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o Olá seja bem-vindo mãos solidárias no ar eu Desde já agradeço muito a sua participação aqui comigo só companhia nesse minutinho do Bem nesse minutinho feliz a nossa programação da TV Câmara Campinas Muito obrigada mesmo pela sua companhia sempre aqui com a gente na TV Câmara hoje eu quero contar a história de um rapaz que eu conheci porque a gente que jornalistas Às vezes a gente sai um pouquinho né da posição de jornalista para contar um pouquinho da nossa experiência pessoal eu quero contar a história de um rapaz que eu conheci no supermercado isso muitos anos atrás ele era empacotador e eu acabei fazendo uma amizade rápido ali com ele e descobri uma história muito especial porque o João quem tem síndrome de Down e Apesar dele tem muita dificuldade de comunicação até dificuldade motora Ele amava a fazer o que ele fazia Ele amava trabalhar e quando perguntei para ele qual era o sonho dele ele disse eu quero casar quero ter filhos eu quero continuar trabalhando aqui nesse Supermercado a simplicidade do João me chamou tanto a atenção que hoje é com essa emoção que eu venho contar de novo a história de outros joãos não tô falando só essa João não outras pessoas que têm Síndrome de Down e que aqui em Campinas tem um cantinho para serem cuidados tô falando do centro Síndrome de Down que é o nosso local Nosso Cantinho do não solidárias de hoje Quem tá aqui com a gente é a Claudete de Lima coordenadora-geral do centro Síndrome de Down Claudete seja bem-vinda é com essa introdução que eu comecei a nossa nossa apresentação hoje para falar de tantas pessoas especiais que a gente tem aí no pelo mundo né bem-vinda é muito obrigado pelo convite meu nome é Claudete Então vou escrever que as pessoas têm um pouco de dificuldade eu tenho pele clara cabelo preto Comprido tô aqui atrás uma foto de criança simples dão na camiseta laranja e a gente tá aqui para compartilhar as nossas experiências a nossa vivência e o potencial Desse pessoal todo que que não deixa nada para trás não estão muito à frente e a gente precisa aprender com eles para que eles criam chances e oportunidades na nossa sociedade olha só que legal a inclusão da Claudete já começou fazer a descrição né áudio descrição então eu vou tomar o embalo viu Claudete tem o cabelos curtos estou de blusa preta calça jeans e para os surdos que estão acompanhando a gente ó Muito obrigada então Odete Eu queria muito ouvir a história do centro Síndrome de Down na verdade a gente sabe um pouquinho né ele foi fundado em 81 por um casal que um filho com Síndrome de Down e não encontrava muito bem aonde inserir esse filho porque a pessoas com síndrome de down apesar de levarem uma vida normal precisam de um acompanhamento né e de lá para cá a trajetória se expandiu hoje vocês tem um trabalho lindo né querer ouvir isso de você por favor você é Juliana ele completa 40 anos né nasceu uma garagem né de uma família e sente sentiu angústia a 40 anos atrás alguns que até hoje em algumas famílias ainda sentem né digo que recebe um filho a notícia de que o nasce uma criança com síndrome de Down e agente costuma dizer que é Do Luto à Luta né porque na hora da notícia veio vá que vem aquela questão de não estar esperando né e depois disso as pessoas vão se apropriam e nesse momento é um momento que a gente mais gosta nos ajudando a senhora olha eu já falei a sua amiga então você já vem nesse espírito de família de apoio um para o outro as pessoas né Na hora da Receita e depois siga o seu caminho ficam fazendo um um apoio né Sérgio Ele trabalha com dando apoio a as crianças desde o nascimento até o envelhecimento né Nós temos programa de estimulação precoce que atende crianças pequenas os bebês né depois ele dentro da idade da inclusão escolar que é um desafio para gente hoje né que a gente ele tem direito e deve estar na escola regular né ele tem o nosso apoio no contraturno depois nós vamos pra juventude onde eles vão descobrir como como como pessoa os relacionamentos né sabia que vão poder namorar vamos cobrir o que eles vão querer fazer de corrupção também e nós trabalhamos com o outro programa que chama emprego apoiado que é uma metodologia né americana que dá tudo suporte tanto para pessoa que busca o trabalho quanto para a empresa que busca uma pessoa para trabalhar nessa área então a gente dá o suporte necessário e mais as palestras de sensibilização e da todas as adaptações né porque nem todo mundo é igual né Às vezes eu vou fazer um tempo menor Eu preciso de uma letra maior de um teclado para você né Eu preciso ter alguns acessórios um ferramentas que me ajudem a desenvolver a minha função não é porque a gente tem que falar que além das costas e a gente não quer que as pessoas venham trabalhar somente para cumprir copo sem eles vão trabalhar porque eles vão produzir e depois você remunerados por conta disso entendeu temos um grupo de habilidades que o processo de envelhecimento das pessoas com deficiência e começa precocemente né e ou São pessoas que não quiseram ir trabalhar no mercado de trabalho pra gente desenvolve as outras habilidades para que eles tenham um envelhecimento com qualidade e nós temos o último programa que é o volume Down que é onde as pessoas indo ele se faz de envelhecimento você não acompanhados tanto que ela assistente social quanto para psicóloga e todo o atendimento de sono fiz a psicologia pedagogia ele é data de forma gratuita porque a gente é nós somos uma entidade do terceiro setor uma ONG né e a gente trabalha também que não parceria tanto público-privado para manutenção fazemos eventos também né que infelizmente nesses dois quase um ano e meio e a gente não conseguiu realizar mas você é de vive da ajuda dos outros também né então a gente fala assim um investimento social que as pessoas fazem para que todos têm oportunidade Claudete a gente costuma falar muito que as pessoas com dar aulas são muito carinhosas elas gostam muito de contato físico gosto muito de abraço como é que fica o trabalho de vocês uma pandemia em que não dá para fazer com a gente fazia antes como é que você se adaptaram esse momento só queria esclarecer um pouquinho a questão de desses mitos né que a gente fala assim né questão espinhosa eles são os anjinhos né existe uma coisa que começa pela família porque a família no intuito de proteger essas crianças de não expor eles ela cabra uma infantilização muito grande Sim tia né pra também se aceito então isso são mitos que a gente tenta quebrar tanto para a sociedade com eles que não não não é que eles não sejam carinhosa eles não mas como todos né eu tenho uma filha também minha filha tem 14 anos né e é por isso que eu entrei nesse mundo da inclusão né e eu até brinco infantilizando né então o contrato social para eles também com a questão do da deficiência intelectual né O isolamento na verdade assim foi uma coisa que mais mais atingiu Eles já tá fazendo dia toda né que eles saíram do trabalho de ficar em casa longe dos amigos longe do das terapias no começo né então Sérgio deve também se Reinventar para poder acompanhar tudo isso né hoje a gente tá com um atendimento de casos mais complicados somente os bebês né preciso do toque seu da terapia de forma híbrida mas setenta por cento do atendimentos estão na forma online de um foi um desafio muito grande não só pra equipe né nosso jovens também acessarem a tecnologia né que está bem além da dificuldade de não ter uma internet em casa de não saber usa a ferramenta então eles foram novamente desafiados né aprender a usar as ferramentas que até então era exigida de todos né e ele tá em conta a gente voltou a evolução muito grande como foi tão grande maioria da sociedade Mas eles deram conta de acessar outra forma de um do comitê fazer ligações usar eles fazem até hoje balada teu cabelo né Que legal muitas coisas mas a gente sempre sempre interessante essa observação que você fez Claudete né sobre esse mito olhar jornalista Aprendo muito também viu a gente não vem aqui sabendo de tudo não a gente também aprende muito com as pessoas que a gente ouve e dá mais a mãe de uma menina com Down né Claudete então é super legal a gente ter essa ideia de que cada indivíduo é o indivíduo uns têm mais tendência ao isolamento outros são mais expansivos e tá tudo bem a gente tem que respeitar essas particularidades né a gente Rosinha os adultos são mais velhos beijo mais abraço mais mas eu acho que também assim tem uma questão da sociedade achar que ele também não tem tanta capacidade que talvez nem vou namorar nem vão casar com você for né hoje está ali de errado né de vocês têm legalmente esse direito né de poder namorar casar e constituir uma família né se ele independente Deus emprego não tenho assim hoje as famílias estão nesse caminho né a gente vê assim todas as famílias eles não pensam de outro jeito que os seus filhos né o que eu quero para um filho eu quero para o outro filho então eu acho que para as famílias mais jovens aí essas crianças não sei lá 20 anos pra cá é uma coisa mais a ele não tiveram a inclusão né quem aqui né sim você não mas eu já sou a cinquentona teve alguém na sala de aula de ciências né então a gente não tinha 40 50 30 anos atrás né daí daí a lei das vezes difusão de 2015 né então é muito recente assim inclusão na sociedade né As crianças estarem na escola nega é tudo isso vai transformando as gerações vão sim mudando vão mudando como o tempo passa e vão evoluindo então a gente sempre fala né sou um sonho do Sérgio missão Sérgio está desistir o dia que ele Deixar de existir é que a gente não precisa mais fazer essas Fontes né da sociedade com as pessoas com deficiência para escola para as pessoas com deficiência no mercado de trabalho né ele já vão ter atingido e vai ser uma coisa natural e é para isso que a gente trabalha que a gente sempre fala assim né porque eles forem dado oportunidades ele e eles vão atrás mas esquecido de oportunidades para poder exercer Com certeza protagonismo acho que essa é uma palavra muito importante Claudete uma solidária sempre entre o ar aqui na TV Câmara Campinas para incentivar as pessoas de alguma maneira a gente tá aqui para contar uma história sempre né jornalistas contam histórias mas a gente quer levar uma mensagem para as pessoas para que façam algo ao próximo Principalmente agora na academia né que tem ensinado a gente que não adianta a gente pensar fora a gente o mundo não vai melhorar se a gente pensar só no próprio umbigo né Queria que você finalizar se a nossa entrevista deixando o espaço aberto para as pessoas que quiserem ajudar de alguma maneira né ajuda vem totalmente a população vocês fazem um trabalho gratuito né Você está em página no Facebook no Instagram assim pode divulgar a vontade como é que a gente pode ajudar vocês eu acho que a pandemia lá trouxe aquilo que quiser ficar lá no coração da gente né que a gente não é sozinho e a gente precisa do que o outro faz falta e que a gente quer que todo mundo tem o mesmo direito e o mesmo de ver mas tem acesso para tudo né Hoje é muito triste né ver a os meus favorecidos né então sofrendo tanto com essa desigualdade que existe no Brasil então assim para podermos ajudar ajustem a página no Facebook no site até de campinas.gov.br Facebook e Instagram né lá no site nós temos uma página de Transparência Onde está pronta a nossa nossa vida à vontade o nosso convênios né para que a gente tem esse é uma exigência hoje na sociedade ela tem que saber onde ela colocou o dinheiro dela né E nós vivemos circulação então nós temos várias formas nos ajudar pode ajudar com valores depositando lá na conta que nós temos é você pode entrar no transformado o site e fazer doações né que você deve tudo todo mês ou forte também do através da nota fiscal paulista que é uma coisa que as pessoas hoje nessa bandeirinha muita gente perder o emprego né ficou sem sem ter como ajudar financeiramente mas mesmo sem Pôr a mão no gozo se você entrar no site da Receita Estadual né na quando você faz a sua doação de Nota Fiscal Paulista Entra lá e cadastral ceed essa sua os créditos não só vão direto para gente e eles se transformam 60 vezes mais do que for do lado para você de uma forma fácil né sem colocar a mão no bolso nessa poderia e que pode nos ajuda muito que a gente tem né uma manutenção de toda essa estrutura né E hoje a gente continua mantendo porque os atendimentos online continuam acontecendo nem sempre lá todo dia então a gente realmente precisa de ajuda né como todos mas a gente precisa de ajuda para poder ajudar os outros e de outras pessoas que eu achei isso é importante quando você doa você tem que saber que você tá ajudando se não só a você né dizendo assim eu estou doando um valor para alguém mas eu estou transformando a vida de outra pessoa estão ajudando na transformação da vida de outra pessoa né que isso se reflete ao longo da vida se eu te ajudar uma criança no desenvolvimento dela ela vai conseguir ser inclusa numa escola consiste alfabetizada ela vai conseguir depois de uma oportunidade boa de trabalho e depois ela constitui Numa família porque aquilo que você fórmula antes é às vezes a gente tá aprendendo E é verdade informação é uma coisa que que é a base da inclusão né porque as pessoas têm um olhar diferenciado ou preconceito mas ele muitas e muitas vezes ainda falta de informação então nosso site também lhe dá super completo e ele é acessível né e qualquer pessoa que tem conhece alguém que tem a síndrome de Down que esteja já e nessa pandemia entre em contato com a gente que a gente tá lá de portas aberta para as mães das famílias que receberam notícia que estão precisando o acolhimento nós estamos lá sempre para atendermos é aquilo né não é só um cromossoma mais é muito mais que isso é amor é carinho obrigada Claudete eu adorei conversar com você uma pena que é tão rapidinho esse quadro mas dá para a gente se sentir o calor humano de longe obrigada pela sua participação nos conhecer ano passado nós tivemos uma doação de uma pessoa que dou uma nova para a pessoa for lá nós construímos uma equipa de pessoas que vem que fazer o bem faz bem Com certeza fazer o bem é o segredo Obrigada Claudete um ótimo trabalho para você sair depois eu vou cobrar essa visita hein E vocês depois eu poderia conhecer também nessa e a gente precisa de precisa de ajuda para serviços para que a gente continue fazendo a diferença lá na ponta com certeza Eu que agradeço Até mais viu e para a gente encerrar finalizo aqui com uma frase do mestre Paulo Freire que completaria 100 anos e são Nascimento agora em nos rins 21 ele diz a inclusão acontece quando se aprende com as diferenças e não com as igualdades para gente refletir aí não é só Síndrome de Down não é o ser humano como todo te vejo na próxima tchau e E aí