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[Música] Oi gente tudo bom mais um mão solidárias no ar aqui na tela da TV Câmara Campinas para vocês conhecerem a história de mais uma instituição de sucesso e dessa vez a gente veio para a Cidade Universitária conhecer um pouco da história do centro boldrini é uma instituição já com muitos anos de história que já atendeu muita gente e hoje a gente vai conhecer um pouco dessa história com a Silvia brandalice que é a Presidente da instituição Silvio brigada pelo seu tempo que eu sei que é corrido e seu dia obrigado se viver se a gente for dar uma olhada no site da instituição a gente vê que ela existe desde a década de 70 né então tem muita história para contar de lá para cá mas vamos lá para esse comecinho de como foi essa Sementinha essa ideia que surgiu lá naquela década Olha é um prazer estar aqui conversando com vocês a história do Boldrin ele começa ela começa no final da década de 70 e foi uma circunstância não planejada previamente foi uma iniciativa do clube da lei de Campinas que é um clube das Esposas e executivos aqui da cidade que elas como iniciativa desse clube de serviço doaram um ambulatório para poder atender as pessoas que tinham problemas sérios pediátricos e o que foi interessante esse ambulatório era uma casa vazia ficava em frente à Santa Casa de Campinas eu trabalhava na Unicamp como professora de Pediatria sempre foi pediatra por vocação e por tarefa na Unicamp e atendia muitas crianças que eram encaminhadas pelo da aparecer lá na enfermaria de Pediatria nunca fiz a clínica privada eu não sei vender conhecimento principalmente porque o conhecimento que eu adquiri de graça isso daí em escola pública em universidade pública e atendia lá na Santa Casa na enfermaria de Pediatria mas o clube da Lady essas senhoras e lá está com Bete Abraão quando ela assumiu a presidência do clube da Lady ela falou assim ah eu vou dar um lugar mais adequado para ela fazer o atendimento e doou um ambulatório era uma casa que bem ficava bem em frente à Santa Casa na Rua José Teodoro de Lima 21 mas o reitor da Unicamp Professor Zeferino Vaz falou Dra Silva a senhora não pode atravessar a rua a senhora é dedicação exclusiva ao ensino e a pesquisa que não me Encante mas para senhora atravessar a rua tem que criar uma personalidade jurídica para este ambulatório eu não tinha ideia do que que era personalidade jurídica então conseguimos uma inspiração da aqui da sociedade das do clube da Lady faziam o modelo de estatuto e ele me pediu um nome para essa personalidade jurídica coisa que eu também não tinha ideia de nome e foi um Jornalista tio da Bete Abraão Jamil Abraão que propôs o nome boldrini para instituição é muito interessante porque como eu sou forasteira de São Paulo da capital Eu não conhecia ninguém aqui em Campinas e me chamou atenção um médico lá na Santa Casa que era um lugar paupérrimo um médico elegante bem vestido com cabelo branquinho assim uma bem arrumadinho passando por lá e eu perguntei quem é esse senhor é o Dr boldrini quem é ele é o pediatra mais famoso da cidade de Campinas com a maior Clínica privada que tem e o que que ele vem fazer aqui na Santa Casa ele vem acompanhar crianças pobres que Ele atende no consultório sem cobrar e vem ver como é que elas estão aqui é o único Flash mental que eu tenho desse homem aquele Flash daquela fotografia e quando já meu Abraão propôs para sobrinho dele esse nome eu falei perfeito pode ser o nome dele e foi aí que surgiu já infantil Bob Isso é só a parte da história do nome né porque você meio que foi pega no susto porque disseram vou te dar um ambulatório então você começou e aos poucos os atendimentos dessas crianças e adolescentes não não pega no susto pega no encantamento de ter um lugar mais adequado para atender crianças que eram encaminhadas por uma dificuldade no diagnóstico e eu sempre gostei de ir no microscópio ver o que tá acontecendo etc então ficou uma fama que aquela médica da Unicamp gostava de ver as coisas e descobriu o que que era Mas aprendi então no encantamento de receber um lugar mesmo que fosse uma casa vazia para fazer esse ambulatório foi interessante porque eu vi que a gente não deve carregar um medo ai mas eu não tenho cadeira não tenho mesa não tem geladeira não tem nada então encarar essa oferta como um novo caminho um caminho onde ele se faz ou caminhar cada passo parece um outro desafio então foi interessante porque quando chegava Uma Dessa senhora vai resolver o problema do filho aqui era atendido por outro pediatra quando ela falava para mim eu não sei como é que eu agradeço a senhora eu tinha sempre na cabeça uma lista que eu queria o travesseiro ou lençol ou cadeira ou mesa foi muito interessante que uma das suas primeiras senhoras não tem uma cadeira por aqui na sala de espera não sei quê e ela tem uma irmã que tinha uma casa de móveis então duas sala inteira e foi exclusivamente de doação em doação que nós Montamos toda a estrutura de passeio e paciência caminhada chegou até aqui esse espaço incrível que vocês têm hoje que é o centro de todo esse espaço que vocês vão ver imagens ainda que é realmente encantador espaço que vocês têm aqui conversando com a assessora falou que sempre a ideia que não parecesse um hospital para as crianças se sentirem mais à vontade sentirem bem que às vezes tem aquela ideia opressora do hospital né E aqui Realmente é muito aberto é amplo é colorido eu acho que traz essa energia mais calma para o espaço eu não sei qual foi o filósofo que disse que assim que a gente vai amadurecendo nós vamos ficando cegos não só de não enxergar direito mas a nossa alma vai ficando meio fechada a gente fica muito fechado em si mesmo eu acho que foi o Saramago quando ele escreveu ensaio sobre a seguir foi o Saramago e na realidade é interessante porque quando a gente faz o curso de medicina você aprende que merda tem que ser sério a gente aprende a conviver com os hospitais de corredores grandes acostumamos com aquela enfermeira que faz assim silêncio que é um hospital a gente acha até legal um negócio desse mas esse Essa não é a visão da criança isso constrange a criança no lugar onde não pode fazer barulho que a enfermeira tá ali o médico tem cara amarrada porque não pode fazer mais nada a criança tem uma visão diferente embora eu estivesse com professora de Pediatria por 10 anos 15 anos na Unicamp eu nunca tinha visto esse olhar que a criança tem eu só fui entender quando o menino Hamilton de 8 ou 9 anos de idade os olhinhos bonitinhos assim bem verdes ele tenta o suicídio ele tenta ler tomar um choque mas deu baiana não aconteceu nada então ele corta o pulso e naquele sangue escorrendo de uma maneira absurda eu sou chamada encontro menino com a cara desesperada aquele sangue ele assustada com o próprio sangue que aconteceu tia eu não quero mais viver porque a senhora viu o quarto onde eu tô internado eu passava naquele quarto há anos e nunca tinha visto eu cheguei a que a gente tem diante dos Horrores eu falei horroroso seu quarto Mas tinha o que mais me molesta na linguagem dele ele era filho de servente de pedreiro o que mais amolesta é ver onde a minha mãe dorme a senhora viu onde a minha mãe dorme não é que eu não tinha percebido que não se deve dormir no chão você pode entender como é que nós adultos fechamos o nosso olhar do coração e deixamos isso a gente aceita ver a gente dormindo na rua a gente mas a voz dele foi assim uma explosão no meu coração E aí eu falei nossa que horror um negócio desse ele falou não suporto ver minha mãe dormindo no chão sentei a ideia do que eu tava falando eu falei Amilton te prometo que eu vou fazer um hospital só para doenças que você tem ele tinha leucemia a tia promete prometo vou fazer um hospital que vai ter uma janela bonitinha em cada quadro para poder ver o céu o sol as plantas Ah tia promete prometo e vou fazer um quarto para mãe vai ter uma cama e nenhuma mãe vai mais dormir no chão antes Isso foi quando você lembra foi sei lá 78 79 nem lembro 80 E aí falei olha eu te prometi três coisas e eu quero que você me Prometa uma meio chantagista com a criança não quero que você mais repita o que você fez ele falou prometo então estamos quites esse menino viveu uma cerca de um ano morreu e passaram alguns anos eu acho que no total 8 a 10 anos depois surgiu a possibilidade da construção do hospital e o arquiteto Denis Peres um colombiano me traz o desenho de hospital assim uma coisa uma reunião pomposa com aquele Hospital etc eu falei nossa deixa eu falar uma coisa este hospital me parece uma coisa muito feia eu posso te desenhar num papel o que que eu quero do hospital aquela coisa de corredora E aí fui escrevendo num papel tudo que eu tinha prometido para o Hamilton eu quero aqui um quarto sozinho que tem uma janela que dê para um jardim Um jardim para cada quarto imagina a cabeça do arquiteto Um jardim para cada quarto para isso você tem que ter na forma mais circular e o quarto da mãe o banheiro para o quarto dela e com a cama a doutora vai usar muito espaço eu falei eu não tô interessado em espaço eu quero dessa forma a unidade internação garantir a promessa para o Amilton Olha foi impressionante hora que isso mudou a realidade do hospital e Neste contexto não é possível ver mais a parede branca sem o desenho não é possível conviver sem palhaço aqui dentro sem músicas sem voluntária então mudou drasticamente a minha impressão do que é ser um hospital Às vezes a algumas profissões a gente acaba ali no mercado de trabalho e entra bate-ponto e corre vai para lá a gente acaba perdendo essa sensibilidade né de enxergar não só ver mas enxergar realmente o que tá em volta ou que tá na nossa frente e perde essa sensibilidade né que o Hamilton trouxe de volta para você e conseguiu que você fizesse essas promessas e cumprisse e ter esse espaço maravilhoso hoje mas você sabe que de vez em quando no nosso caminhar a gente volta para trás há uns 10 anos surgiu a proposta de fazer um hospital para especialidades pediátricas não câncer e não doença de sangue que já tem o porque quando vem encaminhado uma criança que não é nem câncer nem doença de sangue a gente desenvolve por pediatra de origem e tem muitos que não querem voltar aí eu falei assim olha não tem jeito nós vamos ter que fazer um hospital só para essa outras doenças são erros graves de metabolismo muito com disfunção orgânica grave hepática ou renal ou mental e pedir para desenhar um projeto para doenças raras de crianças que não cansa nem doença de sangue E aí dois alunos da PUC onde a arquitetura e uma engenharia fizeram para projeto é interessante porque quando eu vi eu falei para o engenheiro falei olha eu acho que tá legal mas tá muito espalhado a gente vai perder muita área física eu tava falando com aquele outro vai perder Vamos fazer um negócio mais vertical você não imagina que o engenheiro me pega assim na mão e fala tia Silvia aí eu lembrei que ele foi tratado por câncer a senhora não imagina como foi importante eu tenho minha mãe do meu lado ela descansando na cama eu não vou abrir mão eu quero um quarto com quarto da mãe Esse foi o argumento te puxou de volta puxou de volta e falou assim faça dessa forma então [Música] passaram-se uns 10 anos eu não consegui caminhar em cima disso vai ser mais criança sendo ajudadas em outras especialidades né Porque que o centro boldrini é focado em Oncologia e Hematologia né doenças do sangue vamos falar então sobre essa questão de você falou sobre leitos e tal vamos falar um pouco dessa parte da estrutura que o boldrini conta são quantos leitos vocês chegam a atender quantas pessoas com as atividades daqui olha são 80 leitos sendo 10 de terapia intensiva O importante o número de consultas diária atividade ambulatorial na área de câncer fica ao redor de 50 60 consultas todos os dias na área de Hematologia 60 70 80 diariamente e recebemos nesse nessas três décadas e meia de quatro décadas cerca de 10 mil crianças com câncer dermatologia dá mais umas 20 mil 30 mil ou seja desses do Câncer nós estamos com quase 80% das crianças que estão bem das 74% que estão bem o que mostra que valeu a pena cuidar especificamente desse grupo de doente porque antes do boldrinner a chance de cura era de menos de cinco por cento menos de 10% Então mas agora a gente vê que melhoramos chance de cura nós temos Sobreviventes de cães que já estão com quase 50 anos de idade que até hoje chama a gente de tia e que se recusam aí para América de adultos é interessante e o que que é importante nós vimos que é muito confortável a gente ficar no nosso nicho de competência de ter eleito etc mas sentimos que é necessário a gente sair da zona do conforto e lá na unidade básica de saúde para ensinar os pediatras da rede atenção básica a suspeitar de câncer da criança a gente vai chegar lá com a doutora Silvia na frente desse também do outro hospital para quem tá ligando agora a gente tá aqui no centro Boldrin e na Cidade Universitária conhecendo um pouco da história aqui do local onde se presta atendimento para crianças e adolescentes na questão de saúde oncológica e também hemoterapia não Hematologia Hematologia doenças do sangue é a gente está aqui com a Silvia Brandalise que é a Presidente da instituição e se a gente dando uma lida ali no site a coisa foi expandindo e também tem a questão da residência de estudantes aqui não é não estudante a pessoa que ainda não se formou o que tá ali já então quem tá na graduação não pode vir por uma área de Sub especialidade pediátrica para vir para uma área de super especializado pediatra que é preciso ter no mínimo dois anos e Pediatria geral ou de cirurgia geral cirurgia pediátrica de três anos que a pessoa já tenha formado sempre fez parte da minha maneira de conduzir a vida aqui na Unicamp E aí continua aqui né recebemos profissionais da área da saúde já formados que vencem subscializar na área pediátrica mas eu esqueci de falar para você que chegar no 100% embora seja uma meta bem respeitável o nosso desejo é outro também reduzir a incidência do câncer da criança então é incrível que a Organização Mundial de Saúde ligada a um consórcio internacional de câncer convido boldrinner aqui na América Latina convido boldrini para participar de um consórcio Para se entender um consórcio internacional são oito a dez países e o Brasil representada América Latina deixar a câmera agora para você quiser dar um último recado convidar pessoas para conhecer enfim o momento é de você para dar o recado que você quiser Olha é um prazer enorme aqui na TV Câmara e digo assim dá aquilo que recebemos inteligência afeto músculos é a maior idade para poder fazer isso e convido a todos doe o seu conhecimento numa área específica do seu coração vindo brincar com as crianças tocar a música fazer desenho junto com elas ajude a fazer textos para a gente educar a mãe e a criança entender a doença que ela tem hoje nós traduzimos com autorização textos internacionais mas eu gostaria muito de ter um texto brasileiro que a criança chamasse José ou chamasse Maria etc mas isso precisa de pessoas diárias específicas da comunicação para ajudar a elaborar pode ajudar participando como voluntariada em diferentes áreas oficinas de capacitação para os lentes crônicos tem uma imensidade de ações de coisas que nós estamos aptos oferecer e que com frequência a gente fecha os olhos faz de conta que não vê sabe qual é o maior presente que a gente recebe é o brilho do Olhar da criança aquele sorriso assim que faz com que você esqueça todas as dificuldades que existem e é com esse norte do Olhar da criança do sorriso que serve como retroamento para você jamais ignorar que doenças graves qualquer doença na criança tem sérios repercussões para ela e para sua família e nós podemos ousar pensar na prevenção no diagnóstico precoce e tratar da melhor forma que a gente pode nós podemos contribuir dando a mão para essas crianças para sua família a conduzir a uma vida adulto saudável e feliz muito obrigada pela atenção de vocês e se quiserem participar com voluntário é por voluntariado a roupa boldrini.org.br porque esse serviço orgasmo organiza os cursos de capacitação define a área que você quer trabalhar então vai ser muito importante e se quiser doar para problema é entrar no site www.bondrine.org.br e entra doações e faz a sua doação e outra coisa que eu esqueci é a parte da pesquisa porque a pesquisa Ela é uma grande porta da esperança para a gente conhecer melhor o câncer e tentar vencer e junto com essa foco da pesquisa cujo benefício é a criança nós temos também o benefício para o Jovem Pesquisador nós temos pesquisadores aqui no Brasil que tem o doutorado após doutorado mas não conseguem emprego no cargo de pesquisador então o boldrini montou um fundo patrimonial voltado especificamente para pesquisa no sentido de manter no nosso país 200 grupos de trabalho em diferentes áreas da pesquisa do câncer da criança essa contribuição também além de beneficiar a criança a média longo prazo beneficia O Jovem Pesquisador brasileiro fazendo com que ele transforme o nosso país como um protagonista do desenvolvimento Mundial nós queremos muito o Brasil fabricando novos medicamentos contra o câncer fabricando novos medicamentos para diferentes doenças que acometem a criança muito obrigada pela atenção a gente que agradece e todos esses contatos números vão ficar passando aqui durante o programa você pode depois no YouTube para pausar anotar com atenção e cuidado e de novo Silvio Obrigada pelo seu tempo foi uma história muito bonita de se conhecer hoje aqui numa solidárias é as portas ficam abertas para se vocês quiserem apresentar uma outra ação alguma outra coisa a TV Câmara fica de portas abertas para vocês obrigada agradeço muito é a gente ainda vai ver mais imagens do local e vamos conhecer ainda mais umas pessoas aqui e vocês ficam aí com a gente [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] o mão solidárias continua que o nosso passeio botamos as máscaras que a gente tá aqui na aula de quimioterapia onde as pessoas as crianças e adolescentes estão recebendo tratamento e a gente veio conversar com a Simone Vicente e Yasmin Vicente essa princesa que tá ali do nosso lado a Simone a mãe da Yasmin que vem fazendo acompanhamento tratamento aqui esse monte você pode contar um pouquinho assim dessa trajetória da história de vocês com o centro boldrini como vocês conhecerem uma instituição para hoje tá recebendo o tratamento aqui Então na verdade a gente veio de outra cidade a gente veio de Jundiaí encaminhado para o boldrini eu acho que tardio do Câncer E aí enfim chegar aqui foi muito difícil diagnóstico já é difícil mas chegar ainda é pior né e depois ela começou a realizar os exames iniciou o tratamento Isso já faz um ano e meio né e agora ela tá na fase final das químios contando aí regressiva para acabar Então ela começou o tratamento de quimioterapia com intercorrência as várias utis várias vezes intubação e aí descobriu a metástase pulmonar mas o câncer da perna com passar desse tempo os do pulmão sumiu desapareceu o da perna ela fez a cirurgia faz cinco meses nela tirou o osso e colocou uma prótese e agora tá na fase final também da fisioterapia junto com a quimioterapia completando um bloco de 12 meses de química Simone você teve que se mudar para cá para fazer o acompanhamento da sua filha não eu venho todos os dias e volto para casa né Por na distância não ser tão longa dá uma hora e meia no máximo daqui na minha casa então a gente vem e vai todos os dias embora para casa Porém a Yasmim ficou muito tempo internada já deu aproximadamente três meses de internação direto isso no começo do tratamento há um ano atrás E como tem sido que a recepção o atendimento que vocês têm recebido aqui no centro é fez diferença aí no dia a dia de vocês no tratamento da Yasmin como foi contar com esse espaço todo para receber esse acompanhamento se na verdade o hospital ele é humanizado né então assim a recepção é boa eles fazem um possível para deixar tanto os pais quanto as crianças em acolhimento porque não é fácil passar por tudo isso mas assim dificuldades com a Yasmin em si a gente nunca teve porque ela sempre aceitou tudo muito bem lógico tem o medo tem tudo com inclui mas ela sempre foi muito boazinha então não foi não foi trabalhoso tá com ela aqui e sobre o atendimento tá aprovado atendimento acompanhamento 100% . é vamos falar com a Yasmin agora que tá toda linda toda maquiada ela tava e ela me deu um motivo dela estar maquiada porque você tá toda maquiada assim porque só tem tratamento não tô destruída tá vendo aí ainda bem que eu vim maquiada também bem bonita para ver Yasmin e Yasmin como é que tá sendo o tratamento Aqui tá o atendimento tá bacana como é que tá sendo essa experiência de você aqui uma experiência de mais um tratamento passar por mais mas um tratamento né mas tá indo tudo certo como é as tias que tratam aqui você muito bem e as minhas toda linda toda maquiada eu espero que dê tudo certo aí que a gente esteja com boas notícias Simone Obrigada pelo seu tempo viu e Yasmin Obrigada pelo tempo você tá toda linda vai sair bem linda na TV obrigado por ter esperado para conversar com a gente o monstrolidade de hoje encerra por aqui eu espero que essa história de mais uma instituição tenha tocado você ir do outro lado seja para conhecer seja para fazer uma doação o doação de do seu tempo do da forma da melhor forma que for eu convido vocês a visitarem o YouTube da TV Câmara Campinas e assistirem os outros programas do mo solidárias e também os outros programas da TV Câmara da TV Câmara Campinas e eu espero vocês na próxima edição até mais [Música]