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E aí [Música] E aí E aí E aí o Olá boa tarde nós estamos ao vivo no questão de ordem e olha só diferentes tipos de violência simplesmente pelo fato de não se adequarem aquilo que foi normatizado e como sendo normal na sociedade em 2020 o Brasil foi o primeiro no ranking dos assassinatos de pessoas trans no mundo com números que se mantiveram Acima da Média nós temos aí notícias de 184 registros que foram lançados no mapa de assassinatos de 2020 mais uma análise feita pela anta que Associação Nacional de travestis e transexuais aponta no dossiê dos assassinatos e da violência contra as pessoas trans em 2020 que esse número chega 175 um aumento de 43 e meio por cento Acima da Média pesquisada desde 2008 e 201 por cento em relação a este que foi o primeiro ano desses números né Nós temos aí o registro em 2008 de 58 assassinatos de pessoas que expressavam o gênero feminino em contraposição ao gênero designado no Nascimento e que foram considerados nesta pesquisa nossa saúde o problema também é grande com a pandemia o acesso das pessoas trans os serviços de saúde por exemplo no número de atendimentos no processo de transexualizador é que também teve aí uma importante queda o número de cirurgias diminuiu em setenta por cento e a terapia hormonal seis e meio por cento em comparação com o ano anterior e é neste cenário que a gente traz no questão de ordem de hoje a vereadora Paola Miguel que a presidência da comissão dos Direitos Humanos aqui da Câmara Municipal de Campinas o ver e a O Búfalo que é membro da mesma comissão e também participando com a gente de forma virtual o Paulo Mariante que essa vista do movimento LGBT Key mais que hoje também vai para fazer essa roda de debate sobre os direitos das pessoas LGBT que ia mais e a gente vai detalhar aqui de uma luta tão importante que eu confesso Vereador aqui a primeira vez que a gente traz esse tema aqui no nosso programa um tema inclusive que foi uma das suas Bandeiras também de trabalho né durante a sua esse só vim daqui para Câmara Municipal de Campinas e eu queria que a senhora falasse sobre No que diz respeito à comissão Qual é o olhar que a comissão vai dar para esse assunto quando a gente fala neste tema aqui na cidade de Campinas Boa tarde todo mundo ficar acompanhando a gente eu quero agradecer a TV Câmara para gente tá podendo debater isso né nesse importante espaço que agradecer o Paulo Búfalo que aceitou o convite para debater aqui junto com a gente e o Paulo Mariante que é um exemplo da Luta dos direitos da população LGBT que ia mais e tá nessa militância é muito tempo É de fato quando a gente fez a campanha foi um dos temas que a gente trouxe porque a gente entende que todas as pessoas têm o mesmo direito o direito à educação direito à cidade direito à saúde direito à cultura direito ao lazer Mas isso é violado Principalmente quando a gente fala população ter Sim muitas vezes é ao se descobrir né ainda na adolescência são expulsos de casa o direito à educação nesse momento também é muito especial do justamente quando a gente fala de escola justamente por conta do bullying que acontece né a gente sabe muito bem como a cruel né ali na adolescência E essa foto essa transição mais à frente quando a gente fala da saúde que muitos médicos ainda não sabem como como lidar como tratar aí quando eu digo tratar não é simplesmente é as doenças pessoal nós tratamento mesmo manda as violações que a gente tem que a população ter é quando a gente chega no serviço público e elas não são chamadas pelo nome social né Elas são chamadas pelo nome de registro Isso já é uma violência então quando a gente fala de direitos humanos aqui na cidade de Campinas é justamente isso para que a gente conseguiu garantir que se direitos que são assegurados a todo e qualquer cidadão ou cidadã seja garantido também população p a ovulação te ela é uma das que inclusive não conseguem chegar à fase adulta por sofrerem a transfobia que é muito mais Cruel que é muito mais é um o invisível faz população Então a gente tem que trazer esse debate né nesse espaço para que a gente consiga mudar um pouco só Realidade na cidade de Campinas Vereador bom Falou senhor que inclusive já em outras ocasiões já falou muito sobre os direitos da população tá queria que você falasse Nesse contexto agora e com essa e reforço da vereadora Paola dos trabalhos que devem permear aí até porque importante salientar que nós tentamos fazer aí a o mapeamento de número de atendimento essa população aqui na cidade e os números são muito evasivos a gente nem tá apresentando justamente porque a gente não tem algo consolidado quando a gente fala de política pública para essa população Vereador seja bem-vindo e obrigado mina é boa tarde aí aos telespectadores da TV Câmara a vereadora Paula Miguel colega aqui da casa ou amigo companheiro Paulo Mariante aí militante de tantos anos aí juntos né mina essa questão dos números começar a dar em particular nem sempre foi assim na cidade de Campinas É verdade que a sistematização desses números é não é não é tarefa fácil e isso precisa ser consolidado como política pública porque isso é o que dá o um mapa dar um cenário de como a as formas de violência contra as pessoas LGBT que a mais é sofre né E já o ouvi um aqui na cidade um centro de referência muito melhor estruturado né E que é possível recuperar isso com o profissional mas como investimentos como estrutura para poder atender a essas pessoas e aqui na casa em particular como você já disse nós tivemos aqui eu diria que momentos de um pouco mais e avanço quando alguns vereadores e vereadoras trouxeram pautas para cá por exemplo eu fui autor junto com a ex-vereadora Maria José do projeto do dia da visibilidade lésbica que na verdade é uma é uma é um Marco de um dia mas o que serve para colocar na pauta da cidade e lógico dos setores que interessam o debate sobre as violências no caso contra as mulheres lésbicas E além disso nós já tivemos outros momentos que muito muito retrocesso uma expressão de preconceito da casa também eu até recuperei é de 2003 da casa eu nem sei ainda né a TV Câmara talvez nem nem atoa se ainda mas a época é a viu ouvir uma crítica muito forte a comunidade travestis que atuavam ali no centro da cidade tratando assim com com temos ela a Moção começa dizendo que não se pode ter preconceito que deveria respeitar direitos constitucionais mas ao longo da Moção ela vai desenrolando esse esses preconceitos tratando tudo como caso de polícia vereadora Paula e na última linha diz o seguinte recomendo com filamento dessas pessoas lá nos muros da Fepasa é ali na naquela região também então isso denota uma visão né então Ou seja eu citei essa situações aqui mas tiveram outras situações em Oi aqui é pautas que nós temos que retomar que o Paulo Mariante vai vai lembrar com muito mais riqueza de detalhes por exemplo a questão do Conselho Municipal das pessoas LGBT que ir a mais e outros outros temas relevantes então a casa ela já teve oportunidade de legislar mais pode recolocar isso tendo mais uma vereadora trazendo esse debate para casa e reconhecendo o seguinte as pessoas primeiro a reconhecimento pessoas seres humanos como todos nós aqui da equipe da TV cama Até nós que estamos falando aqui então direito por si só somos humanos e as questões que envolvem essa essa comunidade não é de não se pode culpabilizar não se pode ter não é não é política não é ter políticas assim que se isole essas pessoas mas é uma situação de inclusão como sujeitas de direitos constitucionais Enfim então é importante fazemos esse debate é importante que a Casa Esteja através da TV a câmera podendo de bater com a cidade também e agora então a gente vai conversar com o Paulo Mariante Paulo Seja bem vindo ao questão de óleo O que que você falasse justamente dessa questão da como você vê a gente demonstrou aqui o vereador Paulo falou dessa Moção de 2003 falamos de serviços que existiam e que hoje não aparecem tanto números não consolidados queria que você fizesse um Panorama do atendimento de políticas públicas aqui na cidade de Campinas ao a população tem um Oi boa tarde a toda de todos de todas agradeço com muita honra o convite e falou da Delícia bate aqui em especial a vereadora para aluguel primeira Presidenta da então dj comanda a cama é uma conquista uma conquista de movimento é preciso uma conquista duas e o [Música] E aí em Campinas 1997 nós não tínhamos identidade participam mente cuidado junto Oi existe um grupo de interação uma manifestação não é público contra discriminação e intolerância a narina salão da prefeitura não tinha daqueles que muito característica demais ações e foi o primeiro surgiu o movimento que tinha como Bandeira a e no espaço isso eu digo de contenção das políticas sexuais ali daquela região dos filhos para repasse né Umas expressões você vai pagar as coisas depois eu vou sair normal uma pesquisa dos jornais 97/98 aí vai atualizar portanto a gente observa né que é essa é uma questão que vem já volta a data né mas tolerância que vem aflorando sempre que a gente percebe o quanto mais movimento a público direito tolerantes vem e às vezes são diferentes graus de velocidade de violência e me retirando violência se importante de violência verbal muitas vezes é aqui iniciou e vai gerar violência e morte é sempre importante na grau de esforço de olhos ele arma o braço de uma das pessoas que você entender isso aí muitas vezes um discurso que fala que travestis e transexuais LGBT são é uma cor carille Às vezes as palavras bonitas né isso aí favorece na ponta vai matar queria lembrar um episódio aqui que eu não poderia deixar doloroso mas a gente tem que lembrar e começo de 2019 nós fizemos aqui em Campinas com barba assassinato de uma jovem de 21 anos só mandando chamada Kelly da Silva ela foi assassinada e teve seu coração arrancaram a rua ofensas depois ele inclusive não foi porque ele quer botar um sorriso no rosto porque ele ele tinha um e vamos quer saber o que significa essa frase demônio de uma crença qual é a origem dessa expressão é discurso de ódio Mas então lembrando a partir daí Fernando as lutas nós damos as manchas ele é insuscetível de E aí Ah entendi o reconhecimento da identidade né alguém reconheceu o dia 29 de acordo com o dia Municipal que a gente é a lei instituindo uma conquista importantíssima Municipal antes então aumenta Estadual de combate a é a do dia cara de tudo é porque eu também porque afinal de contas nós temos que nós temos temos inimigos ele é [Música] e eu não consigo Então a mão desde que aquela está desde que quatro meses de vigência da Bom dia isso é componente da sociedade democrática nossa compra só que tem dois filhos e o nosso indivisível O que significa Bezerra uma principal eu já tenho mas não resisti e fora não é o processo nosso tiver algumas conquistas por exemplo as atividades Nossa de agosto de Junho a janela ainda não era uma vaca Não é principais essas datas que vão ficar lendário Eu disse para ela que me programa na cultura chamado campanha UOL afirmação da cidade positiva você já chega nossas datas nossas bandeiras foi através do lançamento de uma e essa assim a chave para nós muitas coisas que foi ele não foi nem uma coisa cair do céu e o burro foi uma grande conquista mas como energia As coisas elas não são imutáveis E conforme os governos estão passando Mas temos que processo vou falar especificamente último ainda uma questão momento ainda depois chegou a ter um ensaio de uma t e não precisa normatizada EA ideia de muito louco mais não é o presidente não é como atingiu eu não levou e não dou para ninguém no lugar aqui na parte foi inscrição e não é [Música] bom e nós estamos a sua vez a quatro anos ou mais sem graça vezes isso é muito grande é muito grave que fazer a parte de projeto normal porque nossa dentro necessidade e por mais que ascende Quanto tempo mais conveniente e sempre necessidade ela tem que ficar lá eu sou tem que ser um bom então nós temos buscar nós começamos a andar bem bom não nascer de novo então tem que entender o homem respondeu e acho que esse a atenção uma dificuldade que nós temos os dados no Brasil muitas vezes são subnotificados é atrocidades da violência contra a mulher me aprimorar e melhorar pelo menos um o oceano subnotificação de impunidade acho que vale a pena eu acredito que sempre sempre as pessoas que estão comprometidas e aliadas a nossa buscar um canal relação a relação de confiança e que a gente possa é [Música] é mas ainda Obrigada Mariante a gente volta já já com você porque olha só você quer assistir questão de ordem pode participar mandando a sua pergunta ou sugestão no WhatsApp da TV Câmara Campinas número aparece aí no seu canto do seu vídeo inclusive você pode também eu usar o QR code para acessar aí WhatsApp da TV Câmara Campinas ou novas 7829 3.776 nós vamos por um breve intervalo rápido e na volta a gente continua esse debate aqui no questão de ordem E aí E aí E aí no segundo bloco do questão de ordem a gente discutir o direito das pessoas LGBT LGBT e a mais olha só a gente teve no bloco anterior uma espécie de diagnóstico de como é o serviço aqui na nossa cidade e agora a atuação da comissão de direitos humanos que entre tantos temas relacionados aos direitos humanos também vai se debruçar sobre esse tema na Vereador e precisa falar justamente Mariante falou de uma atuação anterior da atuação agora o vereador Paulo Búfalo citou aí algumas leis também hoje é para gente poder pensar no acesso das pessoas da população de mais para esses serviços é o que que preciso fazer na nossa cidade o bom é Paulo Mariante colocou muito bem né o centro de referência ele já foi um instrumento que a gente tinha acesso né consegui atender mas a gente tem um problema como você nunca colocou mesmo dos dados então o primeiro ponto que a gente poderia ter que nossa cidade grande fatos dados é quantas pessoas estão fazendo a terapia hormonal quantas pessoas são atendidas referência quantas elas uma divisão por faixa etária porque a gente tem um uma questão e quando a gente fala o população a dívida que ia mais é que a gente tem muitos jovens né a gente consegue enxergar a juventude dentro dessa sopa de letrinhas que é muito complicado inclusive é E aí a gente tem um movimento né que ele tem maior visibilidade que o movimento dos gays o movimento das mulheres lésbicas que ele tem uma está crescendo a visibilidade dele por isso que ele o começo da sigla né mas quando a gente fala de por exemplo da população o sexual quando a gente falou da população população de transe travestis esse cada vez mais você não invisibilizado então com a pandemia a gente tem inclusive uma afastamento simulações no centro de referência como todos os outros porque logo no começo a gente não sabia comunidade e ficou apenas trancado em casa a gente tem inclusive um convívio forçado dessas populações com familiares que muitas vezes os discriminam em casa então quando a gente fala de atendimento atendimento psiquiátrico e psicológico é uma grande defasagem que a gente tem dentro do centro de referência mas também não serviços públicos do SUS por exemplo e a uma das violências que a gente tem que ele a gente vem tentando evitar uma questão do nome que é justamente o fato de a gente conseguiu utilizar o nome social mesmo quando a gente ainda não tem esse documento já com o nome atualizado então Um dos problemas que a gente poderia trazer para a cidade de Campinas e seria o programa transcidadania que foi criado na cidade de São Paulo que era de aumentar a escolarização E com isso dava possibilidade a população te tem uma maior renda e muitas vezes sair da margem da sociedade né porque o população ter muitas vezes abandonar a escola né às vezes no ensino fundamental Nem chega a chegar no ensino médio então a ideia do programa era justamente da essa formação continuada porque a população tem conseguisse encontrar empregos melhores para se manter apenas isso né e depois esse programa foi atualizado com na cursos profissionalizantes também Para justamente aumentar a renda além disso a gente pensa em trazer o polpa transitam facilitador da alteração de documento Porque existe uma uma dificuldade hoje que assim se a gente fez população ter abandonou a escola não Olá tudo muitas vezes fica no sub emprego na informalidade e essa alteração de documento exige que você é faz uma taxa estava buscando cada vez mais difícil então isso acaba virando uma um ciclo vicioso uma bola de neve que a pessoa não consegue estudo não consegue emprego eu não consigo alterar o documento e com isso tem mais dificuldade ainda para ter acesso ao serviço de América não ser violentada o nominalmente Né que é isso que acontece muitas vezes quando você vai buscar atendimento no SUS você a chamado pelo nome é um documento na fila seu nome social e aí a a dificuldade de você encontrar emprego e alterar o documento então é um círculo Sem Fim que a gente tem então aqui na cidade de Campinas a gente tem é vários movimentos né que no passado e o Mariante colocou muito bem trouxeram esse debate à tona câmara municipal no passado já fiz muitas coisas mas a gente precisa garantir né que a gente tem uma e talvez campanhas municipais e conscientização para explicar a população também que a população LGBT que ia mais Principalmente as telhas que sofrem essa transfobia tão mais o formato mais violenta do que é lésbicas bissexuais gays se nome nários para que isso não aconteça mais na cidade de Campinas Então é isso é uma das possibilidades que a gente tem nesse momento para gente conseguir fazer com que os direitos humanos não sejam mais ainda violados é que isso começa a gente imagina muito que se começa no mercado de trabalho na verdade começa muito antes começa a Ensino Fundamental então muitas vezes também dá uma formação continuada para professores para os diretores de escola quando ensino médio isso acaba se agravou um pouco mais né porque a Sexualidade começa aparecer identidade é degeneração bom então assim dá essas formações continuadas aqui no município de Campinas que também possam concientizar a maneira da gente poder fazer esse esses tratamentos de forma na hora de conversar de falar é e até mesmo quando a gente só da população ter de tentar e na língua portuguesa é muito difícil de fazer isso de tratar é sem gênero né igual todos que é uma palavra que a gente utiliza bastante e como que a gente pensar né tenta Fórum de discussões para a gente pensar em como que a gente pode não ter uma linguagem violenta também quando a gente vai falar com a população sem inclusive senhora falou da questão da do nome social por exemplo para simplesmente procurar um atendimento no posto de saúde muitas vezes isso é um fator inibidor sim muito é muito difícil imagina que você tem todo as características físicas de uma mulher má e no seu documento é tem o nome de outra designação Então as pessoas elas se sentem tem dificuldade muitas vezes chegar até o posto de saúde é até mesmo quando ela chegou até lá né Muito tímidas ainda elas não são tratados Avenida que deveriam ser os médicos muitas vezes não entende eu já ouvi quando tava fazendo a visita alguns equipamentos aqui no município é coisa do tipo ah se ele que a ser travesti né é ele que seja então assim é também existe uma necessidade da gente ter essa formação quando a gente fala nos atendimentos públicos quando a gente fala do SUS da dos equipamentos municipais e a gente pode falar prefeitura câmera escolas e todos os serviços que o município oferece país a população também não se sinta é tão excluída desse desse processo que eu não consigo nem chegar uma e tem com os dados Justamente por isso as pessoas têm tem vergonha né E quando elas vão apresentar um documento que é diferente Nutella se sentem diferente de como elas aparentam então elas nem chegam a buscar atendimento então é essa questão do nome parece que é uma coisa tão pequena né mas na verdade não é o que faz a grande diferença na população te dá a vereadora Paula menciona a questão da educação e a gente tem vários projetos aqui que inclusive aprovado que falam de disciplinas né que possam justamente tratar de vários temas a gente tem a questão do racismo etc ser acha que essa questão é uma questão urgente também traz escolas até porque quando a gente fala da sociedade é ver a população ter de somos iguais como o senhor mencionou isso também parte da Educação e veja só a menina eu acho que no atual cenário político até do país se nós conseguimos garantir que as escolas tenham liberdade de atuação e que possa lidar com a diversidade Eu acho que já é um uma vitória é importantíssimo agora essa questão que é vereadora Paola atrás com muita propriedade a questão do nome do da referência se nós olhamos para o estado brasileiro nós vamos ver que ele tá totalmente estruturado para não respeitar isso então por exemplo famílias homoafetivas que adotam uma criança Vai um órgão federal por exemplo os caras ficam exigindo que tenha o cadastro de uma como se fosse uma família tradicional papai e mamãe o lanche linha e. Né e não dá essa possibilidade Evidente isso já gera uma cadeia de violações assim de várias que nós estamos aqui então acho que trazendo um pouco para nossa realidade né Ela é essa questão que o Paulo Mariante trouxe o centro de referência ele pode ser esse essa retaguarda que sa tivesse estrutura para agir inclusive não só como referência mas às vezes como um centro de defesa enfim mas o que ele pode fazer também como a vereadora também citou é ajudar numa formação que seja transversal para que os direitos na educação na saúde na cultura no trabalho eles possam ser respeitados né do da a a a identidade é que o orientação que a pessoa tenha e que então centro de referência ele poderia se com estrutura né funcionar como como o orientador dessa formação e outra questão que passa por nós e inclusive essa é essa a referência a essas pessoas né as pessoas LGBT que a mais é é uma fonte também de preconceito então a revisão de isso enfim passa por nós e com certeza assim reflete no que nós vimos nessas eleições os números podem não ser tão ruim o altos mais vezes assim não não apenas agora o mais votado do país Ele jamildo que era poder do mandato coletivo na cidade de São Paulo então Conquista importante a federal Oi bom dia e 17 reconheceu o direito das prestações coisa interessante o Supremo reconheceu o direito à identidade na seguinte dimensão Não há necessidade de laudo então a pessoa trânsito não depende mais de psicólogo psiquiatra para ser reconhecido como nós isso é dizer que a dignidade é delícia identidade não necessita mais de processo judicial e não necessita de advogados seja é assistente administrativo porém E aí a colocação ela fica assim tá mental isso sem uso capturados e não são baixos nossa ainda mais que a pessoa que como pessoas que muitas vezes estão à margem de qualquer trabalho é um informal é difícil pessoas com muitas dificuldades de acesso a recursos Então aquela Conquista nós vamos que antes ela não foi acompanhada de novo mais Óbvio a gratuidade de serviços Então essa luta é muito importante sim as iniciativas que possam ser desenvolvidas nos o caraio vamos continuar tentando fazer um e isso é muito importante e ela me ensinou Principalmente quando além da escolaridade e profissionalização e hoje tem precisar de dizer quem São Paulo Nós temos muitas amigas e conhecidas que não conseguiram não está mais o trabalho que não preciso moral é porque para muitas a única possibilidade não pode ser que conseguiram o formal em é muito gênio dois momentos na construção de mulher absoluta link aí que está a questão da educação e da não discriminação no quando fala da indicação dos princípios da educação é o da pluralidade de férias olha só a em todas as letras toda criança deve ser protegida contra qualquer forma de discriminação qualquer forma nessa Fala qualquer forma obviamente definido em relação às questões identidade de gênero e orientação sexual então a educação ela Obrigatoriamente tem que ter uma vaca essas questões e Relembrando aqui trabalhar não é e voltou e 2018/2020 em algum lugar as medidas essa falar agora vamos perfil em relação a questões que envolviam projeto que infelizmente pedir então opção praticamente não quero educação pela diversidade que não era um problema não tinha nada né me responde às vezes pode tomar as providências muito importante sentido dialogando né o centro de referência verificar as possibilidades inteligente com mais de força equipamentos de melhorar sua condição operacional de garantir um fluxo das informações e também a alguns passos de compromisso social ao foi conquistado e em relação à as outras possibilidades ação pergunta o valor da Tranquilidade ela importante o seu silêncio pode fazer isso mas eu concordo Quem sabe né se for bater mais forte não foi não vai funcionar E aí que atende aí e a gente tá falando aqui da questão de direitos eu abrir o problema falando de um extremo que é a questão da violência dos assassinatos da população ter mais tem uma outra questão também que envolve números a gente tem no nosso país por exemplo apenas 15 estados e Distrito Federal Tem dados consolidados a respeito da violência contra a população te Ou seja a gente tá falando do centro de referência aqui que são números simples de Atendimento à saúde é a outros órgãos mas a gente tem no país como um todo é várias defasagens E aí eu pergunto também a questão da população idosa a gente é um país que envelhece e como fica a situação no atendimento à população ter que tem mais de 60 anos no nosso país em especial em Campinas olha sobre essa questão especificamente eu é bastante nos últimos dias ele participar do programa E assim se a gente não tem dados sobre a população era de vai ter que ir a mais um modo geral quando ele falou população idosa isso ainda é pior então e a gente precisa pesquisar que isso acontece porque porque antes a gente tinha uma finalização né mas relações homoafetivas então isso simplesmente era Tratado de uma forma de casos psiquiátricos né casos clínicos então é a gente não tem dados de muito tempo a gente começa a ter dados assim internacionais a partir dos anos 60 70 e aí tem outra Outro fator né quando a gente fala violência nessas pessoas são mortas então elas não chegam até a fase adulta muitas vezes ali na meia idade entre 40 anos Quem dirá Os 60 anos é a cor ele falou a população ter excessivamente a média de idade é entre 24 32 anos então é muito difícil a gente ter dados sobre a população te especificamente ela é idosa né O que a gente tem hoje são dados de homens brancos de classe média né população gay que tem uma situação socioeconômica melhor então a gente consegue ter dados assim mais relevantes com mais consistência até mesmo pesquisas científicas que vão nesse sentido né dos homens gays de média idade e idosos quando a gente fala das mulheres isso é um pouco com a quantidade de dados é menor esses dados são muito mais recentes até porque a gente tem a questão do patriarcado e muitas pessoas que hoje tem mais de 60 anos que tem relações por exemplo afetivas é isso era obtido no passado Porque até então era um tabu mas ela também né Tem tem alguns dados né que é o dito é sair do armário de forma tardia né Muito das populações eles se casam Têm filhos e acabam assumir a qualidade já na minha idade quase na vezes a gente tem casas de famosos né como causa do Lulu Santos que que aconteceu Lulu Santos Daniela Mercury começaram as começar a sua sexualidade é tardiamente e da população ter a gente tem alguns dados que é justamente sobre a falta de dados né da gente não sabe o que acontece com a população de trânsito porque ali é assassinada tem alguns dados que falam da refeição da saúde por conta dos tratamentos hormonais é que a gente também não sabe o que acontece é quando isso é feito ao longo prazo quando a gente fala da população idosa e aí dos 60 anos que tem até alguns dados mas como é que fala dos mais velhos que acima de 85 anos não tem dado nenhum quando a gente fala dos nomes nariz é monumental seu completamente nova então a gente não tem praticamente nada sobre isso né é e também é uma questão na preocupação de quando a gente fala e de como cuidar desses idosos que tem questões específicas Principalmente quando a gente fala da linguagem então alma uma outra a ideia de concessão de política pública e políticas públicas quando a gente lavar que somos cuidadores para que esses fundadores sejam treinados com a linguagem neutra para quando eles forem cuidado esses da população ele vai ter que ir a mais eles tenham também extremamento mas assim se a gente não tem dados que a gente só tem idosos em 15 estados mais o Distrito Federal é isso não é dividido por quê lá pelo recorte geracional quando ele falou poção e 12 são ainda mais difícil é tudo muito recente ainda né a Total tá conversando com Mariante um pouquinho antes disso que a sigla vem se atualizando e mudando praticamente anualmente né então quando a gente fala de bissexuais por exemplo não binário quando a gente fala das mulheres lésbicas dos dos gays tudo isso é muito separado tá perdendo conforme conforme a idade vai passando e conforme essas siglas também vão se atualizando e o seja muito trabalho né ver essa muito trabalho a gente ainda né precisa de muito estudo nesse Campo a gente precisa ter as pessoas inclusive pesquise sobre isso e mais do que isso né gente precisa que a nossa sociedade respeite os nossos corpos nossas vidas para que a gente consiga chegar até a fase adulta chegar atingir descer essa adicionarmos mais velhos vai chegar a idade assim tornarmos idosos para que a gente consiga ter dados sobre isso então é a pouquíssimas coisas que a gente tem hoje no Brasil e no mundo né Isso não é um problema exclusivo da cidade de Campinas mas a gente precisa o primeiro passo é que nossos direitos sejam respeitados porque a gente assim consiga ter dado sobre isso só que assim infelizmente tá acabando o vereador falou que você ia falar você dessa questão de que diante de E essas Então essa falta de informação na sua visão Quais são os próximos passos um falar que no cenário da Câmara de Campinas para que a gente possa então começar a evoluir nesse sentido e eu estou Queria sua questão da visibilidade do tema como a vereadora trouxe aqui com muita propriedade né então é preciso é que nós possamos ir debatendo pesquisando nessa área dando visibilidade aquilo que está sendo pensado construído e sobretudo essa ideia do protagonismo que o Mariante trouxe muito bem destacar ainda talvez para um outro programa da TV Câmara que é tem a situação é do do da homofobia agora alma comunidade vereadora Paula Paula lembrou muito bem disso que ele acaba nem chegando à Terceira Idade nessa e por conta de ser eliminado antes certo agora também aquele cenário das pessoas que se que tem acesso minimamente ao direito trabalhista por exemplo por exemplo que aqueles LGBT que ia mais que estão atuando como trabalhadores trabalhadoras do sexo né que não tem o seu direito né a diante do padrão estético estabelecido pela sociedade enfim da do sofrimento é do do da condição que envolve essa questão do trabalho né da vulnerabilidade pode chegar na terceira idade estando muito é muito vulnerável né então falar também dos Direitos Trabalhistas que já estão frágeis no país né mas o direito a aposentadoria Enfim tudo isso nós precisamos trazer a pauta também né que é uma situação concreta de violência que está aí então acho que a e contribuir com essa com esses debates e alguns projetos que nós já estamos aqui mato tanta né ela da discussão Maria já tenho 30 segundos aquele que você deixasse seu recado o convite programa mas que é [Música] G1 E aí a vereadora eu queria que saudade também Deixaram um recadinho final quem felizmente Nosso Tempo Acabou é o jeito os humanos eles estão aqui para garantir que todo mundo seja visto na mesma maneira e a gente precisa é transformar a nossa sociedade de uma forma mais inclusive e todo mundo ganha com isso né vamos transbordar transformar e vão melhorar a cidade de Campinas bem o questão de ordem fica por aqui eu agradeço a participação de todos com certeza traremos aqui mas temas para que a gente possa fazer essa reflexão e como dizem mesmo nossos convidados trazer a visibilidade tão importante para que a gente possa ir diminuir tantas lacunas que ainda existem na sociedade em especial aqui em Campinas também a gente fica por aqui e até o próximo questão de ordem Bom dia E aí [Música] E aí [Música] E aí E aí E aí o Olá boa tarde nós estamos ao vivo no questão de ordem e olha só diferentes tipos de violência simplesmente pelo fato de não se adequarem aquilo que foi normatizado e como sendo normal na sociedade em 2020 o Brasil foi o primeiro no ranking dos assassinatos de pessoas trans no mundo com números que se mantiveram Acima da Média nós temos aí notícias de 184 registros que foram lançados no mapa de assassinatos de 2020 mais uma análise feita pela anta que Associação Nacional de travestis e transexuais aponta no dossiê dos assassinatos e da violência contra as pessoas trans em 2020 que esse número chega 175 um aumento de 43 e meio por cento Acima da Média pesquisada desde 2008 e 201 por cento em relação a este que foi o primeiro ano desses números né Nós temos aí o registro em 2008 de 58 assassinatos de pessoas que expressavam o gênero feminino em contraposição ao gênero designado no Nascimento e que foram considerados nesta pesquisa nossa saúde o problema também é grande com a pandemia o acesso das pessoas trans os serviços de saúde por exemplo no número de atendimentos no processo de transexualizador é que também teve aí uma importante queda o número de cirurgias diminuiu em setenta por cento e a terapia hormonal seis e meio por cento em comparação com o ano anterior e é neste cenário que a gente traz no questão de ordem de hoje a vereadora Paola Miguel que a presidência da comissão dos Direitos Humanos aqui da Câmara Municipal de Campinas o ver e a O Búfalo que é membro da mesma comissão e também participando com a gente de forma virtual o Paulo Mariante que essa vista do movimento LGBT Key mais que hoje também vai para fazer essa roda de debate sobre os direitos das pessoas LGBT que ia mais e a gente vai detalhar aqui de uma luta tão importante que eu confesso Vereador aqui a primeira vez que a gente traz esse tema aqui no nosso programa um tema inclusive que foi uma das suas Bandeiras também de trabalho né durante a sua esse só vim daqui para Câmara Municipal de Campinas e eu queria que a senhora falasse sobre No que diz respeito à comissão Qual é o olhar que a comissão vai dar para esse assunto quando a gente fala neste tema aqui na cidade de Campinas Boa tarde todo mundo ficar acompanhando a gente eu quero agradecer a TV Câmara para gente tá podendo debater isso né nesse importante espaço que agradecer o Paulo Búfalo que aceitou o convite para debater aqui junto com a gente e o Paulo Mariante que é um exemplo da Luta dos direitos da população LGBT que ia mais e tá nessa militância é muito tempo É de fato quando a gente fez a campanha foi um dos temas que a gente trouxe porque a gente entende que todas as pessoas têm o mesmo direito o direito à educação direito à cidade direito à saúde direito à cultura direito ao lazer Mas isso é violado Principalmente quando a gente fala população ter Sim muitas vezes é ao se descobrir né ainda na adolescência são expulsos de casa o direito à educação nesse momento também é muito especial do justamente quando a gente fala de escola justamente por conta do bullying que acontece né a gente sabe muito bem como a cruel né ali na adolescência E essa foto essa transição mais à frente quando a gente fala da saúde que muitos médicos ainda não sabem como como lidar como tratar aí quando eu digo tratar não é simplesmente é as doenças pessoal nós tratamento mesmo manda as violações que a gente tem que a população ter é quando a gente chega no serviço público e elas não são chamadas pelo nome social né Elas são chamadas pelo nome de registro Isso já é uma violência então quando a gente fala de direitos humanos aqui na cidade de Campinas é justamente isso para que a gente conseguiu garantir que se direitos que são assegurados a todo e qualquer cidadão ou cidadã seja garantido também população p a ovulação te ela é uma das que inclusive não conseguem chegar à fase adulta por sofrerem a transfobia que é muito mais Cruel que é muito mais é um o invisível faz população Então a gente tem que trazer esse debate né nesse espaço para que a gente consiga mudar um pouco só Realidade na cidade de Campinas Vereador bom Falou senhor que inclusive já em outras ocasiões já falou muito sobre os direitos da população tá queria que você falasse Nesse contexto agora e com essa e reforço da vereadora Paola dos trabalhos que devem permear aí até porque importante salientar que nós tentamos fazer aí a o mapeamento de número de atendimento essa população aqui na cidade e os números são muito evasivos a gente nem tá apresentando justamente porque a gente não tem algo consolidado quando a gente fala de política pública para essa população Vereador seja bem-vindo e obrigado mina é boa tarde aí aos telespectadores da TV Câmara a vereadora Paula Miguel colega aqui da casa ou amigo companheiro Paulo Mariante aí militante de tantos anos aí juntos né mina essa questão dos números começar a dar em particular nem sempre foi assim na cidade de Campinas É verdade que a sistematização desses números é não é não é tarefa fácil e isso precisa ser consolidado como política pública porque isso é o que dá o um mapa dar um cenário de como a as formas de violência contra as pessoas LGBT que a mais é sofre né E já o ouvi um aqui na cidade um centro de referência muito melhor estruturado né E que é possível recuperar isso com o profissional mas como investimentos como estrutura para poder atender a essas pessoas e aqui na casa em particular como você já disse nós tivemos aqui eu diria que momentos de um pouco mais e avanço quando alguns vereadores e vereadoras trouxeram pautas para cá por exemplo eu fui autor junto com a ex-vereadora Maria José do projeto do dia da visibilidade lésbica que na verdade é uma é uma é um Marco de um dia mas o que serve para colocar na pauta da cidade e lógico dos setores que interessam o debate sobre as violências no caso contra as mulheres lésbicas E além disso nós já tivemos outros momentos que muito muito retrocesso uma expressão de preconceito da casa também eu até recuperei é de 2003 da casa eu nem sei ainda né a TV Câmara talvez nem nem atoa se ainda mas a época é a viu ouvir uma crítica muito forte a comunidade travestis que atuavam ali no centro da cidade tratando assim com com temos ela a Moção começa dizendo que não se pode ter preconceito que deveria respeitar direitos constitucionais mas ao longo da Moção ela vai desenrolando esse esses preconceitos tratando tudo como caso de polícia vereadora Paula e na última linha diz o seguinte recomendo com filamento dessas pessoas lá nos muros da Fepasa é ali na naquela região também então isso denota uma visão né então Ou seja eu citei essa situações aqui mas tiveram outras situações em Oi aqui é pautas que nós temos que retomar que o Paulo Mariante vai vai lembrar com muito mais riqueza de detalhes por exemplo a questão do Conselho Municipal das pessoas LGBT que ir a mais e outros outros temas relevantes então a casa ela já teve oportunidade de legislar mais pode recolocar isso tendo mais uma vereadora trazendo esse debate para casa e reconhecendo o seguinte as pessoas primeiro a reconhecimento pessoas seres humanos como todos nós aqui da equipe da TV cama Até nós que estamos falando aqui então direito por si só somos humanos e as questões que envolvem essa essa comunidade não é de não se pode culpabilizar não se pode ter não é não é política não é ter políticas assim que se isole essas pessoas mas é uma situação de inclusão como sujeitas de direitos constitucionais Enfim então é importante fazemos esse debate é importante que a Casa Esteja através da TV a câmera podendo de bater com a cidade também e agora então a gente vai conversar com o Paulo Mariante Paulo Seja bem vindo ao questão de óleo O que que você falasse justamente dessa questão da como você vê a gente demonstrou aqui o vereador Paulo falou dessa Moção de 2003 falamos de serviços que existiam e que hoje não aparecem tanto números não consolidados queria que você fizesse um Panorama do atendimento de políticas públicas aqui na cidade de Campinas ao a população tem um Oi boa tarde a toda de todos de todas agradeço com muita honra o convite e falou da Delícia bate aqui em especial a vereadora para aluguel primeira Presidenta da então dj comanda a cama é uma conquista uma conquista de movimento é preciso uma conquista duas e o [Música] E aí em Campinas 1997 nós não tínhamos identidade participam mente cuidado junto Oi existe um grupo de interação uma manifestação não é público contra discriminação e intolerância a narina salão da prefeitura não tinha daqueles que muito característica demais ações e foi o primeiro surgiu o movimento que tinha como Bandeira a e no espaço isso eu digo de contenção das políticas sexuais ali daquela região dos filhos para repasse né Umas expressões você vai pagar as coisas depois eu vou sair normal uma pesquisa dos jornais 97/98 aí vai atualizar portanto a gente observa né que é essa é uma questão que vem já volta a data né mas tolerância que vem aflorando sempre que a gente percebe o quanto mais movimento a público direito tolerantes vem e às vezes são diferentes graus de velocidade de violência e me retirando violência se importante de violência verbal muitas vezes é aqui iniciou e vai gerar violência e morte é sempre importante na grau de esforço de olhos ele arma o braço de uma das pessoas que você entender isso aí muitas vezes um discurso que fala que travestis e transexuais LGBT são é uma cor carille Às vezes as palavras bonitas né isso aí favorece na ponta vai matar queria lembrar um episódio aqui que eu não poderia deixar doloroso mas a gente tem que lembrar e começo de 2019 nós fizemos aqui em Campinas com barba assassinato de uma jovem de 21 anos só mandando chamada Kelly da Silva ela foi assassinada e teve seu coração arrancaram a rua ofensas depois ele inclusive não foi porque ele quer botar um sorriso no rosto porque ele ele tinha um e vamos quer saber o que significa essa frase demônio de uma crença qual é a origem dessa expressão é discurso de ódio Mas então lembrando a partir daí Fernando as lutas nós damos as manchas ele é insuscetível de E aí Ah entendi o reconhecimento da identidade né alguém reconheceu o dia 29 de acordo com o dia Municipal que a gente é a lei instituindo uma conquista importantíssima Municipal antes então aumenta Estadual de combate a é a do dia cara de tudo é porque eu também porque afinal de contas nós temos que nós temos temos inimigos ele é [Música] e eu não consigo Então a mão desde que aquela está desde que quatro meses de vigência da Bom dia isso é componente da sociedade democrática nossa compra só que tem dois filhos e o nosso indivisível O que significa Bezerra uma principal eu já tenho mas não resisti e fora não é o processo nosso tiver algumas conquistas por exemplo as atividades Nossa de agosto de Junho a janela ainda não era uma vaca Não é principais essas datas que vão ficar lendário Eu disse para ela que me programa na cultura chamado campanha UOL afirmação da cidade positiva você já chega nossas datas nossas bandeiras foi através do lançamento de uma e essa assim a chave para nós muitas coisas que foi ele não foi nem uma coisa cair do céu e o burro foi uma grande conquista mas como energia As coisas elas não são imutáveis E conforme os governos estão passando Mas temos que processo vou falar especificamente último ainda uma questão momento ainda depois chegou a ter um ensaio de uma t e não precisa normatizada EA ideia de muito louco mais não é o presidente não é como atingiu eu não levou e não dou para ninguém no lugar aqui na parte foi inscrição e não é [Música] bom e nós estamos a sua vez a quatro anos ou mais sem graça vezes isso é muito grande é muito grave que fazer a parte de projeto normal porque nossa dentro necessidade e por mais que ascende Quanto tempo mais conveniente e sempre necessidade ela tem que ficar lá eu sou tem que ser um bom então nós temos buscar nós começamos a andar bem bom não nascer de novo então tem que entender o homem respondeu e acho que esse a atenção uma dificuldade que nós temos os dados no Brasil muitas vezes são subnotificados é atrocidades da violência contra a mulher me aprimorar e melhorar pelo menos um o oceano subnotificação de impunidade acho que vale a pena eu acredito que sempre sempre as pessoas que estão comprometidas e aliadas a nossa buscar um canal relação a relação de confiança e que a gente possa é [Música] é mas ainda Obrigada Mariante a gente volta já já com você porque olha só você quer assistir questão de ordem pode participar mandando a sua pergunta ou sugestão no WhatsApp da TV Câmara Campinas número aparece aí no seu canto do seu vídeo inclusive você pode também eu usar o QR code para acessar aí WhatsApp da TV Câmara Campinas ou novas 7829 3.776 nós vamos por um breve intervalo rápido e na volta a gente continua esse debate aqui no questão de ordem E aí E aí E aí no segundo bloco do questão de ordem a gente discutir o direito das pessoas LGBT LGBT e a mais olha só a gente teve no bloco anterior uma espécie de diagnóstico de como é o serviço aqui na nossa cidade e agora a atuação da comissão de direitos humanos que entre tantos temas relacionados aos direitos humanos também vai se debruçar sobre esse tema na Vereador e precisa falar justamente Mariante falou de uma atuação anterior da atuação agora o vereador Paulo Búfalo citou aí algumas leis também hoje é para gente poder pensar no acesso das pessoas da população de mais para esses serviços é o que que preciso fazer na nossa cidade o bom é Paulo Mariante colocou muito bem né o centro de referência ele já foi um instrumento que a gente tinha acesso né consegui atender mas a gente tem um problema como você nunca colocou mesmo dos dados então o primeiro ponto que a gente poderia ter que nossa cidade grande fatos dados é quantas pessoas estão fazendo a terapia hormonal quantas pessoas são atendidas referência quantas elas uma divisão por faixa etária porque a gente tem um uma questão e quando a gente fala o população a dívida que ia mais é que a gente tem muitos jovens né a gente consegue enxergar a juventude dentro dessa sopa de letrinhas que é muito complicado inclusive é E aí a gente tem um movimento né que ele tem maior visibilidade que o movimento dos gays o movimento das mulheres lésbicas que ele tem uma está crescendo a visibilidade dele por isso que ele o começo da sigla né mas quando a gente fala de por exemplo da população o sexual quando a gente falou da população população de transe travestis esse cada vez mais você não invisibilizado então com a pandemia a gente tem inclusive uma afastamento simulações no centro de referência como todos os outros porque logo no começo a gente não sabia comunidade e ficou apenas trancado em casa a gente tem inclusive um convívio forçado dessas populações com familiares que muitas vezes os discriminam em casa então quando a gente fala de atendimento atendimento psiquiátrico e psicológico é uma grande defasagem que a gente tem dentro do centro de referência mas também não serviços públicos do SUS por exemplo e a uma das violências que a gente tem que ele a gente vem tentando evitar uma questão do nome que é justamente o fato de a gente conseguiu utilizar o nome social mesmo quando a gente ainda não tem esse documento já com o nome atualizado então Um dos problemas que a gente poderia trazer para a cidade de Campinas e seria o programa transcidadania que foi criado na cidade de São Paulo que era de aumentar a escolarização E com isso dava possibilidade a população te tem uma maior renda e muitas vezes sair da margem da sociedade né porque o população ter muitas vezes abandonar a escola né às vezes no ensino fundamental Nem chega a chegar no ensino médio então a ideia do programa era justamente da essa formação continuada porque a população tem conseguisse encontrar empregos melhores para se manter apenas isso né e depois esse programa foi atualizado com na cursos profissionalizantes também Para justamente aumentar a renda além disso a gente pensa em trazer o polpa transitam facilitador da alteração de documento Porque existe uma uma dificuldade hoje que assim se a gente fez população ter abandonou a escola não Olá tudo muitas vezes fica no sub emprego na informalidade e essa alteração de documento exige que você é faz uma taxa estava buscando cada vez mais difícil então isso acaba virando uma um ciclo vicioso uma bola de neve que a pessoa não consegue estudo não consegue emprego eu não consigo alterar o documento e com isso tem mais dificuldade ainda para ter acesso ao serviço de América não ser violentada o nominalmente Né que é isso que acontece muitas vezes quando você vai buscar atendimento no SUS você a chamado pelo nome é um documento na fila seu nome social e aí a a dificuldade de você encontrar emprego e alterar o documento então é um círculo Sem Fim que a gente tem então aqui na cidade de Campinas a gente tem é vários movimentos né que no passado e o Mariante colocou muito bem trouxeram esse debate à tona câmara municipal no passado já fiz muitas coisas mas a gente precisa garantir né que a gente tem uma e talvez campanhas municipais e conscientização para explicar a população também que a população LGBT que ia mais Principalmente as telhas que sofrem essa transfobia tão mais o formato mais violenta do que é lésbicas bissexuais gays se nome nários para que isso não aconteça mais na cidade de Campinas Então é isso é uma das possibilidades que a gente tem nesse momento para gente conseguir fazer com que os direitos humanos não sejam mais ainda violados é que isso começa a gente imagina muito que se começa no mercado de trabalho na verdade começa muito antes começa a Ensino Fundamental então muitas vezes também dá uma formação continuada para professores para os diretores de escola quando ensino médio isso acaba se agravou um pouco mais né porque a Sexualidade começa aparecer identidade é degeneração bom então assim dá essas formações continuadas aqui no município de Campinas que também possam concientizar a maneira da gente poder fazer esse esses tratamentos de forma na hora de conversar de falar é e até mesmo quando a gente só da população ter de tentar e na língua portuguesa é muito difícil de fazer isso de tratar é sem gênero né igual todos que é uma palavra que a gente utiliza bastante e como que a gente pensar né tenta Fórum de discussões para a gente pensar em como que a gente pode não ter uma linguagem violenta também quando a gente vai falar com a população sem inclusive senhora falou da questão da do nome social por exemplo para simplesmente procurar um atendimento no posto de saúde muitas vezes isso é um fator inibidor sim muito é muito difícil imagina que você tem todo as características físicas de uma mulher má e no seu documento é tem o nome de outra designação Então as pessoas elas se sentem tem dificuldade muitas vezes chegar até o posto de saúde é até mesmo quando ela chegou até lá né Muito tímidas ainda elas não são tratados Avenida que deveriam ser os médicos muitas vezes não entende eu já ouvi quando tava fazendo a visita alguns equipamentos aqui no município é coisa do tipo ah se ele que a ser travesti né é ele que seja então assim é também existe uma necessidade da gente ter essa formação quando a gente fala nos atendimentos públicos quando a gente fala do SUS da dos equipamentos municipais e a gente pode falar prefeitura câmera escolas e todos os serviços que o município oferece país a população também não se sinta é tão excluída desse desse processo que eu não consigo nem chegar uma e tem com os dados Justamente por isso as pessoas têm tem vergonha né E quando elas vão apresentar um documento que é diferente Nutella se sentem diferente de como elas aparentam então elas nem chegam a buscar atendimento então é essa questão do nome parece que é uma coisa tão pequena né mas na verdade não é o que faz a grande diferença na população te dá a vereadora Paula menciona a questão da educação e a gente tem vários projetos aqui que inclusive aprovado que falam de disciplinas né que possam justamente tratar de vários temas a gente tem a questão do racismo etc ser acha que essa questão é uma questão urgente também traz escolas até porque quando a gente fala da sociedade é ver a população ter de somos iguais como o senhor mencionou isso também parte da Educação e veja só a menina eu acho que no atual cenário político até do país se nós conseguimos garantir que as escolas tenham liberdade de atuação e que possa lidar com a diversidade Eu acho que já é um uma vitória é importantíssimo agora essa questão que é vereadora Paola atrás com muita propriedade a questão do nome do da referência se nós olhamos para o estado brasileiro nós vamos ver que ele tá totalmente estruturado para não respeitar isso então por exemplo famílias homoafetivas que adotam uma criança Vai um órgão federal por exemplo os caras ficam exigindo que tenha o cadastro de uma como se fosse uma família tradicional papai e mamãe o lanche linha e. Né e não dá essa possibilidade Evidente isso já gera uma cadeia de violações assim de várias que nós estamos aqui então acho que trazendo um pouco para nossa realidade né Ela é essa questão que o Paulo Mariante trouxe o centro de referência ele pode ser esse essa retaguarda que sa tivesse estrutura para agir inclusive não só como referência mas às vezes como um centro de defesa enfim mas o que ele pode fazer também como a vereadora também citou é ajudar numa formação que seja transversal para que os direitos na educação na saúde na cultura no trabalho eles possam ser respeitados né do da a a a identidade é que o orientação que a pessoa tenha e que então centro de referência ele poderia se com estrutura né funcionar como como o orientador dessa formação e outra questão que passa por nós e inclusive essa é essa a referência a essas pessoas né as pessoas LGBT que a mais é é uma fonte também de preconceito então a revisão de isso enfim passa por nós e com certeza assim reflete no que nós vimos nessas eleições os números podem não ser tão ruim o altos mais vezes assim não não apenas agora o mais votado do país Ele jamildo que era poder do mandato coletivo na cidade de São Paulo então Conquista importante a federal Oi bom dia e 17 reconheceu o direito das prestações coisa interessante o Supremo reconheceu o direito à identidade na seguinte dimensão Não há necessidade de laudo então a pessoa trânsito não depende mais de psicólogo psiquiatra para ser reconhecido como nós isso é dizer que a dignidade é delícia identidade não necessita mais de processo judicial e não necessita de advogados seja é assistente administrativo porém E aí a colocação ela fica assim tá mental isso sem uso capturados e não são baixos nossa ainda mais que a pessoa que como pessoas que muitas vezes estão à margem de qualquer trabalho é um informal é difícil pessoas com muitas dificuldades de acesso a recursos Então aquela Conquista nós vamos que antes ela não foi acompanhada de novo mais Óbvio a gratuidade de serviços Então essa luta é muito importante sim as iniciativas que possam ser desenvolvidas nos o caraio vamos continuar tentando fazer um e isso é muito importante e ela me ensinou Principalmente quando além da escolaridade e profissionalização e hoje tem precisar de dizer quem São Paulo Nós temos muitas amigas e conhecidas que não conseguiram não está mais o trabalho que não preciso moral é porque para muitas a única possibilidade não pode ser que conseguiram o formal em é muito gênio dois momentos na construção de mulher absoluta link aí que está a questão da educação e da não discriminação no quando fala da indicação dos princípios da educação é o da pluralidade de férias olha só a em todas as letras toda criança deve ser protegida contra qualquer forma de discriminação qualquer forma nessa Fala qualquer forma obviamente definido em relação às questões identidade de gênero e orientação sexual então a educação ela Obrigatoriamente tem que ter uma vaca essas questões e Relembrando aqui trabalhar não é e voltou e 2018/2020 em algum lugar as medidas essa falar agora vamos perfil em relação a questões que envolviam projeto que infelizmente pedir então opção praticamente não quero educação pela diversidade que não era um problema não tinha nada né me responde às vezes pode tomar as providências muito importante sentido dialogando né o centro de referência verificar as possibilidades inteligente com mais de força equipamentos de melhorar sua condição operacional de garantir um fluxo das informações e também a alguns passos de compromisso social ao foi conquistado e em relação à as outras possibilidades ação pergunta o valor da Tranquilidade ela importante o seu silêncio pode fazer isso mas eu concordo Quem sabe né se for bater mais forte não foi não vai funcionar E aí que atende aí e a gente tá falando aqui da questão de direitos eu abrir o problema falando de um extremo que é a questão da violência dos assassinatos da população ter mais tem uma outra questão também que envolve números a gente tem no nosso país por exemplo apenas 15 estados e Distrito Federal Tem dados consolidados a respeito da violência contra a população te Ou seja a gente tá falando do centro de referência aqui que são números simples de Atendimento à saúde é a outros órgãos mas a gente tem no país como um todo é várias defasagens E aí eu pergunto também a questão da população idosa a gente é um país que envelhece e como fica a situação no atendimento à população ter que tem mais de 60 anos no nosso país em especial em Campinas olha sobre essa questão especificamente eu é bastante nos últimos dias ele participar do programa E assim se a gente não tem dados sobre a população era de vai ter que ir a mais um modo geral quando ele falou população idosa isso ainda é pior então e a gente precisa pesquisar que isso acontece porque porque antes a gente tinha uma finalização né mas relações homoafetivas então isso simplesmente era Tratado de uma forma de casos psiquiátricos né casos clínicos então é a gente não tem dados de muito tempo a gente começa a ter dados assim internacionais a partir dos anos 60 70 e aí tem outra Outro fator né quando a gente fala violência nessas pessoas são mortas então elas não chegam até a fase adulta muitas vezes ali na meia idade entre 40 anos Quem dirá Os 60 anos é a cor ele falou a população ter excessivamente a média de idade é entre 24 32 anos então é muito difícil a gente ter dados sobre a população te especificamente ela é idosa né O que a gente tem hoje são dados de homens brancos de classe média né população gay que tem uma situação socioeconômica melhor então a gente consegue ter dados assim mais relevantes com mais consistência até mesmo pesquisas científicas que vão nesse sentido né dos homens gays de média idade e idosos quando a gente fala das mulheres isso é um pouco com a quantidade de dados é menor esses dados são muito mais recentes até porque a gente tem a questão do patriarcado e muitas pessoas que hoje tem mais de 60 anos que tem relações por exemplo afetivas é isso era obtido no passado Porque até então era um tabu mas ela também né Tem tem alguns dados né que é o dito é sair do armário de forma tardia né Muito das populações eles se casam Têm filhos e acabam assumir a qualidade já na minha idade quase na vezes a gente tem casas de famosos né como causa do Lulu Santos que que aconteceu Lulu Santos Daniela Mercury começaram as começar a sua sexualidade é tardiamente e da população ter a gente tem alguns dados que é justamente sobre a falta de dados né da gente não sabe o que acontece com a população de trânsito porque ali é assassinada tem alguns dados que falam da refeição da saúde por conta dos tratamentos hormonais é que a gente também não sabe o que acontece é quando isso é feito ao longo prazo quando a gente fala da população idosa e aí dos 60 anos que tem até alguns dados mas como é que fala dos mais velhos que acima de 85 anos não tem dado nenhum quando a gente fala dos nomes nariz é monumental seu completamente nova então a gente não tem praticamente nada sobre isso né é e também é uma questão na preocupação de quando a gente fala e de como cuidar desses idosos que tem questões específicas Principalmente quando a gente fala da linguagem então alma uma outra a ideia de concessão de política pública e políticas públicas quando a gente lavar que somos cuidadores para que esses fundadores sejam treinados com a linguagem neutra para quando eles forem cuidado esses da população ele vai ter que ir a mais eles tenham também extremamento mas assim se a gente não tem dados que a gente só tem idosos em 15 estados mais o Distrito Federal é isso não é dividido por quê lá pelo recorte geracional quando ele falou poção e 12 são ainda mais difícil é tudo muito recente ainda né a Total tá conversando com Mariante um pouquinho antes disso que a sigla vem se atualizando e mudando praticamente anualmente né então quando a gente fala de bissexuais por exemplo não binário quando a gente fala das mulheres lésbicas dos dos gays tudo isso é muito separado tá perdendo conforme conforme a idade vai passando e conforme essas siglas também vão se atualizando e o seja muito trabalho né ver essa muito trabalho a gente ainda né precisa de muito estudo nesse Campo a gente precisa ter as pessoas inclusive pesquise sobre isso e mais do que isso né gente precisa que a nossa sociedade respeite os nossos corpos nossas vidas para que a gente consiga chegar até a fase adulta chegar atingir descer essa adicionarmos mais velhos vai chegar a idade assim tornarmos idosos para que a gente consiga ter dados sobre isso então é a pouquíssimas coisas que a gente tem hoje no Brasil e no mundo né Isso não é um problema exclusivo da cidade de Campinas mas a gente precisa o primeiro passo é que nossos direitos sejam respeitados porque a gente assim consiga ter dado sobre isso só que assim infelizmente tá acabando o vereador falou que você ia falar você dessa questão de que diante de E essas Então essa falta de informação na sua visão Quais são os próximos passos um falar que no cenário da Câmara de Campinas para que a gente possa então começar a evoluir nesse sentido e eu estou Queria sua questão da visibilidade do tema como a vereadora trouxe aqui com muita propriedade né então é preciso é que nós possamos ir debatendo pesquisando nessa área dando visibilidade aquilo que está sendo pensado construído e sobretudo essa ideia do protagonismo que o Mariante trouxe muito bem destacar ainda talvez para um outro programa da TV Câmara que é tem a situação é do do da homofobia agora alma comunidade vereadora Paula Paula lembrou muito bem disso que ele acaba nem chegando à Terceira Idade nessa e por conta de ser eliminado antes certo agora também aquele cenário das pessoas que se que tem acesso minimamente ao direito trabalhista por exemplo por exemplo que aqueles LGBT que ia mais que estão atuando como trabalhadores trabalhadoras do sexo né que não tem o seu direito né a diante do padrão estético estabelecido pela sociedade enfim da do sofrimento é do do da condição que envolve essa questão do trabalho né da vulnerabilidade pode chegar na terceira idade estando muito é muito vulnerável né então falar também dos Direitos Trabalhistas que já estão frágeis no país né mas o direito a aposentadoria Enfim tudo isso nós precisamos trazer a pauta também né que é uma situação concreta de violência que está aí então acho que a e contribuir com essa com esses debates e alguns projetos que nós já estamos aqui mato tanta né ela da discussão Maria já tenho 30 segundos aquele que você deixasse seu recado o convite programa mas que é [Música] G1 E aí a vereadora eu queria que saudade também Deixaram um recadinho final quem felizmente Nosso Tempo Acabou é o jeito os humanos eles estão aqui para garantir que todo mundo seja visto na mesma maneira e a gente precisa é transformar a nossa sociedade de uma forma mais inclusive e todo mundo ganha com isso né vamos transbordar transformar e vão melhorar a cidade de Campinas bem o questão de ordem fica por aqui eu agradeço a participação de todos com certeza traremos aqui mas temas para que a gente possa fazer essa reflexão e como dizem mesmo nossos convidados trazer a visibilidade tão importante para que a gente possa ir diminuir tantas lacunas que ainda existem na sociedade em especial aqui em Campinas também a gente fica por aqui e até o próximo questão de ordem Bom dia E aí [Música]