido, né, na ceiva da planta ou no próprio vinho de palma que é fermentado ao ar livre. A gente tem eh não tem estudos em humanos ainda em relação à vacina para para prevenção eh especificamente do vírus NIPA. A gente tem estudos que foram conduzidos em humanos de da vacina do vírus rendra. que é um vírus parecido, que também circulou no sudeste asiático e que espera-se que ele possa ter uma proteção cruzada ali de até 80%. Então, a gente já teve estudos clínicos com essa vacina, não é do vírus NIP especificamente, mas é de um vírus semelhante que pode garantir algum nível de proteção cruzada. A gente teve alguns estudos que estão sendo conduzidos em relação à eh eh produção de vacinas pro vírus NIPA especificamente, mas que por enquanto eles foram conduzidos só em animais. Então a gente eh tem ali conversão em ratos de laboratório, em primatas não humanos, né, que são macacos, mas a gente ainda não tem estudos específicos do vírus NIPA para vacina em humanos. O que a gente tem eh de mais eh eh avançado são as vacinas do vírus Rembra, que pode conferir alguma proteção cruzada com com vírus NIPA, certo? E Dr. Pedro, nesse caso, eh como que é feito o tratamento, então, né? já que não tem essa vacina específica para esse vírus, mas o paciente como que ele é diagnosticado com esse vírus e o tratamento, no caso aí da desse vírus, né, dessa pessoa já acometida com o vírus NIPA? Eh, a gente também teve alguns estudos incipientes assim que ainda estão engatinhando um pouco em relação a medicamentos para utilizar pro tratamento específico, né, infecção pro vírus NIPA. Então hoje o que a gente tem de melhor evidência é o tratamento de suporte. Então não existe hoje um tratamento específico antiviral que a gente consiga usar para poder diminuir ali a atividade inflamatória da encefalite, né? Então se o paciente faz eh como sintoma da encefalite uma crise convulsiva, o tratamento vai ser dar um anticonvulsivante, né? Então a gente não tem um tratamento específico, a gente acaba tratando o sintoma. paciente fez febre pela infecção, a gente vai dar um antitérmico, tá com dor, vai dar um analgésico. Eh, tá desidratado, a gente vai oferecer para ele hidratação venosa. Então, serão medidas de suporte, geralmente conduzidas em terapia intensiva, né, paraa gente poder tentar diminuir eh a atividade inflamatória do vírus. Mas a gente ainda não tem estudos que eh tenham demonstrado eficácia de um antiviral específico que possa eh diminuir a a inflamação ali do vírus enquanto o vírus ainda tá em atividade, né? Eh, houve alguns estudos já que foram desenhados eh com medicamentos que a gente já tentou usar para outras drogas. Então, eh, já já tentaram fazer estudos para tentar comprovar a eficácia da hidroxicloroquina, que a gente também viu eh, na época da COVID, que também não foi eficaz. A gente não teve uma boa resposta da hidroxicloroquina em relação ao tratamento da infecção pelo vírus NIPA. Eh, tentamos usar o reimbesivir e o Faviravir, que são outros antivirais de ação um pouco mais ampla. eh, que podem acelerar um pouco as pesquisas especificamente pro vírus NIPA, porque a gente já tem dados de segurança, né? A gente já usou eles para outras doenças, então a gente sabe qual que é a dose tóxica, quais são os eventos colaterais. Então, não seria um medicamento novo que estaria sendo desenvolvido para poder usar especificamente contra o vírus NIP. Então, isso acelera um pouco as pesquisas, porque a gente pode pular as fases que a gente precisaria ter eh de comprovação de de segurança, né? A gente parte para fases de comprovação de eficácia. Então isso talvez acelera um pouco as pesquisas caso a a situação epidemiológica do vírus piore. A gente precise lançar mão de drogas que a gente já tem para tratar uma doença que tá se apresentando de maneira nova, né? Eh, além do reiviro do FAV Piravi, a gente tem a produção de alguns outros eh medicamentos que são novos, que são anticorpos monoclonais que atuariam especificamente ali contra o vírus NIPA, mas que as pesquisas ainda estão em fases eh muito iniciais e que a gente ainda não tem eh a disponibilidade de utilizá-los em larga escala, né? né, caso seja necessário eh a contenção de um surto, as coisas ainda estão muito eh vinculadas ao ambiente de pesquisa clínica, então ainda não tá eh disponível para uso eh eh indiscriminado, né, pra gente conseguir prescrever para todos os pacientes que tiverem suspeita da infecção. Então hoje a principal tratamento que a gente consegue disponibilizar pros pacientes é o tratamento de suporte, né? é garantir uma internação hospitalar, fazer o monitoramento dos eventos adversos e caso ele manifeste algum sintoma, a gente tratar de acordo. Tá certo, Dr. Pedro? Muito obrigada. Quero agradecer a sua participação aqui no Saúde agora de trazer um pouquinho, né, das informações, tirar as dúvidas também e trazer todo o seu conhecimento em relação a esse vírus aí que tem se falado bastante, que tem acendido esse alerta aqui para todo mundo. Muito obrigada. Obrigado. Fico feliz pelo convite. Tô sempre à disposição sempre que vocês precisarem. É um prazer a gente estar junto para poder discutir temas em saúde. Com certeza. Muito obrigada, Dr. Pedro. Bom, o saúde agora fica por aqui. Você pode assistir esse episódio e tantos outros também pelo canal do YouTube da TV Câmara Campinas. Até a próxima edição. Até lá.
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