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MÃOS SOLIDÁRIAS - CESD CENTRO SÍNDROME DE DOWN
Em destaque · HD Vídeo · MÃOS SOLIDÁRIAS

MÃOS SOLIDÁRIAS - CESD CENTRO SÍNDROME DE DOWN

84 views Publicado 09/11/2022 HD · 50:06

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Vídeo do acervo da TV Câmara Campinas.

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[Música] Oi gente tudo bom mais irmão solidárias no ar aqui na tela da TV Câmara Campinas hoje a gente veio conhecer a história de mais uma instituição mas uma história de sucesso do voluntariado que começou essa história que é antiga viu Tem muita coisa para contar aqui no centro síndrome de Down Sesi aqui na Vila Brandina quem vai contar um pouco dessa história que é a princípio é a Claudete de Lima que é coordenadora geral aqui da instituição também foi voluntária muito tempo hoje a coordenadora Claudete Obrigada pelo seu tempo viu para contar um pouquinho da história desse lugar lindo que vocês vão ver imagens vocês vão ficar Encantados aqui no espaço a gente que agradece né o nosso trabalho ele é para comunidade né então o Sesi existe a 41 anos e ele atende pessoas com deficiência intelectual especialmente Síndrome de Down Ele nasceu de um grupo de famílias né que mais de 40 anos atrás não tinham de levar os filhos não sabia o que fazer com os filhos com experiência né porque antigamente eles eram totalmente segregados da sociedade né as famílias até para protegê-los mantinhos eles em casa né não tinha terapias não tinhas e as famílias sentiram essa necessidade Então ela nasceu de um grupo de pais que foi a luta né eles conseguiram um espaço as nós ganhamos esse terreno aqui da prefeitura muitos anos e há dois anos atrás nós ganhamos uma sede também de um doador e hoje a gente faz um trabalho que atende Desde da infância da hora da notícia da hora que a mãe fica sabendo que tá grávida que tá esperando uma pessoa com deficiência a gente faz um processo de acolhimento depois nós atendemos os bebês né de dois a quatro anos na estimulação precoce né que tem fome Fiz o teor a psicologia familiar que é uma coisa muito importante quando uma pessoa recebe uma notícia que uma pessoa que vai ter uma pessoa com deficiência cai o mundo Às vezes cai a casa e as pessoas não sabem o que fazer né Então a primeira coisa é dar o suporte para a família a gente fala assim que sem a família a gente não consegue nada né então a família recebendo a notícia ela vem para cá ela tem todo o apoio e assim que nasci a criança e a criança foi liberada para os atendimentos a gente começa e esse processo ele vai nós atendemos até a vida adulta e o envelhecimento né então o primeiro programa é estimulação precoce depois nós trabalhamos com a questão da inclusão escolar que hoje é um direito né de qualquer criança estar na escola né E daí a gente costuma falar também que a escola é um ambiente que é formação para todo mundo e a formação do mundo né então lá as crianças vão receber a formação pedagógica né mas não se formar o cidadãos então a gente costuma falar que a inclusão não faz bem só para criança que está inclusa ela faz também bem para quem está lá com aquela criança porque lá vem os médicos juiz enfermeiros professores né então Talvez hoje a gente tem uma questão assim de demanda na sociedade que muitas pessoas não tiveram esse acolhimento Então hoje eles têm um desenvolvimento tem pessoas de 40 50 anos com deficiência bem mais difícil do que essa nova geração que está na escola né então a escola é um direito e uma obrigação da sociedade depois a gente atende o programa do Juventude né que é o grupo de jovens né que é onde eles estão né nascendo na puberdade testando relacionamentos né sabendo nós temos um projeto do que é público que é privado né para as pessoas saber né até onde vai o meu o meu direito e até onde eu tenho começa o meu dever tanto na parte de sexualidade na parte de relacionamentos né que é uma coisa que é um tabu né eles falam assim ai a criança a pessoa com deficiência ela é muito meiga carinhosa as pessoas têm mania de infantilizar né a pessoa com deficiência e é uma das piores Barreiras né porque a pessoa ela tem os mesmos anseios né as mesmas vontades que todo mundo e não é porque ela tem a deficiência que ela vai ser privada ou vai deixar de ter né então assim na hora que sim infantiliza e essa infantilização tem tanto na sociedade quanto das famílias né por isso que a gente trabalha muito isso né eles eles podem tudo Talvez um tempo diferente por conta da deficiência intelectual Mas eles vão ter autonomia eles vão conseguir se trabalhar eles vão conseguir estudar eles vão conseguir ter relacionamentos iguais casar ter filhos né Então são coisas que que tá tudo digamos assim tudo normal tudo dentro do seu tempo como devido o mundo né porque se você pensar a deficiência não tá na pessoa a gente fala né a deficiência tá na sociedade nas Barreiras que a sociedade impõe por exemplo se uma pessoa é cadeirante ela não consegue acessar um restaurante um teatro a deficiência não tá nela tá no acesso que não é permitido né então quando a TV Câmara abre para esse tipo de como mostrar os bastidores do que a gente faz ela nos dá oportunidade de falar com as pessoas porque o preconceito ele existe e a gente tá cheio de pré-conceitos mas quando a gente não tem informação né quando a informação chega a gente decide se a gente vai continuar tendo preconceito ou se a gente consegue lidar com isso depois a juventude vem a questão do empregabilidade né A gente trabalha junto com o Ministério Público do Trabalho junto com as empresas né a gente prepara a pessoa que com deficiência para ir para o mercado de trabalho ajuda ela buscar uma vaga e também faça um trabalho com a empresa faz palestra de sensibilização da os apoios que a pessoa precisa para produzir dá os apoios que a empresa precisa para acolher essas pessoas né porque é que nem quando você entra numa empresa nova né tudo é novo para qualquer pessoa né E se você não tiver uma acolhimento e as pessoas também do outro lado não souberem que podem ajudar vai ser difícil né e assim as pessoas não vão estar lá para cumprir cotas somente né para ser um figurante né Elas têm que estar lá para produzir e ser remunerada por isso porque isso é o certo né E eles têm capacidade Claro a deficiência intelectual vai ter algumas coisas que eles não vão conseguir fazer do mesmo jeito mas tudo bem né eles podem fazer várias outras coisas né então o trabalho dos Testes é sempre assim construir as pontes né da pessoa da Família com a sociedade depois a gente tem um grupo que chama habilidades sociais que esse ano ele tá voltado para um projeto chama movimentação que é voltada a qualidade de vida porque são pessoas que não tiveram essa esse aparato de estimulação quando eram pequenos né E hoje eles estão em processo de envelhecimento que ele começa um pouco mais cedo também por conta da deficiência tem uma questão de demência também que começa então a gente faz voltar da atividade física e a qualidade de vida né e é muito legal eles vão para os espaços públicos também né para poder também compartilhar e poder também se sentir útil né então e nesse nessa parte a gente dá um apoio muito grande para as famílias que também estão num processo de envelhecimento né e depois nós temos o home Down que é atender as pessoas em já faz de envelhecimento só que daí eles não vem até a entidade A Entidade vai até eles mais ligada para ativar a rede que a gente chama né que que tem lá perto do bairro que eles podem fazer lá por perto né quais são os as necessidades em relação à saúde né normalmente já não estão mais com os pais estão em outro lugar né os pais faleceram então eles são com os irmãos com outro então a gente começa a ajudar essa rede aí então você faz graças a doações né porque a gente vive disso também né esse trabalho de ponto a ponto e hoje a gente já tá trabalhando com deficiência intelectual do modo geral não só a síndrome de Down vocês têm um trabalho bem amplo aqui então né desde pequenininho até todas realmente todas as fases da vida inclusive fora né que com são os mais velhos que precisa do atendimento mais acompanhado em casa a questão por exemplo da Autonomia das pessoas né Elas vão gerar também tanto uma renda para pessoa com deficiência para família né que acaba se liberando que quando a pessoa vai trabalhar a família se libera para fazer outras atividades né então também melhora a questão de qualidade de vida e renda da família Melhora para pessoa né porque ela a pessoa com deficiência na hora que ela é valorizada pelo que ela faz ela tem uma autoestima enorme assim né então isso transforma a vida de uma pessoa e também uma questão da gente liberar um pouco do poder público porque é uma corrente né então seu poder público ele ter um gasto enorme com saúde por exemplo de uma pessoa com deficiência porque ela tem uma qualidade de vida péssima a medida que a gente alimenta essa rede para que ela não tenha uma qualidade de vida péssima para que ela consiga ter autonomia para o trabalho para ela consiga ter um atendimento na comunidade a gente também libera né um efeito Cascata libera o poder público de um gasto também né então a gente fala que é um investimento que a sociedade faz para que o mundo realmente seja um mundo melhor para todo mundo né vocês pensam de modo bem macro né porque você tratando o desenvolvimento da criança do Adolescente vocês também atingem a família da dessa criança né que também dá mais autonomia para ela e a família assim a família na hora que recebe uma notícia eu posso falar isso com propriedade né porque eu estou aqui também assim muito por conta que tem uma filha que tem 16 anos né ela vem aqui no Sesi desde que nasceu e a minha história com Sérgio é uma história bem longa porque eu fui muitos anos voluntária na identidade depois acabei me aposentando e eu sou gestora porque eu sou da área financeira e foi iniciativa privada e hoje eu falo que eu tipo assim para mim como família né e a gente trabalha muito isso aqui na entidade em qualquer lugar a família tem que estar muito presente então ela tem que a gente costuma falar entre as famílias que é do luto a luta porque quando vem a notícia De que você está esperando um filho com Síndrome de Down o meu caso foi na hora que a minha filha nasceu você recebe um monte de informações né Você vai no Google Você vai naquela coisa assim que daí em vez da situação melhorar ela fica pior né então cede ele faz toda acolhimento dentro dos hospitais também né a gente recebe muito bebê né muita muitas pessoas aqui e também faz com que a família se como é que é bom essa estrutura e para lidar com tudo isso se sinta mais amparada porque se o preconceito assim ele é aquilo que eu falei da falta de informação e quando ele vem de dentro de casa ele é muito mais difícil né Então a gente precisa que a família esteja bem para que ela apoia a pessoa e para que ela consiga também fazer com a sociedade porque ela vai lidar com isso no dia a dia né a gente fica algumas horas aqui mas eu como família tô o dia inteiro né E são as fases né você vai empoderando a família para ela buscar o seu direito para ela buscar o melhor para o seu filho que qualquer família faz isso né mas com uma pessoa com deficiência você vai ter mais Barreiras vai ter que repetir muitas vezes o mesmo discurso né porque a gente fala assim quando você chega numa escola e eles falam assim ah mas eu não tenho experiência com criança com deficiência daí eu falo assim olha vamos lá então porque eu também não tenho experiência Eu também não fiz pós-graduação que que você precisa e a gente vê muito assim que é da Boa Vontade de um médico da Boa Vontade do professor né porque dizer que não tá preparado para mim é uma desculpa né porque você não foi não teve formação tanto de médico de professor só para eu brinco assim né não é bullying mas só para educar o loirinho de olho azul né então existe uma diversidade né na sociedade então a gente procura realmente entender isso amplamente porque a hora que a gente resolve a questão da dor da família e ela passa por isso ela vai embora junto com a família e ela consegue junto com a entidade junto com a pessoa com deficiência passar pelas barreiras e tornar isso tudo muito mais leve sua filha já tem 16 anos você acha que de lá para cá já mudou muito assim questão de atendimento da forma de abordar essa questão das instituições se colocarem mais abertas a crianças com síndrome de down acha que teve assim uma evolução nesse sentido eu acho que sim né Eu acho que assim de maneira assim Onde tá a minha vivência a minha vivência aqui dentro com as famílias a gente fala que essa geração de 15 6 anos é Outra Geração né eles são muito mais autônomos eles estão tratando por exemplo né de sexualidade agora que é uma coisa natural da adolescência né e enquantos muitos adultos de 40 50 anos nunca tiveram essa conversa né então eles estão mais abertos eles estão todos na escola né hoje hoje a gente só atende Se a criança tá na escola no contratudo antigamente eles nem iam para cá não saiam de casa né então assim com certeza é uma geração nova e é uma geração que também tá empoderada E ela não precisa ficar justificando o estar dela em cada espaço ela vai lá e está no espaço com qualquer outro né então assim ela não justifica não eu acho assim que ele tem uma autoestima muito elevado né então eles acabam conseguindo com isso tornar coisa mais natural o teste tem recebido escolas aqui e tem que ser muito legal essa troca porque não é só assim Ah eles vem aqui e trocar com as pessoas da mesma idade na escola a mesma coisa temos muito para evoluir temos muito para evoluir porque o Brasil graças a Deus né é um país cheio de leis né Tem leis de primeiro mundo mas o problema é o comprimento a gente ainda escolta negativas veladas das escolas numa questão de matrícula a gente ainda vê muitas empresas só fazerem para inglês ver a questão do empregabilidade né para obedecer a cota para não ser multado né mas eu acho que já teve uma evolução muito grande e também porque as famílias elas são muito protagonistas né Se você vê a nível Nacional os movimentos eles nascem basicamente da dor da família né então isso vai empoderando e vai criando uma rede nós temos uma Federação Brasileira de Síndrome de Down que era super atuante no país inclusive no Congresso a livre de leis né de implicações né temos um movimento assim que as pessoas estão se unindo por uma causa né porque sozinho a gente Fala Ninguém escuta no momento que a gente se une as coisas somos mais Campinas tem uma atuação muito grande né Eu acho assim por exemplo o município de Campinas na Rede de Educação ele tem um atendimento excelente nós fazemos um convênio com eles por exemplo atender a demanda que eles têm o que eles não conseguem atender do ae que é o apoio especializado né E isso tem elevado nível então assim na Escola Pública de Campinas acho que ela é referência no país né porque ela tem feito um bom trabalho então o poder público também ele se aproxima da gente né que é uma coisa difícil né A gente vive os momentos políticos muito conturbados mas no momento que todo mundo esquece que não é eu e o objetivo é melhorar a vida das pessoas que a gente impacta né a gente fala de impacto social a gente impacta né então a gente maneira que lá tiver um professor um aluno que ele for um juiz mais tarde na hora que ele foram juiz tiver estudado com uma pessoa que teve deficiência ele vai ter empatia em relação né porque todo mundo tem uma deficiência né a gente não é bom em tudo né a gente é complicado né então assim mas todo mundo tem capacidade né e o que o Sérgio faz é tentar potencializar as capacidades né então assim a gente não olha assim o que que ele não pode fazer não o que que ele pode fazer no trabalho em cima isso sempre em cima disso porque se você for focar no que a pessoa é deficiente você não anda né então e para a gente como família ter uma entidade né que é o sede né E a gente tem várias ali no Brasil também que óleo para a pessoa e tentam entender esse por no lugar da pessoa e achar soluções né porque a gente também não é perfeito A gente é uma das coisas Volta Faz de novo né mas é na ânsia de construir essas Pontes né então a gente também não quer por exemplo a gente dá assessoria para as empresas e tem um prazo né porque a gente entende que a empresa também tem que andar com tudo isso né como que a empresa trataria se fosse uma pessoa que não tivesse deficiência tivesse lá então a sociedade ainda tem muita coisa assim do coitadinho do carinhoso um estereótipo assim né eles são muito carinhosos eles são assexuados eles são os coitadinhos eles não são carinhosos eles são carinhosos até Talvez lá atrás pelas famílias num termo de compensação para eles serem aceitos dizer assim ah beija tia bença tia né Às vezes a gente vê as mães segurando pela mão adulto né a gente fala Meu Deus do céu porque é é uma questão de proteção né assim a família sempre quer proteger só que nessa ânsia de proteger ela acaba infantilizando né então isso é uma coisa ruim só que ela também ela também não tá errada porque ela eu sempre falo antes amor de mais do que amor de menos né então o nosso papel e dizer para a família se você infantilizar que da onde ele tem 20 anos então você não precisa pegar a mão dele para atravessar a rua você tem que ensinar ele atravessar a rua Ah mas ele não vai aprender ele vai aprender né E às vezes você entende que uma família né com um filho de 45 anos e o pai tem 75 anos por exemplo a dificuldade que são duas pessoas que precisam das acessibilidades né então a gente acaba até trabalhando junto a gente tá trabalhando um projeto chamado asas que a gente fala disso né a gente fala assim Escreva uma carta para deixar para o seu filho se você for embora né pensa né uma coisa que para a gente que tem uma pessoa um filho já é difícil né um filho com deficiência você fala assim que vai ser dele quando eu for embora então a gente diz ele vai conseguir fazer o que Você investiu nele por isso o papel do Sesi já é tão importante né de dar autonomia para essas pessoas e garantir que eles possam viver a vida o mais dinâmica autônoma possível para os pais também terem essa esse retorno para eles também né é e é uma construção né porque eu digo assim o benefício Não é só para pessoa né tem todo uma rede de volta tem a família tem a sociedade tem as empresas né então assim hoje a gente mantém como que a gente mantém né vou falar de maneira porque a minha praia também então assim a gente mantém o Sérgio através de várias pernas também né então assim por detrás existe também todo uma estrutura organizacional né porque a gente tem toda uma responsabilidade de comprar esse de prestação de contas nós hoje temos várias pernas de sustentabilidade né então quem quiser ajudar a entidade né Depois a gente passa o pix né que você eu preciso de inclusão e pix mas por quê Porque a gente precisa assumir também que não é uma caridade né é uma forma de melhorar a sociedade e daí então todos têm responsabilidade eu tenho você tem todo mundo tem e todo mundo pode fazer um pouquinho né eu falo assim se cada um fizer um pouquinho fizer um pouquinho da sua parte o resultado vem né então assim ah mas eu não posso ajudar doando Ah mas você pode fazer um trabalho voluntário Ah tem a nota fiscal paulista que eu sempre falo você não precisa botar a mão no bolso você pode fazer dessa forma o nosso site tem todas as formas de contribuir com a entidade né a gente tenta fazer isso a gente não cobra né Nós temos mais de 350 pessoas atendidas a gente não compra os atendimento porque a gente entende também que a pessoa já tem uma sobrecarga em tudo isso né então a gente faz a facilitação sem cobrar né então a gente faz todos os atendimentos de todas as partes etárias e não compra deles mas nós temos um custo então poder público nos ajuda a sociedade nos ajuda através do Imposto de Renda as empresas também fazem a destinação de 1% de pessoa física até 6% de pessoas jurídica Então são coisas que vão construindo essa rede de sustentabilidade então cada um fazendo a sua parte vai melhorar a vida de todo mundo vamos falar um pouco sobre essa parte essa questão porque vocês têm uma estrutura bem grande aqui pessoal vai ver nas imagens nas fotos são vários profissionais é uma equipe imensa para dar conta de todos os atendimentos e também tem uma estrutura física muito grande é luz é água é limpeza são muitas despesas né como é que vocês falando dessa questão como é que vocês dão conta disso tudo é doação é parceiros Tem algum tipo de parceria com poderes públicos também né vamos falar um pouco dessa parte aí para a galera entender como é que se mantém uma estrutura dessa Na verdade assim qualquer pessoa né a gente aqui tenta fazer um casamento né então assim o que a gente tem para oferecer para a sociedade né é uma coisa que gera Impacto social né então a gente mensura isso através do impacto social e trans monetiza isso para a parte financeira Então a gente tem planejamento como qualquer empresa planejamento estratégico o orçamento né e as fontes de recurso Então a gente tem uma capilaridade de fonte de recurso que nos garante que se uma não der certo a gente não fecha as portas não quebre a gente teve muitas informações e muito Amparo por conta da fiac né existe um conselho de entidades em Campinas que dá esse Amparo a faca faz formações ela nos ajuda na parte de formação para que as entidades andem com as suas próprias pernas né então nós temos um telemarketing que liga para casa de vocês né que ele ainda é uma 30% da nossa rentabilidade nós temos a nota fiscal paulista que é uma fonte de recurso que você não precisa botar na mão do bolso você entra no site pessoa faz todo um cadastro e destina para entidade todos aqueles pequenos créditos que você vai ganhar só que quando vem para a gente ele fica 60% maior né se você doa um real vai ser Vai doar r$ 60 quando vem para entidade porque o governo tira algumas travas de fiscalização não de contribuição né então quando vem vem para a gente nós temos a parceria com o poder público que sempre da educação nós temos também através do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente onde os empresários podem destinarem Imposto de Renda tanto pessoa física quanto jurídica de lucro real e através deles é feito o edital e a gente consegue acessar esse valor do Imposto de Renda então nós temos o telemático de renda a nota fiscal paulista convênios faz parte aqui da região né e fazemos também doação de pessoa física né e por exemplo toda essa estrutura a gente foi ganhando ao longo do tempo né a gente ganhou o terreno da prefeitura durante a pandemia nós ganhamos da Dona Helena esse prédio que vocês vão ver que é maravilhoso que a gente nunca teria condição de ter feito depois ganhamos também doações que a gente fez uma reforma do outro prédio através de empresas a gente mobiliou todo esse prédio Conseguiu comprar materiais de ponta tudo que tá aqui então assim é todo mundo é a corrente do bem eu falo assim é uma corrente que vem fortalecendo e as pessoas Quando vem conhecer esse Encantam mesmo assim né porque vê o resultado ver os bebês ver os jovens Deus idosos vê o pessoal saindo para fazer os passeios indo nos lugares e ver o que a gente está fazendo É uma questão de muita responsabilidade né a gente sabe a responsabilidade que tem a gente sabe que não é fácil sentar pedir doação né mas quando a gente tem um trabalho bem feito né no nosso site aí quem quiser acessar as nossas redes sociais que a gente precisa seguidores né Para dar os impulsionamentos né E a gente vai aprendendo também que o terceiro setor ele é um negócio sustentável um negócio que não Visa lucro e o negócio que gera Impacto social então assim ele tá aqui para digamos assim fazer às vezes do que não do que a sociedade ou poder público não consegue fazer como um todo né então ele nós somos especialistas em deficiência intelectual né então dentro da nossa especialidade a gente consegue fazer um trabalho de excelência né mas existe mais de 120 entidades em Campinas né então Campinas temos dois anos de pandemia né então querendo não isso teve um efeito tanto no desenvolvimento das pessoas com deficiência porque elas já são isoladas desses dois anos causou dando muito grande a gente está tendo muito trabalho intenso assim Para retomar o que a gente lá em 2019 porque eles tiveram uma regressão muito grande em relação a isso e também a questão financeira né a gente também teve todo o país passando por uma crise financeira mas o brasileiro campineiro ele é muito muito doador muito voluntário muito querer ajudar a sociedade né então acho que é isso a gente ganha Através disso né a gente diminui criminalidade a gente diminui vulnerabilidade social que quando a gente fala da pessoa com deficiência Isso é uma questão que pega muito porque eles ficam mais expostos né então o nosso trabalho também é empoderados para que consigam né não terem uma questão do assédio né de saberem dar voz assim mesmo de dizer eu quero eu não quero né porque às vezes as pessoas param e perguntam né para mim o que que a Gabi gosta de fazer eu falo mas agora ela tá na fase do namoro que a gente tava brincando ah eu posso namorar a sua filha Pergunta para ela né que dentro da maturidade que ela tem dentro da idade né eles vão respondendo né Queria muito legal isso é Claudete enquanto mãe qual você diria que foi assim um impacto que teve o Sergio na tua vida que no caso você foi pegar de surpresa né você não soube durante o seu pré-natal que teria uma criança com síndrome de down soube no momento do parto qual foi o impacto que você sente que teve assim no dia a dia na sua vida para ter esse acompanhamento aqui olha eu falo assim que eu fico até emocionada Porque serve para mim ele fez para mim para minha família para minha filha para todo mundo assim ele fez uma diferença muito grande eu não sei como que a gente teria andado sem esse apoio fala assim a Gabi vem aqui desde os 20 dias de vida né e Independente de classe social né quando a gente lida com novo com diferente é muito difícil né minha filha tem 16 anos eu me considero uma pessoa bem resolvida mas assim e a cada dia que eu entro aqui vejo uma família sendo acolhida vendo a preocupação a gente tem mais de 40 funcionários né aquilo que você falou antes né a gente tem uma equipe enorme equipes especialistas né a gente tem os conflitos das famílias né Tem a questão da aceitação então assim para mim como mãe para minha família ele foi um divisor de águas Eu acho assim que na minha vida e ele conseguiu cumprir a missão de ser ponte para tudo e eu sou eternamente grata tanto que eu fui voluntária 12 anos né daqui e isso é assim muita gratidão sempre gratidão porque a lei do universo né os que a gente joga e a gente colhe o que a gente e até hoje minha filha vem até hoje ela tá no programa para faixa etária dela mas eu vejo assim a transformação acolhimento quando a família chega aqui super angustiada quando eles veio o desenvolvimento quando Eles veem um jovem quando eles vêm tudo que a gente consegue fazer eles se transforma isso até hoje assim a família chega aqui nada ela chega aqui carregada porque às vezes ela não foi bem orientada porque às vezes ela foi para internet viu coisas que ela não deveria ver que eu sempre falo não entra no Google vem aqui vem aqui que aqui a gente consegue uma mãe que tá na gestação ainda né então ver um bebê se desenvolvendo ver que eles vão fazer tudo eles vão fazer tudo um tempo diferente e a Gabi mudou nossa vida né ela tem um irmão mais velho que na época fazia automação industrial e ele acho que nunca gostou e eu sonho de toda a mãe que o filho seja um engenheiro e ele mudou para a área de um ano e ele fala que ele se transformou por conta dela né então assim é Clichê eu sempre falo assim é Clichê falar mas a gente não muda a vida deles eles mudam a nossa você começa a diminuir expectativas na época diz assim Ah minha filha talvez não faça faculdade mas ela tá feliz ela tá realizada ela tá fazendo o que ela gosta eu consigo Claro que tem limite né Eu acho que uma coisa bem importante né Eu sempre olho para minha filha e vejo que eu fazia com meu filho que eu tive quando a mãe é de é mais difícil mas eu falei assim eles têm que ter limite educação como qualquer outra criança porque a gente fala assim questão de obesidade a gente brinca muito com as famílias aqui Ah eles são mais gordinhos não sei o quê Ah mas é que ele gosta de comer isso tem que dar isso eu sempre pergunto quem que faz o mercado na sua casa é eles não é a gente então tem uma questão também da gente assumir esse papel de não usar a deficiência como desculpa né então assim dizer assim ela tá lá ela tem todas as demandas né a gente super entende mas se você se ele tem a deficiência intelectual e se ele tá gordo ou tem algum outro problema ele vai ter mais um rótulo vai ser mais uma dificuldade né então assim ele quer tomar coca-cola todo dia mas ele não vai tomar porque faz mal para saúde de qualquer pessoa né então para nós assim como família você é de mudou tudo e é por isso assim que eu vou morrer falando para todo mundo assim né que vale a pena né que se você quiser investir numa casa né vale a pena mistério de Com certeza vale a pena e a gente tá aberto aqui né Uma das coisas que a gente fala assim venha nos visitar Venha conhecer né venha ver o que você pode fazer o que a sua empresa pode fazer já Aproveita e dá o recado Pode deixar o convite então eu acho assim que se você que eu sempre falo assim se a gente quer um mundo melhor a gente precisa fazer a nossa parte né e dentro do local onde você tá sempre tem alguma coisa que você pode fazer você pode doar que é o que a gente precisa para sustentabilidade financeira da idade e todas as entidades precisam disso então lá no site tem que passar os dados da gente o pix né Por favor o pessoal do telemarketing a hora que ligar eles são fontes importantes ainda de recurso apesar da gente entender que a tecnologia mudou bastante essas coisas as empresas né além de fazer a empregabilidade pela cota a gente pode fazer além da corda é obrigação além da conta ele vai fazer o benefício porque ele vai transformar o ambiente corporativo no ambiente muito porque quando a gente convive com a diversidade a gente se coloca no lugar do outro então a empresa também pode entrar em contato com a gente a gente tem várias plataformas de como ajudar Imposto de Renda empregabilidade Assessoria projeto sociais né a gente faz todo uma explanação a gente tem toda uma parte de compliance também então assim nós temos uma estrutura que ela já não é mais amadora né porque a ONG tem esse rótulo né de ser uma coisa né de tem uma coisa ruim assim em relação e a gente tá mudando essa essa realidade né Vocês podem andar em Campinas e você não vão ver criança na esquina pedindo dinheiro porque Campinas faz um trabalho muito muito muito muito por conta das entidades né então nós estamos trabalhando todas as frentes né A gente trabalha dentro do bebê na área da saúde até o envelhecimento né e a gente precisa sustentabilidade né então assim se você quer fazer sua parte se você quiser tornar o mundo um pouquinho melhor contribua com a gente vai ser um dinheiro super bem investido ou venha nos ajudar de alguma forma que a gente tem vários projetos também Claudete de Lima coordenadora geral aqui do SESI Centro síndrome de Down aqui na Vila Brandina deixou o recado fez o convite eu tenho certeza que vocês vierem conhecer aqui o local conhecer a estrutura vão saber no local Sério que trata com muito cuidado tudo que é feito aqui e vão ficar conquistados pelo pela missão que é desenvolvida aqui é Claudete brigada pelo seu tempo de você ter que contar não para mais um recado Pode dar mais um recadinho a gente também tá apoia outras frentes né então hoje existe um grupo de futebol de salão né que é o futebol de Síndrome de Down que a gente apoia agora tá nascendo um projeto do basquete também que a gente também tá apoiando porque a gente entende que além da Alimentação atividade física ela também é muito importante para a questão da Autonomia Então são dois projetos sociais que a gente também tá apoiando que estão começando que visam chegar no nosso mesmo objetivo né Essa rede aí que Visa da Autonomia e empoderamento para as pessoas com deficiência para que elas tenham um lugar delas preservado e possam usufruir de qual todos os direitos e deveres na sociedade com qualquer outra pessoa tem todo tipo de atividade aqui no centro a nossa conversa não encerra aqui a gente ainda vai conversar com a coordenadora pedagógica que aquele espaço que a gente falar um pouco do dia a dia do cronograma das atividades que são desenvolvidas aqui Claudete novamente Obrigada pelo tempo o mal solidárias e a TV Câmara fica de portas abertas para vocês podem procurar a gente que se a gente poder ajudar de alguma forma a gente está à disposição Eu agradeço muito eu acho que esse trabalho assim é super importante porque dar visibilidade para esse trabalho para essas causas Nos ajuda muito né nos ajuda tanto a que as pessoas têm razão diferente das pessoas com deficiência quanto também nos ajuda a divulgar o trabalho da sustentabilidade para que a gente consiga fazer ele por muitos e muitos anos e o ideal é sempre falo né o ideal é que o sede Deixa de existir porque daí nós vamos ter uma sociedade inclusiva mas enquanto isso não acontece a gente está aqui trabalhando para isso mas ele obrigada Lembrando que os contatos ficam sempre passando que vocês podem depois ir no YouTube pausar e anotar tudo direitinho mas fiquei com a gente com imagens do local e eu volto daqui a pouco [Música] nosso bate-papo continua aqui no Sesi o centro síndrome de Down quem conversa com a gente agora é a Rosemeire Munhoz coordenadora pedagógica aqui do espaço Rosemeire Obrigada pelo seu tempo viu você que tem muita atividade para dar conta no dia sim com certeza Rose vamos falar um pouco sobre as atividades daqui do dia a dia dessas crianças desses adolescentes desses mais velhos também como é que funciona o dia a dia o cronograma de quem é atendido aqui no Sesc o Sérgio nós atendemos pessoas com síndrome de down desde o momento que a família descobre né que tá grávida de uma criança com síndrome de down até o envelhecimento Então a gente tem o programa da estimulação precoce que atende crianças de 0 a 4 anos de idade né essas crianças ela Elas têm desenvolvimento da parte motora da parte cognitiva então nós temos atendimento com Fisio fisioterapia fonoaudiologia terapia ocupacional E também o apoio familiar com o psicólogo tá aí depois nós temos também no programa inclusão as crianças de quatro a 12 anos de idade esse programa ele dá o apoio Educacional tá então nós temos o contato direto com as escolas escolas não se procuram né por nós sermos especialistas na questão da síndrome de Down as escolas nos procuram para a gente trazer orientação né A questão do material adaptado para essas escolas Então as escolas nos procura as famílias nos procuras e nós fazemos esse trabalho nós real esse trabalho aqui na inclusão Então são programas diferentes porque vocês ali fazem essa parceria com a escola vocês não ensinam escrever não fazem essa alfabetização vocês trabalham junto com a escola nós trabalhamos junto com a escola e com as crianças aqui da inclusão eles têm atendimento com A fonoaudióloga com a psicopedagoga com a pedagoga do aee né terapia ocupacional e o psicólogo também faz esse atendimento com a família com orientação com a família né Então as crianças passam por todos esses atendimento e aí a gente ainda tem esse contato com a escola para fazer este apoio Educacional né nosso objetivo nesse programa que a criança tem uma permanência na escola né ensino regular com qualidade né Sempre pensando na inclusão dessa criança depois vai já é adolescente né ele já tá com 12 anos ele vai para o programa do Juventude então eles são atendidos com o educador físico a psicopedagoga Esse trabalho é aqui dentro então é um trabalho social eles fazem a socialização né esse trabalho social no qual eles têm trabalham com projetos referente por exemplo ao conhecimento do próprio corpo por exemplo autonomia a independência porque são adolescentes então a gente precisa trabalhar com coisas da idade deles e também é um apoio para escola mas no programa da juventude a gente não faz esse apoio com a escola como no programa da inclusão que é dos quatro aos 12 anos mas apoia eles na questão escolar aqui dentro mas também não é a questão da alfabetização como você disse é um outro tipo é trabalhar autonomia para ter convivência no Social nos ambientes social sociais na escola né então a gente ajuda esse adolescente trabalhando aqui dentro a ele conviver com outras pessoas lá fora trabalhando a inclusão a inclusão social né então os adolescentes essa questão depois a gente tem o programa da habilidades também né que são jovens a partir de 18 anos a gente faz bastante tarefas fora também em parques porque pensando também na manutenção dessa questão da Autonomia Independência deles né porque nós acreditamos nós lutamos para que haja também protagonismo da pessoa com síndrome de down né eles precisam ser protagonista protagonista da própria vida né da vida deles e nós temos também aqui dentro o programa do emprego apoiado né que ajuda essa essa pessoa com síndrome de down no emprego né então a gente trabalha com as suas potencialidades para aquele jovem que tem interesse né na questão do emprego quer ter interesse em trabalhar então a gente ajuda a gente tem a metodologia do emprego apoiado e nós trabalhamos com eles também para arrumar um trabalho né numa empresa baseado nas suas potencialidades e por fim romidal que é o último também que é mais focado na questão da idade né que nós trabalhamos com o assistente social pessoas com vulnerabilidades também com síndrome de Down e assim para quem vem para cá o atendimento funciona a dinâmica funciona como eles vêm todos os dias ele tem uma vez por semana isso depende muito do programa né Depende muito do programa por exemplo as crianças de 0 a 4 anos de idade vem duas vezes a criança da inclusão ela vem uma vez só por semana dependendo da Necessidade se eu tenho uma vaga e a criança precisa vir mais que uma vez nós também disponibilizamos sim mais um dia tá isso no programa da inclusão de quatro a 12 anos de idade tá na estimulação eles vêm dois dias tá então dividido por programas do programa da juventude um dia só tá e os demais programas também você falou sobre vaga vamos falar sobre isso então é tá tendo vaga ainda preciso entrar em contato como é que funciona isso daí muito boa pergunta gente quem tiver interesse tá a criança que ainda não é assistida por alguma instituição de apoio que isso é muito importante a criança com síndrome de down ela precisa estar assistida por uma instituição de apoio isso é muito importante para o desenvolvimento dela para parte cognitiva parte motora né então assim entra em contato com assistente social aqui do sege porque cada programa Depende muito do horário tem horários que eu não tenho vaga tem horários que eu tenho vaga no programa da inclusão eu tenho horários com vaga eu tenho outros horários que eu não tenho vaga então o ideal é entrar em contato você será muito bem recebido por nós entre em contato com a gente a gente vai ver a questão de horários a questão da disponibilidade de horários que nós temos a questão também é de horário da escola da criança porque a criança ela não pode vir em horário de escola então o horário de escola ela tem que frequentar a escola né e o horário é o outro horário ela vem o sede então tem tudo uma questão para a gente analisar para a gente verificar a questão da dispon de vagas Mas entre em contato em média vocês acabam atendendo quantas pessoas aqui no centro quantas pessoas são beneficiadas pelas atividades de vocês olha mais ou menos umas 350 pessoas que frequentam o sede e isso isso só as crianças e adolescentes mesmo né porque se for pensar na família é muito mais gente né Exatamente isso muito boa sua colocação é se eu pensar na família é o dobro ou triplo porque essas famílias Elas têm um apoio psicológico né Nós temos o psicólogo da família que ajuda que orienta né que dá esse apoio que eu acho extremamente importante para essas famílias a Rose Munhoz é coordenadora pedagógica aqui do Sesi o centro Síndrome de Down é Rose Tem mais alguma informação alguma algum dado daqui que você queira é ressaltar que seja importante falar importante falar sempre que o CEJ ele vai sempre lutar pela inclusão né é importante falar que nós devemos respeitar todo cidadão né Nós devemos respeitar o cidadão como participativo dessa sociedade e nós temos que incluir né então eu acho que isso é o que fica né respeito pela pessoa né respeito pelo cidadão todos têm Todos nós temos direitos e eles também têm os direitos né E isso precisa ser seguido precisa ser valorizado então pelo seu tempo viu eu agradeço vocês muito obrigada queria me colocar disposição tá Caso vocês precisem quem está nos assistindo precisa entrar em contato eu estou aqui para atender que vocês precisarem tirar dúvida pode me ligar Pode me ligar na assistente social a gente está à disposição de vocês obrigada tá bom a gente conheceu a Rose conheceu a Claudete e a gente vai conhecer também alguns assistidos aqui da instituição fiquei com mais imagens com mais fotos e fica aí com a gente que eu volto daqui a pouquinho [Música] nosso bate-papo aqui nos pés de continua e a gente vai conhecer a Giovana Baroni de 14 anos essa princesa linda que topou conversar com a gente tudo bom Giovana tudo bem Giovana me conta quanto tempo já que você tá aqui desde bebezinho que você atendido aqui é sim e como é as atividades que você faz aqui Ah faz qualquer coisa eu gostaria eu tava com essas pessoas né com tio Sérgio sempre me divirto sempre se diverte mas a que você se diverte mais de fazer brincar com meus amigos isso vem todo dia todo dia toda quarta-feira toda quarta-feira passa quarta toda aqui fez muito amigo aqui já e você faz fono faz fisioterapia faz Essas atividades eu faço só da sala os professores o Christian e a Gabi são seus amigos também e tá aprovada então atendimento daqui sim muito aprovada Gi obrigada então a gente vai conversar com o Cauê também para ele contar um pouquinho da experiência dele aqui que que ele faz aqui no dia a dia obrigada viu Giovana agora a gente conversa com o Cauê Siqueira que tem 15 anos e vai me contar um pouquinho também como é o dia a dia dele aqui Cauê Obrigada viu ai que sorriso lindo me diz uma coisa você é atendido aqui desde bebezinho é pequetitinho assim você lembra que quando era bem pequenininho lembra e quais atividades que você faz aqui eu faço esse corpo do ser humano tá com meus professores e nosso corpo é o privado e também eu eu desde pequeno e sempre vem aqui para cá desde pequeno e o que que você mais gosta de fazer das atividades daqui do corpo do corpo você gosta de conhecer sobre o corpo e você aprendeu isso A questão das partes privadas né a parte do seu corpo tem que ser respeitado aprendeu aqui no SESI e aplica no dia a dia com seus coleguinhas fez muito amiga aqui já já e quais os dias da semana que você vem quarta e quinta Só quarta fica de manhã fica tarde fica de manhã calorzão aí desde bebê aqui obrigada a gente conheceu a história um pouquinho da Giovana do Cauê que são atendidos aqui no Sesi o monsolidários de hoje encerra por aqui eu sempre convido vocês a conhecerem outras instituições nos outros programas que a gente exibe que lá no YouTube da TV Câmara Campinas é só procurar por mão solidárias que vai ter toda a nossa playlist com os outros programas que já gravamos As instituições aqui de Campinas e região também convido vocês a conhecerem os outros programas da nossa grade que fica tudo lá fica à vontade para assistir os outros programas e vocês continuem com a nossa programação e eu aguardo vocês no próximo mon solidárias até mais [Música]
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