TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
Questão de Ordem | Atividade Delegada: mais segurança para Campinas?
Em destaque · HD Vídeo · QUESTÃO DE ORDEM

Questão de Ordem | Atividade Delegada: mais segurança para Campinas?

37 views Publicado 25/10/2025 HD · 1:06:16

Descrição do vídeo

O programa Questão de Ordem traz um debate fundamental para o futuro da segurança pública em Campinas: a implantação da Atividade Delegada no município. O tema tem movimentado autoridades, vereadores e representantes das forças de segurança, gerando grande interesse e expectativa sobre os impactos que o convênio pode trazer para a população. Participam deste episódio o Tenente-Coronel PM Turolla, Comandante do 1º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP), e os vereadores Nick Schneider (PL), presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara, e Higor Diego (Republicanos), presidente da Frente Parlamentar para acompanhamento, estudo de impacto e fomento à implementação da Atividade Delegada em Campinas. Com o tema “Atividade Delegada em Campinas: Caminhos para a Implementação”, o programa promove um debate técnico e institucional sobre o convênio, abordando as experiências de outros municípios paulistas, os benefícios operacionais esperados e os desafios legais que envolvem a regulamentação e execução do modelo. 👮 O que é a Atividade Delegada? A Atividade Delegada é um programa do Governo do Estado de São Paulo que permite que policiais militares atuem de forma remunerada em seus dias de folga, em convênio com as prefeituras. A atuação ocorre em atividades de fiscalização de estabelecimentos, combate ao comércio ambulante irregular, controle de ruídos e apoio à segurança em áreas públicas. Com cerca de 450 convênios firmados em todo o estado, a medida se consolidou como uma das principais ferramentas de reforço à segurança municipal, ampliando a presença policial nas ruas e melhorando a sensação de segurança da população. Em Campinas, o debate sobre a implantação do programa ganhou força após a criação da Frente Parlamentar liderada pelo vereador Higor Diego, que tem trabalhado na análise dos impactos jurídicos, financeiros e operacionais do convênio, com apoio da Comissão de Segurança Pública presidida por Nick Schneider. 📌 Principais pontos debatidos no programa: Como funcionará o convênio entre a Prefeitura de Campinas e o Governo do Estado; Quais serão as funções desempenhadas pelos policiais militares nos períodos de folga; Como a Guarda Municipal e a Polícia Civil podem atuar em parceria com a Atividade Delegada; Os impactos esperados na segurança pública e na redução da criminalidade; Questões legais e administrativas que envolvem remuneração, fiscalização e responsabilidade dos agentes participantes; Exemplos de cidades paulistas que já adotaram o modelo, com resultados positivos em patrulhamento e prevenção de crimes. 💬 Um debate técnico e transparente Durante a conversa, o Tenente-Coronel Turolla compartilha a visão da Polícia Militar sobre os benefícios da Atividade Delegada, explicando como a medida pode fortalecer o policiamento preventivo e aumentar a integração entre as forças de segurança. Os vereadores Nick Schneider e Higor Diego reforçam a importância de um modelo que traga resultados concretos, mas com transparência, planejamento e responsabilidade fiscal, garantindo que o convênio seja vantajoso para o município e para os profissionais envolvidos. 📊 Por que o tema é importante para Campinas? Campinas é uma das maiores cidades do estado e enfrenta desafios complexos na área da segurança. A proposta de implantação da Atividade Delegada surge como uma alternativa estratégica para ampliar o efetivo nas ruas sem sobrecarregar o orçamento público, além de fortalecer a presença policial em regiões com maior vulnerabilidade. A medida também pode contribuir para a redução de furtos, vandalismo e irregularidades urbanas, além de melhorar a resposta a ocorrências locais. O modelo já mostrou bons resultados em municípios como São Paulo, Santos, Ribeirão Preto e Sorocaba, sendo reconhecido por sua eficiência no policiamento comunitário. ⚖️ Um olhar político e institucional O programa também discute os próximos passos para que Campinas possa formalizar o convênio, incluindo a necessidade de estudos de impacto, pareceres jurídicos e aprovação legislativa. A iniciativa busca unir esforços entre o poder público municipal, o Governo do Estado e as corporações policiais para garantir uma implantação responsável e eficaz. 🎥 Assista agora ao Questão de Ordem e entenda o que está em jogo! O debate traz uma análise equilibrada entre o ponto de vista técnico da Polícia Militar e o olhar legislativo da Câmara Municipal, ajudando o cidadão a compreender de forma clara o que a Atividade Delegada pode representar para o cotidiano dos campineiros. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

Transcrição completa do vídeo

60 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

[Música] Olá, começa agora o programa Questão de Ordem, que hoje vai debater a atividade delegada. Você já ouviu falar, sabe o que é? Bom, está se discutindo um acordo entre a prefeitura e o governo do estado de São Paulo para que se permita a atuação de policiais militares nos horários de folga no apoio às ações de segurança pública aqui na cidade. Então, para avaliarmos os aspectos técnicos, operacionais, financeiros, sociais relacionados a esta medida, eu recebo aqui no estúdio o vereador Igor Diego. Ele que é o presidente da Frente Parlamentar para acompanhamento do estudo do impacto e fomento a implementação da atividade delegada no município, o vereador Nick Schneider, ele que é o presidente da Comissão Permanente para os assuntos de segurança pública aqui da Câmara Municipal de Campinas e que promoveu um debate público sobre a implementação da atividade delegada aqui no município. e o tenente coronel da Polícia Militar, o Turola, comandante do primeiro batalhão de ações especiais de polícia UBAEP e que está representando o coronel Takarrash, que é do comando de policiamento do interior do lembrando que o debate vai acontecer, farei as interrupções apenas quando o necessário, vereador Igor Diego, começo com o senhor em um primeiro momento, antes, né, dos debates, das reuniões da Frente Parlamenta, como é que enxerga esta possibilidade de um trabalho extra dos policiais militares. Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Olá, muito obrigado pelo convite. Olha, a demanda ela surgiu por parte da comunidade pedindo mais apoio nas questões de segurança pro nosso município. Os vereadores aqui da casa de forma geral t recebido, né, e pedido esse socorro de mais policiamento, a sensação de segurança. A gente já conseguiu no governo, no governo Tarcísio, aqui no governo Dário diminuir os números, mas existe algumas medidas que podem colaborar, né? em uma visita ao comandante Tacarracho, que nos recebeu no CPI, né, eh, do aqui do interior, comando interior, ele nos proporcionou essa ferramenta que já é utilizada em vários municípios. Campinas é uma das poucas cidades que não tem esse convênio e essa possibilidade. Diante disso, nós reunimos aqui na casa alguns vereadores, né, e fizemos essa proposta para trazer, né, trazer os servidores da área de segurança pública, sindicato especialista, o executivo, legislativo para debater, né, e enfrentar algumas barreiras. Então, assim surgiu eh a proposta para criação da Frente Parlamentar. Vereador Nick Schneider, este debate público que o senhor presidiu teve 1 hora e meia de duração, discussões sobre o tema. Para quem não teve a oportunidade de acompanhar que análise o senhor faz, seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Olá, Gabriel. Olá, tenente comandante Turola, vereador Igor Diego. Eh, foi um momento importante da nossa da reunião, das reuniões previstas da nossa comissão, comissão de segurança pública. E nós, em parceria com o vereador Igor Diego, que propôs essa frente parlamentar, abrimos o espaço da reunião ordinária da comissão para que ele trouxesse para dentro da comissão esse assunto. Foi uma reunião realmente muito produtiva, onde tivemos representantes do município, do estado, da Polícia Militar, da Guarda Municipal, vereadores, o vereador Igor Diego presidindo eh a pauta desse debate dentro da reunião, conduzindo eh à medida que ele é o coordenador da Frente Parlamentar que trata desse assunto da atividade delegada. Foi um momento muito importante paraa casa e é uma matéria que realmente requer estudo, requer interesse, porque segurança pública é algo que a gente deve se preocupar muito na nossa cidade. Tenente Coronel Turola, primeiro, desde quando se discute esta atividade delegada? Essa regularização é importante, é boa para o policial, é boa para o município? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem e desde já muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo ter aceito o convite para estar aqui no nosso estúdio. Boa tarde, Gabriel. Boa tarde, nobres vereadores. Então, é um assunto que iniciou em São Paulo, né, 2010, onde foi implantado a atividade delegada, resultados excelentes e e com isso foi para o interior. Nós temos mais de 2/3 dos municípios do estado de São Paulo com atividade delegada. Então é algo que auxilia muito o município, né, no combate a violência, a percepção e sensação de segurança e auxilia bastante os policiais militares. Para ter uma ideia, hoje nós temos fizemos um levantamento em Campinas, 500 policiais que fazem atividade delegada fora de Campinas porque aqui não não possui. Então, exatamente sobre isso, porque neste debate público que foi realizado aqui na Câmara, né, foi dito exatamente este número, né, 500 policiais da região de Campinas fazem atividade delegada na capital porque não tem uma oportunidade aqui em Campinas. Na sua avaliação, é um número significativo na sua visão, poderia aumentar a segurança aqui em Campinas se eles estivessem neste serviço realizando atividades na cidade? Com certeza. Para ter uma ideia, quem visitou São Paulo, área central de São Paulo, dá para andar hoje tranquilamente. A atividade delegada fez esse trabalho em parceria com o município e a Polícia Militar, né? Então, é feito um trabalho, os locais são mapeados entre o poder público e a Polícia Militar. Eh, é uma atividade delegada no município, pode ser feito operações com frequência integrados com a Guarda Municipal, com ENDEC ou outros órgãos de fiscalização. Ah, esse efetivo, ele vai est à disposição para e essa missão, para essa operação, diferente do policial que tem o telefone de emergência, né? Ele tem que atender o o a população. Nesse período, ele vai estar à disposição dessa missão que vai ser estabelecida por essa comissão. Para quem está nos acompanhando e conseguir entender esta atividade delegada no horário de folga, então este trabalho ele é num período fixo, num determinado número de horas? É alguma operação especial? É numa região especial ou pode ser um trabalho livre mesmo, às vezes só de fiscalização, de ter a presença do policial? Então tem um um plano de estudo, né, que é feito, né, junto com o convênio, um plano de trabalho e vai ser verificado que vai ser delegada paraa Polícia Militar. Ah, são 8 horas de serviço, né? São 8 horas que o policial faz essa atividade. Todos os encargos é do estado, né? o policial machucar qualquer eh eventualidade ou fatalidade que ocorra com ele ou estado que vai arcar com a todo o problema que quer que surja. Sim. Ah, hoje tem alguns municípios que a viatura é do município, mas aqui nesse primeiro momento a viatura é do estado, equipamento do estado. Então o policial é voluntário para cumprir esse horário. Ele se inscreve, tem um banco de dados que vai dar prioridade para quem trabalha em Campinas. né? Então, vou dar outro exemplo. Em Morungaba tem atividade delegada, a prioridade é para quem trabalha em Morungaba, tá, né? Então, sempre a gente pode fazer essa prioridade. Quem que vai ter prioridade de escolha? Quem trabalha em Campinas. Então, a gente vai tá favorecendo os policiais que trabalham em Campinas. Exemplo, os policiais hoje que vão fazer atividade delegada em São Paulo, eles estão no segundo momento. Quem trabalha em São Paulo tem prioridade. Os policiais daqui de Campinas entram na segunda opção. E esse policial, ele tem a livre escolha de ir na atividade delegado ou se ele falar: "Não, quero só cumprir a minha rotina de trabalho, não particip". Ele pode se inscrever para eh atividades específicas, né? quer seja a fiscalização de ambulantes, quer seja a preservação no local para eh não ter consumo de entorpescente a a de forma livre, né? Então ele pode inibir e de acordo com a demanda que vai ser feita por essa comissão, né? Então vai um representante da prefeitura e um da polícia. Vamos direcionar a nossa força para onde? Uhum. E daí que vai fazer esse combate. Igor e Nick Schneider, quais mudanças você enxergam em caso de uma regularização, né? Se esses 500 policiais da região atuassem em Campinas, tem demanda para isso? Tem sim, Gabriel. Olha, como foi muito bem dito pelo nosso comandante, né? Eh, vou dar um exemplo aqui popular pro pessoal poder nos atender. Imagina que nós temos uma demanda agora em frente de uma escola, né, que você ali, os pais tá passando por uma uma tentativa que aconteceu alguma coisa, traz aquela sensação de insegurança. Não dá para deixar um policial fixo, um guarda municipal ali o tempo todo, como a gente já teve essas demandas aqui na cidade. A atividade delegada pode ser utilizada para essa finalidade. Então esse nome delegada é justamente por isso. O poder municipal vai delegar, né, junto ao comando da Polícia Militar ações específicas. Outro exemplo, ontem nós tivemos eventos lá na Praça Araltos da Paz. Será que precisava de mais segurança para aquele evento? Então, casos como esse, a a o poder municipal ele vai contar com um apoio, não só da Polícia Militar, mas também das forças de segurança como um todo. Atividade delegada, a gente falou de 500, mas a atividade delegada ela também pode, né, comando, ser utilizada paraa Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, eh, Guarda Municipal em São Paulo tá inserida também, né, no no programa. Enfim, eh são números aí que atenderiam bastante às demandas que a comunidade acaba ali ou o ações específicas de combate ao crime eh tem essa demanda assim no nosso município. A gente tá cansado de fazer indicação pedindo o fortalecimento. Nick regularizou a atividade delegada. O que que muda pro município? É, Gabriel, eu vejo que as forças de polícia hoje estão encaixadas nas suas missões. Então, tem a Guarda Municipal já com seu escopo de trabalho executando. Nós temos a Polícia Militar no seu dia a dia, então já tem um cronograma de trabalho. É evidente que sempre se requer mais homem, se requer mais operacional. E o que eu vejo pra atividade delegada é algo excepcional. é para se fazer algo que não se está fazendo hoje. E eu vejo que um grande problema da cidade de Campinas hoje é a questão dos moradores de rua, né? E é evidente que a questão dos moradores de rua não se trata simplesmente com policial militar, mas é sim um agente participante importante nesse processo de tentar tirar essas pessoas na da rua, porque ali tem sim pessoas de bem, pessoas desiludidas da vida, pessoas que passam necessidades, mas no meio também tem gente procurada pela polícia, gente que já cometeu crime, que está cometendo crime no dia a dia, roubando as casas, roubando, né, e fazendo importo as mulheres nas ruas, roubando lojas. Então, e é uma área que Campinas ainda não deslanchou, infelizmente. É um problema que a Campinas ainda não conseguiu enfrentar como deveria. Uhum. Não tô culpando o prefeito, não tô culpando. Isso é um fenômeno que está acontecendo no Brasil inteiro, até no mundo, né? As pessoas desiludidas estão indo pras ruas. Eu sou cristão. Eu vejo muita falta de Deus para as pessoas. Também resulta nisso. A falta do amor à família, do convívio na família. pessoa se desilude, não quer assumir obrigação de um filho, de um de uma escola, de uma família e vai pra rua. E ali na rua acontece de tudo. E eu eu acredito muito que ao município ter essa ferramenta de delegar uma atividade policial, que é a atividade delegada, como diz o vereador Igor, prefeitura vai delegar missões pra Polícia Militar. Uma delas poderia ser o enfrentamento, à situação de rua das pessoas, as pessoas que estão na nas ruas e não só no centro, porque tem muito esse esse tabu, muito esse esse jargão popular de que o centro tá cheio de morador de rua, não é só o centro. Uhum. Né? Nós somos lá do do Campo Grande, eu sou no Cobcinho, Igor, mais lá para dentro, você passa na J Boy do Lop, do ponta a ponta tem morador de rua ao seu redor, né? Então você vai na vila industrial, tem, você vai em outros bairros, tem. Então é algo que tá se proliferando, é algo que o município tem que se preocupar muito e eu vejo a atividade delegada da Polícia Militar como uma ferramenta, um braço importante para trabalhar essa questão no município. Então até para completar, o que que seria a Polícia Militar e na atividade delegada? Seria um dos braços na rede de auxílio a esse morador de rua, né? Então, seria a parte policial nessa rede que nem falou, não é só a polícia, mas ele estaria com essa missão específica de participar dessa rede de assistência ao morador de rua. E falando em números, né, nós fizemos um levantamento, o coronel Tacarrache eh solicitou para os batalhões de Campinas, né, os locais críticos, aonde seria viável colocar o policial militar, eh, e daria no mês 1592 vagas. né? Então não é que 500 policiais estarão todo dia, né? Então esses 500 vão fazer um, duas, outro três, outro o máximo são 10 atividades delegadas que ele pode fazer, tá? Né? Então o limite que ele pode fazer, ele já tira 13, 14 escalas e ele vai tirar mais 10 na atividade delegada de 8 horas. E e que nem falou, tem um benefício pro policial? Tem, porque se ele vai até São Paulo para fazer atividade delegada, ele vai descansar mais. Porque é no mínimo 2 horas para ir, duas horas para voltar. O deslocamento já não vai ter, né? É, então já não vai ter esse deslocamento. Já 4 horas a mais que ele vai ter de descanso. Uhum. Né? Então seria 1592 vagas de 8 horas distribuídas nos locais de acordo com esse estudo, né? Principalmente no primeiro momento na área central, né? Eh, e um impacto no orçamento de 571.000 por mês, tá? sobre esta primeira missão. Então, Igor, eu quero ouvi-lo porque o Nick já citou e o tenente coronel Turola também sobre essa questão das pessoas em situação de rua. É uma questão global em todo o mundo, em todas as cidades turísticas ou não, nós encontramos pessoas passando por essa dificuldade? Tem dado que diz que no mundo, né, 150 milhões de pessoas estão nesta condição. Na Alemanha houve 150% de aumento entre 2014 e 2018 de população em situação de rua. No mesmo período na Inglaterra, um aumento de 162% entre 2010. Nos Estados Unidos, a taxa chega a seis pessoas sem teto por 1000 habitantes. É bem mais alta que a média aqui do Brasil, pra gente ter uma ideia. é de 1,2 por 1000 habitantes. Então, é um problema global, mas nós não podemos deixar de combatê-la porque ela é local também. atividade delegada pode auxiliar de que maneira essas pessoas, como que você enxerga este problema que nós temos e a atividade delegada podendo auxiliar essas pessoas e também o município. Gabriel, olha a essa questão, esses números surpreendentes no mundo inteiro, a grande parte, não são todos, mas a grande parte é por causa dessa porcaria dessa droga, né? Então, o tráfego de droga, a pessoa entra, a romantização pelas drogas, pela marcha maconha, essas romantização que algum alguns grupos fazem, a pessoa depois entra numa situação dessa e entra num abismo que um abismo puxa o outro, a pessoa não consegue mais sair disso aí. Mas falando aqui na atividade delegado e deixo esse assunto, essa polêmica para um outro debate da focando na atividade delegada, eu acredito que é o seguinte, o problema do morador de rua, ele tem que ser combatido de forma intersetorial, cada um fazendo a sua parte. Então não dá pro morador de rua que tá ali procurado pela justiça ficar ali de boa, né? Ele comete um crime de manhã no ponto de ônibus e tá sentado ou tá ali de boa, a gente passa e e nada acontece porque ele se mistura, a gente acaba não não tendo essa ação. Mas usando a tecnologia, o poder da muralha paulista, pegando, identificando, colocando os agentes de segurança para ir atrás dessas pessoas através da atividade delegada, né, policiais que estarão no centro da cidade o dia inteiro atrás dessas pessoas que são moradores de ruas que estão cometendo crime. Por exemplo, o coronel Tacarracha apresentou um estudo aqui que a gente conhece como eh eh a área ali é conhecida como que é do lixo ali. A boca do lixo. Boca do hã boca do lixo ali. É bom prata. É, é boca do lixo, que é popularmente conhecido aqui. Então, o estudo que foi apresentado é justamente porque ali é um ponto de tráfico de droga que é perto da linha do trem, que tem muitos usuários de craque, que é uma droga forte, né? Então, eh, exatamente isso. Dá para usar sim, só que não, a gente não vai resolver o problema colocando só polícia para correr atrás de morador de rua, mas de criminosos que se misturam no meio desses moradores. Nós temos o trabalho espiritual, nós temos o trabalho que tem que ter social, o trabalho de uma mão amiga, né? a primeira oportunidade para ele eh eh voltar ao mercado de trabalho, nós temos que dar a condição daquele voltar perto dos seus familiares, que existe um estudo que comprova que eles perto dos seus familiares têm um poder de recuperação maior. Enfim, cada um tem que ser tratado conforme eles quer. Quem quer trabalho, quem quer apoio social, quem quer uma clínica de internação, quem quer o que ele quiser, ele tem que encontrar. O problema é que hoje quando ele tá fazendo coisa errada, ele não encontra a força de segurança muitas vezes ali que só pensa nesse estudo, nesse trabalho, que já conhece. Isso é muito importante, esse e eh esse esse núcleo, né, intersetorial que não existe na cidade de Campinas, que o Nick falou que a gente tá muito atrasado. Vou dar um exemplo prático. Pessoal da igreja espiritual vai lá e ajuda na alimentação. Aquele grupo de moradores, eles pegam a confiança já nesse pessoal. Sim. Aí tem que vir o pessoal da força de segurança falar assim: "Olha, tem alguém novo, tem um grupo novo aqui que a gente nunca viu". Opa, pera aí, vamos puxar as câmeras porque da onde veio esse grupo? Será que veio o ônibus, né, trazer moradores, né, fazer higienização social de outra cidade e deixar eles aqui? Vamos usar as nossas câmeras entrada da cidade, vamos fazer a investigação da onde vieram, vamos perguntar para eles quem é que tá fazendo isso, né? Então, esse trabalho que a gente não vê na cidade de Campinas e que a população cobra demais a gente, né? Então, a atividade delegada bem eh investida e com planejamento, que aí o comando sabe melhor do que ninguém fazer, né? Eu a acredito que a gente vai ter resultados eh mais combatíveis dessa questão que é importante sobre este trabalho. Então, tenente Coronel Turola, nós estamos falando de pessoas que têm problemas familiares, que estão desempregadas, que perderam a moradia, problema de saúde, enfim, são diversos motivos. As abordagens precisam ser diferentes. Dá tempo de trazer este olhar, trazendo um pouco de dignidade, de conforto, de entendimento, mas também no horário de trabalho, buscando aqueles que estão de forma ilícita. Como que funciona isso? Então daí, como eu disse, né, a gente vai trabalhar em rede, a gente vai ter aonde direcionar, né, esse problema eh tá longe da da família, a gente consegue pegar aquela assistência e encaminhá-lo, né, para uma passagem ou para um contato com o familiar através dessa rede de assistência. Uhum. Né? E o importante, o que nem foi dito, é a gente criar um desconforto para o criminoso, né? Então o tráfego entorpescente não ocorrer, não ter o consumo entorpescente de maneira aleatória e em frente de todo mundo, os furtos vão diminuir, os homicídios irão diminuir porque tem homicídio entre eles, né? Então facas vão ser revistad, não vão estar portando material que possam eh ofender uma vítima ou outro morador de rua. Então esse desconforto de aqui tem regra, certo? O objetivo é isso, vereador Nick Schneider, não podemos esquecer que nós temos crianças e adolescentes e vendo nas ruas também tem um estudo de um especialista em políticas públicas e gestão governamental da diretoria de estudos e políticas sociais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, que é o IPE, o Marco Natalido. Ele mostra que apenas 58% das crianças e adolescentes de 7 a 15 anos frequentam a escola. é uma preocupação pro presente, mas também pro futuro, né? É. E ainda voltando um pouquinho nessa questão do desconforto, deixar gerar um desconforto para aqueles que estão na rua aprontando, né? Eu entendo que essas pessoas que estão na rua, se não cometeram delito, a tendência é que cometam no futuro, infelizmente. Porque o meio em que vivem, a situação que vivem desumana, degradante, né, em que nenhum ser humano deve estar exposto, vai chegar uma hora que ele vai se render a essa prática, porque não vai aguentar. E então cabe as forças de segurança, cabe a assistência social, a saúde, a secretaria de trabalho e de trabalho e renda, mostrar para aquela para aquela pessoa que está na rua que na rua ela não vai ficar. chegar com uma fala firme no sentido de você tem opção de trabalho, você tem opção de ser atendido na saúde, você tem a opção de voltar paraa sua família, o município paga sua passagem para voltar e se aprontar a PM tá aqui. A rua não é o seu lugar, não é o lugar de nenhum ser humano, pelo bem dela mesmo. E aí não é infringir o direito dela, não é isso, é ajudá-la, pelo contrário, é fortalecer a sua cidadania, é fortalecer ela como ser humano, como um ser criado por Deus, um ser único. Ninguém é igual a ninguém. Todos nós temos cada um seu DNA individual e ele tem que ser tratado e sobreviver com dignidade. E ali não há dignidade. Se o poder público, pelo menos eu penso assim, se acomoda em ver uma pessoa na rua, o poder público está errado, né? E aí aqui eu não falo só do executivo, falo do judiciário, falo do legislativo, qualquer pessoa que ocupa um cargo público, ainda que não ocupe eh um cargo público que trata diretamente com aquelas pessoas, mas tem que se sentir incomodado ao ver uma pessoa na rua. E não é pela higiene social, não é isso não, como pregam por aí, é pelo bem dela mesmo. Como é que tem dignidade uma pessoa que dorme em cima de um papelão embaixo de uma marquise? que dignidade que tem. Ela não precisa do poder público, ela não precisa da força muitas vezes do poder público. Da muitas as pessoas e diria até a maioria, grande parte do tempo não tem controle sobre seus atos, ão, sobre efeito de craque. E daí cabe ao poder público sim intervir e tomar as decisões por ela, porque ela não tem condição de tomar decisão. Se elas estivessem sã consciência, tem até aquela linha que fala que ela tem a liberdade de escolha, tal, mas sob o efeito do craque, ela não tem sã consciência de tomar decisão e daí cabe sim o poder público interver. E com relação às crianças é muito triste, né? Isso mostra uma tendência, uma tendência perigosíssima que nós estamos vendo no nosso país e e que tem levado o nosso futuro, tem comprometido o nosso futuro e o futuro dess desses que mais ainda precisam do poder público, né? Vereador Igor, tem como criar um grupo de trabalho para estudar, para entender, abordar da melhor maneira, conseguir fazer essa inclusão social? Tem, tem sim. Eh, eh, dentro do grupo da nossa frente parlamentar e isso tá sendo discutido. A primeira reunião nossa foi uma reunião bem positiva, porque contou ali, né, com a Polícia Militar, o delegado Joia da Polícia Civil, o Cristiano, representando o poder executivo, que é o nosso secretário de segurança, o legislativo, né, o Nick ali representando a comissão de segurança, enfim, tem outras reuniões previstas como também visitas lá na Praça da Sé. que era um local ocupado por moradores de ruas. Então, a o objetivo é justamente esse, deixar claro que a gente nós não estamos propondo hoje aqui na Câmara um projeto de lei, que é uma ferramenta do legislativo, apesar que tem um projeto em tramitação do mineiro do Espetinho, mas que é outro assunto, né? O Major Jaime, o nosso ex-vereador, sempre vereador e amigo nosso, ele tentou também apresentar esse projeto do convênio da atividade delegada, mas não foi paraa frente. E a gente entendeu que foi por falta de discussão. É importante discutir para entender como que nós vamos conseguir, né, eh eh ultrapassar a barreira orçamentária. Pô, tudo que foi falado aqui é bacana, mas como que nós vamos pagar? Quem paga isso é o município, tá bom? É uma opção governamental. Ou então nós vamos buscar o orçamento extras. Então, eh todas essas discussões, tanto orçamentária quanto social, a a Frente Parlamentar junto com a comissão de segurança, nós estamos dispostos a dispostos a trazer aqui para fazer esses debates, para apresentar pro executivo um caminho. Você citou este problema e nós vamos discutir ele um pouco agora. Então, Igor Nick, o secretário municipal de segurança pública, o Cristiano Virg, disse que há uma divergência nessa questão da remuneração, porque esse recurso para pagar os policiais não poderia sair do tesouro municipal, honerar a Secretaria de Segurança Pública, porque o orçamento já está todo sendo utilizado e aí teria que tirar de algum lugar para realizar esses pagamentos. Como é que vocês enxergam esta situação? É um problema? tem de onde sair esse dinheiro, Nick, Igor? É, eu acho que para isso que foi criada a frente parlamentar, né? O vereador Igor tem trabalhado, se debruçado muito sobre esse assunto para tentar com criatividade achar caminhos, né? É evidente, todo orçamento é comprometido. Quando se estima a receita e fixa, as despesas são igualitárias, não tem dinheiro sobrando. Não tem dinheiro sobrando em em pasta nenhuma. Certo? Agora o vereador Igor e a nossa comissão também nós temos que trabalhar com a hipótese de emendas deputados, com repasses federais, com repasses estaduais que possam casar, que possam ter esse objetivo, que legalmente possam ser utilizados para execução da função delegada. E acredito que a Frente Parlamentar vai um pouco nessa linha até com o apoio do comandante Tacarrach, com com o apoio da Polícia Militar. que também é evidente que tem trânsito dentro do governo do estado, que tem trânsito do governador Tarciso para tentar demonstrar que a cidade de Campinas está apta, está querendo a função atividade delegada dos policiais militares aqui, mas que precisa de ajuda também orçamentária, né? É isso mesmo. Olha, a gente fez um estudo apresentado pela PM, né, que como foi dito, era em torno de 100, eu anotei aqui, ó, era em torno de 1500 vagas no mês, né? O que daria R50.000 eh mês. Sim. Se a gente pegar em comparação uma emenda parlamentar, é importante dizer isso. Quando nós estamos em Brasília em busca de recursos pro município, né? Muitos desses deputados que são ligados a forças de segurança, então tem muito deputado ali da área da PM, né, da da Polícia Civil, da área da segurança. Eles me perguntam: "Igor, em Campinas já tem o convênio estabelecido para que eu possa mandar o recurso para custear esse pagamento?" Porque para mim politicamente é interessante, é o meu o meu eleitorado, é o pessoal que eu me comprometi a ajudar. Como nós não temos nenhum convênio ainda estabelecido, essa dotação não vem pro município. Então nós estamos falando de recurso extra, é aquele que não está previsto. Então acho que um um início e um princípio é estabelecer o convênio e depois a gente entender quais são as medidas, porque uma vez estabelecido o convênio, a prefeitura não tem a obrigatoriedade de contratar. Uhum. Né? São coisas diferentes, são passos diferentes. E quando o Cristiano disse que esse custo não pode ser, né, feito pelo pelo município, a gente entende que é uma opção de governo, né, legalmente pode, só que assim, ele não tem hoje dotação orçamentária para conseguir pagar esse convênio. não quer dizer que numa numa numa dotação futuro, o governo municipal entenda que segurança tem mais prioridade, vai ter um pedaço maior do bolo ali da receita, mas são problemas futuros, tá? Então, nós temos algumas eh algumas barreiras, sim, eu entendo, Cristiano, realmente, porque ele também tem que investir na Guarda Municipal, que é uma força de segurança do município, que tá sobre a gestão dele. Então, os guardas também, quando a gente traz esse assunto aqui, comandante, os guardas eles começam a mandar mensagem, pô, ajuda a gente e a gente aqui, a gente também quer hora extra. Então tem essa esse corporativismo ativo no município também. Então a gente falou aqui, pô, sobre segurança, tal, tal, tal, mas politicamente existe essa movimentação. Por isso que a gente tá fazendo a frente parlamentar justamente para isso. Como que a gente, comandante, consegue pôr a guarda para não ter um problema político também e eles merecem, também estão precisando? Como que dá para pôr a polícia civil? Porque se eu aumento o número de operação na rua, eu tenho que ter mais policiais civil fazendo eh eh boletim de ocorrência, recebendo esses casos na delegacia que já também não tem. Então, como equalizar tudo isso, atender tudo isso e quais são as dotações que a gente encontra algumas alguns respaldos. Então, a frente parlamentar, para finalizar esse esse assunto, nós pretendemos ir até Brasília, pegar a carta de compromisso de deputados para fortalecer o estudo final, tá? Então, bater na porta mesmo, passar o chapéu, ó, se fizer o senhor consegue ajudar e tal, e aproveitar o ano eleitoral aí, que é o próximo ano, né, no majoritário, ele e e aproveitar o momento para fazer esse essa carta compromisso para apresentar o nosso prefeito também para 2026. Então deve ter a saída para Brasília para conversar sobre este assunto. Provavelmente esse ano ainda, é, esse ano a gente já tá pedindo agenda com alguns deputados e e a gente pretende lá frente parlamentar eh assinar carta compromisso porque a emenda ainda não pode. Vou dar um exemplo real. o delegado Bruno Lima, né? Ele mandou 5 milhões. 5 milhões daria para pagar aproximadamente 10 meses desse estudo aqui. Então, quase um ano inteiro um deputado já conseguiria. E nós temos no estado de São Paulo muitos deputados, né, ligados e que se importam com a causa. E o Bruno Lima mandou pra Guarda Municipal para aperfeiçoar o canil e compra de armamento, mas ele queria mandar paraa atividade delegada. Ele me procurou pessoalmente perguntando se já tinha essa esse convênio. Então a gente tem alguns meios, acha que acreditamos que dá para para superar essa barreira, mas tem que trabalhar bastante para isso. Tenente Coronel Turola, questão financeira, existe reunião para chegar num acordo sobre valores? Isso já existiu? Pode existir? Essa conversa é válida ou foge do seu controle? Não, é válida. E como o coronel Tacarrache informou, né, nós estamos à disposição de fazer o convênio de trânsito aqui em Campinas, que aqui nós não temos ainda, é uma outra forma de vir recursos para o município. a fiscalização em bares, né? O objetivo não é fechar bar, é que ele cumpra os alvaraz. Isso também gera recurso paraa prefeitura que ele esteja regular, né? Com a operação delegada, pode fazer operação bares, né? E a gente tem um resultado muito positivo para paraa segurança. Diminui o número de acidentes, diminui problema de saúde porque não tem pessoa internada, diminui o número de ocorrência de violência doméstica. Então vai cair, vai cair pessoas internadas, vai diminuir o feminicídio. Então é uma ferramenta que e a gente tem algumas atuações que vai gerar recurso para o município. Exemplo operação bar. Eles vão ter que estar em dia com a documentação, vão ter que recolher os impostos de acordo com o que o município prega. O convênio de trânsito é outra possibilidade que o recurso não sai do município, fica 100% no município, né? A gente tá à disposição também para firmar esse convênio e colocar todo o efetivo da Polícia Militar de Campinas fazendo a fiscalização de trânsito que vai gerar segurança no trânsito. E uma vez assinado esse convênio, ele não tem validade, ele assinado, o trabalho, ele pode existir, pode existir porque são autoridades, né? Então, ah, o Código de Trânsito Brasileiro, ele estabelece quem é competente para fiscalizar. tem as competências do estado e municipais. Autoridade de trânsito do município tem que delegar essa essa atribuição para a Polícia Militar e daí a gente pode fazer a fiscalização, principalmente solo. Ótimo. Tenente Coronel, recentemente a vereadora Débora Palerma, ela fez uma indicação à prefeitura solicitando estudos e providências para que seja celebrado um convênio com o Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, visando a atividade delegada aqui no município. Falando sobre extensa área rural de proteção ambiental, aproximadamente 44% do município tem esta área. Como é que enxerga a atividade também pro Corpo de Bombeiros a este trabalho nessa área rural do município? Excelente. A gente tem tanto, né, na a o policiamento de área, o bombeiro ambiental também nos parques estaduais e ou municipais, né? Então a gente vê que eh alguns municípios já fazem, principalmente com o bombeiro, como ele tem a a expertise da do no trabalho com a área de saúde de motoristas da unidades da do SAMU, né? É possível também além dessa parte de combate incêndio, até motoristas da viatura do SAMU. Ótimo, Igor e Nick, atividade delegada para fiscalizar a área rural. Nós estamos chegando daqui a pouco no verão. Nós tivemos o inverno com muitas queimadas, calor tá chegando também, muitas vezes acontece. Seria importante nessa área que é relevante pro nosso município. Sem dúvida. Na minha opinião, é muito importante, tá? Eh, o o que a gente não tá mais, eu acho, discutindo hoje é a importância. Você vê que tudo precisa, né? Tudo vai bem, tudo dá certo. Tudo que a gente traz aqui de pauta, a a população com certeza e os vereadores apoiam. Então assim, realmente, por isso que a atividade delegada é tão importante. Voltamos a dizer, porque se o foco agora for ambiental, vai abrir no aplicativo ali da dos policiais ambientais, a possibilidade de fazer. Não teve aqui um, agora o problema não tá sendo tão ambiental, tá sendo aqui no centro, moradores de ruas, como diz o Nick, vamos chamar esses policiais que querem agir. É, é SAMU. Então vamos pôr o bombeiro ali para para ajudar nessa questão do SAMU, que deu uma, mas tendo esse convênio, a gente consegue fazer ações com base em estudos. Então, é é relevante. A vereadora Débora tá de parabéns, tem o nosso apoio também, tá? Porque eu acho que a atividade delegada ampla, ela consegue com base em estudo, né, um painel de situação, né, que o município tenha, ele possa decidir aonde investir mais apoio à segurança. Nick, como que enxerga essa questão de área rural do nosso município e a importância da atividade delegada também atingir esse setor? Ah, sem dúvida, né? Eh, Gabriel, importante. Eh, a vereadora Débora é da região de Souzas, ela vive na pele isso, a questão das queimadas, dos acidentes eh que tem lá ambientais, né? Eh, mas eu quero retomar só um pouquinho na questão dos convênios, né? Uhum. Eu eu não enxergo a PM em Campinas na parte de trânsito e nem na parte de fiscalização de bares. Eu eu sei que é um é um produto que a PM oferece, né? principalmente nos municípios menores. Isso acontece muito. Tenho Diadema, nós fizemos em Diadema que município grande também. Eu tô falando porque eu tenho parente em dois córregos. Corona e lá é, né? Então é uma cidade menorzinha. Mas eu acho que em Campinas nós já temos a CETEC, já temos a INDEC, que cumpre bem esse papel e eu não enxergo assim, sou o ponto de vista de arrecadação. Essa execução, só só para o qual que é o objetivo, né? Uma operação bar, como que ela funciona? Eh, é uma vai fazer um um apoio, né, um apoio primeiro a ação policial, né? Então vai ter um efetivo para fazer ação policial, porque no bar geralmente pode ter pessoas armadas e é no momento que tá ocorrendo o problema, né? Então fala assim: "Eu tenho um alvará para uma casa noturna que o bombeiro vai lá e dá o AVCB com ele em condições ideais e daí no funcionamento dele que era para ter 200 pessoas tem 300. Hum. Daí como que vai colocar só o fiscal da prefeitura para fiscalizar? Ele não consegue. Então nesse momento vai o policial militar faz ação de polícia e daí sem ver veio o fiscal. É na sequência. Hoje talvez a CTEC já faça isso em apoio com apoio da guarda, né? Com apoio da guarda. Mas ideia é coloc fazer o convite é mas daí faria num num momento crítico, né? Então um bar que não que tenha 10 pessoas, mas que tenha 300 pessoas. Uhum. Sim. Sim. É. Talvez essa parte de apoio à fiscalização. Sim, mas eu eu gosto muito de nessa parte de fiscalização, eu acredito que a INDEC e a CETEC já tem correspondido, no entanto, o apoio da polícia. Eu acho que até já na minha cabeça até já existia, mas hoje com a guarda, não com a PM, né? É, é que aind a PM faz, mas só que a gente tem o problema de efetivo, né? Então a gente não consegue, a gente vai fazer uma operação 10 policiais para deixar exclusivo no apoio da INDEC, nem sempre a gente tem. E com a atividade delegada eu consigo deixar 10 sempre. Entendi. É, seria como forma de apoio, acho válido. Mas passar para PM fazer fiscalização, daí não individualmente daí não ter que estudar, né? Facilita o trabalho da PM. É porque depende a circunstância, eu tenho que chamar um outro órgão para fiscalizar. Uhum. Né? Então, ah, deu um acidente de trânsito, o veículo estava estacionado em local proibido. Eu tenho que chamar deck, sim, né? Então eu vou falar em um município que nem em Atibaia, onde eu trabalhei bastante. Lá nós trabalhamos, a gente reduziu o número de acidentes em 40% de vítimas fatais em um ano. Foi a segunda cidade mais segura do estado. Por quê? fazia um comboio de segurança, tá? Então, cada órgão fazia a sua competência e quem era o órgão competente estava à frente. Então, saía, de vez de uma, duas, saía 20 viaturas de todos os órgãos e fiscalizava tudo, né? Então, acabou estupro, acabou tudo, porque o estupro, exemplo, tinha uma casa noturna aonde o menor de 14 anos ia, frequentava, mantinha relação sexual, chegava em casa menor de 14, estupro de vulnerável. Nossa, então o número de estupros aumentou muito e o objetivo é o quê? Que às 23 horas, é o alvará, 23 horas esteja fechado. E é sempre avisado antes, esse final de semana vai ter operação bar. Uhum. Qual que é o objetivo? Que todo mundo comprovará, que não fica até 3 horas da manhã. Sim. Porque os crimes ocorrem depois do do horário ideal de funcionamento. Sim, né? Teve o horário funcional, até um especial, tá bom? vai funcionar até 2 4 horas da manhã, sem problema algum, mas duas ou quatro ou 23 horas tem que fechar e a maioria dos estabelecimentos a gente vê que não fecham, né? Se a gente for na periferia mesmo aqui em Campinas, a maioria dos estabelecimentos nem o vará tem, né? E a tem é, mas hoje já é suscetível a ligar 190 e a polícia ir lá checar, né? Hoje já funciona assim por falta de Exato. Por falta de efetivo. Daí não precisa, em tese, não precisaria do convênio, né? Hoje se ligassa aí, a polícia tem que lá ver. Só que daí a gente vai primeiro a vida, as ocorrências que estão relacionando à vida, eternidade física. Daí quando for naquela perturbação do sossego, Uhum. A perturbação do sossego já terminou, já acabou pelo É por isso que eu que no início da minha fala eu penso na atividade delegada como extraordinário, porque para mim isso já deveria ser ordinário. A presença da PN quando é chamada, por exemplo, num um momento de de baile fora de hora, perturbação do sossego público, que já é, já deve ser assim, né? Só que por falta de efetivo acaba não acontecendo. Só que para mim já deveria ser ordinário, seria o governador mandando mais policial, contratando mais policial, né? Agora a atividade delegada para cuidar do morador de rua para mim já seria um extraordinário. Então enxergo meio nessa linha. Eu acho que é importante o aumento de efetivo, mas talvez não com a atividade delegada. O correto seria, né? Mas se é a maneira com que tem a disposição. Levando que nesses estabelecimentos a gente tem que chama governança local, né? A gente chama todos os gestores. Os gestores mostram o problema. Humum. Né? Então são pontuais. Ó, o problema tá em tal bairro. Que nós vamos fazer para solucionar o problema em tal lugar? ações, né? Ações, é, ações específicas, né? Então, a gente vai consegue combater mais, otimizar os recursos, porque senão a gente não otimiza, né? Então, tem alguns estudos aí que nem o gabinete de gestão integrada, é algo que tem um resultado excelente porque envolve todos os gestores. Aqui ainda a gente não tem isso. No futuro teria que ter. Isso aí, né? que falou até para tentar contribuir. Comando, vê se eu peguei o raciocínio também, porque a discussão começou pela questão orçamentária, aí a gente chegou a essa discussão. Sim. o que o comandante e se eu tiver errado, por gentileza, me corrija, porque eu não sou especialista, mas o que que eu entendi, né, e conversando em bastidores, n que eu entendi que quando a gente faz o convênio, não quer dizer que aquele policial que está em atividade delegada vai fazer essa ação do trânsito. Não é, não é, não é só isso, não é? Significa o quê? que o convênio permite que todos os policiais de Campinas Sim, façam aquela atualização, aquela autuação que era proibida. Ou seja, se tiver 500 na atividade delegada, 500 em algum momento, mais de 1 viaturas dias viaturas. As que não estão na atividade delegada pode fazer aquela ação que hoje é é que hoje é proibido, entendeu? na questão, é porque não tem essa autoridade. É, não tem essa, é, não tem essa essa delegação de autoridade. A gente autoridade policial de trânsito, gente, autoridade de trânsito. Então, a partir do momento que se faz essa essa ação, né, essa esse convênio, convênio, ele acaba liberando para todos, libera para todos. E aí a o poder de fiscalização dos agentes ali dos dos agentes de segurança, com certeza é uma diminuição drástica em acidentes. E então essa essa esse pensamento também assim é é como um todo. Então quer dizer o seguinte, finalizando, aquele policial que tá patrulhando agora ali, se ele acabar de ver uma situação, ele não tá na delegada, mas ele pode aproveitar que já está diante daquela situação e resolver eh eh com uma multa, por exemplo, ali. E isso gera arrecadação pro município. Acho que foi eh eh esse macro que é que o se fizer com autação onde não tem convênio e a competência mútua estado e município, o recurso vai para o estado. Isso e onde a competência músima eh mútua e tem convênio com o município, o recurso vem para o município. Tem algumas que a gente faz cinto de segurança, a competência é mútua, tá? Então hoje o policial militar que fizer uma autuação por falta de cinco de segurança ou de celular, ele vai para o estado o recurso não fica no município. Hum. Então quando é mútua, tem convênio, vem para o município. E hoje ele já tem essa autação. Então esses recursos ficariam dentro do município. O que eu e o Nick a gente não concorda é aquela fala, né? Porque a gente é bastante cobrado também, como da indústria da música. A gente nem tem interesse. Faz comando lá na Joh Boy Milot, moro no Campo Grande. O que eu recebo de ligação, pô? Manda aí para ele, né? P hoje até o código facilitou, né? Antes qualquer motivo era de recolha, hoje não, né? Hoje só recolhe quando compromete a segurança. Comprometeu a segurança, ele é recolhido. Não comprometeu, pode ser acionado um outro condutor, né? Ou sanar a irregularidade do local, né? Então hoje até a legislação ela prevê que o impacto seja menor para o condutor. É penso. Então desculpa só para finalizar, eu a gente eu tô vendo, Nick, como que eu consigo enviar uma emenda impositiva para fazer um estudo, porque, por exemplo, esse caso do cinto de segurança do celular, quanto que a PM hoje já faz? Então tem que, sabe, contratar um instituto de pesquisa, de estudo grande. E tem uma resolução específica, chama e o número dela é a resolução do contrã 66 de98. Ela dá todo o que é competência do município, estadual ou mútua. Então, dentro do imagina um estudo amplo para um instituto forte, a gente mandar uma emenda para ajudar o governo, porque a Frente parlamentar, eu acho que ela teria um embasamento forte em relação à questão orçamentária da proposta, da realidade e da necessidade, né? Tô vendo com o Cristiano de repente mandar pra área da segurança pública, né? Eh, porque eu não posso mandar pro estado, tem que ser municipal, mandar paraa secretaria para contratar o instituto de de pesquisa mesmo, para fazer um estudo orçamentário, entender essas multas, entender o quanto isso já é eh em outros municípios, por exemplo, Diadema. Isso que o comandante falou, o que que reduziu, porque não é só o financeiro propriamente dito, reduziu aqui acidente, então me economizei em outra em outra área. Então tem várias economias e investimentos diretos e indiretos que a gente não consegue trazer os dados aqui, por exemplo, para um debate. Nick quer complementar. É a nossa, a minha preocupação eh eh a atividade delegada se implantada, eu não tenho dúvidas que trará benefícios paraa cidade, mas ter a percepção de passar imagem que são benefícios paraa cidade, porque dependendo do jeito que a gente vender, pode passar a imagem que nós estamos implantando a atividade delegada para montar as pessoas, para aumentar a fiscalização do comerciante, para montar fiscalização do do motorista, do, né? Uhum. Então assim, eh, o foco não é esse, né? O foco não é o plano de trabalho, ele estabelece, a gente consegue colocar qual que vai ser o objetivo da atividade delegada em Campinas, né? E na verdade, daí eu parafraseio, o Igor, me corrija se eu estiver errado, não tem nada a ver um convênio com o outro. Você faz o convênio da atividade delega? Independente de fazer o convênio para multa, para acompanhando de trânsito, de fiscalização em bairro, são outras convênos do município, são vários convênios que o estado e município ser feito. E daí vem a calhar o que o vereador tá falando. Se tem um estudo que indica caso a caso os benefícios pra cidade para determinado convênio, daí vai fazendo aos poucos a medida que for interessante pro município. Sim, eu acho que é essa direção que a que a câra pode passar pro executivo, né? É isso, tenente coronela, nós estamos falando então de uma frente parlamentar que foi criada. Tem um projeto de lei que o Igor citou aqui do vereador Mineiro do Espetinho, tem indicações ao poder executivo pedindo um estudo sobre a atividade delegada. De que maneira o senhor tá enxergando o papel do legislativo nessa questão? Qual que é a importância de ter uma Câmara Municipal discutindo este assunto para tentar regularizar a situação? que nem eu falei, é o benefício é enorme para o município, para os moradores ou para quem frequenta a cidade de Campinas, vai valorizar o efetivo da Polícia Militar, que ele vai deixar de ficar mais horas na estrada, né, para fazer em outras cidades, né? Então, só vejo benefícios e agradecer o legislativo que eh vê isso como uma solução para ajudar a segurança do do município melhorar, que nem falou no início aí, nós já estamos com os índices eh melhores desde que foram tabulado, desde 2000, 2001, n? Então, mesmo com uma população maior, o número de eh veículos transitando, né? O número de furtos, roubos de veículos vem diminuindo, homicídios diminuindo, patrocínio e outros delitos, né? Roubo, roubo, outros, todos diminuindo, né? Mas com isso a gente vai dar, além de tudo a sensação e percepção de segurança, que é às vezes é aquele fato que ocorre em outro município, né? a pessoa eh nem tá vivendo aquilo, mas em virtude de uma notícia ele para de utilizar o exemplo aliança. Tem pessoas que não utilizam mais aliança porque em São Paulo tava tendo alguns roubos desse gênero e foram alguns e daí começa a ter esse temor, né? Um efeito nos outros municípios. És que coisa programa bom é programa com muitas informações. Reta final do nosso questão de ordem, mas tem mais um assunto que eu queria debater com vocês também porque há um receio sobre esta atividade delegada. Tenente Coronel Turola, primeiro, qual que é a escala de trabalho hoje da Polícia Militar? É a 12 por 36, trabalha 12 horas e fala 36. Então depende a modalidade, né? Nós temos exemplo onde eu trabalho é 12 para 36, tá? A força tática 12 por 36, o rádio patrulhamento é 12 por 24, 12 por 48. Então depende da modalidade. A ronda escolar ela trabalha nos dias que tem o dia letivo, né, do dos alunos. Então de acordo com a modalidade, a ronda rural é 12 por 36. Então depende a demanda. É, mas em regra a gente tem o policial trabalhando 14 dias no mês, então por causa disso que é possível ele trabalhar mais 10 dias, tá? Eh, assunto importante pra gente discutir. Então, nós estamos falando de profissionais da segurança que trabalham nessa escala 12 por 36 ou 12 por48 e que realizam outros trabalhos que complementam a renda. Só que é uma profissão que lida o tempo inteiro com tensão, com armamento, risco de vida. Tenho certeza que não é fácil, uma responsabilidade muito grande. O anuário brasileiro de segurança pública de 2024 revelou um aumento nas ocorrências de suicídio, especialmente no estado de São Paulo, 80%, Rio de Janeiro, 116,7%, conforme os dados coletados das polícias civil e militar. Em 2023, houve mais policiais militares mortos por suicídio do que por conflitos durante o descanso ou no serviço. Então o que eu quero saber, como é que fica essa relação entre trabalho, renda, que é muito importante, mas e a questão do descanso. Então, a gente tem um centro, né, que chama o CAPS, né, que é o centro de apoio e assistência psicológica do Policial Militar. Eh, nós temos aqui em Campinas, não é, todo o grande comando que tem um núcleo de apoio aos policiais militares. Todo policial militar que a gente nota que tá com algum problema emocional ou durante o atendimento da ocorrência, ele é encaminhado para o psicólogo ou se for o caso, para o psiquiatra. Uhum. Nós temos um online também um atendimento pro pro policial que queira, né? Chama Hotel Vita. A Polícia Militar contratou, né? esse serviço é um policial que tem necessidade ou que o comando verifica queele policial mudou o comportamento, ele é encaminhado, né? Então hoje a gente já faz, que nem falou, não é recente, né? 2010 nós estamos com 15 anos já da atividade delegado. Sim. E hoje nós temos a DGEN também. Então além disso daí ele já faz uma atividade para o estado, como nós falamos. Então ele tem essas duas formas de complementar o seu o seu eh a sua renda para dar um uma condição melhor paraa sua família, né? Então, a gente sempre tá monitorando, ele faz eh um um estágio anual, né, para verificar qual as condições dele física, ele tiro, sempre fazendo. Nós temos o nivel que é feito cada 6 meses, então sempre ele está sob eh instrução e verificando qual a condição dele de trabalho. Não tando em condição de trabalho, ele não vai pra rua. Ele não vai pra rua. Ah, essa preocupação então existe. É tudo verificado. Tudo verificado. Igor e Nick Schneider. Este assunto surgiu no debate que ocorreu aqui na Câmara de Campinas. Senão nas próximas reuniões é algo para ser discutido essa importância do descanso para esses profissionais? Sim, é muito importante, né? por até porque por trás, né, dessa farda tem um pai de família às vezes com problema em casa, tem um ser humano com problema ali emocional, como qualquer outro ser humano. E diante dessa missão que eles têm de vida de defender, ir pra rua, lutar, e muitos deles acabam não assumindo e não pedindo ajuda, porque ele tá ali sempre ajudando, né? Então, é importantíssimo. O que que nós não podemos confundir, né? Eh, eh, que alguns possam usar desse argumento para que não avance a atividade delegada, né? Eu acho que são coisas paralelas, distintas, tem que fortalecer mesmo. Eu já tive e presenciei, né, amigos da família, policiais militares que sofreram com problemas psicológicos, depressão, é como qualquer outro ser humano. Sim. né? Então é, é assim, tem que ter esse acompanhamento, é uma preocupação. A luta de classe seria que a gente não precisasse estar aqui discutindo a atividade delegada, a gente tivesse mais policiamento, que a gente tivesse, né, os policiais com conseguindo trabalhar o mesmo período, né, e ter mais policiamento na cidade, o governo mandando mais. Só que essa não é a realidade, né? O crime aumenta muito rápido. A a capacidade do governo que já é o o se eu não me engano, o governo do estado de São Paulo é o maior número do país de policiais militares. Eu acho do até aproveitando, né? Hoje nós estamos com fixado 93.000 homens, a gente tá com 80.000, a gente não consegue completar o efetivo. Sempre tem há um desfalque de 13.000 hoje. É, e a gente tá com o concurso aberto mais 2.000 vagas. Então a gente não tá conseguindo eh o ingresso, né, preencher. Mesmo que a gente abra mais de uma, teve caso a gente abriu 2700 vagas, formaram 800. Então aí a gente é uma atividade delegada, ela é uma resposta rápida para pro problema de segurança em e sem o impacto no município. A gasolina quem paga? Porque o estado, o carro quem é que vai pagar? fardamento, fardamento, munição, armamento, treinamento, machucou, não vai ficar, tem algumas guardas que são estatutárias, vai dar um um impacto num futuro quando ele for aposentar. Isso é tudo pela polícia. E sabe-se por que não consegue preencher essas vagas quando abre concurso? É, o problema um pouco é a geração, né? Nós estamos com problema de geração, então a Polícia Militar tem regras, então é são regras claras, né? Então, nós estamos eh estimulando, mostrando que é uma profissão que tem que ser vocacionada. Uhum. Né? Então, sendo vocacionado, as portas estão abertas. Ótimo. Até a Guarda Municipal, o cara acaba de passar no concurso, ele bate no meu gabinete querendo ser transferido pro pro administrativo da prefeitura. O cara recebeu o treinamento, aí eu falo: "Poxa, fica até mal para, né, tentar articular alguma coisa nesse sentido." É que eu não tenho vocação, eu queria só estabilidade. Então tem às vezes, então nem falou, não, não é nesse sentido, não é falta do interesse do governo do estado, ele quer completar. Entendi. Ele quer completar esse efetivo. Então a gente já tem o orçamento para completar esse efetivo e a gente não consegue por não tem o material humano mesmo. Material humano. Vai lá, Nick. sua preocupação depois. E mais, né, Gabriel? Essa atividade ela é optativa, ninguém é obrigado a fazer. Voluntári, é voluntário. O guarda, o policial militar se voluntaria para fazer parte. E quem garante que grande parte desses suicídios não são exatamente por problema financeiro? Às vezes o o suicídio também é por problema financeiro e até a gente falando que ele vai descansar mais, porque hoje ele já tá tendo 4 horas a mais empenhados que ele vai até São Paulo e volta. É, então tem, então às vezes é o problema financeiro por não ter essa possibilidade de aumentar o seu salário ou o problema também de desgaste de viagem para executar. Então assim, é evidente que a gente tem que estar atento a isso. Existe a, conforme o tenente coronel disse, existe um grupo de acompanhamento da saúde dos policiais, mas não dá para inviabilizar uma um convênio como esse alegando que eh isso é um subemprego ou que vai, coitado do PM, não é isso, né? Não é isso. É uma opção de trabalho. E se fizer um uma enquete agora 100% vai falar a favor, a favor. A favor, os PMs. Os PMs, PMs. Eu vou fazer. É, fica o desafio. Pode, comando. Eu vou fazer. Eles, ó, eu falei que tava vindo para esse assunto e falou: "Chefe, tomara que dê certo. Tomara que vamos fazer, Nick. Vamos, bora. Vamos lançar online aí, uma enquete aí pros profissionais. Pode fazer, mas é importante, né, até pro impacto da camp, nós fizemos essa enquete já de quantos fazem, né? Já é o número significativo de 2000 policiais, 500 fazem. É porque tem outros que faz outra atividade, né? Ele é professor que hoje pode acumular, né? Ele pode ser policial militar e professor no estado. É acúmulo legal. Ah, é eletricista, é mecânico, é, tem outra profissão, mas 500 policiais, então 1/4 do efetivo que trabalha aqui, ele tá interessado em fazer a atividade delegada. Só pra gente retomar, já que a gente tá falando desse assunto, tenente, regularizando a atividade aqui em Campinas, quem sabe num futuro próximo, tem um limite na carga de trabalho mensal dos policiais da atividade delegada com o o são 10 serviços. São 10 serviços. 10 serviços é um limite. Chegou a 10, o sistema não aceita mais a inscrição dele. Ótimo. Tenente Coronel Alurola, comandante do Primeiro Batalhão de Ações especiais de polícia o BAEP. Muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, explicar o que é essa atividade para os munícipes, os nossos telespectadores de grande valia. Já faço um novo convite pro senhor retornar aos nossos estudos para falar sobre esse e outros assuntos e fica aberto aí as suas considerações finais. Então agradeço ao poder legislativo, né, por essa batalha aí. Faço votos que a gente consiga. Vai ser muito bom pra cidade de Campinas. Parabéns, vereador Igor Diego também. Agradeço muito a disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite mais uma vez aqui do programa Questão de Ordem para estar aqui nos nossos estúdios. Faça um novo convite pro senhor retornar e fica aberto à suas considerações finais. Gabriel, muito obrigado, né, mais uma vez aqui participando do programa. Gostaria de agradecer ao comandante Turola que tá na frente do BaEP, BaEP e que é um uma instituição também muito respeitada, admirada e sempre que a gente tem solicitado o apoio da PM, tem colocado à disposição do legislativo, dos munícipes, tá? Muito obrigado. Agradeça o coronel Tacarracho, que tem sido um parceiro de primeira hora, né, aqui na cidade, na região. E o vereador Nick Schneider aí, que tá no seu primeiro mandato, chegou já assumindo esse compromisso junto à segurança, presidindo a comissão de segurança e eh escancarou as portas do gabinete dele pra gente debater esse assunto. Tem sido um parceiro mesmo. Vamos juntos trabalhar. Muito obrigado. pode contar com a gente para trazer aqui e prestar contas dos trabalhos. Nós aqui agradecemos o Igor, que é presidente da Frente Parlamentar para acompanhamento, estudo de impacto e fomento a implementação da atividade delegada aqui no município. Vereador Nick Schneider, presidente da comissão para os assuntos de segurança pública, também muito obrigado novamente por ter aceito o convite para participar do programa Questão de Ordem. Já faço um novo convite pro senhor retornar aos nossos estúdios e também fica aberto as suas considerações finais. Obrigado, Gabriel, mais uma vez aqui nesse programa. Cumprimentar a todos que nos acompanharam durante a a entrevista. Espero que tenham formado aí uma opinião sobre a atividade delegada. É bom informar as pessoas para que elas mesmas eh criem a sua opinião sobre os assuntos. Procuramos aqui contribuir com você, telespectador, que está aí do outro lado. Cumprimentar o tenente Coronel Turola, parabenizá-lo pelo trabalho que tem feito. Mande o nosso abraço ao comandante Tacarracha, a todo o comando da Polícia Militar. Nós aqui no legislativo estamos à disposição para sermos parceiros da Polícia Militar e comentar também o vereador Igor, que é um vereador muito atuante, um vereador muito potente da cidade, um trabalhador. Esse homem não descansa. desejar que ele tenha muito sucesso nessa frente parlamentar, que ele consiga eh realmente lapidar todo esse assunto, deixar bem mastigado para que o nosso executivo tome a decisão de implementar essa parceria com a Polícia Militar e deixar o convite para as nossas redes sociais, @Nick Schneider. Se você ainda não nos segue, será um prazer tê-lo conosco. O Igor também tem a rede dele muito forte. Quer falar, Igor? É @igor Igor Diego. Igor Diego SP. @igorgosp e @nickfneider para nos seguir e acompanhar o nosso trabalho. Muito obrigado. Valeu, gente. Valeu. E eu agradeço você aí de casa pela sua companhia, pela sua audiência. Espero que a gente tenha contribuído para este debate, por uma atividade que existe em muitos municípios e que está sendo debatida essa regularização aqui na cidade de Campinas. O programa Questão de Orden fica por aqui. Até uma próxima oportunidade. Tchau tchau. 15 segundos. [Música]
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do QUESTÃO DE ORDEM

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
41:17

Questão de Ordem | LDO 2027: Como será definido o orçamento de Campinas?

1:06:58

Questão de Ordem | Escala 6x1 em Debate: Impactos para Trabalhadores e Empresas

1:03:58

Questão de Ordem | Segurança pública - 20 anos do ataque do pcc no estado

1:04:54

Questão de Ordem | Maio laranja

1:05:08

Questão de Ordem | Festival artes pela paz

1:05:43

Questão de Ordem | Vacinação em Campinas 2026: desafios covid, dengue, sarampo

1:07:07

Questão de Ordem | O futuro das bancas comerciais no Centro de Campinas

1:06:04

Questão de Ordem | Nova licitação transporte Público Campinas

1:04:47

Questão de Ordem | Crise combustíveis Campinas: procon, recap e Câmara explicam

1:16:48

Questão de Ordem | A luta das mulheres por espaço na ciência

1:04:31

Questão de Ordem | Campanha fraternidade 2026: moradia digna

1:11:49

Questão de Ordem | Violência contra mulheres: epidemia e luta

1:05:25

Questão de Ordem | Maus-tratos a animais: leis, fiscalização e denúncias

1:00:06

Questão de Ordem | Combate ao alcoolismo, prevenção e como buscar ajuda em Campinas

1:10:36

Questão de Ordem | Fevereiro Violeta: o desafio de superar o analfabetismo em Campinas

1:00:08

Questão de Ordem | Carnaval Campinas

1:01:39

Questão de Ordem | Pids Barão Geraldo: o futuro de Campinas?

1:03:24

Questão de Ordem | Orçamento 2026: prioridades, contas públicas e impacto na Cidade

57:44

Questão de Ordem | Nova licitação do transporte em Campinas: investimentos e impactos

59:42

Questão de Ordem | Segurança pública: facções, megaoperações em Campinas

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
5:55

Adote Um Bichinho | Semana 01 a 06 de Junho de 2026

32:05

Conexão Cultural | Instituto Hilda Hilst

31:17

Em Pauta | Roberto Alves

33:55

Faça Você Mesmo | Laços Cabelo Copa

34:35

Ponto de Vista | O Brasil está falhando com seus povos originários?

30:47

Saúde é Vida | Osteoporose

17:34

Câmara Na Copa | Álbum do Mundial vira febre e curiosidades da Copa surpreendem

5:45

Câmara Notícia | 27ª Reunião Solene 2026