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Questão de Ordem | Novembro Azul: prevenção, saúde do homem e desafios em Campinas
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Questão de Ordem | Novembro Azul: prevenção, saúde do homem e desafios em Campinas

23 views Publicado 17/11/2025 HD · 1:03:06

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No Questão de Ordem desta semana, abrimos espaço para um debate essencial sobre Novembro Azul, campanha internacional dedicada à saúde do homem, com foco na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata. Este é um tema de saúde pública que salva vidas e precisa ser amplamente discutido, para combater tabus, desinformação e o medo que ainda afasta muitos homens dos cuidados básicos. Para essa conversa, recebemos Camila Monteiro Gonçalves Dias Silva, coordenadora da Área Técnica da Saúde do Adulto e Idoso em Campinas. Com vasta experiência na rede municipal, Camila explica de forma clara como funciona a política de atenção à saúde do homem, quais são os principais desafios no atendimento, os sinais de alerta que não podem ser ignorados e a importância do acompanhamento regular. Também participam do debate os vereadores Paulo Haddad, presidente da Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Campinas, e Dr. Yanko, membro da mesma comissão. Ambos trazem o olhar legislativo e social para a discussão, comentando projetos, ações da Câmara e necessidades urgentes para ampliar o acesso aos cuidados preventivos. Durante o programa, você vai entender: Por que o câncer de próstata ainda é um dos mais prevalentes entre os homens. Como o preconceito e a falta de informação impactam na prevenção. O que a ciência recomenda sobre exames, faixa etária e monitoramento. Como está a rede de saúde de Campinas para atender homens durante todo o ano, não apenas em novembro. Quais políticas públicas estão em andamento para reforçar a prevenção e facilitar o acesso aos serviços de saúde. A importância de hábitos saudáveis, controle de doenças crônicas e acompanhamento médico periódico. Novembro Azul é mais do que uma campanha: é um convite para que todos os homens assumam o protagonismo sobre a própria saúde. Quanto antes o diagnóstico é feito, maiores as chances de tratamento eficaz e boa qualidade de vida. O objetivo do programa é justamente ampliar esse diálogo, quebrar barreiras e incentivar cuidados contínuos. Assista ao debate completo, compartilhe com familiares e amigos e participe nos comentários com suas dúvidas, sugestões e experiências. Sua interação ajuda a ampliar a conscientização e promover saúde para toda a população masculina. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, começa agora o programa Questão de Ordem, que hoje vai debater o Novembro Azul, a importância do cuidado com a saúde masculina, com foco na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata. Segundo números da Sociedade Brasileira de Urologia, o Brasil registrou 17.587 mortes por câncer de próstata em 2024, o equivalente a 48 óbitos por dia. É uma alta de 21% em 10 anos. O Instituto Nacional de Câncer, o Inca, estima um total de 71,7.000 1 novos casos em 2025, consolidando a doença como o tipo de câncer mais frequente entre homens, à frente de pulmão intestino e atrás apenas do câncer de pele, o primeiro entre homens e mulheres. Então, sobre políticas públicas aqui pra cidade de Campinas, a importância da detecção precoce, o efeito da pandemia nos dias atuais, eu recebo aqui no estúdio o vereador Paulo Hadad. Ele que é o presidente da comissão de política social e saúde aqui da Câmara, é líder de governo, é médico, é dentista. Recebo também o vereador Dr. Ianco, membro desta mesma comissão e que também é médico, é cardiologista. E participa do Questão de Ordem a Camila Monteiro Gonçalves Dias Silva. Ela que é coordenadora da área técnica da saúde do adulto e idoso aqui na cidade de Campinas. Lembrando que o debate vai acontecer. Farei as interrupções apenas quando o necessário. Vereador Paulo Hadad, começo com o senhor. 14 anos desde o início da campanha aqui no Brasil do Novembro Azul. Como é que enxerga este tema a evolução das discussões neste período? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Gabriel, muito obrigado. Sempre um prazer, né, participar desse programa, trazendo informações ou levando informações precisas pro nosso cidadão. Saudar aqui o meu amigo, companheiro de legislativo de comissão de política social, que é o vereador Ianco. Prazer tê-lo conosco. A Camila, que é nossa coordenadora da saúde do homem. Camila, seja muito bem-vinda. Sempre um prazer contar, né, com a administração pública nessas oportunidades. Gabriel, vejo com bons olhos, eu já estou no meu terceiro mandato, né? assumiu o primeiro na suplência e são dois mandatos que eu tive a oportunidade de ser eleito e reeleito. E nesses três mandatos, nós tivemos eh quando no novembro azul ações dentro da da Comissão de Política Social eh e saúde, as os eventos de novembro, novembro azul. Eh, a gente vê que no passar dos anos o homem começou a se preocupar um pouquinho mais com a saúde, né? a saúde dele. Nós vamos depois ter oportunidade aqui com a fala dos nossos dois convidados, mas normalmente quem se preocupava mais era a mulher, né, com a saúde dela. Nós temos também algumas ações no outubro rosa, alguns eventos dentro da Câmara que eh traz a Baia esse esse assunto, mas o homem ele sempre foi um tabu, né, ter a a o homem eh como protagonista na na na procura de de ajuda ou na procura, né, da da sua saúde como um todo. E a gente veio com bons olhos que no passar dos anos as coisas têm acontecido de forma natural. Haja vista, né, que você falou, né, que hoje nós temos o maior número de casos. Isso também por conta da procura maior, do rastreamento que a gente vai acabar discutindo aqui, mas o homem tá procurando, né, cuidar mais da saúde. Então, eh, nessa pergunta sua, eu vejo com muito bons olhos que o homem está se preocupando um pouco mais com sua saúde, especificamente, né, falando aqui do novembro ao azul. novembro azul do câncer de próstata na forma de rastreamento e prevenção, a já vista com o diagnóstico precoce, ainda é o melhor remédio paraa cura dessa doença que tem, né, um um alto índice de cura se for diagnosticado precocemente. Mais de 90% de possibilidade de cura. Vereador Dror Ianco, o senhor enxerga uma mudança de comportamento dos homens? Há mais compromisso, cuidado com a saúde ou tudo muito parecido com aqueles tabus do passado? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Olá, a gente que agradece o convite sempre, né, o programa Questão de Ordem, sempre trazendo pautas importantes aí, relevantes, não só pra cidade de Campinas, para toda a região que certamente nos assiste. Cumprimentar você, Gabriel, pela ancoragem de programa tão importante. Leitero, vereador Paulo Hadad, sempre abrilhantando aí, nos trazendo informações e sempre pontuando de forma amena, né, esses temas tão importantes também. Camila, parabéns mais uma vez pelo trabalho aí da saúde do adulto, né, pelas ações que estão sendo realizadas aqui na cidade de Campinas. Eh, enfim, eh, eu ainda vejo com certa, eh, desconfiança essa essa melhora da procura do homem pela saúde. Concordo com o vereador Paulo, Hadad, que tem, né, evoluído alguma coisa, mas ainda existem sim alguns preconceitos, muito tabu. O homem muitas vezes deixa a sua saúde em segundo plano, talvez pela necessidade de prover, né, eh, o lar e pr e talvez às vezes fique aquele estigma de que se descobrir que tem alguma coisa, isso pode eventualmente impedir com que ele alcance, né, e essa meta de de tá sempre protegendo e provendo seus lares. Então, é algo que a gente realmente tem tentar buscar o máximo de ações possíveis para que a gente consiga trazer, né, os homens para se cuidarem. Eh, importantíssimos dados que foram aqui oferecidos, né, pelo pelo brief inicial aqui da da nossa discussão. 90% ou mais do dos dos pacientes que diagnosticam câncer de próstata precocemente podem ser curados. Enfim, então são inúmeras as vantagens de se fazer um diagnóstico precoce. Mas reitero e reforço às vezes esse preconceito até em relação ao toque prostático que ainda tem um certo, né, tabu, um certo mito aí, enfim, algum tipo de preconceito enfrentado pelos homens. nós temos realmente que tentar desmistificar esse tipo de situação e trazer, né, trazer eh as os homens principalmente, né, enfim, as mulheres têm um pouco mais de de uma procura mais espontânea e se cuidam mais, mas trazer os homens para essa para essa discussão para, né, para virem junto, né, das ações, né, de governo, das ações também a nível privado, para que a gente consiga cada vez mais fazer diagnóstico precoce e cuidar deles de uma forma que a cura muitas vezes advém. também, né, com esse tipo de atitude. Então, mais uma vez, parabéns e vamos seguir em frente a nossa discussão tão importante aqui. Com certeza, até porque essa é uma estatística, é um dado muito importante que o vereador Paulo Hadad trouxe, que o vereador Dr. Ianco também trouxe, né? Se diagnosticado precocemente, 90% de chance de cura. Então é muito importante porque muitas vezes quando a gente fala de câncer assusta e aí o homem ele não vai fazer este exame, ele vai só que se você fizer o exame, se você encontrar e for precocemente, 90% de chance de cura. Se for um pouquinho mais avançado, a gente tem muitos tratamentos hoje em dia, a medicina avançou bastante, então é muito importante este cuidado com a saúde masculina. Participa do nosso programa do Questão de Ordem a Camila Monteiro Gonçalves Dias Silva. Primeiramente, qual que é o trabalho desenvolvido aqui na cidade de Campinas, nesta área técnica da saúde do adulto e também do idoso? Seja bem-vinda. Uma boa tarde. Boa tarde. Boa tarde a todos. Muito bom estar aqui com vocês mais uma vez. Esse programa ele traz mesmo muitas informações paraa nossa população que o conhecimento é poder, né? a gente precisa falar sobre essa saúde do homem e colocar ele como protagonist protagonista do seu cuidado. Queria eh me sinto honrada de estar, né, junto aqui com os vereadores eh nessa roda de conversa e respondendo a sua pergunta, eh os homens historicamente não procuram mesmo um serviço de saúde, então enquanto secretaria nós temos que ir aonde esses homens estão. Então, as ações intersetoriais que são feitas em parcerias com diversas secretarias é que potencializam chegar onde esses homens estão. Então, a secretaria tem trabalhado nesse sentido de juntar forças com poder público, o poder privado para trazer eh ações de saúde para esse homem, como vacinação, o rastreio, né, das doenças cardiovasculares, como hipertensão e diabetes, que é a primeira causa de morte entre os homens, né? Então eu preciso trazer o enfoque desse cuidado, cuidado integral, né? O cuidado total desse homem. E aí a gente sabe também que a população de Campinas eh é uma população que está acima da média nacional de pessoas idosas. Então, a gente tem aí, né, a maioria dos municípios tem em torno de 10% e a nossa população tem em torno de 18,4% de pessoas idosas. E a gente sabe que esse câncer ele ele tem um aumento nos homens, né, a partir de 60 anos. A gente sabe que tem o grupo de risco a partir de 45 anos que tem que ficar atento, né, aos sinais de mudança, enfim, do sistema urinário. Mas homens, a partir de 60 anos é muito comum. Então, a gente vai ter a primeira causa mesmo, as doenças cardiovasculares. E aí a segunda causa são as neoplasias, sendo que o câncer de próstata é mais intente nos homens. Ô Camila, você diz que este homem ele não vai muito pro centro de saúde, ele não vai procurar um médico, um consultório, geralmente é mais quando tá já com o sintoma, né, que daí já é um problema falando sobre nesse caso de de saúde. E aí que ação que o poder executivo ele tem? Então, por exemplo, se tem um evento na cidade que geralmente vai mais homens, então um jogo de futebol, uma corrida, um evento que a prefeitura já sabe que vai acontecer, ações acontecem nesses lugares. Exatamente. A gente tem falado de estações de cuidados. Então, nessas ações intersetoriais, a gente oferta vacinação para esse homem, rastreio, né, de hipertensão, diabetes, com verificação de glicemia, verificação da da mensuração da pressão arterial, até os testes rápidos, né, que a gente tem que fazer. Essa questão do rastreio das ISTs é tão importante no homem, mas na mulher também, porque historicamente os estudos mostram que homens se cuidam, que se cuidam, eles as famílias são melhores cuidadas também, né? Então, a gente tem esse olhar do homem e da mulher no cuidado da sua família. Quando a gente fala do do SUS, a gente trabalha em Campinas estratégia de saúde da família, né? Quanto mais eu cuido dessa família, melhor eu cuido de todos os integrantes desse núcleo familiar. E aí é aceito a partir do momento que vocês estão indo até eles ou mesmo assim existe uma resistência? exige uma resistência, mas como eles estão eh normalmente em maior volume, então se um amigo ele é mais corajoso, e eu acho daí eh faz todo sentido a nossa campanha, né? Coragem de gritar mais alto, né? Então, coragem de gritar mais alto pro seu autocuidado, coragem para gritar mais alto para cair esses tabus, né, das masculinidades, dos preconceitos. Aí esse homem acaba aderindo às nossas estações de cuidado. Muitas informações importantes, Paula Dad e Dr. Ianco. A primeira que a Camila trouxe, né, o senso foi divulgado recentemente, né, e mostra uma população de Campinas que está envelhecendo. É preciso ter uma atenção especial, então, principalmente com este público, com uma cidade que tá envelhecendo. E aí as campanhas precisam acompanhar isso, né? Exatamente, né? nós temos eh hoje muito bem consolidado eh aquela situação em que vários homens, né, ou muitos homens, eles terão câncer de próstata ou até hiperplasia prostática, mas mais especificamente câncer de próstata às vezes nem sabe, né, que ele tem ou que eventualmente ele acaba ele acaba morrendo de causas outras, né? a gente vai até discutir um pouquinho outras causas que são importantes a gente também trabalhar em termos de saúde pública e, né, não sabe, não diagnado como um câncer de próstata próstata porque um eh eh a evolução desse, né, tumor, dessa neoplasia que ele tem, ela foi mais lenta, né, alguns casos são muito mais agressivos. Então, quando diagnosticado, eh, porque porque isso não dá, muitas vezes não dá nenhum sinal e nenhum sintoma. Então, quando diagnosticado, ele já está numa fase mais avançada, já com metástas. E normalmente as metástases são ósseas, então ele vai ter uma dor, por exemplo, dor na coluna, dor bacia e quando ele for eh procurar ajuda médica, ele ele já tem lá um quadro muito mais avançado que requer um tratamento diferente. Quando diagnosticado precocemente, os tratamentos são variados, né? Mas você tem chance de cura muitas vezes por uma cirurgia, seja ela aberta, cirurgia laparoscópica ou robótica, que você tem a oportunidade de cura desse paciente sem ter que recorrer a outras alternativas terapêuticas como radioterapia, como bloqueio hormonal, enfim, única e exclusivamente a cirurgia, mas em casos mais avançados, composição de de tratamentos. Então é muito importante que a pessoa tenha essa leitura que dependendo se já tiver uma história familiar, esse rastreamento ele tem que começar aos 40, 45 anos, né? Diferentemente uma pessoa que não tem história familiar, que começa aos 50 anos, mas não tá livre de acontecer. Claro. Então ele tem que fazer esse acompanhamento, essa visita, né, ao ao urologista, eh, para que ele possa ter a oportunidade, se tiver alguma alteração, né, maligna na sua próxa, seja diagnosticado precocemente tratado e curado, né? Então, acho que a importância maior. O Dr. Ianco já falou sobre isso, né? que ainda existe um tabu. Sim, existe. Nós temos que desmistificar porque isso é é é dá, né, aquela oportunidade de você viver, né, e o diagnóstico do câncer de próstata não é um um atestado de óbito, muito pelo contrário, é uma segunda oportunidade que você tem, né, de tá tendo e a sua saúde, né, de alguma forma eh restabelecida para que você possa viver. E como o Ianco disse, o homem é o provedor, hoje, hoje as coisas já estão, né, numa balança, elas estão praticamente eh bem equalizadas, né? A mulher tem o seu a sua a sua o seu protagonismo dentro do do provimento, né, das das necessidades dentro de uma casa, de uma família, tal como tal como o homem. Então, talvez, né, a oportunidade de o homem voltar, né, uma vida, eh, profissional, laboral, normal, né, com todas as atividades normais, inclusive a gente já que tá falando abertamente desmistificar até a sua atividade sexual normal, né? Porque às vezes o homem pensa: "Ah, eu tô com problema, não vou procurar com como foi dito aqui, mas tem que ir atrás, porque ele tem a oportunidade de curar e ter uma vida normal a partir daí, com diagnóstico e tratamento." Sim. Doutor Ian, o que que fazer com esta informação, né? População brasileira em média nos municípios 10% idoso, aqui em Campinas 18%. É, acho que essa provavelmente seja a condição, né, daqui paraa frente, as pirâmides, né, de evolutivas aí populacionais, realmente, né, antigamente a gente via que o Brasil tinha uma pirâmide bem clássica, né, de país subdesenvolvido de, né, e hoje as pirâmides têm a sua base, né, que muitas vezes tá até inferior ao meio e e à cúpula. Então, realmente é essa é a questão. Então, a gente tem que intensificar cada vez mais os diagnósticos das doenças, né, principalmente, foi muito bem falado pela Camila, as doenças cardiovasculares que são e eu acredito que continuarão sendo a maior causa de morte entre a população. É, enfim, é por o câncer de prósta, realmente é complicado a gente entender e ver que ainda tanta gente vai descobrir o câncer em estágio avançado, que aí já não tem muito o que se mais de 70.000 no nosso país, não sei em estádio avançado, mas a expectativa é que 70.000 diagnósticos em 2025 é muita coisa. São mais de 20% de óbito, né? São 17.000 mortos e 70.000 você põe quase 25% de pessoas que morrem, né? Então, câncer avançado realmente é complicado tendo, né, como você fazer esse diagnóstico precoce. E hoje o tratamento cirúrgico, o tratamento é muito, modernizou bastante através, né, das cirurgias por vídeo, bem comentado pelo vereador Paulo Hadad, da cirurgia robótica, que era um grande problema na cirurgia de próstata. qualquer milímetro que fosse desviado da parte de precisão para reção, para tirada da prosta, muitas vezes a pessoa ia ter bastante, né, eh eh disfunção sexual, muitas vezes também perda urinária. Então tudo isso com as cirurgias robóticas, com modernizar dos procedimentos, melhorou bastante esse cenário. Então nós temos que continuar lutando, né, através das ações realmente do governo, né, aqui de Campinas, principalmente que é é um governo, né, do prefeito Dário Saad, um governo diferenciado. Ele por ser médico, tenho certeza que ajuda muito, né, porque é urologista ainda, então tenho certeza que por ele ser médico urologista, né, ele tem realmente uma ação muito mais priorizada paraa saúde. A gente percebe isso nitidamente. gente comentando, eu sempre converso muito com o vereador Paulo Hadad aqui, enfim, com o próprio prefeito, com todos aqui. Saúde é sempre complexo, porque você sempre vai precisar de algo a mais. É complicado você conseguir resolver todos os problemas, mas um governo pautado, né, focado em diminuir essa condição de de desassistência ajuda bastante. Então, mais uma vez, é muito importante o diagnóstico precoce. Novembro é um mês emblemático, ele simboliza que é nesse mês que a gente, né, os homens devem fazer esse tipo de de ação para se, né, promover uma prevenção em prósta. Mas o ano todo é importante que você saiba que é importante cuidar, vê como é que tá a sua próst, não sendo em novembro, que seja em dezembro, janeiro, enfim, atenção a isso para que vocês consigam realmente, se tiver o problema, ser diagnosticado com precocidade. É isso. Novembro a gente põe aquela luz, é um foco, mas é durante todo o ano este cuidado. Camila, a gente tá falando de Campinas, que é uma metrópole, é uma cidade muito grande, mais de 1 milhão de habitantes, uma cidade muito heterogênea. A gente tá falando de uma cidade que tá envelhecendo. Quando a gente vai fazer uma campanha, a gente faz uma campanha geral para todo mundo, para que o assunto chegue até as famílias, para as mulheres conversarem com as pessoas dentro de casa ou existem alguns focos pra pessoa idosa e para aquela pessoa que tá entrando numa fase de adolescente, de adulto, mas que já fique bem informado. É diferente este contato ou uma campanha geral para toda a cidade? A campanha ela é geral para toda a cidade, mas o foco é a família. Então eu preciso trazer informações direcionadas ao público masculino de de diferentes faixas etárias. Então quando eu vou pensar na infância, eu tenho que estimular esses meninos a participarem de atividades físicas. Então a gente tem muito programas, né, na Secretaria do Esporte que fomenta essa questão da adoção de de hábitos saudáveis de vida, que a gente sabe que traz um impacto ao longo da vida para um bom envelhecer, para adicionar vida aos seus anos, né? Então essa é uma essa é uma questão, né? né? A questão da parceria com as escolas é fundamentais. Então, a gente tem um um programa que ele é intersecretaria, chama Passos para uma vida melhor, onde a gente fomenta atividade física, adoção de hábitos de vida saudável, alimentação saudável paraa qualidade de vida da nossa população. Então esse é um foco mais nas crianças com ações também voltado pro público adulto e idoso. Aí quando a gente vai pensar na juventude, a gente tem que pensar que o que mais acometem os meninos é a questão da violência, a questão, né, dos comportamentos eh no trânsito. Então, a gente tem que trazer a luz um pouco o enfoque, né, da eh desses acidentes de trânsitos, né? Eu vi um vídeo essa semana em que ele fala um quantitativo de mortes. Por exemplo, Campinas teve 155 mortes por acidente de trânsitos. 85% foi com homens, né? Então a gente tem que trazer a luz desse incidente e começar a trabalhar com a população. E aí perguntou para esse homem, né? Ah, mas quanto você acha de por que deveria morrer sobre isso? Aí ele falou: "Ah, eu acho que a gente devia diminuir uns 20, 50%". Aí eles trazem esse número de 50% e traz todas essas pessoas para ele, inclusive a família. É, aí ele começa a repensar, não acho que a redução tem que ser zero. Então é sobre isso, se desse seria o ideal, reduzir 200%. A gente não tem que ter mortes por acidente de trânsito. A gente precisa conscientizar, né, os nossos jovens a utilizar, né, os equipamentos de proteção, a seguir as regras de trânsito para que nenhuma família, né, tenha perda do seu ente querido. Então é sobre isso. Então quando eu for falar para esse público adulto jovem, eu vou trazer também esse enfoque e falar também das doenças, né, a as IST, infecções sexualmente transmissíveis. A gente tem que falar sobre isso, né? existem eh a a tá voltando, né? Então, esses jovens precisam saber sobre isso, a importância do sexo seguro, né? não só eh utilizar os meios de de PREP que a gente tem, né, que é um medicamento que você quando foi exposto por o vírus eh utilizar essas medicações, mas já adotar, né, hábitos saudáveis de autocuidado. E a e quando eu vou pensar agora eh na questão também importante don dos adolescentes, a questão do uso do cigarro eletrônico, tá? a gente tem aí uma retomada do, né, do uso do tabaco por essa geração. Então, conforme o foco de saúde do homem, eu foco eh eu trago assuntos pertinentes à necessidade daquela população. Então, se eu faço uma ação na escola, por exemplo, vou falar de vacinação de HPV, eu vou falar de acidente de trânsito, vou falar de IST. Se eu vou, por exemplo, uma empresa onde eu tenho a maioria homens e aí homens a partir dos 45 anos já jovem adultos ou idosos, aí eu vou falar sobre as doenças cardiovasculares, aí a prevenção dos cânceres, né, não só de próstata, mas também o câncer de colon e pulmão, né, a gente tem, eles estão bem empatados na questão de mortalidade e a gente sabe que tem muito a ver a hábitos de vida saudáveis, né, a questão, né, de ter uma vida regrada em hábitos de vida saudável com alimentação. atividade física, manejo do estress. Isso é importante pro homem. Quando eu falo sobre esses assuntos, eu discuto e possibilito, né, trazer conhecimento pros diversos públicos da saúde masculina para as temáticas que são pertinentes à sua necessidade de cuidado. E e a gente teve aqui também, só para complementar, a cerca de, acho que umas três semanas um uma discussão, um debate, uma palestra sobre eh câncer de bexiga. Então é algo que hoje a incidência, né, aumentou. Um câncer de difícil diagnóstico, né, você não consegue fazer um rastreamento, você não consegue eh eh se antecipar a um muitas vezes a um quadro mais grave e é um problema de saúde pública, né? Inclusive, eu doei, né, através das minhas emendas impositivas, dois aparelhos para diagnóstico e tratamento do câncer de bexiga, um prode e outro pro Mario Gate. Então, por vídeo você vai lá, né, faz eh isso, né, por vídeo e através da da da imagem por dentro da bexiga, né, porque o nosso cidadão comum sim consiga entender, né, um método pouco invasivo, você vai lá, faz o diagnóstico, já tem, né, o o o resultado, enfim, de uma forma muito precoce, né? Eu acho que isso é importante. É uma é uma modalidade de tumor que até então a gente não falava muito, mas só para reforçar o que ela disse dos hábitos, né? né? Hoje o aquilo que a gente preconiza, aquilo que é preconizado, ou talvez não fosse tão tão falado, né, num num passado não muito distante sobre atividade física, sobre eh hábitos alimentares, já falo do sobrepeso, né, ou obesidade mórbida ou obesidade ou sobrepeso. Hoje a gente tem que levar isso, né, em consideração até para que eh as pessoas diagnosticadas e tratadas num num dado momento elas acabem adquirindo hábitos, né, de de uma vida saudável e tem um resultado muito melhor no seu tratamento e no seu prognóstico, né, aquilo que vai eh acontecer daqui paraa frente. Grande parte dos cânceres tem relação com obesidade e sedentarismo, né, com falta de exercício. Então, grande parte, no caso aqui, o câncer de próstata tá diretamente ligado histórico familiar, obesidade e sedentarismo, né? falta de exercício físico. Então, é importante que os sintomas, né, conforme o o vereador Paulo Hadad comentou, com muita propriedade, a o câncer de bexiga tem aumentado e tem muita relação ainda com uso de tabaco. Eh, enfim, agora com esses esses vapes aí, esses cigarros eletrônicos, certamente também devem ter algum tipo de influência, já que tem tabaco, enfim, em sua composição. Provavelmente também nós e um monte de substâncias que a gente não tem nem ideia do que está lá, centenas de substâncias. Então, certamente nós vamos ter problemas a posterior, porque é algo muito recente ainda, mas certamente nós encontraremos problemas aí nessa em relação a isso. E eu sempre repito, né, nós temos que focar sempre nisso. Medidas que nem a, né, a Camila falou muito bem, medidas de ações para melhora de atividade física, alimentação, qualidade de vida que vai lá na frente trazer, né, o bônus desse investimento. É um investimento, você investe, né, o recurso para depois não ter que gastar para tratar doença lá na frente. Então, parabéns mais uma vez pelas ações do governo. E não esquecer da vacina, né? Vamos reforçar. Ela falou do HPV, né? Jovens e adolescentes tem que se vacinar, né? o o HPV, ele leva a câncer de coloc no homem, enfim, a criança, o jovem, o adolescente, ele tem que se prevenir e a melhor prevenção para isso, né, para essa patologia, né, para essa pro HPV alguma patiloma vírus, é, ainda é a vacina, então tem que se vacinar, não tem não tem outra alternativa. Então, super efetiva a vacina, né? Isso é isso, né? Mantenha sua caderneta de vacinação atualizada. Você que está nos acompanhando, sabe onde tá a sua caderneta de vacinação. Procure, é importante. Ou vai até o centro de saúde aí do seu bairro para ver se não tem nenhuma vacina que tá atrasada, porque tem de dengue, tem de gripe, a gente tem muitas mortes aqui na cidade de Campinas. Então é muito importante correr atrás em busca da saúde. Tuberculose que tá voltando também, né, Camil? Nós temos uma excidência alta, né, de pacientes acometidos pela tuberculose. Você tem algum dado da da secretaria? Não, aqui nesse momento não. Mas o que é inter pode falar? Não, pode falar assim, mas a gente, né, nós tivemos aqui o o Ianco acompanhou da prestação de contas do último quadrimestre. Acho que ele pode eh eh um aumento, né, significativ eh eh o governo através de todo o esforço tá difícil às vezes atingir essas metas de controle para tuberculose, rancenias. Então são doenças que demandam tratamentos prolongados, né? Acima de se meses de tratamento, tem que tomar o comprimido todos os dias, um dia que falha pode eventualmente eh promover uma falha terapêutica. Então é bem complicado. Então se meses de tratamento ininterrupto às vezes é complicado porque são pacientes, né, via de regra, que já tem uma certa condição, né, social um pouco diferente, às vezes, né, não tem o privilégio social com que muitos têm. Então, realmente é complicado. Às vezes eles não têm essa essa noção da gravidade do problema, da transmissibilidade que essas doenças promovem para toda a comunidade. Então, realmente são metas que, né, o governo através de todo seu esforço muitas vezes não tem atingido. Infelizmente. É, tô com uma reportagem aberta aqui, ó. Taxa de abandono do tratamento de tuberculose três vezes maior do que esperado. Então, assim, geralmente é esperado 5%, aqui na nossa metrópole 14%. Então, é muito importante. A maioria dos pacientes que não finalizaram o tratamento eram homens. Isso sim. Então, representam 76% do total, mais de 400 diagnósticos. Então, é muito importante informações. Aí é um panorama da cidade de Campinas sobre a saúde do homem. Então é muito importante a gente manter a caderneta de vacinação atualizada e ir até o consultório de um médico para poder fazer exame, exame de sangue, até um cardiologista para fazer todos os exames pra gente cuidar da nossa saúde. Só para fazer um parênteses, Camila, quando você estava falando da questão do trânsito da cidade de Campinas, nós fizemos aqui um questão de ordem com o presidente da INDEC, com Vinícius Riverete, com os vereadores Benê Lima e Oto Alejandro sobre esse diagnóstico do número de mortes aqui na cidade de Campinas, a maioria de homens, cuidado com os motociclistas também, muitos acidentes com quem tá na garupa. Então, procura aí questão de ordem, entra aí y youtube.com/tvcamaracampinas, tem a playlist do nosso programa. Recentemente nós falamos sobre esses dados e falamos também aqui um programa especial sobre cigarro eletrônico também com o presidente da Câmara de Campinas, com o vereador Luís Rossini. Você também pode procurar aí questão de ordem na nossa playlist que a gente fala bastante sobre essas questões. Paulo Hadad, Dr. Ianco, depois quero saber da Camila. A gente tá falando aqui sobre o número de mortes, então, por câncer de próstata, que vem aumentando continuadamente. De acordo com dados do painel de monitoramento de mortalidade do Ministério da Saúde, nos últimos 10 anos aumenta um crescimento de 21%, 14.984 mortes em 2015, 17.587 em 2024. sobre esse diagnóstico, sobre este panorama do por essas mortes estão aumentando. Em algum momento vocês entendem que a pandemia traz um reflexo? Porque 2020, 2021, obviamente, principalmente, o foco ficou no vírus, nos cuidados que nós precisamos ter. E aí eu acho que era evidente, porque foi algo global durante todo o mundo, então foi algo muito complicado que nós vivemos. E aí cirurgias eletivas elas não foram realizadas. Muitas vezes a gente teve aquela campanha do fique em casa e aí muitas vezes o homem não ia nesta consulta. Essa reação em cadeia e algum momento a gente pode explicar este aumento agora de um período que nós vivemos há 4 anos? Bom, eu acredito que é multifatorial, né? são várias as situações, muitas eh das patologias que hoje ou depois da pandemia nós tivemos um incremento foi por falta das pessoas se dirigirem, né, a a a à rede pública ou a rede privada para consulta e diagnóstico de algo que que ela eh tinha, né, como como uma uma coisa normal dentro do seu dia a dia. Então, cirurgias represadas, isso, né, é mais do que evidente. Eh, patologias, doenças que acabaram não sendo tratadas e adquiriram ali um contexto diferente daquele que poderia ter e o prognóstico pior e patologias que eventualmente não foram diagnosticadas também, porque o fica em casa era algo que era preconizado naquela época. Então isso ajudou, mas especificamente, né, do câncer de próstata, câncer de mama e outras patologias, outros cânceres. Eu acho que primeiro, né, como já foi dito aqui, a nossa população tá envelhecendo. Isso é é é fato, né? A gente tem aí comprovado que a população está envelhecendo. Então, quanto mais se vive, mais sujeito a algumas patologias, né? Você pode ter aí um quadro de hipertensão, um diabetes tipo 2, um colesterol alterado, né? Eh, problemas cardiovasculares, problemas respiratórios e o câncer de próstata também faz parte. É, quanto mais envelhecemos, mais chance de termos câncer. Os homens, mais de 90% dos homens, ah, eles se viverem mais de 60 anos, eles são propensos ou são candidatos a ter o câncer de próstata. E nessas campanhas que que eventualmente são veiculadas, né, eh, na na na imprensa e muitas vezes em em ações, né, de busca ativa, elas acabam fazendo que as pessoas, os homens, eles se sensibilizem da necessidade da da da de fazer um acompanhamento da sua saúde. Então, eles têm procurado mais. Então, não só a doença ela ela aumentou, eu acho que talvez até por pela longevidade, mas isso já acontecia lá atrás. Uhum. Hoje alguns hábitos nocivos, muitos deles já já não o fazem mais. Então, essa história de homem fumar mais, beber mais, tá tá tá diminuindo. Acho a a intenção, a ideia de uma vida mais saudável, pautada numa alimentação e e atividade física, ela é já é uma realidade. Então, você vai nas academias hoje, nós temos, né, as pessoas de uma idade mais avançada, 70, 80, até 90 anos, fazendo atividade física. Então hoje não é é algo exclusivo do jovem, do adulto, né, e o da meia idade. Então nós temos uma realidade diferente. Então as pessoas estão se cuidando mais, mas acredito que seja por conta da do da busca ativa, né, de tentar fazer esse rastreamento e as coisas estão mais claras. Hoje nós temos a possibilidade de ser mais assertivos, né, naquilo que você eh preconiza enquanto a saúde do homem, especificamente falando do câncer de pró. Então, a procura, as campanhas, eh, e eventualmente um fato ou outro, né? A gente tá falando um pouquinho da pandemia, mas eu acredito que daqui paraa frente a tendência será essa, né? você ter é o é o aumento pelo pela procurativa, pela pela eh pelo homem, né, ter mais preocupação com sua saúde e correr atrás disso. Acho que é é é mais por isso do que qualquer outra coisa. Dr. Ianco, tragédia da pandemia de algum momento ainda traz algum resultado aliado com o estilo de vida, com a nossa rotina, um, dois, três empregos, estress, trânsito, o nosso estilo de vida também contribui? Eu acho que sim. Eu acho que nós temos ainda um reflexo, sim, da pandemia. Ainda tá muito recente, né? Tem muito pouco tempo que a gente teve essa tragédia. Muito bem citado por você, Gabriel. Eh, foi uma, né, uma tragédia que jamais qualquer ser humano posso desafiar que ninguém imaginou que ia passar por isso. Enfim, foi realmente complexo. Eh, mas eu tenho certeza que tem ainda um reflexo da pandemia, porque talvez teve um, né, um aumento pouco acima da média. Claro, o que o vereador Paulo Hadad comentou com muita propriedade mais uma vez, você só fala coisa com propriedade. Então assim, eh, mais uma, mais uma vez ele comentou com muita propriedade, a buscativa e a melhor, e a melhor tecnologia para alcançar e o envelhecimento da população, obviamente vai trazer aumento do diagnóstico e com isso, né, conforme a gente vai ficando mais mais experiente assim, né, mais as primaveras vão passando, a gente vai conseguindo ter mais diagnóstico e isso vai ser uma uma condição inerente, né, de fazer mais diagnóstico. Mas a pandemia foi foram dois anos que a gente ficou estagnado sem fazer diagnóstico nenhum. Então, não só o de próstata, mas o de intestino, o de estômago. Então, são vários cânceres que tiveram um aumento sobrepujante em relação ao que o que havia acontecido. Então, obviamente tem essa repercussão da pandemia, mas a tendência é que isso todo ano, infelizmente, a gente acabe sendo, né, impactado com aumento dos dados dos dos níveis e da mortalidade, porque a população vai envelhecer e com isso, obviamente, nós vamos ter mais diagnósticos de câncer. E assim, o que a gente poderia muitas vezes tentar ir no caminho oposto seriam as doenças cardiovasculares, que essa aí também vão aumentar, né, com a idade, obviamente, mas as prevenções e as metas que hoje são muito bem estabelecidas, né? Talvez eu puxe um pouco essa sardinha para lata aqui porque eu sou cardiologista, mas as metas de controle de diabetes, controle de colesterol, de controle de pressão são cada vez mais otimizadas. E se a gente conseguir viver dentro dessas metas, realmente os níveis e o acontecimento dessa dessa doença que é tão trágica e a que mais causa morte disparadamente, muito mais do que a Covid, que foi uma tragédia, mas doenças cardiovasculares sempre, né, assumiu a liderança em relação à mortalidade. Realmente, se a gente fizer esse trabalho, por isso que é importante, no momento em que você foca na próstata, tenta trazer também doença cardiovascular, sempre puxa, porque essa é a que mais mata. Se você puxar para você, vai ficar muito melhor da gente conseguir cuidar dessa população. E a família que ela falou muito bem, Camila também. Tô cercado aqui de pessoas que só me ajudam aqui, tá? Tá mais fácil. Então, família, eu tô dando, vou dar um exemplo, eu gosto de dar exemplo figurativo para que a gente consiga compartilhar e vocês estão nos assistindo entender. Minha filha tá fazendo medicina e o professor falou: "Ó, tem que fazer, né, avaliação com com urologista, tem que muitas vezes é preciso fazer sim o toque prostático, porque às vezes exames de próstata normais, o PSA normal não quer dizer que não possa ter câncer de prósta". Então ela falou isso. Você você foi, papai? Falei: "Fui sim, eu vou. Pode ficar tranquilo. Exatamente. Então assim, a família é a que mais divide essa preocupação e aí, né, as meninas, as mulheres também tem esse cuidado maior com o papai, enfim, com o irmão, com É muito importante realmente essa compartilhar isso com a família para que todos juntos busquem essa essa, né, essa condição de diminuir, né, tanto diagnóstico tardio, que é o grande risco aí em relação a esse assunto tão relevante de hoje. Camila, o assunto pandemia ele aparece na área da saúde, ainda se discute? Sim, aparece na vida de todos nós, né? A gente fala que teve uma um existe um mundo antes da pandemia, um mundo depois da pandemia. E a gente tem falado que, na verdade, a pandemia ela trouxe à tona alguns problemas que estavam velados, né? Então, a gente observou historicamente, a gente tinha um padrão de ter, em primeiro lugar, as doenças cardiovasculares, segundo neoplasia e aí sempre em terceiro lugar a gente tinha as doenças respiratórias. Com a COVID a gente tem aí essa em terceiro lugar segue as doenças infectocontagiosas, mas de uma certa forma ela tem influência sobre todas as outras, né? Então, a pessoa que tem, né, essa condição, né, cardiovascular, ela tem uma tendência a ter uma piora com o quadro de COVID, né? Então, foi isso que a gente vislumbrou durante todo esse tempo de pandemia e ainda tem reflexos e estudos que eh trabalham, né, com esse público pós- COVID, né, todo o impacto que o COVID traz na saúde, seja em qual área que a pessoa foi afetada, né? Então, a gente tem esses eh cuidados pós COVID. Eh, acho que como o os vereadores já falaram, a gente tem essa questão, né, do envelhecimento, que ele é muito eh ele é hoje visível na nossa população. Essa pirâmide hoje ela é abobadada. Então, a gente tem a gente o aumento da expectativa de vida, a gente tem essa mulher que é inserida no mercado de trabalho, então a gente tem aí uma taxa de natalidade melhor, as mulheres eh têm menos filhos e e a gente tem essa taxa de fecundidade, né, que é menos filhos. Então, toda essa toda essa mudança histórica e no Brasil aconteceu de uma forma muito acelerada, né? Em outros países envolvidos, essa população ela foi envelhecendo então na 140 anos. Aqui não, em 20 anos a gente tem esse boom. Isso reflete nossos dados epidemiológicos. Então, a gente percebe mesmo que a gente vai ter um aumento, né, dessas doenças, principalmente, né, esse o câncer de próstata no homem. Mas uma coisa muito importante, e aí a gente tem que também ver o desafio e a importância, é da atenção primária nesse cuidado, né? É estar onde a família está. Então, quando eu aumento a cobertura de atenção primária, eu aumento a possibilidade dessa família ser cuidada. Uhum. Então, Campinas hoje ela tem, né, uma taxa de 80% de cobertura, né, da tensão primária. Então isso faz com que a família seja cuidada dentro das suas necessidades, dentro do seu território, porque a gente sabe que os determinantes sociais eles têm grande impacto na saúde das pessoas. Então, a minha história de vida tá muito relacionada à forma como eu vivo, as condições sociais que eu tenho disponibilidade e isso vai afetar na minha velice, né? Então, eh, esse, todo esse cuidado em todo o ciclo vital, ele é fundamental. E outra questão muito importante é quando eu eu tenho a oportunidade de dar acesso essa família à saúde, aí as coisas vão aparecer, aí ela vai ser cuidada. Então daí a gente vai ter, né, um aumento mesmo da das condições crônicas, que é o que a gente tem visto que é natural do envelhecimento, mas principalmente dessa questão do cuidado. Eh, acho que historicamente o o novembro azul, a gente sempre falou do câncer, né, de próstata. Desde 23 para cá, a gente tem trabalhado uma comunicação diferente com a nossa população, que é uma comunicação mais salutogênica, eu falar de saúde e não só de doença. Então, a gente tem evocado esse autocuidado do homem para ele se cuidar, né, como um ser humano que precisa de cuidado, né, e precisa de primeiro se amar, né, eu cuido de mim mesmo para cuidar do outro, né? Então, cuidar mesmo, alimentação saudável, mais uma vez a gente vai falar sobre isso, porque é algo que tá possível, né? É possível ainda a população brasileira ainda tem acesso, né, alimentos. A gente acho que o CASA faz um trabalho bem interessante de educação e saúde alimentar, que é mostrar com R$ 50 o que que eu compro de eh alimentos em natura, que é legumes, verdura, e alimentos ultraprocessados, que é salgadinho, miojo, né? a gente precisa, né, eh, levantar o nosso nível de autocuidado para falar o que que aquilo que eu como é aquilo que vai refletir a minha saúde. Então, quando a gente tem uma alimentação saudável, eh hábitos de vidas, eh, como caminhada, correr, fazer atividade física, não depende de muito recurso, né? depende da sua disposição. Então, a gente tem aqui, acho que trazido nesse debate a disposição do homem de se autocuidar, de parar, né, parar e para pensar um pouco em si, né, e buscar esse cuidado. Essa discussão acho que precisa acontecer. Até esta semana eu tava no Instagram e tá muito na moda, né? Acho que nutricionista falando sobre isso e tava avaliação, né, de suco, de não sei o que, e ela tava dando nota, ó, esse suco é 100% integral, isso é legal, nossa, esse é cheio de conservante, tal, tal, tal, porque às vezes a gente vai pela marca e não olha os ingredientes e aí vai ver a quantidade de conservante que tem. E aí quando eu entrei nos comentários, muitas pessoas estavam falando: "Ah, mas na praticidade eu acabo pegando este suco aqui porque ele é mais barato". E aí entrou muito nisso que você falou da questão do preço do trabalho que o Seasa faz também tem o ISA, que é um programa muito importante aqui na cidade eh de Campinas e aí falava exatamente sobre isso, né? Que ainda acho que no popular isso fica muito na mente, né? Ah, mas para comer bem é muito mais caro. O que é mais barato acaba sendo um produto de uma qualidade inferior. Então, acho que essa é uma questão muito importante, já que a gente tá falando bastante sobre saúde, dessa mudança que nós precisamos fazer desses hábitos alimentares. Então, é muito importante a gente sempre pesquisar bastante, olhar os ingredientes, pesquisar pra gente ter aí eh um cuidado maior com a nossa saúde. Camila, você citou a questão social na sua resposta. Tem alguma região na cidade que precisa de uma atenção maior que historicamente vocês precisam fazer essa busca pelo homem? É, quando a gente vai pensar aí nesse recorte do câncer de próstata, eu vou pensar nos distritos que eu tenho uma população mais envelhecida, né, que é o norte e leste. Mas o cuidado com a saúde do homem, ele tem que ser olhado em todo o seu ciclo vital. Uhum. Então, quando a gente tem aí o distrito noroeste, sudoeste, sul, é, é uma e são territórios que têm regiões com alta vulnerabilidade, tá? Então eu preciso do enfoque, né? Tanto que a gente percebe que nessas unidades, nesses lugares, eu tenho uma maior quantidade de de unidade de saúde, porque essa população é uma população com alta vulnerabilidade social. Isso precisa ser olhado. Paulo Hadad, Dr. Ianco, de acordo com essa resposta, né, pegando aí sobre região vulnerável, região que já tem bastante problema, o que que precisaria acontecer na cidade pra gente conseguir chegar neste público? vai fazer multirões, consultas gratuitas, presença digital forte, educativa. Como é que vocês enxergam? Bom, a gente eh tem, né, a consciência de que muito se faz em termos de saúde pública na cidade de Campinas. Nós temos hoje Campinas, ela atende até 25% do seu entorno. Então nós carregamos aqui, né, um talvez um um algo que não deveria só ser, né, eh eh prerrogativa nossa ou algo que a gente deveria assumir na sua integralidade, que é a a saúde da região metropolitana como um todo. Nós já temos uma sinalização do governador que o hospital metropolitano tá chegando. Vamos voltar até nesses dias agora a doação, a a desafetação e afetação do terreno para que esse hospital se torne uma realidade. Mas a a a rede pública de saúde, ela faz ela faz o seu papel, ela cumpre o seu papel. O que nós temos que ter, talvez, é uma adesão maior da nossa população, eh, saber da importância. E a gente falou um pouquinho aqui sobre hábitos, né, eh, de uma boa, de um bons hábitos de saúde que vai repercutir na sua saúde como um todo. Então, uma alimentação boa não significa uma alimentação cara, muito pelo contrário, comer aquilo que é sazonal, aquilo que é de época é importante, né? A gente fala que o prato colorido ele é importante. Então essa diversidade de alimentos, eu acho que ele também ele tem que ser levado em consideração. Eh, embutidos, evitar, né, salgadinho, comer coisas realmente mais naturais. E a gente falou, e eu acho que isso é extremamente importante, a atividade física, ela é importante. Você não precisa se matricular numa academia. Você pode caminhar aonde você mora, na região onde você mora. Então você sai para caminhar, você sai para correr, enfim, Academia Ar Livre hoje nós temos, Campinas tem essa realidade, ela tem essa essa esse DNA de de proporcionar ao nosso cidadão, cidadão comum, cidadão talvez pouco menos favorecido financeiramente. as oportunidades. Nós temos no Taquaral, temos outros parques, né, na cidade de Campinas que você tem ali equipamentos de ginástica, né, que você pode fazer uma musculação. Hoje musculação já é sabido, previne e por exemplo, né, o Alzheimer. Então você uma musculação, você pode prevenir o Alzheimer. Uma atividade eh de de eh aeróbica, você pode prevenir problemas cardiorrespiratórios. Então você tem a oportunidade de se exercitar a custo zero, né? Uma uma alimentação saudável, compatível com aquilo compatível com aquilo que você ganha, né? Comos seus proventos. Enfim, eu acho que são atitudes, né? A gente tem que procurar colocar na cabeça do do nosso cidadão, né? das pessoas que muitas vezes recorrem aos profissionais da saúde ou à rede pública, que mais importante do que ele ir lá se consultar e e e a e se tratar, ele se prevenir, né? Então ele tem que, eu eu sou dentista de formação, depois eu fui fazer medicina, mas ele tem que começar por hábito de higiene bucal, ele tem que escovar o dente, né? O mínimo. Ele tem que saber que a boca faz parte de um todo, tem que lavar a mão para comer, enfim. Então são coisas importantes, hábitos, né, de educação para que você tenha uma saúde compatível com aquilo que você pode e que está tudo interligado. Eu lembro que recentemente um jogador de futebol ficava sempre se lesionando e não sabiam o porquê. E a origem dessas lesões era na boca. Ele tava com um problema na boca e aí ele não conseguia curar, não tratava uma lesão que parecia ser algo muscular, tal. e aí foi se investigar e era na questão da que faz parte de um torno. Então a imunidade ela ela faz ela ela só você só tem uma imunidade boa se você tiver uma a um um uma umas um vários fatores que você leva em consideração, por exemplo, alimentação, atividade física, você vai ter uma boa imunidade. Muitas células cancerígenas, elas se multiplicam todos os dias no nosso organismo, mas se você tiver uma boa imunidade, o seu organismo combate. vai ficar doente se você, né, de alguma forma negligenciar os hábitos bons de de de uma boa eh de uma saúde como um todo, hábitos não nocivos, enfim, depende mais da gente do que do poder público para curar aquilo que já tá já tá instalado. Dr. Ianco, multirões, consultas gratuitas, ampliação de unidades móveis de saúde, realização de campanhas educativas. como é que você enxerga aí pra gente popularizar ainda mais este assunto? Eu acho que tudo, todas essas, né, essas questões que você levantou muito bem, eu acho que dentro da das mídias, né, principalmente a mídia digital, é algo que tem sido muito utilizado hoje. Então eu acredito que praticamente todo hoje tem mais celular do que pessoas hoje, porque tem muitos que tem mais do que um celular. Se a gente for fazer um levantamento, acho que tem mais chip de telefone do que pessoas. Então acho que a mídia digital entre essas, né, que foram muito bem citadas aí, eu acho que é é muito importante. Mídia digital seria o foco, né, prioritário para tentar chegar, alcançar ativamente aqueles que às vezes estão escapando ainda de um de um diagnóstico aí precoce dessas doenças. Camila sobre mídia digital. Em 2023 viralizou um vídeo do Porta dos Fundos enado e senado pelo Antônio Fagundes falando sobre a campanha de uma forma sincera, aberta, direta, com termos que as pessoas costumam brincar com o assunto. Esse tipo de vídeo, ele pode atingir uma parte da população que tem receio, pode ser uma estratégia. Você tem uma campanha séria, às vezes distribuindo, né, um folhetinho, às vezes num ponto de ônibus. e um vídeo como esse de viralizar, de falar sobre este assunto e de chegar no WhatsApp do grupo da família, do grupo do futebol dos amigos e todo mundo comentar sobre o assunto. É sobre isso, é trazer luz aquele assunto. Então eu a gente tem visto a importância da comunicação para ter uma levar informação paraa população e as mídias sociais é o caminho, né, a forma como a gente se comunica. Então, a importância também de trazer a questão da saúde, não só da doença. Eu vou falar, imagina, eu venho conversar com você, eu só vou falar de câncer, você não vai querer conversar comigo, mas se eu falar assim, olha, você precisa se cuidar, sua saúde deve ser vista de modo integral, então desde a sua saúde bucal, sua saúde, como a saúde tá interligada, se as pessoas tiverem conhecimento de como o nosso corpo interligado, ele vai adotar medidas que vai prevenir doenças. Então aquilo que eu como vai se refletir no meu corpo. A água que eu preciso tomar, o nosso corpo é 70% água. E isso traz um impacto na nossa saúde. O idoso, a gente precisa eh ofertar água para esse idoso, porque às vezes você tá com idoso lá que tá confuso, ele tá desidratado. Chega no PS, falou assim: "Ah, ele começou com confusão mental, o idoso ele tem um padrão e aquele padrão quando ele tá mudado, você tem que verificar principalmente primeiro as necessidades básicas". Então, a necessidade básica do homem é se alimentar bem, se hidratar bem, se movimentar, né, e tratar a sua, aí com tudo isso eu tenho uma saúde mental melhor, né, contemplar, a gente fala, dar um mergulho, né, de banho de natureza, fazer esse movimento de olhar pras árvores, perto e longe, você tá, você tá estimulando o seu nervo ótico, isso vai ser bom pra sua saúde ocular. Então, são medidas que parecem simples, mas exige da gente um autocuidado de disciplina. é você fazer uma gestão do seu tempo para que você colha no seu dia a dia uma qualidade de vida, né? Então depende muito mais de nós, né? E é sobre isso, né? Quando a gente vai falar de saúde, depende da minha gestão do meu tempo, daquilo que eu vou eh o que eu vou fazer para mim mesmo, né? Para eu me cuidar. Então isso é uma coisa que parece simples, mas eh necessita uma gestão de tempo, uma disciplina que cabe a nós. Programa bom é programa com muitas informações e passa rápido, tanto que já acabou. Vereador Paulo Hadad, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo. As informações que foram trazidas aqui de grande valia pro nosso telespectador, os exemplos que foram dados, tenho certeza que chega até o nosso telespectador, até a Casa das Pessoas. Já faço um novo convite pro senhor retornar aos nossos estúdios para falar sobre esse, mas também sobre outros assuntos e fica aberto aí as suas considerações finais. Gabriel, agradeço mais uma vez a oportunidade, né, ainda mais, né, com dois eh profissionais do mais alto gabarito, Camila, Dr. Ianco, amigo querido. Eh, e o programa realmente ele ele passa muito rápido, né? É um bate-papo muito gostoso, mas fica aqui eh a nossa mensagem de você que tá nos assistindo, que você, homem, se cuide, que você eh adquira hábitos de vida mais saudáveis, né, não só na alimentação, mas atividade física. E fica aqui o meu testemunho. Eu sou um exemplo de alguém que passou por uma situação de diagnóstico de câncer de próstata. Eu fiz cirurgia, eu tô aqui e agradeço a Deus por me dar essa nova oportunidade. São dois anos, né, que eu eh diagnostiquei, operei e tô tranquilo, tô aqui vida normal. Então, eh essa oportunidade talvez que eu tive, você que eventualmente não tá se preocupando com a sua saúde, pode ser que não tenha. Então fica aqui o meu testemunho que mais do que qualquer coisa tenha a preocupação com sua saúde, vá ao seu médico, vá se urologista, faça os seus exames, né, anualmente para que você consiga, se tiver algo que não está de acordo ou for diagnosticado, que seja de forma precoce para que você tenha oportunidade de se curar. Relato importante. Fico feliz que tenha falado deste novo momento, né? Isso é muito importante e tá todo mundo muito feliz nesta questão de saúde agora passado esses dois anos. Vereador Dr. Ianco, também muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para participar aqui do nosso programa. você que também é membro da comissão de política social aqui da Câmara de Campinas, cardiologista, muito obrigado pelas informações que foram trazidas aqui das pessoas que chegam até o seu consultório, do conhecimento que o senhor tem, já faça um novo convite para retornar aos nossos estúdios, para falar também sobre outros assuntos e fica aberto aí as suas considerações finais. Eu que agradeço, né, a TV Câmera pelo convite, Gabriel, pela condução brilhante aqui do programa, né, tornou muito ameno e agradável esse bate-papo importante, né, para você hoje, falando especificamente do câncer de próstata, da próstata e que muitas vezes eh não é diagnosticado de forma precoce e com isso você pode às vezes desenvolver, né, estágios mais avançados e com uma dificuldade maior paraa cura. Se você tiver dor para urinar, se você tiver aumento, né, da quantidade de urina, principalmente noturna, se você tiver sangramento ou no semen ou na urina, observe esses sintomas e muito mais rapidamente procure ajuda médica. Se você não tem sintoma nenhum, procure o seu o exame anual para que você faça esse diagnóstico. Caso esteja ainda em estágios iniciais da doença, você tem 90% de chance de ser curado o câncer de próstata. Então, lembre-se dessas mensagens finais aqui que são muito importantes para que você não seja um daqueles números da estatística desagradável que a gente, infelizmente, ainda tem em relação ao câncer de prosta aqui no nosso Brasil. Então, busque ajuda e se proteja para que você não tenha um diagnóstico tão triste. Então, muito obrigado mais uma vez e é isso. Fica essa mensagem para você aí de casa. Nós aqui agradecemos Camila Monteiro Gonçalves Dias Silva, coordenadora da área técnica da saúde do adulto e do idoso aqui da cidade de Campinas. Muito obrigado por ter aceito o convite, por ter vindo até os nossos estúdios. dá um panorama da cidade de Campinas, que a gente sabe que não é fácil, é complexo, é muito grande, principalmente da área da saúde, mas com informações importantes, né, sobre principalmente a saúde do homem, para que a gente acabe com o tabu, com os preconceitos, que a gente sabe que ainda eles existem, mas que a gente tá avançando passo a passo. Podia ser um ritmo mais rápido, mas faz parte e fica aberto aí paraas suas considerações finais, já fazendo o novo convite para você retornar aos nossos estúdios. Eu que agradeço, Gabriel, a você, a TV Câmera de estar aqui com vocês. E a nossa mensagem é que você, homem, se cuide, né? Cuide de si, cuide dos seus filhos, meninos, incentive eles fazerem atividade física, se alimentar bem, porque o exemplo ele fala mais do que o nosso discurso. E lembrar que saúde ele é além de ausência de doenças, né? A saúde é um bem-estar físico, mental, social, espiritual. Então, música saúde. É isso. E a você aí de casa, o meu muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Espero que essa informação tenha chego até você atualize a cadereta de vacinação, faça atividade física, coma melhor, se exercite. É muito importante a gente cuidar da nossa saúde pra gente ter uma vida melhor. Programa Questão de Ordem fica por aqui. Até a próxima semana. Tchau. Tchau. 15 segundinhos agora, gente. เฮ
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