TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
MÃOS SOLIDÁRIAS - M.A.E MARIA ROSA
Em destaque · HD Vídeo · MÃOS SOLIDÁRIAS

MÃOS SOLIDÁRIAS - M.A.E MARIA ROSA

102 views Publicado 29/07/2022 HD · 34:28

Descrição do vídeo

O Movimento Assistencial Espírita Maria Rosa é uma instituição de assistência social e educação não formal, que atende crianças, adolescentes, adultos e idosos. Atua no atendimento e na promoção da garantia de direitos de crianças, adolescentes e de grupos familiares.

Transcrição completa do vídeo

26 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

Música Oi gente, tudo bom? Espero que esteja tudo certo com você aí que está acompanhando a programação da TV Câmara Campinas. e hoje vamos começar mais um Mãos Solidárias. E se por acaso é a primeira vez que você está acompanhando aqui o programa, conhecendo o programa, o Mãos Solidárias a gente abre esse espaço para conversar com entidades filantrópicas, ONGs, que fazem algum tipo de serviço social, de ação social com crianças, adultos, jovens da comunidade, alguma ação realmente social pela sociedade, pela comunidade que está em torno. Hoje a gente veio no Jardim Campineiro conhecer o MAI Maria Rosa, que é o Movimento Assistencial Espírita Maria Rosa, que é uma entidade já bem antiga, já dei uma pesquisada antes e quem vai contar um pouco da história aqui pra gente é a Kelly Parro, que é coordenadora aqui do espaço. Kelly, muito obrigada pelo seu tempo, tem muita criança aqui, então tem muita coisa pra fazer, então obrigado por tirar esse tempinho pra gente. Bom dia a todos. Nós que agradecemos aí o contato de vocês para poder conhecer um pouquinho mais aqui do nosso trabalho. Eu sou Kelly Parro, coordenadora técnica do MAI Maria Rosa. Eu trabalho aqui há oito anos. Iniciei como assistente social e há três anos estou aí na coordenação técnica. Kelly, oito anos já é um tempinho, então você deve conhecer bastante aqui um pouco da história do local. Eu dei uma olhada no site, eu vi que já são muitos anos de história, que a sementinha mesmo foi lá em 1964, 67, lá na década de 60. Então tem muita coisa para contar. O que você sabe para dizer para a gente sobre essa história que veio de lá antigamente? Sim, o Mãe Maria Rosa foi fundado pela Vandir Dias e Sr. Carlos Dias em 1967. O trabalho iniciou na garagem da casa dela, lá no grameiro, dando sopa para algumas crianças que bateram no portão e aí ela serviu um prato de sopa, no outro dia vieram mais, no outro dia vieram suas famílias e depois essas famílias foram removidas lá do grameiro para esse espaço aqui, para o bairro aqui do Jardim Campineiro, Vila Esperança, Jardim São Marcos. Temos vários bairros aqui próximos, o Jardim Campineiro é bem pequeno, e são vários bairros aqui juntinhos. E aí quando essas famílias foram removidas de lá para cá, a dona Vandir e a sua equipe, ela já tinha aí constituído uma equipe com voluntários também, Eles faziam uma caravana, Bartuíra, de lá para cá, para poder continuar atendendo essas famílias com pães, com roupas de frio, com remédios, cobertores. E logo depois ela conseguiu esse espaço, a doação desse terreno. E aí então eles começaram a fazer sopa, então eram servidos dois mil pratos de sopas diariamente aqui nesse espaço. Quando a dona Vandir, seu Carlos e os outros voluntários, ela tinha uma equipe grande de voluntários aí nessa luta com ela. Dia de presente, dia das crianças, Natal A fila, eles viravam, rodavam Filas pareciam caracóis aqui E muitas pessoas até hoje no bairro falam Eu ganhava um presente lá no Maria Rosa Que fosse uma bola dente de leite Uma boneca para as meninas Mas era aqui o lugar que eles têm de referência E esse espaço aqui ainda foi na década de 60? ou já foi depois? Pra cá, ele veio, se não me falha a memória, em 1977, 78. Então foi quase 10 anos ainda funcionando, primeiro lá no antigo bairro e depois dessa forma meio caravana, né? Sim, sim. E aí aqui hoje nós atuamos com o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, atendendo dois programas, são cofinanciados pela Prefeitura de Campinas, que é os 6 a 14, nós atendemos 120 crianças, 60 adolescentes no período da manhã e 60 crianças no período da tarde. E temos também o centro de convivência inclusivo e intergeracional. Esse nós temos um atendimento, a gente atende em média 400 pessoas por mês, na execução desse programa, de todas as idades. Eu costumo dizer que desde a barriga, porque nós temos a cada seis meses, a cada semestre nós executamos, são oito encontros com gestantes, para falar um pouquinho do primeiro, da gestação, dos cuidados com o bebê quando ele nasce. E nós temos aí idosos com 97 anos, então eu falo que é desde a barriga até a melhor idade. E aí eles vêm aqui fazer N atividades todos os dias, né? Nós estamos dentro da assistência social, na proteção social básica, então a gente trabalha aí na prevenção dos riscos, do agravamento, das vulnerabilidades. Acho que a pandemia nos trouxe um trabalho muito cruel e pesado, a gente poder atender as famílias, as pessoas que perderam seus empregos, aqueles que já estavam vulneráveis, acabaram ficando mais vulneráveis ainda, mas foi um trabalho árduo, mas que se a gente não tivesse executado, com certeza seria muito mais difícil para essa comunidade. E como é que vocês mantiveram as atividades na pandemia? Vocês tiveram que suspender, fizeram remoto, porque realmente foi complicado para todas as ONGs, é uma coisa que a gente já vem conversando desde o começo do ano com as outras entidades que a gente visitou, Foi um período complicado para todo mundo, doações caíram, os voluntários sumiram e não julgando ninguém, porque a situação ficou complicada para todo mundo, mas pegou muito forte no terceiro setor, no voluntariado. Como é que vocês conseguiram manter as atividades de vocês nesse período? Nós, na pandemia, nós primeiro deixamos de atender os idosos, né, que eram aqueles mais vulneráveis aí com a doença do Covid e daí nós suspendemos em seguida todos os outras idades do serviço de convivência e passamos a fazer a execução das atividades de forma remota, através dos grupos de WhatsApp, postagem dos educadores para socializar com as crianças e eles faziam as atividades e devolviam para a gente também, tudo de forma remota a Pamela é assistente social, depois ela vai poder falar um pouquinho mais do trabalho com as famílias também como se fortaleceu nesse período, foi um período que a gente passou deixamos de atender somente as 120 crianças e acabamos atendendo 120 crianças mais suas famílias, mais as outras pessoas também que moravam nas suas casas. Vocês, na verdade, se fizeram mais necessários ainda. Sim, sem dúvida nenhuma. Foi bem árduo, mas assim, acho que muito gratificante também, porque a gente sabe o quanto o nosso trabalho é importante, o quanto as organizações que estão nos territórios, nos bairros, contribuem mesmo, que seja com orientação, os alimentos. Nós recebemos muitas doações no início da pandemia, depois dessas doações elas foram caindo, algumas pessoas, outras mantiveram algumas cestas básicas por mês, mas nós chegamos a entregar muitas cestas básicas, nós atendemos toda a comunidade. Na pandemia a gente não ficou só com o público atendido, expandiu. A comunidade toda batia aqui dizendo, preciso de alimento, vocês conseguem ajudar? Aí fizemos parceria com o aplicativo Viva Vida, da Prefeitura de Campinas também, fomos um ponto de entrega dessas cestas básicas. E hoje a gente vê que a questão da alimentação ainda não foi sanada, Muitas pessoas ainda precisam Muitas pessoas perderam seus empregos e não conseguiram retomar ainda sua vida, sua atividade profissional E as doações estão bem poucas Como se o universo da pandemia tivesse acabado e a gente não precisa mais receber alimentos Então a gente tem feito algumas campanhas solicitando alimentos, cesta básica Porque o pessoal está aí, eles ainda batem a porta A fome ainda bate a porta da casa das pessoas E a gente continua aí na luta Para que a gente possa contribuir mesmo com essa comunidade E acabou vocês fazendo um movimento contrário, por assim dizer, para o passado Porque o que tem mais ou menos no site de vocês É dizendo que começaram muito com essa questão da alimentação Da sopa, da distribuição de alimentação diária E foi fazendo um movimento depois mais educacional De espaços mais de integração, de convivência E a pandemia acabou trazendo essa questão de novo Que a gente sabe que ainda está bem longe de superar A questão da fome no país A gente entende que é uma questão social Uma vulnerabilidade que voltou a bater a porta E a gente não pode fechar os olhos para isso As pessoas precisam estar com a barriga cheia As pessoas precisam estar fortes e alimentadas Para procurar seus trabalhos para estudar. Então, assim, não é o movimento que a gente gostaria, né? Não ter esse retrocesso. Mas, infelizmente, o momento da pandemia nos colocou de novo nessa ação. E tudo bem, porque nós entendemos que se a gente não fizer, quem vai fazer? As entidades, as ONGs, elas estão realmente aí para tentar preencher esse espaço que, às vezes, não é suficiente com os poderes que existem aí para reger o município, o Estado e o país. Então, eu sinto muito essa importância do Mãos Solidárias para tentar sempre divulgar esses espaços. Sempre quando passa algum programa, o pessoal da ONG sempre fala, Ah, e depois que passou o programa, o pessoal veio, fez aquela doação e vocês trabalham muito realmente pelo coração de vocês, a gente sabe, porque o voluntariado, você não vai fazer, o nome já diz, é voluntário, ninguém vai ficar rico, vai ganhar o dinheiro do mês para pagar as contas. Assim como a Vandir, falei certo? A Vandir lá no passado, que inclusive era conhecida como a Dama Caridosa, ou Dama da Caridade, uma coisa assim, né? Ela fazia pelo amor e eu tenho certeza que ela está feliz com o trabalho que é tocado aqui até hoje. Sem dúvidas, até porque esse trabalho hoje, a presidente aqui do Mãe Maria Rosa é a Celina Dias, que é filha da Dona Vandir e do seu Carlos. Dona Vandir faleceu aos 54 anos, vítima de um câncer, o seu Carlos ainda está vivo, com saúde, de uma alma fantástica, E a Celina, há uns oito anos também, ela voltou para Campinas, né, e assumiu então aí o Maria Rosa como presidente, né, o seu Carlos ainda esteve na presidência também, eles trocaram e está aí tocando. Então, assim, é muito importante. Eu acho que uma coisa que você fala é, as organizações da sociedade civil, as ONGs, elas surgiram para dar conta daquilo que o Estado não deu. Nós somos uma equipe assalariadas, contratadas como CLT, e temos também a ajuda de muitos voluntários, porque só a equipe, só o valor de repasse público, Não é o suficiente para manter Então nós precisamos sim fazer Festa da pizza Precisamos fazer feijoadas Temos o bazar Beneficiente que fica lá no grameiro Onde começou Que contribui E as pessoas também Que queiram fazer suas doações Em espécie As pessoas que queiram ser voluntárias Pode fazer contato aqui com a gente É sempre muito bem vindo O trabalho precisa de mais pessoas, precisa de muitas mãos para acontecer. Isso é extremamente importante, porque a gente só não dá conta. E falando um pouco aqui sobre o espaço de vocês, vocês têm um espaço muito bonito, vocês vão ver imagens daqui ainda, é um espaço bem grande, bem amplo, tem bastante lugar para as crianças e adolescentes explorarem. Como funciona um pouco assim do dia a dia delas aqui, as atividades, como é que, o que são oferecidas? Eu vou deixar para a assistente social falar um pouquinho dessa dinâmica Nós atendemos então 120 crianças e adolescentes Nós temos um público muito grande de idosos, que eles vêm aqui diariamente Esse salão aqui fica cheio de idosos aí das 8 às 9 Fazendo hip hop, fazendo pilates, dançando Oficinas de movimento vital expressivo Então eu até costumo dizer que a referência dos idosos aqui É por conta dessa história Eles se sentem parte desta casa Eles trouxeram seus filhos para tomarem sopa Eles tomaram sopa há muitos anos aqui Então Maria Rosa no território é uma referência para eles E é muito gratificante. Nós temos alguns projetos também, como Jovem Chefe, que nós trabalhamos com jovens de 15 a 24 anos, aos sábados, das 9 às 15 horas, eles conseguem conhecer um pouquinho de tudo da gastronomia básica. e é muito importante também, acho que é um projeto que tem impactado bastante esses jovens a gente tem o objetivo de a cada formação de cada turma encaminhá-los para o mercado de trabalho e para o mundo do trabalho e fomentar o empreendedorismo também e é um projeto que a gente está indo para o terceiro ano de execução e que está dando super certo fora assim, chefinhos, nós finalizamos um projeto agora de gastronomia com as crianças entre 9 e 11 anos, 8 e 11 anos. Finalizamos um projeto que foi fomentado junto ao Conselho Municipal dos Direitos da Criança e dos Adolescentes chamado Cultura de Paz através de processos circulares, onde conseguimos envolver educadores, profissionais e adolescentes para serem multiplicadores da cultura de paz. Foi uma ação, foi um projeto muito interessante, foi muito bacana olhar para esses adolescentes e ver o quanto contribuiu no pensar, no agir, no modo de olhar o outro, foi muito bacana, muito legal. E que novos projetos possam vir aí futuramente, que nós estamos à disposição para poder executá-los com a maior boa vontade e profissionalismo que a gente puder, com certeza. A gente vê, pelo amor da fala da Kelly, que realmente é um espaço que é bem cuidado, é um espaço que é pensado, que cada cantinho tem um pouquinho de cada um dos funcionários, dos voluntários, então Kelly, obrigada pelo seu tempo. Se você quiser deixar, nós ainda vamos conversar com a assistente social, com a Pâmela, para falar um pouco mais sobre as atividades do dia a dia aqui. Mas eu deixo esse instante aqui, se você quiser dar um recado, para vir alguém conhecer, ser voluntário, doar, deixo você à vontade. Com certeza. Você que queira ser voluntário, contribuir um pouquinho no dia a dia do Mãe Maria Rosa. é você que queira doar, né, às vezes a gente não tem muito tempo, mas a gente pode doar dando um pouquinho daquilo que é necessário, que alimenta, que ajuda o outro. Nossas portas estão abertas, é só fazer um contato com a gente, depois a gente coloca aí o e-mail, o WhatsApp, o telefone, vem com a gente, isso ajuda sempre, é muito importante. Kelly, obrigada novamente todos esses números que ela comentou aqui vão estar como sempre passando na cartela aqui durante o quadro pra ninguém perder, pra não ter perigo de esquecer, vocês vão ficar com imagens aqui do espaço pra conhecer um pouco mais esse lugar lindo que tem aqui e daqui a pouco a gente volta com mais uma conversa aqui no My Maria Rosa E assim ficou pronto. Legenda Adriana Zanotto A nossa conversa continua aqui no Mai Maria Rosa. Nós vamos conversar agora com a Pamela Pércio, que é assistente social aqui da instituição. Pamela, obrigada pelo seu tempo também. Tira esse tempinho aí que você podia estar com as crianças, fazendo as atividades. Obrigada, viu? Imagina! Pamela, a Kelly já deu ali antes a introdução Que você poderia falar mais sobre o cronograma Que é as atividades, a rotina das crianças Mas primeiro, como essas crianças, esses jovens e idosos também Que vocês também recebem aqui, chegam até vocês? Vocês vão nas escolas? É por meio da parceria que vocês têm com as entidades municipais? Como é que funciona essa parte? Certo, primeiro então, olá a todos É um prazer estar aqui conversando com vocês. E como que as crianças, os participantes, chegam até o serviço? Na maioria das vezes, por demanda espontânea. Como que é essa demanda espontânea? As famílias que procuram vagas aqui para participar das atividades. Então, a gente trabalha com uma lista de espera, que é a demanda reprimida. O responsável vem até o Maria Rosa. A gente tem um dia específico para isso, para colocar o nome na lista de espera. deixa os dados, um pouquinho do histórico familiar e aí a gente vai fazendo as inclusões. Quando surge a vaga, a gente faz uma visita domiciliar para conhecer o contexto da família e aí em seguida, posteriormente, a inclusão. Então, na maioria das vezes, a demanda é espontânea, a família que procura o serviço. Mas também, por encaminhamento do CRAS, que é o Centro de Referência da Assistência Social, Que também entra em contato com a gente para encaminhar as famílias, crianças e adolescentes Para participar aqui das atividades E os idosos também, eles procuram o serviço Eles chegam perguntando o que tem de atividade E aí a gente oferece, explica para eles as atividades que acontecem aqui E aí eles vão participando Vem um dia, vem outro dia, aí gosta e começa a participar Idosos e adultos Lembrando que a maioria dos idosos, como a Kelly comentou, que eu achei muito bacana Faz muito parte do histórico do Maria Rosa Então quando você senta para conversar com eles, eles contam toda a história desse lugar E é muito bonito, é muito bacana e emocionante de ver essa construção Desde o momento em que este lugar acolheu no sentido da alimentação Até hoje, na questão das atividades, que auxilia e fortalece de outra forma E não só com a alimentação Então eles chegam assim ao serviço dessa forma, por demanda espontânea e também por encaminhamentos de outros serviços aqui Até porque já são décadas de história, então já é uma instituição conhecida, consagrada, que as pessoas sabem que é um local sério Que pode confiar, que pode trazer suas crianças, assim como os idosos sabem que vão estar no espaço seguro Mas aí você falando sobre as atividades, quais atividades, o dia a dia, o cronograma? A rotina, a nossa rotina. Bom, a gente atende então crianças e adolescentes de 6 a 14 anos e 11 meses e eles frequentam semanalmente, de segunda a sexta-feira. E é sempre no contraturno escolar. Então, no período da manhã, a gente atende mais adolescentes. pela característica escolar mesmo, aqui no bairro o ensino fundamental de quinto até o nono ano é mais no período da tarde, então eles frequentam no período da manhã, de segunda a sexta-feira e aí a gente tem a entrada às oito horas da manhã, eles tomam café e são três atividades diárias depois eles param para o almoço e onze horas, onze e quinze mais ou menos eles estão indo embora para casa para se organizar e ir para a escola E aí as atividades, a gente tem atividade de artes, esportes, dança, hip hop, tem informática, grafite, atividade sobre cidadania, sobre direitos humanos, dentro desse leque aí são várias atividades que eles acessam. Então no período da manhã a rotina é essa, no período da tarde as crianças vêm direto da escola, então a maioria é aqui da escola do bairro, tem crianças que frequentam, que estudam em escolas de outro bairro também, que frequentam aqui. Então a entrada é meio dia, aí eles almoçam, também, né, três atividades diárias e o café da tarde é sempre servido por volta das 15h40, mais ou menos, e quatro horas é a saída deles. Então a nossa rotina é essa, né, a gente atende sempre no contraturno escolar de segunda a sexta-feira, né, a nossa rotina é essa. E com os idosos também, mas eles têm mais autonomia para escolher as atividades, né, que eles queiram participar. Então, a gente tem atividade de hip hop também, ginástica, danças populares, balé, pilates, né, um leque aí de atividades que são ofertadas para eles e eles vão optando, né, as atividades que eles mais se identificam e aí eles participam semanalmente também. Então essa é um pouquinho da nossa rotina, importante ressaltar que vocês vão ver o vídeo que foi filmado aí de uma atividade intergeracional com os idosos e com os adolescentes, que é o mês violeta, que é a conscientização sobre a violência contra a pessoa idosa. E aí os adolescentes fizeram uma homenagem para os idosos, para as idosas aqui presentes, entregaram uma lembrancinha, fizeram uma homenagem para elas na importância da vida dos idosos, valorizar o respeito. E aí é atividade intergeracional, que a gente sempre fortalece isso, entre os adolescentes, as crianças, os idosos, de fazer essa atividade em conjunto para fortalecer ainda mais os vínculos, que é esse o objetivo do serviço, o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, que aí é o que fortalece para criar o desenvolvimento na vida das crianças e dos adolescentes. Vocês têm isso bem ressaltado no site de vocês Sobre essa questão de fortalecimento de vínculos Porque se foi isso, se não foi isso, você me corrige Pelo que eu posso perceber pela nossa conversa aqui de hoje Não é só questão de dar uma atividade, dar uma comida, dar um lanche Vocês realmente se preocupam com a relação das crianças entre elas, entre a família, e por isso essa questão do fortalecimento de vínculo vem daí? É que a gente desenvolve, a gente está dentro da proteção social básica, dentro da política de assistência social. E na proteção social básica, a gente trabalha o fortalecimento de vínculos comunitários e familiares. Então faz parte do objetivo da política da assistência social, dentro da proteção básica, é desenvolver atividades que fortaleçam os vínculos entre os pares, na família e na comunidade. Então, é o objetivo do serviço, é desenvolver atividades que promovam esse fortalecimento. Por dia são mais ou menos quantos que você falou, crianças? Criança e adolescente é 120, né? Por dia? Isso, por dia. Participa 60 adolescentes no período da manhã e 60 crianças no período da tarde. E os idosos? Os idosos, como a Kelly mencionou, mensalmente é aproximadamente 400 pessoas que frequentam. Diariamente, antes da pandemia, esse salão aqui era lotado. Então era 70, 75, 80 pessoas participando da atividade em conjunto. Depois que a gente retorna da pandemia, aí a gente tem que ter mais cautela, né? Então, diariamente, 40, 45, divididos na semana, para poder não ter muita gente junto no salão participando aí, porque é um cuidado, né? E você falou que os idosos são mais autônomos, então, vem uma, vem outra atividade que eles escolhem mais. Isso. E os idosos também têm direito à alimentação? Não, os idosos não têm direito à alimentação. Isso, porque a verba, o alimento, o almoço, no caso, para as crianças e para os adolescentes, é ofertado pela merenda escolar. E aí vem somente para as crianças e para os adolescentes. Para os idosos, não. Também eles passam um tempo menor. Isso. Então é só para criança e adolescente mesmo, a questão da alimentação. Mas eu vou dizer, tira um pouquinho aí também aqui para a equipe, porque o cheirinho, gente, não sei se você souber o cheirinho que está aqui maravilhoso, que daqui a pouco as crianças vão fazer as refeições delas. Isso, mas a gente também em atividades específicas, inclusive a gente tem o bordado que acontece de segunda e quarta-feira, que a gente oferece o lanche, mas aí é o Maria Rosa que se organiza financeiramente para ofertar esse lanche para elas. Então, sempre que é possível, a gente se organiza para ofertar algum tipo de lanche também. A verba não vem, mas a gente se organiza para isso. E essas atividades que são oferecidas aqui, são voluntários, são contratados da casa? Como é que funciona essa parte? Sim, são contratados. O serviço está dentro da política de assistência social. E aí, a gente precisa fazer um plano de trabalho. Esse plano de trabalho, ele é um edital da prefeitura, que ele abre anual, depende porque sempre se estende, ou a cada dois anos. Então, cada OSC, Organização da Sociedade Civil, porque mudou a nomenclatura, poucas pessoas sabem, mas dificilmente hoje é ONG, não se fala mais. É OSC, Organização da Sociedade Civil, desde 2013, que teve aí uma organização de como falar sobre os serviços da assistência social. Então, as OSCs precisam fazer um plano de trabalho, dizendo as atividades que ela vai desenvolver. Então é nesse sentido, a gente se organiza, escreve um plano de trabalho com as atividades que a gente vai ofertar para as crianças e para os adolescentes Com a nossa meta no plano de trabalho Então é 120 crianças e adolescentes e 210 entre criança, jovem, adulto e idoso Então a gente tem a meta a cumprir, 210 no serviço de convivência inclusive intergeracional e 120 no serviço de 6 a 14 anos. Então a gente escreve um plano de trabalho com todas as atividades que a gente vai desenvolver e dentro da vigência desse plano de trabalho, aí a gente desenvolve com o cofinanciamento da prefeitura e dos parceiros também. A Pamela já contou aqui um pouquinho do dia a dia, das atividades aqui da instituição de hoje. Se quiser deixar um último recadinho, um convite, qualquer coisa, a câmera é sua. Tá certo, então. Bom, gente, então, muito agradecida por esse momento, né? Por falar sobre o trabalho que a gente desenvolve aqui no Mai Maria Rosa. Fica o convite pra vocês, se acaso alguém se interessar em conhecer um pouquinho mais o trabalho. As portas estão abertas, né? Será um prazer em receber. e aí vocês vão conhecer mais de pertinho, né, nossas atividades, os participantes, né, e será um prazer. Então, lembrando, é importante falar, né, que a questão do trabalho, da assistência social, a política da assistência social, ela é um direito, né, então a gente, aqui a gente desenvolve para garantir o direito das pessoas, porque tem toda a orientação que a gente desenvolve com os participantes do serviço e com as suas famílias, para que o direito delas, de quem passa aqui pelo Maria Rosa, sejam os participantes aqui do serviço ou da comunidade, que é garantir o direito das pessoas. Isso também está dentro dos nossos objetivos da política de assistência social. E a gente também desenvolve o trabalho com as famílias em paralelo Então a gente trabalha com as crianças, com os adolescentes, com os idosos e também com as famílias Para que o fortalecimento de vínculos seja ainda mais, muito mais garantido Fortalecer os participantes aqui no serviço e a família deles também Obrigada então pelo seu tempo aqui, pelo tempinho que você tirou para a gente, Pâmela E é isso gente, hoje a gente conheceu mais uma instituição Aqui o Mai Maria Rosa Eu espero que vocês tenham recebido aí no coraçãozinho de vocês A mensagem aqui desse espaço Que venham fazer uma atividade, conhecer, fazer doação Espero que tenha tocado um pouco vocês de alguma forma A gente encerra esse Mãos Solidárias de hoje Mas a gente sempre convida você a revisitar os outros programas No Youtube da TV Câmara Campinas assim como os outros programas da grade da televisão. E a gente se encontra na próxima edição. Até a próxima!
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do MÃOS SOLIDÁRIAS

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
34:16

Mãos Solidárias | Casa de Jesus Núcleo Mãe Maria 30/02/2026

43:22

Mãos Solidárias | Núcleo de ação social - nas

34:53

Mãos Solidárias | Projeto turma do Bem

34:05

Mãos Solidárias | Projeto Alfa e Ômega: jiu-jitsu que transforma vidas em Hortolândia

30:37

Mãos Solidárias | Associação uma vida 10 anos transformando Vila olímpia

29:51

Mãos Solidárias | Projeto bom amigo leva inclusão à Vila aurocã

40:23

Mãos Solidárias | Projeto Bunekas leva acolhimento, proteção e voluntariado

44:49

Mãos Solidárias | Coração Curumim: apoio, acolhimento e cuidado com crianças cardiopatas

33:59

Mãos Solidárias | Ip Amarelo: triathlon transforma vidas de crianças

30:20

Mãos Solidárias | Espro Campinas: 1º emprego jovens vulneráveis gratuito!

30:12

Mãos Solidárias | Bem te quero: autoestima contra o câncer

36:00

Mãos Solidárias | Núcleo ADRA Bonsucesso transforma a vida de 90 crianças

37:47

Mãos Solidárias | Associação Alecrim em Flor transforma vidas em Campínas

37:04

Mãos Solidárias | Associação Cornélia promove inclusão e renda na saúde mental

46:03

Mãos Solidárias | Rosa e amor apoia vítimas de câncer

39:44

Mãos Solidárias | Fundo haja combate déficit habitacional no Centro de Campinas

44:49

Mãos Solidárias | Instituto CIDAS transforma vidas com oficinas e apoio social

49:35

Mãos Solidárias | Direito de ser: projeto que muda vidas

41:50

Mãos Solidárias | Instituto Som e Arte transforma vidas com música no Campo Grande

30:21

Mãos Solidárias | Responsabilidade social: como empresas transformam vidas em Campinas

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
1:05:42

Estúdio Câmara

16:38

Câmara Na Copa | Copa do Mundo FIFA 2026: Tudo Sobre a Maior Edição da História

4:22

Câmara Notícia | Parlamento Jovem 2026

8:59

Notícias da Metrópole

16:39

Notícias do Legislativo

2:43

Agora é Lei | Semana da Força Expedicionária

10:27

Agenda Cultural Campinas: Shows, Teatro, Cinema e Exposições para o Fim de Semana!

56:15

Câmara Notícia