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Questão de Ordem | Abril laranja
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Questão de Ordem | Abril laranja

71 views Publicado 22/04/2025 HD · 1:08:48

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[Música] Olá, começa agora o programa Questão de Ordem, que vai debater hoje o Abril Laranja, mês dedicado à campanha de prevenção da crueldade contra os animais, tema que é lembrado mundialmente pela sociedade americana para a prevenção da crueldade contra os animais, uma importante entidade internacional. Para termos uma ideia do cenário aqui na cidade de Campinas, de janeiro de 2021 a dezembro de 2024, nós tivemos 14.543 denúncias de maus tratos e abandono pela fiscalização ambiental. No mesmo período, 2173 animais foram socorridos pelo SAMU animal. Além disso, o IBAM revelou que no país o número de denúncias de crime bateu recorde em 2024. Como mudar então esta situação apenas com educação? É preciso de leis mais rígidas? Quais ações são necessárias não só agora no mês de abril, mas em todo o ano? Bom, para discutir estes assuntos, eu recebo aqui no estúdio o vereador Permínio Monteiro, que é o presidente da Comissão Permanente de Proteção e Defesa dos Animais aqui da Câmara de Campinas, o vereador Rebert Ganen, membro da Comissão de Proteção e Defesa dos Direitos dos Animais aqui da Câmara, um defensor ativo da proteção animal com diversas conquistas que nós vamos abordar ao longo do nosso programa. e a Débora Ribeiro, ela que é a diretora do Departamento de Proteção e Bem-estar Animal aqui da cidade de Campinas. Lembrando que o programa vai acontecer e eu farei as interrupções apenas quando o necessário. Vereador Pino Monteiro, começo com o senhor, já que tua a iniciativa que colocou aqui no calendário oficial do município o abril laranja desde 2022. como é que enxerga de lá para cá neste recorte curto, né, como tem sido realizada as ações aqui na nossa cidade. Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Eh, queria agradecer, Gabriel, o convite aqui por estar participando do Questão de Ordem, é um programa da TV Câmara Campinas que tem uma grande audiência e cumprimentar o meu colega parlamentar Herbert Galen, aqui também presente nessa entrevista, onde eu estendo os cumprimentos a Débora Ribeiro, que é diretora do PB. Seja bem-vinda aí. Obrigado, vereador, a essa nossa vida de dificuldade, mas também de conquistas, né? faz parte do nosso dia a dia. Dizer que eu me sinto honrado em ser o autor da que era um projeto de lei, se tornou leio no município de Campinas do Abril Laranja, aonde leva a conscientização, a leva através de programas eh a divulgação do Abril Laranja se conscientizando para que não cometa maus traços, não cometa abandono, não cometa crime contra os animais. E isso é muito importante. evoluiu muito de 2022 para cá, aonde simplesmente se comentava, hoje a gente tem, né, uma lei no município que está vigente e com certeza ajuda muito a gente propagar essa mensagem dos maus tratos, principalmente levando nas escolas, aonde eu acredito que os alunos eh conseguem levar essa mensagem para dentro do seu lar, juntamente com seus familiares, adultos, que por muitas vezes acabam acaba não sabendo e aceitando determinadas situações dos maus tratos contra os animais. Então eu acredito que você levando essa mensagem nas escolas, principalmente para as crianças, para os jovens, você consegue evoluir e aí a gente ter uma uma cidadania aí relacionada à questão do respeito ao mundo e à vida dos animais aqui na nossa cidade. Mas dizer que isso, esse Abril Laranja, ele é mundialmente eh propagado, principalmente nesse mês de abril. E acredito que em Campinas, no estado de São Paulo, no Brasil, é importante a gente ressaltar isso daí dessa conscientização e levar todos que que chegue essa mensagem da questão do maustrato contra os animais. E a gente tá aqui defendendo como parlamentar e também fazendo essa campanha para ajudar e divulgar muito mais. Vereador Herbert Ganen, falei na minha abertura que o senhor é um defensor ativo, né, da proteção animal. Para quem está nos acompanhando, não conhece o seu trabalho, como ele funcionou até aqui ou hoje ainda, né? Como é que é esta luta pela causa animal? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Gabriel, agradeço o convite aqui na casa. Quero cumprimentar o Permínio, um vereador, né, amigo meu e companheiro na causa animal que luta muito. A diretora do departamento de bem-estar animal, a Débora, tem um currículo aí extenso, né? Daqui a pouco ela vai falar também um pouquinho. Quero parabenizar o Permínio por ter essa lei, né? Que a gente possa aí fazer essa conscientização do Abril Laranja. É importante no mundo inteiro e aqui em Campinas a gente precisava disso. É importante isso. Eh, a gente precisa de leis rígidas, né? tem que ter lei, tem a polícia tem que ir lá prender quem faz os maus tratos, né? Mas a, mas assim, precisamos ter de conscientização. A conscientização vem lá da educação, levar para as escolas, como o Permínio disse, para que os alunos eh cresçam, né, os adolescentes, depois, as crianças, com a conscientização do que é maus tratos, né? Muita gente diz assim: "Ah, bateu no cachorro". Mas não é só bater no cachorro, deixar o cachorro sem água, né? sem comida, no sol quente, acorrentado, aprisionar ele no local ali insalubre. Então, a gente tem que fazer essa conscientização. Tem gente que acaba cometendo esses assim, prende o cachorro para não escapar na rua, né? Aí ele acha fazendo um bem, mas não tá fazendo um bem, tá fazendo mal ali. Então, acho que o trabalho de conscientização e esse trabalho que eu que eu venho realizando agora sou vereador, né? A gente fez muito isso na conscientização, a gente trabalha com castração, a gente faz mutirão de castração e a castração é um jeito também da gente evitar os maus tratos, né? Eu sempre digo, não existe animal de rua, né? O animal nasceu na rua, não. Ele foi abandonado por um irresponsável. Então a gente investe em castração para que na castração ali não tenha filhotes que vão ser abandonados na rua, né? Que aquela cadela que vai ter filhotes, eles jogam na rua. Então eu acho que tudo que a gente puder fazer ali para evitar esses maus tratos é importante para pra sociedade, pra cidade, né? Evitar esses abandonos na cidade. De quando o senhor começou para hoje? Mudou muito? O cenário é melhor, pior? É assim, é um grão de areia frente ao oceano, porque é muito animal abandonado. Do ano passado para cá a gente realizou 4.000 castrações. Ainda não é nada, né? A gente precisa alcançar isso muito mais. Mas a gente tá fazendo extensivos nas regiões, né? A gente quer diminuir a população de rua, eh, dos animais, mas assim, é um trabalho bem árduo, né, Permínio. A gente a gente sabe que começa agora, é uma sementinha, planta-se agora e a gente vai ver isso lá no futuro. E participa do Questão de Ordem a Débora Ribeiro, ela que é diretora do Departamento de Proteção e Bem-estar Animal aqui da cidade de Campinas. Quero também a senhora conte aí o trabalho que é realizado pelo DPBE, as dificuldades, os obstáculos que vocês têm ao longo do dia a dia. Seja bem-vinda ao programa Questão de Ordem. Muito obrigado pelo convite, Gabriel. Queria cumprimentar aqui os nobres vereadores Rert Ganém, Permine Monteiro. Ah, o DPBE, ele faz um trabalho bem importante na cidade, né? A gente acolhe os animais que entram através do SAMU animal, eventualmente através de denúncias da fiscalização de um 56. Tem todo um trabalho que é feito com esse animal para que ele possa ser restabelecido e colocado paraa adoção. A gente tem abrigo também onde mantém outros animais. Recolhemos equinos da cidade. Hoje tem essa polêmica, né, que os equinos estão aí nas avenidas movimentadas causando acidentes. Então, a gente tem um trabalho voltado para isso, onde é acionado o caminhão boiadeiro e a gente recolhe esse animal, restabelece ele e coloca ele para adoção. Tem um foco muito grande que a gente pensa apenas eh nos animais, nos cães, mas tem muitos outros animais que também estão nessa situação, né? Sim. Exatamente. As pessoas hoje o universo é muito voltado pro mercado, o mercado pet hoje é muito voltado pro pra questão do cão e do gato, mas existe os equinos, existe os animais silvestres que tem toda uma história também, né? Eles sofrem maus tratos. Eh, muitas vezes são através de tráfego, através às vezes de confinamento em residências, a gente já pegou bastante caso assim. Então, é uma situação complicada mesmo. Não que não precise ter este cuidado com os cães e gatos, né? que a gente sabe que é uma preferência praticamente nacional aí lares dos brasileiros, mas tem outros animais também que estão numa situação aí degradante e que precisa ter esta atenção e este atendimento. Termino e depois, Rebert, sobre o número que chama muito atenção, né, que eu passei na minha abertura em 4 anos aí mais de 14.000 denúncias, lembrando que não necessariamente se constatou os maus tratos nestes 14.000, 1, mas fato, né, e a internet muitas vezes mostra muitas ocorrências de que a situação é grave. Como é que você a avalia que análise que dá para fazer dessas 14.000 denúncias ao longo desses anos? Eh, é importante ressaltar, né, que hoje a gente tem a facilidade, né, da das redes sociais, né, e é muito bom isso daí, porque todo mundo hoje tem um celular. É possível você fazer um vídeo, é possível você ligar imediatamente para a polícia eh ambiental militar, para a Guarda Municipal, fazer 156, eh solicitar junto ao SAMU, também departamento de proteção e bemestar animal e fazer e pedir esse socorro ou fazer a denúncia. E é importante ressaltar aqui que a denúncia é feita mediante o número 181, aonde é acatado ali na Polícia Civil esse essa denúncia. E com certeza isso daí vai ajudar. Mas na questão do das denúncias que você falou aí de 14.000 é um número muito significativo e que preocupa pelo fato das pessoas não se eh atentar dos erros que estão cometendo, né, do abandono, da crueldade e também ao mesmo tempo eh ter um eh um departamento que possa cuidar, que possa ir atrás e realmente fazer alguma coisa para que isso daí não aconteça. É, na questão dos resgates que foram feitos e que foram atendidos também é um número muito alto, mas eu acredito que Campinas tá de parabéns em relação ao seu trabalho. Ela é uma cidade que é pioneira em políticas públicas da causa animal e avançou muito em relação a outros anos atrás, que quase não tinha nada aqui depois que foi constituído legalmente o Estatuto dos Animais aqui no município. Isso daí aconteceu uma revolução na questão de leis que foram e protocoladas eh projetos de lei que foram protocolados aqui na casa, leis que foram aprovadas e depois sancionadas pelo prefeito e que estão vigente no município e ajuda muito. A gente pode falar sobre o samão animal, nós podemos falar hoje com muito orgulho do castramóvel que faz mais de 10.000 castrações por ano aqui no município de Campinas. a gente pode falar do consultório veterinário móvel que faz eh são duas unidades que fazem atendimento eh durante a semana, das 8 da manhã ao meio-dia, das 13 às 16 horas e que já atendeu mais de 30.000 consultas, 30.000 consultas feita desde o início da sua inauguração, aonde também tenho orgulho de falar do consultório veterinário móvel, que é feito o primeiro atendimento dos animais aqui na cidade, eh, que é o a consulta, a vermifugação, a V10 ou V8 e a também a microchipagem. Sou autor dessa lei, tenho orgulho de falar dela, não vou me cansar, porque foi uma conquista muito eh difícil aqui nesta casa e também depois para fazer eh um arranjo com o poder executivo. A intenção era ter um hospital veterinário, mas em princípio a gente conseguiu é o consultório veterinário móvel, que hoje é um sucesso e consegue atender muitas demandas que depois, se necessário for, que seja feito alguns exames mais sofisticados, é claro que vai ser encaminhado eh para um veterinário que, infelizmente ainda não temos em Campinas, o Hospital Veterinário Público gratuito, mas que com certeza e evoluiu muito. E voltando lá na sua pergunta, na questão, né, da desses atendimentos aí de de abandonos e pegando um gancho da Débora, que foi muito feliz na resposta dela, na fala dela, eh nós não podemos falar só de cachorro e gato, né, que são os pets, mas existe sim a questão dos animais silvestres na na nossa cidade, aonde a gente tem uma faixa de mata atlântica em torno da nossa cidade que tem os animais silvestres e precisa ter um olhar mais clínico em relação a isso. Infelizmente também não temos hoje em Campinas um local específico na onde pode acolher esses animais aí com ou acidentado ou com um tipo de de como ela falou eh o tráfico dos animais silvestres que existe. Isso daí é um fato que é a realidade na nossa cidade também e é um comércio que gera muito dinheiro, né? É um comércio que ele é oculto, mas ao mesmo tempo gera muito dinheiro e não tem uma penalidade específica para prender. Ele simplesmente, infelizmente, acaba assinando uma multa lá e e ganha uma liberdade. Ele comete uma contravenção. Sim. E ao mesmo tempo, eh, além dos equinos que ela falou, né, Campinas também tem muito, eh, na cidade e inclusive alguns que tm, que são proprietários, né, tutores, acabam deixando solto e comete acidente principalmente na região da da John Boy do Lope, que é uma região bem grande e ali acontece muitos acidentes. E além disso tem aí é ocasiões específicas, né, que eu queria até citar aqui que eu tenho no meu currículo, Herbert e Débora, eu falo que como a gente tá nessa está vereador e principalmente da proteção animal e como a Débora disse, não é só cachorro e gato. Eu já tive e pedido de resgate de urubu e já fiz dois resgates de urubu em Campinas dela. aqui na hora de Tom Lu com Pissarrão que caiu um filhote grande caiu do ele tentou voar e do prédio revivo, um prédio bem alto ali. E aí eu tive a felicidade de conseguir resgatá-lo e depois acionar ambiental que tem que ter uma autorização, né? Cuidamos dele com autorização. Eh, comia carne, cara. É, né? comia mais carne do que gente e aí o pessoal alimentou, falou: "Olha, é mais fácil cuidar de um elefante do que e ele se alimentou e ele foi se fortalecendo, foi se fortalecendo. Depois ele pegou a a penagem dele ali, né, e ficou eh em condições de voo, foi embora. É, e eu descobri também, não sei se vocês, se eu estiver errado, vocês me corrigem, com quem conhece muito bem relação. E eles sabem, eles volta pra família deles, que eles vivem naquela região, é isso, né? E aí conseguem voltar. E eu fiquei feliz porque ele voltou ali pro Reviva e depois a gente viu lá que aumentou a família, né? E observamos isso daí. O outro foi aqui no Largo do Pará, tava com problema nazinha, fomos lá arregaçando, fizemos tudo o trâmite legal. Inclusive, tivemos o apoio do Selva Urbano, que tem um conhecimento em relação a esse daí e fiquei muito feliz. O Saruê, a gente resgata muito Saruê, sim, né? Muito. Hoje tem na no veio ocupar, né? Não, não é que veio ocupar, nós que ocupamos os lugares deles, né? Então nós nós é nós somos culpados. É. E aí a gente também faz lá esse resgate, porque eles não cometem nenhum tipo de de ofensa contra a gente. Simplesmente ele abre a boquinha dele que ele quer se defender. Ele tá com medo de ser atacado e é predador da do carrapato, da capivara, de cascavel, de qualquer tipo de de cobra que seja venenosa. Ele é imune a 20 picadas. É isso, Delba? É mais ou menos isso, né? Que uma bióloga falou para mim aqui. Eh, escorpião barato e outros. Inclusive nós temos aqui na câmera, vocês sabem, eu tenho aqui na câmera saru que a gente é a gente vê na hora do refeitório ali. Um outro também inusitado, uma jararaca. Eh, consegui resgatar uma jararaca, entrou na casa de uma senhora e a cachorrinha dela, Herbert, ela latia, latia e a senhora ficou preocupada e aí a cachorrinha latia, mas não chegava perto. Sim. E o animal sabe, né, também se defender. E alertando, a dona saiu, ligou, aí eu meio louco, né? Fui lá, olhei, falei: "Que que eu faço agora, né?" Aí eu e já foi improvisado. Aí eu vi que ela tinha uns galão de água de 20 L, ela foi encurralando, né, no arinha. Aí eu fui devagarzinho, fui devagarzinho, consegui, né, fazer com que ela entrasse. Aí ela entrou dentro do galão. Aí eu chamei um o um pessoal da prefeitura que acompanhou junto com a polícia ambiental. Aí nós soltamos lá na floresta da Serra d'água, sabe? Aqui no Janeiro. Aí soltou lá que, né, que é o habitado delas ali e soltamos lá. O Saruê também às vezes a gente acaba soltando ali. A polícia ambiental militar ela solta muito animal lá, né? Então a região tá bem rica, né? A floresta rad d'água, lagoa do Jambeiro, Parque das Águas, tem canarinho, tem muito animal lá que você acaba não vendo em outro lugar. Trincaferro, picharro. Nossa, trinca ferro e picharro. Trinca ferro e picharro já tem lá. Eles são proibidos, né? Para tá na na casa a domicílio, assim, na casa cidadão. E quando a polícia solta, eles levam para lá, porque ali é realmente bem rica, né? Em área verde. E eu fico feliz, né? Porque tá tá ocupando, né? Sim, tem bug lá, tem onça, eh, aquelas pequena, tem muita coisa bole. Então, foi só um relato dos resgat, né, é que nem a Débora falou, né, não é só cachorro e gato, então engloba tudo e eu fico muito feliz em poder ajudar, em poder tentar buscar, né, uma solução para resolver isso daí. E isso é muito importante falar do seu do Silvestre. Você viu a jararaca lá, recolheu ela e depois soltou no habitate. As pessoas vem um animal silvestre, a primeira coisa que eles querem fazer é matar. Exatamente. Tacar pedra, principalmente o saruezinho, né? Vê, quer bater na cabeça do saroê para matar. Isso, gente, isso aí é um absurdo. Então a gente, esses animais são, eles, eles estavam aqui primeiro do que nós, né? Nós ocupamos o espaço deles. Sim. A gente desmatou a floresta. A gente tava conversando sobre isso antes de começar aqui o programa. Então a gente acabou invadindo e queria aproveitar o gancho da primeira fala do permínio sobre as denúncias, como é mais fácil hoje, né? A pessoa através do WhatsApp ela manda, com certeza o permío recebe um monte de denúncia da causa animal. Eu recebo, a Débora recebe. Hoje facilitou muito e isso é importante pra sociedade, para que as pessoas possam com mais facilidade poder fazer essa denúncia. lá no Instagram aparece um monte de coisas, mas assim, e são coisas terríveis, assim, absurdas mesmo. É, como é que pode chegar a maldade numa pessoa de eh assim e abrir uma com um cachorro no meio, hoje vi uma cachorrinha, né, que tava toda ralada lá, que ela foi puxada por um carro, né? Até a gente vai divulgar se a gente consegue um lar para ela. Mas assim, o que que levou uma pessoa a pegar um cachorro, amarrar num carro e sair puxando pela pela rua, pela rodovia? Então, eh, esses 14, essas 14.000 denúncias que foram realizadas, eh, é importante isso, é muito, né? A gente quer que no futuro a gente consiga, através desse, desse combate aos maus tratos, isso diminua, mas com certeza isso vai acabar aumentando, porque tem facilidade também de denunciar hoje. Então, mas é importante que as pessoas que estão nos assistindo aqui, elas façam a denúncia. Tem lá 156, 181, 190, guarda municipal. É importante que você eh denuncie esses maus tratos. para que a pessoa pague pelo que fez e o animal aí seja salvo dessa situação. Débora, é muita denúncia, né, que chega pelo telefone 156, pelo site cidadão.campinas.sp.gov.br. BR, como é que você analisa, né, nesses 4 anos e o trabalho de fiscalização também, né, que tem que ser realizado ao longo do ano. Então, assim, eh, queria até passar essa informação pra população que ah, o DPBEA hoje ele é separado da fiscalização, então quando o cidadão quer fazer uma denúncia, ele pode ligar num 56 e aí ele vai para uma equipe da secretaria do do meio ambiente que a fiscalização verifica. Havendo a necessidade de retirada do animal, eles acionam o DPBE e a gente recolhe o animal, às vezes através do SAMU, dependendo da gravidade, ou a própria viatura lá da fiscalização nos entrega este animal. Mas tem outros meios também de se denunciar. Não sei se eu posso ocupar aqui o transpar para passar pra população. Eu sou policial civil e eu trabalhava no setor de proteção aos animais, então eu verificava as denúncias. Então, hoje a população também pode contar com uma denúncia anônima, que embora ela preencha os dados dela, ela se mantém anônima, que é o DEPA, que é a Delegacia Eletrônica de Proteção aos Animais. Essa denúncia ela vai pras delegacias da área no estado inteiro, não tô falando só de Campinas, e ela também é difundida pra polícia ambiental, a Polícia Militar Ambiental. Então, o cidadão também tem essa oportunidade de fazer a denúncia. Eu mesmo na delegacia eu verificava bastante denúncia de sobre isso que a Débora citou agora, Hermínio e e Rebert nessa questão de fazer a denúncia de forma anônima. Ainda hoje vocês entendem que as pessoas ainda podem ficar com receio, viu alguma coisa na rua, às vezes conhece a pessoa, tá ali no bairro e aí fica com medo de fazer a denúncia porque acha que vai chegar até ela e isso acontece. Sim, com certeza. Isso daí é uma realidade, até porque hoje eh quem tá denunciando e quem pode ser denunciado, às vezes a pessoa não imagina o que o denunciado poderá fazer com o denunciante. E geralmente um exemplo, uma senhorinha, se ela se identifica e aí e se houver algum tipo de retaliação, vamos falar de eh se tiver num lugar que seja mais tranquilo e se for uma periferia aonde existe lá um, né, uma favela, aonde infelizmente acaba tendo maus muitos maus tratos e a pessoa tá fazendo uma crueldade contra o animal, se ela tá fazendo aquilo dali, boa gente não é, vamos falar a realidade. Entendeu? Eu falo quem não gosta de animal, não gosta de gente. Então, se a pessoa acaba fazendo uma denúncia e ela se identifica, ela pode ter algum tipo de de represário, algum tipo de retalhação. Então, eu acho que é importante ter sim o anonimato, né, como a a Débora falou, e acabar fazendo a denúncia, né? Embora hoje a gente tem maus tratos, não só na questão nos lugares de periferia, inclusive nós tivemos aqui uma palestra de uma advogada renomada que ela é especialista em condomínios. E hoje existem muitos, muitas denúncias de pessoas que cometem maus tratos nos condomínios, muitas pessoas que acabam eh mudando e deixando o seu pet para trás e principalmente gato, né, que o gato ele acaba indo passear e depois volta. E a gente recebe muitas eh denúncias no gabinete, principalmente de pessoas que, infelizmente, t coragem de falar hoje, que são vários relatos desse daí de pessoas que ligam falando: "Ó, eu tô mudando de Campinas, eu não vou morar mais aqui e eu não tenho lugar onde deixar meu cachorro, eu não vou levar ele". Hoje eu analiso da seguinte forma, faço analogia, eu tenho meu filho, aí eu vou mudar e vou largar meu filho para trás. Exatamente o que eu penso. Pera, ô, pera aí, pelo amor de Deus. O o hoje o Pet ele é um membro da família. A gente tem a família muito espécie. deixou de ser seres moventes, são seres cientes. Já existe jurisprudência relacionada a isso. Daí a outra coisa que eu falo também, eh, às vezes liga no meu gabinete, ó, eu morava, eu morava em uma casa e agora eu vou para um apartamento e lá não tem como eu colocar o meu cachorro porque ele é muito grande. Pô, então por que você você não sabia que você o seu cachorro ia crescer? Se você não sabia que o seu cachorro é da sua família e agora você vai abandonar ele para trás? Aí vamos fazer o inverso, então. Vamos fazer o inverso. Fazer o inverso para ver, ó. Vou deixar você no meio da rua, tá? Nós estamos indo com o seu pet embora, levando a sua mudança, você vai ficar no meio da rua. Ah, é muito fácil. Então eu sou meio criterioso em relação a isso. Às vezes acabam, né, falando um pouco a mais, porque é a forma que eu penso. Eh, mesma coisa é depois a não sei se você vai entrar na questão desse debate aí que é uma polêmica aqui na Câmara Municipal, é a questão do rodeio, né, que eu falo paraos meus colegas também e eu eu falo o que eu penso, né, dentro da legalidade e com respeito aos meus pares, mas aqueles que defendem é um direito deles, mas eu penso diferente. E aí eu sugeri, falei: "Ah, vamos fazer um rodeio". Beleza, então a gente vai fazer de conta que você era o boi que vai entrar no rodeio, beleza? Então nós vai fazer tudo que faz lá no boi para ver como é que você vai sentir, você vai pular lá no meio. Nossa, eles ficaram bravos. Mas com respeito, foi uma foi um exemplo que eu fiz. E a outra sugestão que que eu tinha feito, eu falei: "Ó, dá para fazer rodeio em Campinas com touro mecânico, né? Para pular só faz com touro mecânico, ele pula do mesmo jeito. Você mexe, ele pula para cá, para lá, não é? e não vai maltratar o animal, mas só é um desabafo que eu fiz aqui natural, mas que faz parte do nosso legislativo e esses debates existe aí, vai continuar tendo. Sim, sim, certamente durante todo este ano, para você que está nos acompanhando, fique na nossa programação porque este assunto vai ser recorrente. Rebert, sobre a denúncia, né? Algumas pessoas ficam com receio, com medo de de fazer. Eh, a pessoa é importante que ela faça denúncia nos canais legais para nós, né? para que a gente possa cobrar depois lá, que nos apresente protocolo de denúncia. Ah, porque se só falar que viu assim, não e não ter uma denúncia fica complicado também pra gente agir, né? Assim, ah, denunciei lá num 56, faz um ano, ninguém fez nada. Então, a gente vai cobrar o departamento, o que aconteceu, né? Se perdeu essa denúncia. Ah, a pessoa nem denunciou às vezes, mas é importante que a pessoa faça denúncia, que seja no anonimato, para que a gente possa salvar o animal que tá em maus tratos. Achei interessante a fala do permíio sobre aonde onde os condomínios também tem aparecido muito e denúncia de maus tratos. As pessoas que compram animais também, eu queria deixar um recado para vocês. Quando vocês vão lá comprar esses animais, seja o chitso, o pug, o qual onde for e quanto vocês pagam nesses animais, vocês acabam ajudando os maus tratos. Quando você compra um animal, você deixa de um animal que tá lá no DPBE, por exemplo, se não ser adotado, você não adota aquele animal que precisa de um lar, vai ficar naquele departamento lá, se ninguém adotar, fica pro resto da vida ou numa ONG, né? Então, a importância de vocês é adotarem e não comprar esses animais. A gente já foi em vários canils clandestinos, né, que infelizmente é uma situação deplorável. Essa pessoa vê um cachorro bonitinho de raça, acha que é tudo bonito aquilo, né? A gente foi lá, eu cheguei nesse nesse nesse lugar, a a matriz, né, a cadela, ela estava sem as cordas vocais, tinham retirado as cordas vocais. Por quê? Para não latir, pro vizinho não se incomodar e chamar a polícia. E o ambiente era nojento, era asqueroso, assim, os animais no meio de fezes e aqueles animais que são vendidos muito vão com doenças. Depois as pessoas compram esse animal e vai ter que gastar a maioria. A Débora e até vai poder falar melhor sobre isso. Eh, de tudo, seja verme, gearde. Sim. Por exemplo, um rusk siberiano tava com problema e de pele, depois a pessoa me procurou, aí eu comprei esse rance que um valor absurdo que ela pagou e não tinha condições de fazer o tratamento depois. Falei: "Porque você adotou um animal, né, que tava precisando lá?" Então, eh, o a os maus tratos vai muito muito além da questão do rodeio também. a gente vai, acho que depois entrar nesse assunto, mas assim, é importante que a sociedade esteja inserida em todos esses aspectos, né? É adoção, castração, eh tudo que for pra gente melhorar pros animais, aí a gente vai prevenir os maus tratos. Você quer fazer uma parte? Não, eu queria fazer só um comentário na fala de vocês. Quando você perguntou, Gabriel, sobre a questão do anonimato, eh, da minha experiência na delegacia, que eu trabalho com proteção animal desde 2011 na delegacia. Tá? Então assim, as pessoas elas procuram sempre a primeira frase, eh, como eu como eu fico anônima? Eu não quero aparecer. Por isso que eu frisei bem, porque as pessoas às vezes não sabem que o DEPA é uma modalidade anônima, embora você preencha, porque é bem pelo que o Permínio colocou, às vezes a pessoa mora numa comunidade, numa num bairro mais afastado, onde tem a criminalidade ali, e eles realmente eles têm medo de denunciar, né, de sofrer represária. Então o anonimato é uma coisa importante para quem tá denunciando mesmo, que eles se sentem mais seguros. Sem dúvida. Mas é importante que a pessoa faça a denúncia. Faça a denúncia, sem dúvida. Porque assim, se você não faz a denúncia também não gera uma estatística para que tenham políticas públicas. Principalmente, por exemplo, a gente precisa ter uma delegacia de fato de proteção animal, não só um setor que é hoje. E aí ela precisa ter uma demanda e essa demanda vem através das denúncias, né? Senão ficam dados reprimidos, né? A gente não tem a real noção de do que acontece nesse assim. Um ponto que vocês estavam falando também, que o PMO tava dizendo aí que é que ele fica revoltado. O que eu costumava falar muito nas denúncias quando eu ia, porque hoje a a o a coisa que mais a maior denúncia que a gente tem hoje é sobre acorrentamento, tá? É o acorrentamento de animais, que é que configura maus tratos. E sempre quando eu chegava na casa da pessoa e eu me deparava com essa situação, eu sempre colocava ela na situação, no cenário. Então eu falava assim: "O que que a senhora acha de eu colocar a senhora aqui amarrada debaixo de sol, de chuva, um mês, uma semana?" Aí ela olhava assim: "Aí eu não quero". Eu falei: "Então, a senhora tirou a liberdade do animal, a senhora pegou um animal, a senhora tirou, ele era livre e hoje ele não pode correr, não pode andar, ele tem que fazer as necessidades dele aonde ele deita, provavelmente ele não vai fazer. Ele desenvolve insuficiência renal, estress, depressão. Então assim, eu sempre trazia pra realidade dela. Por que a senhora a senhora quer ficar no lugar dele? Não. Então porque essa é a realidade, é um exemplo. Eu sempre falava isso. Exemplo, tá certo? Sobre a questão da adoção que os dois vereadores citaram, né? O DPB tem um trabalho importante também e a gente tem um quadro aqui no nosso telejornal durante o Câmara Notícia, que é um Adote, um bichinho, que fala dos protetores independentes aqui da cidade de Campinas também. Eh, esse é um trabalho importante também de adoção, né, aqui na cidade de Campinas, que é algo muito importante, muitíssimo importante. Talvez assim, castração e adoção sejam os as coisas mais importantes, né, da proteção animal, porque se você não ad não doa um animal, você não abre espaço para que outro seja resgatado, reabilitado. E aquele animal, ele estando mesmo em entidades, né, a lares temporários, hã, ou até mesmo no próprio canil público, né, no departamento, não é a vida que ele merece, né? Ele precisa de uma família, de um lar. Então, acho que a adoção é assim, é o carro chefe hoje e a castração para controlar a população, animais. Vereador PMO Monteiro, o senhor tem muitos projetos em torno da causa animal, mas o primeiro que eu trago aqui para nós discutirmos é um de 2023, que foi aprovado em primeira análise em plenário sobre a inclusão dos conteúdos de direito dos animais e proteção animal nos programas curriculares das escolas públicas municipais, norteados pelo respeito ao meio ambiente, a fauna, flora, biodiversidade. Se ele for aprovado, o senhor pretende aliar a causa animal com a educação? Sim, com certeza. Eh, até porque hoje, né, as crianças têm a facilidade de fazer essa essa propaganda, né, essa transmissão aí do que elas aprendem e levar para dentro do do seu lar e falar com os amigos também. Eu acho que é importante, se possível, eh, for acatado a aprovação desse projeto aqui na Câmara e sancionado pelo prefeito, que seja inserido, né, nos currículos escolares do município, que é importante a gente ter essa essa aula e que seja divulgado para as crianças um aprendizado mais de consciência, né, da questão ambiental e animal, porque o meio ambiente E a causa animal é uma coisa que anda junto. E é muito importante, né, esse tipo de de ensino e que pode com certeza agregar valores e valorizar, né, o conhecimento das crianças aqui na na cidade de Campinas. Vereador Herbert Ganém, qual que é o papel da educação para nós diminuirmos os casos de maus tratos aos animais? A escola pode ser uma aliada ou na atual grade curricular não tem muito espaço para esse tema e o foco tem que ser direto com os adultos. Como é que você enxerga essa situação? Eu acho que tudo eh tá na base da educação, né? Em vez de ir lá a gente aprender a ler tudo. E não só também a causa animal, mas trânsito também devia ser ensinado nas escolas. Acho que isso é primordial, né? Eh, ele saber como lidar na sociedade também acho que faz faz essa importância. Mas foi aquilo que eu disse lá no começo do programa, né? A gente tem que fazer com que as crianças a partir de agora tenham a noção do que que é maus tratos para que quando ele chegue lá na fase adulta, né, ele também possa eh falar com seus familiares, né, com seus filhos, com seus netos. Olha, isso aqui não pode fazer, isso aqui é maus tratos. Eu acho que a educação é a base de tudo. Nós temos que investir sim no nesse projeto. Eh, as escolas têm que abraçar, seja municipal, estadual, as particulares também. Acho que tem que abrangir tudo, né? Então, se a gente conseguir inserir isso dentro da educação, lógico também levar isso lá paraas universidades, pro pessoal mais adulto, né? Seja quem for. Mas assim, a educação é a base de tudo. A gente tem que investir, sim. Isso é um grande passo, Débora. A educação é o melhor caminho, é o único ou é muito demorado? Porque às vezes passa de uma geração para outra, a criança vai ter que ser adulta para cuidar do seu próprio animal. Como é que você enxerga esta relação da causa animal com a educação? Eu concordo com os nobres colegas aqui que a educação é a base de tudo. A gente vê assim no dia a dia que quando você instrui uma criança desde pequeno na própria escola ou no ambiente familiar dela, as noções de bem-estar animal, quer seja só também, não só de bem-estar animal, mas em questão de sociedade também, eh você faz com que essa criança ela cresça um adolescente, consequentemente um adulto orientado e ele saiba até propagar essas informações para os seus pares também. Então eu acho que a educação é a base de tudo. Tanto que tem até até curioso falar, eu fui uma vez numa denúncia e tinha uma criança na casa e tinham dois adultos que um era mãe, outra avó, foi com uma veterinária inclusive. E aí a gente conversando, o cachorro tava dentro de um caixote, era uma pitbull que era usada pra matriz num caixote. E aí eu conversando e assim e essas pessoas sempre falam: "Não, coloquei agora, coloquei agora". E a criança chegava para nós e falava assim: "Não, ele vive preso". Então assim, a criança ela é a base. Se você educa aquela criança, ela é a primeira a se conscientizar e tornar um adulto que não vai cometer maus tratos. Sim. Aproveitando esse ano, porque são puros, né? Você consegue trabalhar com eles, os sentimentos, o respeito, né? E a sinceridade, né? Exatamente. É, sem dúvida. Eh, o Departamento de Proteção e Bem-estar Animal, aproveitando este Abril Laranja, ele realiza ações e campanhas para falar contra a curiosidade, contra os animais? Olha, tem projetos lá em andamento para que a gente coloque nas redes sociais do departamento explicações e vídeos até com os próprios veterinários, explicando um pouco o que que configura maus tratos, orientando a população. A gente tá com projeto aí que em breve vai ser disponibilizado nas nossas redes sociais, tá? Eh, para o Permínio e para o Herbert, quem realiza a fiscalização, né, a gente já citou aqui, é a Coordenadoria de Fiscalização Ambiental, que é vinculada à Secretaria do Clima, do Meio Ambiente e também de Sustentabilidade. A gente sabe que é um trabalho difícil, né? Campinas uma cidade muito grande, é uma metrópole, mais de 1 milhão eh de habitantes. Vocês entendem que eles têm o número suficiente de pessoas trabalhando? É um órgão adequado para poder fazer esta fiscalização? Como é que vocês enxergam? É, com certeza. é o órgão que, do meu ponto de vista, né, vou falar eu, o vereador que está na comissão, eu acho que na teria que ter essa fiscalização eh agregada direto ao Departamento de Proteção e Bem-estar Animal, no caso atual Débora, porque ficaria mais fácil a denúncia chegar lá e de imediato, até porque ela é policial civil e ela tem esse essa facilidade com certeza aí de distribuir logo para que seja feita a fiscal. fiscalização para que veja lá realmente tá acontecendo isso daí. Agora, eh, existe uma burocracia eh pelo fato de ter o departamento, porém os fiscais ser do meio ambiente que tá lá na secretaria, certo? Então vai, eu acredito que acaba eh gerando uma um pouco de demora para que isso daí aconteça. Mas se houver possibilidade da gente sugerir através de indicação ou através de requerimento de informação para que os fiscais sejam direcionado exclusivamente para o DPBE, eu acredito que vai facilitar, né? Não sei como que é feita a fiscalização lá do no meio ambiente que vai fiscalizar esse tipo de de denúncia. Se eu for falar alguma coisa que eu vou est cometendo um erro de de acusar ou falar alguma coisa em vão, mas na minha opinião, eu acho que teria que ficar eh agregado, né, e ser direto com o departamento, porque ficaria tudo junto, fiscalização da questão da denúncia do da proteção animal e o departamento lá tem e condições de direcionar para que seja feito isso daí com mais rapidez, tá? Isso é, até porque o próprio departamento, né, vereador, eh, departamento de bem-estar animal, eu acho que faz todo sentido que o senhor colocou. Quer complementar a fala do permíio que é importante sim a fiscalização estar ligada ao departamento de bem-estar animal. Isso aí é uma coisa que a gente tem que lutar e trazer. E junto com a Guarda Municipal acho que a gente também consegue fazer essa abrangência. Eh, eu estive com a Eloía, que é do setor de fiscalização lá, e realmente, Permínio, tem poucas pessoas para poder fazer esse trabalho. Então, a gente precisa aumentar esse efetivo e incorporar junto departamento para que possa fazer um trabalho mais integrado e poder realizar essa fiscalização e eh com mais agilidade, mais rapidez também. Débora, quero ouvi-la também eh sobre essa fiscalização e tá atrelado, né, as pastas aqui do município. Eu tive contato com a coordenadora uma vez, porque quando a gente ia em denúncias pela Polícia Civil, muitos lugares que eu ia, a fiscalização também recebia a mesma denúncia. Então, vez outra a gente acabava em contato para conversar sobre a denúncia e resolver a denúncia. Mas eu concordo com os nobres colegas que seria excelente se essa fiscalização passasse para o departamento, porque o departamento é do bem-estar animal. Então assim, eu acho que acredito que as pessoas que estão ali, elas têm uma experiência para lidar com isso. A gente tem os veterinários que estão lá conosco e eu penso que seria o caminho aí para que a gente consiga nos próximos meses aí esse avanço e colocar a fiscalização para lá. Agora, quanto a fiscalização, eu concordo com o Permínio. Eu não tenho como falar assim detalhadamente, porque não compete a mim esse trabalho. Eu não acabei não indo a campo para ver como eles trabalham. A gente citou aqui ao longo do nosso programa que se uma pessoa ela presenciar agressão a um animal, ela pode ligar no né, tem a polícia ambiental para poder fazer este trabalho ou comparecer até uma unidade policial mais próxima. Só que nós sabemos que a questão de segurança pública eh numa cidade como Campinas também é muito complicada, né? A Guarda Municipal também pode a Guarda Municipal também pode ser acionada e tá inserida neste contexto da segurança pública. Vocês entendem que este é o caminho mais correto mesmo ou que deveria ter um outro serviço especializado só para cuidar dessa causa animal? Como é que vocês enxergam? Ô, ô, Gabriel, ó, Campinas, como você disse, é uma metrópole. E quando eh você fala de força de segurança, eh no caso aí abrange a Polícia Militar, a Polícia Civil e a Guarda Municipal hoje que através do STF tem o reconhecimento de ter poder de polícia, de fazer policiamento ostensivo, flagrante e outras coisas mais. Embora a polícia, a Guarda Municipal de Campinas já fazia esse serviço sem estar eh com essa autorização do STF. Mas eh voltando na sua pergunta, é muito bom, né, a gente poder verificar a possibilidade de ter um uma fiscalização ou uma força de segurança exclusiva para que fosse feito isso. Só que ao mesmo tempo a gente tem que pensar que não vai ser só a questão animal. A Polícia Militar Ambiental, ela tem a função de fazer a fiscalização do meio ambiente, de eh descarte regular, descarte regular em rios, né? Eh, tráfico de animais, silvestres, pesca irregular, pesca irregular também e muitas coisas mais. Eh, areias, né? em banco de areia, onde eles fazem aí o desassoreamento em rios que não pode sem autorização. Então são muitas coisas relacionad essa questão aí e eu acho que infelizmente não terão pernas para fazer uma coisa exclusiva só para isso, embora seria muito bom, mas eu acredito que, né, em breve Campinas poderá ter uma boa notícia aí. Eh, tive uma notícia, é, uma reunião com o delegado Fernando Bard, né? É isso, né? Fernando Bard. é onde eh eu tenho um bom relacionamento também com o o deputado que defende a causa animal, que também veio conversar aqui com com o delegado. E a gente acredita que em breve aí poderá acontecer o a inauguração da primeira delegacia de meio ambiente de proteção animal aqui na cidade de Campinas, que seria uma delegacia exclusiva para resolver isso daí, né? Embora ela vai ter lá os inquéritos, né, vai ter a a condições de de poder fazer algum tipo de flagrante relacionado a essa questão, não só do meio ambiente, mas também maus tratos ao caso animal. Inclusive, parece que já tem viatura lá que foi destinada através de emendas eh de deputados, que está lá aguardando simplesmente a portaria que seja decretado para que entre em funcionamento de fato e de direito essa delegacia aqui na cidade de Campinas, que com certeza vai ser um grande ganho, né, pra proteção animal na nossa cidade e principalmente para quando a gente fazer as denúncias, né, tenha um local específico, não é isso, Débora? para que seja feita uma investigação, seja feita lá uma orientação ou uma prisão em flagrante, se necessário for, mas que com certeza vai ser um ganho e uma conquista muito importante pra cidade de Campinas. Rebert, quero ouvi-lo também sobre este meu receio, sobre este questionamento, né, se tem braço a polícia para também cuidar dessa parte da da curiosidade contra os animais. É isso, é isso que a gente sempre diz, né? Tem que ter recurso, leis tem, mas precisa colocar em efetividade. Permínio ressaltou aqui a delegacia de proteção animal da Polícia Civil, né, e meio ambiente também. É uma luta que a gente tá tentando lá atrás, né, essas viaturas que estão lá no aguardo é um recurso que o meu irmão mandou, né, o Bruno Ganém. Então elas estão paradas nas viaturas, mas a gente mandou, a Débora fazia parte do setor lá, então a gente tava tentando reestruturar aí com a ajuda de todo mundo, né, o Permínio vai nos ajudar também nessa o o a pessoal que puder nos ajudar, né, a gente poder trazer essa delegacia que vai ser muito importante e assim se a Guarda Municipal puder fazer fazer o trabalho também, a gente fica muito contente. 5 da prefeitura, quanto mais pessoas fiscalizando, fazendo isso, é lógico, se a gente direcionar, se tiver um setor só para isso, vai ajudar muito, né? Isso aí é uma coisa que uma conquista que, né, Permínio, a gente vai ficar muito contente se no futuro a gente é conseguir, imagina uma delegacia de proteção animal. Isso aí é um sonho. Esperamos um dia eh alcançar esse objetivo. São Paulo já tem, né, já tem São Paulo, tá? Campinas é uma metrópol tá na hora de tem um setor em breve vai ter sim com certeza a gente vai lutar para isso e assim quanto mais gente na causa animal lutando, vereadores, deputados, isso que vai fazer a diferença. É, e só complementando a sua pergunta, né, e a fala do Herbert, eh, eu, graças a Deus, né, quando eu me sinto eh que tem a necessidade de pedir ajuda, porque determinados resgates você vai fazer, você não sabe o que você vai encontrar pela frente, não é isso, Del? E aí eu cheguei lá em Barão Geraldo, um muro alto lá e um monte de cachorro lá que a mulher denunciou, eu fui, aí fiquei olhando e aí não tinha ninguém chamando, chamamos e nada. Aí eu chamei a Guarda Municipal, né? Sim. Aí depois na segunda vez o delegado lá da do sétimo DP lá de Barão Geral também interveu e aí a gente conseguiu lá fazer, foi até feito a detenção do Você tá falando do caso do adestrador? Isso. Isso é você tava lá, foi caso feito na nossa unidade policial. Isso aí acabou fazendo e ele era bem, né? Falou que não era ma trato, que não era isso, não era aquilo. Um outro também foi ali na região do padre. Eh, a gente foi lá fazer um resgateonde o Dr. o Luiz Paulo, Luiz Paulo, né, lá do Sim, sim. É, na época ele era do do oitavo DP lá do Piro. E aí foi um fato inusitado, Herbert, que o proprietário da casa, acho que teve uns problemas lá, é a comunidade, né? Mas bem comunidade mesmo. Aí ele teve que sair correndo do bairro, teve que ficar embora e ele abandonou tudo e ele tinha alugado a casa. por um caso da ele tinha alugado a casa, R e o muro era alto. E aí ele deixou móveis, deixou tudo, tudo para trás, foi embora, teve que sair correndo de lá. E a proprietária com medo que tinha alugado, ela falou: "Ó, eu tenho medo de ir lá pegar o cachorro porque o cachorro é bravo, tinha três cachorros, mas já tava se defiando já. Ele estava se alimentando das próprias pees dele, para você ter uma ideia, para não morrer de fome. E aí o Dr. Luiz Paulo pediu um auxílio. Aí nós somos lá, mantemos um mutião, a equipe com uma veterinária amiga voluntária e ela nós pulamos o muro e conseguimos trazer tudo em cobertor, né, uns cobertor que estavam abandonado lá e aí a gente trouxe, mas já bem deteriorado os bichinhos, nós conseguimos salvar. Aí um amigo nosso que tinha uma transportadora, Herbert ali no aeroporto, ele adotou os três que a gente conseguiu, né, salvar eles. Ele adotou e aí a senhorinha conseguiu entrar na casa, mas é tudo através da autorização do delegado que pediu o auxílio da gente. A gente foi muito feliz nesse resgate. Mas eh como você falou, eh a gente tem que pedir ajuda, né? E a gente é muito eh acolhido pela Guarda Municipal, pela Polícia Civil, pela Polícia Militar Ambiental, que acaba auxiliando a gente. E isso é importante pra gente não tá sozinho, porque às vezes a gente não sabe o que vai encontrar pela frente, né? É, Débora, quero ouvi-la também, ainda mais como da polícia civil, né, desse questionamento sobre um órgão específico ou se tem que ser uma ajuda de todos, da Guarda Municipal, da Polícia Civil, da Polícia Militar e se tem um efetivo, você entende desta maneira para poder agir aqui numa metrópole como Campinas? Eu acho que a criação da delegacia de proteção aos animais e meio ambiente é fundamental hoje no cenário e até por parte do do da mãe da cidade, né, do município. Ele precisa de uma delegacia específica porque o setor, embora ele tenha uma estrutura dentro do da DEIK, da da dig, tá? Ele não é suficiente. Eu vi ali pelo número de denúncias, porque a gente recebe muito eh era o recebimento da denúncia era assim, eu acredito que era umas 30 por dia, então você não consegue com uma equipe você não dá vazão às denúncias de maneira eh satisfatória pro munícipe. Então eu acho que a criação da delegacia é de suma importância nos dias de hoje, mas como bem disse o nosso colega Permínio, a a Guarda Municipal ela tem um papel fundamental hoje na cidade. eu mesma, várias oportunidades que eu tive em ocorrências pela polícia, eu acionei a Guarda Municipal para dar um apoio, porque eh eles são muito ativos nessa questão de maus tratos na cidade. Até fica a dica pro pessoal também que quando verificar alguma situação de maus tratos pode ligar no 153 e acionar a Guarda Municipal porque eles são muito receptivos na questão dos maus tratos. Ótimo. A violação ao Estatuto dos Animais, dependendo do caso, multas podem ser aplicadas a pessoas físicas ou jurídicas em valores que variam de R$ 341,63 até R$ 19.522. Está adequado esses valores? Inibem os agressores ou não? Eu acredito que não, porque eles não pensam, né? acaba agredindo e às vezes ele nem sabe que existe essa lei no município, mas eu acho que teria que aumentar. Hoje eu vi uma notícia, né, lá em Recife, aonde multa o agressor contra as mulheres em até R 1 milhão deais e foi sancionada a lei na Câmara Municipal de Recife. Então já é um avanço, né? Eu acredito que isso daí também pode ser adotado aqui no município de Campinas. E se o cara tiver condições, nós temos que mutar ele para ele pagar, mas pagar de verdade mesmo o dano que ele cometeu. Embora o dinheiro eh pode ser qualquer valores, mas não paga o maus tratos ou a crueldade que ele fez com os animais. Sim, Herbert, de R$ 341 a R$ 19.000. Acho que a penalidade tem que ser quanto mais alta melhor, eu acho. E assim e a penalidade devia ser revertida para o tratamento do animal que sofreu maus tratos, porque a gente vai lá, resgata o animal, perío sabe, o animal tem que ter veterinário, depois tem que fazer laudo, tem que cuidar dele, remédio, tem que dar ração, tem que tem que ficar em algum local aguardando uma adoção. Então esse animal gera custos, tem um custo altíssimo, a 19.000. Às vezes tem que fazer uma cirurgia de 6.000 num animal que passou por maus tratos. Então eu acredito que tem que ter a penalidade, tem que ser alta e quem cometeu a penalidade, quem fez os maus tratos, tem que arcar com o tratamento do animal. Eu acho que isso deveria, a gente devia lutar para que se tivesse na lei. Isso. A pessoa tem que eh responder por isso. Eu eu acredito, só atrapalhando um pouco o reto, eu acredito assim que tem muitas eh muitos recursos que é possível, né, o município eh destinar para a secretaria e se se puder exclusivamente para o DPBE para que esse orçamento seja seja direcionado para lá para melhorar muito muito muito mesmo. Então eu acho que é possível. a gente tem algumas eh leis que foram aprovadas aqui na casa, que foi até polêmica, mas eu eu acabei eh me envolvendo, né, né, nessa lei em sugerir emendas. O Herbert não estava aqui ainda, mas Rbert, eu vou deixar você ciente e também a Débora, porque eu sugeri pro prefeito, sugeri para o vice-prefeito e para o autor da lei que colocou aqui na casa, que hoje não está vereador mais, que era o vereador Jair da Farmácia, que colocou a lei da loteria, loteria municipal. E dentro de dessa loteria, eu queria colocar uma emenda, mas nada impede ainda porque o prefeito não sancionou. a gente sugeri lá através da Secretaria de Justiça, que é o Peter Panuto, que é um secretário muito atuante, conhecedor do direito, operador do direito e sabe o que faz, o que fala, aonde poderia ser sugerida uma emenda que com esse valor de arrecadação da loteria municipal de Campinas fosse destinada para o DPB, exclusivamente para o DPB, Secretaria do Clima, porém para o DPB, a causa animal. Eu acho que isso daí seria uma boa sugestão, uma boa ideia. E quem tem pet, o que que vai acontecer? Isso daí é é uma cadeia. A pessoa saendo e ela tem pet e realmente gosta de animal, ela vai falar: "Ô, eu vou comprar essa loteria para ajudar a causa animal". Entendeu? Isso daí vai é uma é uma pirâmide que ela vai aumentando cada vez mais. E aí, sendo direcionado paraa causa animal, é claro que a loteria municipal vai ser um sucesso, mas eu fico mais feliz se o prefeito aceitar essa emenda, que seja direcionado esse orçamento, parte desse orçamento de de lucro da loteria municipal para a causa animal aqui na cidade de Campinas. Deborra, temos leis existentes, faltam aplicá-las. E essa questão da multa, olha, essa questão é uma questão bem interessante. Eu concordo com os nossos colegas aqui. É, a multa deveria sim existir, quanto maior, melhor, realmente, porque infelizmente, assim, eu tô dizendo da minha experiência, tá, no dia a dia de causa animal, é só quando dói realmente no bolso, quando incomoda, quando você mexe no orçamento da pessoa para ela destinar aquele animal que sofreu maus tratos, é que realmente você vê que você traz a consciência dela, a realidade, porque enquanto você tá falando a coisa não anda. Agora, quando você chega e fala: "Olha, você precisa providenciar o tratamento, o animal é seu, existe a posse ir responsável e você deve apresentar para nós o comprovante que você tratou". Aí a pessoa leva um baco, a realidade que ela vai gastar. E queria até dizer para você também aproveitar a oportunidade nessa questão de maus tratos, porque as pessoas às vezes é é meio que cultural, a pessoa acha assim que ah, mas eu não tô batendo no meu animal. Eles às vezes quando você vai verificar a situação de maus tratos, eles acham que o maustratos é quando você tá batendo no animal ou quando você tá mantendo o animal eh numa situação deplorável. E não é o acorrentamento é um maus tratos. talvez seja o tipo mais cruel de maus tratos que assim eu digo pela pela nossa experiência porque você tira toda a liberdade do animal, ele tem um monte de problema de saúde que vem com acorrentamento, com finamento em estabelecimentos comerciais, onde o animal fica o dia inteiro trancado num lugar sem tomar sol, sem fazer nada e eles soltam ele à noite como se ele fosse guarda. Também é uma questão hoje que tem muita denúncia na delegacia, é até num 56 porque eu conversava com os colegas. Então, maus tratos é muito ampla a questão dos maus tratos e a pena, eu acho que a multa ela deveria ser aplicada, ela deveria ter níveis para ser aplicada a multa e revertida, como o vereador Pemío falou, paraa causa animal. E nesse contexto, eu também gostaria de dizer o papel importante das ONGs, que eu acho que os dois colegas aqui eles sabem, porque hoje as ONGs, as entidades, as protetoras independentes, elas fazem um papel primordial na cidade, no combate aos maus tratos também, porque muitos casos que não chegam até nós, nem aos vereadores, nem a polícia, chega primeiro as protetoras e assim elas se desdobram, elas passam necessidade às ONGs, para conseguir socorrer esse animal. Sim. do munícipe. E muitas vezes quando vem a denúncia e você vai na denúncia, ah, a ONG já recolheu, então eles fazem um papel primordial também. Eles não são eh um órgão público, mas fazem o papel do órgão na frente. É, mas pelo amor, né? Pelo amor ao pelo amor. Sim. Sem ganhar nada, né? Sem ganhar nada. E como bem disse o vereador Rebet, os custos são altíssimos porque eu costumava acompanhar os animais. Eu eu sempre gostava de ver o final deles, porque para eu ver, né, como eu tirei ele da denúncia e como ele foi. E assim, eram custos às vezes de 13, 14, 15.000. É complicado. É complicado. Programa bom, é programa com muitas informações. Passou rápido. Já estamos aí no em uma hora de programa, mas só para não deixar passar, Rebert, senhor tem um projeto de lei ao lado do vereador Luiz Cirilo sobre a implementação do programa de castração contínua de animais. dos protetores independentes aqui do município de Campinas. Qual que é a situação que nós temos hoje aqui no município, já que a gente tá citando sobre o papel das 11 e dos protetores independentes. É, até o contexto aqui ficou até e propício para falar sobre esse projeto de lei que eu que eu tenho muito vontade que vá pra frente. Já passou em primeira votação, agora vai pra segunda, onde a gente dê condições para os protetores e as ONGs também que fazem esse trabalho de acolher o animal que foi abandonado, abandonado, né? Porque esse animal que tá na rua precisa ser castrado, então ele vai começar lá a ter outros filhotes e aquilo cresce muito, né? Então a gente quer dar uma facilidade para as protetoras, né? Que lá no departamento de bem-estar animal tenha lá sempre disponível para ela as vagas, porque hoje é mutirão, né? Então todo mês tem alguma região que tem a castração que acontece, pessoa vai lá, faz o cadastro uma semana, na outra ela leva. E e esse e essa castração contínua seria diretamente para ajudar as protetoras, né? teriam lá seus dias fixos. O que acontece? Ela precisa ir na rua e pegar aquele cachorro antes, um dia antes. Tem que fazer o pré-operatório, depois tem que depois tem que fazer o pós-operatório. Então é um cuidado muito grande, elas têm que ter uma disponibilidade maior de vaga e de tempo. Tá certo? Ah, sobre o hospital veterinário público, uma iniciativa que é muito discutida aqui no município de Campinas, seria muito importante. Permine o Herbert, depois quero escutar a Débora também pra gente poder encerrar. Sim, com certeza. Na minha opinião já passou da hora, né? Eu sempre desde o meu primeiro mandato eu tô falando sobre isso, onde eu presido a frente parlamentar, tive uma frente parlamentar no último mandato, continuo nesse mandato onde foi constituída novamente ela e a gente não perde a esperança de que seja de fato aí eh realizado esse esse convênio, em princípio com a PUC que vai ser feito, que foi uma promessa de campanha do do prefeito Dio Saad. E eu tenho certeza que muitas coisas relacionadas à questão da política pública, da implantação do hospital veterinário terá que acontecer na cidade de Campinas. Mas eu defendo um hospital veterinário público gratuito do município, né? Tem esse convênio que vai ser feito aí com a PUC, né? Existe também a possibilidade de um projeto para ser desenvolvido de um convênio com as clínicas veterinárias também eh que existe na cidade de Campinas. Mas dizer aqui que eh para ser constituído esse esse convênio é necessário ter algumas exigências que terá que ser apresentado, mas eu continuo com a minha bandeira de que um dia, enquanto eu estiver mandato aqui como vereador da proteção animal, Campinas tenha de verdade um hospital público veterinário, sendo que São Paulo já tem três ou quatro, se eu não me engano. Osasco é uma cidade menor que Campinas, tem dois ou três, barulhos tem e Campinas, infelizmente não tem. Então eu continuo nessa luta. Hebbert, concordo com o Permínio. Acho que já passou da hora de ter esse hospital veterinário, seja com convênio Capuc ou as clínicas particulares, mas nós precisamos ter aí um atendimento gratuito pra população para que ela possa levar o seu animal lá. Eu estive na PUC, eu visitei lá, né, junto com o o Monsenhor e o pessoal que administra lá, um espaço bom, bacana, né, mas a gente precisa que efetive logo isso e quanto mais atendimento tiver pra população, melhor. Débora, ajudaria a mudar o cenário aqui da cidade de Campinas, esse hospital público para as pessoas que muitas vezes não têm condições financeiras? Com certeza seria um avanço pra cidade e como disse os vereadores, é imprescindível a gente ter um atendimento gratuito pra população que contemple cirurgias, contemple exames, porque a maioria das pessoas você acaba vendo que não tem condição e hoje a gente fala de um mercado que tá só evoluindo e os preços também, então às vezes não cabe no bolso da maioria do cidadão. Então seria uma política pública aí que a gente precisa na cidade mesmo, tá certo? o vereador Pemío Monteiro, presidente da Comissão e de Proteção e Defesa dos Direitos dos Animais. Muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo. As informações que foram passadas aqui, tenho certeza que de grande valia pro nosso telespectador. E já faço um novo convite para retornar até os nossos estúdios para falar sobre este assunto que é muito extenso e também sobre outros e fica aberto à suas considerações finais. é muito extenso, rico e gostoso de falar, mas temos muitos problemas pela frente, com certeza aí nós não vamos desistir nunca. Eu fico feliz, né, de estar já no terceiro mandato e sempre defendendo essa bandeira. poderia tá estar presidindo, né, outras comissões permanentes, mas eu sei da importância de dar continuidade de tudo que a gente começou, de tudo que ainda está em andamento e que pode ser concluído. Fico mais feliz ainda de hoje não estar sozinho, de ter mais um vereador, um parlamentar que também é da proteção animal e a gente vê que ele é bem atuante e gosta do que faz e sabe da responsabilidade que a gente tem, onde vai trazer mais força para que a gente possa lutar junto, né? A Débora também é uma policial civil que eu eu já conhecia ela de ouvir falar, né? Embora foram já lá na delegacia na onde ela estava aqui no no de na dig, né? É, sim. E as pessoas falavam muito dela e conhecia por nome e hoje eu tive a oportunidade de conhecer, sei do trabalho de muito importante que ela exerce e com certeza a gente vai agregando valores e a gente vai mudando a mentalidade, né, de alguns vereadores que a gente acabava se tornando motivo de piada e hoje eles estão vendo que é uma realidade e que isso daí é uma questão de saúde pública, é uma são vidas que precisam ser cuidadas e eu fico muito contente em poder ter um avanço e poder ajudar de alguma forma. Dizer que é importante cuidar dos animais. Não abandone, não comete, não cometa maus tratos e adote um pet e seja mais feliz. Vereador Herbert Ganém, membro da Comissão de Proteção e Defesa dos Direitos dos Animais, é um defensor ativo também. muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo ter vindo até os nossos estúdios, eh, contar aqui sobre o trabalho que é realizado. Já faço um novo convite para retornar até os nossos estúdios e fica aberto aí as considerações finais. Quero agradecer, né, eh, pelo convite que foi feito aqui, a atenção que foi dada, o vereador Permínio. Quero muito a ajuda dele também nessa caminhada, né? Sou novo, meu primeiro mandato, acabei de chegar aqui, mas foi o que o Permínio falou, a gente tem que unir forças, né? Nós que somos da causa animal, temos que nos unir. Eh, junto com com a com a Débora também, a policial civil, assim, que está vindo hoje pro departamento. A gente precisa lutar para defender os animais. E assim, tem leis que defendam eles, a gente precisa pôr em prática isso. Permínio falou, eh, adote um animal. Isso ajuda muito, não só o animal, mas os outros animais também. Porque quando você tira um animal ali da ONG que tá ali algum tempo, você dá espaço para que a gente receba o outro, que a gente coloca para adoção também, a gente consegue resgatar mais animais. Então assim, estou aqui para o que der e o que vier, contem comigo e a gente vai junto nessa nessa luta eh pela causa animal. Débora Ribeiro também eh quero agradecer a disponibilidade do seu tempo, ter vindo até aos nossos estúdios, diretora do Departamento de Proteção e Bem-estar Animal, com este trabalho também na Polícia Civil. Quero agradecer muito as informações de grande valia pro nosso telespectador que está nos acompanhando. Já faço um novo convite pra senhora retornar até os nossos estúdios e fica aberto aí as considerações finais. Eu que agradeço, Gabriel, a oportunidade aqui de estar falando um pouco sobre questões tão importantes hoje na sociedade, que são os maus tratos a animais. E a minha mensagem final é que eu gostaria de convidar todos para adotar um animal. Eu acho essencial hoje a gente falar muito em adoção. Não compre, adote, porque quando você adota o animal, você dá uma chance de vida para esse animal que já sofreu tanto no passado e você permite que as ONGs e o próprio canil público, que é o departamento, resgate outra vida, reabilite e ponha pra adoção. Então a minha mensagem final é: não cometam maus tratos e adote um animal. E aí, para fazer essa adoção, você assiste ao nosso Adote Um Bichinho dentro do telejornal Câmera Notícia toda terça-feira. Também pelo site do DPBE você tem acesso todos os animais vacinados, castrados, em boas condições para você poder cuidar, que é um ato de amor e solidariedade. Quero agradecer você aí de casa pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e até a próxima. Ciao. Ciao. [Música]
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Questão de Ordem | LDO 2027: Como será definido o orçamento de Campinas?

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