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Mãos Solidárias | Rosa e amor apoia vítimas de câncer
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Mãos Solidárias | Rosa e amor apoia vítimas de câncer

47 views Publicado 23/02/2026 HD · 46:03

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No Mão Solidárias, visita ao Grupo Rosa e Amor, associação de Valinhos (SP) fundada há 26 anos pela Dra. Márcia Camargo Franzese, médica que superou câncer de mama aos 48 anos e idealizou acolhimento multidisciplinar para pacientes — inicialmente mulheres com câncer de mama, depois ginecológicos e, há 1,5 ano, todos os cânceres masculinos. Gratuito, atende Valinhos e região com equipe de psicólogas, nutricionistas, fisioterapeutas, enfermeiras e mais, focando fases emocionais (negativação, barganha, aceitação) e leis como 30/60 dias para diagnóstico/tratamento. Célia Salgueiro, coordenadora social, explica suporte jurídico/social para violações de direitos, afastamento INSS, autônomos vulneráveis e priorização SUS (portaria SP 2021), complementando saúde com acolhimento familiar e cuidadores. Maria Rita Castellani, atendida desde 2019 (cirurgia, quimio, rádio), destaca transformação: "Câncer trouxe aprendizado de vida melhor, com nutrição, atividade física e voluntariado (nota fiscal paulista, bazar, pedágio)". ​ Projeto Sementes do Futuro acolhe filhos/órfãos de pacientes: arteterapia, dança, música, passeios — espaço de leveza, criatividade e troca ("aqui não somos os únicos"). Crianças como Davi e outras relatam alegria em brincar, aprender piano e preparar eventos como Dia da Família. Sustentação: convênio prefeitura, bazar, Nota Fiscal Paulista (cadastre CPF no site para doar créditos e sorteios). Novidades: odontologia para mucosite, infecções e próteses. Histórias reais de superação e humanização — inspire-se e doe notas fiscais! 🩺❤️ Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, o Mão Solidárias de hoje vai falar sobre uma organização da sociedade civil que nasceu em Valinho, cidade do interior de São Paulo, no ano de 2000 com a Dra. Márcia, que vai contar sobre o que é exatamente o rosa e amor, qual é esse propósito e como ele foi idealizado. Doutora Márcia, seja bem-vinda aqui ao mão Solidárias. Primeiro vamos contar para quem é de casa o que é o rosa e amor e aí depois como nasceu tudo isso. O Rosa Amor, Mina é uma associação que há 26 anos tá atuando no município de Valinhos e região. A princípio, nós começamos trabalhar só com câncer de mama e depois passamos por câncer ginecológico, todo o câncer da mulher e há 1 ano e meio estamos atendendo também o masculino. Então nós atendemos todos pacientes com câncer de valinhos e e região que nos procuram. E além disso, nós temos um projeto especial que trabalha com as crianças, com os filhos das pacientes, crianças que ficaram órfos, que perderam as mães pelo câncer ou também que as mães estão em tratamento, que chama sementes do futuro. Doutora, essa história começou a partir de uma dor sua, porque claro, a produção já fez esse levantamento. Queria que a senhora contasse o que que tava acontecendo, o que que foi a sua vida que na você disse, a gente precisa ter um serviço como rosa e amor. Quando eu fiz, comecei minha, minha terapia, porque eu fiz o diagnóstico de câncer, eu tinha 48 anos e daí eh eu senti que que faltava uma equipe multidisciplinar para acolhimento da paciente. Então, eu frequentava só um grupo de fisioterapia, que era a única, ah, profissional que era encaminhado aos pacientes naquela época. A gente fazia quimioterapia, radioterapia e fisioterapia. E aí eu encontrei muitas mulheres e a dor dela junto também com a minha dor, com a dificuldade de de ter uma nutrição adequada, de ter psicólogo, de ter uma equipe realmente de apoio que acolhesse nessa fase a mulher. Então daí surgiu o grupo Rosa e Amor, foi indo paulativamente com esse grupo. Senhora foi conversando com essas amigas e discutindo essa possibilidade de fundar uma associação. É, a princípio eu não comentei nada com elas, comecei já a me organizar e erapoca de Natal, convidei para um café em casa à tarde e quando nosso elas chegaram, daí eu fiz essa proposta. Elas acharam meio doido porque estávamos todas em tratamento ainda, né? Vamos, mas como que nós vamos começar? Falei: "Não, vamos começar". E daí nós começamos, fomos em vocês eram em quantas, a senhora lembra? Ah, umas 12 mulheres aí. com fomos em fui em todos os consultórios, eh, o ginecologista, pedimos para que eles encaminhassem, marcamos o dia, escolhemos um espaço, né, que que nos ofereceu uma sala só a princípio. Começo era uma sala, não era aqui. Não, não. Aqui aconteceu muito mais tarde esse prédio. Foi uma sessão de terreno através de um decreto lei de um prefeito, prefeito Vitória Antonia, que cedeu, são dois terrenos que ele cedeu para nós e daí foi nós construímos. Nossa, doutora. Mas voltando ainda um pouquinho antes, como foi a reação? Inclusive a senhora é médica, OK? Mas quando vocês chegaram enquanto pacientes e falaram com os médicos ou até com outros profissionais que poderiam fazer parte dessa equipe multidisciplinar, levando a proposta dessa associação, como foi isso? É, nós só convidamos, pedimos para que eles encaminhassem os as pacientes que eles tinham e porque para nós era importante, mas nós estávamos assim muito no início, então era um grupo muito coeso que acabou virando como uma família, uma irmandade e as pacientes começaram a chegar e nós tínhamos no início só no nutricionista, fisioterapeuta, psicóloga, todas voluntárias. A medida que a equipe foi crescendo, nós nós fomos avançando, contratando profissionais e só assim conseguimos realmente alavancar a instituição, porque o voluntário às vezes nem sempre tá disponível e nós precisamos que ele esteja lá pro atendimento da paciente. Por isso depois, com a evolução da instituição, esses profissionais passaram a ser contratados. contratados. São todos contratados já naquela, naquele primeiro café, doutora, ali já surgiu o nome Rosa e Amor ou foi depois? Ali já eu já tinha o nome na cabeça. Por quê? conta um pouquinho da história desse nome pra gente. Foi muito doido. Eu na minha época de tratamento, a gente passa por várias fases. Quem tem o câncer primeiro, nós estudamos essas fases e a gente nós temos que identificar que fase chega a mulher. Então, tem meu psiquiatra Elizabeth Globerros, que trabalhou definindo bem essas fases. Então, primeira fase, você geralmente é de uma negação de da doença, depois a gente tem uma fase de barganha e eh até você chegar. Que que é a fase de barganha? Por exemplo, eu vou fazer uma promessa, vou pra Aparecida do Norte se eu for ficar curada, tá? Então, eh, entra várias fases até chegar às vezes uma fase de depressão, até chegar na na aceitação mesmo. Os pacientes que chegam na fase de aceitação é muito importante porque daí eles começam a se cuidar e começam a se transformar o câncer. Eu acho que como qualquer doença que nos põe em frente à morte, ele nos coloca reflexões. Então dá oportunidade de você rever valores, de rever tornar você uma pessoa muito mais saudável. Depois às vezes as pessoas não entendem muito o que a gente fala que às vezes a vida ficou melhor depois do câncer, é porque nós conseguimos alinhar nossa vida. Às vezes nós estamos vivendo de uma forma tão automática que nós não conseguimos nos perceber melhor. Quando a gente começa a perceber e ter uma vida mais consciente, você passa a ter uma qualidade de vida melhor. Sim. A senhora falou inclusive dessas fases. Eh, quando vocês vêm com essa proposta inicialmente, né, pra mulher e hoje a senhora vai contar um pouquinho depois, inclusive por que vocês decidiram também ampliar para os homens. Mas o rosa e amor, ele acolhe essa mulher em todas as suas fases, respeitando aquele momento dela. Por exemplo, se ela tá no momento da da barganha, não, você não pode ter essa barganha, não. Respeitando cada momento. É isso, doutora. Respeita. E a transformação depende de cada um. Nó, ninguém transforma ninguém. O que nós fazemos é caminhar lado a lado e dar oportunidades para essa transformação. E o próprio grupo é muito importante porque é o momento, o lugar que elas têm para conversar, que elas têm seus pares para conversar, porque nem sempre na família existe esse espaço. A mulher fica com medo de de estar contando pros filhos, pra família, então ela se fecha. Então, uma das funções do grupo, não só da equipe multidisciplinar, é o encontro dos seus pares, é esse fortalecimento de vínculos entre pessoas que estão passando do mesmo problema. É, até porque muitas vezes quando ela conta pra família, além dela ter que lidar com a sua própria dor, ela tem que lidar com a neura que se coloca ali dentro do seu lar também. O Rosa e Amor também faz esse tipo de acolhimento. Nós trabalhamos também com os familiares, trabalhamos com cuidadores. Os familiares também passam por psicólogo e e vamos fazendo um trabalho em conjunto. Lógico que não é a mesma. Nós temos na equipe três psicólogas. A psicóloga que atende a mulher, não atende o familiar, né? É muito importante isso. Agora, doutora, quando a gente pensa naquele momento em que vocês começam lá na salinha, vão eh, inclusive aqui na região metropolitana de Campinas, o Rosa e Amor, ele é amplamente conhecido por suas ações, não só no outubro rosa, que é o mês que todo mundo fala, mas em ações constantes em toda a região, eh, falando desde a questão do da conscientização, a questão de doação, de cabelo. Como que isso foi evoluindo no decorrer dos anos, doutora? Então nós começamos assim pequeno na durante os dois primeiros anos eu entrava em contato com hospital e eu ia fazer visita do para cada paciente que tinha sido operada de câncer e oferecia nosso serviço. Um tempo foi difundindo, os profissionais foram entrando e nós fazíamos vários fóruns de conscientização e de discussão de caso para atualização, paraa conscientização do paciente. temos vários projetos trabalhando em cima disso com a comunidade e e as coisas foram acontecendo e eu acho que ela sente muito bem aqui e o nosso verbo assim é sempre acolher, acolher, acolher, acolher sempre. Ninguém sai daqui sem ter alguma receber alguma coisa. É o primeiro, ela passa para chegar no ros amor, para ser atendido, precisa do resultado anatomopatológico. Nós temos que ter certeza que o paciente tem câncer, depois ele é acolhido pela psicóloga e depois passa por toda a equipe multidisciplinar, passa por todos os outros profissionais, pela enfermeira, pela nutricionista, eh todos os pacientes que pode, inclusive depois o serviço social, que tem uma parte importante que trabalha com apoio jurídico também desses pacientes. Daqui a pouquinho, inclusive, a gente vai falar com o assistente social do Rosa e Amor paraa gente entender melhor essa parte também que é muito importante. Quem é essa mulher que chega aqui no Rose Amor? Ela é porque a gente fala de também nesse momento de camadas sociais, doutora. São todas as camadas sociais. Qual Qual é esse recorte? São todas. são todas a gente não eh eh nós temos a assistência social que daí ela passa e ela vê a fragilidade dessa mulher, né? qual a necessidade dela, mas a gente revê direitos, como nós estávamos comentando na lei dos 30 dias e a lei dos 60 dias, que nem já vamos contar para quem tá lá em casa, gente. Inclusive é algo que muitas vezes até profissionais que lidam com o direito não sabe muito bem, até porque tem uma questão especial paraa saúde, mas existe uma lei que muita mulher que tá lá em casa não sabe, doutor, o que que é? Nós temos as a lei do 30 dos 30 dias é uma lei já antiga, mas dificilmente ela é cumprida. Que é desde o momento que a mulher chega e é pedido o primeiro exame para ela, para uma suspeita de câncer até ter o resultado do anopatológico que dá o diagnóstico de certeza, não poderia demorar mais que 30 dias. E desde esse momento que ela já tem o diagnóstico até o início de qualquer tratamento, quimioterapia, rádio, qualquer tratamento, não deve não poderia exceder 60 dias. Sim. E existe também pro estado de São Paulo uma portaria de 2021 que ele prioriza o paciente oncológico no sistema. O paciente com uma suspeita de câncer, ele tem que ser priorizado, não dá para lhe esperar. E o agendamento dele deve ser o mais rápido possível. Mas isso é no SUS ou por exemplo conveniados? Toda a rede de saúde tem que respeitar essa lei. Essa lei seria para todos, principalmente pro SUS, mas seria os convênios às vezes têm uma agilidade maior, mas dá uma diferença bem grande da paciente que tem convênio, da que não tem convênio, mas também depende do convênio, né? tem que são mais ágeis para para resolver. E também tem uma eh é uma coisa muito importante que passa pela conscientização da própria mulher. Às vezes a mulher tá sentindo nó para ir marcar seu exame. Então esse é um buraco negro que a gente ainda não conseguiu detectar quantas mulheres e o período que acontece isso, mas a gente sabe que existe às vezes por medo, por outras questões, elas não fazem os exames. Doutora, agora eu também vou, até porque eu vou aqui colocar, tenho casos de pessoas que eu conheço, de uma amiga que eu conheço, que, por exemplo, ela se percebeu com algo diferente, mas quando ela foi ao médico, o médico falou: "Ela, tá tudo bem, pode voltar para casa tranquila". E ela nesse primeiro momento volta, mas depois ela continua se percebendo diferente, com nódulo. E também quando acontece isso, porque às vezes parece, né, que como a senhora falou, muita mulher se percebe, tem vergonha, mas a mulher acaba falando: "Não, eu não vou voltar porque eu acabei de no médico, o médico falou que tá tudo bem, deve ser alguma coisa da minha cabeça". Também tem isso, doutora? tem isso e isso é muito importante, que as mulheres tomem consciência se elas sentirem alguma coisa, porque lógico que todo mundo quer sair do médico que tá tudo bem, mas se ela não sente que está bem, ela deve procurar outro profissional, tá? Ela é direito de todo o paciente procurar outra opinião e ir atrás para conseguir, porque nós já tivemos vários casos dentro do rosa com essa situação, com retardo de diagnóstico por situações assim parecidas, até pacientes jovens que estavam amamentando e que era falado que elas estavam com nódula porque tava amamentando e o tumor vai crescendo, não ele vai aumentando. E nós perdemos a chance de ter um diagnóstico precoce. O diagnóstico precoce é 90 a 95% de chance de cura e eh e fora todo o desgaste de um tratamento onde é mais avançado o câncer. Sim. em relação ao tipo de quimioterapia, radioterapia, o desgaste da imunidade. Então, eh nós vamos trabalhar com várias linhas. Primeiro da consciência da mulher, tanto dela procurar o serviço, tanto se ela tiver dúvida do do que foi falado para ela, do diagnóstico, ela procurar outro serviço, ela tem todo esse direito. Sim. e depois entrar no serviço de saúde e procurar eh mostrar a importância do do diagnóstico ser mais rápido. Tem coisa que que depende da gente, mas tem coisa que depende do sistema que nós não temos como interferir. Doutora, hoje o rosa e amor ele sobrevive como? Então nós temos financeiramente falando, viu, gente? Não, financeiramente falando porque o nosso atendimento é todo gratuito, né? né? Então, nós temos muitos profissionais, temos uma estrutura para manter e nós temos um convênio com a prefeitura que nos ajuda com SUS, temos um bazar que nos ajuda na nossa sustentabilidade, temos nota fiscal paulista, que também é extremamente importante que as pessoas comecem a doar essa nota fiscal paulista aqui para nós. E elas podem doar como? Elas colocam naquela caixinha ou elas se inscrevem lá nota fiscal paulista no site do governo já encaminhando as suas notas quando ela pede o CPF para o Ros Amort. Existe isso? Existe. É muito importante as pessoas saberem, porque quando coloca na caixinha é ótimo, já vem uma parte pro Rosé Amor, mas quando ela se inscreve no site do governo para receber eh para nós, a o valor que é repassado paraas entidades, tanto por Rosa Amor, por qualquer entidade que a pessoa escolha que seja escrita, o valor é muito maior. Além disso, ela tem a chance de entrar em sorteios que que chega até 1 milhão por mês se ela se ela fizer esse cadastro. Olha que importante. Então, aquela nota fiscal que você pede no mercado, que você pede ao comprar numa loja, você pode entrar no sistema e já direcionar que toda vez que você diz o seu CPF, a parte do seu imposto vai para uma instituição que faz um trabalho tão importante quanto Rosa e Amor. É isso, doutor? É, eu acho, é muitas instituições precisando, como nós também precisamos muito. E essa contribuição é muito importante porque os serviços vão aumentando. Um serviço que nós estamos muito feliz de começar agora a estruturar é a parte de odontologia também. Ah, vai começar a ser oferecido, vai. Nós já estamos com o gabinete montado, tá? Estamos com dentista nesse espaço. Eu convido vocês até para conhecer, mas estamos na fase de estruturar para começar o trabalho. E porque o paciente quando ele chega para ser tratado é muito importante, se fala muito pouco da saúde bucal, ele não pode ter infecção. Então os gentistas vão trabalhar em várias frentes. primeiro com a desinfecção da boca para não ter problema, porque a quimioterapia cai a imunidade do paciente e caindo a imunidade do paciente, se ele tem um foco infeccioso, esse foco pode complicar e o paciente vê sofrer muita complicação por causa disso. Outra a linha de tratamento dos dentistas é o tratamento de mucosite com laser, que nós já fazemos. O paciente com imunidade baixa, ele altera muita mucosa da boca, muito mais ainda em câncer de cabeça e pescoço, com radioterapia, quimioterapia, esse paciente não consegue nem se alimentar. Tem pacientes que chegam a precisar de sonda porque a boca tá toda tomada de ar. É como se fosse uma afa, tá? Doutora, inclusive, já que a senhora tá falando de tudo isso, a gente falou do do câncer de mama, mas já no comecinho a senhora explicou que depois passou a tratar eh outros cânceres ginecológicos. Hoje é todo tipo de câncer. Em que momento que vocês perceberam que o Rose Amor também precisava abrir aqui as portas para os cânceres em homens? Porque nós percebemos assim, tinha muita dificuldade o homem ainda e agora que nós começamos, talvez nós devíamos ter começado antes, porque nós tínhamos o espaço muito voltado pra mulher e nós questionávamos muitos colocar o masculino junto, como seria, mas foi maravilhoso a gente ter, porque nós sentimos a a necessidade masculina como é grande. O homem fica às vezes até mais perdido que a mulher. Fica porque as mulheres se agrupam mais, elas se ajudam mais, o homem é mais solitário nessas situações. Então daí nós contratamos fisioterapeuta pélvica e estamos acolhendo o homem pós-cirúrgico desde momento e outros tipos de câncer. E isso tá sendo assim muito importante para nós. A gente chega a ver homens ajudarem outros homens chegar, fala: "Vocês chegaram no lugar que vão conseguir cuidar da gente". E mostrando a instituição pro outro homem. Isso para nós tá sendo assim muito gratificante. É um trabalho que a gente já devia ter começado, mas começamos faz um ano e meio. Estamos trabalhando e tá sendo muito gratificante. Doutora, muito obrigada. Parabéns pela atuação do Rosa e Amor e conte sempre com a gente para mostrar as atividades, para também mostrar as ações que a associação faz aqui na nossa região. Muito obrigada, Mina. Obrigada a todos e pedir para que cada um ouvinte se cuidem. É isso mesmo, gente. Vamos se cuidar. Não vamos ter medo. O câncer é uma doença tratável. Já faz 26 anos que eu tive. Eu tô aqui conversando com você. Deus abençoe a todos. de vocês, menina, vocês da equipe, tá? Muito obrigada, doutora. Olha, agora você vai ver um clipe aí de algumas atividades do Rose Amor. Essas imagens foram cedidas aqui pela própria associação e na sequência a gente vai conversar um pouquinho com a assistente social para entender também esse processo e essa atuação importante quando a gente pensa nesse olhar social do rosa e amor. A gente já conversou com a Dra. Márcia sobre o atendimento à saúde e ela falou inclusive sobre essa importância da questão do social. A Célia é a coordenadora do serviço de assistência social e vai explicar um pouquinho sobre isso para nós agora. Célia, além da saúde, qual que é a importância quando a gente pensa? Inclusive eu perguntei pra Dra. Márcia, porque a gente sabe que, infelizmente, o câncer é democrático. Ele pega tanto o homem e a mulher de uma classe social mais alta, desde aqueles que têm vulnerabilidade. Onde entra nesse momento quando esse paciente, essa paciente chegam aqui no Rosa e amor, a assistência social. O serviço de assistência social ele é complementar, né? Nós trabalhamos num eh com uma equipe multiprofissional e ele é complementar a esse atendimento de saúde. O a assistência social entra quando que o o próprio paciente chega, ele é encaminhado primeiramente paraa psicologia, que é o que faz o acolhimento, em seguida pra área da saúde, da enfermagem e do social. E pastormente se desdobram os novos outros atendimentos também. H, o social, eu costumo dizer que é o faz parte dessa equipe de acolhimento e e nele a nós vamos verificar quais outras vulnerabilidades que esse paciente pode estar sofrendo e principalmente na questão da violação de direitos. se nesse processo, né, do tratamento existe alguma situação violadora de direitos e daí a nossa equipe elabora em conjunto com esse paciente essas estratégias para que supere essas dificuldades, né, que tão até a questão do jurídico também nesse contexto. Sim. Então, nossa equipe, nós temos a a sou eu, né, como a coordenadora da assistência social, nós temos uma dupla ã psicossocial, um psicólogo e uma outra assistência social que é que faz esse trabalho quando identificado essas essas vulnerabilidades. Somado a isso, nós temos também os advogados, né, que nós temos três advogados que fazem o atendimento dessa da questão jurídica, caso precise, né, entrar tanto a orientação quanto às vezes alguma ação para que essas questões sejam assim amenizadas, porque impacta muito na questão do tratamento. Então, eh, o paciente é único, então existe a equipe que vai cuidar da parte da saúde, do tratamento, do acompanhamento e o nosso, uso social, que vai cuidar da questão dessas vulnerabilidades que muitas vezes podem estar afetando e comprometendo ainda mais o tratamento do paciente. Assim, quando a gente pensa em toda essa equipe multidisciplinar que hoje o Rosa e Amor tava aqui, inclusive eu conversei com a Cé um pouquinho antes, ela falou: "Eu já atuei aqui, saí, voltei". Exato. Como que é para você esse trabalho na sua área da assistência mais focada nesse recorte dessa mulher inicialmente e agora um ano e pouquinho também para esse homem que chega aqui nesse momento de não só vulnerabilidade emocional, mas que também pode estar com olha eu vou ter que me afastar do trabalho ou eu sou autônoma, ou sou meio, sou empresário, não sei como eu vou agora, porque tem muita gente que deve depende de mim no meu trabalho. Como que é tudo isso para vocês? Então, essa atuação é muito importante, né, nós oferecermos esse esse atendimento, esse serviço complementar, porque de fato a além do diagnóstico, né, do paciente oncológico, muitas vezes eles têm ainda esses impedimentos no acesso ao serviço, principalmente na questão do trabalho. Ah, a questão às vezes se depende da condição, da forma de contratação dele, se ele estava ainda segurado no INSS, tem um procedimento já que lhe garante, né, o auxílio o auxílio por incapacidade temporária. Mas quando que a esse mesmo paciente não estava ou ele ele desenvolvia um trabalho como autônomo ou de uma forma ah sem o registro, né, em carteira, ele fica ah muito vulnerável e a renda que antes, né, que ele obtinha às vezes por diversas atividades que ele executava, pelo impedimento, né, do tratamento, né, da ele tem essa dificuldade de obter, né, essa renda, o custeio, né, assumir as atividades, a família que ele costumava. Então, essas condições são são agravadas, né? Sim. Para você, como assistente social, o que significa estar aqui no Rosa e Amor, fazer parte dessa equipe? Eh, eu gosto muito dessa instituição e principalmente da exção do nosso trabalho, de construir agora cada dia mais ampliando esse serviço. Passou por algum câncer ou não? Não, não, não tenho essa vivência, né? Mas nós temos assim uma afinidade muito grande pela causa. e oportunidades como essa de nós conversarmos sobre os nossos serviços e de vocês levarem essas informações, né, para um maior número de pessoas, é muito gratificante também, porque a gente quer que na verdade o grupo Rosa e Amor tenha a ã chegue para para realmente para essa população que muitas vezes desconhece o nosso trabalho dessa grande equipe que tem aqui e que eu posso garantir que a gente faz sim a diferença na vida dessas pessoas. pessoas. Parabéns pelo trabalho. C muito obrigada. Obrigada. E agradeço também essa oportunidade de vocês virem visitar a nossa casa e levar essa informação também para outras pessoas que possam estar precisando da gente. E você viu aí durante esse bloco, você tem aí os endereços e os contatos, né, rede social e tudo mais que você pode conhecer aí o trabalho do Rosa e Amor. A gente vai para um breve intervalo e na sequência o Mão Solidárias vai conversar com uma pessoa, uma das mulheres atendidas aqui pelo grupo Rosa e Amor e também mostrar um projeto que bem novinho aqui, que é o atendimento às crianças e adolescentes que tem mães assistidas também ou que porventura ficaram órfãos depois de uma passagem aí dessa mãe pelo câncer. A gente volta já já com mãos solidárias. E neste segundo bloco do mão solidárias, nós vamos conversar com quem é atendido aqui. Agora a gente conversa com a Maria Rita e ela que chegou em 2019 ao Rosa e Amor vai falar um pouquinho da sua história. Maria Rita, vamos lembrar um pouquinho lá daquele ano de 2019, como que foi? Foi após receber um diagnóstico? O que que tava acontecendo? Conta para nós um pouco sobre isso. É, faz tempo, né? Eh, existem coisas que a gente gosta até de não lembrar mais, né? Mas eu descobri o câncer em agosto de 2019. Fiz cirurgia primeiro e pós a minha cirurgia eu descobri o Rose Amor, tá? Fui trazida aqui por uma amiga que me deixou não foi não naquela ocasião foi uma pessoa conhecida que te indicou. Então isso uma amiga que já tinha sido voluntária aqui no Rosa e Amor me trouxe, né, me deixou na recepção, falou pra recepcionista: "Olha, essa é minha amiga, ela precisa de vocês". Eh, o que me marcou muito foi o acolhimento, porque a gente chega tão, tão sofrida, tão para baixo, né? porque ninguém quer receber um diagnóstico desse. E aí eu fui recebida na recepção, que já no mesmo dia me passou paraa enfermeira, que conversou comigo, pediu para eu trazer todos os meus exames e aí começou, me encaminhou, eu tinha um atendimento com a enfermeira. Aí você já tinha feito a cirurgia, você chegou a fazer químia ou não? Já tinha feito depois. Depois, depois e eu ia começar a fazer a químia, né? estava recém operada, ia começar a fazer a químio e depois da químio eu fiz rádio. Então, durou durante todo esse tempo eu tava aqui, passei com a psicóloga, tinha o serviço social, eh, e aí a gente começa a descobrir o que realmente essa doença nos traz, né? E é, não é uma sentença de morte, é uma sentença de vida, realmente. E você chegou aqui em um momento bem delicado de toda a sociedade, porque 2019 a gente lembra que logo 2020 veio a pandemia. Exatamente. E aí teve aquele momento, né, olha, eu tô num tratamento que tem uma questão da imunidade bem importante, mas como que ficou nesse período você vivendo com tudo isso e tendo o respaldo do Rosa e amor? Foi muito interessante, porque eu não podia sair para lugar nenhum, né? Eu comecei a fazer a quimioterapia, o único lugar que eu vinha era aqui, né, para passar pelos atendimentos. Eu tive um acompanhamento psicológico que foi maravilhoso, que me ajudou demais. Foi presencial ou online naquele período? Naquele período foi presencial, depois foi online. Quando fechou tudo, que foi em abril de 2020, aí os atendimentos passaram a ser online, né? Certo? Então eu tive um acompanhamento da nutricionista que me ajudou muito, muito, muito na quimioterapia. Eu fazia quimioterapia a cada 14 dias. E seguindo toda a orientação da nutricionista, da enfermeira, eh eu consegui, eh, passar pela quimioterapia super bem, não tive nada de efeito colateral porque eu seguia direitinho, né? Então é uma mudança de vida muito grande. Então você tem que mudar os seus hábitos alimentares, você tem que mudar a sua vida. muda a vida e é bom porque aí você aprende, né, a se cuidar. Hoje você pode dizer que você tem até uma qualidade de vida melhor que essa. Muito melhor. Muito melhor. Muito. Hoje eu consigo me alimentar de maneira correta. Eu faço atividade física todos os dias. Isso mudou muito a minha vida, né? que é uma questão de você parar e olhar para você e saber da sua necessidade, a necessidade do seu corpo. Então, o câncer ele só me trouxe um aprendizado muito bom. E desde então aí nós passamos pela pandemia, onde o atendimento era só online. Depois quando retomou eu fiquei um pouco afastada, né, que já tava bem. E aí retomei. Eu continuo em acompanhamento. O ano passado eu tive algumas suspeitas, mas graças a Deus tá tudo certo e eu continuo aqui. Então, eh, eu tenho um acompanhamento. Mas em que momento então gente, que você não deixa de ser assistida? É isso? Não, mas que você disse: "Eu quero ser voluntária". Porque tanta é tanta tantos benefícios que o Rosa traz paraas pessoas, paraas mulheres, né? Na época era só mulheres, agora tem homens também. São tanto, tanto, tanto, sabe, que eu falo assim: "Nossa, eu preciso ajudar, eu preciso ajudar essas pessoas, né? Então, o que será que eu posso fazer?" Eu continuo sendo assistida porque eu tenho algumas sequelas ainda da quimioterapia e da radioterapia e eu faço, eu sou voluntária na nota fiscal, que é uma coisa muito, traz muito recurso pro Rosa e Amor, que é aquela nota fiscal lá do supermercado, é a nota fiscal paulista. Então, eu sou, além de ser doadora automática, eu sou voluntária que eu recolho nos lugares eh aquela caixinha e recolho a caixinha, aí vou paraa minha casa, dou entrada no sistema. Isso é importantíssimo pro Rosa, porque uma grande parte do recurso vem daí, vem do bazar, né? A gente tem muita doação no bazar, já trabalhei no bazar, também sou voluntária no pedágio e tô toda semana aqui. A gente tem fisioterapia em grupo, que é maravilhoso, sensacional. Nós temos uma fisioterapeuta ótima que cuida de mim desde 2019. Você faz aqui a fisioterapia? Faço fisioterapia, uma fisioterapia em grupo funcional, né? Eh, são muitas mulheres, é muito legal. Então, são todas eh que já passaram pelo que eu passei, que estão passando ainda. Aqui tem aula de dança, aqui tem um outro grupo das deusas que a gente faz leitura de livro. Isso é uma coisa que ajuda bastante a mulher doente e a mulher que está passando por tudo isso, né? E assim, isso passa e eu continuo aqui, né? Faço também uma fisioterapia pélvica, né, porque é uma das sequelas também que a gente tem. E faço o tratamento paraa neuropatia. Sim. E passo com a nutricionista ainda. Passa com a nutricionista. E olha, além desse atendimento à mulher aqui, o Rosa e Amor também tem é um projeto um pouco mais recente, um atendimento, por exemplo, as crianças e adolescentes que t as mães que estão passando por por essa questão do câncer. E a gente vai conversar agora com algumas delas, você vai acompanhar aí porque eu acompanhei uma aula, na verdade uma atividade de art. Confira que eu gosto bastante de vir, porque o pessoal cuida bastante da gente, faz as coisas com amor. Quem mostrou esse projeto foi minha mãe, né? Aqui eles lutam contra o câncer. Eu gosto bastante da experiência de estar nesse lugar. E também eu acho que aqui é um lugar onde a gente pode expandir a nossa criatividade. Então é por isso que eu gosto bastante de vir aqui. É legal que a gente faz um monte de coisa legal e a gente consegue aprender um pouco, brincar e se divertir aqui. Como que é vir aqui? Você gosta de participar? Me fala um pouquinho. Eu gosto. Aqui é bem legal. Que que você aprende? Tem aula de tem um monte de coisa. Ah, é? E hoje o que que você tava fazendo aqui? Me conta. É que vai ter o dia da família aqui, daí a gente tá fazendo as decorações. Ah, preparando o dia da família. Então, é, eu gosto de vir aqui por causa da experiência e a minha mãe também peitei câncer. e e aqui quando você tá aqui preparando esses materiais pra festa da família, vindo aqui aprendendo as coisas, participando das atividades, é um momento bom para você? É. Além dessa atividade da arteterapia, que outra coisa você também gosta de fazer aqui no projeto? Eu gosto de dançar. brincar e correr. Davi, me conta um pouquinho da sua rotina aqui no projeto. Eu, às vezes, a tia deixa eu tocar um pouquinho do piano e daí eu toco algumas músicas e daí eu também danço aqui e canto músicas. E por que para você é importante vir aqui participar? Ah, porque é legal. Eu gosto, eu gosto muito dos projetos de brincar, de correr, de fazer atividade, só isso. Ah, é? Quais são os dias que você vem aqui? De quinta. Aí você fica esperando a semana toda chegar o dia vir de vir no projeto. Aham. E eu às vezes nem durmo. Meu Deus, de tanta felicidade de vir aqui. Sim. E um dia teve o passeio que eu fiquei até 5 horas da manhã acordada. Ah, mas e depois esse passeio? Me conta, foi bom? Sim. A gente fala que está aqui para que ele para que ajude as crianças, mas também é uma ajuda para nós. Nós já faz se se anos que nós estamos com esse projeto aqui e a cada dia é uma surpresa. Cada dia a gente aprende um pouquinho mais com eles. É, a gente percebe que alguns inclusive fazem questão de dizer: "Olha, minha mãe tem o câncer e eu estou aqui". Outros trabalham de uma maneira. Como que é isso para vocês trabalharem que aqui eles têm esse momento de proteção, de leveza e de que para que eles saibam que existe não só aquele movimento, aquele movimento em função da doença da da mãe, né, de alguém da família, mas que também há toda uma proteção a ele independente disso. É aqui o nosso espaço é um espaço de acolhimento e e eles percebem isso e também de troca porque é um espaço onde eles podem aprender, trocar experiências e um sente acolhido pelo outro também. Eles se sentem que eles não são os únicos nessa situação. Muito bom. E para você, você disse que 6 anos nesse projeto, quem era a Fernanda antes e como é a Fernanda hoje quando a gente pensa nesse contexto? a uma pessoa bem modificada, bem mais assim, eh, aprendi muito com eles. Então, como eu disse, tem uma troca diária aqui com eles. Maria Rita, mas ele foi, ele me segurou bastante. Eh, não tive assim esse, esse problema, né? Esteve muito comigo e passamos. Você disse que hoje faz atividade física todos os dias. Todos os dias. Mudou alimentação. Mudei a alimentação. Chega em casa, tem esse compromisso com as notinhas, que é o seu trabalho voluntário e que é muito importante. Eh, eu queria que você falasse hoje o que o Rosa e Amor representa para você. Nossa, difícil falar, mas o Rosa e Amor foi quem me sustentou nesse nesse período muito difícil da minha vida, né? O apoio que eu recebi aqui, o encontro das mulheres, porque você conversa com mulheres com problemas como o seu ou pior, né? Mulheres que tiveram recidivas, que estão aqui, muitas, muitas, você até quando tá aqui no ros. Sim, a gente toma café, a gente marca almoço, tudo aqui. E assim, eh, são mulheres que t o mesmo assunto, o mesmo objetivo de vida, eh, tiveram as mesmas mudanças. São isso. Então, é como se diz, é o amor acima de tudo mesmo, né? Com certeza. O amor acima de tudo. Isso a gente encontra aqui nos profissionais, no dia a dia. A Dra. Márcia é uma mulher lutadora demais, né? Ela que nos proporciona tudo isso, porque foi ela que lá atrás teve essa ideia, né? Que também passou por isso. Então, há 25 anos atrás, ela começou, né? E hoje nós estamos aqui desfrutando dessa dessa ideia maravilhosa que essa mulher de fibra teve há anos atrás. Ai, muito obrigada, viu, Maria Rita? Obrigada. Muito obrigada. E o Mão Solidárias fica por aqui. Lembrando que você teve aí no decorrer do programa e eu tô pedindo para repetir agora as redes sociais do Rosa e Amor e todos os contatos possíveis que você que conhece alguém ou se você precisa também desse apoio, pode ter informações sobre como é possível. Monsolidárias fica por aqui. Até um próximo programa. Lembrando que todo sábado às 3 horas da tarde a gente tem estreia do nosso programa aqui às 3 horas da tarde no 11.3 da TV Aberta. Quatro da Claro, da Vivo e até um próximo. Mãos Solidárias. เฮ
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