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Questão de Ordem | MICROFLORESTAS
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Questão de Ordem | MICROFLORESTAS

60 views Publicado 14/04/2025 HD · 1:04:15

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[Música] Olá, começa agora o programa Questão de Ordem. Recentemente, a prefeitura anunciou a primeira microfloresta de Campinas com uma previsão de 3.000 mudas de árvores que serão plantadas no balão do Laranja, no Jardim Novo Campos Elízios. A Secretaria de Serviços Públicos implantou um primeiro modelo no balão da Praça Fernando Fernandes OS, ao lado do portão 6 da Lagoa do Taquaral, com 2100 mudas de árvores em uma área de 4.820 m². O plano é implantar 200 microflorestas em toda a cidade, nas regiões mais afetadas pelo calor. Se implementada em muitas regiões do município, pode diminuir o calor nessas áreas, diminuir a poluição do ar, impermeabilização do solo, aumento da biodiversidade? Será que tem outras vantagens? Bom, para debater a arborização da cidade de Campinas, a criação de microflorestas, eu recebo aqui no estúdio o vereador Igor Diego, o vereador Wagner Romão, presidente da Frente Parlamentar pelo Meio Ambiente de Enfrentamento aos Efeitos das Mudanças Climáticas e o João Pedro Serrano, que é engenheiro florestal da Secretaria de Serviços Públicos. Lembrando que o debate vai acontecer. Farei as interrupções apenas quando o necessário vereador Igor Diego. Começo com o senhor, como é que enxerga, né, a implantação das microflorestas aqui na cidade de Campinas. Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Boa tarde, né? Muito obrigado. Gostaria de agradecer também a presença aqui do meu companheiro aqui de programa, é o Wagner Romão, vereador sempre atuante aqui também, um professor, aprendo muito com ele. João Paulo também representando o nosso secretário. Paulela, seja bem-vindo aqui. Obrigado também. Olha, essa esse é um tema muito pertinente, né? A gente tá discutindo hoje aquilo que a gente tem conversado no dia a dia lá no distrito do Campo Grande. Eu nasci e moro lá e a gente tem sentido na prática essas esses efeitos das mudanças climáticas eh lá no distrito do Campo Grande e também no distrito do Ouro Verde. Então, a comunidade sente na pele isso e hoje a gente tá discutindo na prática algumas ações que prevê melhoria eh no dia a dia do cidadão. Vereador Wagner Romão, de acordo com a prefeitura, esta iniciativa é para combater as mudanças climáticas e o senhor criou recentemente a Frente Parlamentar pelo meio ambiente de enfrentamento aos efeitos das mudanças climáticas. A Frente Parlamentar vai acompanhar essa implantação, vê com bons olhos, tem alguma preocupação? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Obrigado, Gabriel. Prazer estar aqui. Prazer, vereador Igor Diego, também ao João Pedro, pessoal que tá nos assistindo também em casa. Eu acho que é super importante essa iniciativa. A gente tem que considerar todas as iniciativas que estão direcionadas para esse enfrentamento aos efeitos das mudanças climáticas. A gente sabe que as árvores, as sejam as microflorestas, sejam aquelas que já existem, as praças que devem ser arborizadas são super importantes para que a gente possa diminuir temperatura média nas regiões, para que a gente possa ter mais permeabilidade, né, do solo, que o solo possa acolher melhor a água que vem das chuvas, né, evitar enchentes. Então, essa é uma iniciativa super importante, né? Bem-vinda, que a prefeitura esteja olhando para isso, uma vez que, eh, de outro lado a prefeitura também tem feito ações, né? Depois acho que quero até ouvir aqui o o João Pedro a respeito disso, que eh são, de certo modo, contraditórias a essas iniciativas, né? A gente sempre tem batido muito, e esse vai ser um debate muito importante nos próximos anos, meses e anos, eh a respeito da questão do plano diretor, né? né? A gente vê que, infelizmente, Campinas tem tido muita dificuldade. Aliás, plano diretor que foi aprovado em 2018, ele é contrário a essa ideia de que a gente deva preservar um cinturão verde no entorno da cidade, eh, inclusive nas regiões mais periféricas, porque ele praticamente liberou a expansão, eh, urbana para essas áreas, para praticamente todo o território do município. Então sim, é importante que a gente tenha locais em que as microflorestas possam ajudar, né, a conter temperatura, que a gente possa ter mais árvores, possa ter mais, né, menos poluição ambiental. Eh, mas de fato é eh a gente precisa também discutir como um todo, né? Afinal de contas, a cidade ela é integrada e a nossa preocupação na frente tá muito baseada nisso. A gente pensar soluções integradas paraa cidade, claro que é super bem-vindo essa iniciativa, mas importante que a gente acompanhe e fiscalize. E participa do Questão de Ordem o João Pedro Serrano, que é engenheiro florestal da Secretaria de Serviços Públicos. Como que surgiu, né, esta ideia, este projeto, a necessidade para uma metrópole como Campinas ter estas microflorestas urbanas? E para quem está nos acompanhando, que é uma microfloresta urbana, seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Muito obrigado, Gabriel, vereador Igor, professor Wagner Romão. Eh, a microfloresta surgiu, é, foi uma concepção do nosso prefeito, Dr. Dário Saad. ele vislumbrou esse esse projeto. Eh, esse projeto ele já acontece em outras países, na Europa principalmente. E o Dr. Dário trouxe pra nossa secretaria, pro secretário Ernesto Paulela, que prontamente já adorou o projeto, já trouxe para nós os técnicos que estamos diretamente nessa nessa área e produzimos, né, eh idealizamos juntamente todo a a várias mãos esse trabalho. É, pegamos é algumas essências do que que Campinas tem. Campinas é uma cidade que historicamente já vem cuidando do meio ambiente desde desde sempre. E aí, como que foi? A gente pegou, idealizou esse projeto, pensou assim, vamos colocar microflorestas em principalmente pequenas praças que estão descobertas, rotatórias, que normalmente a gente vê a rotatória é só aquele aquela aquele gramato. Uhum. Então a gente começou a imaginar, projetar isso e juntamente com o prefeito Dr. Dário a gente falou assim, ó, vamos pensar no número 200. E aí a partir disso a gente começou a idealizar o tamanho que parte desde 200 m² até 1000 m². Por exemplo, no protótipo que a gente fez no balão do do cartódromo, ali, conhecido vulgarmente, né, como balão do cartódromo, a gente conseguiu alocar e 2.000 árvores, né, 2170 mudas. E a partir desse protótipo a gente já consegue ver tempo de serviço, quanto tempo a gente demora para implantar uma uma microfloresta de 2000 m², de 3000 m². E começou a idealizar eh a idealizar esse projeto e ver aonde que a gente vai eh alocar as próximas. A próximas, como a próxima, como você muito bem disse, vai ser no balão do laranja, né? Conhecido ali como balão do laranja. Ali a gente colocou a área do do balão é por volta de 3.000 m². A nossa previsão é de plantil de 3000 m, é 3.000 mudas, perdão. Uhum. Eh, só que claro, né, ali já existe alguns indivíduos arbórios, algumas árvores. Então, assim, a nossa previsão é sim 3.000 multas naquele balão, mas caso não dê, a gente coloca um pouquinho pro lado, coloca ali, mas com certeza naquele local vão ter 3.000 mos. Na sua resposta você falou sobre protótipo. A gente pode dizer que por enquanto é um projeto piloto e que serão eh observadas o comportamento e dessas mudas ou de fato isso já tá implementado aqui na cidade de Campinas para pras próximas? Não, já o projeto ele já foi pra Câmara, já foi aprovado da nossa parte técnica ali. O protótipo foi mais pra gente entender eh tempo de de plantil para porque assim, né? O não é só a gente chegar e e plantar as mudas, né? A gente tem que abrir as covas, tem que fazer uma adubação, correção de pH do solo. Então tem bastante coisa envolvida a escolha de espécies, porque não é apenas a gente pegar as mudas que a gente tem no viveiro, né? Que todas as mudas que a gente vai, a gente vai discutir isso, né? Mas todas as mudas que a gente utiliza no plantil é produzida pela Prefeitura de Campinas, salvo algumas eh exceções que são doações de de termos de ajuste de conduta. Mas então assim, a gente tem que selecionar as espécies, né, alocar tudo. Então aquele aquele protótipo foi pra gente eh entender como que vai ser essa implantação das microflorestas. sobre essa questão das espécies, né, Igor e depois Wagner Romão. Lembro principalmente no último ano, né, diversos requerimentos de informação à prefeitura sobre manutenção das árvores. Nós tivemos comissão especial de estudos aqui na Câmara Municipal de Campinas, fez diligência no Bosque do Jectivá. Enfim, é um assunto que também chama atenção, que preocupam vocês. Vão acompanhar essas implantações, ter o cuidado para saber se é espécie correta, pra gente não ter problema no futuro. Eh, Gabriel, a gente tem essa preocupação sim. Eh, na periferia principalmente, eh, tá atrelado às questões das árvores em algumas outras preocupações. Hoje a comunidade, a gente tá com um projeto lá junto com a secretaria, né, e a parceria com a CPFL de fazer plantios ali em vários bairros do distrito de Campo Grande. A gente vê que muitos moradores estão tendo dificuldade em aceitar esses plantios nas calçadas, que não é sobre florestas urbanas, mas se conectam de forma geral com a com o projeto discutido aqui hoje. Mas por que isso? Porque muitas vezes a comunidade tem dificuldade de entender o projeto, né? O assunto que é trazido aqui hoje é importante para que a gente possa também ser multiplicadores, nós vereadores aqui da Câmara Municipal, possamos aprender também um pouco mais, entender como isso vai ser na prática, quais os serviços eh estarão à disposição da comunidade para que eles possam entender sobre essa mudança que está tendo na região e na comunidade. É importantíssimo a gente conseguir se comunicar. Então, é tão importante quanto é as questões ali técnicas, por exemplo, de solo e cuidado, mas eu deixo um alerta aqui paraa comunicação. Nós precisamos entrar com uma comunicação simples, uma comunicação assertiva, as pessoas entenderem qual é a relevância e a importância de maneira clara. E por que está sendo feito isso, porque são florestas urbanas. a gente planta um monte de árvore e aí a comunidade já tem preocupação hoje de uma uma área que já é escura. a a filha, o filho chega da escola à noite da faculdade, se vai ter iluminação pública, eh, preocupado quem vai est ali no meio dessa floresta urbana, usando de até abrigo para cometer algum crime ou coisa do tipo. Então, essas questões a gente eh eu acho que pode acompanhar, deve acompanhar para conseguir entender eh as preocupações paralelas da comunidade. Mas esses são alguns mitos, algumas preocupações que a gente possa ir trabalhando em conjunto e conscientizando. Essas preocupações que você diz da comunidade tem a ver com relação à manutenção das árvores, medo de quando chove, cai um galho, cai alguma coisa da árvore ou não? É, essa é a maior preocupação. A gente eh tem muito chamado. Se a gente eh for fazer hoje uma pesquisa, eu já tive essa oportunidade na gestão passada, inclusive nós montamos aqui até uma comissão na época, vereador, que os pedidos estavam demorando muito. Uma das principais demandas dos vereadores é dar uma resposta. Às vezes não é sobre podar ou extrair, mas pelo menos que um engenheiro ou que tenha um laudo técnico possa fazer essa visita. Então pode ser que eles tragam essa preocupação que que já é uma experiência frustrada e para os problemas das nossas florestas urbanas. Igor, mas como vai ser quando a gente precisar aqui na comunidade? Será que tem perigo? o esses espaços estão sendo eh eh pensado, é perto das casas, não é? Então acho que é relevante sim essas preocupações e a gente trabalhar em cima disso. Wagner, quero ouvi-lo também sobre essa questão das espécies e como são urbanas a proximidade com a população. A gente fez um requerimento de informações logo no início desse desse dessa legislatura, né, do nosso mandato a respeito de onde as mudas, né, porque assim, o que nós vimos desde, né, desde final do 2022, 2023, se eu não me engano, foi aquela período de chuva, né, que teve aquelas duas mortes, infelizmente, no bosque do Jeibaz e ali no Taquaral, né, no Parque do Taquaral. E a partir dali vem um movimento todo da prefeitura, que inclusive fez um acordo com a CPFL para o corte, né, pra poda das árvores. Isso incomoda demais, porque infelizmente a CPFL, né, acabou sendo terceirizada para realizar essas podas. E é como se a gente entregasse pra raposa a chave do galinheiro, porque o interesse da CPFL, com todo respeito a essa empresa, né, é de proteger os a fiação e proteg e evitar que as árvores possam causar algum tipo de curto ali, algum problema na fiação, que é a responsabilidade deles. E aí você acaba tendo uma situação em que ao invés de você fazer uma poda que seja razoável, né, que seja possa preservar tanto a árvore como preservar a fiação, que é o ideal, né, a empresa tem feito o que a gente chama de podas drásticas, ou seja, podas assim, né, eh, no no nos no grau mais avançado, né, eh, o que não precisaria ser feito. Então a gente pode, a gente vê inúmeros exemplos, a gente anda pelas ruas por aí, a gente vê inúmeros exemplos em que essas podas poderiam ter sido muito, muito menos drásticas e são podas muito mais, né, agressivas à árvore, algumas até matando, comprometendo a árvore e até eh causando eh o desbalanceamento da árvore, a perda do ponto de equilíbrio. E aí você torna as árvores muito mais passíveis de caírem numa tempestade, numa chuva, alguma coisa assim. Então, acho que esse é um ponto importante da gente questionar a prefeitura, porque a prefeitura não pode se desresponsabilizar, depois queria até ouvir o João, João Pedro, né, a respeito disso, ela não pode se desresponsabilizar dessa ação, né? Eh, não pode jogar, não pode, pode, pode, não pode dizer que a CPFL que fez. A prefeitura tem uma responsabilidade. A outra coisa é que eh as os cortes de árvores em locais em que tanto as pessoas tinham essas árvores há muito tempo, né, como mesmo no taquaral, que foi um, né, um corte de eucalíptos enormes, etc., a gente até e respeita nesse sentido, porque são árvores e exóticas, né, que não são da flora brasileira. E enfim, é justo que uma vez que você tem uma situação ali de risco eminente de queda, que haja essa necessidade do corte. Mas a gente também questionou a questão eh a respeito do quanto eh as do que é plantado pela pelo município em contraposição a essas árvores que são cortadas, enfim, essas podas que ocorrem. E a gente tinha um dado de 2024 que a prefeitura tinha plantado cerca de 207.000 mudas. né? E fizemos um requerimento de informação para saber exatamente quantas eram, né, aonde eram essas mudas tinham sido plantadas e as espécies que dessas dessas mudas que tinham sido plantadas. Infelizmente o retorno que nós tivemos foi muito decepcionante, tanto porque se apontou que a prefeitura tinha feito o plantil de 20 e poucas 20.000 e tantas mudas, ou seja, mais ou menos 10% do que tinha sido noticiado, né? E de outro lado que as espécies não foram indicadas e mais do que isso também os locais específicos, né? Quer dizer, agora você tá falando balão do laranja, né? Balão do cartódromo. Então a gente tem condições de identificar, inclusive, de fazer a fiscalização sobre se as mudas estão bem, se as mudas não estão bem, se a coisa tá avançando ou não. O que a prefeitura mandou pra gente foi uma relação de bairros, né? Uhum. Então, a gente não tinha essa informação, não tivemos essa informação. Estamos estudando o que que a gente pode fazer agora para obter essa informação. Quer dizer, das duas uma, ou a prefeitura não tem essa informação ou ela não tá prestando contas de de maneira eh direita, né, do como ela tem que fazer para o legislativo. Então, acho que são essas questões que estão em torno da do debate sobre as árvores na cidade, né? Eh, não vou não vou avançar aqui porque eu acho que tem mais temas, né? Mas queria falar um pouco também sobre a questão da segurança. Eu acho que essa própria, né, tem muitos moradores e moradoras, infelizmente nós temos uma situação em que a árvore que tá ali na calçada, a pessoa não pode mexer, né? Ela só pode mexer sob autorização, porque de uma parte tá correto, mas de outra parte atrasa demais as podas que as pessoas às vezes querem ter, né? Necessitam de ter. E mais do que isso, né? Acho que a nossa preocupação, vereador Igora, o as pessoas às vezes ficam eh eh bravas porque tem muita a árvore faz muita sujeira, tem muita folha no chão, quero cortar. Então tem realmente que tem um trabalho educativo e ao mesmo tempo de manutenção, né, podas constantes, né, processo de manutenção da árvore para que isso não aconteça. Quanto menos árvores a gente tiver, mais eh impermeável vai est o solo, mais dificuldade a gente vai ter com relação a, né, a a a poder conter um pouco da poluição ambiental. Então acho que é esse é um trabalho muito importante. Outras cidades e outr em outros países tem um apreço muito grande pelas suas árvores. Eu acho que a gente precisa realmente seguir esse caminho. Tomara que as microflorestas sejam aí uma uma um novo paradigma da gente pensar a arborização aqui na cidade de Campinas. Vamos lá então, João Pedro, que são muitos questionamentos para você. Nós vamos por partes, né? Sobre essa preocupação então que tem dos moradores e que os vereadores trouxeram aqui também. Houve um estudo para saber sobre essa vegetação das microflorestas urbanas. Eh, são as mesmas espécies por toda a cidade ou são espécies diferentes? Vamos, vamos por partes. Vamos começar pelo final agora do professor aqui dessa árvoreifobia que tá existindo aqui em Campinas, né? Não só aqui em Campinas, mas em todos os lugares, né? Eh, o que a gente recebe diversos eh centenas de milhares ali pedido para avaliação da árvore, justamente por causa desse medo, né, que o pessoal tem medo da árvore que tá ali. Muito pessoal que não entende vê uma árvore inclinada, não necessariamente ela tá inclinada porque ela tá tombando, ela tá em busca de luminosidade, ela tá crescendo com do lado de um prédio, de um lado não tem iluminação, então ela acaba ainda. Então, a gente recebe bastante desses pedidos que muitas vezes não geram eh nenhum tipo de demanda para nós. Então isso é é um é um ponto eh o tipo de vegetação nas microflorestas. Isso é a gente assim, o nosso viveiro ele é ele é projetado, ele é para árvores de uso urbano, uso de árvores pra via pública. Então assim, as árvores que a gente vai colocar no nas microflorestas são majoritarias majoritariamente as árvores que a gente utiliza no na arborização do viário. Mas assim, a gente produz outras espécies para reflorestamento, pra recuperação de de área de reserva legal, de a, né, que é a área de preservação de córregos. Então assim, nós temos um leque maior além do que a gente usa na na arborização do viário. E é o que eu falei de início, né? a gente faz todo um estudo para aplicar as espécies no nas microfoles que tem o melhor desenvolvimento, seja ela de desenvolvimento vertical, que é para crescer, ou então de sombreamento das outras, porque a gente não planta apenas árvores, as árvores para crescer, é diversidade, é alimento para fauna, é beleza cênica, eh, por causa da floração. Então a gente usa um mix de espécies justamente para atender todo tudo que precisa numa numa tudo que tem numa floresta para ter exatamente uma microfloresta. E de onde vem as tantas mudas assim? Nós temos coletores de sementes e a gente tem árvores, matrizes, né, aqui em Campinas, na Mata de Santa Genebra e em Bosques. Então a gente faz essa coleta de sementes, leva pro viveiro, a gente beneficia elas. Que o que são? É quebrador, muitas vezes é uma semente, se a gente plantar diretamente no solo, ela não vai crescer nunca. Uhum. ela precisa de uma escarificação, por exemplo, que é você raspar a semente, que seria talvez na natureza eh entrar no trato digestivo de um animal, ele [Música] eh a através da das discretas dele já ela já tá pronta para crescer. Outras não, outras a gente deixa em água. Então tem todo um processo eh estudado, acadêmico para pra produção da das mudas. Numa resposta anterior sua, você falou sobre um viveiro. A cidade de Campinas tem este viveiro, a população tem acesso a ele ou não? Nós temos dois viveiros em Campinas e ambos ficam no Xangrilá. Um viveiro ele é mais e especializado em flores paisagísticos que a gente usa principalmente nas entradas da cidade, eh, em vias, canteiros centrais. E temos um outro viveiro também lá no Xangrilá que é mais especializado em árvores arbóreas, que é que a gente usa de fato na arborização do viário nas microsflorestas. E o viveiro é aberto, a população, a população pode ir lá, pode retirar. Eh, se eu não me engano, são cinco mudas por CPF com seis. Obrigado, vereador. Eu já fui lá. Boa. Eh, são seis mudas. Eh, com comprovante de endereço, de residência aqui de Campinas, com CPF, o munípio pode retirar essas mudas. a escolha dele no local. O nosso viveiro hoje tem o o de arbórias tem mais de 100.000 árvores estocadas lá no no nosso viveiro. E essa plantação é para dentro da residência dele. Isso é hoje aqui em Campinas a gente eh orienta os munícipes não plantarem mudas eh nas calçadas próprias, porque a gente sofre muito isso, né? Volta no que a gente falou da árvore fobia, porque muitas espécies o o munícipe ele recebe, ele planta sem o conhecimento técnico. Uhum. Então essa árvore ela cresce demais para uma calçada estreita, que às vezes a gente tem uma ca uma calçada estreita, a gente põe uma espécie, vamos colocar uma espécie assim, por exemplo, um jequit bar que tem um crescimento eh gigantesco. Ele não é próprio para calçada, ele é próprio para praças, para bosques. Então por isso que a gente pede pro munícipe não plantar e na por mais que tenha vontade, mas não. né? A gente tem uma equipe técnica na secretaria que estuda, conhece as espécies e orienta as espécies corretas. Um questionamento que o vereador Igor Diego fez logo no começo na questão da segurança pública. A gente tá falando de meio ambiente, mas tem essa outra questão que tá sempre muito relacionada. Em caso dessa microfloresta urbana, vamos supor, a árvore cresce, 2 m de altura, distância 1 m, fica ali difícil, vai ficar escuro. A Secretaria de Serviços Públicos pensou nessa questão da iluminação pública por tá numa área urbana? Isso é assim, né? Por mais que a gente eh queira reproduzir a floresta no seu estado natural, na microfloresta, que que é um ambiente que à noite é escuro, a gente tá em um ambiente urbano, um ambiente antropizado, um ambiente que a gente sabe que, por mais que a gente não queira, existe o risco, existe. Então, a prefeitura a gente já prevê iluminações na nas praças rotatórias, onde a gente for e implantar, justamente para isso, para para inibir eh esses outros eh problemas que tem na área urbana. Para os vereadores agora, Igor Diego e Wagner Romão, está tramitando aqui na Câmara de Campinas o projeto de lei complementar, que é de autoria do poder executivo para criação do programa de adoção das microflorestas pela sociedade civil, pela associação de moradores, de pessoas jurídicas, para fazer esta urbanização sustentável, né, para fazer o cuidado e também a manutenção. projeto que certamente será debatido aqui na Câmara, mas eu já quero saber o posicionamento de vocês ou uma opinião desta possibilidade da sociedade civil e da associação de moradores terem também uma microfloresta urbana. Professor, não, eu acho que é ótimo, né, que a sociedade se envolva. Eh, quando a gente faz o nosso pedido de de requerimento de informações a respeito de onde estão sendo plantadas as mudas, é porque existe uma um monte de gente, né, que tá pedindo para nós para que eles querem que eles querem saber onde é que essas mudas estão sendo plantadas, porque eles têm interesse nisso. As pessoas estão percebendo cada vez mais que replantar, que regenerar territórios, né? A gente poder pegar situações às vezes em que você tem há muitos anos, né? situações em que você não tem ali uma árvore, você não tem uma vegetação, as pessoas estão percebendo que isso é necessário. Eu recebo muitas sugestões até, depois eu vou passar aqui pro pro João Pedro, muitas sugestões de locais que querem receber esse tipo de eh intervenção como, né, semelhante às microflorestas. Eh, olha, não só assim na região central da cidade, mas nas periferias da cidade, enfim, são muitos lugares em que as pessoas tem entrado em contato conosco, até por essa, verificação que a gente tem essa preocupação com a questão ambiental. Eh, então a sociedade civil, as associações de moradores mesmo, né, o pequeno empresário que tem ali um comércio local, ele vai, ele tende a querer que o seu espaço ali seja um espaço bacana, legal, que arborizado, que possa diminuir as temperaturas, né, enfim, que possa ter uma situação positiva. Então acho que a gente vai analisar o projeto, né, em detalh sobre como que ele como que ele tá sendo proposto pela prefeitura, pelo poder executivo, mas acho que a princípio isso é muito importante. A gente precisa sempre envolver a sociedade nas ações que o poder público tá fazendo, seja a prefeitura, seja a Câmara, porque a gente vai ter não só mais respaldo, mais legitimidade junto ao cidadão, mas também pode diminuir, inclusive esse distanciamento, né, que existe entre a ação da do poder público ou de uma empresa, por exemplo, como a CPFL, eh, na relação com cidadãos. Outro dia a gente teve uma situação ali na na Joaquim Paiola, lá na no Nova Europa, né, na Avenida Joaquim Paiola, em que houve uma revolta da população local com relação aos cortes também, né, eh, assim, na quase que na raiz, né, das árvores que estavam lá há décadas sob um uma um fio de alta tensão ali, sobre as torres de alta tensão. Eh, até então não tinha havido nenhum acidente. Claro que isso poderia acontecer. A gente sabe que é problemático sim ter árvores naquela situação. Qual que era a principal reclamação da população? Que ela sequer tinha sido consultada, né? Então a gente tem que desenvolver na nos ambientes democráticos, né? Esse tipo de relação com a população, né? Às vezes é inevitável fazer o corte da ave. Tudo bem, é inevitável, tem laudo, tem parecer técnico, tudo direitinho, mas tem que haver diálogo, porque as pessoas nasceram com aquela árvore, brincaram de balanço naquela árvore, tem aquela árvore como uma referência, né, uma memória afetiva ali forte. Então assim, o poder público ele tem que ter esse cuidado com as pessoas, né? Então é isso que a gente bate. Então ter ter conexão, ter a sociedade civil, ter o pequeno comerciante ali envolvido na na atuação, né, na ação, vai plantar plantar árvores, vai cuidar das mudas. Tem gente que faz isso de maneira voluntária, né? Cuida de jardins de maneira voluntária. A gente tem diversos exemplos na cidade. Então acho que é isso. Tem que caminhar nesse sentido. Igor, quero ouvi-lo também sobre este programa de adoção das microflorestas. É, o projeto tá logo vai vir pra gente analisar também, não tenho conhecimento total dele, mas eh a iniciativa eu acredito que não apenas eh a melhor iniciativa que nós temos não apenas para fazer o plantil, mas como pra gente montar um ecossistema educacional sobre o tema, né? Eu acredito que e a ideia de montar esse ecossistema com o setor da sociedade é muito bom e gostaria de ver ações, principalmente da educação, sabe, levando esse tema, tentando participação das escolas, das creches locais, eh fazendo, montando num raio, no perímetro da micro floresta ali a comunidade, pelo menos no plantil, que não seja na adoção. Então a gente eh de verdade, eu acredito que é uma oportunidade única, né, que não sei quando será outra, que nós temos para para trabalhar a conscientização de médio a a a longo prazo. Por quê? Porque são as crianças. Hoje nós temos uma situação que a gente vê se repetindo muito, por exemplo, de conscientização, que é é comum ainda nas periferias o próprio morador cortar a árvore mesmo, nem nem sabe da lei, vai lá, pega o machado e corta e resolve o problema dele, joga em qualquer lugar, descarta em qualquer lugar e a gente vê esse problema parecendo que não tem solução. Então, a a volto a dizer, eh, a questão da educação, então, se a gente tiver esse projeto de lei eh de uma, não sei como ele está formatado, porque muitas vezes hoje o projeto de lei de adoção de praça, por exemplo, que já existe na casa, eu vejo que as pessoas muitas vezes procuram, não a sua maioria, mas eu já vi, procuram para poder pôr a placa legal ali uma empresa, coloca uma placa, começa a cuidar, mas a hora que ele vai embora sabe, ele não tem mais essa responsabilidade e o poder executivo não tem como cobrá-lo disso. Então, a gente precisa formatar um projeto que seja assim, que tenha também as responsabilidades muito bem eh eh eh ali descritas no projeto para que realmente quem quem queira, né, eh quem queira fazer essa adoção, que seja pessoas, talvez a comunidade local, associações de moradores, eh com uma finalidade mais eh social do que simplesmente uma placa comercial para fazer uma uma uma publicidade, talvez que que não é, também não vejo problema nisso, mas desde que realmente entregue isso, porque na prática eu eu tenho feito indicação para limpar lá, por exemplo, várias praças que são eh adotadas hoje, que seria de responsabilidade de quem? Das empresas. Das empresas. E às vezes eu passo e tenho que fazer a indicação, não estão sendo bem eh cuidadas, mas a iniciativa é boa, né? Eu eu aprovo, eu a ideia é muito boa, não li o projeto, mas eu acho que dá para caminhar nesse sentido. Sim. João Pedro, novamente muitas questões para você. Primeiro, eh, é possível a sociedade civil, associação dos moradores fazerem esta adoção das microflorestas? Isso é o nossa nossa ideia de adoção, né, de microfloresta, ela é baseada na adoção de praças. Uhum. No entanto, uma microfloresta é muito mais complexa do que uma praça, né? Uma praça normalmente é é gramado, então é roçá e tudo. Microfloresta não. São, vamos colocar que a gente tá trabalhando de no mínimo uma área mínima do projeto de 200 m², a gente vai trabalhar com no mínimo 200 mudas, tá? Então assim, a manutenção ela é um pouco mais eh, vamos dizer, ela tem que ser mais caprichosa para pra gente não ter essa peida de muda. E também eh por ser um um projeto de reflorestamento, mesmo que micro, a são três moldes, né, da de adoção. a ou é só manutenção ou manutenção implantil ou o projeto como um todo, que aí o a isso é a nossa ideia, né? Eh, a empresa ela protocola um projeto, a gente analisa, vê se tá tudo certo, se as espécies que ele propôs está correta com o que a gente eh entende que é correta para aquele local. Então, eh, esse projeto ele é de adoção, eh, conforme o vereador Igor falou, ele é baseado sim na adoção de eh no projeto de adoção de praça. No entanto, ele é um pouco mais complexo na resposta. tem até supervisão, né, da própria do próprio departamento específico de da Secretaria de Serviços Públicos, senão compromete até o trabalho já realizado. Perfeito, perfeito, perfeita colocação. Na resposta anterior do Wagner Romão, ele falou sobre este possível conflito que tem das árvores com estes fios por toda a cidade. Essa é uma preocupação que vocês têm também. existe realmente saber a altura que tá sendo esta árvore com os fios que hoje estão sob responsabilidade da CPFL ou das empresas de telefonia, enfim, não, com certeza. É toda a escolha de espécies que a gente utiliza, não só nas microfolestas, mas na arborização do sistema aviário, é tudo pensado, é tudo projetado com altura, a gente já tem a bibliografia, altura estimada, altura máxima das espécies. Então tudo que a gente faz é baseado e na literatura. Quando a gente vai fazer a arborização de de uma via, de do lado que não tem fiação, a gente planta árvores de maior porte. Do outro lado, a gente entende que uma árvore de pequeno porte aliado com a de grande porte do outro lado da via, elas consegue muito bem amenizar a temperatura local. E voltando no que o vereador Igor falou, eh, ele falou lá do do bosque, né, lá da da área do Campo Grande, tudo hoje a prefeitura juntamente com a Microfloresta, existe um trabalho também de arborização da região do Campo Grande que está sendo realizado. Nós já fizemos quatro bairros lá. E e voltando também na educação ambiental, que o vereador também falou, eh a metodologia que a gente tá aplicando nessa nessa arborização do Campo Grande é inovadora. Aqui o que a gente faz? A gente vai com engenheiros, técnicos, bate de casa em casa, conversa com a o morador da casa e faz um processo de convencimento dele quando não tem árvore, explica para ele que tipo de árvore que a gente vai plantar, que não é uma árvore muito grande, se ele não quiser, para tentar trazer de volta esse amor pelo meio ambiente que acabou há um pouco tempo atrás, assim, diminuindo bastante. Essa preocupação é natural da população. Então a gente já tá fazendo, nós já fizemos o Parque Valença 1, Parque Valença 2 e o Parque da Floresta. E agora, nesse momento, nós estamos implantando com toda a metodologia. Conversa com o munícipe, conversa com ele, explica que tipo de árvore que a gente tá planejando colocar ali, se é uma árvore de maior porte. Se ele falar assim: "Ah, eu queria uma árvore com uma floração assim". a gente indica do jeito que o que o morador eh pede justamente para tentar melhorar a Campinas nessa parte de arborização. Existe esse diálogo com a população? Então é um diálogo direto. É o engenheiro da da prefeitura conversa, bate na casa, conversa, a o morador faz os questionamentos dele, a gente prontamente responde e aí se tiver alguém que tá tendo um sucesso tremendo, a gente marca o local, a equipe nossa da prefeitura abre a a calçada, faz o plantil e fecha a com o anel na Isso. Isso é importante, João. É dizer que melhorou bastante esse processo. No início, lá no Parque Valença 1, a galera ia plantando em em em quantidade para talvez para atender a metodologia ou programa. A o cara chegava do serviço à noite, ele ia tirando. Quem plantou isso aqui? E não, daqui a pouco vai fazer sujeira, como o professor Wagner Romão falou, eh, daqui a pouco vai crescer. E quem vai vir podar? Que inferno. Já arranquei duas, plantaram mais uma. E eu recebia isso no meu WhatsApp, né? Que que foi que plantou isso aqui? E e aí ele deixava um comunicado no portão falando do programa. Então colocava uma cartinha, ó, plantamos, tal. E aí nós levamos pro secretário. Falei: "Secretário, eu acho que a gente tem que um pouquinho mais com calma, né?" Então assim, parabenizar que mudou realmente o trabalho. Hoje bate nas casas, explica pro morador, porque a gente, eles entenderam que não adianta eu plantar uma árvore, falar que é lei, por mais que a lei eh permita esse tipo de situação, só que é na calçada do cidadão ali, né? a cultura nossa ali do dos moradores é é mais difícil um pouco, então deixar também consignado que mudou e a gente vai aperfeiçoando. Eu eu pude acompanhar, já falei por algumas vezes na tribuna da Câmara até para conscientizar os vereadores as suas bases, né? Eh, a gente poder levar essa conscientização através de de palestras em comunidades, associações, igrejas, porque eles ainda não estão entendendo a importância. Mas depois da de uma conversa, uma orientação, a maioria acaba aceitando. E assim, vereador, foi muito bom você colocar no Parque Valença um que o Parque Valença um, juntamente com o o não, com o cartódromo, foram os protótipos. Então, o nosso projeto de arborezão iniciou lá e assim eu tive o prazer de fazer minha pós-graduação. Eu utilizei o bairro do Valença um como uma tese do meu da minha especialização. E ali a gente tinha no bairro inteiro 350 árvores. Isso anterior ao a efetivação do do projeto. Nós plantamos mais de 450 árvores somente naquele bairro. Então a gente aumentou a a arborização do Parque Valença 1 em mais de 140%. Uhum. Então isso e isso que era o primeiro, o nosso protótipo desse outro projeto, não é o caso hoje, a gente tá discutindo aqui a microfloresta, mas vale a pena eh esse dado aqui, porque foi extremo sucesso, tanto é que estamos caminhando nele até hoje. Sobre os benefícios, até para quem está nos acompanhando, a população é entender. Eu você falou sobre diminuição de temperatura. Na minha abertura, eu falei que as microflorestas ampliam o sombreamento, diminuem a temperatura onde são implantadas, contribuem para combater as ondas de calor, servem de refúgio alimento para a pequena fauna urbana, filtram o ar combatendo a poluição. De fato, tem esses ganhos, tem vantagem pro público que está nos acompanhando entender os benefícios de uma microfloresta. Não, com certeza é a microfloresta, ela é como a gente fala, um aglomerado de árvores. Então assim, uma árvore já é já é já consegue absorver gás carbônico, eh diminuir a temperatura, mesmo que de um local, quando você tem uma uma residência, você faz a escolha correta de uma árvore, aquela sombra diminui muito diretamente. Então, quando a gente tem um aglomerado desse, eh, ele serve como barreira de som, barreira de fuligem. Então, e assim, e tem um ponto interessantíssimo que é assim, é uma base nossa da desse projeto, que é o sequestro de carbono. Eh, e o que que é o sequestro de carbono, né? é, é a árvore ela absorver o gás carbônico da natureza e aquele gás carbônico se transforma em carbono, se transforma emina e fica preso na madeira da na árvore. Então assim, a gente não vai diminuir muito o aquecimento global se a gente colocar isso em grande escala. Então assim, quando a gente tá com a com a microfloresta ali, ela tá sequestrando o carbono, é muito semelhante, fazendo uma analogia assim a aos combustíveis fósseis. Conforme a gente vai tirando os combustíveis fósseis e vai utilizando, vai aumentando os gás carbônicos, o gás carbônico ele vai voltando pra atmosfera e vai promovendo o aquecimento global. O qual que é o papel da das árvores e das microflorestas? resgatar esse esse gás carbônico que muitas vezes nós, todo mundo aqui utiliza os combustíveis fósseis. E a mesma coisa quando você corta uma árvore e você queima árvore, que nem acontece isso no Brasil, não só no Brasil. A gente não pode achar que só o Brasil faz queimada, que só o Brasil. Todos os países fazem. Não adianta a gente falar que é porque o não, todos fazem. Então assim, quando a gente faz o plantil, a gente tá amenizando e retardando esse aquecimento global. Isso que é o mais importante. Igor e Wagner. Segundo a Prefeitura de Campinas, a criação das microflorestas será priorizada em regiões com maior risco de ilhas de calor levantadas pela Secretaria do Clima e pela plataforma URB Verde. E aí é distritos do Campo Grande, Ouro Verde, Nova Aparecida, Barão Geraldo, Souzas, Joaquim Egídio, Vila Costa Silva, Vila Miguel Vicente Curve, Jardim Santa Mônica, Vila Padre Anchieta. Estão adequadas essas regiões, aprovam? Gostaria que fossem outras áreas da cidade? Wagner e Igor? Ah, acho que aí é uma questão técnica, né? Que tem que ser observada. Eu acho que esse é esse é o esse é um pouco a a mediação aqui, o vereador Igor, né, sabe bem disso, entre o que é o desejo dos parlamentares nas suas bases, que, né, eu eh a gente tem diálogo com várias regiões da cidade, mas eu moro em Barão Geraldo e lá tem um movimento ambientalista muito forte. Uhum. Então, as pessoas querem, claro, levar provavelmente esse tipo de iniciativa para suas regiões, pros seus bairros, para aquele lugar, para aquele terreno que ele tá vendo ali, que poderia se tornar uma microfloresta, né? Mas acho que aí tem uma questão técnica, né? Até ia perguntar pro João Pedro qual que é o prazo dessas 200 da implantação dessas 200 dessas 200 microflorestas, né? Acho que se há essa esse estudo técnico sobre aonde tem ilhas de calor no município e a gente sabe que nas áreas mais periféricas, né, a não ser que elas já estejam muito próximas, né, de algum alguma floresta remanescente ali, eh, são as áreas mais complicadas, né, de de ter calor, realmente, porque são áreas de implantação mais recente. Então você não teve essa cultura, né, do plantil de árvores, como você tem bairros, como por exemplo Guanabara, né, que tem muitas árvores, tem dois bosques importantes ali ou mesmo em Barão Geraldo, mesmo outras regiões da cidade. Então acho que a perspectiva aí tem que ser técnica, realmente tem de ser de aonde que você tem essas questões e como é que você lida com elas. Agora queria reforçar, a gente teve muito envolvido nessa semana passada, né, com essa área aqui da praça da Norte Sul, da Half Stetinger e da Augusto César, né, que ali tem uma um projeto de piscinão e a gente se envolveu muito, nosso mandato se envolveu bastante na tentativa de alertar a prefeitura de que qualquer intervenção naquela praça é muito prejudicial pra população, pra imagem da prefeitura, porque nós vamos bater forte ser alguma coisa acontecer ali com aquelas árvores, né? E que a gente tem que pensar alternativas. Então, queria também provocar aqui o João Pedro a respeito dessas outras possibilidades que envolvem, né, o plantil de árvores e as soluções de microdrenagem. A gente entende, a gente, né, fomos atrás de de literatura a respeito disso também. a os pisinões como uma solução paraa drenagem urbana, elas são elas podem eventualmente acontecer em determinadas situações, mas há muitas outras opções mais modernas, né, que estão mais relacionadas à sustentabilidade, a iniciativas mais sustentáveis de dar conta disso, porque no final das contas o Pisinão é, né, um uma um grande reservatório de água com, né, concretado ali. E a gente acha que essa não é a melhor solução, sobretudo quando a gente tá tratando de uma praça que, né, teriam que ser mais de 400, a cerca de 400 árvores a serem retiradas aqui, né, na norte sul, nas proximidades ali da do Laurão. Então eu queria aqui provocar, João, a respeito disso, né? como é que esse projeto pode se articular a essas iniciativas de microdrenagem para que possamos também se utilizar disso ali. Aquela área, por exemplo, da do cartódromo é uma área que alaga sempre, né? Vocês pensaram nisso também quando vocês colocaram essa área como um protótipo? Sim, sim. É, a gente eh quando a gente pensou nessa área como protótipo, existem espécies que elas são adequadas, eh, espécies paludosas, a gente chama isso tecnicamente, são espécies que são plantadas em mais próximas do curso d'água. Então assim, quando a gente tá fazendo um projeto de restauração ambiental, principalmente em áreas de app próximo de cor, aí a gente já faz essa escolha de espécies que aceitam essa inundação, porque ali a gente sabe que corriqueiramente tem esse problema. Então assim, ali, eh, as espécies foram um pouco mais selecionadas, apesar de ter sido protótipo, então elas foram um pouquinho mais selecionadas, justamente para caso ocorra esse tipo de de evento, a gente não tenha a a peida total das mudas que estão lá. Igor, tá de acordo com essas áreas na cidade de Campinas? Gostaria que a sociedade participasse também, chamasse pros seus bairros? Eh, a provocação que eu também complemento aqui, professor, eh, e João, eh, em relação a essas zonas de calores, né, que identificamos aí, principalmente ali no distrito Campo Grande, a Secretaria do Verde, as ações sobre eh o outro ponto que é o desmatamento. Nós temos a APA do Campo Grande, né, que é uma das APAs mais eh eh destruída ambientalmente falando, a gente tem debatido isso aqui na casa. Então as ações assim são louváveis todo o esforço, todo o estudo, né, até trabalhos de conclusões de curso, que não é só o João, mas tem outros, né, que eu recebi aqui do secretário Paulela falando desse tema. Só que em contrapartida, diariamente nós temos ações que continuam ali eh prejudicando a nossa APA, né, tanto a APA Campinas como a APA do Campo Grande, loteamentos irregulares, né, eh, a formação de novas áreas e e a gente não vê uma efetividade. Vou dar um exemplo. Hoje de manhã eu recebi uma denúncia que o maquinário tava na área da APA, tava continuando o desmatamento. os órgãos competentes, a fiscalização foi lá da da Secretaria do Verde. Então, a gente, o que que a gente faz? A gente proíbe eh uma grande área, só que a gente não tem condição, é o que eu percebo na prática, de fiscalizar toda essa área. Eu não sei qual é o projeto de fiscalização. Então, a gente precisa também em em contrapartida, eh, sabe, manter o que nós temos, né? É o que o professor Wagner Romão tá falando da área do pisão, mas também nós temos as nossas APA. Então, quando a gente conseguir ter efetividade eh em várias frentes, mais a microfloresta, aí a gente acredita que chega num resultado que eh eh academicamente falando, eles estão prevendo, né, tecnicamente a gente tá prevendo essa onda de calor, porque pelo pelo pelo pouco que eu entendi, essas microflorestas elas se comunicam, né? eu sou formado na área de TI, então o que eu imagino é como se fosse uma rede sem fio, né, que elas estão interligadas e se comunicando, formando um grande ecossistema. Então, se a gente derruba uma rede aqui, a gente vai ter uma falha em algum momento para alguma parte. E e então assim, tecnicamente na minha na minha na minha especialidade, é é isso que eu entendo. Então é importante a gente mapear, entender qual é a política pública de, né, de manter o que nós temos hoje e seguindo com os projetos de avanço. Criar e fiscalizar, João Pedro, é a parte de fiscalização não é competência da Secretaria de Serviço Público, né, é da Secretaria do Clima, né? Eh, mas a gente tem que ficar sempre de olho, né? Os vereadores eles eles são ativos, eles estão com os olhos em todos os lugares justamente para tentar coibir. A gente sabe que eh essa especulação imobiliária, essas ocupações irregulares, eh não são problemas exclusivos de Campinas, eh no Brasil todo, mas eh é difícil, é difícil porque a gente como técnico da área sofre bastante na atrapalha o trabalho de vocês. Sofre bastante. É. É. E para quem está nos acompanhando, o solo aqui da cidade de Campinas, ele é rico em nutrientes ou vocês têm dificuldade em implementar essas microflorestas por toda a cidade? Eh, eh, o solo ele pode mudar de a característica dele de 1 m para 1 m. Então, assim, é difícil a gente falar no geral. No geral, os solos eh eles são pobres, tá? Então, mas eh a gente quando vai fazer o plantil das microflorestas, a gente faz as covas, pega o composto que a gente tem da usina de compostagem, que hoje a gente toda as podas e roçagem da da serviços públicos, eles vão pra usina de compostagem, aí a gente processa esse composto e depois devolve pra adubação tanto das covas pra microfloresta como da das floreiras e todos os plantios da de Campinas a gente faz isso. Então, por mais que o solo seja seja pobre, a gente faz com certeza essa esse enriquecimento. Igor, é, é um dado interessante. Eu não sabia porque eu sempre escutei tudo que espanta dá aqui em Campinas. Eu achei que era um solo muito rico. Os antigos é assim, é, varia muito, viu, vereador? É porque no geral eles eles são pobres, mas é que a gente o o Brasil é muito bom, né? Então por mais que um jeito por mais que ele seja pobre nutricionalmente ainda dá. É João, e até complementando só a pergunta anterior que a gente falou sobre as áreas, né? E eu lembrei de uma coisa, o o Barão Geraldo, o professor mora lá e ele foi muito feliz. Lá existe um um ecossistema comunitário muito forte, ambiental. Eles querem talvez eh eh até mais que o pessoal que eu sinto na prática que eu tô conversando com o pessoal da periferia, sabe? Então assim, é difícil. Pessoal da periferia, ele quer sombra, mas não quer a árvore. Então eh então esse trabalho de conscientização de região para região, porque a gente viu os distritos aqui mencionados, né? Então vai ter eh um trabalho como se fosse feito de cidades diferentes mesmo. Vai ter regiões que você vão ter muito apoio local, apoio da comunidade, participação, outros que vão ter bastante resistência. Então é importante eh já estar com o grupo, né, João, preparado para essas adversidades de de frente de trabalho. Isso parte por educação. Vocês eh imaginam que este assunto precisa estar nas escolas, os professores conversando com os alunos, os alunos levam este tema para casa. Isto é um dever do município. Poderia ter uma orientação para as escolas municipais, escolas particulares também discutirem sobre microflorestas em Campinas, já que o projeto prevê 200, né? É um número significativo. Vocês imaginam que este deve ser um assunto de educação também? Olha, eu eu acho que educação formal com certeza sempre é algo muito importante. As escolas estaduais, municipais nas diversas modalidades aí nos diversos períodos, né? ensino, educação básica, ensino fundamental, educação infantil, né? Sempre é muito importante que tem esse tipo de iniciativa. Agora, eu eu acho muito que a gente precisa também olhar para uma população que já não está mais na escola, tá? população que tem uma preocupação, olha, e sobretudo dizer eh as pessoas idosas que já passaram pela escola há muito tempo, eh, e que eventualmente possam ter um tempo livre para se dedicar a esse tipo de atuação e, portanto, promover, eh, formas de modalidade de educação não formal, né? Eh, a gente vê, por exemplo, as pessoas que estão hoje frequentando a EJA, né? Educação de jovens e adultos. uma parte são jovens, eh, realmente, né, mas tem uma boa parte de são pessoas que estão redescobrindo a educação, que estão redescobrindo a possibilidade de ler, escrever, né, e de se formar também. Então, eu acho que sim, as crianças, adolescentes são super importantes e e isso devia estar realmente na no currículo para para essa moçada já ir aprendendo. Mas eu acho que tem um aspecto comunitário, né, que eu queria, eu quero sempre valorizar. Isso tem um trabalho a ser feito com as organizações não governamentais, as organizações da sociedade civil, as próprias igrejas, né, que t uma relação mais próxima com as com as pessoas, com as comunidades. Então, eu acho que às vezes a gente fica meio preso a determinados eh determinados equipamentos, né, como as escolas. Eh, mas, por exemplo, os equipamentos de saúde são super importantes pra gente lidar com isso, né? estava falando da questão do solo. É, é, às vezes, às vezes você usa o mesmo solo, mas você tem técnicas de agroecologia, por exemplo, né, de você e deixar o mato crescer e lidar com o mato, lidar com aquela com aquela espécie vegetal que tá ali, que antigamente você via como uma inimiga da produção, uma inimiga da planta, mas ela é uma uma apoiadora, né, uma amiga daquela daquela produção, porque ela você vai ter aquele, né, aquele manejo do solo diferenciado, né? Então, eu acho que ter esse contato com as com os os diversos equipamentos e com as comunidades é uma iniciativa muito importante. A gente faz pouca campanha, não campanha eleitoral, viu vereador? A gente não faz, a gente faz pouca campanha de conscientização das pessoas, né? Você vê a coisa do resíduo sólido. Quanto tempo, há quanto tempo que a gente não vê na cidade uma campanha de separação do lixo orgânico com relação ao lixo, né, que vai ser para reciclagem, né? A gente tem um problema grave, né, que são essas caçambas já aí alguns bairros, né, acho que uma boa parte dos bairros já tem as caçambas verdes maiores que são destinadas para o lixo orgânico e tá tudo misturado lá dentro, né? Então as pessoas não têm essa conscientização e o poder público, a prefeitura precisa ter esse tipo de ação também, né? Então precisa ser algo mais constante na vida das pessoas. Essa ação publicitária mesmo, né, de explicar para as pessoas que elas precisam ter uma consciência ambiental que vai ser melhor para todo mundo, que cada comunidade, cada pessoa tem o seu papel a cumprir. E eu acredito muito nisso. Então, escolas são importantes, claro, mas eu acho que tem que ter algo a mais do que isso, né? a gente tem que pensar em conscientizar as pessoas, campanhas publicitárias, espaço em jornal, espaço em em rádio, televisão, internet, enfim, acho que é assim que a gente consegue criar uma outra situação que possa nos preparar melhor, porque pro futuro que não tá nada legal, né, mas que tá colocado aí. Professor, até eu tava refletindo aqui sobre o seu pensamento e até me veio uma lembrança. A gente na parte religiosa, a gente tem bastante discussão e divergência sobre o que é certo e é errado. E o meio ambiente é uma das poucas pautas que todas as religiões apoiam. Exato. Todas têm princípios nas escrituras ali que independente que tem a a obrigação, a consciência de cidadania de cuidar do meio ambiente. Então nós temos a nosso favor também, como o senhor falou, é, né, a abrangência de atuar em várias frentes religiosas. Então isso é certeza, é uma oportunidade que nós temos que aproveitar. Sim. fez, a gente fez um programa aqui, né, na da campanha da fraternidade da Igreja Católica, mas que dialoga com todas as outras religiões sobre ecologia integral, né? Então isso tem uma importância grande, que é o tema deste ano, né? Sobre o meio ambiente. Exatamente. Secretaria de serviços públicos pode encabeçar uma campanha, João Pedro? Ah, eu acredito que tem secretarias e da comunicação, da educação, que eles são muito mais capacitados, né? eh, tecnicamente tem profissionais que estudam para isso, mas a gente pode como apoio, pode apresentar projeto, pode mostrar na prática como que funciona, mas eh eu assino embaixo do que os vereadores falaram. Eh, a gente precisa da dessa educação. Talvez por eu ser da área, eu vejo mais notícias e mais eh no dia a dia dessa parte do meio ambiente. Então, eu tenho esperança, tô eu acho que tá que tá tendo uma mudança do meio ambiente, só que eu não sei se é por eu sair da área e ver mais coisas ou se é de fato o que tá acontecendo. Você vê um cenário positivo, então, em relação à população com essa. Sim, eu eu acho que que tá mudando sim essa essa visão da população. Tempo cerrado. Então, vereador Igor Diego, eu quero agradecer muito a disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para participar do programa Questão de Ordem mais uma vez já faça um novo convite para você retornar até os nossos estúdios e fica aberto aí paraas suas considerações finais. gostaria de agradecer mais uma vez, né, a gente eh voltando a participar aqui, eu acho que é o minha primeira participação dessa nova legislatura. Então, muito obrigado. Agradecer os profissionais da TV Câmara, sempre muito atenciosos todos vocês e agradecer o meu companheiro aqui, vereador Wagner Romão, professor. Também agradecer o João, representando o secretário e Ernesto Paulela, mostrou que conhece bastante do tema e deixou a gente mais empolgado. Então, vamos lá discutir e levar esse tema pra nossa comunidade. Vereador Wagner Romão também muito obrigado por novamente ter aceito o convite para participar aqui do Questão de Ordem. Já faço um novo convite para falar sobre este assunto, mas também sobre outros e fica aberto as suas considerações finais. Agradeço também, Gabriel, todo o pessoal da técnica aqui, né, ao meu colega vereador Igor Diego, eh, também tem uma grande admiração pelo seu trabalho, viu, Igor, de verdade. E ao João Pedro também por essa, né, por isso que a gente aprendeu aqui hoje com ele. Eu acho que a questão das das microflorestas é uma iniciativa importante da prefeitura, né? Não, não é porque eu sou da oposição que vou deixar de aplaudir quando temos que aplaudir, mas a gente tem que pensar de uma maneira integrada, né, na política ambiental da cidade. Eu acho que tem aspectos que deixam bastante a desejar. Acho que vem um debate aí importante sobre o plano diretor. Nós temos que botar o meio ambiente dentro do plano diretor. Definitivamente não podemos, né, deixar passar essa oportunidade porque senão é daqui a 10 anos novamente. Aí a gente vai lidar com uma cidade que pode estar muito pior ambientalmente, né, do que a que nós já temos hoje, que já tá numa situação difícil. Então, eh, acho que é fundamental isso e a gente vai brigar bastante para que isso possa ser uma das pautas centrais, tanto da Câmara como eh, da prefeitura, da sua relação com a sociedade civil aqui em Campinas. João Pedro Serrano, engenheiro florestal da Secretaria Municipal de Serviços Públicos, também muito obrigado por ter aceito o convite, vir até os nossos estúdios, falar sobre a implantação dessas microflorestas aqui na cidade de Campinas. Já faço um novo convite para você retornar aos nossos estúdios. Daqui um tempo para falar como é que tá sendo, né, a implantação, mas também sobre outros assuntos e fica aberto aí paraas suas considerações finais. Queria agradecer o convite, Gabriel, vereador Igor, vereador Wagner. Eh, é um prazer falar do que a gente gosta, né? Então, quando a gente tem um projeto que é bonito, que está sendo aplicado aqui em Campinas, a gente fica feliz. é a área que a gente trabalha desde sempre e gosta e trazer essa nossa visão de dentro do poder público pra população é sempre excelente. E eu agradeço você aí de casa pela sua companhia, pela sua audiência. Espero que a gente tenha contribuído para este debate, conscientização sobre meio ambiente, sobre educação, sobre este projeto que está sendo implantado aqui na cidade de Campinas. Continue na nossa programação e até a próxima. Ciao. Ciao. [Música] Ah.
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