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Mãos Solidárias | Casa de Jesus Núcleo Mãe Maria 30/02/2026
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Mãos Solidárias | Casa de Jesus Núcleo Mãe Maria 30/02/2026

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A Casa de Jesus - Núcleo Mãe Maria atende famílias em situação de vulnerabilidade social, independentemente da região de residência, atendendo também mais de 120 crianças, adolescentes e jovens com idades entre 5 e 24 anos, no contra-período escolar, como um espaço alternativo para complementar a educação e a formação cidadã.

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Olá, mãos solidárias começando. Estamos aqui na Vila Brandina e vamos conhecer o núcleo Mãe Maria, que atende crianças, famílias, adolescentes em situação de vulnerabilidade. Vamos conversar com o presidente aqui do núcleo, Senr. José Natalino de Oliveira, que inclusive fundou, né, participou da fundação. Seja muito bem-vindo, muito obrigado pela sua participação, seu José. Nós aqui agradecemos sempre que não é a primeira vez que a TV Câmera nos procura, nos eh nos prestigia com essa com essa delicadeza. E nós temos oportunidade aí de falar um pouquinho da nossa instituição. A instituição Matter, Casa de Jesus, foi criada em 1975 por Orlando e Silva Pascoal e outros companheiros. Uhum. Eh, sempre com o objetivo do da doutrina espírita e do atendimento ao próximo, ao próximo mais próximo, mais carente. Ah, o núcleo Mari é uma é uma é um apêndice da da casa de Jesus. Eh, em 1992, eh, com nós, a direção geral eh atentou que era muito importante nós termos uma um atendimento à criança, a criança mais carente e foi optado pelas pela Vila Brandina. que na época tinha uma grande necessidade. Uhum. Então, viemos, já atuávamos aqui com com avulços e viemos para cá, adquirimos terrenos, fizemos a construção na base da pizza e outros eventos e passamos no atendimento. Uhum. Tanto da criança como da família. Hoje sempre atuamos na área de saúde, sempre atuamos na área da educação. O reforço escolar é imprescindível numa parceria com o colégio Medaljon. Uhum. E de lá para cá só desenvolvemos. Hoje estamos com 80 crianças com jovens bem bem pequenos, bem jovenzinhos e que nos nos apresenta assim um futuro gostoso, um futuro de expectativa melhor de vida para a comunidade, para nós que tanto amamos essa garotada. Então, esse é o nosso objetivo. Não tem outro, é o próximo. Uhum. Essa ajuda, né, do do próximo e como o senhor trouxe, né, ajudar aqueles que mais precisam e visando também esse desenvolvimento e essa parceria com a família, né, Sor José? Não existe. Você não tem condição de ajudar uma criança se você não ajudar a família. Uhum. Entendeu? Então é um elo importantíssimo e aqui a gente procura fazer isso. Nós temos aí, vocês filmaram, nós temos assistência dentária, nós temos assistência médica, saúde, nós temos psicólogos, tá certo? Eh, vários segmentos. E isso tudo eh essa essa parceria são voluntários, como que funciona também as pessoas que atuam aqui no núcleo, né, nessa ajuda psicossocial? Nós tivemos, nós temos uma parte que são voluntários, a outra parte são oficineiros, certo? Nós tivemos, nós tivemos uma, um tempo que era um assistencialismo puro, somente voluntários com doações. Hoje nós estamos de um ano para cá, nós estamos contratando oficineiros Uhum. Para cuidar essas crianças de todas as formas. Você viu ali um profissional com eh com dança. Uhum. Né? Capoeira. Capoeira. Você viu lá atrás uma artesanato. Então, essas crianças estão aprendendo, não só eh recebendo reforço escolar, como recebendo uma instrução futura que possa se dar. Ah, tem a capoeira lá em cima tem a área de informática que você viram, entendeu? Então, na área de informática tem um grupo muito bom, entende? E que na medida do possível a gente vai trabalhando, vai aparecendo, nós vamos fazendo. E seu José, existia outra, existe outra sede também que vocês realizam esses trabalhos? Sempre foi aqui. Como que funciona essa divisão dos trabalhos do núcleo? O núcleo ele funciona aqui é um órgão, ele tá subordinado a Casa de Jesus, é lógico, tá? Ah, tem uma que é a sede da instituição, é uma é uma é uma pêndice da instituição. Aqui tem uma coordenadora que a coordenadora geral é a Suli, dona Suli, tem a coordenadora da educação. Uhum. coordenadora da saúde e vai por aí. Então, a gente funciona dessa forma. E qual é o maior desafio hoje para vocês, né, enquanto assim a ajuda também das pessoas, dos voluntários para manter a instituição? Senor José, olha o nós temos parcerias hoje. Nós temos parcerias, por exemplo, com recursos da Uhum. do poder público. Parte. Uhum. Mas 80% do é recurso nosso, de vocês. Recurso d de que forma? A casa de Jesus é uma instituição eh que tem uma credibilidade muito grande, graças a Deus. Nós recebemos doações, fazemos os nossos brechós, fazemos as nossas lasanhas e por aí vamos adquirindo os recursos para investir na criança. Então acontecem eventos, ações, né? Tem o bazar também. Vamos ter uma festa junina agora no dia 20 de junho, entendeu?Um festa junina, nós temos pasares, nós temos os brechós e todas as doações que entram são transformadas de alguma forma em dinheiro e isso reverte para cá, entendeu? E, seu José, como que é para o senhor, né, eh, ter participado dessa fundação e olhar hoje o cenário dessas famílias, dessas crianças que estão se desenvolvendo, né, jovens que também participam aqui das oficinas, que é um momento também de transformar vidas, né? Inclusive, a gente conversou com o professor de de capoeira e ele disse que ele veio de um projeto social e ele e hoje ele tá passando aquilo que ele aprendeu um dia. Olha, nós temos exemplos aqui de todas as formas. Nós viemos para cá, eh, nós terminamos a construção aqui, o núcleo foi inaugurado em 1997. De lá para cá, eh, nós sempre trabalhamos com voluntários, sempre com o mesmo objetivo, a educação, a disciplina, eh, seja do, seja da do frequentador aqui, da criança, como das famílias. Então, a Vila Brandina e Casa de Jesus, núcleo Mã Maria, eh, existe assim uma um respeito. Uhum. Certo? Nós respeitamos o ambiente deles, eles nos respeitam. Ah, as crianças esse ano passado nós, você viu que nós estamos com punhado de criancinha jovenzinhos, né, 6 7 anos. Ah, o objetivo é formar essas crianças. Então, vamos começar com essas crianças de 6 anos. Uhum. Entendeu? E daqui a pouco eles estão lá com 15, 16 já seguindo outro caminho. Tá bom? Então, que representa pro senhor, né? É difícil até mensurar, né, o tamanho. Ah, olha a doutrina que eu tenho que falar dela, porque ela é uma alicerce de tudo, né? Ela acolhe, ela tolera, ela harmoniza. E isso a gente traz para cá. A pessoa para trabalhar aqui tem que ter, não tem que ser espírita, mas ela tem que ter esses predicados. Uhum. Ela tem que ser, tem que harmonizar, tem que conviver, tem que amar essas crianças. Tá certo, seu José? Muito obrigada, viu, pela sua participação. Tem muito mais ainda, viu, pessoal? A gente só tá encerrando o primeiro bloco, mas no segundo bloco tem uma entrevista também muito legal com a coordenadora aqui do núcleo. Ela vai trazer informações sobre os projetos e também a gente acompanhou um pouquinho dos trabalhos que é realizado aqui no núcleo Mãe Maria. Então não saia daí que o Mão Solidárias volta já já. Mãos solidárias de volta. Agora vamos conversar com a Márcia Morandim. Ela que é a coordenadora da área de educação aqui do núcleo e vai conversar um pouquinho com a gente, falar sobre os projetos, sobre as atividades. Seja muito bem-vinda, Márcia. Muito obrigada. Bom, a gente vai falar então um pouquinho sobre as atividades que são realizadas, né, aqui no núcleo para as famílias, para as crianças, né, e como foi pensado, né, nessa nas atividades em si, né, como que foi encabeçado tudo isso desde a sua fundação até chegar hoje como está, Márcia, tá? O núcleo ele realiza atividades com crianças na faixa etária de 6 a 14 anos completos, eh, ah, desenvolvendo aí o aprendizado, a sociabilidade, a convivência social da criança. Ã, nós oferecemos o reforço escolar. Uhum. Nós trabalhamos com oficinas de artesanato, nós temos a informática, a robótica, ã, e além de atividades aí como a capoeira, a dança no hip hop, ã, nós temos as sextas-feiras nós temos fechados com a Ponte Preta, o espaço, o ginásio, ah, quadra esportiva e mais a piscina. Então, todas as sextas-feiras essas crianças vão com voluntários, fazem a prática esportiva, que é fundamental também pro desenvolvimento dessas crianças. Ã, então assim, é uma integração diária isso de segunda, a sexta-feira. Uhum. No sábado nós temos aberto também para aulas de karatê. Nós temos a capoeira. Dizer a meu senhor que a manteiga derramou. Eu vou dizer meu senhor que a manteigaou. Era manteiga de aia. Era manteiga de olho. Então assim, é uma atividade bem bacana aí. A criançada aproveita bastante e isso tudo no contraturno escolar, quer dizer, evita dessa criança enquanto pai e mãe está em atividade. Elas estão dentro de um lugar aqui seguro, acolhedoras, elas podem eh ter esse desenvolvimento, né, aprendendo obviamente. E tem toda essa questão da transformação de vida, como até mesmo o senor José disse, né, que é ver esse desenvolvimento das crianças, né, tira um pouquinho aquelas crianças que ficam sozinhas, né, dependendo não tem com quem ficar, né, os pais ou os responsáveis trabalham. Então, é um espaço onde eles podem eh ter esse aprendizado. Não só isso, né, Márcia, mas vocês também atuam em outras vertentes, né, como essa ajuda psico mesmo mental das crianças. Tem todo esse trabalho envolvido, né? Sim. Sim. ah, dentro das atividades diárias que são que são definidas, ah, cada voluntário ou cada oficineiro, ele também está ali atento na necessidade individual de cada aluno. Então, de repente nós temos um aluno aí com dificuldades no aprendizado. Opa, então vamos direcionar para uma avaliação com uma psicopedagoga. Não, essa criança ela tá mais agitada, essa criança tá precisando de um acompanhamento psicólogo. Vamos levar essa criança para uma avaliação fono, audióloga, a mesma coisa. Então, nós temos esse olhar comunitário, mas temos também esse olhar atento a cada um, a cada uma delas. E é uma é um diferencial, né? Talvez porque isso é que trabalha essa tem essa extensão da casa, porque o elo tem que ser, né, também tem que andar de mã de mãos dadas, né, de mãos juntas o quê? A instituição com a família, né? Então tem essa essa é primordial esse atendimento, né? Sim. Inclusive nós temos um grupo no WhatsApp que nós chamamos exatamente parcerias, que é o quê? Eh, com todos os responsáveis. onde a gente passa informações eh da criança, de eventos. Nós trabalhamos com eventos também aqui, datas comemorativas, comemoramos os aniversariantes do mês com bolo, com um dia assim diferenciado. H trabalhamos com datas comemorativas, a Páscoa, a festa junina que nós fazemos com barracas, brincadeiras. H, final de ano também nós fazemos o encerramento do ano do ano com uma festa de Natal, com entrega de sacolinhas que são feitas por voluntários que aceitam apadrinhar essas crianças. Então, tem a chegada do Papai Noel, tem a distribuição. Então, é uma confraternização bem bacana, é muito legal. E Márcia, como que vocês eh organizam toda essa questão das atividades, né, com as pessoas que atuam aqui, com os voluntários. Eh, as demandas elas vêm das próprias habilidades dessas pessoas, como que funciona? Sim, exatamente. Nós temos voluntários aqui no núcleo. Ã, a necessidade dela é o quê? ela disponibilizar um tempo, o tempo dela, a o conhecimento, o amor em servir principalmente, tá? Então, eh, nós fazemos esse trabalho em conjunto com oficineiros também, até por uma, de uns anos para cá, até depois da pandemia, se tornou meio complicado. Nós estamos tendo uma dificuldade em encontrar voluntários. Uhum. Então, nós começamos no ano passado a um projeto de contratação desses oficineiros, tá? Que nós temos hoje de informática, nós temos de artesanato, nós temos a capoeira. Uhum. E o hip hop. Então eles trabalham também para poder suprir essa essa necessidade dos voluntários aqui dentro. E hoje então a maior dificuldade, maior desafio é a parte do É a busca captação de voluntários. Realmente está meio difícil. A gente vê que não é só dentro da casa, mas nas outras entidades também o desafio tá geral de buscarem, né? E a demanda vai e e a demanda é muita, né, Márcia? Porque as famílias elas vão crescendo, vão tendo essa busca, essa procura. E e como que é feito aqui essa como que é feita essa busca, captação da da entrada? Isso. Famí, nós temos nós temos a área de serviço social, nós temos uma assistente social aqui que faz a porta de entrada das crianças aqui. É através do serviço social. os responsáveis vêm até o serviço social, é feito uma é feito um cadastro, ah, toda uma avaliação e através dessa avaliação, o serviço social encaminha pra área de educação a inclusão dessa criança, tá? E essa família precisa est cadastrada também nessas outras do do do governo, nessas programas. Não não necessariamente, tá? E e assim tem a aquela procura eh que as pessoas chegam até aqui por, né? Ai ai, conheço uma pessoa que frequenta, elas vêm diretamente aqui para saber como que funciona. Tem também tem o boca a boca, né? tem sim, mas sempre eh sempre focando na necessidade realmente da das famílias. E Márcia, como que é para você então, né, ser coordenadora, participar aqui do projeto? Você tá desde o início, como que foi? É muito bom. Eu entrei aqui como voluntária em 2018. Uhum. E assim, quando a gente pensa, eu vou doar um pouquinho, não, a gente não doa, a gente recebe muito mais. É uma coisa muito gratificante, muito bacana, muito gostosa. E a partir do momento que você se sente integrada ao projeto, aí você não quer largar, aí você fica mesmo, aquilo passa a ser a sua casa, você toma um amor, você cria um vínculo muito grande. É muito também, né, Márcia? E eles também, né? como se fosse família e muito gostoso. E é muito gostoso você chegar de manhã muitas vezes, ó, aconteceu aquele abraço. É muito gratificante mesmo. E como que é a rotina deles aqui, né? A gente até viu que tem toda uma tem os horários exatos, né? Sim. Eles nós abrimos aqui o núcleo às 7:30 da manhã. Uhum. É servido o primeiro lanche, o leite com chocolate, um pão, que é o café da manhã. Às 8 horas nós tocamos o sinal para início das atividades. Nós fazemos uma roda de conversa, de uma oração. Uhum. E aí eles partem para as atividades. Então tem os horários das 8 da manhã que começa a atividade, vai até às 10:30 da manhã. Nesse nós temos um intervalo para um lanche, é um intervalo curto, mais de 10 minutinhos, onde é servido um segundo lanche. Aí eles vão até às 10:30. Às 10:30. Aí termina, eles recebem mais uma fruta, mais um lanche e vão para casa porque aí eles tem o segundo, vem a vem a tura, eles têm a atividade escolar. E aí às 14 horas nós temos a segunda turma, que já são os adolescentes, são crianças de 11, os adolescentes de 11 a 14 anos. E para essa turma de 11 a 14 anos, são as mesmas atividades ou tem algo diferencial? Tem robótica, tem out tem a oficina, a informática, tem a robótica e tem as atividades também, como o artesanato, tem a capoeira, tem a as atividades esportivas também, a mesma coisa. Tá certo, Márcia? Muito obrigada, viu? A gente preparou um material muito especial também e o pessoal de casa vai poder conferir agora as entrevistas e também um pouquinho do que acontece aqui no núcleo mãe Maria. Então confere tudo aí. Esse é o momento da capoeira. Hora de aprender, cantar e celebrar a cultura. Cada canção aqui carrega história e cada movimento ensina disciplina e respeito. Quem lidera esse ensinamento é o professor Lucas. Ele conhece de perto o poder dessa arte, pois também veio de um projeto social. Hoje, do outro lado da roda, ele vê o reflexo do seu passado se transformar no futuro de cada um desses pequenos. Eu tenho o meu mestre que é o Paulo, né? Então ele já tem alguns contatos a já trabalho faz um tempo nas redes particulares e em algumas redes públicas. E o Paulo, ele tinha um contato aqui da Suli, né? Aí a Suli perguntou se ele poderia dar vir aula aqui e ele tava com a agenda dele toda cheia e eu tinha alguns dias livre ainda. Aí ele entrou em contato comigo, falou: "Vai lá, salva ela lá que ela tá precisando do professor de capoeira". Aí eu vim e tô até hoje aqui. Deu certo. Tô aqui com essas crianças maravilhosas. Eu também saí de um projeto assim, né, de questão de vulnerabilidade, né? Eh, para mim é muito gratificante, né? ver essas crianças aprendendo alguma coisa que elas possam trilhar depois, igual eu. Eu tô aqui hoje trabalhando com capoeira já faz uns 8 anos, entendeu? Então isso é muito gratificante que que eles podem seguir esse caminho também. Eu aprendi várias coisas legais no núcleo. Eu gosto da capoeira, gosto do reforço, gosto de um monte de coisa daqui. E você já fazia capoeira antes ou você aprendeu tudo aqui? Começou aqui. Aprendi já um pouquinho, mas eu já aprendi muito mais aqui. Eu vim aqui todo dia, não falto nenhum dia. Todo dia de manhã você tá aqui? Aham. E depois à tarde você vai pra escola? Vou. Além da capoeira, as crianças também ganham espaço para criatividade nas aulas de artesanato. Eu cheguei aqui o ano passado, no começo do ano, e para mim tem sido uma honra trabalhar aqui. E como que é para você trazer o artesanato, né, para essas crianças? O que representa na sua vida? Na verdade, artesanato para mim é tudo e assim é, eu fico muito feliz de estar trazendo pras crianças ensinando um pouco do que eu sei, porque em um mundo tão difícil a gente conseguir fazer artesanato é uma gratificação. Alguns eh têm habilidade, né, e outros nem tanto, que é o normal de cada um de nós. E assim, é muito gostoso ensinar pra eles e ver eles evoluindo no artesanato. Coisas que não conseguia fazer, como uma dobradura simples. E hoje eles já fazem perfeitamente. É interessante ver essa evolução. Com certeza é gratificante ver a evolução. E por que que você gosta do artesanato? Porque a gente faz muita pulseira e muito emojis. E você já sabia ou aprendeu aqui com ela? Aprendi aqui. E hoje você consegue fazer sozinha? Sim. Kennedy, quais são as atividades que você gosta de fazer aqui? Jella, hip hop, informática, educação física. E o que você mais gosta de fazer aqui? E na aula de hip hop. Aula de hip hop. Que legal. Você dança bem? Danço. E além do hip hop, o que que você mais faz? É ir na capoeira. faz bastante coisa. Então, aula de hip hop, é educação física e informática. E na informática, o que que você gosta de fazer? Que que você aprende? Eu aprendo a ler, escrever, fazer aula e jogar um pouco. E o que que você gosta de fazer aqui no artesanato? Mexer com tinta. Hum. Que mais? E pulseira. Para as famílias, este espaço vai muito além de um local de atividades. É um lugar onde elas testemunham dia após dia o desenvolvimento dos filhos. Eu moro aqui no bairro e aí um uma das minhas amigas tem filhos que mora, que estuda aqui e ela me falaram muito bem da casa e aí o ano passado eu coloquei a minha filha, só que não tinha vaga. Aí esperei, deu a vaga esse ano, a primeira vez da minha filha e ela está amando. E o que é para você, né? O que representa esse espaço aqui? Como que você vê o desenvolvimento da sua filha? Então, a minha filha tá amando e aqui é um espaço acolhedor. As os professores, aos coordenadores, a casa acolhe bem, trata muito bem minha filha e todas as crianças que eu conheço. E cada dia que passa a minha filha tá se desenvolvendo mais. Ela tinha muita ansiedade, depois que entrou aqui, melhorou bastante e aqui é só crescer. E Emília, aqui além das atividades, né, educativas, tem outras áreas também, tem a área de saúde, tudo isso, eles auxiliam também os familiares? Sim, tem a pediatra que minha filha passa com Dra. Angélica, tem também dentista que ela vai passar agora, que é o primeiro ano dela agora. Ela vai passar e é tudo de maravilhoso. Só agradecer a Deus que minha filha entrou aqui e é só agradecer e pronto. E aqui é muito bom, aconchegante, pessoal são maravilhosos, tudo responsável, tem médico, pediatra, dentista, muitas coisas boas. E o que te motivou a trazer ele para cá, para esse espaço, né? Qual foi o principal motivo? O motivo para as crianças não ficar na rua. E aqui tem muitas atividades. Aula de violão, ele gosta muito. Karatê, dia de sábado, eu gosto bastante do pessoal daqui. Muito maravilhoso. Para mim são muito importantes assim, viu? trabalhar com as crianças e é muito satisfatório. Há quanto tempo você trabalha aqui? Como que conheceu o espaço? Eh, eu fiz entrevista e me chamaram, eu tava desempregado, não fiquei muito tempo não, aí me chamaram, comecei a trabalhar aqui tem, vou fazer três anos. E como que é para você, né? O que significa, o que te motiva vir todos os dias trabalhar e ajudar aqui o pessoal? Ah, eu gosto, viu? Muito, muito bom. Muito bom. Transformou alguma coisa? Você viu esse desenvolvimento também? É, em você enquanto pessoa? Sim, eu a gente aprende com eles, com as crianças, né? E trabalhar com a criança é a gente um aprendizado muito grande. Sim. Ajudar eles também ativa a gente também. Bom, a gente mostrou um pouquinho do trabalho que é realizado aqui no núcleo Mãe Maria. Tem muito mais, muitas atividades que acontecem aqui. Foi só um resuminho para vocês e é muito interessante, né, Márcia, a gente ver o desenvolvimento das crianças, né, como elas se sentem à vontade aqui no núcleo, principalmente também o os depoimentos, né, dos oficineiros também, que traz uma mensagem muito importante, né? Então, e isso é muito eh é muito gostoso, inclusive de receber, porque acaba se tornando uma grande família. Há interação entre as crianças, há uma integração muito grande entre a própria família, os próprios pais que agradecem, porque enquanto estão no trabalho, eles sabem que a criança está bem, está sendo atendida e está sendo protegida. E assim, é muito gostoso. E para vocês, esse reconhecimento e e esse desenvolvimento e a transformação que acontece é o é realmente o objetivo do núcleo, né? Sim, sim, sim. Até mais tarde. A gente acompanha essa criança, muitas vezes entra aqui com 6 anos, 14 anos é o último período dela. E a gente vê muitas vezes e temos histórias, eh, temos aqui os filhos dessas crianças que estiveram aqui, que foram educandos, hoje trazem os filhos para est participando. Então assim, é muito bom, é muito gratificante para todos. E o trabalho voluntário também, que é você tenta fornecer alguma coisa, se doar, mas nessas ações aí você acaba sendo abençoada, você acaba recebendo muito mais do que Ah, legal, Márcia. Então, quem quiser, né, participar aqui do núcleo, quem quiser se voluntariar, né, procura então vocês, né, nas redes sociais também. Exatamente. Osareiros, a casa de Jesus e faça a inscrição. Vale a pena. É muito gostoso passar um pouquinho do conhecimento, do seu conhecimento, né, para essas crianças e adolescentes que tão precisam também fazer um pouquinho parte, né, desse projeto tão especial Transformando Vidas. Eu quero agradecer a sua participação, viu? Muito obrigada. Eu que agradeço. Parabéns pelo trabalho. Obrigada. Bom sabidárias fica por aqui. Te espero na próxima edição. Você pode acompanhar esse episódio, como tantos outros também pelo canal do YouTube da TV Câmara Campinas. Te vejo na próxima edição. Até lá.
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