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[Música] olá campinas está prestes a implantar o programa mais médicos campineiro a lei de autoria do executivo tem o objetivo de criar 120 vagas atualmente a cidade conta com 79 profissionais do programa federal com as bolsas de 11 mil reais custeadas pela municipalidade e uma carga horária de 40 horas semanais uma emenda de autoria do vereador permínio monteiro e do presidente da câmara marcos bernardelli específica que também poderão participar do programa médicos estrangeiros incluindo aqueles que participaram do programa mais médicos proposto pelo governo federal este é o tema do questão de ordem de hoje que conta com a participação do presidente da comissão de política social e saúde o vereador pedro tourinho vereador entre aqui no nosso estudo alan donato obrigada seja bem vindo aqui na primeira cadeira também contamos com o secretário municipal de saúde doutor cármino por favor doutor em participar com a gente obrigada pela presença turno e também como autor de da emenda o vereador permínio monteiro vereador vamos lá o vereador vai explicar pra gente o propósito dessa emenda vem a gente vai começar eu vou já falar com o secretário secretário eu quero primeiramente pra quem tá em casa entender exatamente o que é o mais médicos campineiro primeiro qual é o que ele se propõe qual seu formato se ele é idêntico ou não o que ele tem de semelhança com mais médicos do governo federal seja bem vindo muito obrigado a esse é um assunto que nós temos que voltar um pouco no tempo e em 2012 aproximadamente os prefeitos do brasil solicitaram ao então ministro da saúde alexandre padilha que estudasse a possibilidade de obter mais médicos no brasil não é é naquele tempo se chamará onde está o médico húngaro a qual a pergunta a senhora está um médico e aí foi desenhado o programa mas é o programa mais médicos do governo federal esse programa tinha fundamentalmente dois objetivos o objetivo que era a prover aos municípios do brasil praticamente todos os municípios do brasil com uma ótica muito muito maior naqueles municípios de alta vulnerabilidade aqueles municípios mais remotos áreas indígenas nas áreas de fronteira médicos que pudessem atender àquela população naquele momento havia uma estimativa de milhares de de municípios que não tinham sequer um médico e o outro e outro a este importante eram este de educação e ciência da educação que previa a criação de novas escolas de medicina que previa a ampliação de vagas de modo que o país pudesse ao longo dos dois anos seguintes das décadas seguintes têm uma formação de médicos suficientes para atender o país com esse programa foi instituído e agora olhando um pouco para trás o que a gente vê é que esse programa ele teve um sucesso na questão do provimento até um determinado momento e teve uma ruptura importante no provimento com com a decisão soberana do governo cubano que resolveu por questões políticas com o governo brasileiro que iria tomar posse em janeiro resolveu retirá los os médicos cubanos do programa brasileiro não é e eu diria você que esse eixo de educação foi um eixo pouco trabalhado eu acho que ele foi até negligenciado no sentido de informar e de informar pra isso que nós queremos como é que nasceu há o mais médico campineiro nasceu primeiro com a convicção de que muito provavelmente o programa federal vai mudar e municípios com a característica de campinas como praticamente todos os municípios do estado de são paulo vão ficar fora do provimento que haverá daqui pra frente nós não temos certeza é isso que nós estamos falando porque pode ser que o governo reveja isso é certo mas no momento em que nós estamos conversando isso é essa situação campinas está fora como todo o estado de são paulo está fora do provimento de médicos ea primeira coisa segundo eu acho muito importante é que nós temos no brasil uma política pública é uma política pública de formar médicos da saúde da família e comunidade e essa é uma política de estado é uma política conseqüente é uma política que todos concordam independente de quem é da área pública mais é conservador ou quem é da área privado mas especialistas o que é mais preventivo isto independente de quem seja todos concordam que é muito importante nós formamos profissionais com perfil para atender essa política de governo e esse perfil de médico é raro nós temos no país segundo informação que os meus colegas deram em aproximadamente 2.000 e 2.500 médico para atender o país é praticamente nada então como é que nasceu o programa ele não nasceu com o viés do provimento eu disse no primeiro momento que nós não podemos sob nenhum pretexto afrontar concursos então nós vamos fazer concursos nós vamos contratar médicos para a estrutura pelo método convencional e não podemos aprontar residência médica que é o melhor mecanismo de formar médicos especialistas inclusive médico da família e comunidade que é considerada uma especialidade hoje em dia o médico da família e comunidade não é um médico que sabe pouco de tudo é um médico e sabe muito de muito então ele precisa uma formação integral muito boa pra poder cumprir as finalidades que ele tem a fazer nós começamos a conversar com versão com as três universidades conversamos internamente e houve uma aceitação muito boa tanto das universidades como da comunidade como um todo nesse sentido de fazermos um programa educacional não é a idéia e substituindo os médicos do programa federal como você falou do começo nós ainda temos 79 mas eles vão saindo alguns ainda em 2019 alguns saíram em 2020 alguns saíram em 2021 então esse é um programa que vai evoluir ao longo dos próximos três anos pra a para essa nova modalidade é de que nós estamos desenhando aqui na cidade não é e o que eu acho é fundamental é que nós faremos a com profissionais médicos formados não é nós temos um programa de educação igual a todos eles e muito interessante que no na discussão que nós somos travando ao longo com as universidades e com os professores dessa área nós começamos a enxergar talvez esse programa desemboca no futuro exclusivamente no apoio à residência que é a melhor forma de formar ainda não é o formato ainda não é o formato mas ele já está desenhado para este formato então na medida em que a gente conseguir formar residentes ou introduzir a residência médica poderosa nessa área nós vamos substituir o nosso programa está sendo muito discutido fora daqui eu vou apresentar esse programa no congresso dos secretários de saúde e fora daqui porque outras cidades que tenham um perfil parecido com a nossa cidades grandes com faculdades de medicina que queiram fazer isso é muito importante porque nós temos que formar muita gente daqui a pouco então secretário vai falar sobre essa questão da formação porque se nós vamos conversar com o vereador permínio monteiro ele juntamente com o presidente da câmara como eu falei no início apresentou uma emenda é inclusive já em outro momento vereador trouxe profissionais trouxe médicos cubanos aqui médicos que saíram do programa mas estão ainda aqui no brasil a operadora que você falasse um pouquinho dessa desse primeiro contato com esses médicos e por que senhor achou por bem é colocar essa emenda pra que a gente também tem essa oportunidade de médicos estrangeiros inclusive os cubanos seja bem vindo o que eu posso falar um foi o contato mas antes disso complementou que o secretário de saúde o carne de frango excelente médico e do respeito ao meu amigo colega vereador cantor in além de ser um excelente vereador também um excelente médico que tem um trabalho a população a cidade de campinas que é muito bem aceito e eu costumo sempre dizer que eu sou um fã incondicional de bom em relação aos médicos cubanos e estrangeiros podemos incluir outros fui procurado através de um esposo de uma médica cubana onde ela se casou no brasil com um amigo meu por ele colocou as dificuldades ele estava sendo encontrado em relação a trabalho vamos colocar campinas mas existem outros profissionais que estão ansiosos no estado de são paulo no brasil diante disso mobilizou acertar a quantidade de médicos 34 aproximadamente onde fui recebido uma na presidência da câmara e eles colocou lhe a sua situação de desemprego onde eles faziam parte do governo o programa mais meio do governo federal e hoje estavam aqui procurando alguma coisa pra que fosse aproveitado profissionalmente vereador pra quem tem casa entender esses 34 profissionais eles saíram do mais médicos do governo federal e optaram por permanecer no país só que eles não conseguem emprego porque eles não têm registro no país ou porque é uma questão mesmo de oportunidade para detalhar melhor a necessidade dessa emenda para que eles possam ser se for o caso aí até também é beneficiado com essa oportunidade no mais médicos campineiro virtualmente vou chegar nos 2 diante do na sua forma em relação ao aproveitamento dele sim concordo com que você está falando inclusive o carlos adiantou é necessário ou fazer a prova do reality seria para obter o crm porém diante disso eles com registro no ministério da saúde que foi onde ele se obter como entrar no país através da parceria brasil cuba é a troca com esse registro do ministério da saúde eles poderão trabalhar porém eu questionei de diante da emenda que foi colocado dentro do projeto executivo porque eles podem trabalhar no governo federal com a rms e não podem trabalhar no governo municipal com o rms então a gente tem que buscar no ponto de vista jurídico uma saída mas só sairá através da também jurídica sendo assim já houve já um julgamento de uma jurisprudência do stf onde o o o ministro alexandre de moraes relatou e e julgou procedente a permanência dos mesmos no país bem como pudesse também trabalhar então eu queria saber qual é a diferença já é uma oportunidade uma abertura nessa jurisprudência perfeitamente eu conversei até com o carro sobre isso o concordo plenamente que não tem como não se legisla sobre a legislação federal mas é a questão não é tanto a jurídica eu vou falar um pouco o que eu penso chegando é a questão desumana trouxeram as pessoas de cuba muitos ficaram no país aí eu vou entrar na sua pergunta muitos casarão muitos hoje até conseguir o é cidadania brasileira outros têm filhos tem alguns que estavam conversando comigo se tornar um refugiado então eles não pode ficar lento alento que no país na cidade seu filho jogado eles procuram trabalho não pode porque há médico vou encaixar você como médico em que o então tem que ter sim concordo plenamente com o carro em relação a esse daí tem que ter um certificado do registro médico no país que seria o cnpe também ou ns então nós temos que lutar para que seja obtido essa autorização para os mesmo sendo que eles questionam também que o revalida o revalida demora um pouco demora de dois a três anos então acho que também teria que ter mobilização uma mobilização nacional inclusive falei pra mim em relação a isso ele pegou a relação do nome dos médicos para que houvesse a possibilidade do ministro da saúde henrique mandetta se sensibilize com esta situação e seja ativado oms todos os médicos sendo que podemos sim buscar um deputado federal podemos buscar uma mobilização a nível nacional para que seja aproveitar todos os profissionais dentro nós com isso sim obrigada a vereadora agora a gente vai conversar com o presidente da comissão de política social e saúde da câmara o vereador pedro tourinho e como já foi dito é médico também vereador de forma geral como o senhor analisa essa proposta de campinas ter um programa municipal né e incluindo essa questão dos médicos dia do reaproveitamento que eles possam voltar aí atender a população de campinas seja bem vindo olá mina lá carro lá permínio nem quero saudar aqui nossos colegas debatedores vereador permínio fazendo um esforço importante para tentar ajudar a população de campinas também né porque na verdade esses médicos ingressando aqui no nosso no nosso sistema de saúde certamente vão trazer uma contribuição importante para a população mas eu acho muito importante a gente deixar claro feito o professor karnak colocou que esse é um projeto que tem como objetivo a formação a gente quando discute a questão da dor do trabalho em saúde ses e para uma coisa que é provimento essas palavras que em outras vezes não têm idéia do que é provimento é o que colocar profissional para trabalhar num lugar é uma coisa é uma coisa o programa mais médicos ele tinha um eixo um dos três eixos do programa chamava se preenche de provimento o programa mas o médico lá de brasília a outra coisa é a informação formação não é sinônimo do provimento as coisas acontecem conjuntamente um médico para trabalhar pra aprender a medicina ela é uma 1 uma um ofício que ele não é um ofício teórico é um ofício que se dá na prática se aprende a fazer saúde trabalhando com gente cuidando atendendo né então é evidentemente quando uma pessoa da informação na área da saúde ela está cuidando e atendendo eu sou professor justamente de saúde da família da puc-campinas e eu trabalho com os meus alunos no centro de saúde eles atendendo sob a minha supervisão então é assim que se aprende a fazer saúde então esse programa nosso ele é um programa focado na questão da formação que quer dizer esses profissionais que vão trabalhar na nossa rede e se 120 eles todos vão ter que ter um processo vão ter isso é muito bacana do programa estão chanceladas por grandes universidades unicamp são leopoldo mandic e pela puc de campinas não sei quem vai garantir a o conteúdo a qualidade da formação desses profissionais mas eles não viram eles são januário não são médicos aí vou chegar a todos os médicos e eles têm que ter o registro ativo no brasil porque é proibido praticar medicina no brasil sem ter o registro ativo ou sem ter o rms que é isso do programa mais médicos do brasil é o programa mais médicos do brasil ele mudou a lei federal antes de o programa mais médicos do brasil eu só podia trabalhar em medicina no brasil se você tivesse um registro ativo no seu estado eu nem posso chegar como o registro ativo de são paulo e começar a trabalhar em alagoas por exemplo né por mais de 30 dias sem comunicar o conselho e transferir ou ativar o meu registro em alagoas para um exemplo então a regulamentação do trabalho médico no brasil é bastante estruturada bastante restritiva do pódio como é que faz com a 1 com programas médicos do brasil mudou a lei e permitiu se que médicos que viessem de fora do país né que você fossem brasileiros fossem cubanos que tivesse informação fora do brasil fossem habilitados a praticar a medicina no âmbito do programa mais médicos do brasil do programa do governo federal apenas em unidades básicas de saúde credenciadas do programa então é eles recebem que o premiê falou que a ufms então eu estou torcendo muito para que esse esforço né que o cargo está fazendo cooper mini está fazendo resulte numa modificação nessa nesse imbróglio que se criou com os cubanos aqui né mas é mais o são bem mais ampla é uma quer a nível federal federal ela ela não ela escapa à governabilidade do município na verdade mas eu acho que isso que está sendo feito é parte de um esforço ele falou várias vezes o permitido político pra poder nessa sensibiliza dialogar e tudo mais mostrar que você não pode pegar uma mão de obra que veio civil brasil né dois são quase 2.000 dois mil médicos que estão aqui ainda em uma mão de obra qualificada disse ma né ouvir quando chegaram aqui no brasil né um dos defensores do programa mais médicos no brasil desde o primeiro minuto deles o frio é grande desgaste por causa disso porque houve uma incompreensão muito grande as pessoas não têm noção mina que no brasil a gente tinha mais de mil dos nossos 5.600 municípios mais de mil que não tinha nenhum médico residindo nesses municípios ou trabalhando o programa mais médicos do brasil permitiu que milhões de brasileiros tivessem pela primeira vez em suas vidas acesso a cuidados médicos a coisa que a gente acha que no século 21 não estaria com acontecendo mas acontecia e o programa transformou isso então essas pessoas vieram servir o país são a mão de obra qualificada enfrentaram esses preconceitos e resistências nem no entanto demonstraram por a mais b que são profissionais de modo geral qualificados é claro ter bons tempos ruins assim como os brasileiros temos bons temos muito mas o fato é que então é é uma uma questão que seria um desperdício só pra fechar aqui é um programa que tem essa perspectiva de formação é um programa até ontem são médicos já formados que vão complementar sua formação passando a se tornar o especialista em medicina de família é através do programa de residência médica que é o melhor padrão que nós temos para formar profissionais em qualquer área médica ou especialistas em medicina de família com base num curso de pós graduação lato sensu nem a gente aqui tá vendo eu particularmente vejo com muito bons olhos essa questão da residência médica eu acho que com uma complementação de bolsa chegando a 11 mil reais de salário né na rede de campinas que é uma rede é reconhecida vigorosa a tendência é que a gente consiga preencher essas vagas medicina de família nós temos 400 mil já em atividade no brasil hoje é feito o carro falou não chega nem a 3 mil o número de médicos de família e comunidade em outros países que têm atenção primária estruturada sabe qual é o percentual de médicos que são médicos de família o médico generalista que atuam nas redes desses países 40% na inglaterra quais diferente é muito diferente na espanha superior a 30 por cento no canadá superior a 30% ter um contingente grande de médicos formados habilitados para trabalhar em atenção primária à saúde é uma das características dos sistemas de saúde de países desenvolvidos e ao fazer isso aqui no brasil a jac em campinas a gente vai dando um passo adiante no sentido da formação em massa desses profissionais não é mesmo que depois alguns deles vão fazer outras especialidades médicas eles vão ser médicos muito melhores depois de passar por uma residência em medicina de família e certamente a maioria absoluta vai continuar trabalhando em medicina de família e comunidade em campinas em outras é município aqui da nossa região uma vez formados então é um projecto que nessa dimensão da residência médica eu diria que ele é mais do que um projeto de curto prazo e sim um projeto estratégico que vai contribuir para mudar o panorama né dessa nessa mão de obra se esse programa persiste por dez anos vamos dizer né a gente vai estar formando aí pelo menos 80 quem sabe 100 residências por ano dentro de dez anos campinas sozinha vai ser responsável por 50% equivalente a um aumento de 50% na quantidade de médicos de família e comunidade que nós temos hoje isso é desejável né isso é uma estratégia em outro município já demonstrou ser bem sucedido uma complementação de bolsa como residência bem estruturada nós chegamos em fortaleza tivemos isso em aracaju e municípios que tiveram boas experiências nesse sentido eu acho que campinas tem a ganhar muito com essa medida feita falou especialmente me anima a questão da residência médica porque eu sei que é um modelo de excelência para a formação de profissionais de saúde o secretário agora eu disse que o estado de são paulo governo federal prepara um novo modelo estado de são paulo provavelmente ficará fora e campinas eu queria que o senhor falasse o que está sendo previsto no mais médicos do governo federal e por que então campinas ficará fora e aí essa necessidade de nós temos um programa municipal é é tem algum em requisito no que diz respeito ao número de moradores a renda per capta qual é o modelo então está sendo preparado pelo governo federal bom são duas coisas diferentes o que o governo federal finalmente vai resolver a gente não sabe ainda porque o governo está um pouco no começo mas há o primeiro movimento as primeiras reuniões que a gente fez eu sou diretor do conselho nacional de secretários de saúde de federal foi presidente do conselho estadual aqui o congemas até até abril então nós vimos que em locais considerados através do idh índice de desenvolvimento humano é mais ricos eles ficarão fora do programa o programa pretende focar as áreas mais remotas do país e as áreas mais pobres eu não sei já falei no bloco anterior eu não sei se isso vai se manter eu não sei agora teve secretário essa última chamada que foi uma espécie de mais médicos que foram convocados os médicos brasileiros mesmo a fazer aquela inscrição campinas foi benefício ou é beneficiada ainda com esse programa ou não claro que sim os médicos querem vir para campinas campinas am como disse o produtor em uma rede poderosa de saúde tem tradição tem universidades têm uma condição de vida então quando se abrem vagas em campinas elas são rapidamente preenchidas no independent independente independentes e na periferia independentes e na periferia da periferia de campinas a gente tem que convicção quase cidades da região do campo grande é uma cidade se pela região do ouro verde é uma outra cidade é com um com o idh bastante bastante bom que dizer as unidades básicas de saúde estão estão sendo todas modernizados recuperados porque a gente tem um sistema que seja inclusive confortável que seja atraente para os médicos irão trabalhar lá então o provimento de médicos programa federal nunca foi um problema nós nunca conseguimos preencher o número que o governo federal nos habilitou isso sim mas porque o governo colocou aquilo que lhe a ele colocou à disposição foi preenchido esse ano inclusive esse ano nós recebemos mais de 30 médicos do programa federal naquele aquela transição de governo não estão estão estão nós temos 79 atuando entre esse novo modelo dentro de não dentro do modelo federal sim mais de 100 os cubanos eu digo sem os cortes banda saiu do governo vão dos médicos brasileiros isso os cubanos saiu em novembro como já diz o problema dos médicos cubanos nos constrange porque é um problema muito amplo a primeiro falou em 34 médicos aqui em campinas mas na verdade são 2.500 no brasil que estão numa situação parecida pessoas que vieram assinar um contrato de trabalho no seu país vieram deram a sua contribuição ao país e e resolveram ir embora por esta ou aquela razão né resolveram embora seja porque assumiram família encargo seja por deserção alguma coisa do governo embora então esse é um assunto que está sendo discutido em brasília o ministério da saúde tem que achar um caminho não sei qual ele vai existe um interesse grande dos dois gestores de saúde do brasil para que se ache uma solução porque essa questão então ficou bem consolidada na secretária os médicos cubanos na saúde brasil quanto mais vulnerável local mas isso ficou claro porque eles eles faziam esse trabalho em áreas remotas e áreas indígenas em áreas de grande vulnerabilidade na saúde indígena mais de 90% dos médicos presentes nas áreas indígenas do país eram médicos cubanos do programa mais médico eu vou repetir 90% era um um montante muito significativo e que com essa saída ficou essa sim uma área que tem dificuldade para reposição porque hoje enquanto campinas desculpa ter interrompido o carro enquanto campinas com de atrair e fixar os médicos essas áreas que sempre foram historicamente as áreas que não conseguiam ter médico voltaram a ser áreas onde uma parte grande dos médicos chegou aí mas depois abandonou a gente teve nesse último chamamento do programa mais médicos do brasil é um programa federal já o abandono da ordem de 20% das vagas que tinham sido disponibilizadas nelas foram preenchidas e depois um abandono da ordem de 20% hoje 19 por cento na verdade saiu agora numa reportagem é o que significa uma perda importante de de espaços a gente está falando aqui de algumas alguns milhares de postos de trabalho médico que depois de anos preenchidos voltaram a ficar ociosos e a população voltou a ficar desassistido a secretária a gente volta daqui a pouco nós vamos para o intervalo e na volta a gente volta com seu falando justamente sobre essa contribuição e como município de campinas pode ajudar ou até que ponto ele pode ir pra tentar de certa forma equacionar ou se não se a gente depende exclusivamente do governo federal o questão de ordem vai para um breve intervalo e volta já não sai daí [Música] segundo bloco do questão de ordem que hoje discute o programa mais médicos campineiro no bloco anterior o secretário karmino falava justamente sobre a contribuição de que forma agora deixei essa pergunta no ar os médicos poderiam contribuir a gente sabe que profissionalmente sim mas esse imbróglio jurídico como resolver secretário nós não temos mecanismo no município de campinas para resolver isso todo o exercício profissional é regulado pelo governo federal todo o exercício profissional nós temos assistido aqui na nossa cidade por exemplo a discussão sobre a optometria gente tem que participar da discussão sobre técnicos de farmácia que é uma profissão que não tem ainda a regulamentação estamos discutindo esse assunto isso depende do governo federal e os conselhos do conselho federal de medicina conselho regional de medicina eles são autarquias públicas federais não é que são eles os responsáveis pelo exercício profissional é como obi atrás dos advogados quer dizer o a pessoa pode ser um bacharel de direito mas enquanto ele não passa no exame da ordem ele não pode ter actividade plena como advogado e na medicina não ainda esse exame de ordem existe mas não no sentido de habilitar para o trabalho mas a pessoa é obrigada a ter o número do seu conselho conselho regional de medicina é que no estado de são paulo ou os o o número provisório que foi dado pelo ministério da saúde mas estudado por uma autarquia pública federal mas quando a gente falou daquele rms era só exclusivamente para aquele momento ele não tava lendo e mês como desço turino não pra quem saiu do programa ou terminou a boca acabou aqui ou se desligou não tá valendo mas só vale para aquele momento falho é muito específico ele só vale para os médicos que vêm trabalhar no programa mais médicos do brasil lá no ponto final quem entendeu e só e tem circunstâncias muito específicas desses médicos por exemplo trabalhando aqui mesmo que um médico fosse em cuba o cirurgião cardíaco cirurgião de trauma ele só podia trabalhar na unidade básica de saúde não pode um plantão no mário gatti por exemplo por que houve esse projeto é importante falar mais médico foi objeto de muita controvérsia nacionalmente de muito debate nacionalmente porque foi feita a gente falou uma modificação é importante e histórica na maneira como se fosse permite a prática médica no país então as restrições ficaram muito amarrados muito claras né é muito marcante por isso a gente independente de da emenda do vereador ser mantida ou vetada nela a gente tem isso resolvido ou não a gente sabe que o grosso do que vai provocar o programa mais médicos campineiro o grosso da modificação que ele vai ter pra nossa cidade a contribuição dele é na verdade uma modificação no padrão de formação dos médicos que atuam na nossa cidade feito eu falei antes né hoje nós não temos sem médicos de família e comunidade atuando em campinas não temos em se a gente tiver sucesso nessa proposta de ir formando em dois anos nós vamos ter mais 160 pelo menos na verdade nós temos 56 contratados pela prefeitura mas a gente tem nas universidades por exemplo essa parceria com a unicamp ea puc a são leopoldo mandic por exemplo disciplinas que a gente vai conseguir 100 profissionais em unidades básicas de saúde ou não a partir do momento que mais médicos campineiro for implantado é que ele seria uma espécie de olha eu vou me interessar por fazer isso qual é o caminho secretário eu acho que são dois são o primeiro nós concordo 100% o nosso projecto é um projecto de educação eu acho que a gente não pode turvar isso sob pena de perder o projeto que aqui nós vamos trabalhar vamos tentar ver se a gente ajuda essa questão dos médicos cubanos é como disse o primeiro porque isso tem começo meio e fim é um universo pequeno até eles têm condição de fazer o revalida eu acho que eles têm que se regularizar definitivamente no país é no futuro nós não temos um instrumento para fazer isso esse é o problema tenho um instrumento o programa mais velho campeão um programa de educação nós queremos formar um grande número de médicos para atender esse desafio do país que é desenvolver um programa de atenção básica voltado à saúde da família e comunidade é isso que nós queremos isso é o que está por trás disso é isso que nós pactuamos com as universidades mas é nesse sentido o secretário também essas turmas elas já existem nas universidades nessas conversas que vocês tiveram com a universidade para formatar esse projeto ou essas turmas ainda de residentes específicos na área da saúde na família virou eles viram virou só faremos hoje programas de medicina de família e comunidade funcionando na cidade é o caso da pergunta nós temos seis vagas na unicamp nós temos 16 vagas lá no rio verde 4 vagas no mário gatti um número que eu não lembro são quatro vagas da são leopoldo mandic 14 na filmagem o fluxo ea puc que tenha um número de vagas mas também não costuma preencher o problema mina compreendo isso é interessante é que a medicina de família e comunidade para quem está nos ouvindo não conhece é uma especialidade médica que historicamente tem alguns alguns percalços para a sua implementação no brasil o primeiro que a perspectiva de salário do médico de família e comunidade por ser uma especialidade vinculada necessariamente historicamente não necessariamente a saúde pública sempre uma perspectiva de ganhos um pouco abaixo dos ganhos de especialistas que vão para outras áreas e tudo mais da mesma forma é o prestígio também é o médico do posto é menos prestigiado publicamente eu sou médico do posto estou falando aqui é porque nenhum colega eu sou um dos que fez essa opção mas a gente sabe que tem menos prestígio que o cara que vai operar a cabeça do sujeito é do que o cara que vai ser o cardiologista então é essa história no brasil fez com que dá cerca de 1.100 vagas de residência para medicina de família e comunidade que nós temos no brasil a gente preenche a cerca de 400 por ano 700 ficam ociosas são em campinas inclusive a puc com vários anos de residência em medicina de família e comunidade sendo oferecida a gente teve um residente até hoje só neckel eu inclusive o preceptor dele né então é uma quantidade pequena o que acontece a gente entende que têm algumas coisas em curso a primeira é que hoje o mercado trabalho médico já tende a direcionar mais profissionais dessa área por uma mudança de concepção mudança de perspectiva também uma mudança na oferta de vagas de trabalho né também mudou então já seria uma tendência de qualquer maneira para além disso tem o pulo do gato que é a complementação da bolsa é que é um grande gesto que a prefeitura está fazendo o que vai garantir um valor alto pros prophecy mentos dos recém formados para os médicos que vai ingressar 11 mil reais de bolsa então não ensina impostos sobre isso né e aí esses profissionais certamente entende que eles virão com muito mais facilidade para a cidade é a gente vai ter profissionais inclusive muitos formados em universidades de outros cantos do brasil nós vamos receber profissional né do nordeste do sul do brasil do centro oeste de minas do rio um monte de gente mas fica para a residência que vão vir fazer residência que assim como eu sou formado em minas gerais e vim fazer residência em campinas na residência médica é um elemento que atrai quando ela é bem estruturada quando ela é bem bem organizado e no caso da medicina de família e comunidade numa receita de campinas feito diz com a complementação de bolsa eu tenho certeza que nós vamos ter muito sucesso agora vereador permínio dentro dessas conversas com os médicos cubanos é claro que cada um tem a sua condição econômica financeira ea gente eu não desconheço inclusive acho que o diploma deles tem que tá valendo para se poderem fazer residência não é necessário tem que ter a elaboração do diploma então eles teriam que fazer o revalida para por exemplo está numa residência médica assim de qualquer forma então tem que percorrer esse caminho residente um médico ele ponto valendo ponto final se então perante todas essas coisas vereador é de que forma já que a gente percebeu aqui e foi afirmado que essa decisão passa pelo governo federal de que forma o senhor acredita que a câmara municipal de campinas em particular consegue mobilizar no caso os deputados federais da nossa cidade da nossa região pra pra que possam articular junto ao governo federal para resolver essa situação para encontrar o caminho pra que possam anos enfim contar como os médicos cubanos e que eles possam atuar ou até também entraram mais médicos no caso da nossa lei municipal aqui através de uma residência uma das nossas universidades olha a minha linha de pensamento é o seguinte eu vou falar você tem objetivo eles foram vítimas eles foram vítima de uma situação política diante dessa situação eu quero dizer que eles poderiam poderiam trabalhar estavam trabalhando como existe médico carlos sabe disso tem médico com a ms que não é cubano e italiana venezuelano tem até médicos trabalhando na rede pública de campinas e aí eu faço a pergunta a lei existe pra quê pra ser mudada não muda lei de 1920 1940 porque não pode mudar a lei hoje para acolher esses profissionais cubanos e eu quero observar deixar a observação aqui profissionais de primeira qualidade com 20 anos de experiência eles pra chegar aqui no país eles passaram por duas baterias duas baterias seleções aluno em cuba chegaram aqui passar por mais duas seleções fizeram prova de português todos né vermelho tem formação em medicina de família e comunidade já por que encubra em cuba a formação deles o primeiro dinheiro seja feita uma especialização em medicina de família e depois que o profissional que quiser ter uma segunda especialidade pode fazer como muitos fizeram nos que a questão é essa especialidade de grande é intervenção por exemplo tecnológica cirurgia cardíaca neurocirurgia é a área de transporte um monte de drew por eu tava conversando momento que o meu gabinete teve medo de que ela que fez atuação essa atuação que fala não sei por que essa estrutura futura eu não sei se é normal médio prazo isso a olhá lá no atendimento ágil de emergência do posto saúde naval assim ela fez um futuro segundo ela disse ela falou que no país deles é normal se vai sair eu vou voltar até complementar o que você estava falando na questão eu eu vi enxerguei e até ativo presente onde foi atendido na porção do parque da figueira eu faço questão de usar oa rede municipal de saúde pra quê pra você ver de fato e de direito que aconteça eu sou usuário a minha minha ficha no prontuário com saúde para da figueira 14 39 sendo que a minha família no novo herói foi nossa primeira família a chegar naquela região então só que lá existe 25 mil usuário que usa o posto de saúde então você imagina 14 39 quando começou o posto de saúde e eu fui atendido por uma médica cubana chamar visando um atendimento excepcional eu sei que houve uma certa rejeição quando ele chegava no país mas depois você pode fazer uma pesquisa hoje como é o atendimento dos médicos estrangeiros e cubanos que trabalham na periferia e o que observe e parabenizo eles é o atendimento a forma que eles atende as pessoas lá eles têm muita facilidade e aí entra nessa tese que o toninho falou que eles têm a especialidade médica da família tá então eu volto atrás a lei foi feita para mudar a lei se muda existe renovação então a gente não pode ficar nessa situação é caipira com essa mentalidade retrógrada e deixar esse monte de profissional aí jogado às traças no município no estado e no país então o governo federal na época alegou que segundo o planejamento o dinheiro ia pra cuba times ficaram no país agora estou morando aqui têm família constituída são refugiado refugiados alguns obteve cidadania o dinheiro vai ficar onde ela é legal chegar o dinheiro ia pra cobrir o dinheiro vai ficar aqui a voz do brasil uma colocação vê que eu já vou também por uma área muito política é lamentavelmente hoje é o ministro da saúde atual o henrique mandetta espero que ele ele vai querer que ele regula a língua dele porque ele na verdade foi um dos grandes oponentes do programa mais médicos acusou esses médicos de não serem médicos habilitados competentes para trabalhar na saúde da família né a gente teve infelizmente uma um grau de vamos dizer politização dessa questão que fez com que realmente a situação dos cubanos aqui no brasil quando do início do governo dada a vitória do bolsonaro se tornasse uma situação perigosa inclusive porque foram objeto de acusações de várias ordens por onde disseram que eram guerrilheiros comunistas que vinham todo mundo viu isso lembra disso não tô é fantasiando aqui disseram falaram isso desses médicos nem eu participei aqui da recepção das primeiras turmas de médicos cubanos que vieram para campinas profissionais que tenham experiência em outros países alguns tinham trabalhado na áfrica outros em outros países da américa latina gente que tinha em trabalhar na área existe uma cultura é dada do trabalho é missionário em saúde em cuba é promovida pelo estado então é lamentável e de fato o que acontece é que esse ministro ele acabou entrando o governo entrou ea primeira primeira consequência da entrada do governo foi na verdade um retrocesso imediato na área da saúde ele tem que se virar para resolver isso é indiscutível né acho que essas medidas por exemplo estão sendo propostas é de modificação modificações do programa mais médicos elas são medidas muito complicadas porque por exemplo deixa o estado de são paulo inteiro ao léu né deixa o estado de são paulo inteiro descoberto por causa dos novos critérios com base em que esses critérios são dados a gente não tinha dificuldade província de médico em regiões da periferia até de campinas antes do programa mais médicos e começar a gente não tem cidade do estado de são paulo oeste paulista que tem dificuldade de encontrar médico não são todas as regiões do estado que tem três universidades de medicina é feito aqui mas mesmo aqui vale do ribeira quer dizer as grandes cidades elas tem bolsões de de pobreza em condições de vulnerabilidade muito grande que o idh às vezes uma cidade com o são paulo pode ser mediamente alto mas a cidade tem áreas de vulnerabilidade e menor diz a extrema zona leste de são paulo em são paulo a diferença de expectativa de vida ao nascer da população em por exemplo você pegando regiões da zona leste na zona sul no extremo leste e extremo sul de são paulo e compara com o centro de são paulo de 20 anos de diferença populações com 60 anos de expectativa de vida a nascer e populações com 80 anos assim só confere campinas cimcamp que a cidade não é homogêneo epidemiologicamente você tem por exemplo nós temos um registro de câncer agora muito importante mostrando que o perfil de câncer na região noroeste é diferente do perfil de criança na região leste a expectativa de vida na região leste da cidade diferente de então na verdade nós não estamos falando de cidades que são homogêneas não falar das cidades que estão são heterogêneas então os gestores de saúde estão resistindo muito a proposta do governo federal porque os gestores disse olha a atenção não é tudo igual é nós gostamos mobilização do conselho existe claro que existe os gestores no brasil mas não é em favor dos cubanos em favor do programa onde eles estão inseridos em relação ao programa mais médico porque hoje eu não sei dizer mas hoje nós temos um número enorme de municípios de novo sem utilizar até agora estão falando demais e 2 não é de 2 mil municípios só no estado de são paulo conselho por exemplo divulgou uma lista com 36 cidades que deveriam ter médicos ligados ao programa mas estão sem nenhum profissional e nove desses municípios por exemplo são no noroeste paulista então quando a gente fala é desse programa federal que vai ser com certeza um outro debate eu trago de noura campinas secretário eu duas coisas primeiro com a assinatura digamos a sanção da lei em quanto tempo a gente já vai começar se imediatamente qual é o plano e uma segunda coisa existe a possibilidade de sancionar também a emenda para que depois isso seja visto conforme os médicos com consigam se regularizar perante o governo federal com cidadania e também o revalida ou não nesse momento estrategicamente é o momento de se pensar mais médicos como foi elaborado inicialmente e futuramente essa possibilidade de termos os médicos cubanos qual é a sua avaliação sincero e não quero de jeito nenhum primo meu primeiro ensaio muito bem disso eu eu acho que é ilegal a gente compromete definitivamente o programa se a gente não vetar porque nós vamos cair na ilegalidade nós não queremos colocar o nosso projeto no nível de legalidade nós vamos continuar trabalhando juntos vão continuar fazendo todas as gestões que a gente tem para resolver outro problema mas neste momento nós só podemos colocar médicos que sejam legalmente legalmente ligados ao a a medicina que tenham tenham diploma e assim por diante quer dizer eu queria complementar o que foi falado antes eu fiz meu pós doc há 30 anos atrás na itália e um médico de família do meu bairro do dobro do meu chefe que fazer transplante de medula óssea do hospital universitário então a questão de fato é a questão cultural para esse tipo de atividade é uma questão cultural importantíssimo aí o o homero da saúde da família e comunidade ele tem a oportunidade de se reciclar de todos os anos se preparar para novos desafios da medicina evolui a saúde evolui então eu não gostaria de perder o foco do nosso projeto que eu disse no começo é um foco educacional nós queremos que campinas a prefeitura através das secretarias universidade a própria câmara municipal que praticamente existe uma unanimidade é em que esse projeto é muito importante entender que esse é um projeto para ajudar uma política de estado o grande problema e o pedro falou de passagem o grande problema do programa mais médicos brasileiro e que ele acabou sendo uma política de governo e não à política de estado o que nós estamos propondo uma política de estado e ajudar a política do estado campinas sozinha não é capaz de mudar essa história mas nós somos capazes de dar o primeiro passo talvez o segundo passo porque não é com a chancela de universidades e assim por diante então nesse momento eu não gostaria de de perder o foco do nosso projeto o foco do nosso projeto é educação é formar residentes é formar o futuro puro a questão conjuntural do programa mais médicos nós estamos trabalhando em outra esfera e estamos trabalhando no não acho que nós não estamos não estamos enganando ninguém nós estamos trabalhando verdadeiramente é só ver os pronunciamentos as ações e assim por diante se isso vai ser consequente ou não a gente não sabe a a classe política tem que ajudar muita gente nisso porque os gestores querem resolver os gestores de saúde querem agora a gente sabe que no cenário jurídico institucional que nós temos hoje isso não é possível simplesmente não é possível se a gente aprovar uma lei onde você tenha um problema desse tipo eu não tenho dúvida no mesmo dia um mandado de segurança os conselhos entre nós não vamos fazer então nós vamos perder a oportunidade de fazer uma coisa muito boa que todo mundo acha muito bom sobre é devido a um a um passo que talvez não coubesse nessa lei agora cabe trabalhar no outro sentido claro e vão continuar trabalhando e esses profissionais secretária os que vão trabalhar junto que já estão nessas universidades a partir da sanção da lei já começam a atuar no ano que vem no próximo semestre quando a população já vai começar a sentir os efeitos do mais médicos campineiro nós estamos trabalhando num decreto regulamentador eu gostaria muito de ter um processo seletivo que foi uma coisa que eu senti falta no programa mais médico federal as pessoas entravam bom a dimensão do projeto o brasil tentou mesmo permitisse um processo seletivo como nós vamos trabalhar em campinas só eu acho que cada um processo seletivo a gente tem que evitar alguns problemas que nós tivemos com o programa mais médico federal poderá evitar isso fazendo uma seleção que quer dizer não devemos fazer uma questão só cartorial a gente tem que fazer um mínimo de de avaliação de quem vai entrar pra ter certeza de que não teremos problemas a ser enfrentado daqui a pouco e nós queremos já esse ano ainda a questão da residência depende de aprovação das duas vagas no conselho nacional no de residência médica não é que é em agosto então as propostas de incremento de vagas devem ser feitas pela unicamp pela puc pela são leopoldo mandic até agosto isso vai ser apreciado pela comissão nacional de residência médica e depois o processo seletivo é no começo de 2000 e 20 para começar em exercício em março de 2021 então pra 2019 o único mecanismo que nós temos é fazer o a pós graduação lato sensu que foi falado pelo peru num processo de estágio na verdade que é o que está lendo quando isso for passar para a residência médica o regramento da residência médica ele é nacional ele já nós já não temos tanta governança sobre o regulamento e não são mais 40 horas são até 60 horas a questão do treinamento é o outro e assim por diante não é a china que tem um desafio é um desafio grande que o secretário e pela relação que vai ser que está estabelecida com as universidades e ao são inclusive um desses participantes que eu sou professor uma das universidades aqui da cidade da puc na área saúde da família é por isso inclusive eu me abstive de todas as votações relativas ao projeto é que é agente organizar o que vão ser esses cursos as precipitou dias os campos de estágio né porque em todos os nas duas modalidades a gente vai ter aí o campo de estágio com a obrigação de ter um profissional que vai acompanhar um processo formativo no processo educacional é um processo feito a gente falou no começo aqui que se dá no encontro entre o profissional eo usuário e esse encontro é mediado também por um sonho precipitou um supervisor é uma pessoa que acompanha esse processo e ajuda ali ao vivo em tempo real é esse profissional tomar as melhores condutas nem tão um residente por exemplo não pode estar um serviço sem perceber teria então em cada unidade que foi implementado uma vaga de residência tem que ter algum profissional lá que seja um preceptor maciço para a residência no caso da pós graduação também tem isso mesmo não só que isso pode se ainda em 2019 mas de qualquer maneira esse processo tem que ser maior e sido rapidamente né tem que ser visto onde que são os lugares mais propícios dialogar com a equipe porque tudo isso vai mudar um bocado a cara da rede campinas tem uma lei de preceptoria que talvez a gente tenha que mudar talvez nós estamos avaliando e outra coisa muito disso e nós estamos falando ele é auto sustentável então por exemplo pagamento de preceptores e já está previsto através do financiamento da saúde da família e comunidade então nós estamos fazendo todo esse mapa para saber o quanto realmente isso vai custar para o município o quanto vai ser nossa obrigação quanto virá do programa federal da saúde da família então existem muitas coisas que a gente está aprendendo e descobrindo que a gente pode trabalhar no sentido de fortalecer esse programa agora esse programa é um programa de prioridade máxima não é pro governo é próprio para ficar eu acho que é um é um programa de educação eu tô há 40 anos como docente da unicamp completei agora em março e eu não me lembro de ter conseguido preencher as vagas de residência para a saúde da família e comunidade em todo esse período exatamente pela falta de decisão política e sim uma decisão política de fazer o programa funcionar bem infelizmente nosso tempo já acabou agradeço a participação ea gente vai aguardar e os resultados e as primeiras notícias e as primeiras contratações a gente pode dizer assim eu acho que não é ideal nem a primeira formação de profissionais mais médicos campineiro agradeço a participação de todos se você não acompanha o nosso programa por inteiro acesso no youtube pontocom barra tv câmara campinas em instalar na playlist questão de ordem e você s de todo esse programa e tantos outros que nós fazemos aqui na tv câmara campinas e até o próximo questão de ordem [Música]