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Olá, [Música] começa agora o programa Questão de Ordem, que hoje aborda o Junho Violeta, mês de alerta à sociedade brasileira sobre a conscientização a todas as formas de violência. contra a pessoa idosa. Aqui em Campinas, a prefeitura realiza a campanha com o slogan: "Envelhecer é uma conquista, torná-la digna é dever de todos". De acordo com dados do CIS9, que é o sistema de notificações de violência de Campinas sobre a violência contra a pessoa idosa aqui na cidade, em 2022 foram registradas 144 ocorrências. Em 2023, este número saltou para 224, fora os casos subnotificados, aqueles que não aparecem. A maioria das vítimas, mulheres, 67% dos casos. Já no data SUS, foram 147 casos registrados em 2022, 236 em 2023 e 224 em 2024. Como reconhecer os casos de abuso? Quais são os tipos de violência? Como se proteger? O idadismo ainda muito presente na sociedade e o que tem sido feito na cidade de Campinas. Bom, muitos assuntos. E para discutir eu recebo aqui no estúdio o vereador Marron Cunha. Ele que é o presidente da comissão dos idosos, aposentados e pensionistas aqui da Câmara, o vereador Luiz Iabico. E participa conosco Diego Gomes dos Santos, coordenador para políticas públicas para os idosos. Lembrando que o debate vai acontecer, farei as interrupções apenas quando o necessário. Vereador Marron Cunha, começo com o senhor. Violência contra o idoso em Campinas aumentou de 2022 para 2023. Infelizmente é uma realidade, né, que está presente nos dias atuais. De que maneira que o senhor enxerga esta questão? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Eu que agradeço aqui para estar no seu programa aqui, Gabriel, nosso amigo aqui, abico Diego aqui. Eu acho que é um debate muito importante, né? Tô começando agora assumir a presidência da pessoas que é dos idosos. Então, acho ser muito interessante, muito importante esse debate que estamos aqui, trazer um coordenateiro junto com o nosso coordenador e a BICO aqui para que possa fazer esses debates de eh políticas públicas, né, e que tragam pra nossa comissão também a importância do Diego tá aqui para que faça as perguntas pra gente e que ainda possa fortalecer esses debates que realmente hoje é muito importante essa e eh essa fase que estão passando os idosos, as porque a globalização, né? Então você vende isso aí hoje, eh, eles não estão preparados ainda para toda essa globalização. Então, existe ainda aqueles que resistem ainda, que tem alguém que tomam conta para você, que possa o banco ainda. Eu acho que fortalecer isso aí para que eles possam confiar e fortalecer isso aí junto nessas comissões, nesses debates públicos e com projetos, né? Essa possível exclusão é algo que nós vamos também abordar aqui ao longo do nosso questão de ordem. Vereador Luiz e Abico, as idosas representam quase quatro vezes o número total de vítimas de violência, né? Como proteger as mulheres. Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Obrigado, Gabriel. Obrigado que povo que está nos assistindo aqui o programa Questão de Ordem. Um prazer imenso estar com vocês todos aqui ao lado do vereador Marrom, do nosso amigo Diego. Tenho várias questões aqui para perguntar pro Diego que é especialista na área. Esse assunto da violência contra, esse é o termo, né? violência contra os idosos nos preocupa demais. E a Câmara Municipal tem tratado desse assunto com muita firmeza na presidência da comissão com o nosso vereador Marrom, mas é sempre uma questão a ser discutido mais e mais e mais e mais. Trazendo esse assunto paraa questão de ordem junto com Diego, tenho certeza que que o povo que está nos assistindo assistindo irá aprender bastante. Nós aprenderemos muito com as informações do Diego. Estamos aqui à disposição, especialmente nessa questão da exclusão digital. não é? As pessoas com mais de 70 tem uma dificuldade de se ser inserido nessa nesse ambiente digital, que é um dos motivos hoje do do sofrimento e da depressão dos idosos. E participa do programa Questão de Ordem o Diego Gomes dos Santos, que é coordenador para políticas públicas para os idosos de Campinas. Diego, primeiro, como é que é o trabalho do poder executivo dessa coordenadoria de prevenção, de acolhimento à pessoa idosa? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Muito obrigado, Gabriel. Quero aqui parabenizá-lo por trazer esse debate tão importante paraa nossa sociedade. Nós estamos em um momento hoje crucial que é muito importante a gente trazer esse debate para dentro de uma Câmara Municipal. Por isso que nós temos aqui o vereador Marron, que é muito atuante nessa causa, vereador Iabico e a Prefeitura de Campinas. Nós sabemos da importância desse tema. Nós sabemos também que esses números têm aumentado essas notificações cada vez mais e isso aumenta mais ainda a nossa responsabilidade quanto a isso. Então, hoje estou aqui representando a Coordenadoria de Política Pessoa Idosa, que nós temos aí o papel, a missão de de construir novas políticas públicas voltadas para pessoas idosas. Nós temos também eh a diligência ali de acompanhar as políticas já existentes dentro do nosso município. E nós temos também dentro do do nosso da nossa cidade o conselho municipal que tem sido muito atuante, que é que é o conselho ali que recebe essas notificações, que recebe essas denúncias. Então nós temos lá profissionais que são muito capacitados, que que conversam ali dentro do grupo de trabalho que nós construímos ali dentro do conselho. Então existe um grupo de trabalho. Assim que chega essas denúncias pro Conselho Municipal, é discutido caso a caso, individualmente aqueles casos de de extrema importância ali, de urgência. Eh, assistente social vai até o local e ali ela faz todos os encaminhamentos para todos os departamentos cabíveis, eh, Ministério Público, Secretaria de Saúde. Então, nós temos uma rede muito forte quanto a isso, porque nós entendemos que esses números eles nos trazem aí mais responsabilidade ainda para que a gente possa ampliar a as nossas formas de acesso para que nós possamos levar mais informação para essas pessoas. E por isso a campanha do Ginho Violeta veio com esse olhar de levar informação para todas as regiões de Campinas. Então é uma campanha histórica que está acontecendo durante esse período do mês de junho. Nós sabemos que que todas as cidades do Brasil, até mesmo muitas cidades do mundo, se mobiliza no dia 15. Foi daí que nasceu a campanha do João Violeta, mas em Campinas ainda nós ampliamos um pouco mais porque é uma campanha que nós levamos para toda a a cidade em todos os meses do ano. Então nossas ações do Jun e Violeta, nós intensificamos para falar sobre esse tema, para levar informação a essa a essas pessoas. Porém, durante o ano inteiro a gente continua com essa campanha. É importante isso que o Diego falou, porque 15 de junho é um dia mundial que é celebrado pela ONA, Organização das Nações Unidas, colocando este tema sempre em debate, nesta conscientização sobre a violência que, infelizmente, acontece com os idosos, sobre essas ações e para essa informação chegar até a população. Estamos num mês especial. O que que o poder executivo preparou? O que que tá acontecendo na cidade de Campinas durante este mês de junho, Diego? Olha, o mês de junho tem sido muito corrido por porque essas ações elas foram construídas, acho que vale ressaltar isso, elas foram construídas de acordo com o diálogo com a população. Então a população que foi passando as orientações, poxa, nós precisamos de levar essas informações para para todas as regiões. Era uma uma crítica construtivas que que eles trouxeram pra gente. Então, pensando nisso, nós estamos eh fazendo, executando essa campanha de forma intersetorial, porque nós entendemos que o idoso ele está em todos o ele pode ocupar todos os espaços e deve ocupar. Então, o mesmo idoso que eh muitas vezes ele está ali na Secretaria de Esporte, ele também pode estar na saúde, também pode estar na assistência. Então, como é algo muito amplo, nós se juntamos porque nós entendemos a importância desse tema. Então hoje a Prefeitura de Campinas e essa campanha do Junho Violeta, conta aí com a participação da Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social que está encabeçando tudo isso. Nós temos também a Secretaria de Saúde, a Secretaria de Esporte, a secretaria de Cultura. Então nós estamos de mãos dadas para que a gente a juntos possamos levar a informação para essas pessoas. Então a nossa campanha ela vai atingir todas as regiões da nossa cidade, levando de forma ali eh leve, levando essa informação para quem mais precisa, com rodas de conversa, com a participação das OSCs, com a participação do poder público dentro do de espaços públicos também. Então nós temos iniciamos a campanha agora ali no no Campo Grande, no Itajaí. Foi um sucesso. Nós tivemos a participação de mais de 150 pessoas, mais de 150 pessoas idosas que estavam ali presente para ouvir essas informações. Nós já estivemos também no Taquaral, ali na região leste, já em parceria com a Secretaria de Esportes, também levando essas informações. E algo muito positivo também dessa dessa gestão nova agora eh é a participação das LPIs também, é a aproximação que nós estamos tendo com essas instituições. Agora no dia 23 de de junho, o prefeito Dara, ele vai fazer a entrega ali do selo Morada Legal, que institui, que reconhece as instituições de longa permanência, que executa esse trabalho incrível. Quero até aproveitar o espaço, porque muito se fala daquelas instituições que viola os direitos das pessoas idosas e não é algo generalizado, porque nós temos dentro do município de de Campinas muitas instituições que resguardam os direitos das pessoas idosas. Eh, e é uma honra muito grande eh o poder falar isso com muita propriedade, porque assim que eu assumi essa coordenadoria, o o a principal missão que a secretária Vandecleia, que é a titular da pasta, ela passou pra gente da coordenadoria, é que a gente pudesse acompanhar de perto essas instituições, acompanhar esses idosos. E então, nesse primeiro semestre, agora nem finalizamos o primeiro semestre, mas nós já fizemos mais de 60 visitas a essas instituições ali dialogando com com a equipe técnica, dialogando com os familiares, dialogando com as pessoas idosas, dialogando com os proprietários para que juntos a gente possa garantir cada vez mais a qualidade de vida dessas dessas pessoas idosas. Eu já quero repercutir daqui a pouco com os vereadores, o Iabico e o Marroncunha, essas ações que estão acontecendo aqui no mês de junho. Só antes, ô Diego, a campanha ela acontece por toda a cidade? Existe alguma região que preocupa mais? Nós sabemos que pelos números a região leste, acho que é a principal região que que mais teve caso, que é a região do Taquaral. Então nós intensificamos ainda mais ali na região leste, já iniciamos a campanha fazendo uma ação ali junto com a Secretaria de Esporte. nós vamos ter uma outra uma outra ação também junto com essas instituições de longa permanência. Então, eh a região leste, eu acho que que vale ressaltar também, que é que é a região que mais tem essas instituições de longa permanência, que ali é no Taquaral. Então, hoje dentro do Conselho Municipal, eh, até trago aqui um dado muito importante também de um avanço muito grande que nós tivemos no início do ano. Nós iniciamos o ano com 10 instituições de longa permanência, tendo o registro no conselho municipal. Em no mês de abril, a secretária Vancleia, junto com o prefeito Dário, eles assinaram ali um decreto que institui o o selo Morada Legal. E após esses anúncios, após essas divulgações, nós já tivemos aí um aumento muito significativo. Então, saltamos de 10 instituições para 43 instituições, isso menos de 3 meses. E isso é resultado de muito trabalho, de muito diálogo, porque nós temos feito visitas eh diariamente ali para essas instituições, orientando elas eh para que elas possam se regularizar cada vez mais. Por isso que é importante debates como esse que a qual nós estamos aqui. Eh, tivemos também um diálogo muito importante aqui na Câmara Municipal junto com a secretaria de de urbanismo. E essa é a ideia do selo morada legal, é reconhecer essas pessoas que fazem um trabalho muito bacana aqui dentro do nosso município. Marrom e a bicic. Qual que é a importância de ter um mês especial para se discutir este assunto, o junho violeta? E o que tem acontecido na cidade com palestras, com roda de conversas, apresentações culturais, atividades em espaços públicos para que essa informação chegue pra população. Assim, meu ângulo, a maneira de ver isso, eu acho que claro, é importante você ter um um mês identificado que nem é o Jun Violeta, mas eu acho que nós temos que ter a empatia é o ano inteiro e nós convivemos com eles os anos inteiros. Nós temos o problemas, o anos inteiro nós temos os problemas. Então eu acho que esse debate é importante. Claro que você tem um mês, você intensifica mais, mas eu acho a importância de ter esses debates aqui e trazer pro legislativo também que a gente possa trabalhar em cima, que que a gente consiga trazer novos projetos, juntar com o executivo, trazer, você ver são informações que às vezes nós o legislativo não tá sabendo ainda, né? Então a importância de estar aqui hoje fazer esse debate de fazer a comissão. Eu acho que isso é muito importante porque é o dia a dia que os problemas chegam, é o dia as informações que você acabar de falar, todo dia acontece um caso, todo dia. Então nós temos que saber identificar essa esse qual que é o tipo de denúncia, se é vizinho, se é os próprios parentes, se é os próprios filhos que manda denunciar, que às vezes não quer ficar cuidando da da pessoa mais velha. Então eh são são coisas que nós temos que identificar. Eu acho que a gente tem que ser bem cirúrgico nisso aí. Acho a criação de de várias instituições para que possam realmente trabalhar na no município de Campinas é muito importante para que você possa focar nisso, porque ainda existe ainda uma às vezes no 156, às vezes esse tipo de de informação ainda que as pessoas não têm tem medo. Às vezes tem pessoas que têm medo de identificar uma situação, chega lá no pô, vai levar meu pai, não sei para onde e tal. Então tem muitas coisas por causa de um irmão. Às vezes um irmão tem um problema com o outro, tem medo de denunciar porque depois tira o pai da família. Uhum. Então são são os debates aí que tem que ser muito importante, esses debates públicos pra gente que possa conscientizar e elevar isso até à presença dos idosos para que eles possam sentir assim mais fortalecidos, né? E que tenha um olhar clínico para eles também e a garantia dos direitos que eles têm, né? Exatamente. Isso é o mais importante. E a Bico, quero ouvi-lo também sobre este mês especial que nós estamos e as ações realizadas. É o mês importante, junho Violeta, dia 15 agora será comemorativo devido essa campanha. Eu acho que as campanhas esclarecedoras têm que ser divulgadas, assim como existe outros meses aí que existe a campanha contra o câncer, contra o exame da próstata, enfim. E e o mês de junho, violeta, veio num momento muito importante, porque uma tendência, essa faixa etária dos 70 a 79 anos de idade, a violência especialmente contra as mulheres, não a tendência do município de Campinas, mas uma tendência nacional, o Brasil inteiro tá com esse problema e existem várias várias eh eh a ações que têm que ser efetivadas não só pelo poder executivo, mas também pela população, né? A falta de apoio, eu escrevi aqui, ó, falta de apoio na rede de cuidados e exaustão de cuidadores. Essa rede de apoio, rede de cuidados, quando foi foi lançado moradinha legal na no salãoz, eu estava lá com o prefeito, né? Vários critérios foram adotados, mas se não tiver o carimbo de vocês, o Ministério Público não aprova aquela moradia legal. É moradia legal, né? Morada legal. Então, é muito importante o poder executivo participar dessas ações também na fiscalização dessas moradias, dessas LPIs, né? Porque ali, infelizmente, que as populações estão eh levando os seus idosos, né? Hoje com a alta necessidade do filho trabalhar, a nora trabalhar, o sobrinho trabalha, sobrinho trabalha, todos trabalham na casa, os os idosos fica sem os cuidados, né, Marrom? Eles ficam abandonados, ficam sozinhos e na maioria cuidando até dos próprios netos e cuidando dos netos, né, sem condições de de se locomover muitas vezes, né? Então é é uma situação complicada, difícil, que a Câmara tem que entrar a fundo e debater esse assunto, o poder executivo também e a imprensa, como vocês estão fazendo para esclarecer esses assuntos à população. Muito importante. E Diego, 10 me chamou atenção, era muito pouco, né? apenas 10 regulamentadas formalmente, né, no município do tamanho da cidade de Campinas. Como é que foi este trabalho para poder identificar eh essas instituições de longa permanência e a importância de se regularizar chegando neste número de 43 que você citou há pouco? Bom, é um, assim como eu citei, foi um trabalho muito árduo de visitar a instituição por instituição. Nós sabemos que falta muito ainda ser feito, porém nós temos contado aí com diversos parceiros. Aqui eu cito a Secretaria de Urbanismo, cito a vigilância sanitária e esse número, embora já seja expressivo, nós sabemos que podemos alcançar muito mais. E a nossa meta, espero que a gente consiga chegar lá, é que a gente chega a 100 instituições até o final, do de 2025. dentro da vigilância sanitária que já tem essa essa licença, nós estamos chegando a 90 instituições. Então, tem algumas instituições que ainda estão entrando com toda a parte de documentos, pedindo registro no conselho para que elas possam estar aptas a fazer o pedido do selo Morada Legal. Esse trabalho ele ele foi muito eh humanizado. Acho que acredito que essa é a palavra, porque nós sentamos proprietário com proprietário para ouvir as dores dele. E é algo que tem chamado muita atenção, que que eu acredito que foi aí que eh essa diferença assim foi eh porque essas instituições que que vão receber agora o selo, essas instituições que têm um registro no conselho municipal, eh o selo não é muito mais do que uma plaquinha. para ele tá sendo algo, é um reconhecimento do poder público, é uma forma de o poder público olhar para essas instituições e dizer: "Olha, se o foco de vocês é cuidar das pessoas idosas, vocês têm aqui um parceiro." Então, essas instituições, por isso que que está atraindo mais e mais e cada vez mais essas ELPIs. E por isso que a gente e eh conta também com o apoio da da Câmara aqui legislativo, porque essas instituições elas querem dialogar, querem ouvir ali a Secretaria de Urbanismo, querem ouvir a vigilância para que cada vez mais elas possam estar dentro daquilo que é exigido dentro do município. Então, é por isso que nós contamos aí com com apoio dos vereadores para que a gente possa fazer mais e mais debates, assim como nós já tivemos com a secretaria de urbanismo, a com a secretaria de desenvolvimento e assistência também para que a gente possa levar cada vez mais informações, porque nós sabemos que tem muitas ainda as instituições que ainda não estão legalizadas. Então, as que nós recebemos denúncia dentro do Conselho Municipal é averiguada, é feita a visita dentro dessas instituições para saber se procede ali aquele tipo de denúncia, mas nós também queremos fazer um trabalho de de conscientização para que essas instituições elas possam ser legalizadas aqui dentro do nosso município. E Diego, sobre o slogan: "Envelhecer uma conquista, torná-la digna é dever de todos". essa palavra digna de trazer essa dignidade pro idoso é a grande dificuldade atualmente a garantia dos direitos e que ele tenha uma velice mais digna. Com certeza, porque a campanha do Junho Violeta, ela não ela não é uma campanha, claro, que nós intensificamos para levar as informações para as pessoas idosas. Uhum. Porém, é uma campanha para toda a sociedade. Eh, eu tenho, no momento tenho 28 anos. Então, para mim, eu tenho que ensinar meu filho a respeitar as pessoas idosas. Eu tenho que fazer essa conscientização também dentro da minha família. Então, não é uma campanha que é somente, claro, intensificamos para as pessoas idosas, mas a muuit das vezes as pessoas que praticam a violência não são outras pessoas idosas. Uhum. Então, nós precisamos levar essa informação para que nós possamos entender de uma vez por todas e até mesmo essa pessoa idosa, ela possa entender que não foi um desentendimento familiar, não foi uma briga de vizinho. A violência contra a pessoa idosa, ela é um crime e nós devemos falar sobre isso. Não é um, não foi apenas um desentendimento. Muit das vezes não é um caso isolado. Não é um caso isolado. violência contra a pessoa idosa, ela é um crime que está previsto em lei. Então, nós precisamos levar essa informação. Então, nós acreditamos que com quanto mais a gente levar essas informações, mais ainda vai aumentar essas notificações. Mas é importante que cheguí a gente possa tomar as providências cabíveis. Eu tenho uma pergunta pro Diego. Qual são essas casas de idosos, vão dizer casas de idosos para que a população nos entenda? O público que tá nos assistindo entenda. Eh, vamos supor que uma família hoje esteja com a necessidade de procurar uma casa de repouso, casa de idosos para deixar seu idoso lá. E hoje estão abrindo várias casas de idosos, vários bairros por causa da da busca, né, dessa necessidade. Então eu pergunto pro Diego, que é um especialista que está aí acompanhando essas casas com mais critério, né? Quais as condições mínimas que a casa deve ter para acolher o seu idoso? E caso essa pessoa que esteja procurando uma casa queira denunciar uma casa que está não está de acordo com a legislação, que não atende as condições mínimas para o cuidado do idoso, ou quando chega lá ele vê que o idoso tá sendo maltratado, mal cuidado. Como é que ele faz para procurar um corrigir esse assunto? para quem liga, para quem denuncia e quais as condições mínimas, né, que tem que ter uma casa desse tipo para acolher seu idoso? uma ótima pergunta, porque eh quando o vereador ele fala, ele cita também o familiar, acho que o familiar ele tem uma responsabilidade muito grande nisso. Então o selo morado é legal. Além de reconhecer essas instituições, nós também vamos divulgar em todos os portais da da prefeitura quais são as instituições que estão 100% legais dentro do município para que esse familiar, ao pensar em colocar um ente querido dentro de uma casa de repouso, dentro de uma ILPI, que ele saiba de fato quais são as instituições que estão aptas a receber esse familiar. E fica no site da prefeitura. Vai estar no site da prefeitura assim que elas receberem agora o selo após o dia 23. Então, todas as instituições legais que tem o registro dentro do Conselho Municipal, porque as documentações que nós exigimos para que ela tenha um selo, uma delas é o registro no conselho. Por quê? Para ela ter o registro, a pessoa deve deve requerer esses documentos antes de deixar seu idoso lá. Sim. E o selo também já vai ser uma identificação para todas essas instituições, porque quando a gente fala do registro no conselho municipal, não é apenas mais um papel também. passa por um um um procedimento muito grande. Então, nós realizamos visita, eh nós avaliamos o plano de trabalho. Para essas instituições ter o registro no conselho, elas têm que ter o AVCB em dia, elas têm que ter o alvará de uso em dia. Então, eh, tem o procedimento da vigilância sanitária que é bem rigoroso, onde verifica a questão da alimentação, a questão também do do AVCB. Então ela passa por por um pente fino ali antes de chegar no conselho municipal. Nós só validamos ali depois que ela já tem todas essas documentações. Então, essas instituições que vão receber o selo Morada Legal são instituições que já passaram por todos esses critérios de ter o alvará de uso, de ter um plano de trabalho, de a de ter recebido a visita da vigilância sanitária, de ter um plano ali eh para executar para cada idoso ali que tá dentro daquela casa. Então, a questão da da higiene, a questão das alimentações, questão das visitas, é algo que que é muito levado em consideração. OK. Deu para entender, marrom? importante, né, esta regularização dessas instituições. A gente sabe, é um processo que acontece de envelhecimento da população, isso no nosso país. E claro que a cidade de Campinas tá inserida neste contexto. Eh, tá na legislação que a família precisa cuidar deste idoso. Muitas vezes, quando não tem esta condição, entram estas instituições. Não, isso é muito importante. Eu acho assim, até uma pergunta que eu ia fazer, né, que tá acima. Eh, isso ia caber quem? Ao jurídico, ao conselho, a vigilância sanitária, essa essa fiscalização, né? Ou vai ter um órgão específico para que possa administrar isso aí, porque às vezes você possa, você pode ter essa reclam esse selo, né? você possa ter reclamações, às vezes não que aquilo que foi feito. Mas a pergunta que eu que eu falo é assim, eu acho que hoje da forma que tá indo, eh, a tendência vai ter que aumentar muito, porque é é, infelizmente tá difícil, porque os próprios jovens hoje também eles estão mais depressivos, eles estão sentindo mais acuado, eles eu acho que assim, a, a internet é muito importante, o celular, tudo, mas para saber usar, eu acho que e os pais trabalham, pai, mãe, tudo, não consegue identificar às vezes até pro segurar o filho um pouquinho, joga um pouquinho o celular lá e essa essa identificação. A tendência nossa é o quê? É tudo que é passado para você é uma coisa. Eu posso passar uma pessoa que eu não sou. Eu posso passar coisas que eu tenho e que as pessoas que vem falam: "Nossa, por que que meu pai não consegue aquilo?" Então os filhos hoje começa a ter essa tendência do quê? Às vezes pensa assim: "Ah, meu pai não tem dinheiro nem para isso, para comprar um tênis para mim, para comprar um celular de marca". E isso é uma tendência que tá acontecendo, porque às vezes os pais trabalham, mas não tem essa condição de fazer isso pros filhos. Nós viemos de uma geração que nós ajudamos nossos pais, né, era obrigação nosso trabalhar cedo para ajudar nossos pais. e inverteu isso aí. Tem filhos que trabalham para os pais, tem filhos que acham que é obrigação de você ainda fazer por eles. Então eu acho que isso aí a tendência tem que aumentar, a tendência vai ter que tensionar essa empatia, eh porque nós estamos nisso aí e isso aí é global, isso não ad falar que é só Brasil, é internacional, a tendência é essa. Por isso que hoje até os próprios, os casais a tendência é ter um filho. É, nem dois eles estão querendo mais. Sim. A da natalidade é muito menor. Entendeu? Exatamente. Então, mas esses países mais de primeiro mundo, Japão, Coreia, a o envelhecimento da população é é é muito grande. As pessoas hoje não querem mais reproduzir, não querem mais casar, né? Então, esses países, a Coreia e Japão, que é o número que eu li recentemente, existe mais idosos do que jovens. É uma tendência mundial, né? Por isso que essas esses cuidados dessas casas de logo permanência LPI tem que ser fiscalizado. O poder executivo, poder público tem que estar ali olhando firme, porque muitas casas serão aí eh abertas, né, criadas, mas a fiscalização tem que estar firme olhando sim, se os bons tratos ali está acontecendo. Diego, existe algum motivo aparente para este aumento dos casos que estão acontecendo na cidade de Campinas? Há uma pesquisa do por que isso tem acontecido na cidade? Na verdade, é até uma dúvida que muitas pessoas acaba questionando, poxa, aumentou o número de casos ou o número de notificações? E nós entendemos que quanto mais a gente levar as informações, porque muitas pessoas não se reconhecem como vítima de violência. Uhum. É, então são pessoas que são pessoas ali que estão vivendo dentro desse ambiente familiar, estão acostumadas a um ambiente, acham que é normal. Exatamente. Então ela tá vivendo 5 anos, 10, 20 anos aquilo. Então como que alguém chega hoje e fala: "Olha o que você tá vivendo". A pessoa não sabe o que tá sende. Parece algo assim, é é pasmo falar isso, mas muita das pessoas, uma boa parte delas para elas é aquilo que eu havia citado, é uma briga de família, não é? Porque muitas vezes quando a gente fala isso, a pessoa fala, a gente pensa já na violência física, mas os tipos de violência eles são inúmeros. À vezes pode ser uma violência psicológica que essa pessoa passa e ela acha que tá dentro de casa, que é o filho e que é a questão da briga familiar. Eu tenho, eu tenho aqui, Gabriel, as o tipo de violência registrado numa estatística aqui. Violência física, 26 casos. Violência psicológica, 12 casos, negligência, 12 casos, autoagressão e suicídio, 12 casos, abandono, seis casos. É financeira econômica. Tem até violência financeira econômica, porque o idoso hoje, como o Marron fala, que hoje a tendência da informática é muito grande, eh, essas pessoas com 75 anos de idade, 70 não tá acostumado com o celular hoje. E hoje existe o Pix, existe os golpes, né? Existe o meu, o o nosso telefone não para de tocar o dia inteiro tentando dar o golpe se cai num desapercebido, num desapercebido, que não tá acostumado a trabalhar com aquele leva um golpe mesmo, né? Então essa existe esse tipo de violência também eh financeiro e na informática infelizmente. E e quando se fala desses tipos de de golpe, inclusive muitas pessoas que são vítimas desses desses golpes, para elas não são golpes. Para elas é só o neto que tava precisando e ele acabou fazendo sem o consentimento da pessoa. Então, quando quando nós falamos da violência psicológica mesmo, é algo que eh as pessoas demoram a se reconhecer como vítima, de entender que aquilo é um tipo de violência, porque muitas vezes ela encara aquilo como uma discussão familiar. Poxa, mas o meu filho me xingou, me falou isso, falou aquilo. Ah, mas é porque ele naquele momento ali ele tá nervoso, ele não teve um dia bom. Ah, o vizinho fez é algo muito que que vai naturalizando. Então, quando fala do aumento eh por isso que eu quis fazer essa separação, número aumento de caso ou número aumento de notificações, porque nós entendemos assim, nós estamos e durante essa campanha levando informação para toda a cidade, intensificando cada vez mais. Nós sabemos que eh eh precisamos fazer muito mais ainda do que isso. Estamos trabalhando de forma árdua para que isso aconteça. Mas nós sabemos que quanto mais chegar a informação, mais aquela pessoa que ouvi uma palestra, por exemplo, falando sobre violência, que que a que a violência psicológica também é um tipo de violência, a probabilidade dela fazer uma denúncia e aumentar esses índices é maior ainda. Então, por isso que tem esse ponto. E eu tava ouvindo os vereadores falando aqui sobre essa questão global, né? E Campinas tem uns dados muito importantes quanto a isso, porque o o hoje a a taxa nacional tá em torno de 12% de população idosa. Hum. A cidade de Campinas tá chegando a 20. Hoje nós temos dentro do nosso município mais de 210.000 pessoas idosas. Então é são números assim alarmantes que tem nós temos que acender o alerta. Tanto quanto poder executivo quanto poder legislativo também. A faixa etária que você fala de duas é mais 60 a mais. Isso acima. Então hoje no município de Campinas nós temos mais de 210.000 pessoas idosas com mais com mais de com mais de já temos um representante aqui nesse estúdio, representante desses 210.000 E nós temos um fato também, um dado que eu gosto de trazer que já estamos construindo aqui também, já deixo em aberto paraa Câmara de Vereadores. Aí no município de Campinas nós temos mais de 150 pessoas centenárias, pessoas com mais de 100 anos. Olha só. Então é, nós somos uma da das chegaremos lá da da cidade do Eu acho que eu chego 95 dentro do estado de São Paulo. Nós somos uma das principais cidades com mais pessoas centenárias e a bico e marrom. Importante isso que o Diego tá falando, porque o município ele precisa se preparar para este idoso. A a Campinas vai ficando uma cidade, a gente fala muito das universidades, de tecnologia na questão de trabalho, de emprego. Isso é ótimo. E o ido pode trabalhar, só que também ele pode querer descansar, ele precisa ter acesso, ele precisa ter acessibilidade, ele precisa ter tomar cuidado com essa questão do golpe da tecnologia. Isso passa também aqui pela Câmara de Campinas na questão de projeto de lei, de resguardar esses direitos para que essa informação chegue, uma questão de cartilha muitas vezes nos transportes públicos. Como é que vocês enxergam a preparação que o município de Campinas precisa ter para uma cidade que tá envelhecendo? Quer falar mal? É, pode falar. Eu eu acho eu acho o seguinte, que essa 150 você falou centenários centenários. Isso 150 centenários merece nossos aplausos porque passaram por várias situações, mas nos preocupa ao mesmo tempo porque nós temos que ver como é que eles estão vivendo na nas suas casas ali na casa fechada, interior da casa, porque hoje o como eu disse recentemente, agora a pouco, os pais trabalham, os filhos trabalham, os netos trabalham e o Marrom falou que deixa os netinhos e bisnetos para eles tomarem conta, né? E muitas dessas desses dosesos de hoje, eh, que eu eu conheço algumas são cometidas de de diabetes, pressão alta, essas doenças que causam problemas de até perda de membros, como as amputação das pernas, dos braços e essa dificuldade dessas pessoas se locomover tem queda muito fácil, né? Eh, alguém tem que cuidar desses idosos. E quem tá cuidando desses idosos? Hoje um cuidador, Gabriel, é muito caro para você pagar um cuidador. As pessoas não tem, não tem como manter um cuidador. Então eles procuram essas casas de idosos, como Diego falou agora, que tem que ser fiscalizado pelo poder público, que se estão tratando bem os endosá. Então a pergunta sobre Gabriel, qual será o futuro de Campinas? O poder público tem que se preocupar com isso. Dizem cresce para idoso. É é um termo que se pode ser usado. É uma política que tem que ser pensada. Daqui a alguns anos, 10, 20, 30 anos, nós teremos muito mais idosos do que de hoje. Do que hoje. E como é que a prefeitura de Campinas está pensando nisso? É um, é um assunto que nós, né, Marrão, estamos debatendo. A Câmara debate, se preocupa com isso. Eu temos que aplaudir esse junho violeta e aplaudir muito e incentivar e estimular para que mais campanhas se façam, para que nós não cheguemos aí uma dificuldade lá na frente, né, Marrom? É até uma questão oramentária, né, que às vezes você que cidade tá preparada para tudo isso aí, né? Eu tiro, por exemplo, na minha família lá, o meu sogro faz em diálise três vezes por semana. Ele sai duas eh 3 e pouco da tarde, só volta quase 10 horas da noite. Quem que tá acompanhando? Minha sogra, vê, minha esposa e eh que acabou falar aí vai arrumar uma pessoa para acompanhar ou tem que levar. Você vê aí no dia de lá você, você tem que ir lá. Nós não temos assim de esse tipo de essa porque hoje não sei se depois tem que puxar essa estatística aí dessa que é um problema sério amanhã porque tá envelhecendo porque hoje qualquer idade hoje você pode fazer mas você pode puxar aí a estatística também que é bom nós levantar isso para um debate na Câmara do que tá acontecendo. Tem pessoas que vão para São Paulo. Puxa, eu quando eu assumi o quando eu assumi o mandato, eh, tinha um pessoal que eles pegavam ali no Largo do Pará perto aqui da B. Sim. Então ali eles ficavam ali exposto, chuva, tudo. Aí conversemos lá com com o prefeito, com o vice-prefeito, conseguimos uma área lá na prefeitura que tinha um banheiro porque eles tinham que sair 4:30 da manhã, 5 horas, conseguimos fazer isso aí. Eh, para que para que eles possam, você imagina quem sai daqui fazendo um diário de em São Paulo, porque você sabe, você imagina você fazer esse tratamento quanto judia, eles morrem na máquina. Eles morrem na máquina. A gente tá ali conversando, no outro dia sumiu pessoa e a tendência é a aumentar esse tipo de problema. aumentando porque hoje problema de rim hoje e hoje é atenção, você vê você vê que você fica a milhão. Hoje você forizar assim, você fala da das pessoas antigas, eh, é evolução. Então você não, você de repente tem pessoas que não estão preparados para isso aí. Tem, é verdade, para você suportar isso aí. Aí vem a depressão, vem pressão alta, vem tudo, generaliza, daqui a pouco tá com problema de diabetes, trava os 20 filtro e vai ir assim, vai indo. E é a preocupação essa também. Eu acho que isso aí mudou é, sabe? sobre os tipos de violência para quem eh está nos acompanhando. Então, tem a psicológica, que é qualquer forma de menospreso, desprezo, preconceito, discriminação, incluindo agressões verbais ou gestuais, e pode resultar em tristeza, isolamento, sofrimento mental e depressão. tem a violência financeira, que é qualquer prática que visa apropriação ilícita do patrimônio de uma pessoa idosa. A violência física, todo ato violento com uso da força física de forma intencional, não acidental, praticada com o objetivo de ferir uma pessoa, podendo ou não deixar marcas evidentes no corpo. A violência sexual é uma imposição ao idoso para que faça, participe ou presencie atividades sexuais sem o consentimento. Abandono ou negligência inclui omissões e privações de cuidados básicos para saúde e bem-estar físico, falta de proteção social e emocional, como negligências com higiene, com o vestuário, com alimentação, a administração correta de medicamentos. marroncunha, como fazer essa informação chegar até a população, porque às vezes quem está nos acompanhando da violência vai pensar naquela física num filho, em alguém que agride o idoso. É a violência física, mas tem a questão da negligência, tem a questão do abandono, do psicológico, da forma verbal, que não deixa marcas fisicamente. Nossa! Mas tem ali a questão eh que este idoso está sofrendo. Como fazer essa informação chegar até a casa das pessoas? Então eu acho que isso novamente é o trabalho que tem que tem que ter esse trabalho de informação. Eu acho que isso aí quando era presidente da comissão também pessoas com Deficiência que eu falo não chega a informação, não chega. Eu, por exemplo, eu fui de uma época que a minha filha tem 33 anos. Hoje o olhar é diferente daquela época. As pessoas escondiam os filhos. Eu nunca escondi, mas as pessoas escondiam. Hoje avançou muito, você entende? Avanção, eu falo, mas ainda existe muita desinformação esse trabalho de de campo a campo, descobrir, ir até lá. saber como tá sendo tratado, porque várias pessoas com deficiência, sabe que de forma que eles ficam que eles paralisam, porque que nem minha filha começou a fazer o tratamento desde quando nasceu, fisioterapia, um dia sim, um dia não. Mas quantas pessoas você acha que não tem condições e não tem nem espaço para que fossem fazer isso aí? De repente eles estão lá, os pais às vezes nem querem falar, mas eles estão lá abandonados, como também é uma pessoa de idade. Uhum. que pode estar no mesmo no mesmo por exemplo, você pega o financeiro, você tem um pai que depende você não sabe a situação dos filhos ali dentro, coloca o pai lá dentro, trata ele de uma maneira de uma forma psicológica, pega o cartão dele e vai e tá aqui o só isso aqui pro senhor. Então eu acho que o financeiro, porque o financeiro o que que é? E às vezes não se preparou, mas às vezes fala: "Pô, hoje eu vou receber minha aposentadoria, é a maior felicidade, mas daqui a pouco ele não tem o cartão, ele não tem um centavo no bolso, ele acaba de receber e acabou". E aí vem junto o quê? o psicológico que ele fala: "Poxa, criei meu filho com tanto carinho e hoje olha aí, olha como que eu tô sendo". Porque às vezes, né, porque você envelheceu, mas tem pessoas que viam uma uma vida ativa, ele gosta de passear, ele gosta de uns gostam de tomar sua cervejinha, uns gostam de fumar, é normal, isso é natural. Mas e aí? Então eu acho que eu acho que onde pega assim para mim minha maneira essa forma n tem que trabalhar muito em cima a informação de saber como que tá sendo essas pessoas entraram lá dentro porque às vezes tá dentro da casa, mas não leva para fora, né? Não leva para fora. E o financeiro psicológico eu acho que é um dos porque através do financeiro vem o psicológico junto. É onde você acabou de falar, eles entram em depressão e eles vão perdem a vontade de ver. É, tem tem idoso marr que não sabe utilizar o Pix. Uma coisa recente. O idoso de 79 anos, 70 anos tá acostumado com dinheirinho no papel do caixa e hoje não tem mais dinheirinho no papel. Então muitas vezes o filho, filho, eu imagino, né? Priva os idosos do dinheirinho de papel que ele vai até o bar, compra seu cigarrinho, compra a sua fruta e é privado disso, não tem Pix. Então ele eles não confiam em passar o cartão. Às vezes não não não passa. Eu acho que os canais de denúncia que eu tenho aqui alguns números, o Diego pode até confirmar se existe outros. O disque 100, que é nacional 24 horas, que a gente vê aí eh olhando uma situação que desconfia que tá sendo mal maltrato, tem que denunciar sim que sim. O a Polícia Militar 190 até a Guarda Municipal 153 para dar uma olhada se aquela casa tiver muito fechado, eu senti que não não digo, tem algo estranho e com idoso, tem que denunciar porque as pessoas que moram dentro da casa não vão se denunciar, né? É isso mesmo. Para que nós possamos aí divulgar cada vez mais e evitar a denúncia, evitar o as a violência. Muito legal essas informações que vocês trouxeram referente, é um alerta também que hoje a coordenadoria tem trabalhado muito para fazer a escuta dessas pessoas. Eh, eu acho que vai muito de encontro com o que o vereador Marron diz de estar próximo, ouvindo a população para ver como que nós podemos se mobilizar para curar essa ferida. E uma dessas feridas, esse termo que eu tô usando, tem sido essa questão da da violência patrimonial, essa questão dessa violência eh referente a empréstimo, referente eh nós sabemos que tem muitas pessoas ali que agem de máfé e muitas dessas pessoas são pessoas que, na verdade, deveriam garantir o direitos dessas pessoas idosas. Infelizmente a maioria dessas violências acontece dentro de casa. Então, pensando nisso, nós estamos construindo aí também junto com a Coordenadoria da Juventude, eles têm lá o Juventude Conectada, eh, eh, Juventude Conectada, que é um um projeto que que leva essa inclusão social também para as pessoas idosas. Então, o que que nós temos construído junto com o Felipe, que atualmente está como coordenador, é que seja elaborada algumas oficinas de como não cair em golpe, como aprender mexer no celular, como mexer ali dentro do seu aplicativo do banco, dentro do seu do GOV, dentro do meu INSS, para que essas pessoas fiquem respaldadas, que elas saibam mexer e não precise entregar essa essa obrigação na mão de terceiros para correr menos risco de de enfrentar essa essa violência. Quando acontece em caso, quando você cita isso, dificulta o trabalho do poder executivo e consequentemente das denúncias e das ações das forças policiais? Acredito que sim, porque quando se fala de algo, quem é que vai fazer essa denúncia se for algo dentro de casa? A pessoa que está praticando, ela não vai denunciar. E muitas vezes a pessoa vítima que é de violência, ela não reconhece porque ela não quer, ela não quer reconhecer que muitas vezes o filho está cometendo aquele tipo de violência. O neto acha que é normal, né? Isso. Ela acaba normalizando. Mas poxa, ele fez um empréstimo no seu nome, a senhora não sabia, não é que ele está vivendo um momento difícil, ele precisava, depois ele me falou. Então não é uma ela muitas pessoas não entendem como uma violência de fato, para ela é algo normalizado. Então por isso que é de extrema importância que a gente leve essas informações, mas acaba dificultando um pouco porque quem é que vai fazer essa denúncia? Por isso que nós estamos eh intensificando essas ações para que a pessoa se reconheça como um como uma pessoa que é vítima de desse tipo de violência contra a pessoa idosa. essa questão da tecnologia, quando os vereadores citam, mesmo de fazer o pagamento por Pix mais por celular, isso de alguma maneira o poder executivo tá trabalhando. Você falou dessa juventude conectada que existe algum projeto pra cidade de Campinas para poder inserir ou muitas vezes ensinar este idoso a utilizar aparelho telefone? Com certeza. Nós já temos aí dentro esse geração mais conectada, ele já já é um projeto do município, ele já tem lá diversos eh locais, são mais de 30 pontos que nós já temos dentro do município e a ideia é que a gente fortaleça mais ainda, porque são pontos físicos, eh pontos fixos que que já que nós temos dentro do município. A ideia é que a gente também leve a esses outros grupos. Então, há nós temos eh mais de 40 grupos eh que são ligados aos centros de saúde. Então, a ideia é que a gente pegue essas oficinas de como não cair em golpe, ensinando um pouquinho dessa tecnologia e leve também a essas pessoas. A ideia é que a gente não fique somente esperando elas chegar nesses locais e que que a gente possa levar para esses grupos, pra sociedade civil, para essas para que essa informação chegue de fato e com de uma forma efetiva. E a bico e marrom. Vou até compartilhar aqui com vocês. A minha avó que certamente deve estar acompanhando o nosso programa, que ela sempre assiste a TV Câmara Campina. Abo, um abraço. É, dona Ana. Dona Ana, abraço, dona Ana. E ela reclama exatamente sobre isso, porque hoje em dia é muito celular, então um grupo da família às vezes se afasta e aí para poder aproximar manda uma foto, mas às vezes ela tem dificuldade de acesso, reclama muito de conta que às vezes a conta não tá chegando mais e aí precisa do celular para pagar e ela precisa de ajuda e ela se sente mal de toda hora ter que ficar pedindo ajuda pros filhos e pros netos. Então essa é uma questão que eu acho que acaba pegando muito e às vezes até excluindo eles da sociedade. Às vezes conversando com ela, eu sinto que ela tá excluída da sociedade porque toda hora ela tem que ficar pedindo ajuda. Toda hora ela precisa perguntar, às vezes acaba se perdendo na conta porque não chega mais o papel físico e antes chegava religiosamente através dos correios. hoje em dia tudo digitalizado e ela não tem e-mail, ela tem celular, mas ela tem dificuldade. Então essa é uma questão que acho que vocês citaram, eu tô trazendo um exemplo aqui que certamente quem está nos acompanhando deve conhecer algum idoso também que ou não gosta da tecnologia e tem o direito da pessoa de não gostar ou de não ter essa facilidade de lidar. Eu conheço uma senhora que ela tá com 80 anos, ela não sabe usar o celular, não tem o não tem o celular, não sabe. Então como é que ela vai até a padaria comprar um comprar aquele doce que ela quer comer, aquele doce que quando jovem ou até pouco tempo, até 20 anos atrás, ela conseguia comprar com dinheirinho R$ 10. Ela não tem R$ 10, R$ 20, porque não existe mais dinheiro circulante, existe o Pix, só que ela não tem o celular. Então como é que ela faz? Ela ela precisa consumir para ter alegria. Vou lá comprar comer aquele docinho. Eu passei na padaria e vi aquele bombom, quero comer, não tenho dinheiro. Então a família tem que se preocupar com esse tipo de problema também, que é o afeto psicológico, né? Deixar um conversar com a com a idosa, como é o caso da dona Ana, sua avó, e falar o que que a senhora tá precisando? Não, a senhora precisa do quê? Ah, eu quero ir na padaria e comprar aquele doce. Então, to R$ 10 e fazer uma mesadinha, um uma semaninha, né? Uhum. Porque eles não sabem usar o Pix, não tem o costume de usar o celular. E e até bom que não deixa o celular porque sofrem golpes. Sofrem golpes. E quando sofrem golpes os filhos culpam ela. É. Quem mandou a senhora apertar esse celular? É, mas não sabia porque não sabe usar o celular. É um problema muito sério essa questão aí da modernidade pros idosos, viu? E restaurante que não tem cardápio pelo Qcode e você não tem celular. Verdade. Como é que faz? É várias restaurantes. Você chega, não é pelo KC. Então precisa ter o diálogo dentro da casa, no caso que você tem um bom trato com as suas com a sua vó Ana, né? Conversar só sinceramente dona que a senhora tá precisando para ela ela vai conversar com você, né? Para evitar o problema psicológico. É importante o diálogo. Ô Diego, nós estamos nos encaminhando aqui já pra reta final. Programa bom. É assim, ó. Programa que passa rápido e com muitas informações os últimos 10 minutos. Aí na minha abertura eu falei sobre o idadismo, que é o preconceito em relação à idade. Muitas vezes a gente sabe que o idoso ele é taxado de incapaz, de improdutivo, de doente, sinônimo de morte. Eh, essa visão, ela ainda existe na nossa sociedade? De que maneira o poder executivo ele trata o idadismo e essa possibilidade do idoso estar inserido no mercado de trabalho? Bom, infelizmente é algo que que acontece em em várias em várias situações, né, acontece essa esse dadismo. Até ressalto aqui que no dia 6 agora nós tivemos um debate exatamente sobre isso. Tivemos uma palestra junto com a nossa rede, com toda a nossa rede protetiva de servidores, pra gente discutir sobre o idadismo, porque muitas vezes a gente vê um idoso eh como algo como alguém que não não pode produzir mais nada e não é uma realidade. O idoso, ele pode estar onde ele quiser, eh, ele pode executar aquilo que ele deseja fazer. Então, é muito importante que a gente traga mais e mais debates, que que a gente leve mais e mais essas informações para falar que eh até algo que acontece, que é muito comum eh é quando chega alguma alguns tipos de denúncia que fala assim, é, ah, eh, abandono de incapaz, tá? Mas como que é esse abandono de incapaz? Eh, nós estamos falando de uma pessoa, de um idoso apenas, porque o idoso ele tá morando sozinho, é abandono de capaz. Mas quem diz que o aquele 12 é incapaz? Quem é que tem quem cuida, né? Porque não cuida, né? Exato. Exatamente. Como que a gente vai dizer assim? Olha, eh, tem um filho que ele deixou. Claro, aqui eu não quero generalizar caso e caso, mas existe muito caso, muitos casos assim, olha, ah, o idoso ele não pode responder por si. Ah, o filho tá ali do lado. Não, pode deixar que ele não sabe o que que ele tá falando. Não, nossa, existe muito isso, até mesmo no no médico, no hospital. Hum. Ah, que que ele tá? Ah, não, esquece. Isso aqui é frescura dele, sabe? As pessoas querem falar pelo pelo idoso. Não, e não se importa com a queixa do idoso. Exatamente. Ah, não. Isso daqui é tá ficando um gagá. Existe diversos diversas frases ali que de idadismo que as pessoas acaba acaba cometendo ali sem mesmo até mesmo sem mesmo perceber. Tá? Então é algo muito comum que infelizmente acontece no no dia a dia que a gente tem que buscar combater cada dia mais. E a bíem marrom, acho que principalmente na nossa cultura, né, dos ocidentais, o foco é sempre na produtividade. Exalta-se a pessoa que é orcarólica, aquela que vive pelo trabalho, o individualismo. E aí esse pensamento ele acaba taxando muitas vezes o idoso, né, como incapaz de produzir economicamente e consequentemente ele é excluído também do mercado de trabalho. É, no ocidente tem esse essa essa essa esse costume, né, de identificar o idoso dessa forma. No Oriente não é assim. É, no Oriente lá o idoso é tratado diferente. É como aquele aquela pessoa que já produziu, agora merece o lazer, merece o descanso. Eu tô quase chegando lá, tô com meia meia, né, Mão? Porque alguns anos eu vou só querer descansar, porque é é a fase que a pessoa precisa ter o lazer, né? precisa ter um uma uma diversão e não ficar sofrendo como muitas vezes a gente vê por aí, infelizmente. Marrom, sobre essa questão do mercado de trabalho, né? A gente tá citando aqui no programa que é uma população que tá envelhecendo, Diego já trouxe a estatística, mais de 200.000 idosos na cidade de Campinas, portanto mais de 20%. E muitos deles precisam, às vezes nem querem. Tem alguns que querem, OK? Mas tem alguns que precisam estar no mercado de trabalho e esbarram nesse dadismo, nesse preconceito, como se eles não fossem capazes, né? É, eu vou entrar de novo, eh, que eu eu canso falar aqui, nós somos uma missigenação, correto? Nós somos muito eh eh eh que nem vem ocidente, é oriente, cada um tem suas culturas e a gente que vem crescendo acabou se adequando de uma forma assim, por exemplo, você pega uma cultura que acabou de falar ocidental, oriental, você vê a diferença, né? Então nós uma coisa de nós aqui, por exemplo, eu eu vim de família começou a trabalhar tudo cedo, por exemplo, eu não me vejo queria aposentar que ele falou lá para 70 anos, 60 e pouco, 70 aí pensar nisso aí, mas no momento eu penso nisso aí. E às vezes você é tirado até do próprio mercado. É, mas ainda vejo empresas hoje que estão buscando pessoas de 50 e poucos anos porque não tá conseguindo pessoas, os mais jovens que trabalhar o que eles faziam antes. Então você vê que é um eh então eu acho que assim eh eu ainda falo que temos que tomar posições como essa, acho que tem que fazer muito esse trabalho, projeto e debates públicos da nossa comissão, viu? pra gente trabalhar em cima disso aí, porque eu acho que ainda vai tem muito passo ainda pra gente galgar aí, muita coisa pra gente passar isso aí ainda. E assim como os vereadores citaram sobre essa questão do mercado de trabalho ali para pra pessoa idosa, eh é importante ressaltar que muitos dessas pessoas idosas eles têm o desejo de até mesmo empreender. Pensando nisso, nós temos uma parceria muito forte com o Sebrai, que nós já iniciamos aí eh essa capacitação. Então, e todas essas ações que a coordenadoria tem pensado é sempre pensando em levar até essas pessoas, porque nós sabemos dessa dessa dificuldade de poxa, vamos fazer uma turma para que elas venham até o Sebrai. Nós sabemos que tem ali que que é um pouco mais complicado. Então, a ideia é que a gente leve eh essas informações, que a gente leve essas capacitações, essas oficinas, esses cursos que o Sebrai já ficou à disposição para para oferecer para essas pessoas idosas, para que elas possam ser inseridas também, para que elas possam ter uma uma renda também através do empreendedorismo. Eh, Diego, já estamos na reta final aqui. É, existe alguma questão, alguma relação da questão social e o número de violência, às vezes para quem está nos acompanhando, ela acontece numa classe que tá mais baixa, ela acontece em classe alta também da cidade de Campinas. Existe alguma estatística que faz essa relação? Olha, segundo os últimos números, a uma das regiões ali mais afetada é a região leste, que é a região que tá ali do lado do taquaral. Então o o que nós acreditamos que, infelizmente essa violência ela acontece em todas as classes sociais, mas o que o que tem acontecido muito que é o caso das notificações. Então a gente corre o risco aí da das áreas mais nobres não ter tanta tantas notificações. Então é é algo que acontece em todas as as regiões, infelizmente. paraa gente poder encerrar. Para quem está nos acompanhando, em caso de dúvida, acho que tá acontecendo alguma coisa. Diz que sim, é o dos direitos humanos. Pode ligar também paraa Guarda Municipal 153, paraa Polícia Militar 190. Os CRÉ, Centro de Referência Especializado em Assistência Social também recebe esse tipo de denúncia. Sim, sim. A, acho que o número principal é o disk, aonde chega as denúncias ali pro pro Conselho Municipal. Ah, e através dessa denúncia que chega pro CMI, é onde é feito o encaminhamento ali pros órgãos competentes, porque chega muitas denúncias que é que é algo relacionado a um Procom, por exemplo, chega muitas denúncias que é relacionada à saúde. Então ali o o CMI consegue fazer esse filtro para identificar quais são as a as denúncias ali que gera de fato o risco ali para as pessoas idosas. Então é feitas as visitas. Então, o número principal que a gente pede para caso você conhece alguém que está sendo vítima ali de violência, que você faça essa denúncia que é totalmente anônimo é através do Disk sem 100 que a equipe do CMI vai est lá de portas abertas para receber essa denúncia e fazer todos os encaminhamentos necessários. Diego Gomes dos Santos, coordenador para políticas públicas dos idosos. Muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para participar do nosso programa, vir até o nosso estúdio. Tenho certeza que foi de grande valia pro nosso telespectador, para quem está nos acompanhando, informações importantes para termos uma realidade da cidade de Campinas, mas para principalmente para que essa informação chegue ao nosso telespectadores, já faça um novo convite para você retornar até o nosso estúdio, que seja num cenário melhor do que o que nós temos hoje, mas fica aberto aí paraas suas considerações finais. Não, com certeza. Eu agradeço, Gabriel, os vereadores também por abrir esse diálogo tão importante nesse mês de extrema importância da gente levar essas informações da campanha do Junho Violeta. Coordenadoria também fica à disposição para todos os telespectadores para que a gente possa aí construir políticas mais e mais assertivos pra nossa população. Então, agradeço por abrir esse espaço de diálogo e a coordenadoria fica à disposição, o Conselho Municipal também. Então, muito obrigado. Nós aqui agradecemos, vereador Luiz Ebico também. Muito obrigado novamente por ter aceito o convite para participar aqui do nosso programa do Questão de Ordem. Já faço um novo convite pro senhor retornar até os nossos estudos para falar sobre esse, mas também sobre outros assuntos e fica aberto aí paraas suas considerações finais. Obrigado, Gabriel. Obrigado, amigos do Questão de Ordem. Quero agradecer aqui a presença e compartilhar todo meu respeito comor marrom Diego, que trouxe muitas informações e reforçar aqui os canais de denúncia, caso vocês tenham aí eh alguma alguma desconfiança de algum maltrato com as pessoas idosas. Diz que 100 24 horas é o número nacional, Polícia Militar 190 e a Guarda Municipal 153. Dessa forma, nós estaremos divulgando sim o o junho violeta para toda a população. Vereador Marroncunha, presidente da comissão dos idosos, aposentados e pensionistas aqui da Câmara, também muito obrigado por ter aceito o convite para participar aqui do questão de ordem. De grande valia todas as informações que foram passadas aqui. Já faço um novo convite pro senhor retornar até os nossos estúdios e fica aberto aí as suas considerações finais. Gabriel, muito obrigado. Foi um prazer muito grande estar aqui participando junto com a B, junto com o Diego. E o que precisar de mim, o que precisar desses debate, políticas públicas, de passar essas informações, estarei à disposição. É só chamar. Muito obrigado. E eu agradeço você de casa também pela sua companhia, pela sua audiência. Espero que a gente tenha contribuído para este debate, que as informações sobre o junho violeta, este mês de conscientização, o enfrentamento à violência contra o idoso, que tenha chegado até a sua residência, que você converse na sua família em grupo de WhatsApp com o seu vizinho para que essa informação chegue de forma segura e de credibilidade. Continue na nossa programação e até uma próxima oportunidade. Tchau. Ciao. [Música]