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Mãos Solidárias | Núcleo de ação social - nas
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Mãos Solidárias | Núcleo de ação social - nas

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Resumo editorial

No quadro Mãos Solidárias, a reportagem visita o NAS (Núcleo de Ação Social) no Real Parque, em Campinas, que completou 30 anos transformando vidas. A iniciativa começou como projeto de conclusão de faculdade de psicologia da fundadora, inspirada pelo trabalho com a Pastoral da Criança e na carência de medicamentos no bairro. Hoje atende crianças, adolescentes, adultos e idosos da região, com foco no serviço social e fortalecimento de vínculos familiares. A fundadora destaca a importância de honrar os parceiros e colaboradores que sustentaram a caminhada ao longo de três décadas.

Bairros mencionados

Descrição do vídeo

Núcleo de Ação Social - NAS que há 30 anos oferece muito mais do que serviços sociais. Oferece pertencimento, crescimento e esperança para crianças, idosos, adultos e famílias inteiras da região do Real Parque em Campinas. O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos é o programa central do NAS para crianças e adolescentes de 6 a 14 anos em situação de vulnerabilidade social. Mais do que um espaço de acolhimento, o SCFV é um ambiente de desenvolvimento, onde cada criança e adolescente é estimulado a construir autonomia, ampliar seu repertório de relações e descobrir seu próprio potencial

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Olá, [música] [música] mais uma edição do Mão Solidárias começando hoje. Aqui do Real Parque, na cidade [música] de Campinas, vamos conhecer o NAS, núcleo de ação social, que há 30 anos fortalece [música] vínculos e transforma vidas. Vamos entender como essa transformação acontece com a Terezinha Perpétua [música] Ribeiro, ela que é fundadora aqui do núcleo. Seja muito bem-vinda, Terezinha. Obrigada. Então, agradeço a todos vocês por permitir essa oportunidade nessas [música] nesse início de festas, né, os 30 anos. E realmente 30 anos de história. 30. Eu tô surpresa domingo chegamos a 30 mais. E como que foi essa esse início, [música] né? como que foi pensado em trazer esse núcleo para crianças, adolescentes, [música] todas as idades, né, podem participar aqui do núcleo. Todas, na verdade, eh, eu participava da Pastoral da Criança e estava fazendo o penúltimo ano da faculdade de psicologia. Uhum. e tínhamos que fazer um projeto. E eu comecei a fazer um projeto voltado para o nosso espaço, [música] nosso bairro, porque eu moro ainda por aqui, né? E fazendo esse trabalho, né, eu vi muita dificuldade [música] na Pastoral da Criança, eh, com questão de alimentação. E naquela época, há 30 anos atrás, nós tínhamos muitas crianças com problemas de alimentação, eh [música] tinha muita dificuldade de ganhar peso e isso a gente fazia através da pastoral. Quando eu vi tudo isso, fiz, né, um esboço do meu projeto na faculdade, é, eu falei: "Eu vou vou colocar isso aqui para funcionar". Aí eu falei: "Mas como que eu vou colocar? De que jeito?" Não, não tinha meios financeiros, [música] não tinha espaço, não tinha como? Daí eu tinha uma amiga chamada Ana Maria Cândido, né? E ela era assistente [música] social e ela me deu toda uma força de montar todo esses projetos. Ela não faz [música] parte, já faz muito tempo, mas eu tenho comigo uma coisa muito importante, honrar aqueles que fizeram parte dessa caminhada comigo, mesmo que hoje eles não estejam, [música] mesmo que a gente não tenha se falado mais, mesmo aqueles que já se foram, porque eu acredito que tudo isso que nós conquistamos não chegou eu sozinha, né? a gente sempre precisa de alguém [música] para est nos orientando. E fizemos e eu fui, comecei a o primeiro momento que me chamou [música] muita atenção foi um senhor que tava com cirrose, que precisava de medicação. Então o primeiro passo do nas ele foi como um dispensário para ajudar na parte da saúde. Era o principal foco [música] naquele momento, né? É, porque era aquilo que a gente tava precisando, né? Eh, tinha muita gente que ia ao posto, recebia a receita, às vezes cortava a medicação porque não tinha como comprar naquela época, né? E eu falei: "Ah, vamos começar." E fui, [música] comecei a trabalhar com isto. Eh, tive uma felicidade muito grande de receber muitas [música] medicações que vieram do exterior, né? através da dona Teresa que da 3M [música] que me ajudou muito. Aí o que que aconteceu nesse espaço todo? A gente foi [música] vendo que não era só a medicação, não era só a saúde, [música] isso vinha antes. E eu já tinha experiência da Promenor, já tinha experiência [música] da Maria de Nazaré, foram casos dos quais eu trabalhei. Falei: "Então vamos." Aí a Ana me ajudou e o a prefeitura falou: "Não, você vai ter que escolher ou segue para a linha da saúde". Uhum. ou segue para a linha do serviço social. Eu falei: "Não, vamos seguir pra linha do serviço social, [música] mas vamos seguir para a linha do serviço social focando família. E na época, né, em 1996, família ainda não [música] se cogitava em projetos que a prefeitura bancasse, porque e era muito forte a presença de adolescentes e crianças, mas família como todo não. E aí eu comecei com a cara e a coragem porque eu não ia ter um amparo de lá [música] para isto. Começou sozinha ali praticamentei. Aí acontece e sempre foi nesse espaço ou não? Era no outro espaço? Esse é o esse é o quarto espaço, tá? Passamos na Nísio Rodrigues, né? Ali foi a casa mãe mesmo. Começamos [música] com uma mesa e uma cadeira, um bug para fazer café, porque mineiro, gosto de café. Eu sou mineira e servir café para quem chega é sempre uma alegria para nós era recepção. Uma vassoura e um rodo porque tinha que limpar para limpar e a cara e a coragem, né? E aí com isto eu tive essa a dona Teresa conseguiu através [música] dessa empresa conosco, eh, conosco não, concendendo eh material, por exemplo, [música] armários, mesa, cadeiras, foionde a gente começou a mobigar o espaço. Então, começamos começou a ganhar forma, começou a ganhar forma, mas quando chegava [música] uma mãe com as crianças, um sentava e os outros ficava de pé. E assim foi o início. Isso foram os três, os dois primeiros anos. Daí eu fiz uma parceria com a a prefeitura de tanta insistência, porque toda semana eu ia lá, né, e me pedia. Eu consegui o leite, né, e algumas cestas básicas. E a pastoral da criança também me deu uma força muito grande nesse momento, que daí eles não tinham espaço, faziam as reuniões lá [música] e nos ajudavam com outras coisas. Mas precisava pagar aluguel, né? Aí lava, tinha as despesas, né? É, eu tirava metade do meu salário, mas eu ganhava pouco na época. Eu tava começando também ainda. E aí, eh, eu tive que pedir ajuda. Uhum. E uma pessoa anonimamente me ajudou por 6 anos a pagar o aluguel da casa. 6 anos todos os dias [música] na é no dia de pagar eu tinha o aluguel. Aquela ajuda fiel, [música] né? Fiel. Até que a gente conseguiu, né? Eu através da da minha amiga [música] que tinha conseguido essa pessoa, mas ela não quis se identificar. Uhum. Eh, falei a ela, falei: [música] "Ó, já acabamos, agora a gente já tem condições, se ela quiser [música] continuar, seja bem-vinda, senão a gente, né, passa para outro". Esses foram então os cinco primeiros anos. Tem que resumir porque é trinda, né? É muita história, né? E depois nós [música] começamos, eu trouxe pro trabalho do NAS, eh, atendimentos na área [música] de fisioterapia, acupultura, eh, além da medicação. Uhum. eh tratamento também com too, com fono e uma parceria [música] muito forte com o curso de saúde. Porém, depois eu tive que realmente cortar e tomar uma decisão. A partir do sexto [música] ano, a gente começou basicamente só no no serviço social. E aí a gente começou a luta, né, para poder eh atender as [música] crianças, o espaço. Tem uma idade específica de de de crianças? Tem uma idade? [música] Quando começamos era de seis, a partir de 6 anos, certo? De 6 até [música] 14 anos. Ficava conosco. Eles ficavam um período, ia pra escola, depois quem estava na escola saía da escola e vinha e ficava conosco. Tinha esse complemento, né? esse complemento. Porém, eh, como a gente trabalhava com família e eu não abria a mão e não abro mão ainda, né? [música] Eu sei que às vezes a gente parece que não vai, mas a família tá presente. [música] Sim. Nós começamos também a oferecer curso de costura para que elas pudessem ter uma condição melhor e até para si mesmo e para poder fazer, né? [música] Aí colocamos outros tipos de de eh alimentação. Foi esse foi o início bem assim [música] com aquilo que a gente tinha, com aquilo que a gente acreditava que poderia ser feito e também para para ter aquela inclusão social pensando na família como um todo, né? Como um todo. [música] Aí já vieram os idosos, já vieram os jovens. Eu tive, eu posso dizer que o NASA é um berço bem ecrético. O NAS ele recebeu ajuda de todos. de umbandista, [música] de cantombressista, de católicos, de evangélicos, [música] sabe? Então, todos tinham de espíritas, todos tinham ali [música] conosco. Estamos junto. Porque eu sempre fiz questão, o que mais importa não sou eu, o que mais importa não é o meu projeto, é o quem esse projeto vai atingir. Sim, as pessoas, [música] né, para quem ele vai alcançar. Isso, né? Tanto é a inclusão social mesmo, né? Independente do sexo, da [música] religião, né? Do que acredita. Conta, é o, na verdade, você tem que ver o ser humano como um todo. Isso que é o mais importante. Nós vamos [música] segmentando, tirando, mas não é o ser humano. E a frase que sempre me norteou e sempre [música] norteou o nas, né? Agora pouco usado, mas que sempre tudo vale a pena quando a alma não é pequena de Fernando Pessoa. Sim. Porque se você acredita [música] que vale a pena, né, você tem que ir e fazer. E eu trabalhei o início, é muito importante também dizer, quero [música] aqui levar a minha gratidão imensa a todos os voluntários. Eu comecei o nasço com voluntários, só voluntários. E só [música] foi possível, né, chegaram onde chegou 30 anos, né? com certeza muito mais anos [música] virão com a ajuda deles, o que depois, é claro, vai ficando mais difícil, porque tem algumas atividades que a gente [música] precisa de alguém fixo e que voluntário não dá para ser feito, né? Aí passamos isso, fomos pros 10 anos, começamos com novos projetos, tivemos também ajudas de algumas empresas ao nosso redor. Eu não vou falar de todos que você a gente esquece de uma aí fica chato, né? Mas todas que vieram nos ajudar, [música] teve parceiros, né? Teve parceiros. E daí as contratações também, né, de de funcionários para que eu digo que não foram funcionários, foram colaboradores, amigos, irmãos, pai, mãe, tudo. Porque assim, eu tive no início funcionários que que eu não tenho como agradecer hoje, sabe por quê? [música] Porque eles muitas vezes dormiam para cuidar das coisas dentro do próprio nas para não roubarem, para não sumirem. [música][canto] assim, eles cuidam. Muitas vezes eles se revesavam e oravam quem é que poderia receber para deixar aquele [música] que que precisava receber primeiro. Então foi uma unidade assim muito gostosa desde o início. E daí a gente completou os nossos 10, né, nessa nessa harmonia e graças a Deus os projetos foram crescendo, a gente foi indo, começamos a construção aqui desse espaço que vocês estão aqui, né? Esse espaço foi conquistado e eu [música] faço questão de agradecer, eu sou Edmar Cardoso, que eu eh enfernizei a vida dele por um ano e pouco, ligando a cada dois meses. Aí ele falou: "Agora não tem jeito". Aí ele falou: "Agora não tem jeito. Então agora vamos fazer". E ele me doou [música] esse espaço aqui, né? E um baita de um espaço, né? Diga-se de passagem é muito bom porque eu pedi para ele 10 m, né? para eu fazer um barracão. E ele me deu muito mais do que isso, né? Eh, aqui são, [música] se eu não estou enganada, 850 m, se eu não não me esqueci. E aí foi com isto, tá? Tava aqui o terreno e agora o que fazer, né? Precisamos ter mais demanda, né? Tava pedindo cuidado. Nisso surgiram os novos, [música] né? as a nova diretoria, não me esquecendo, é óbvio, da primeira diretoria, Rosa, eh, Imaculada, Braziela, Monteiro, que tiveram [música] sempre comigo, que me pararam e outros que eu não tô lembrando agora e peço desculpa por isso. É muita [música] gente, né, ao longo desses anos. Muit muita gente. E E aí conseguimos uma diretoria [música] Uhum. que falei, vamos. Quando eu fui eh essa diretoria que um amigo meu, né, que eu também não posso deixar de falar, que é o Gustavo Cardoso, ele veio e falou: "Nós vamos te ajudar". Eu falei: "Olha, o que eu quero, eu não quero dinheiro de ninguém, eu quero que vocês têm de melhor, cabeça para pensar". O capital intelectual é mais [música] importante do que o dinheiro, porque com o capital intelectual eu faço dinheiro. Sim, né? E e aí ele falou: "Então, vou te apresentar uma galera aí", né? Aí ele foi trazendo essa diretoria que entrou à frente desta construção para que a gente pudesse ter esse [música] término de construção agora. Uhum. Foi assim uma negociação com um amigo também que eu conhecia [música] de uma diretora nossa que havia falecido, a Helena. E eles tinham uma gleba do outro lado, precisava fazer alguma coisa ali. A gente entrou num acordo. Sim. Que não vou contar porque senão vai também mais um tempo. E nesse acordo, eh, fizemos [música] lá o bairro Vitória Roi. Nesse Vitória Roy construímos aqui. Então, o que temos hoje? Sem pedir um [música] centavo para ninguém, sem construíram, né? construímos com a venda de lá e eles com a cabeça deles, com tudo que tínhamos ali, construímos tudo que nós temos hoje. E temos também, não posso deixar de agradecer a FEAC, a FEAC. Eu ia as reuniões [música] da FEAC, mesmo não fazendo parte da FEAC. Uhum. Mas eu ia e eu é um parceiro [música] de vocês. É, é um parceiro. E a Feak eu chegava, falou: "Mas por que você tá aqui? Você não faz parte? Mas eu quero aprender. E fui até que consegui fazer parte da FEAC, né? [música] Ser uma das associad associadas lá. Fui, participei como [música] secretária também na diretoria do que a gente tinha com relação a Uhum. às ONGs, [música] né? Mas o que eu tiro de tudo isto e que eu trago hoje como mensagem, [música] né, com a a não posso esquecer também a prefeitura que muito nos ajudou, muito nos ajudou mesmo. foi um a todas aqueles que me conhecem, que sabe, que passaram, me ajudaram, mas o mais importante, eu acho que eu não esqueci, né, as empresas, os voluntários, os funcionários que são muito queridos que passaram, né, nesse tempo, a diretoria que se dispõe, porque não é fácil fazer parte de uma diretoria e aos voluntários que nos ajuda, nos ajuda com dinheiro, que nos ajuda com eh serviço, com prestação de serviço, né? E como nós ganhamos, como a gente consegue [música] fazer isso? É através disso mesmo. Hoje, por exemplo, nota fiscal paulista é uma que nos ajuda muito, né? Quem puder eh [música] fazer a inscrição e colocar o NAS como beneficiário, ele não vai gastar e vai nos ajudar e vai ajudar [música] ainda. Vocês recebem aqui, além disso, quais são as outros outros meios, alternativas, né, de eh [música] de arrecadações que vocês têm aqui? Vocês recebem doações de roupas, de cestas, tudo isso, roupa, inclusive, acabou de chegar o arquivo ontem, sem cestas básicas, né, para ser incluídos, roupas, sapatos, a gente não pega móveis porque [música] a gente não tem espaço, mas o espaço já está com aqui a gente quer, né, que são os cursos, os trabalhos, as crianças e etc. [música] Então assim, nós temos, aceitamos e uma coisa, eu gostaria até de, não é um apelo, porque apelo eu não gosto muito desse apelo, [música] mas fazer um convite, com certeza um convite a todos aqueles que queiram participar da nossa campanha de 30 anos, nos doando R$ 30 [música] em homenagem aos 30 anos do NAS. Olha, [canto] Aham. Eu sou um pouco, o povo fala que eu que eu acredito, mas eu gostaria de ter, se não tiver 1 milhão, pelo menos 1000 pessoas. Já tá [música] ótimo, né? Para que a gente possa dar uma fortalecida no nosso caixa [música] pessoal, né, do do núcleo, porque as verbas elas vêm, mas [música] elas vêm carimbada, né, que a gente chama, elas já vem específico para aquele projeto, né? E isto seria, por exemplo, quebrou um banco para auxiliar nesses repasses repass, então assim, estou sendo ousada aqui, mas 1 milhão de contribuições de Pix com R$ 30 seria muito bem-vindo, né? Aí fica o convite com 10 m 50 m de construção, talvez não seja tão, né, brincadeiras à parte, mas é um convite mesmo. Muito fica o convite então da Terezinha. Einha, pra gente encerrar então [música] esse bloco, né, olhando para tudo isso, para esses 30 anos, né, lá atrás fazendo todo esse resumo, né, passando esse filme hoje, o que você leva, né, pras [música] pessoas, qualquer mensagem que fica também diante de tantos obstáculos e desafios também, [música] com certeza, né, eh, teve que enfrentar durante esses 30 [música] anos. Olha, eu levo o seguinte. [roncando] O amor é a condição necessária [música] para que esse mundo mude. E só o amor foi a força que me deu Uhum. Para enfrentar tudo que eu enfrentei. Eu fico até emocionada, porque assim, sim. [música] Hoje olhando vocês, olhando tudo isso, olhando essa beleza, olhando essas crianças, coisas assim, não tem um outro [música] instrumento se não for o amor. E não existe um outro se não for a confiança no Senhor. Eu digo, sempre dizia, quando eu deixar de acreditar no ser humano, eu acho que já está na hora. Acho, não. Eu tenho certeza [música] que já está na hora de eu ir pro outro plano. Porque o ser humano, independente de qualquer que seja a sua história, precisa ser visto, olhado, cuidado, [música] amparado e recebido. Então eu fecho dizendo: "O amor é capaz de fazer tudo. O amor [música] é capaz de de remover montanhas, é capaz de fazer uma instituição se manter sem ter um centavo para pagar os seus resultados e aparecer. E eu não posso deixar de fechar esse pró que o dono de tudo isto aqui é o coração de Jesus, porque é eu o responsável por amar esse mundo, independente de como ele é. E aprendendo [música] com ele que eu cheguei até hoje. Ai que ele é a paixão da minha vida e é ele que mantém esse espaço. Entra, vai entrar muitos presidentes. Uhum. Muitos virão. Mas ele é a força que mantém tudo isso, porque ele é o amor e o amor é o que tem que [música] reinar sempre em nossas vidas. A gente encerra esse primeiro bloco com essa mensagem linda da dona Terezinha [música] e tem muito mais no segundo bloco para você. Então não saia daí que o Mão Solidárias volta já já. Mãos Solidárias de volta. Agora vamos conversar com Márcia Rabelo Ramos, espanholeto. [música] Ela que é a coordenadora aqui do Nasc, vai falar um pouquinho sobre as atividades. Seja muito bem-vinda, Márcia. Muito obrigada pela visita. Um prazer estar aqui com vocês. Ah, o prazer é nosso em mostrar todo [música] esse trabalho incrível, né, que vocês realizam. Então vamos começar falando sobre as atividades, né, como que elas são distribuídas aí entre as crianças, os adolescentes e também os adultos, né, que também podem fazer as atividades aqui. O Nas vem crescendo nesses últimos anos porque ele começa a sua trajetória atendendo só criança e adolescente e assim como as crianças foram crescendo e a gente acabou recebendo os adultos o os pais das crianças, né? Nós executamos aqui, C um serviço de assistência social. [música] Todos os nossas ações, elas são voltadas para isso. Então, nós recebemos aqui as crianças no serviço de convivência. [música] Nós temos um programa eh que é ofertado diariamente para as crianças. Em crianças [música] de 6 até os 14 anos na adolescência. Elas vêm para cá, elas passam um período inteiro conosco. Então, ela sai da [música] escola, ela vem para cá, ela já recebe a sua refeição, seu almoço e são acompanhadas pelas educadoras sociais, certo? [música] Que realizam atividades de teatro, de música, de dança, de convivência, eh lazer, enfim, tem uma uma série de ações dentro da cidadania. O que que esse programa busca? principalmente fazer com que ela pertença [música] ao território em que ela vive e que tenha uma convivência sadia eh com seus familiares e com essas pessoas. Esse programa ele eh hoje nós atendemos 60 crianças nesse programa e depois nós temos o segmento de jovens, tá? em que essas esses meninos que terminam o o formato com 14 [música] anos, eles vêm para um programa que chama-se Talentos do Futuro. Então, esses jovens eles [música] passam por processos de autoconhecimento, de talentos, de dons que eles têm e começam a fazer uma jornada para ingressar no mercado. Como são eh famílias que a gente atende [música] aqui, elas são todas famílias de vulnerabilidade. e vulnerabilidade. É bom que [música] a gente ressalte que não é só socioeconômica. Nós temos crianças aqui com várias [música] questões que precisam desse suporte que o serviço social oferta. Eh, então esses jovens eles fazem uma [música] jornada conosco normalmente de um ano, dois. Isso varia um pouquinho da aptidão de cada jovens. E a gente tem tido algum êxito bastante eh legal da gente ver, a gente se rejubila com eles, que é a inserção [música] propriamente dita no mercado de trabalho. Então, no final do ano passado, nós conseguimos colocar cinco jovens no mercado. Tivemos [música] a jovens inseridos na empresas aéreas em que já começam a ter voos literalmente mais altos, né? E esses jovens do ano passado estão já todos locados aqui no na região e estamos terminando agora uma jornada, estamos começando uma nova jornada com outro grupo. Então esses são os nossos talentos do futuro. É, [música] a partir daí o Nas vai e ele começa a perceber que as famílias [música] dessas crianças também precisariam de ser cuidadas, poderiam também [música] receber os mesmos benefícios, porque o nosso tripé de eh educação, o tripé social [música] e a família necessita desse suporte. E foi aí que nós passamos a ter um olhar muito especial sobre a família, porque nós começamos a perceber que todo um trabalho que a gente faz na base, se ele não é em seguida levado até a família, a gente fica com um uma falha ali. E foi aí que [música] nós começamos a trazer a parte de capacitação para as famílias, as trilhas e as jornadas para ela, eh, vamos dizer assim, acender a uma condição e uma qualidade de vida melhor. E foi aí que surge o NAS Empreendedor, que é um programa em que nós podemos ofertar a [música] possibilidade deste e indivíduo que aí é família nossa e famílias da comunidade. Sim. A eh começar o seu negócio, começar o seu empreendedorismo, ter ai completamente. [música] Isso foi assim muito significante, mas a gente não consegue parar nisso, né? A gente vai vendo, precisa demais, cada vez mais. E aí nós passamos a fazer os o ofertar as formações aqui no NASA e hoje ela é uma formação que envolve diversas áreas. Então nós começamos com manicure, com a parte de estética, trança, corte de cabelo [música] e aí também tem um o público que tem uma um interesse diverso. Aí [música] foi o eletricista, o assentador de piso, tecnologia hoje muito procurada aqui no NAS, são os cursos de tecnologia. Eh, então assim, eu trabalho aqui no NAS faz 11 anos, 11 anos já. E eu tenho assim uma um orgulho muito grande de perceber essa evolução dessa instituição [música] em que a gente começou pequeno, né, com as crianças só. E hoje a gente tem uma oferta de oportunidades muito diversa, [música] muito variada. Eu eu destaco também as ações sociais eh que são feitas eh para além desse trabalho, porque a gente tem que entender que essa família eh se ela não tá estruturada dentro, eh, recebendo um suporte grande, isso fica capa, fica pende para um lado ou pro outro, né? Então, hoje para nós assim receber eh um público muito vulnerabilizado que nós temos aqui, para nós assim é um orgulho muito grande de ver a transformação que esse esse público tem um salto de qualidade de vida. Eh, então as atividades elas são eh percorrem toda essa esse caminho, né? E aí agora nos 30 anos a gente tem que olhar para trás, pra frente, para daqui, para onde a gente vai, né, C? mais vai vir, né? E é interessante falar [música] sobre isso mesmo, né? Que são atividades que possibilitam todas as idades, [música] né? Todas as pessoas, porque é como a Terezinha falou, é a inclusão social e a família como um todo, né? Então, que vai abrangendo tudo. Agora, como que é realizado esse mapeamento? Eh, Márcia, no sentido de da triagem mesmo, né? onde vocês vão para buscar essas pessoas ou elas vêm procurar, né, assim, voluntariamente, né, para conhecer e de repente elas já querem ficar, como que funciona? Você foi certeira na sua pergunta, né? Eh, para isso a gente conta com um serviço social bastante estruturado, né, com uma marcação nos marcos legais, né, na LOAS e tudo. O serviço social, ele [música] é o responsável por essa estruturação. Então, nós temos um fluxo de chegada que ela compreende isso, exatamente isso que você falou. [música] Nós temos o que a gente chama de buscativa. Então, é quando um serviço social vai ao território a partir de [música] alguma demanda. Então assim, às vezes vem uma demanda do CREAS, né, que é um serviço especializado, vem demanda da própria assistência social [música] por ou porque é uma criança negligenciada, é um adulto, um idoso em isolamento. Existem vários fatores que fazem isso. É a busca ativa. Nós temos o que é a busca espontânea, que é aquela pessoa que vem bater aqui no nas, bate na porta e fala: "Tô precisando de alguma coisa, né?" E isso nem sempre é uma demanda que aparece para inserção no serviço. A gente chama de inserção quando a pessoa faz um cadastro aqui, começa a frequentar regularmente, mas às vezes acontece coisas assim, Cane, é o o idoso que tá aqui no território é um uma pessoa que trabalhou a vida inteira na zona rural e ali não sabe como requerer a aposentadoria dele, por exemplo. Entendi. Então a gente faz todo um trabalho de cadastro. Nós temos aqui uma equipe voluntária de advogados que orienta isso também, são parceiros nossos. Então o vem demanda da escola, vem demanda de todos os lugares. E aí o serviço social, o que que ele se preocupa em fazer? e identificar se esse indivíduo ele é vinculado ao CAD único, por exemplo, que é um cadastro, [música] né, da união, em que as pessoas precisam estar lá e como até porque senão ela não consegue acessar benefício nenhum. Então o serviço social [música] mapeia, eh, cadastra essas pessoas, tá? e tem todo um fluxo para fazer esse atendimento. Então ele vem, ele tem que apresentar documentação, tem uma documentação necessária, [música] importante, eh, pra gente fazer o atendimento. Ah, a pessoa não tem, então é um um pré-trabalho, vamos tirar os documentos dessas pessoas, né? E aí o serviço social vai eh olhando para isso. Esse indivíduo inserido no serviço, seja em qual programa desses que eu citei, ele passa a ter um acompanhamento. O próprio serviço social. Chegou aqui uma família [música] tá com uma criança de 6 anos, precisa inserir. Ah, mas tem um bebê. Ah, esse bebê vai pro Vivale Leite, que é um outro programa que [música] a gente faz aqui. Ah, tá. a mãe tá com uma situação de saúde, vai pro centro de saúde, enfim, ela vai sendo coberta em todas as suas necessidades, tá? Então, esse é um trabalho exclusivamente [música] do serviço social. Hoje nós temos duas assistentes sociais que cuidam, eh, porque nós estamos hoje com uma jornada, né, de de manhã, de tarde, de noite. Então, nós temos duas assistentes que fazem esse [música] esse cuidado. Ai, muito legal esse trabalho, né, que envolve tantas famílias, tantas [música] pessoas também, né, como voluntários atuando aqui no projeto. E a gente também separou um material muito legal, a [música] gente conversou com algumas pessoas e também acompanhou algumas das atividades aqui do Nas. Então, convidamos você a assistir tudo isso com a gente. Por meio de projetos estruturados em eixos como educação, qualificação profissional e assistência básica, o núcleo atua diretamente na raiz das vulnerabilidades sociais, ressignificando vidas. Eu conheci o núcleo de ação social logo que eu vim, voltei a morar aqui no Real Park. Foi no final de 2015 e estou no NASA até hoje. Dentre esses anos, participei de terapia ocupacional com as mulheres, né, de segunda, quartas e sexta. Fazíamos um tipo de festa que era uma alegria da gente tá participando com as amigas, conversando. Tinha o cafezinho da tarde, às vezes com bolo, com refrigerante, o próprio café, né? E passamos, tinha meu filho também que fazia parte aqui das crianças no NAS. Aí ele saiu, eu fiquei um tempo parada e logo depois começou os cursos noturnos, né, do SENAI, do Senac, outros empreende e outras empresas, né? E assim eu também continuei, fui convidada para fazer os cursos, fiz vários cursos, tanto de de eletricista, fiz curso de de cozinha com salgados fritos, salgados assados, doces, bolos e assim a gente tá aqui até hoje, né? E aí tem as cestas que quando eu frequentava no início tinha as nossas cestas básicas, né? tinha as verduras também que nós levava as cestas de verdura para casa. Era uma ótima ajuda para nós, para as crianças, né, com frutas, legumes e às vezes outras coisinhas a mais, né? E sempre foi assim uma maravilha. E por isso nós estamos aqui sempre que possível nós estamos aqui. Hoje eu tenho três netas netas que participam aqui. Dois do horário das 4 e uma aos sábados. E isso vai se empreendendo mais na vida deles. Meu filho saiu daqui, depois retornou para fazer curso, fez vários cursos durante um ano e meio. Ele fez cursos aqui, teve uma oportunidade de fazer um uma entrevista na guardinha, onde ele passou na guardinha, foi fazer curso lá já engatilhado para fazer o o serviço dos jovens, né? Então ele estuda de manhã, tá no terceiro ano e tá empregado numa boa empresa. E isso tudo através do empreendedo nas e a vida da gente prossegue, né? Então eh isso a gente pode dizer que realmente fazer parte aqui do NAS transforma vidas. Que que representa pra senhora? Olha, com tantas crianças, adolescentes que hoje muitas vezes não tem o que fazer ou não sabem o que fazer, vai por lados diferentes, né? O o Nas, o núcleo de ação social, ele oferece várias oportunidades para jovens a partir de 14 anos. Então, é uma atividade que não vai passar em branco, é paraa formação deles próprios. Então eu acredito que na vida de quem participou aqui no NAS sempre foi muito bem-sucedidos e teve sempre uma bênção a mais. Amém. Eu iniciei os cursos aqui no NASD em abril do ano passado. Meu primeiro curso foi de esmaltação em gel, né? Então foi um curso muito enriquecedor, até porque eu não conhecia tanto, não tinha ouvido falar tanto do NAS. Foi aí então que eu comecei a procurar informações e me apaixonar pelo trabalho que eles têm feito ao longo desses 30 anos. Foi uma indicação, o pessoal que você já conhecia começou a frequentar e aí depois você veio. Eu tive informação através de uma divulgação do curso, né? Aí eu recebi também um comunicado pelo WhatsApp. Aí eu me comuniquei através do telefone com a Paola. Eu não sabia até então que era a Paola, né? Que era que tava chamando o pessoal pro curso. E aí então em seguida eu consegui essa vaga e eu comecei. E como foi para você fazer parte ali no primeiro momento desse curso de esmaltação? levou adiante, empreende como que é. Então eu eu fiz a princípio com interesse de aprender, né, sobre o o curso em si, até porque eu gosto de de ver outras mulheres ficando bonitas, empoderadas e e trabalha com autoestima quando a gente vai para uma para salão, desculpe, um salão cabeleireiro, né, trabalhar com pintura de unhas. Então eu me interessei por conta disso, para que eu pudesse aprender, não só para mim, mas também para enriquecer outras pessoas, se eu tivesse oportunidade de trabalhar depois com com esmaltação e gel também. Eu já fiz na sequência eu fiz de penteado de cabelo, cabelos, cabelos cacheados. Fiz também de corte de cabelos cacheados. Foram vários que eu até me esqueço às vezes. Foi, meu Deus. E a gente fica meio nervosa. Teve um miniurso de de fotografia que foi numa noite apenas, foram poucas horas, mas deu também para aprender foco, tirar foto, tudo mais, né, assim, pegar os melhores ângulos, né? A gente teve uma uma pequena ideia de como que é para para ser feito também. Eu também fiz eh fiz também de o de quer dizer, estou fazendo de petwork, que é pela manhã e e fico de quarta-feira, que é o segundo curso de modelagem de pet. Então, no mesmo no mesmo horário, mesmo dia de quarta-feira, eu faço os dois cursos também. Faz de tudo um pouco aqui no NAS, né? E tem também o de corte e costura. Isso de corte costura também que vai inclusive vai iniciar também um novo curso e a gente também vai estar junto de bolsas também, modelagem de bolsas, né? A gente vai continuar com essa empreitada em aprender cada vez mais. E qual é a sua pretensão hoje falando de todos esses cursos que você já realizou daqui paraa frente? O que que você espera, né, do núcleo? Então, o núcleo ele veio a nos ajudar, né, como já foi dito através da própria fundadora Teresinha, né, que foi de sonho dela, de um sonho dela que veio a crescer durante esses 30 anos, desenvolveu tudo que já foi possível fazer acontecer, tratando com pessoas, com crianças, com pessoas de mais idade, né, dando oportunidade até pros homens também tem vários cursos de parcerias com outras entidades que vem ajudar não só ao conhecimento, mas também uma oportunidade de empreender, de ganhar dinheiro, uma uma renda extra. Então, tem vários cursos aqui que dá oportunidade pra gente para ter uma renda extra. Para aquelas mulheres que de repente não tenham nenhuma nenhuma renda, ela consegue descobrir que ela vem pro NASA, ela é bem assistida, as pessoas daqui são maravilhosas, nos acolhem muito. Então a gente é envolvido pelo pelo núcleo em si, né, por todas as pessoas, pelos funcionários, pela direção e tudo mais. E aí esses cursos vem a agregar pra gente, ou seja, a gente, se a gente nem tem sonho, a gente acaba sonhar junto com eles. Então a gente vê que a gente é possível, a gente consegue, a gente faz o curso e depois a gente consegue desenvolver renda e também a trabalhar autoestima também, porque tem cursos já específicos para isso e também pra gente poder crescer cada dia mais. No núcleo de ação social, as crianças participam ativamente das atividades como oficinas de dança, teatro, judô e aulas livres, como estratégias pedagógicas e de assistência preventiva. Essas atividades contribuem para a redução da vulnerabilidade social infanto juvenil, preenchendo o tempo ocioso com práticas que estimulam o protagonismo e a convivência comunitária. Ana Laura, o que você mais gosta de fazer aqui no NAS? Eu gosto de fazer judô e, sei lá, ter aula livre e também ter aula da Mônica. Eu gosto muito. Qual que é a aula da Mônica? É atividades. Qualquer tipo de atividades. Como que é? Qualquer tipo de atividade. Mas atividade de pintura ou depende do dia? Depende do dia. E no judô você já fazia antes ou você conheceu aqui no Nas? Eu conheci aqui no Nas. Como foi para você? Foi uma experiência muito legal. Luiz, quais são as atividades que você faz aqui no NAS? Brincar, é pintura, desenho e só e brinquedoteca e parque. Vocês acompanharam um pouco só do trabalho que é realizado aqui no NAS? Tem muita coisa, né, por trás daquilo que a gente mostrou hoje para vocês. E realmente é um trabalho incrível, né, Márcia? Ai, obrigada, Ca. Muito bom a gente falar sobre o nosso trabalho quando a gente ama ele, né? Queria que você deixasse uma mensagem então para quem está nos assistindo, deixar mensagem também se alguém quiser fazer parte aqui do trabalho, ajudar de certa forma ou se voluntariar, né? né? Às vezes a pessoa ela tem uma aptidão que quer também passar isso paraa frente. Eu acho que faz todo sentido, né, Márcia? Com certeza. Eh, eu quero agradecer antes de mais nada, né, o fato de vocês estarem aqui, essa oportunidade de mostrar esse trabalho que nos traz tantas alegrias e convidar, né, todo mundo que quiser. A porta do NAS tá sempre aberta e assim vamos olhar um pouquinho para nosso momento de cidadão, porque todos nós somos responsáveis pela por tudo que acontece à nossa volta. Então essas crianças, a gente nós somos responsáveis por eles, por criar um ambiente saudável e e tem muito trabalho para fazer, gente. Tem muita coisa legal aqui. Nós temos trabalho voluntário e é só nos procurar, tá? Não precisa nem marcar. E chegar aqui na frente de segunda a sexta-feira, eh, das 8 até às 18 horas, nós temos sempre técnicos aqui para receber. Muito obrigada, viu, Cá? que agradecemos visitas aí, com certeza. Muito obrigada pela participação e compartilhar um pouquinho do trabalho de vocês. E fica o convite então da Terezinha e também da Márcia para quem quiser conhecer aqui o espaço aqui, o Nas vai ficar o endereço aqui para vocês e também as redes sociais. Você continua acompanhando a programação, temos um encontro marcado também na [música] próxima edição do Mão Solidárias. Ficamos por aqui. Até a próxima. Tchau. [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música]
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