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Olá, [Música] começa agora o programa Questão de Ordem, que hoje vai debater sobre o meio ambiente, prevenção e combate aos incêndios. Para termos uma ideia, na operação agem de 2024, a Defesa Civil apresentou os dados de que de maio até setembro foram 885 focos de incêndio em Campinas, por meio de imagens de satélite do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o UIMP. O Corpo de Bombeiros informou que no mesmo período o número de focos de incêndio chegou a 930, segundo os registros da corporação. No Brasil e no mundo tem-se debatido medidas das emergências climáticas, porque se temos calor extremo, aumentam as chances das queimadas. No inverno que está frio, temos a estiagem, a seca e aumentam as chances das queimadas. O que que tem que ser feito para combater quando elas são criminosas? Quais são os riscos e perigos? E as questões das enchentes, alaramentos, deslizamentos. Bom, para falar sobre os desafios e o trabalho que tem sido realizado aqui na cidade de Campinas, mas também todo o estado de São Paulo, eu recebo aqui no estúdio o vereador Wagner Romão. Ele que é o presidente da Frente Parlamentar pelo meio ambiente e enfrentamento aos efeitos das mudanças climáticas. a tenente da Polícia Militar Ambiental, Rosana Felinto, e de maneira online o Sidney Furtado, diretor da Defesa Civil. Lembrando que o debate vai acontecer, farei as interrupções apenas quando o necessário. Vereador Wagner Romão, começo com o senhor. Como é que tem analisado, né, os eventos climáticos extremos, populações tendo que deixar as próprias residências. Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Obrigado, obrigado pela oportunidade novamente de estar aqui no Questão de Ordem também as pessoas que nos assistem, a Tenente Fanzana, ao Sr. Sidney da Defesa Civil aqui de Campinas. Eh, a gente primeiro, acho que é importante dizer a pessoas que estão nos assistindo sobre a nossa frente parlamentar pelo meio ambiente e pelo enfrentamento aos efeitos das mudanças climáticas. é uma frente parlamentar que atua aqui na Câmara Municipal de Campinas e a gente tem debatido exatamente temas que estão muito conexos a essa questão das mudanças climáticas e os impactos dela aqui em Campinas especialmente, mas a gente sabe que isso é uma questão mundial, né? Eh, nós, especialmente a respeito do calor extremo que a gente tem, né, percebido, cada vez mais a temperatura média anual no mundo todo, né, tem crescido, infelizmente. Eh, aquilo que se esperava chegar, né, ou que se calculava chegar a algumas lá pros anos 2040, 2050, nós estamos chegando a esses a essas temperaturas médias com uma rapidez muito impressionante. Então, eh, as mudanças climáticas elas vieram para ficar, né? A gente tem que ter essa percepção de que mesmo que a gente consiga fazer tudo aquilo que a gente deve fazer para diminuir esse impacto, nós vamos continuar sofrendo esses impactos pelas próximas décadas e séculos, né? Ah, acho que há um consenso dos especialistas que dizem isso. As mudanças climáticas elas elas se intensificaram nessas últimas décadas, mas elas já são um processo que vem desde o século XIX, pelo menos na época da Revolução Industrial. e todo eh todo esse impacto na atmosfera, né, com a a ampliação, o o aumento, né, de da dissipação dos gases de efeito estufa, enfim, tudo isso que compõe essa esse cenário que é muito impactante, que é uma outra era geológica, como alguns dizem, né, o antropoceno, né, essa era em que tudo aquilo que o homem eh fez, né, e faz com relação à natureza, ele tem um impacto que é um impacto de praticamente permanente. Uhum. o planeta. Então esse essa é a gravidade do que nós estamos enfrentando hoje. E claro, eh a gente pode pontuar alguns aspectos que estão relacionados a seja a questão do da do aumento da temperatura e do do que isso impacta na vida das pessoas, a questão dos regimes de chuvas, a questão do do degelo das calotas polares, o que vai levar a uma situação muito complicada para as pessoas que moram nas cidades litorâneas. eh a questão das inundações e das enchentes, né? Então, na verdade, você tem menos chuva em algumas épocas do ano e tem momentos de um de um grande, né, de uma grande chuvas torrenciais que eh a gente não tinha notícia, né? Então, como no Rio Grande do Sul recente, como exatamente no Rio Grande do Sul, há há mais ou menos um ano atrás, né? Então, eh, é um todo um conjunto de políticas públicas que tem que ser pensada para essa para essa nova situação que nós estamos enfrentando agora. Então, a nossa tarefa na frente e também na comissão de meio ambiente são dois, duas instâncias distintas aqui na Câmara, né? Frente parlamentar que eu presido, que é uma iniciativa do nosso mandato e e super e em grande diálogo com a sociedade civil aqui em Campinas. E de outro lado a comissão de meio ambiente que é uma comissão permanente aqui da casa, que é liderada pelo vereador Luís Abico. Eu sou membro dessa comissão pelo Partido dos Trabalhadores e que também tem que lidar com essa questão, embora a comissão tá mais afeita à legislação, né, aquilo que tramita aqui na casa e que necessariamente se tem a ver com com meio ambiente vai passar pela comissão de meio ambiente. Mas é um tema que dizer é de toda a população tem que ficar, né, antenada tentando entender a sua, o seu próprio ação, a sua própria mudança, né, de da suas ações no cotidiano e, claro, o poder público, a prefeitura, enfim, é um pouco esse cenário que a gente tem que atuar para tentar diminuir os efeitos, né? Os efeitos estão aí, eles vão continuar acontecendo, nós temos que ter essa percepção, essa clareza. Mas a nossa tarefa é desenvolver políticas para diminuir os efeitos, para eh diminuir os impactos na vida das pessoas. E essa é uma das tarefas da nossa frente. O policiamento ambiental, maior força policial estadual voltada a proteção da natureza da América Latina, atua nos 645 municípios, tem um efetivo fixado de 2.147 147 profissionais, mais de 400 viaturas, têm embarcações, motocicletas, protegem a natureza, garantem o equilíbrio e o cumprimento das leis ambientais, entre muitas outras tarefas que nós vamos saber a partir de agora com a tenente da Polícia Militar Ambiental, a Rosana Felinto. Muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para vir até o nosso estúdio participar do programa Questão de Ordem e como é que é o trabalho realizado, os desafios em uma cidade como Campinas. Seja bem-vinda mais uma vez. Muito obrigada. Eu que agradeço a oportunidade, né, de tá vindo aqui conversar sobre temas tão relevantes. Uhum. Eh, principalmente pro nosso estado aqui, pra nossa cidade de Campinas. Para mim é uma honra estar representando aqui o comando de policiamento ambiental, em especial o quinto batalhão de polícia ambiental, que fica sediado aqui em Campinas, né? E trazer que hoje a a nossa situação, a nossa o nosso trabalho, ele é de suma importância, né? Ele é de uma importância universal. Uhum. Eh, quando outras modalidades de policiamento eles eles visam a individualidade de cada um, quer dizer, o a proteção à vida, a proteção ao patrimônio, nós do policiamento ambiental, a gente tá protegendo o meio ambiente, onde todos nós vivemos, né? Isso é a base pra vida, né? Hoje nós temos a carta de serviços do policiamento ambiental, que ela foi publicada em Diário Oficial do Estado agora no começo do ano, em janeiro de 2025, onde ela elenca os serviços do policiamento ambiental. Sim. E dentre esses serviços, nós temos a fiscalização ambiental, monitoramento ambiental, policiamento ambiental, ações integradas de defesa civil e desastres, que isso é muito importante e vem como basilar aqui o nosso, né, nosso debate de hoje. Ações de educação ambiental, visando os ilícitos e a prevenção eh de crimes ambientais. A gente também tem ações integr ações ambientais integradas. Eh, tudo isso é elencado nessa carta de serviço, que hoje a gente consegue apresentar muito bem o nosso o nosso portfólio de serviços, né, de fato, dentro do policiamento ambiental. Isso é de suma importância. E dentro da de uma cidade como Campinas, que é uma grande metrópole, é uma cidade eh com uma densidade populacional grande, eh é um enorme desafio, né? Mas dentre as nossas atribuições, que hoje estão bem elencadas nessa carta de serviço, a gente tem como eh ter estratégia de combate, de prevenção, de fiscalizações em locos, fiscalizações via imagem de satélite, monitoramento, onde a gente consegue de fato entregar hoje um trabalho muito bem feito e digno a toda a população do estado. Ótimo. E ao longo do nosso questão de ordem, nós vamos falar sobre as operações que já aconteceram, né, agora nesta época do inverno, que vão acontecer, tem uma até o mês de novembro sobre este trabalho da Polícia Militar Ambiental. e participa do programa Questão de Ordem, o Signey Furtado. Primeiro Sney, para quem está nos acompanhando, nos conte o trabalho que é realizado diariamente. É um trabalho de prevenção a desastres, mas caso ocorra, como é que é a resposta, a questão da reconstrução, existe uma estrutura mobilizada aí para apoiar, por exemplo, o corpo de bombeiros mesmo, a Polícia Militar Ambiental? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Boa tarde a todos. Boa tarde, vereador a tenente e a todos que nos estão assistindo. A, é bom que esclareça. A nossa atividade de Defesa Civil, ela atinge os 20 municípios aqui da região metropolitana. Ela é ligada diretamente à casa militar do governo do estado de São Paulo, tem um um trabalho onde fica a coordenação da defesa civil no estado e aqui nós temos a base em Campinas para fazer a gestão do apoio em casos de situação de emergência ou estado de calamidade pública. Era bom esclarecer para todos pela Constituição, a é primivo a União Legislar sobre Deportivo civil. Então, nós seguimos as diretrizes estabelecidas eh pelo governo federal, especialmente no no capítulo no artigo 22, que estabelece que é privativo legislação do exército, Marinha, Aeronáutica e Defesa Civil. Então, nós temos uma diretriz muito muito clara. A Defesa Civil não combate incêndio, ela dá presta apoio às outras eh organizações, especialmente o Corpo de Bombeiros. E nós temos esse trabalho integrado. Então nós temos um trabalho de monitoramento por satélites, que é diário, diário nós temos esse monitoramento. Eh, e e o monitoramento da da parte unidade relativa do ar. Então, nós temos 20 estações meteorológicas que foram instaladas. Agora, recentemente, foi aprovado pelos prefeitos, consío dos prefeitos, a instalação de mais 80 estações meteorológicas e que vai se desdobrar em 120 e também que vai estar eh sendo apoiado pelo CRMET CEPAGR da Unicamp, onde já tá instalado o radar. Todas essas ferramentas, elas vão estar disponíveis, já estão em fase experimental aqui para nossa a nossa cidade, a nossa região. E é uma ferramenta de monitoramento especificamente em virtude de até do que o próp vereador falou, vivemos um novo uma nova situação, um dia totalmente adverso, uma situação difícil e que por mais que a gente faça ainda tá faltando muita coisa. Tenente depois nem furtado. Então existe um trabalho integrado, né, entre os órgãos. Isso é de fundamental importância, essa comunicação, uma ação em conjunto. Sim, é de fundamental importância, né? Como eu falei anteriormente, tá? Dentre os nossos serviços, um dos sete serviços são esses, essas ações integradas com a Defesa Civil e com base no desastres naturais, né? Então é de suma importância essa integração. Cada órgão dentro da sua particularidade, dentro da sua incubência, ah, o Corpo de Bombeiro, Defesa Civil, Polícia Ambiental, todo mundo integrado pra gente chegar a um resultado bom, tanto de eh apoio à população como de resposta, né? Eh, urgente para para aquela situação. Vereador, isso acho que é de fundamental importância, né? saber, tem um incêndio, eu vou chamar o corpo de bombeiros, tem uma ação que acontece numa área rural, pode contar com o trabalho da Polícia Militar Ambiental, a Defesa Civil fazendo este trabalho quando tem um desastre, quando tem uma enchente, esse trabalho de reconstrução que o Sidney falou e também de parceria com o CPAGR, baixa umidade relativa do ar, informa a população, essa comunicação acho que é muito importante e talvez um desafio é chegar essa informação até a população, porque a gente sabe que muitas vezes os órgãos funcionam, mas que a população saiba utilizá-los, né? É, porque acho que tem dois aspectos aí com relação à população. Um deles é exatamente esse com relação àilo que é preciso fazer no momento em que a população percebe que tá acontecendo uma situação ou, né, no caso, um incêndio que pode ser numa área rural, mas aqui em Campinas especialmente nós temos essas os vazios urbanos, né? muitos vazios urbanos em que são áreas que são áreas urbanas, mas que são áreas de pastagens, áreas que têm pequenas pequenas florestas ou coisa semelhante, né? E tem até eh com popula com com animais silvestres que tem que ser protegidos também, né, em várias regiões da cidade, Barão Geraldo, Campo Grande, Souzas, Ouro Verde, isso tá espalhado pela cidade. Então aqui em Campinas a gente um pouco mistura a área rural com a área urbana, né? e ela também é passível de pegar fogo, né? E a população é a primeira a perceber, certo? Então ela tem sim que saber que, né, chamar o 190 ou chamar eh especialmente a Defesa Civil, mas chamar assim a polícia ambiental para que haja o alarme, né, para que toda essa cadeia de atores possa trabalhar em conjunto. Acho que esse é um aspecto muito importante. Há um outro aspecto que eh há uma discussão muito interessante aqui na cidade de Campinas, que a gente teve um episódio em 2024, eh, de um desentendimento, vou até chamar assim de maneira elegante, né? Um desentendimento entre, ah, uma brigada popular, a especialmente a Brigada Popular Cachorro do Mato, que faz um trabalho muito interessante de conscientização ambiental, de diálogo nas escolas. Eh, eles atuam especialmente ali na região do Campo Grande, mas acabam, né, sabendo que tem um foco de incêndio. Se forem chamados, eles podem atuar também em outras regiões da cidade, até fora de Campinas. Eh, é um é um pessoal que tem experiência já nesse trabalho, que tem formação, porque acho que isso também é um elemento importante. Não adianta, né, a população ver uma situação de incêndio florestal, eh, sobretudo, e achar que vai com, né, com seu eh eh conhecimento, eh, eh, inicial, né? Quer dizer, é preciso formação para as pessoas saberem como lidar com isso, porque senão elas podem se machucar, podem, né, eh, enfim, eh, perder a suas vidas, inclusive, né, serem mais uma vítima dessa situação. Então, houve uma uma um litígio entre a prefeitura, a secretaria eh do verde, né, anteriormente se chamava assim, não era a Secretaria do Clima. Ela interditou a brigada cachorro do mato porque havia ali um uma denúncia de que eles provocavam eh danos ambientais, né, quando era exatamente o contrário. E agora, recentemente, o próprio Ministério Público arquivou o inquérito civil que foi aberto no ano passado por conta dessa iniciativa da prefeitura. Eh, e nós ficamos muito apreensivos, né, porque nós entendemos que a comunidade ela precisa sim ter a sua responsabilidade também. As brigadas populares, as brigadas ambientais, comunitárias, elas são muito importantes, porque é isso, a tenente falou, o município de Campinas é muito extenso. Sim. Eh, não há não há pessoal suficiente, seja no Corpo de Bombeiros, seja na polícia ambiental, seja mesmo até na Defesa Civil. A Defesa Civil vai mais eh, não é, Sor Sidney? é chegar no momento posterior, né, a quando há uma situação de, né, de calamidade pública, eu pude eh acompanhar o trabalho da Defesa Civil na virada do ano ali na região de Barão Geraldo, onde teve aquela inundação eh do rio Atibaia, que aliás é recorrente aquela inundação, né? E acho que esse aspecto da recorrência também é relevante, porque sim, eh, em geral o fogo vai pegar periodicamente, né? Se não é todo ano, é ano sim, é ano não. Então as populações dessas comunidades dessas dessas regiões, elas já tão já sabem que vai acontecer, né? Então, por que não aconteceu um trabalho sim de conscientização, mas mais do que isso, de formação da das pessoas, da população, para que possa ter uma brigada eh popular ali, uma brigada comunitária, um líder, mais meia dúzia de pessoas já pode fazer um trabalho muito interessante de contenção desses momentos iniciais dos incêndios, né? Então, eu penso que a participação da população, da das comunidades, ela tem esses dois aspectos. O primeiro é como é que eu posso dar o alarme sobre o que tá acontecendo pro Corpo de Bombeiros, paraa Defesa Civil, paraa polícia ambiental e até mesmo paraa brigada comunitária, né? E de outro lado a essa própria ação, né, de prevenção, por um lado, de conscientização, porque também as brigadas elas precisam se tornar conhecidas, né? Elas precisam ser conhecidas da população. Trabalho com as escolas, trabalho no centro de saúde, enfim, em outros espaços, espaços públicos, praças. Mas eu penso que que é muito interessante que elas possam ser incentivadas, né, e não como aconteceu no ano passado, serce seadas na sua própria tarefa, missão, vocação de poder ajudar nessas nesses momentos graves, né, em que acontece um incêndio, um grande incêndio que tá que pode estar numa situação de descontrole. A gente teve na, se eu não me engano, o ano passado também ali no Pico das Cabras, na região ali de Joaquim Egídio, né? Ficou durante dias ali, né? Uma situação, aliás, foi um crime, né, ambiental, depois se constatou, né, que foi um incêndio criminoso e que demanda gente de todos os lados. E e nesses momentos, nesses meses de agosto, setembro, outubro, né? É isso, é foco de incêndio, às vezes dezenas de focos no mesmo dia. Como é que você, né, até interessante saber da tenente, do senhor Sydney, qual como é que é qual que escolha se faz, né? Qual foco vai ser atacado em primeiro lugar? Então, acho que as brigadas populares, as brigadas comunitárias são muito importantes para essa prevenção também, né? Já quero ouvir daqui a pouco o Sydney sobre este assunto. Só antes com a tenente. Existe esse trabalho de ter que escolher quando tem muitos focos, deve chegar muitas ligações. Como é que é este trabalho diário, tenente? Bom, essa pergunta é um pouco eh delicada, né? Mas eh nós temos a operação huracã e dentro das fases da operação huracã, a fase vermelha, a gente tem a Polícia Ambiental atuando diretamente com o IMP, que é o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. E durante essa fase vermelha, que ela vai de junho a 31 de novembro, ela a gente faz um estudo de fato das imagens de satélite, faz a fiscalização por satélite para que as nossas eh patrulhas, nossas viaturas possam em looco olhar aqueles focos de incêndio, porque a gente já fez o monitoramento via satélite. Então assim é feito eh o nosso trabalho no dia a dia, em especial nessa fase vermelha, né, que aí anteriormente a isso já teve uma fase de preparação, de estudo, de intenções dos do dos nossos protocolos a serem tratados. E aí nessa fase em específica, o nosso trabalho é muito eh em conjunto com o IMP, buscando de fato esses pontos de de foco, porque o o satélite ele tá rodando ali diariamente, então aqueles focos estão sendo atualizados ali basicamente três vezes ao dia e praticamente em tempo real, né? Então isso a gente faz monitoramento, tem a sala de situação onde a gente de fato monitora eh quando vem a crise do do dos focos de incêndio, de fato. Ótimo, Sidney, na resposta do vereador Wagner Romão sobre as brigadas, existe um projeto que está tramitando aqui na Câmara Municipal de Campinas, que é de autoria da vereadora Mariana Conte, e ela quer a criação da Brigada Municipal de Combate aos incêndios florestais. Ela pretende estruturar ações de enfrentamento a incêndios em áreas de vegetação, devido à alta demanda do Corpo de Bombeiros para executar o trabalho. E aí os brigadistas, eles precisam receber os materiais, as informações necessárias para poder executar eh este trabalho. É uma discussão que deve acontecer aqui na Câmara de Campinas, mas como levantou aqui o vereador Wagner Romão, de que maneira que o município ele conseguiria absorver e e essas pessoas conseguirem ajudar o município na questão dos incêndios. Toda ação de combate, ela ela tá ligada ao corpo de bombeiros. Nós não fazemos ação de combate. Então, toda ação de combate, ela é ligada diretamente ao Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo. Tem uma tramitação de um projeto de lei, exatamente para regular essa questão das brigadas, inclusive para contratação, inclusive como o ICMB já faz isso na área federal, que possa ser feita uma adoção também para os municípios, que é uma é uma é uma reivindicação antiga que se regule esse tipo de ação. Então, nós entendemos que o Corpo de Bombeiro já tem um o curso regular paraa formação das brigadas, do apoio e isso acredito que não vai ter problema nenhum. Houve um problema aqui em Campinas, como o próprio vereador falou, que no meu entendimento também não ficou muito claro a a as razões naquele momento, mas que eu acho que isso pode ser superado. É muito importante que se tenha o primeiro atendimento no local para que antes que antes que haja propagação, isso é fundamental e nós entendemos que a população deve estar sempre orientada a participar a participar de ações de prevenção. O que para nós, o protocolo nosso é todos os dias é feito o monitoramento da URA, a baixa umidade relativa do ar. A medida que ela chega na faixa de 30%, o município faz vistoria preventiva. Isso já é é uma já faz parte do protocolo. Foram entregues esse ano eh nesses dois últimos anos mais de 600 viaturas, inclusive várias, com tanque agora com para de um reservatório para um primeiro atendimento quando é feita uma vistoria preventiva. Esse trabalho ele tá se intensificando. A região metropolitana também acabou de tá fornecendo um drone para cada município, para cada Defesa Civil, para apoiar as ações de de monitoramento. Ou seja, em Campinas, especificamente, qualquer incêndio que aconteça, que tenha sido detectado por por satélite, ele será vistoriado pela Defesa Civil, vai ser feita uma ocorrência e será encaminhado à Secretaria do Meio Ambiente da Prefeitura, Secretaria do Clima, ou a ou serviços públicos paraa questão da notificação, se for reincidente e aplicação de penalidade. um uma outra questão também que é o protocolo desse ano, toda a ocorrência atendido pelo Corpo de Bombeiros, ele vem para esses esse comitê que é da Defesa Civil com o clima para que também seja feita a notificação. Até esse momento, nós estamos mais ou menos com 219 eh eh ocorrências de incêndio pelo bombeiro que o bombeiro mandou para nós e pelos focos de satélite em torno de 190. Todos esses 190 eles são vistoriados, eles são encaminhados e eles serão eh notificados pela Secretaria do Meio Ambiente do Município. E agora nós expandimos isso para mais quatro cidades aqui da região. Ótimo. Eh, Wagner Romão, segundo o relatório anual do fogo e do mapa biomas em 2024, a área queimada superou uma média histórica de 18,5 milhões de hectares, né, no nosso país, aumento de 62%, foram perdas aí ambientais e econômicas que impactaram, né, eistemas inteiros e, claro, a vida de milhões de brasileiros. A gente pode dizer que essa questão ela é algo estrutural do nosso país? Eu acho que sim, infelizmente, né? Eu acho que havia uma uma certa cultura, né, das queimadas. Isso. Eh, acho que é sobretudo a gente que mora, morou aqui, viveu aqui nesse setor aqui, São Paulo, Paraná, Minas Gerais, né, as as a cultura da cana de açúcar, né, isso era algo próprio do modos operande. Isso para não voltar lá atrás, né, nesses nesses territórios de expansão de fronteira agrícola, né, a queimada ainda é, infelizmente, isso na Amazônia é muito forte, né, ainda é uma modalidade de destruição das florestas originais e preparação do, em tese, né, eh de uma maneira eh eh ruim, né? Na verdade, isso acaba prejudicando a a fertilidade do solo, mas queimada é uma espécie de preparação pro plantio, né? Ainda há esse entendimento equivocado, né? Então, acho que isso é algo, né, que vem da do processo de expansão das fronteiras agrícolas no Brasil e acho que especificamente no caso de São Paulo e toda essa área da cana de açúcar eh até muito pouco tempo atrás e ainda, infelizmente, a gente ainda observa, né, essas queimadas na cultura da cana para facilitar o manejo da cana. Mas é algo que é proibido no estado de São Paulo, acho que no Brasil todo, se eu não me engano, né, já há há muito tempo. Eh, então, a ainda a gente é faz tá tá tá dentro dessa cultura da queimada como algo eh eh comum, né, como algo que que pode ser realizado. É, e acho que acho que tem uma, a gente tem que trabalhar, né, acho que num outro momento, né, nós estamos realmente num outro momento, é um momento de mais conscientização ambiental, eh, em que é, embora as pessoas, eh, há há muito esse debate, a gente tem feito muito esse debate, inclusive na, na nossa própria frente parlamentar, né, em muitas situações, o poder público continua jogando a culpa sobre queimadas, sobre a dificuldade de tratamento do lixo, dos resíduos sólidos, né, na população, né, que a população não tem essa cultura do da separação do lixo, por exemplo, ou joga bituca de cigarro em qualquer lugar, etc. Mas a gente sente falta, embora a gente sabe que são feitas campanhas, acho que a própria Polícia Militar Ambiental tem feito esse tipo de ação, mas eh a gente reclama muito da prefeitura, da própria prefeitura de Campinas, né, aqui nós estamos falando no âmbito municipal, é a respeito desse tipo de campanhas de conscientização que sejam mais intensivas e junto à população. Quer dizer, se a população não for bem informada sobre as consequências daquilo que ela tá vendo, daquilo que ela tá percebendo como algo que é ruim para ela, né? Eh, mas que ela pode mudar a sua própria forma de agir para diminuir eh a quantidade, né, de de seja de de focos de incêndio, seja a questão da dos resíduos sólidos, enfim, outras situações, eh fica muito difícil. Então, o poder público tem um papel importante de conscientização das pessoas para esse sobre esse novo momento, inclusive, né? Eu acho que cada vez mais as pessoas têm despertado sobre a questão ambiental como algo relevante para suas próprias vidas. Um dos temas que a gente vai tratar no próximo, na próxima reunião nossa da Frente Parlamentar é sobre a questão da água, que é um outro, quer dizer, que tá é um tema absolutamente relacionado à questão dos incêndios, né, do aumento desse calor, eh, que a gente tem visto nesses nesses últimos anos. Eh, e algo que se a gente não preservar as nossas próprias nascentes, a gente não tiver essa consciência da preservação das nascentes e Campinas ainda bem, né? Nós estamos numa área que tem muitas nascentes, sobretudo ali na região da APA de Campinas, tem mais de 2.500 nascentes ali a serem catalogadas, mas há uma estimativa nesse sentido, né? Eh, mas se elas também não forem preservadas, né? Se você deixar ali eh a a o a às vezes o o gado caminhar sobre ali, se elas se tiver queima das das matas que estão no entorno das nascentes, então a gente vai ter problemas seríssimos de a gente já tem problemas seríssimos de de abastecimento de água na nossa região, né? Nosso clima e a nossa a relação entre, digamos, produção de água e população é de ambientes desérticos, né? Oriente Médio, é é a nossa nossa realidade aqui na na região de Campinas. Então esse debate também é um debate muito importante que tá relacionado diretamente à questão do calor a cada vez mais forte nas nossas regiões, na nossa região especialmente, mas também eh sobre como que a gente pode controlar essa esses incêndios, né, assim, diminuir, prevenir cada vez mais, mas de outro lado ter condições de eh debelar esses incêndios. na nos momentos em que eles acontecem. Tenente Rosana e depois o Sidney Furtado que eu preciso liberar liberar que liberá-lo porque eu já combinei um horário com o Sydney. Eh, Rosana, isso que o Wagner Rom falou é muito interessante sobre o poder público, ele tem que fazer o seu papel, mas o cidadão também. A Polícia Militar Ambiental tem ação educativa, ela consegue conversar com a população, ela informa. Existe essa forma de tratamento? Sim, existe e geralmente nós temos policiais na rua, né, fazendo ações preventivas de policiamento, de educação ambiental também, que tá dentro de um dos nossos sete serviços que eu elenquei mais eh no início do nosso debate, né, que é educação voltado para pra prevenção de fato desses ilícitos, né? Então, é, a gente através de campanhas educacionais, de visitas em escolas, eh, de do policial conversando de fato com o autuado ali no caso de uma infração ambiental constatada, a gente já encara isso como educação ambiental, porque ele tá atuando, mas tá explicando que tal ação foi feita de maneira eh contrária a uma legislação ambiental, então é uma educação ambiental também para aqueles moradores daquela família que estão vendo aquela os vizinhos, né? A gente faz palestras em escolas, a gente tem programas de educações ambientais formal e não formal também, né? Então, a gente age de uma maneira de fato articulada, pensando eh que essa informação chegue ao cidadão, chegue realmente eh na dentro de casa, desde as crianças, os adultos também, né, dentro das das campanhas em empresas que eu falei, por exemplo, na própria educação ambiental junto na fiscalização ambiental. E geralmente é bem recebido ou não essas ações? Geralmente somos somos muito bem recebidos. A gente trata com o cidadão de uma forma muito tranquila, né? buscando sempre a a parte da educação ambiental em si mesmo. Então, somos bem recebidos. É de fato deixar claro paraa população queimadas é crime. Então, muitas vezes aquela aquela pessoa, o dono daquele terreno em área urbana que seja, mas ele fala: "Vou fazer uma limpeza do meu terreno, vou atirar fogo aqui." Ah, muitas vezes, como o senhor falou, eles não entendem que é um crime. Eles falam: "Ah, mas eu vou fazer a limpeza do meu terreno, é uma forma mais rápida, é crime, gera multa", né? e agrava a questão de saúde pública, agrava a nossa eh a não preservação do meio ambiente, né? Saúde pública, a vida, tudo isso influencia. Então, é são as pessoas de fato terem consciência. Essa consciência vem através da educação ambiental que hoje o estado eh faz eh como um dos serviços mesmos, ela em casa da nossa carta de serviço, é a educação ambiental, sempre tentando eh prevenir o crime, né? Esse esse é nosso intuito da nossa educação ambiental, não educação ambiental solta, é realmente é objetiva isso, que os crimes não aconteça. Ótimo. Shinei Furtado, a Defesa Civil, ela faz a ações educativas? Existe essa comunicação com a população? [Música] O, eu concordo que o vereador precisa ser cada vez ampliado. É mais eh nós também trabalhamos com o comitê das arboviroses, que é a questão da da dengue, chicungunha, zica, e a febre maculosa. Nós também estamos envolvida nessa questão. E nós entendemos que a questão dos resíduos eles eles realmente representam uma grande preocupação. É uma questão de saúde pública. Hoje a questão dos focos de incêndio é uma questão de saúde pública, já não é mais uma questão só só de simplesmente combater o incêndio. Nós temos um problema de saúde pública bastante significativo e que isso merece um acompanhamento mais detalhado. O ano passado foi um ano muito difícil e a nossa expectativa já estamos nos preparando para o o próximo ano e na na perspectiva que isso possa piorar. O 100.000 L que foi colocado em reservatório de água na região da APA Campinas, ele equivale hoje a oito caminões de corpo de bombeiros no combate. Foi uma das dificuldades que nós encontramos, principalmente naquela região de do Pico das Cabras, Morungabe, Itatiba e Campinas. A nossa expectativa é isso, é se ampliar para outras áreas também, porque sem a água o corpo de bombeiros não vai conseguir efetivamente fazer o o combate. Mas eu concordo, precisamos melhorar muito a o aspecto da da conscientização desse trabalho integrado do primeiro atendimento, quer dizer, as pessoas entenderem efetivamente o porquê não não a atarem fogo. E eu, infelizmente, vou ter que sair. Nós vamos ter agora uma reunião, inclusive que tem a ver tudo com esse tema, que é o a a reunião de resposta aos incêndios florestais, agora com cenário meteorológico para essa semana e a próxima semana. Então nós vamos ter uma reunião agora com a sala de situação do governo do estado, exatamente já tendo os preparativos aí para essa semana. o coronel Engel é que vai est coordenando essa essa reunião e a nossa expectativa é que a tendência da baixa umidade relativa do ar, o tempo um pouco mais quente e a tendência que vá aumentar os focos de incêndio aqui na nossa região. Então eu vou, infelizmente, precisar sair para participar agora às 16 horas dessa reunião. Eh, tenente Rosana, sobre os impactos ambientais, né, a partir do momento que a gente tem um incêndio, é redução de matéria orgânica do solo, é morte de microrganismos essenciais, é perda de minerais, é diminuição da infiltração de água, avanço de erosão, desertificação, também a questão dos animais. Então, quando tem queimada tem muito prejuízo, né? E acho que vocês que tão ali encarando todo dia, vocês conseguem enxergar isso quando tem, principalmente grandes proporções, o quanto é prejudicial pro meio ambiente, né? Isso é só prejudicial, né? A gente não tem nenhum ponto positivo, né? A a cria. Então a gente vê uma queimada, o nosso intuito é que ela não tivesse acontecido, né? E para isso a gente trabalha de forma preventivamente, né? Com policiamento nas ruas, com monitoramento ambiental para que ela de fato não ocorra, né? E dentro da operação São Paulo sem fogo, a gente tem a fase verde e a fase amarela, que a a fase amarela ela é uma uma reunião de ações da Polícia Ambiental com o Ministério Público representado pelo GAEMA também eh através de contato com a Artesp, que é a Agência Reguladora de Transporte estado de São Paulo, que eles conseguem contato direto com as concessionárias para que a gente tenha de fato prevenção à beira das rodovias. Então é uma solicitação que a gente pede, né, os cidadões é aquela coisa da educação ambiental, mas é uma oportunidade que eu eu tenho aqui também. Os cidadões que trafegam por dovias, por estradas, aquela bitca de cigarro, eh, ela pode, às vezes, é um ponto que a gente acha, é individual, meu, eu vou colocar, mas a ação que isso acarreta, uma bitca de cigarro que pode ocasionar, né, são danos coletivos gigantescos e às vezes eh imensuráveis. Sim. Então é é de fato a gente de novo, a gente não quer que aconteça, mas aconteceu. Então a gente pede também para que os cidadões, viu uma queimada, disco 90, telefone de emergência 90, fala o que que tá vendo, tenta passar o máximo de características do local, a localização exata para que a gente consiga mandar uma viatura no local e acionar o Corpo de Bombeiros para que a gente tenha ações aí já repressivas, né, de imediato. Mas essa não é a nossa intenção. a gente quer sempre trabalhar de forma preventiva para que não aconteça. Então, durante essa fase eh verde amarela, a gente faz contato com produtores agrícolas, fala da das necessidades deles de manterem áreas os seus aceros limpos para que porventura venha a ter fogo na nas plantações, que elas não passem de uma plantação para outra e que tem essa margem de segurança para que o fogo se instale naquele quadrante. Isso é muito importante. a gente tem essas ações de fato preventivas, essas conversas. Acero é uma barreira para que esse fogo ele não se al Isso é isso. Plantações é como que a gente e enxergasse como quadrantes, né? Então dentro daquele quadrante tem um acero. E aí a depender da do tamanho, porque aí depende da legislação específica, da plantação, enfim, ela tem uma metragem, aí tem que tá limpo para que eh tenha incêndio naquela plantação, ela não se alastre para as plantações vizinhas. Uhum. E hoje o produtor agrícola, ele tem de fato a incumbência de manter esse acero limpo, de manter eh brigadas de incêndios, de manter combate a incêndio na área dele para que se o incêndio vier, ele consiga de fato sanar ali. E hoje ele tem eh gera multa para ele também se ele não conseguir manter isso, né? se ele não tiver isso. Então, a durante a operação São Paulo sem fogo, a gente tem essas ações eh de educação ambiental também, né? A gente vai lá, conversa, olha, vamos fazer, precisa ser feito dessa forma, não tá bom assim, vamos fazer assim. E para que de fato quando a gente chegue na fase vermelha, que é essa fase que a gente tá agora, a gente não tenha que estar remediando tanto, né? Porque a gente já fez um trabalho bem feito lá na frente de educação ambiental. Esse é nosso intuito. Ótimo. Tenente Rosana, numa resposta anterior sua, você falou sobre a operação Huracã. Eu tenho alguns dados deste período, porque de 26 e 30 de maio de 2025, a Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo deflagrou essa operação com o objetivo de prevenir queimadas incentos florestais, de fiscalizar esses assos que a tenente falou aqui pra gente, de monitorar as faixas de domínio, de combate de práticas ilegais, como a soltura de balões, crimes contra a fauna e a flora e os números em todo o estado. 1184 pessoas abordadas, 20 estabelecimentos vistoriados, 842 fiscalizações deiros, abrangendo um total de 3.737 km. Você participou dessa operação? Que a avaliação que você faz do que fora realizado é sempre em área rural ou em área urbana? Se porventura acontecer alguma coisa, vocês fazem também este trabalho. Que que você pode contar para quem está nos acompanhando? Isso. Eu agradeço pelo resumo muito bem dito da nossa operação, né? Eu encaro a operação Huracã como uma joia dentro da nossa operação São Paulo sem fogo, né? São dias de fato que a gente volta o nosso as nossas patrulhas para essas ações de combate, de prevenção à incêndios florestais, a questão da educação ambiental também. Eh, eu participei, hoje eu comando um pelotão, né? E esse pelotão ele participou efetivamente. Então, eh, para mim é uma honra participar disso, porque é é uma história dentro do nosso estado, né? Eh, é uma operação que ela é desencadeada lá em março e ela vem finalizar agora em novembro, né? Então, é um trabalho bastante ádo. A gente faz realmente estudos, eh, mapeia o que que a gente, onde a gente quer chegar de fato, né? Então eu enxergo como a operação huracã como uma joia que a gente tem dentro da operação São Paulo sem fogo, que perdura aí tantos meses dentro do ano. Ô tenente, e depois de uma operação grande como essa, como aconteceu, tem como fazer eh um diagnóstico, fazer um relatório para que isso não aconteça mais? Tem um diagnóstico quando tem uma operação grande como essa? Sim, sempre tem. a gente se reúne periodicamente até com a Defesa Civil lá na sala de gerenciamento de crise que fica lá no Palácio do governo. Então a gente tá sempre estudando de como melhorar pro próximo ano. Próximo ano vem de novo essa fase, né? A fase da seca, da baixa umidade relativa do ar. Então a gente tá sempre estudando e se aperfeiçoando para que próximo ano a gente esteja cada vez melhor, né? E consiga dar respostas mais rápidas e mais eh pontuais. Vereador Wagner Romão, quero voltar no trabalho que tem sido desenvolvido pela Frente Parlamentar aqui na Câmara de Campinas. Já teve reunião que foi debatido aí sobre os deslocamentos causados pela eh crise climática, milhões de pessoas, né? A arborização urbana em Campinas já foi debatido, questão de preservação sobre resíduos sólidos que você tratou aqui numa resposta que até o Sidney falou da importância que tem eh este tema. Já dá para ter uma ideia do que que a cidade de Campinas precisa em termos de políticas públicas para combinar com maior eh eficiência, inclusão social e aí a responsabilidade ambiental. Olha, a gente tem um trabalho na o trabalho da frente, ela ela é um trabalho muito ligado àquilo que a sociedade civil entende como relevante e que nós vamos, né, eh, captar essas essas informações, esse essa percepção da população que que tá organizada em fóruns, em entidades, né? e vamos um pouco eh tentar eh perceber que ação o vereador ou a própria frente parlamentar, a Câmara de maneira geral pode realizar em termos de legislação, por um lado, em termos de fiscalização das ações, especialmente da prefeitura, né? E em termos de de um trabalho que também vai para além do do trabalho mais eh eh como comezinho, né, no no na da da do próprio vereador, que é um trabalho de diálogo com a comunidade, conscientização, que é um trabalho de agente público, né, que todo agente público, a policial tem que fazer, o vereador tem que fazer, as pessoas que estão na na nas áreas de comunicação, nas áreas, enfim, de outras políticas públicas, tem que sempre que realizar. Ah, o que eu poderia destacar aqui, embora não seja um tema direto, né, mas acho que tem tudo a ver também, porque uma série de uma série de incêndios, você a a tenente mencionou bem, né, as pessoas que vão limpar o seu terreno, tem resíduo ali, às vezes tem resíduo tóxico e coloca fogo naquilo e aquilo se torna um problema, um crime ambiental. Exatamente. Problema de saúde pública grave, né, em alguns casos, que é a questão do resíduo sólido. A gente fez uma uma conversa, uma reunião com com colegas eh da sociedade civil na no sábado passado, agora esse último sábado. Hoje nós estamos protocolando junto à casa, a mesa diretora da Câmara, a uma comissão de estudo sobre gestão dos resíduos sólidos na cidade de Campinas. A gente entende que tem muita coisa a ser feita. né? Ainda eh nós continuamos com uma metodologia muito antigua, muito antiga de eh atuação sobre o resíduo. Ainda o aterro Delta é o primeiro local de destinação do resíduo. Campinas paga eh para um ente privado, né, uma empresa privada, pra cidade de Paulíia fazer o, digamos assim, o a a lida, né, a gestão desse resíduo que é produzido aqui na cidade. Então a gente transporta utilizando diesel, né, caminhões a diesel para uma cidade vizinha, eh para para se fazer a a o tratamento, enfim, desse resíduo. A gente praticamente não tem na cidade há muitos anos uma campanha sobre o que que é reciclagem, o que que é reutilização, o que que é a diminuição do do da geração do resíduo, né, do próprio resíduo sólido, do lixo, né? Eh, então assim, tem muita coisa a ser feita. A gente outro dia, faz o quê? Uns dois meses mais ou menos, a gente teve eh fomos verificar em loco ali no Ouro Verde, houve uma denúncia de que ali do Gramado tava sendo transportado eh matéria orgânica de esgoto mesmo para para uma região no no Ouro Verde, próximo de Nascente ali no Ouro Verde também. Quando a gente chegou lá, a gente detectou um grande lixão clandestino, né, acontecendo ali e a e a própria Secretaria de Serviços Públicos deu a declaração depois que era ciente daquilo que tava acontecendo. A gente até questionou porque não tem havido a denúncia já, porque isso também era um crime ambiental colocado. Então, tem uma série de questões que estão ligadas a a veja, a gente fala às vezes de meio ambiente, a gente toca muito na questão do calor extremo, a gente toca na questão das árvores, as árvores, né? Arborização urbana é um tema forte em Campinas. A gente tem visto isso tanto por pela nossa ação enquanto parlamentares, né, de recebimento de denúncias, de cortes drásticos, de, né, de situações em que não tem que ser cortada a árvore. Tava comentando aqui antes da gente iniciar o nosso trabalho lá na Praça Silva Rego, ali no Guanabara, eh, de uma poda drástica, de uma de uma de uma impermeabilização ali da praça, corte das raízes, a gente atuou ali, chamamos a Polícia Ambiental, que teve presente com muita rapidez, inclusive, né? Eh, mas a questão do resíduo, ela não é uma questão que tem sido tratada, ao nosso ver, né, de uma maneira como se como seja uma causadora de graves problemas pra população, né? O descarte, esse é um outro crime, né, que é comum, muito comum. A gente anda pela cidade toda, a gente vê em todo o córrego, em todo ribeirão, tem descate de construção civil, tem descate de sofá, de pneu velho, de, enfim, né? Então esse é um tema que a partir do que a gente veio trabalhando na frente, percebendo essa necessidade de um tema que é pouco tocado inclusive pela população, porque é isso, né? Quer dizer, trata, trata o resíduo como lixo mesmo. Ó, tô deixando aqui, não quero nem ver o que que tá acontecendo. Exato. Isso aqui em algum lugar, alguém vai dar conta disso aqui, né? Então a gente precisa reverter isso, né? E isso e se a se a educação ambiental, né? Mas se a gente não começar a nossa conscientização ambiental pelo resíduo, pelo lixo que a gente produz, que não é lixo, né, que é um resíduo que pode ser trabalhado, que pode ser reaproveitado na nossa casa, né? Como que a gente vai pensar em combate a incêndio? Como que a gente vai pensar em efeito estufa? Como que a gente vai pensar em pegada de carbono, né? Quer dizer, é o o o lixo a gente produz todo dia, né? Então, nós temos que dar tratamento para isso. Isso precisa entrar na vida das pessoas na cidade de Campinas. a gente sabe de muitas cidades no Brasil e no mundo todo que tem um tratamento assim, eh, algumas cidades europeias, né, tem tratamento 100%, São Francisco, eh, na Califórnia, nos Estados Unidos, tem um tratamento 100% do seu resíduo, né? Então, a gente precisa ter essa conscientização. Então, você me perguntou da dos trabalhos da frente, né? Eu acho que esse é um trabalho que apareceu para nós como um tema muito grave para quem nos assiste, né, na TV Câmara. A comissão especial de estudos é uma comissão que é aprovada pela pela mesa diretora da casa, vai ao plenário, o plenário também aprova, a gente já conseguiu as assinaturas necessárias para isso e a gente eh nós estamos gravando uma segunda-feira, né? Segunda-feira é dia de sessão aqui na Câmara, então a gente deve eh iniciar os trabalhos da da, né, que hoje é a aprovação da comissão. Eh, eu, se aprovada, eu presidirei essa comissão e nós teremos aí mais quatro parlamentares que vão compor essa comissão de sorteio dos membros, né? sorteio dos membros, dos vários partidos políticos que eu tenho certeza vão estar muito interessados em discutir esse tema aqui na cidade. Então a frente ela é ela é esse esse esse grande esse grande aparelho de escuta da da população, da sociedade civil, para que a gente possa tomar ações no legislativo que sejam condizentes com a demanda que tá vindo da sociedade, né? E a questão do resíduo sólido, aliás, a gente podia já marcar aqui um um próximo questão de ordem pra gente discutir esse tema. É um tema muito bom, tenente Rosana. Há esse entendimento, essa percepção da Polícia Militar Ambiental, algumas áreas que já são conhecidas, que chega lá, que tem o descarte irregular e aí tem esse trabalho. Quando vocês estão fiscalizando da questão de educação, já é conhecido da Polícia Militar Ambiental? Sim, sim. Eh, quando nós chegamos e vemos situações desse tipo, que é uma atividade potencialmente poluidora, no o exemplo do descarte regular de lixo, a gente oficia a CETESB, né, que hoje é o órgão responsável pela autação. Uhum. Eh, a gente faz isso através de ofício para que eles vão ao local e consigam constatar de fato ou utilizem nosso termo de vistoria ambiental em loco, que policiais foram, constataram e eles elaboram um relatório com fotos, mandam para eles, eles conseguem também fazer a autuação. Ótimo. Tem alguma época em que o trabalho ele se intensifica, que é mais difícil, varia de acordo com a estação do ano? Por exemplo, agora a gente tá no inverno, que é a época de estiagem. Agora é um trabalho mais difícil em relação ao verão ou são dificuldades diferentes? Sim, a polícia ambiental ela trabalha os 365 dias no ano, né? Todo, todo o período, o dia todo, né? Todo dia nós temos patrulha aqui, por exemplo, caso de Campinas, mas não só Campinas, né? é o quinto Batalhão de Polícia Ambiental. Ele atua em 168 municípios, dividido em três regiões administrativas, uma delas aqui, Campinas, que é onde fica a primeira companhia eh de polícia ambiental. Nós temos a segunda companhia de polícia ambiental em Pirascaba e a terceira companhia de polícia ambiental que fica em Sorocaba. Hum. Então, esses três centros, eh, essas três cidades grandes, né, que são Piracaba, Sorocaba e Campinas, a gente tem policiais atuando de forma ininterrupta, né? Então, eh, tem essa fase, por exemplo, que é a fase da nossa operação São Paulo sem fogo. É uma fase mais crítica, mas que se a gente vê, ela demanda aí praticamente o ano todo, né? Ela vai, ela inicia em março na fase verde, desde o nosso planejamento, nosso protocolo de intenções. Depois ela entra na fase amarela, que aí quando entrou a operação huracã, a gente fez ela na operação amarela, que aí é como é uma ação mais integrada, né, com o Ministério Público, como eu falei, com aesp, com a Defesa Civil e a fase vermelha, que é a que a gente entrou agora em junho e vai até o final de novembro. Então, a gente tem ações mais focadas a essa essa parte do fogo de fato, né? São Paulo sem fogo, como bem fala o nome da operação. E tenente Rosana, numa resposta anterior do Cidnei Furtado, ele falou da questão de tecnologia, de como a Defesa Civil, através do satélite consegue fazer o mapeamento de alguma maneira, a tecnologia, ela também tá presente no trabalho de vocês? Sim, ela tá presente todo dia, né? A gente tem hoje sessões de monitoramento dentro de cada uma dessas companhias que eu listei anteriormente e dentro do batalhão, no quinto batalhão, falando especificadamente dele, né? Mas dentre o dentro do nosso estado, nós temos cinco batalhões de polícia ambiental. Todos eles trabalham com esse monitoramento via satélite, né? Hoje, eh, os policiais eles saem à rua para atender uma ocorrência com relatório de informação técnica feito por essas equipes que ficam em escritório, eh, monitorando via satélite, onde eles elaboram esse relatório que pode subsidiar muito bem os policiais que estão em campo, né? Então, diariamente isso é nossa rotina, né? esse trabalho de monitoramento via satélite. Wagner Romão, do ponto de vista aqui da Câmara de Campinas, pra gente poder eh melhorar a situação que nós temos hoje, esse trabalho de fiscalização é cobrar mais o poder executivo, no seu entendimento, ainda faltam leis, precisa punir quem comete esse tipo de crime, precisa dar mais eh munição pros órgãos competentes, ter um efetivo maior. Como é que você enxerga este trabalho pra gente poder ter um cenário melhor? Porque o Sidney mesmo falou que já trabalha com um cenário de pessimismo pro ano que vem. Então isso é sempre muito ruim. Então a prefeitura ela, o poder, o município ele tem uma tarefa eh tem primeiro ser acessória ao trabalho que vem sendo realizado pelo estado, né? Defesa Civil, um órgão estadual, a Polícia Ambiental também um órgão estadual. Cabe ao município fazer a sua parte, né? Nós eh apresentamos na Lei de Diretrizes Orçamentárias desse ano, que já foi aprovada inclusive, uma emenda que propunha que ao menos 3% do orçamento municipal fosse destinado para as ações eh ambientais, né, paraa Secretaria do Clima, para que a gente pudesse, enfim, trabalhar as diversas ações, seja recuperação de nascentes, seja fortalecer um trabalho de saneamento na cidade. a gente tem eh a SANASA, que é uma empresa, enfim, muito importante, uma boa empresa, mas ela tem trabalhado com essa perspectiva do 100% do esgotamento na cidade, né? Eh, infelizmente não é isso que a gente vê em todas em todo o município. A gente vê, outro dia eu pude visitar uma escola estadual, eh, que onde passa um córrego atrás da escola e o esgotamento da escola é ali diretamente eh despejado no córrego. A gente poôde verificar isso. Isso inclusive trouxe ali nas, né, em algumas semanas a gente vai dar mais destaque para essa ação, paraa ação que a própria escola tem feito, né? Mas isso traz uma questão muito grave para nós, né? Porque dizer um equipamento público do governo do estado, eh, e com esse esgotamento praticamente a céu aberto ali. Então, tem muitas ações que têm que ser realizadas, né? O saneamento ela ela, ela é uma tarefa, não é uma tarefa que já se concluiu na cidade de Campinas, é uma tarefa que é custosa e que tem que e que faz parte da questão ambiental. Ela é tá dentro desse cenário da questão ambiental. Então, destinar mais recursos, ter projetos mais bem definidos, um diálogo mais firme com a população. A questão da água para nós é uma questão também muito séria. Isso impacta, a questão das nascentes, ela impacta e tanto na questão da da nossa eh da qualidade da nossa água, da quantidade da nossa água, do controle inclusive das dessas inundações, enchentes que acontecem nas, né, nesses momentos dezembro, janeiro, em que a gente, infelizmente, vê isso acontecer. Nós estamos num numa num tema, nós estamos num tratando de um caso, acompanhando um caso muito sério, que é, acho que eu já até comentei aqui em outros programas, eh desde o do desde abril do semestre, né, desse ano, eh ali o pisinão que tá sendo proposto para ser construído ali na praça Half Stetinger, a praça em frente ao hotel Vitória, ali na norte-ul, que nós entendemos que não deve ser feito o corte daquelas 300 e 378 árvores que compõe aquela praça. Para nós é um crime, será um crime ambiental, né? Eh, por mais que a prefeitura possa apresentar licença disso, licença daquilo, às vezes é o próprio órgão que tá sendo, que tá executando a ação, que é um órgão de licenciamento. Quer dizer, é um absurdo, né? Então ali, eh, e ao invés de um pisinão, que é uma tecnologia também, a gente acha que em alguns casos pode até acontecer, mas em outros casos ela não serve. ela vai apenas atrasar o ela vai apenas eh dar conta de, né, quer dizer, de um período muito curto ali da ação do que a gente tá vendo em termos de escala das chuvas. Mas se a gente trabalhar nascentes, se a gente trabalhar o conceito da cidade esponja, né, que a gente ter pequenos reservatórios ali no próprio passeio público, eh parar de impermeabilizar a cidade com asfalto, né, a gente vê isso continua acontecendo. Uma das nossas brigas ali na Praça Silva Rebo foi exatamente essa, né? tava tendo concretagem ali, concretagem na na no pé das raízes da da das figueiras e ali tem soluções. Quer dizer, existem outras soluções que não o concreto, que é a solução mais barata, né, mas ela sai muito caro pro meio ambiente, ela sai muito caro pra população, ela sai muito caro paraas árvores que estão colocadas ali. Então, a gente precisa ter uma outra modalidade de pensamento, né, eh, né, de em termos de política pública, tem coisas que já não não dá pra gente aceitar mais, né? A solução do preço mais barato, ela vai ser caro, como eu disse, para as populações, paraas gerações futuras, ela vai trazer eh prejuízo, prejuízos ambientais graves, né? essa consciência que a gente não tinha lá na na época da lei 866, né, da lei das licitações, que já foi vencida, inclusive, a gente precisa ter agora, quer dizer, o dinheiro investido, dinheiro público investido, ele precisa ter também esse outro aspecto, esse outro parâmetro, né, para ser para ser gasto, para ser investido e devolvido pra população. Se nós, enquanto poder público legislativo, executivo, judiciário, né, não não tivemos essa percepção, né, quer dizer, essa é a responsabilidade que nós temos que ter. Então, a gente acha que dá para fazer muito mais, eh, seja na prefeitura, que é o nosso foco principal, né? Nós estamos no município, seja na no governo do estado, seja no próprio governo federal. Programa encerrado, programa bom, é com muitas informações. Então eu quero agradecer a tenente da Polícia Militar Ambiental, a Rosana Felinto. Muito obrigado por nos contar o trabalho que é realizado na cidade de Campinas, mas representando, né, todo o estado de São Paulo. Já faço um novo convite para você retornar até aqui aos nossos estúdios para falar sobre esse, mas também sobre outros assuntos e fica aberto aí paraas suas considerações finais, tá? Eu que agradeço novamente pelo convite, né? E para mim foi uma honra e a gente conseguir passar um pouco do nosso trabalho, né, e das nossas intenções, né, então deixar o canal 90 aberto pra população, né? Então, vi um crime ambiental, diz que o 90, informa que a gente manda a patrulha lá e a ou o 90 hoje ele faz a compilação de tudo isso, canal de emergência normal. Eh, queria também deixar aqui um uma solicitação para que, como o senhor falou por várias vezes, né, que a gente eh veja de fato as populações que estão por vir, né, que a gente pense nelas, que é a expressão desenvolvimento sustentável, que muito foi falado, hoje ela tá mais um pouco mais adormecida, mas é de fato a gente atender as nossas necessidades hoje, mas pensando nas populações que estão por vir, nossos filhos, nossos netos, os nossos descendentes. Então essa é é um é uma solicitação que eu faço, né, paraa população, para todos nós, né, que a gente de fato possa pensar nessa na no significado dessa expressão tão importante que é o desenvolvimento sustentável. Sem sombra de dúvidas, pensando nas ações para o futuro. Vereador Wagner Romão, também muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo. Contar sobre o trabalho que tá sendo desenvolvido aqui na Câmara de Campinas através da Frente Parlamentar de Meio Ambiente, de enfrentamento às mudanças climáticas. Já faço um novo convite. Vamos atrás deste questão de ordem sobre os resíduos sólidos e fica aberto aí paraas suas considerações finais. Não, eu que agradeço de novo a gente ter a oportunidade de dialogar com aqui com com a tenente, com a Defesa Civil, com a nossa TV Câmara, com a população que tá assistindo a TV Câmara também. Questão de ordem. Eu gosto sempre de dizer que o nosso mandato ele tá sempre à disposição das pessoas, seja por, né, denúncias, tem muitas denúncias que chegam até a gente. Eh, o nosso e-mail é wagner comw.sp.leg.br. Também pode procurar a gente diretamente aqui no gabinete 3 aqui na Câmara, né? Eh, e a partir daí a gente vai compondo também a nossa ação na cidade, né? É muito importante que as pessoas que percebem situações que podem ser modificadas, que não estão acontecendo como deveriam acontecer, especialmente aquelas que são eh, digamos, claro, tem crimes ambientais, então aí é 190, tem que coibir imediatamente. Mas às vezes são situações que o às vezes a prefeitura liga pra prefeitura, a prefeitura não dá o retorno, procura a gente, a gente pode encaminhar um requerimento de informações, uma indicação para que a gente possa ter um meio ambiente melhor para todo mundo e com a participação das pessoas, das comunidades aqui da cidade de Campinas. Então, muito obrigado, tô sempre à disposição e eu agradeço você aí de casa pela sua companhia, pela sua audiência. Espero que a gente tenha contribuído com este tema que é tão importante, que é a relação que nós temos com o nosso meio ambiente. Continue na nossa programação e até uma próxima oportunidade. Ciao. Ciao. [Música]