TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
Mãos Solidárias | Projeto bom amigo leva inclusão à Vila aurocã
Em destaque · HD Vídeo · MÃOS SOLIDÁRIAS

Mãos Solidárias | Projeto bom amigo leva inclusão à Vila aurocã

29 views Publicado 28/04/2026 HD · 29:51
Resumo editorial

O programa Mãos Solidárias visita o Projeto Bom Amigo na Vila Aurocan, iniciativa social que atende cerca de 35 famílias em situação de vulnerabilidade em Campinas há quase cinco anos. A reportagem conversa com a diretora da associação, que conta como o projeto nasceu em uma mesa de cozinha a partir da vivência familiar com um filho autista e da percepção de que era preciso fazer mais frente às lacunas de políticas públicas. O trabalho começou em situações de emergência humanitária, como as enchentes em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul, com arrecadações via boca a boca e parceria com voluntários de uma companhia aérea que ajudou na logística. Em seguida, ganhou estrutura formal com a Cozinha Solidária instalada na Casa da Cidadania, onde no terceiro sábado de cada mês são preparadas e distribuídas refeições para a comunidade. O projeto também atende pessoas com deficiência e idosos em vulnerabilidade na Vila Aurocan, ampliando frentes de inclusão e oficinas.

Bairros mencionados

Descrição do vídeo

🚀 No programa Mãos Solidárias da TV Câmara Campinas, direto da Vila Aurocã, a diretora Ana Maria Pivetti Barbosa apresenta o Projeto Bom Amigo, iniciativa social que há quase cinco anos impacta 35 famílias em vulnerabilidade, pessoas com deficiência e idosos. O trabalho começou há 10 anos em uma mesa de família, motivado pelo autismo de um dos filhos de Ana, e evoluiu para ações estruturadas de solidariedade. 📍 Sede na Rua José Margarido Costa, 119 funciona como coração do projeto. O bazar (seg-sex 8h-17h, sáb 9h-13h) recebe roupas em bom estado, livros e alimentos não perecíveis que sustentam cestas básicas mensais. A biblioteca comunitária aberta acolhe crianças no espaço kids enquanto mães participam de rodas de conversa. Em frente, praça revitalizada pela prefeitura (parceria secretário Paulela) oferece platô para zumba e futuras aulas de informática via Sebrae/Conecta Campinas. 🍲 Cozinha solidária na Casa da Cidadania produz 250 marmitas todo terceiro sábado para pessoas em situação de rua. O bazar e quatro festas anuais (carnaval, junina, primavera, Natal com adoção de ILPI) garantem sustentabilidade financeira. Voluntárias Leni Feliciano, Giulia Maria Luiz, Isabela Alves, Valéria Maria Calvi e Maria Cândida Mazzolla formam núcleo de 10-15 pessoas entre 35-40 cadastradas. 🎭 Agenda inclusiva marca o ano: 14/04: Cinema Abril Azul (autismo) com pipoca/brindes Maio: Cinema ILPIs (terceira idade) Festas: Carnaval/junina com Pernas Voluntárias (triciclos adaptados) Outubro: Surf adaptado Guarujá (ARAS pranchas/yoga, senhor 93 anos) 19/04 Cartódromo Taquaral: 2º Trenão Passos que Unem (8h-14h): CadÚnico, saúde, vacinação, Coral Libras, Sinfonia do Bem, ônibus Sorocaba/Mogi Mirim 💬 Depoimentos emocionam: mãe de Pedro (18 anos, escola regular) celebra alívio nas sessões cinema Unimarte em meio a terapias. Giulia (autista, filha Ana) afirma: "Ajuda esquecidos serem lembrados". Valéria (2 anos): "Gratificante, ganhamos mais que eles". Projeto oferece assistência jurídica (LOAS), pedagogia, educação física e apoio psicológico. 🏆 Sonho: Sede definitiva na associação recreativa (disputa judicial MP/prefeitura) para centro referência PCDs/autistas/idosos com esporte/recreação. Instagram @projetobomamigo divulga ações. Ana: "Inclusão pela união de mãos solidárias". Doe no bazar, participe trenão, siga redes. Assista impacto real! 👍 Comente seu apoio e compartilhe. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

Transcrição completa do vídeo

24 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

Olá, [música] [música] mãos solidárias começando hoje daqui da Vila Aurocan. Vamos conhecer o projeto Bom Amigo, um projeto social que atende cerca de 35 famílias em situação de vulnerabilidade. Quem vai contar para nós sobre esse trabalho é a diretora aqui da associação, Ana Maria Pivete Luía. Seja muito bem-vinda. Bom dia, querida. Obrigada. Bom, pra gente iniciar então esse nosso bate-papo, conhecendo um pouquinho sobre o projeto, há quanto tempo existe aqui a associação? associação. O projeto ele tá há cerca de quase 5 anos, 4 anos e pouco. Em setembro vamos completar cinco aninhos de vida constituídos quanto instituição. Mas a gente já vem com esse projeto de vida há muito tempo, eu acho que praticamente há uns 10 anos. Eh, esse projeto surgiu numa mesa de cozinha, eu e meus filhos e meu marido, achando que a gente teria que fazer mais alguma coisa. Eh, a gente tava fazendo muito pouco e vendo a situação, eh, eu tenho dois filhos, né? Um deles, três filhos, um deles é autista e a dificuldade eh na nas práticas e do que tava acontecendo quanto política pública e tudo mais, e a gente se sentia assim, eh, restrito, a gente queria fazer alguma coisa. E o pessoal mesmo em situação de vulnerabilidade. Nós começamos com uma macarronadinha, primeiro começamos com os SOS que tem na vida aí com as enchentes e aí a gente tinha que fazer alguma coisa. Aí nós começamos arrecadando com os vizinhos, um fala pro outro, aquele boca a boca, e começamos a arrecadar [música] eh doações para SOS Minas, depois foi o Rio Grande do Sul e fizemos uma parceria com a Azul, que tem um tem um grupo de voluntariados que nos atendeu e eles levavam as doações e aí a gente começou a aumentar isso e achamos que não tinha que parar só com isso Por que não estender? Por que não estender? A gente viu que a coisa tava tomando um gosto e uma proporção muito bacana e vamos continuar. [música] E aí a gente começou com a cozinha solidária. Eh, a princípio a gente fazia em casa e iria distribuir, mas também vimos que não era legal. A gente tinha que fazer alguma coisa constituída, legal. E aí a gente passou a cozinhar na Casa da Cidadania. E aí hoje a gente faz todo terceiro sábado do mês cerca de 250 marmitas. Vocês hojeem atendem também, vocês fazem eh comida na casa, na Casa da Cidadania, a gente faz cerca de 250 marmitas pro pessoal em estado de vulnerabilidade, de rua mesmo, [música] né? Que é uma coisa muito gratificante. E aí o projeto foi crescendo, tomando uma proporção. E aí a gente começou a atender tanto os PCDs, eh os as pessoas em estado de vulnerabilidade. Começamos com as cestas básicas. a gente atende cerca de 30, 35 famílias e a gente tá precisando muito da doação, porque como é difícil a gente se manter hoje nesse estado eh de solidariedade. Então, o projeto precisa de todas as doações, de alimento, de roupa, porque o que mantém o projeto hoje é o bazar, que é aqui onde nós estamos, né? Aqui era minha casa. Uhum. Então o projeto começou, você pensou que foi naquela roda, naquela conversa em família e [limpando a garganta] pensou eh em fazer algo que beneficiassem essas famílias, né, com em situações de vulnerabilidade, pessoas com deficiência. Então, nesse primeiro momento, foi pensado na sua casa mesmo como uma base do projeto, como que foi? Não, a princípio nós pensamos que nós temos uma associação recreativa que fica no final da rua. Uhum. que ela abrange o nosso bairro e o bairro vizinho. E a gente foi tentar se colocar lá porque ali era uma associação de bairros. Nós fizemos então tudo legalizado, uma reunião com os moradores, com ata, com tudo, pedindo a permissão deles para que a gente pudesse usar a o espaço do bairro pra gente movimentar o projeto e também o bairro, porque a gente também tem que olhar no nosso entorno o que que tá faltando, o que que eles estão precisando. Então era uma preocupação nossa também, mas é uma história longa, eh tem um uso devido que foi entrou no MP e foi indo, foi indo até que agora tá em posse da prefeitura e nós ainda estamos lutando paraa posse dessa sede. Ali nos facilitaria muito porque qual é o o objetivo do projeto Ana, mas você tem o projeto, qual é o objetivo? O que que você quer do projeto? Eu quero que ele se torne um centro de ação comunitária. Eu até me emociono para falar e como referência, né? É porque em Campinas não tem com tantas entidades que lutam, que também tão aí pelos autistas, pelos PCDs e pelos idosos, nós não temos um centro de referência para eles. [música] A gente não tem um um centro de referência voltado aos PCDs, aos autistas. Eu queria com esporte, nós temos uma área muito boa que que vai proporcionar para eles esse acalento, esse aconchego, um lugar plano que daria muito certo. ali seria um espaço ideal para concretizar, pra gente concretizar esse sonho de ser um centro de ação comunitária e que eu tenho muita fé que a gente vai conseguir, mas a gente tinha que andar, o projeto não podia parar, ele foi tomando uma proporção, pessoas foram vindo, se chegando, gostando da do projeto. E o projeto não é a sede, o projeto é o projeto, né? Nasceu de um ideal e que a gente vai levar à frente. Então eu moro aqui, né? [risadas] Então eu cedi meu espaço, minha casa, para que o projeto tomasse forma, ganhasse corpo e fosse pra luta. E aqui é onde acontece todo o atendimento das famas famílias a gente atende aqui. Quando a gente consegue ali dentro, que eu desfiz do meu do meu profissional para poder ceder projeto. Então a gente atende ali e a gente montou esse bazar que era uma fonteza, é a principal fonte de renda. A principal fonte de renda do projeto é o bazar. quatro eventos que a gente faz no ano, certo, para manter o projeto, porque hoje você recebe doação, mas não é mais como, sabe, a gente entende a situação, como que tá e tudo mais, então a gente não tem tanto, a gente precisa dessa mobilidade, dess desse recurso. Então hoje o bazar é a principal fonte de recurso do projeto. E quantas pessoas atuam aqui com você como voluntárias, né, que estão que participam ativamente também das atividades? Temos assim inscritos no projeto Quanto Voluntários 35 mais ou menos 40, mas atuantes mesmo, nós somos um grupo de 10, 15. Sim. Isso faz toda a diferença também no projeto em si. Você hoje percebe que existe essa dificuldade também das pessoas se voluntariarem, né? Trabalharem como voluntári. muito difícil você ter um tempinho para doar pro teu próximo. Eu tenho uma equipe muito legal, muito bacana, que trabalha com a gente a Finco, que são esse grupinho aí de 10, 15, que na verdade se tornaram nossa família. Ana, queria que você explicasse agora para quem tá acompanhando, né, para entender um pouco melhor sobre o projeto, quais são as atividades que vocês realizam para essas famílias, tanto aqui na sede como também em locais externos, né, para que eles entendam um pouquinho sobre o trabalho de vocês. O projeto foi tomando corpo, como que eu eu já tinha eh dito antes, e aí a gente começou a pensar o que que a gente podia fazer para atender algum essas famílias. Além das cestas básicas, né, que a gente tem a distribuição eh das cestas básicas, a gente se filiou ao Conselho Municipal do Idoso pra gente ter um olhar voltado para isso, já que aqui é um bairro também de idosos, né, e também com as famílias PCDs. Então, o que que a gente faz? Nossa agenda anual tá bem extensa. Nós começamos o ano com a nossa festa de carnaval, que é uma arrecadação que o projeto faz, mas que ela atende também é esse [música] pessoal que vem de fora pro acolhimento. E aí a gente tem, geralmente a gente convida uma outra ONG ou uma outra para vir participar. Em alguns eventos a gente tem a participação do Pernas Voluntárias, [música] que é um projeto também muito rico, muito maravilhoso, que atende famílias de PCDs, que eles atuam com triciclos, então eles vêm fazer essa parte com os PCDs. Então tem as nossas quatro festas anuais e tem a gente leva eles ao cinema para poder lembrar. Então, eh, agora em abril, como é o mês da azul, né, conscientização do autismo, nós vamos fazer no próximo dia 14 o evento do cinema inclusivo. Então, a gente leva um ônibus para lá, pro cinema, com todas as a as coisinhas que eles gostam, né? Então é pipoquinha, é o brindezinho e eles vão. É um momento que as mães descansam, que as crianças interagem entre eles e é um momento rico pro projeto. Depois, maio nós vamos ter o cinema terceira idade, aí a gente atende as ILPIs, que são as casas lares. Então eles também vêm das casas lares e vão pro cinema. Aí não importa, é muito bacana, é muito gratificante, porque não importa o filme que você tá vendo, é o momento, né? é o momento que eles saem daquela condição da casa lá e vão pra rua, né? São levados pra vida social de novo. E é um momento também gratificante projeto. Aí vem a nossa festa junina, que também tem a mesma característica, trazer os PCDs, os idosos pro convite nível social. Essa inclusão, né? Sempre a inclusão. Nossa, a nossa meta é a inclusão. E aí vamos lá. Aí em outubro temos setembro temos Olambra, que também já virou um cronograma do projeto. Vamos para Olambra. Em novembro vamos para Olambra de novo pro Natal iluminado. Em outubro a gente faz um surf adaptado. A gente leva um ônibus PCD e um ônibus de terceira idade lá paraá pro Guarujá. [música] Nós temos uma parceria com Aras e aí nós levamos eles para fazer um surf adaptado junto com um parceiro enorme. É um momento também descontraíd maravilhoso porque as mães se aliviam um pouco e eles estão lá sendo cuidados, vão pro mar com pranchas adaptadas junto com essa OSC também que faz esse programa [música] bem legal lá. Então é um momento bem bem essa última vez que nós fomos em outubro, nós levamos um senhorzinho de uma ILP com 93 [música] anos. Foi maravilhoso. E depois a gente oferece pra [música] mãe a yoga, o almoço. É muito bacana. É um é um sábado totalmente diferente. É um sábado diferente para eles, né? Leva essa alegria, descontração, mas ao mesmo [música] tempo a mensagem da inclusão social, né? para que eles consigam viver ativamente, né, nas atividades. Essa é essa é a nossa proposta, que a gente atue na inclusão [música] como um todo. Eh, algumas famílias também a gente tem [música] o projeto, tem pedagogo, o projeto tem um professor de educação física para esse apoio para esse apoio, a gente tá tentando agora eh [música] fazer as laborais com eles. A gente quer rodas de conversa com psicólogos pras mães que necessitam. [música] Elas buscam esse esse atendimento disciplinar também. É uma carência que Campinas sabe, tá? E a gente tá aqui para isso, né? O coração da gente é isso, é se doar para esse tipo de de ação. Depois a gente vai ter no final do ano, [música] no Natal, a gente tem o Natal solidário com a festa inclusiva aqui e aí a gente adota um ILPI e vai fazer o Natal nessa casa lar. E para isso tem ações esporádicas, por exemplo, no Boldrini. A gente também já fez ações com Boldrini, com a PUC e vários outros. É importante essas eh essas parcerias também que vocês têm com outrasques, com outras instituições, que acaba sendo com o mesmo propósito, né? Sozinho a gente não consegue nada junto, a gente é forte, a gente consegue a união de um uma com mãos ajudando. É muito bacana. E hoje qual que é a principal dificuldade assim, você olhando para trás e e pensando daqui alguns anos também, aonde vocês querem chegar e e qual que é a talvez um desafio hoje que vocês enfrentam como associação, como essa instituição sem fins lucrativos? O principal delas é angarear mesmo o recurso. Então é o bazar ser tocado paraa frente para ele gerar mesmo. A gente ter, olha, aqui é um fundo para isso, para que a gente consiga sem nenhum problema as cestas básicas, a gente não tenha dor de cabeça de ficar desesperado no começo do mês para ter essa distribuição. A nossa sede é importantíssima porque ali é o nosso ideal. A gente vai conseguir ser um centro de referência. Eu tenho certeza absoluta e a gente vai precisar de muita ajuda. Então hoje o principal recurso é o bazar, as [música] festas que a gente faz, mas o intuito mesmo do projeto, o que o projeto sonha e vai [música] ser idealizado é essa ação com os PCDs, um centro de recreação inclusivo no nosso bairro. Perfeito. E Ana, além dessas dessas atividades todas que vocês realizam também, né, em prol dessas famílias, a sede ela está localizada bem em frente a uma praça. Além de todas essas atividades, né, que vocês realizam em prol dessas famílias, a sede, ela fica localizada bem em frente a uma praça que foi revitalizada por vocês. Queria que entender um pouquinho como que foi isso. É, como eu te falei, a gente não tem a sede, mas o projeto não podia parar e as idealizações vinham vindo, os sonhos vinham vindo e essa praça é uma bênção. Então a gente resolveu revitalizar projeto junto com o a prefeitura na no departamento de obras, com o nosso secretário Paulela nos ajudou muito e aprovou. Nós temos uma arquiteta no projeto e essa arquiteta idealizou a praça, fez pra gente e nós conseguimos idealizar. Então aqui revitalizamos a praça, nós temos um platô que é onde a gente vai formar as nossas equipes de aula, de Zumba. Então aqui vocês vão eh manter esse espaço obviamente, né? Sim, esse espaço já é uma conquista e [limpando a garganta] deixar para atividades extras também. Vai continuar, né? Não vai impedir o centro de referência lá, mas aqui a gente continua a fazer as obras que a gente tem. Então a gente tem a biblioteca que nós construímos. Ah, qual é a idealização dessa biblioteca? É a gente trazer cursos, a gente tá com uma buscando o SEBRAI para ver se a gente consegue fazer uma parceria com Conecta Campinas para que os idosos e as crianças tenham essa acessibilidade na informática. Então, a gente tá buscando isso. E ela é uma biblioteca comunitária. Comunitária. Ela é aberta. Ah, como que ela funciona, fica aberta, tem um espaço kids que as crianças vêm e aí elas vêm, buscam o que elas querem. levam e depois quem quiser ler aqui também pode ler, pode levar para eu tenho um espacinho gostoso, as mães e as avós vem geralmente com as crianças, ficam aqui muito legal e aí eles vêm e final de semana é mais assim com mais pessoas porque aí as mães vêm e buscam e é um momento gostoso porque as crianças ficam e os pais também. E é importante também ressaltar, Ana, que as pessoas elas podem doar também livros, né? A gente recebe as doações dos livros. separamos. E aí é muito bacana, é muito gratificante. Esse espaço aqui foi idealizado mais para ser um espaço de convivência. Sim. Que que a gente quer também trazer esse essas mães e esses filhos para esse espaço [música] com roda de conversa, enquanto as crianças estão fazendo as suas atividades aqui no sábado, vendo seus livros, que a gente bate um papo com as mães, que a gente vê o que que tá precisando, qual é o o pior aflição que ela tem e que o projeto pode atuar nisso. Muito legal também essa essa iniciativa da biblioteca comunitária. E o que que você percebe, né, nesse projeto, nessas famílias que vocês atendem? São pessoas aqui do bairro? Vocês expandem para outras localidades também? Como que é feita essa triagem? Eh, na verdade começou que a gente foi procurar algumas famílias. Hoje as famílias nos procuram, então hoje a gente não sai mais em busca. Eles já [música] sabem, eles vêm e aí eles vêm e a gente acolhe. Qual é o que que você precisa nesse momento, né? você precisa de uma uma ajuda psicológica e a gente encaminha. O que o projeto tem hoje de [música] de legal é que a gente busca eh a política pública voltada, que muitas vezes você que tá [música] nesse mundo eh de busca não sabe onde procurar. Então o projeto quer alertar também sobre a política pública. Olha, de repente ele sabe que ele tem direito a um a um a um LOAS, a um alguma coisa. Então, a gente tem essa, o projeto tem uma parte de assistência jurídica que é importante a gente ressaltar. O projeto ele é amparado eh juridicamente até para que essas famílias nos busquem. Então, é uma coisa bem sustentada pra gente tornar adiante isso. Ana, muito legal, então, tudo isso que acontece aqui no projeto, né? Mas a gente vai para um rápido intervalo e na volta você aí vai acompanhar um pouquinho do trabalho realizado. E a gente também acompanhou uma saída das pessoas que são atendidas aqui, uma ação muito legal em um shopping aqui na cidade de Campinas. Então não saia daí que na volta você confere tudo. เฮ [música] [música] [música] Uma das ações do projeto Bom Amigo é promover sessões especiais de cinema com foco em cultura, afeto e inclusão social, saindo um pouco da rotina e permitindo que as famílias passem um dia diferente. Eu conheço já há mais 5 anos, tenho uma amizade com a Ana já, os nossos filhos estudaram juntos, né? E a Ana faz um trabalho espetacular durante essa sua permanência, né, dentro do projeto, é, o que representa para você? Olha, olhando hoje o meu filho já adulto, ele vai fazer 18 anos, a gente não tem esses projetos aqui em Campinas que que o a grande maioria possa eh usufluir, né? Eh, eles crescem, saem da escola e não tem mais o que fazer. E esses projetos é muito é muito especial na vida da gente. Cinema não é sempre que a gente pode ir porque tem terapia, tem uma coisa outra e a gente não tem esse tempo para vir, né? E esse papel que ela faz é espetacular. Eu acho super importante porque principalmente nessa idade do Pedro, a gente vê, percebe que vai diminuindo as atividades. Enquanto pequenos, a gente encontra muita coisa e à medida que eles vão crescendo, as dificuldades para nós família vai aumentando. Então, eh, atividades como essa, sim, eu acho que são muito bem-vindas, muito bem aceitas. O Pedro participa de muita coisa. O Pedro eh se formou ano passado em escola regular, então gosta muito de teatro, de música, então tudo que é cinema, essas coisas, ele tá presente. A Júlia foi a grande inspiração para a construção desse projeto e eu como autista, né, e como filha dela, eu puxei o papo dela e eu falei assim: "Vamos fazer aí a gente tá aqui até hoje." E como que é para você ajudar a sua mãe nesse projeto, né? e trazer outras pessoas também a fazer parte dessa iniciativa. Então, é muito bom porque você se sente bem sabendo que você pode ajudar outras pessoas igual vocês, né? E pessoas idosas também, pessoas de rua, como a gente ajuda bastante. E eu acho que é muito importante a gente ajudar essas pessoas que se sentem esquecidas. E elas não são esquecidas, elas são lembradas e aqui elas podem ser lembradas e amadas. Eu comecei a conhecer o projeto com a minha tia, que ela participa do projeto há bastante tempo. Aí um dia ela propôs para mim e eu fiquei muito interessada em participar do projeto. E por que houve esse interesse? Porque eu já convivi bastante com pessoas que têm deficiência, etc. Eu também participo de outra ONG e eu fiquei com muito interesse de ajudar e essas coisas. Qual que é a importância para você então de representar e de colaborar, né, contribuir como voluntária? de mostrar para pessoas que por elas serem especiais não é problema de sempre ficarem juntas. Valéria, quanto tempo você trabalha aqui no projeto Bom Amigo? Tem mais ou menos uns do anos. Do anos que eu trabalho Bom Amigo. E é um trabalho voluntário. Como que você pensou? Qual foi essa essa tomada de decisão na sua vida? Foi acontecendo, foi indo, foi indo, foi indo e quando eu vi eu tava dentro, eu gostei e continuo. É muito gratificante isso. Muito bom. E o que representa para você? A gente vê muita, muita coisa. A gente vê muito outro lado da vida da gente, coisa que a gente não tem o hábito de não tem, né, dentro. Então você vê o outro lado, mas é muito gratificante, muito gratificante. A gente que eh não é eles que ganham, é a gente que ganha. Vocês eh percebem que é o quão importante é o trabalho para famílias que realmente necessitam desse apoio emocional e também a inclusão? No caso das crianças, os PCDs, que você vê a evolução dessas crianças, né? Nós tivemos contatos com crianças que com doenças que não têm, não andam, não andam. Você vê a no Guarujá, por exemplo, a evolução de um ano pro outro dessas crianças. Uhum. Então, dá para perceber e é uma alegria ver, né? A gente acaba acompanhando a evolução deles e é muito gratificante para você. Você acaba tendo se apegando, não é? se apegando. Você parece que é mais, não é uma simples criança, é mais, você acaba tendo um carinho com eles. E tem esse lado eh afetivo, né? Tem, tem bastante. Mã solidárias de volta e vocês acompanharam um pouquinho do trabalho que é realizado, principalmente essa ação muito legal realizada no shopping Unimarte aqui na cidade de Campinas, né, onde eles tiveram um dia muito descontraído também. É importante ressaltar a inclusão social. Além disso, outras atividades também acontecem, né, Ana, como um treinão também especializado. Queria que você explicasse um pouquinho. Vamos fazer também, já viramos cronograma em Campinas pelo segundo ano consecutivo. É o segundo trenão Passos que unem. Esse trenão é um trenão inclusivo, vai trazer, na verdade, a gente fez um modelo trenão, mas vai ser um assiste Campinas. Nós vamos ter nesse trenão toda a assistência que Campinas tem como cadúnico. Então as pessoas que estão vendo, precisam de alguma informação, de alguma coisa, fazer seu cadastro no CADÚnico. Dia 19 de abril, das 8 às 14, lá no excartódromo do Taquaral, vai acontecer o segundo trenão Passos que une. Vai ter CAD único, secretaria de saúde, composto de saúde com vacinação. Nós vamos terdec, Transurk e várias entidades. Nós estamos aqui praticamente com 10 entidades confirmadas. Fora isso, Trenão eh ele chama as pessoas com deficiências e nós temos uma parceria muito gratificante que é com pernas voluntárias. Esse ano vai estar com a gente adaptados que é de Sorocaba, vai vir dois ônibus de Mogimirim e nós estamos assim, praça de alimentação, show, eh, um atrás do outro, graças a Deus. Vamos ter apresentação do Coral de Libras, da Sinfonia do bem. Então vai ser um momento que as famílias atípicas e o público em geral vão estar nesta inclusão. É importante ressaltar que a gente não faz nada sozinho, que nós precisamos das mãos de todos para unidos a gente ser mais forte. Por isso a ideia do trenão. Então, 19 de abril, das 8 às 14, lá no cartódromo. Gente, eu vou esperar vocês com o coração aberto. Vai ser um dia especial na vida de vocês. E Ana, é muito legal, né, saber dessas ações, dessas parcerias também com outras, né, instituições, bem como também o público em geral que pode participar, que pode ajudar, que a inclusão realmente se faz assim. queria que você explicasse pra gente, ou melhor dizendo, deixasse, né, o endereço aqui da ONG, eh, para que as pessoas possam conhecer de perto as redes sociais também e convidar todo mundo para acompanhar, né, esse trabalho e também o horário de funcionamento, que é o horário que o bazar funciona, eh, os dias, né, que vocês recebem também as doações. Então, o bazar funciona eh das 8 da manhã às 5 da tarde todos os dias e sábado das 9 às 13. É importante a doação de vocês, gente. A gente pede roupa em bom estado, os livros que vem pra biblioteca e todo o alimento não perecível pra gente montar as cestas básicas. Eh, geralmente no sábado tem um pastel na praça que funciona para trazer vocês que além de est passeando no bazar, vento a nossa biblioteca, passeando por aqui, você com o seu pastelzinho, um sábado diferente, vem para cá conhecer a gente. O projeto fica na rua José Margarido Costa, número 119, na Vila Aurocã. Vem para cá, gente, e segue a gente na rede social. Lá vocês vão verem, vão ver todas as nossas ações, as ações do surf adaptado, do cinema para Olambra, tudo isso tá no nosso Instagram, @projetobam. Obrigada. Perfeito. Nós que agradecemos a sua participação, mostrar um pouquinho do que é realizado, né, do que é feito aqui, esse trabalho incrível que vocês realizam. Espero que você de casa também tenha gostado e aproveite e acompanhe a o projeto, né, Bom Amigo nas redes sociais. Esse episódio também fica disponível no YouTube da TV Câmara Campinas e nós temos um encontro marcado na próxima edição. Muito obrigada. Obrigada, querida. Foi um prazer compartilhar todo o seu trabalho. Obrigada. Bom, para você então até a nossa próxima edição no Mão Solidárias. Até lá. [música] [música] เฮ เฮ [música]
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do MÃOS SOLIDÁRIAS

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
34:16

Mãos Solidárias | Casa de Jesus Núcleo Mãe Maria 30/02/2026

43:22

Mãos Solidárias | Núcleo de ação social - nas

34:53

Mãos Solidárias | Projeto turma do Bem

34:05

Mãos Solidárias | Projeto Alfa e Ômega: jiu-jitsu que transforma vidas em Hortolândia

30:37

Mãos Solidárias | Associação uma vida 10 anos transformando Vila olímpia

40:23

Mãos Solidárias | Projeto Bunekas leva acolhimento, proteção e voluntariado

44:49

Mãos Solidárias | Coração Curumim: apoio, acolhimento e cuidado com crianças cardiopatas

33:59

Mãos Solidárias | Ip Amarelo: triathlon transforma vidas de crianças

30:20

Mãos Solidárias | Espro Campinas: 1º emprego jovens vulneráveis gratuito!

30:12

Mãos Solidárias | Bem te quero: autoestima contra o câncer

36:00

Mãos Solidárias | Núcleo ADRA Bonsucesso transforma a vida de 90 crianças

37:47

Mãos Solidárias | Associação Alecrim em Flor transforma vidas em Campínas

37:04

Mãos Solidárias | Associação Cornélia promove inclusão e renda na saúde mental

46:03

Mãos Solidárias | Rosa e amor apoia vítimas de câncer

39:44

Mãos Solidárias | Fundo haja combate déficit habitacional no Centro de Campinas

44:49

Mãos Solidárias | Instituto CIDAS transforma vidas com oficinas e apoio social

49:35

Mãos Solidárias | Direito de ser: projeto que muda vidas

41:50

Mãos Solidárias | Instituto Som e Arte transforma vidas com música no Campo Grande

30:21

Mãos Solidárias | Responsabilidade social: como empresas transformam vidas em Campinas

40:28

Mãos Solidárias | Quebrada em Movimento: cidadania, cultura e meio ambiente

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
1:05:42

Estúdio Câmara

16:38

Câmara Na Copa | Copa do Mundo FIFA 2026: Tudo Sobre a Maior Edição da História

4:22

Câmara Notícia | Parlamento Jovem 2026

8:59

Notícias da Metrópole

16:39

Notícias do Legislativo

2:43

Agora é Lei | Semana da Força Expedicionária

10:27

Agenda Cultural Campinas: Shows, Teatro, Cinema e Exposições para o Fim de Semana!

56:15

Câmara Notícia