Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
e aí [Música] e não ouvir na mídia sobre as doenças sexualmente transmissíveis não quer dizer que elas não existam elas continuam contaminando e fazendo vítimas por falta de informação ou descuido vão falar rapidinho sobre as doenças sexualmente transmissíveis e eu espero que você aproveite o conhecimento da doutora irene da rocha raber que é infectologista do hospital puc campinas doutora muito bem-vindo ao saúde agora vamos ver aqui quando a gente fala sobre as doenças sexualmente transmissíveis a gente pensa em simples aí pessoal falando você já foi erradicado e outras doenças a aids por exemplo que é bem atual é eu gostei deixar um falar sobre essas contaminações sobre essas infecções cada vez mais as pessoas estão deixando se proteger então eu tomar calça impressão de que isso é coisa do passado de que eu fiz um se proteger e continuo se contaminado a gente vê o hiv aumentando na população jovem principalmente então pessoas que começam sua vida sexual e já se contaminam com hiv hiv não é o único simples aumento muito não tá erradicado só só reforçando não vai lá de casa não de jeito você tem ou pelo contrário tem aumentado e o que não se preocupa muito a sífilis congênita então as mulheres contaminam as suas crianças a simples congênita causa malformações quizer é um peso que essa criança essa pessoa vai carregar para o resto da vida então de forma nenhuma está fora da nossa preocupação intenção de pública o hiv sífilis gonorreia hepatite b hepatite c essas doenças que são o sexualmente transmissíveis estão vem aumentando porque as pessoas pararam de se cuidar a falsa impressão de que isso é coisa do passado em 2018 vereador caro luís apresentou um projeto para aumentar a conscientização sobre as dsts doenças sexualmente transmissíveis e aids a lei nº 15561 foi sancionada em 6 de março de 2018 institui o mês fevereiro colorido dedicado a ações educativas para a campanha de prevenção para o carnaval quais as formas de contato é de contágio perdão relação sexual mas às vezes sexo oral é uma forma de transmissão e muitas pessoas não venha o sexo oral como um risco e acabam se expondo se contaminando e disseminando essa doença para outros parceiros né então a pessoa tem que saber exatamente onde está o risco então relação sexual desprotegida a gente tem preservativo tem distribuição gratuita de preservativos quer dizer sair para ser utilizado as pessoas tem que tomar cuidado e entender que às vezes um contato íntimo tem que não seja completo pode ser o suficiente para transmissão de algumas doenças e aí as vezes que eu comia mais cedo do hiv mas não é a única doença que a gente tem que ter medo a gente precisa evitar pegar qualquer doença dessa cm bom então cuidado carnaval é uma época que as pessoas ingerem mais bebida alcoólica às vezes utilizam drogas que o seu dia a dia não utilizam então período de alegria ótimo mas acabou perdendo um pouco o limite a consciência muitas vezes do que está sendo feito e aí vira tudo uma folha só e é muito ruim beijo beijo não pega não tem problema você pode passar outras doenças através do beijo mas essas doenças não é feito doutora muito obrigada agradeço e nós encerramos aqui o saúde agora dando alerta para você folião ó cuidado hein e aí