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[Música] olá há 50 anos o brasil registrava todos os anos cerca de 100 mil casos de sarampo e 10 mil de poliomielite nessa época o país ainda não tinha um programa de vacinação definido pelo ministério da saúde e apenas alguns estados ofereciam vacinas o acesso era limitado principalmente para as crianças o impacto familiar social e econômico e no sistema de saúde era grande muitas dessas doenças foram erradicadas no país com o decorrer do tempo mas a volta do sarampo por exemplo têm alertado para os problemas sobre a não vacinação eo país voltou a registrar casos em 2018 inicialmente em roraima e no amazonas a situação fez com que o brasil perdesse o certificado de país livre da doença o qual havia sido entregue pela organização panamericana de saúde em 2016 mediante isso questão de ordem de hoje fala sobre as políticas públicas de vacinação com a infectologista do departamento de vigilância de saúde de campinas doutora valéria correia de almeida seja bem vinda também com o presidente da comissão de política social e saúde aqui da câmara municipal o vereador pedro tourinho do pt e com o vereador j.silva do psd que é membro da mesma comissão também sejam bem vindos doutora a gente vai falar de modo geral mas vamos falar um pouquinho antes de campinas há dados do último balanço 115 casos confirmados e no momento nenhum óbito o que que atualmente dá pra gente falar sobre a questão do sarampo na nossa cidade é bom a gente teve até desde o final do mês de junho é quando a gente registrou o primeiro foi um pequeno surto de sarampo uma escola com crianças agente confirmou 115 casos até o momento ainda que seja muito acima do que a gente esperaria ter eu diria que a gente também tem uma expectativa que os casos estão de mim no hindu né a gente está confirmando são casos que coletaram exames muito há já algum tempo porque os resultados dos exames demoram de 20 até 30 dias para ficarem prontos ea gente conseguir confirmar os casos mas o que a gente tem observado uma tendência à estagnação de casos novos e que provavelmente a gente entra em um momento de diminuição dos casos novos é como você mesmo disse acho que é importante chamar a atenção de que a gente não teve nenhum óbito não é confirmado pela doença até o momento a gente teve um caso grave no começo uma criança né é uma doença que é muito mais preocupante em crianças pequenas mas não tivemos nenhum óbito por enquanto essa situação não dá para a gente dizer gente não tem como dar uma presa rometty quando vai acabar assim mais parece que pela pelo comportamento de número de casos suspeitos a gente talvez esteja entrando em remissão mesmo na epidemia de sarampo tá certo então e no pi início de da última semana no dia 18 de novembro a gente teve uma segunda etapa da campanha agora e visando um público de 20 a 29 anos é o que isso significa vereador pedro tourinho que também é médico e trabalha na rede pública de saúde seja bem vindo myrna boa tarde galera e sustentadores ainda tv câmara j.silva meu colega condição inep está entendendo acho que a galera pode falar dessa parte é melhor do que uma é essa etapa estou pensando nessa outra etapa né nessa campanha busca ampliar a cobertura vacinal grupos quinta quando entendemos uma baixa cobertura né um bom exemplo é insuficiente dado que a gente está com o vírus circulando o sarampo é uma doença que é extremamente é contagiosa ela tem capacidade de determinar de forma muito ainda muito intensa até tem um dado que o pessoal da infecção nos passa para que cada pessoa com o sarampo é capaz de espalhar o vírus contaminar 18 pessoas né não vamos ver cada cada doença tem um índice de efetividade diferente é uma gripe por exemplo é uma doença altamente contagiosa são seis né seis pessoas uma coisa assim eu saiba não possuam 18 quer dizer é uma doença que é pelo menos três vezes mais infecciosas do que as contas rosa perdão do que á a gripe que é uma referência para nós nesse sentido então a gente tem que ter coberturas vacinais edis aranha ou superior a 95 por cento pra gente poder ter uma expectativa de eventuais casos sejam é vamos dizer importados na população que ele não se disseminem não é abrir novas situações de surto foi exatamente a hora em que nosso sistema de saúde foi testado infelizmente a nossa cobertura vacinal estava abaixo dos 20 e aí a doença começou a se espalhar a gente começou a fazer esse surto que aqui no brasil já tem muitos muitos milhares de pessoas que desenvolveram a doença gente como mais um ano de transmissão sustentada e certamente vai demorar um casa que a gente consiga de fato se ver livre de novo o sarampo é dada a situação que a gente é precária que a gente encontrou daqui a pouco a gente vai falar com a doutora novamente sobre os motivos que levaram a gente chega nesse ponto mas antes seja bem-vindo vereador j.silva o senhor como membro da comissão de saúde qual é a sua preocupação quando a gente fala de uma doença erradicada tanto tempo de volta ao nosso país também nossa cidade o lâmina que ela abraçava que o pedro tourinho meu colega de comissão e câmera doutora valéria eu entendo o seguinte eu eles são médicos nettheim um outro um ou outra uma fala mais técnica eu como leigo no assunto eu conversava dias atrás com algumas pessoas eu já tenho meus 65 anos ea faixa que está sendo vacinada agora de 20 a 29 anos essas pessoas não viveram voltaram lá atrás e nem seus pais por isso que eu acho que um dos motivos da da volta da do salão ps os pais mesmo os pais dessas pessoas da faixa de 20 a 29 anos não conviveram como eu convivi na minha época com o sarampo meus pais todo mundo embora a a vacinação era um tanto quanto precária a organização de tudo isso era muito precário né mas essas pessoas num opel útero a única vacina que todo mundo se preocupa ainda hoje devido ao seu a aaa os seus problemas sérios é uma vacina contra pólio mas conquistaram pessoas pessoas praticamente nem sabia que existia uma doença chamada sarampo pode ter certeza disso olha a falecer é na verdade como vereador já está falando a gente começou a ter vacina de sarampo no ano de 68 1968 que a gente começar a ter e quem é seu antes disse todo mundo conhece é só conversar com os pais os avós que têm essa faixa etária né eles vão contar que quando tinha uma criança com sarampo na família já estava todo mundo pra ficar juntos brincando para todo mundo pega sarandon e querendo voltar a doutora veja bem eu comentava inclusive usava o sarampo na minha época era doença de criança porque você pegava na infância e uma vez que a pessoa pegava na infância nunca mais pegar faz com tantos riscos mesmo a senhora falando que a criança geralmente é que mais sofre não então isso era quando a gente não tinha uma irmã prevenção por e tudo era procura disso e é lógico que tinha aquela criança que pegava e evoluirá malmo sarampo e morria por causa de sarampo a gente tem que lembrar que as vacinas foram os maiores avanços da medicina ea introdução dela em vacinar populações grandes né como foi feita no brasil a partir de 1974 que a gente tem programa nacional de imunização elas diminuir a mortalidade infantil drasticamente então as muitas pegavam mas muitos também no rio né e então ela é uma doença grave mesmo em criança só que tinha essa cultura quem sobreviveu consegue contar né que falas em todo mundo ninguém lembra da criança que morreu lembra que pegou e não teve nada produz vencedor lembra dos vencedores ninguém vai lembrar infelizmente da parte triste da história mas essa população então acima de 60 anos uma grande maioria já vacinou ea partir daí começou a introduzir a vacina de sarampo foi uma das primeiras que introduz a partir dos anos sessenta e oito por aí 6970 as crianças começaram a vacina do sarampo ocorre que é a todas as estratégias de vacinação elas vão sendo introduzidas e elas vão sendo avaliadas e vão ocorrendo vários estudos né a respeito da efix eficácia da vacinação né então a gente começou com uma vacina que era dado com nove meses de idade depois essa vacina foi visto que só ela não era suficiente para proteger então começou a fazer uma vacina com mais de um ano de idade porque não tinha vacina para crianças acima de um ano até que produzir uma vacina foi desenvolvida tecnologia de uma vacina é acima de um ano de idade também as crianças passaram a assinar com nove meses e com um ano aí os estudos começaram a mostrar que essas duas doses não estava jantando e precisava de duas doses acima de um ano porque estou contando isso porque na verdade essa população de 20 a 29 anos é uma população que uma grande parte dela tomar apenas uma dose de vacina após um ano porque a segunda dose foi introduzida em 2005 então muitas pessoas têm vacina de sarampo mas tem uma dose só ea gente sabe hoje é que nessa faixa etária é importante que tenham duas doses da vacina após um ano de idade né então o objetivo é que vai assinar essa população de 20 a 29 anos com duas doses mas eu queria chamar atenção aqui uma coisa o dia de uma estratégia nacional né que a gente adere estresse é chata só vendo a ser 30 de novembro mas o município de campinas já está chamando toda a população para atualizar a carteira de vacinação nessa faixa etária não faixa etária maior e menor e crianças desde agosto final é uma final de julho um outro porém uma faixa etária um pouco maior a pessoa já sai de casa constituiu família e deixou a carteirinha lá com os pais e ficou aquela carteirinha ficou guardado em algum canto verde verde da minustah e agora essa pessoa não sabe se tomou ou não a vacina o que fazer doutora bom primeira coisa a gente tem sempre pede é a liga para mãe é mãe né carteira de vacinação a não tenho perdeu vai na unidade básica se ela não tiver nenhum registro nenhuma comprovação ela vai tomar uma dose vai ganhar uma carteirinha nova e vai ser orientada daqui 30 dias a tomar a segunda dose não tem problema tomar vacina a mais tá bom não acontece nada com o sistema imunológico não dar nenhum efeito colateral não tem nenhuma complicação só vai gastar uma faxina que às vezes a pessoa não precisava porque não tinham registro mas o importante é que a pessoa aproveite a oportunidade para vacinar a gente estava assinando em todas as unidades básicas durante a semana e no dia bem a gente vai ter vacinação em dez unidades básicas o vereador falou da questão da morte a gente e que essa população acha que é muito está muito distante essa possibilidade que você falasse um pouquinho no caso específico do sarampo o que é essa evolução que pode levar a criança até o adulto mesmo a morte olha o urso sarampo é uma doença que pode ter várias várias formas de se manifestar então a gente tem casos que são casos mais leves casos no filme discretos e que a pessoa não tem uma sintomatologia tão forte em casa por exemplo que evolui comprometimento pulmonar a então não são só aquelas pintinhas mão não a gente tem uma miríade de manifestações que podem podem acontecer o mesmo na verdade eu nunca tem de um caso de sarampo na minha vida com o médico é curioso né eu fui levado às 13 anos o estado de são paulo teve uma epidemia em 1997 de adultos jovens com sarampo foi onde houve sarampo pela primeira vez veja que interessante é como é que se trata de uma doença que tem uma ampla história de vacinação um controle nós fomos até 2016 um país livre do sarampo então na verdade tem um outro componente que é complicado que a maior parte dos médicos que estão hoje nas redes trabalhando não sabem nem identificar sarampo nunca vi na minha vida porque realmente quando eu era pequeno acho que fica mais difícil muito mais o sarampo pode passar na minha frente eu me identificar com essa ampla achar que é uma virose qualquer que é um outro quadro lógico que tem características que que são mais marcantes mas o fato é que os médicos estão habituados a fazer o diagnóstico daquilo que eles vêm com mais freqüência então é um problema inclusive nesse sentido porque não pega só população é descoberta do plano de cobertura vacinal mas pega também o sistema diz preparado para fazer o diagnóstico para fazer o manejo pra fazer todo o cuidado então é o que a gente costuma ver a galera pode me corrigir se eu tiver errado é são os quais os quadros que evoluem com acometimento pulmonar né as pneumonias aí que são ocasionados pelo salão evoluindo com o situações que levam a óbito é de novo isso nunca vi esse tipo de caso mas agora os jogos que a gente tem visto nem ouvi recentemente aqui na região acho que teve algum não se está em regime semi mas houve quem limeira teve uma bebê de 10 meses que faleceu e que inclusive era vacinada porque tem um percentual pequeno das pessoas que são vacinadas que não vão desenvolver a a proteção satisfatória é por isso inclusive também tem que ter cobertura muito alta porque sempre lá de cada é cada 20 pessoas cada nove em cada cem pessoas uma ou duas não vão não vão desenvolver uma unidade adequada né e aí que eu entendia que essa criança desenvolveu um quadro de pneumonia os relatos que eu escutei conversando com pessoas mais velhas obstar amplo semana passada inclusive conversando com uma pessoa que é né liderança do conselho de saúde tudo mais ela me contou apesar de já terem se passado 55 anos desse ocorrido me contou com lágrimas nos olhos a história é uma história triste no interior de minas gerais nerd quando o sarampo pegou os três filhos daquela pessoa e aí o terceiro dos filhos dela que contraiu a doença acabou falecendo em nenhum caso ficou o sarampo ele tem uma característica que é uma doença que quando comete cria principalmente a criança tem uma queda no sistema imunológico muito forte drástica e acaba complicando muito com infecções bacterianas graves né então a criança faz uma pneumonia grave uma uma infecção de ouvido grave uma quadro de sepse que a gente fala e acaba evoluindo op e pode-se não evoluiu o óbito pode também deixar sequelas e pode ter perda auditiva perda visual juro ficou surdo porque teve sarampo você pode ter vindo a cair desde a lei problema na gravidez e também porque justamente não é porque ela a gestante ela já têm um sistema imunológico que é um pouco diferenciado porque ela ela já tem que estar um pouco com o sistema imunológico mais fraco para não recusar aquele bebê que está ali para nós já que o bebê é estranho a ela então ela fica mais suscetível a uma infecção por sarampo de ter uma queda maior da imunidade fazer uma infecção mais grave posses e muitas vezes a causa do óbito do sarampo não é tanto o próprio vírus fez uma infecção secundária também mas ele é um vírus muito agressivo essa resposta imunológica grave que lhe dá aquele é a cae a imunidade da pessoa mesmo né tá certo a gente falou aí inclusive vocês é disseram nem eu falei logo na abertura que a gente perdeu esse né esse certificado vereador lembrou que a população da mais nova nem sabia que existia o sarampo nem conhecia mas e aí onde a gente errou que o sarampo votou doutora eu quero ver a intenção da senhora mas vai ser daqui a pouquinho porque nós vamos para um breve intervalo e voltamos já com questão de ordem não sai daí [Música] tentei pitt tatuagem pode doar sangue joão pedro quem acabou de fazer um clipe uma tatuagem fique nato por 12 meses bom e com um pincel por exemplo na língua aí a pessoa vai ficar nato enquanto tiver picin a mesma pessoa retire o que isso tem a guarda de dois meses para poder quem doar aproveitando quem já teve hepatite b e c não pode doar mais hepatite a antes dos dez anos que a pessoa tiver contraído time baiano é aquela parte da alimentação mais branda pode vindo a pique nascido depois dos 10 anos da pessoa precisa fazer o exame laboratorial comprovando o site coloca pra gente ea gente libera [Música] o uso consciente da energia também é fundamental principalmente nós temos aqueles horários de pico tradicionais e quando as pessoas chegam do trabalho então o uso racional da energia elétrica também está muito associada à questão da do uso racional da água é muito importante que a gente tenha isso como medida além da própria economia para o próprio cidadão [Música] segundo bloco da questão de ordem que hoje discute a vacinação ea gente perguntou justamente até por conta dessa percepção de que o sarampo é ele estava desconhecido entre 6 a nova safra digamos assim dito da população e até inclusive dos profissionais da saúde doutora onde a gente errou então que apóie a pólio não cansaram voltou não acho que a gente chegou eu acho que bom pra ter acontecido isso não é um fator só que o chefe é porque a gente tem vacinação é o que está acontecendo eu acho que a reemergência do sarampo é um fator é são é multifatorial né então o que a gente tem primeiro por essa doença que é extremamente infectante como doutor pedro falou você precisa ter que as pessoas estejam protegidas e vacinadas porque se elas estiverem vacinados ele não vai entrar na população ele não vai se propagar né se você entra em contato com o vírus entrou em contato com uma pessoa vacinada aquela pessoa não pega se todo mundo tiver vacinado ninguém pega então não passa um pro outro correto então isso é uma coisa é a cobertura vacinal as pessoas têm que estarem vacinadas né tem que estar com a imunização em dia então eu digo que o principal fato realmente seria uma baixa cobertura vacinal aí a gente tem que ver porque está ocorrendo baixa cobertura vacinal o que ele está falando do sarampo mas essa baixa cobertura tem sido registrado por exemplo também nas campanhas da pólio símbolo olha por que então a gente tem que avaliar porque quer assim a população já não procura tanto vacinar como era uma coisa tão de rotina como na década de 70 na década de 80 na década de 90 então é quais são os motivos por que não tentasse mão e aí a gente tem muitos motivos né a gente tem desde sua informação em relação à importância da vacinação você tem pessoas que não acreditam que a vacina funciona você tem pessoas que têm medo da vacinação é você tem pessoas que acreditam que a vacina vai causar doença né e em vez de causar proteção né muitas dessas informações dessas informações são propagadas por que a gente é eu diria até que a praga do mundo moderno pessoas fiquem news né são propagadas desta forma você tem uma população que não viu as doenças não é como o vereador dj falou então é uma população que não viu paciente com o sarampo acho que não existe porque precisa vacinar não ver o paciente com poliomielite acha que não existe não porque precisa vacinar né não só para essas doenças mas para as outras e quando estava conversando com o doutor pedro sobre a aids também pessoas que não viram então acho que não existe mais a doença então você tem toda uma população que não viu a complicação dessas doenças isso acaba antes legitimando o valor da vacina porque a pessoa falou assim ah mas será que tenham acho que não existe mais isso né eu não vou assinar não é verdade as doenças existe elas continuam circulando em introduzir o sarampo no brasil porque a gente está tendo um surto vinha tendo um surto de sarampo em nova york em vários estados dos estados unidos a gente teve na europa na itália em 1 34 anos atrás colocaremos diferentemente da varíola que é uma doença que foi erradicada do mundo como um todo é que foi um caso até o momento único que a indicação da circulação em seres humanos a pólio é sarampo todas as doenças que estão no nosso no nosso calendário de vacinação todas elas estão circulando ativamente em algum lugar do mundo é mundo mas em algum lugar em algum lugar do mundo trazendo e se você não tem uma população totalmente pelo pelo menos 95% produto protegida está a vírus introduzidos vai circular ali naquela população que não está protegida ou quem tomou a vacina é a vacina não funcionou porque a gente assina as pessoas mais um a dois por cento das pessoas a vacina não produz o efeito protetor então isso é para todas as vacinas não tem nenhuma assim é que 100% vai proteger então eventualmente a gente tem isso é uma falha vacinal que é biologicamente conhecida agora a gente fala da dessa falha desses motivos apontados pela doutora vereador j.silva é que tipo de ação a gente deve ter por exemplo para que a gente também não se depare com a volta de uma outra doença como a pólio por exemplo é que tipo de informação ou de mitos e verdades que a gente tenha que colocar em uma balança é em relação ao cm uma série de coisas pra população pensar nós não temos casos mas não quer dizer que estamos livres dessas doenças eu acho que falta por parte do do principalmente do poder público federal é eu acho que abaixou a guarda um pouco eu acho que abaixou a guarda com relação a todas as ilhas embora o município tem feito a sua parte em campinas o número até diminuiu mas exige bom vamos ver nacionalmente nós tínhamos antes eu acho que mais campanhas orientava melhor as pessoas as pessoas tinham mais informação hoje as pessoas como não tem 111 uma campanha mas tem agora que está num vamos ver se no pico da da da doença da vacinação mas as pessoas precisam de mais informação para poder se conscientiza a gente inclusive é era bem pequeno mas lembro que a campanha do zé gotinha joel era um atrativo hoje parece que é tão inexpressivos nós tivemos a colona época da aids por exemplo uma campanha nacional espetacular que conscientizou muita gente não se viu mais e não se vê mais campanha com andrade de repente a coisa pode estar voltando a ser lançado acho isso que o jota falando diz respeito mina a uma questão mais ampla é do sus de uma de uma crise até da compreensão tanto dos agentes públicos quanto a população sobre o que o sus representa em termos de avanço o que o sus representou em termos de conquistas para a saúde pública brasileira para o o aumento da expectativa de vida da qualidade a melhora da qualidade de vida da população então por exemplo é você o jota fora do âmbito federal eu acho que campinas nós temos problemas por exemplo a falta de pessoal nas unidades básicas de saúde faz com que a gente tenha uma redução da hora é de abertura das salas de vacina no primeiro ano de vida de uma criança são nove visitas ao centro de saúde para poder vacinar nossa nova vacina as obriga não não vai na onda nove vezes que você vai vai a mãe tem que levar o filho para vacinar tá é vez pra caramba a cada dois meses um mês três meses em que lá seu filho toma vacina eu falei eu sou pai de duas crianças pequenas têm vindo aí chegamos em saúde na hora que você consegue encaixar para levar seu filho para tomar a vacina você chega no centro de saúde está fechado a sala de vacina e por exemplo o sindsaúde o vacilo meu filho fecha o almoço a sala de vacina não tô dizendo que não possa ter os horários da música mas fecha para a música é uma hora que muitos pais é a hora que eles podem levar os filhos para dar um exemplo já cheguei tão bem light que irá levá-los horas agora como eu sou muito preocupado com isso levei mas tem muitos pais e mães que vão acabar deixando o furacão é isso ia falar isso acabei esquecendo mas isso também é a gente está com o calendário vacinal que as vacinas que as crianças também é bem complexo tá quanto no auge do nosso crescimento do pnd década de 70 e 80 gente tinha de histeria tétano coqueluche sarampo e pólio para vacinar só eu acho que não tinha mais nada agora a gente tem um leque que acho que temos 15 nas cenas diferentes então ficou muito complexo a carteira de vacinação até para os pais conseguirem acompanhar nela ver um livro tratado e outra coisa é isso né a vida das pessoas mudou drasticamente as pessoas não tem mais aqueles emprego que acaba cinco horas da tarde aimar olha pra cá os pais mãe trabalha até às 18 19 tem que pegar o trânsito dificulta perde mais tempo porque são dramas antas crianças eram assassinadas na escola essa metodologia ajudava ou não é mais fascinado em campanha não eram todas as vacinas que eram feito era mais ou menos como a gente faz campanha tipo de alguma doença aí aproveitar a oportunidade e vacinada nas escolas o que agora tem a gente tem uma lei municipal que vai exigir que as escolas cobrem vacinas ao todo a carteira de vacinação de todas as crianças na época defendia na época garante isso mas essa dificuldade de horário mesmo e da questão das unidades não é que a gente tinha unidades que vacinava um dia inteiro ficavam abertas o dia inteiro e agora a gente sofre um pouco com essa restrição é sim a gente está falando aqui de uma de uma cobertura e também dessa vez desse método que a gente poderia hoje pensar um melhor acesso da população à rede é em especial as salas de vacinação de cada unidade básica eu acho mina que tem a questão de reposição dos trabalhadores que foram se aposentando por exemplo ano passado a prefeitura perdeu a secretaria municipal de saúde perdeu aproximadamente 600 profissionais nem nos anos anteriores foi mais ou menos parecido e só agora após vários anos a gente vai ter um concurso que cuja previsão não é de reposição sequer próxima da integralidade dessas dessas perdas então é nós tivemos por exemplo redução do horário de funcionamento muitas unidades é feito o jota falou o investimento tanto do âmbito municipal quanto federal em publicidade para fins de educação em saúde indiscutivelmente caiu né feito você falou ao zé gotinha tinha campanha eu cresci com também com o zé gotinha a gente está ali na mesma geração eu lembro direitinho quando falava é o dia tá ficava batendo na rede globo em horário nobre sabe e agora é muito mais frágil assim é muito menos presente então são vários fatores eu acho que que operam nesse sentido de dificultar a adesão mas eu acho que do ponto de vista municipal o principal fator é estrutural acesso dos usuários fazer fluxo que facilitem o acesso oferecer profissionais em quantidade e com o treinamento adequado para poder atender gente não há quantidade suficiente a gente teve várias situações em que as nossas redes ficarão muito tensionadas e como a rede de campinas é uma baita rede uma rede que tem uma quantidade grande de profissionais bem treinados com anos de experiência à nossa rede deu conta por exemplo a situação da febre amarela né campinas brilhou no enfrentamento à questão da febre amarela aqui porque nós já começamos a ter as epizootias aqui os casos né de febre amarela em animais estão chegando a ter uns casos lá em sousas com o dois casos no caso humano um caso humano mas aí a cidade já esteja decidida semana a gente viu caso o time só tinha nas máquinas jovem morrer em sousas a despeito da indicação do estado que falou que não vacinar a gente foi lá e bancos financiam e ninguém tivemos um caso de febre amarela a em ser humano entre emc porchat não evoluiu e falo isso por 10 das vacinas aqui é da cidade vem do estado vêm do governo federal tudo vem do governo federal o taco é o programa nacional de imunização que na nível nacional que faz aquisição dos das vacinas ea distribuição primeiro prestados e os estados campeões já foi inclusive por conta disso nós estamos com falta de vacinas há muitos meses muitos meses que algumas vacinas importantíssimas e daqui a pouco se não resolver isso nós vamos voltar a ter casos por exemplo de difteria que a outra coisa que eu nunca vi na vida e eu estou preocupadíssimo não sei se valerá obviamente que tenho não sei mas realmente acho que agora a gente não é meu filho tem um filho de seis meses que você vários requerimentos aqui é sobre meu filho tem seis meses nenhuma das doses de pentavalente ele pode tomar no c de saúde eu fiquei arrasado de pela primeira vez não poder completar o calendário de vacinação do meu filho na unidade básica de saúde ele não estava em uma volta do governo federal então tem uma população que tem uma condição de até uma clínica de vacinação e fazer por exemplo essa de pentavalente expô mas tenho a maior parte não tem essa condição em uma outra questão além da falta dessas vacinas como fica a situação até para a gente dá é que uma orientação à população eu vou falar de um caso né do posto integração que ele está um reforma é onde eu trabalho só trabalha lá e você sabe que a geladeira de lá por exemplo nesse momento eles não têm geladeira então não tenho assim eu seja online essa população de lá que usa o centro de saúde integração ela pode falar olha estou com a carteirinha ir a outro centro de saúde george a idéia é o senhor nadar pode etf é tanto que a nossa orientação é quando não tem vacina no posto que a pessoa pode procurar outro posto acontece às eventualidades nem acaba quebra ó geladeira de vacina e e às vezes a gente fica impressionada quantidade de vezes que quebra mas quebra porque tem oscilação de temperatura de desculpa de energia na rede elétrica nem elas são muito frágeis né elas são câmeras de vacilão chela dera um outro pacote azul que é outro na cidade qualquer outra cidade não existe uma história trabalho vai ser mais velho por ali eu levo a carteirinha leva a carteirinha e falar eu sou de tal posto lá não tem vacina vindo a assinar que pode e deve inclusive a parte essa parte de minas equipes daqui da cidade elas têm uma bagagem muito bem construídas as equipes excelentes na minha opinião né e se tivesse chegar no posto estiver aberto e tiver vacina lá eles não vão perder a chance é vacinar até porque existe também uma um sistema que é online que as pessoas vão alimentando e tudo mais tenho é o centro de saúde tem fazem o espírito do cartão então eles conseguem acompanhar inclusive a respeito da da questão que parece que está havendo algumas mudanças no sus e e pra fazer esse novo cartão também que não porque antes parece que o sistema antigo era um sistema final o início 8 que valia para campinas e agora do cartão nacional é o chelsea inclusive dessa questão é isso é o seguinte a gente está atualizando o município está atualizando todos os cartões saúde nacionais de saúde na então a gente está pedindo é que as pessoas procurem as suas unidades né pra atualizar o seu cartão nacional de saúde se ela tiver atualizada não precisa atualizar esses cartões nacionais que começam com o número 8 eles vão ser substituídos por outros cartões mas pode ser que a pessoa já até tenha né então às vezes ela chega na unidade de saúde nesse sistema que é um sistema online é feita pesquisa pelo nome dela data de nascimento e os demais dados pode ser que ela já até tem um cartão porque às vezes ela passou em outro serviço que gerou um cartão de saúde nacional desse equivale a nível nacional então as unidades básicas de saúde de campinas os agentes comunitários de saúde eles vão atualizar os cartões também com visita cadastramento e quem já tiver ou tiver o posto pode aproveitar também procurar o posto para cadastrar cadastra leva carteira de vacina já faz o bes está atualizada carteira de vacina já faz as duas coisas juntas tá certo então vereador gente nosso tempo está acabando e ele já fala um pouquinho o que o senhor diria hoje qual é a responsabilidade da câmara municipal da comissão de saúde quando a gente fala nesse trabalho de conscientizar a população também e tentar é de certa forma dar a cooperação dá essa parcela de responsabilidade também do legislativo pra que a gente possa ter aí um aumento na cobertura vacinal acho que o trabalho da da comissão e é presidido pelo seu amigo pedrinho torpedo é esse o trabalho da câmara é muito importante para a conscientização do das pessoas principalmente dos pais é pra que procure o seu por saúde pra procure vacinar seus filhos é apesar do das falhas pontuais que nós temos na rede de saúde do município mas o município está bem amparado o município tem uma equipe maravilhosa que atende bem existem falhas pontuais sim que é claro precisam ser consertadas mas o município está bem amparado e o trabalho do vereador voltava da câmara da comissão é importante na conscientização através de de cobrar o poder público através de de reuniões passar informações à através de leis próprias para a nossa cidade é o trabalho do legislativo é muito importante nesse sentido obrigada a terminar acho que aqui na câmara além de exercer esse papel educativo aqui que a gente está fazendo promover debaixo de usar essa estrutura vigorosa que a câmara tem né pra comunicar à informação de qualidade para as pessoas nós temos que cobrar o poder público municipal fiscalizar acompanhar e construir condições né para que a municipalidade de conta dessa tarefa difícil que é sustentar os seus campinas o sus campinas vive hoje uma pressão orçamentária é muito grande nem um sistema que está sendo é desmontado polícia federal então a gente já perdeu algumas centenas de milhões de reais de repasses federais é nos últimos anos em relação a anos anteriores perdemos só repito centenas de milhões de reais quando você fala em milhões de unidades centenas de milhões de reais de repasse federal por causa das políticas que foram decididas em âmbito federal para de desse financiamento do sus então é cobrar aqui é uma qualidade é se virar para conseguir dar conta disso né não deixe que o sistema seja desmontado que esse patrimônio que é a saúde pública de campinas um patrimônio de todos os cidadãos e cidadãs campineiro seja paulatinamente é gradativamente desmontado e que as pessoas naturalizem que o sul não é legal mesmo que não é tão bom assim que acontece no nascer o sus tem condições de dar certo a gente tem condição de vacinar todo mundo na cidade a gente tem condição de evitar que eu novos surtos como esse aconteçam na cidade nós temos condição de fazer tudo isso com o que nós temos recurso e estrutura humana hoje pelo menos dê condições de contratar e trazer é estrutura de pessoal para nossa rede então o que nós precisamos fazer com que essa é essa potência que nós temos se transforma de fato em política pública ea câmara tem que brigar para que isso aconteça essa é a nossa compreensão sobre a questão certo doutora bom eu queria falar para as pessoas procurarem as informações corretas sobre vacinação acharem que ela é uma coisa prejudicial tem que procurar em fontes confiáveis né se a pessoa tem dúvidas sobre a vacina vai na unidade básica né as nossas unidades básicas como o pedro falou são altamente capacitadas sabem informar sabe indicar as vacinas adequadamente e que as pessoas procuram informação nesses lugares né e não que conta a tia tio ou aquela mensagem lado o whatsapp né tá certo então obrigada que você que assistiu questão de ordem tem mais um canal de comunicação com a gente é o whatsapp e 1978 293 77 6 mande aqui a sua opinião a sua dúvida também que a sua crítica ea sua sugestão para temas que nós poderemos abordar aqui no programa a gente fica por aqui e até o próximo questão de ordem [Música] [Música]