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[Música] [Música] nascer sem enxergar ou perder a visão em algum momento da vida o mundo pouco adaptado poderia ser um obstáculo difícil de superar não preciso pessoal aqui porque eles recebem uma ajuda importante do centro cultural luiz braille aqui eles recebem o guia pra continuar caminhando uma vida mais independente e aprendem enxergar a vida de uma maneira bem especial no mundo onde pouco se vê desafios a cidade é uma calamidade as calçadas da cidade falta muita falta muita coisa pra que a gente tenha mais facilidade para caminhar gente do céu sente muito muita dificuldade em caminhar na cidade foi durante uma festa de carnaval que maria teresa percebeu que a visão dela não era mais a mesma a prisão foi embora na qual foi um dia eu ainda tinha um pouco né enxergava embaçado tudo mas estava apenas aí quando foi um belo dia e eu apaguei de vezes duas vezes e cair na rua mesmo nome quase a mesma história à vista começou a ficar um pouco embaçada até assumir de vez o glaucoma entrou no caminho desta outra maria foi muito triste eu sinceramente eu achei que eu não pôs imasa assim não ia conseguir fazer o que eu fazia antes porque o eu sempre trabalhei sempre gostei de trabalhar sou da área de saúde e então quando eu percebi que não estava mesmo perdendo são eu fiquei entrei quase em pânico mas a luz que as marias tanto precisavam estava a caminho as duas encontraram uma ajuda preciosa no centro luiz braille coisas que eu achava que eu não era capaz depois que entrei aqui no brasil aprendi reaprendi tudo a réplica viver porque quando a gente perde a visão parece que a gente entrou assim um túnel que não tem mais aí eu já gosto de bater perna ea professora falou que não ia sair muito então eu falei deixa o jantar meu nome porque assim eu vou ficando cada vez mais esperta passei aí uma deles a gente nós fomos tomar sorvete uma vez vamos almoçar fora do restaurante já fomos na lanchonete agora adiantasse em são paulo a história da mariana é um pouco diferente é que ela nunca viu as cores mesmo assim os olhos ganharam um sentido especial o da independência independência é quando você faz as coisas sem precisar de outra pessoa quando você faz ou as coisas sem precisar de outra pessoa que nem quando estava em casa eu sabia mexer numa no fogão e fazer uma carro nada eu sabia mexer no fogão fazer uma pipoca eu sabia mexer no fogão e fazer um micro ondas e fazer um um hambúrguer então é essa independência saber lavar uma roupa colocar uma roupa na máquina estender a roupa né é uma coisa assim dependência isso sem precisar de outra pessoa pra fazer ela aprendeu a fazer boa parte das tarefas sozinha melhorei muito estou aqui desde os 12 anos de idade o gil tem 31 e eu melhorei muito por estudar mais melhorei bastante lá nascimento inclusive onde eu moro melhorei bastante sim o centro luiz braille é o endereço certo para quem quer reaprender a seguir em frente com determinação milhares de histórias se encontram aqui um espaço cheio de carinho eles vêm pra cá não aceitam lentos que estão perdendo a visão agora o músico japão ano é sem visão a tempo e estão em casa sem atividade ele chega em casa não confessa ficar só no quarto alguns que vem e já começa a se a aas em tumaco com os outros usuários até atividades simples como fazer as unhas tem um porque é mais profundo que a gente possa imaginar essa atividade é uma atividade já o cuidado mas que dá uma percepção delas do corpo no espaço que vai ajudar na orientação e mobilidade delas e nos cuidados com o dia a dia para que para que elas possam ser autônomas e independentes que elas consigam lidar com as tarefas do dia a dia a partir da percepção do corpo do conhecimento do corpo delas de onde elas estão posicionados e isso vai fazendo a diferença no dia a dia o desafio que todos aqui superam de mãos dadas é um desafio não só deles como o nosso também enquanto profissional porque a gente é é uma turma que ela é adversa também e que a gente vai é percebido como cada uma se relacionar com material se relaciona com o mundo se está no mundo com o seu corpo e no espaço e aí elas vão dando dicas também de do que é melhor para elas e isso é importante você é ter a participação nesse processo de construção caminhar pela rua sentir o gostinho da liberdade também é um desafio que eles vão vencendo a cada passo a princípio é meio complicado porque até então a gente não tem não tinha esse costume era normal e assim sem esse problema da deficiência e de repente quem não está enxergando mais nada e aí é obrigado ea torna se o nosso olho de mão a princípio eu fiquei deficiente é que eu não queria sair de casa tudo aí eu conhecia a escola que agora hoje eu já saiu sozinho já não tem mais tanto aquele medo mas graça ao luís braga é assim mesmo é os poucos que a vida vai entrando no rumo certo o fato de estarem todos juntos existe muita troca entre eles né um ajuda muito o outro eles participam das atividades estão sempre juntos a gente faz algumas atividades de recreação também então é uma coisa ajudando a outra com todas as atividades que a gente tem aqui este ano centro cultural luiz braille completa 50 anos e olha claro tem muita história pra contar é preciso vou conversar agora com são benedito e com a sheila para a gente entender como funciona essa ajuda tão importante para o deficiente visual seu benedito como é que nasceu centro cultural luiz braille tudo bem tudo bem andré é o centro cultural luiz braille a ele nasceu lá em 69 né dia 26 de agosto de 69 então hoje nós completando 50 anos de idade e nasceu ali com uma senhoras né da sociedade preocupada com a pessoa com deficiência qualquer preocupação dessa senhora a questão da transcrição da matéria é da tinta para o braille então ela se une uma sala à escola carlos gomes e aonde que essa escola recebia estava recebendo muitas pessoas com deficiência visual e a partir daí elas ficaram preocupada como atender melhor né como incluir essas pessoas na sala de aula e aí elas começaram a comprar uma máquina a máquina braille né apex brasi l e aí começaram a transcrever o uso da tinta para o braille ea partir daí elas começaram a ver que há necessidade era maior né não era só aprender nessa educar é uma só a área de educação né e aí elas começaram a questão da reabilitação a assinar pessoa se locomover para chegar até o local e aí há o braille nasceu nessa instituição centro cultural brasil de campinas aonde que ela passou por vários endereços né até hoje nós temos aqui a antônio carlos araújo no número 600 jardim proença nós temos aqui a nossa sede própria agora sheila pra você você tem baixa visão porque com o centro como esse locais como esses é importante para quem tem deficiência visual olha andré eu achasse que o primeiro lugar eu acho que é um bom refúgio né em segundo eu acho também que é uma maneira de você se aprender que eu quando cheguei aqui eu cheguei aqui em assustado né porque a europa só para reforçar esta tarde 19 anos aqui né sheyla chegou assustado até essa semana completa 19 anos eu cheguei aqui na época do aniversário do grande ea fazer uns 32 anos então quando eu cheguei eu cheguei bem assustado né aí eu fiquei perdida nem porque era um mundo que eu tinha acabado de chegar né mas a importância que eu acho que é assim importa pra mim eu acho que não sei se para todos vai ser o mesmo importância mas a importância foi um abraço muito forte eu recebi porque eu além de estar assustada receber um protesto também de me ver no lugar de cada um eu aprendia a ter a intenção de estar no lugar de cada um eu aprendi também a ter um pouco de paciência você foi mudando ao seu tio é muita mudança é muito importante pra mim porque me ajudou a me estabelecer como pessoa entendeu e você chega lá você acredita que as pessoas também na primeira vez que vem chega um pouco assustada isso são benedito às vezes até relutando um pouco né as pessoas nem andréia chega aqui na entidade aqui nós recebemos pessoas que já nasceram né as pessoas que adquiriram a seguir então aquelas pessoas que hoje nós recebemos maior parte adquiridas essas pessoas é voltar falando como eu senti tá e ao relato de todos acaba às histórias acabam se encontrando se encontra no nec ea o mundo acabou e parou de enxergar parou de enxergar o mundo acabou e e não é bem assim o mundo não acabou o mundo é belo em berlim mas aqui há só são sim porque a pessoa que chega aqui vai passar pelas tensões social vai fazer o seu cadastro seu relatório médico que vai tá fazendo aqui pra nós vai estar passando pelo psicólogo aí vai está a equipe técnica vai estar se reunindo para discutir o caso então aos pouquinhos essa pessoa vai ser trabalhada e principalmente psicológica fica abalado nef fica abalada porque você de repente você enxerga aí sedano por um questão de segundos você deixa de enxergar o mundo acaba não pelo contrário é uma nova vida você passa a ver o mundo de uma outra maneira evitem que ia dar valor a mais essa nova vida entendeu é um passo de cada vez que é um passo de cada vez né é uma cara superação é você tem está superando sempre cada dia tento fazer alguma superando algo novo agora aqui seu benefício falou da psicóloga assistente social que mais que tem aqui de atividade aqui nós temos a terapeuta ocupacional né nós temos aqui um mini apartamento onde que ensina a vida diária à pessoa cozinha lavar passar a então reproduzi e sim temos até um boneco que para as meninas e os meninos ficaram em gravar um casão né cego que é cego casa também é vida né agora tem dinheiro vem filho faço minha fazemos tudo a isso a terapeuta ocupacional isso é importante para eles aprenderem aqui essas atividades que no dia a dia eles convivem né isso é acabam também gerando que tipo de impacto da vida deles por exemplo o salário de atividade importante aprender a cozinhar que pra gente que enxerga pode ser simples né é trocar de roupa eles estão às vezes tem alguns obstáculos ali é coisa de quem utiliza aprendam pra conquistar independência sim é o nosso objetivo é esse pessoal teja autonomia desde a sua independência e também nós trabalhamos paralelamente família para a família não adianta a gente trabalha aqui com eles ea família não dá prosseguimento não adianta a gente trabalha aqui como cozinhar como lavar chegar na casa deles que esse moram com os pais não você não pode é perigoso vai se queimar aí aquela questão aí só ela mencionou disse essas pessoas serem vistas como vítimas como coitados não é bem assim na cheia não porque você chega aqui você é você abraçado pelas pela escola pela cópia à educação quem é professor de educação física em todo os técnicos aí ele chega aqui ele tem todo o aparato que você aprende tudo aqui aí você volta pra casa ele há muita família vê como coitados não só a família lá fora em a sociedade em si acaba vendo a gente foi como coitado não dá nenhum tipo de apoio da oi que acha que não somos capazes chegam em casa e foi ver uma garrafa da luta e é capaz ou ferver pegar uma água no bebedouro aqui nós fizemos tudo aqui a gente chama da liberdade pra eu vi que foi restaurada que tem elevador que vocês com ela ganha liberdade pra gente fazer tudo você pega as o seu talento você vai na sua água você assim aprendi a fazer tudo então a família tem que ter na família têm que entender que a gente somos capazes e só isso não resolve da família tem que ser uma parceira em a família a família a sociedade né que nem vou contar um caso a questão de dois meses dois meses e meio atrás eu ia numa agência de comunicação essa pessoa me ligou falou o benê eu acho que é melhor eu e aí na instituição porque aqui tem dois lances de escada eu dei um sorriso eu falei 'não fica troca tranquila eu também sei subir e descer escadas porque pensa que não é capaz então eu tenho capacidade disse locomover nesse então é falta de conhecimento né falta de conhecimento falta de informação então eu acho que esse papel essa entrevista que vocês estão fazendo que a tv câmara está fazendo aqui hoje é muito importante porque muita gente vai estar assistindo esse programa e acha que é preciso ainda avançar né desmistifica porque a gente tem um assim o estereótipo da pessoa cega os teófilo a pessoa com baixa visão quando a gente fala em habilidades né são pessoas que são capazes nem assim nós somos capazes não somos super homens somos seres humanos como qualquer um cada um tem um mato habilidade ou tem ou se é possível por exemplo aprender coisas às vezes eu não tinha uma certa habilidade com a falsa divisão a cabo é aprendendo coisas novas é possível isso sim é possível é possível é possível você que você já aprendeu cheio só o inter do que eu consegui aprender o braille lei mas é importante também é importante eu sei que é muito importante mas pra mim como tenho a baixa visão no dia da aula tem que falar com a professora lucélia fab coloca que ela venda no meu rosto ram que se não é automaticamente eu pego a peça eu você vai querer o erro que ele serve mas aprendi além de cozinhar quando eu cheguei aqui também as que a batata não não era mesmo hotel mas é um andar sozinha até hoje mesmo eu faço todo só isso faz você você fala uma coisa importante eu faço tudo sozinho em casa e trouxe o que de bom pra você independência muito na hora que eu me fala nossa arrogância que ser tão independente né porque se ela vai em casa não quero que ela faz as minhas coisas falou mamãe eu quero fazer e não nossa chapa mesmo que ser muito independente mas não é eu aprendi assim quando cheguei aqui que você já é capaz de fazer o que você pedir pra ninguém a não ser que você não tá podendo mas se você pode vai sentir que você é capaz e todos aqui é capaz dele no entanto que o ano passado na minha gente criamos o grupo de cultura aqui como é que funciona esse grupo ele é s eu pude cultura ea sensibilidade este grupo é composto o 12 pessoas com as duas técnicas né ea gente faz assim é um grupo de eco cultura e acessibilidade a gente trabalha com a cultura e com acessibilidade onde vamos na empresa debater sobre acessibilidade da empresa tem muitas empresas se as empresas têm estrutura é elas a da mudança ela vai adaptar e ter essa preocupação dela ela tem a preocupação de avião da empresa ela entrou em contato com o grupo o brasil a gente faça aquele grupo aí é entre em contato com a ampla o braille falando bem nenê passa pra nós a gente vai lá discutir a acessibilidade que é pra todos e cultura também vai vir vai passear marca assim barzinhos e pra quê aí incluir os idiotas teatro incluiu deficiente la flaca sociedade não é só a família deixar nós aqui ea gente ficar só aqui para cape o abuze na loja de sair vamos embora e não uma integração é uma integração com uma fora não embora ft é isso que a gente quer mostrar que nós somos capazes de sair também uma vida só assim a hora é agora já fazer um rápido intervalo daqui a pouco eu volto pra continuar conversando com vocês e você claro não sai daí porque daqui a pouquinho mãos solidárias está de volta é rapidinho [Música] estamos de volta pra contar a história do centro cultural luiz braille é que comigo continuam seu benedito ea sheila a china falou antes nessa benedito que ela ainda não prendeu braille como essa questão trabalhada essa questão é trabalhada né a andréa em relação à sheila sheila como temos outras pessoas têm a baixa visão que a baixa visão ela tem uma rede com resíduo visual então nós trabalhamos exploramos esse revido visual bela ela for utilizar bastante e se resigne visual isso não quer dizer que ela não venha aprender o braille é necessário aprender braille sim é importante mas é importante que ela trabalhe muito esse resíduo visual isso tem que ser considerado também sim com certeza agora ela falou também das pessoas das empresas net cheio aqui vocês vão até as empresas conversam com as empresas verificam essa necessidade de acessibilidade vocês percebem que as empresas estão preparadas ou não pra reter recebeu um trabalhador deficiente visual não ela não estão preparados porque falta de informação e conhecimento porque a empresa quer contratar pessoa com deficiência mas nunca aparece vaga para pessoa com deficiência visual não oferece nenhum ofereci ele porque há por que eu vou ter que ter um computador adaptado à teclado adaptado vai ter que ter uma rampa não não precisa simplesmente um programa de voz ao computador isso já é necessário é pra já uma realidade não é falta de conhecimento e a gente vê que a questão da empregabilidade né a ele existe uma lei de coca né e as empresas não vão com porque há uns que o deficiente não está qualificado ou porque o deficiente não vai contratar porque o deficiente é muito qualificado se colocam obstáculos coloca obstáculo na verdade se a empresa que quisesse contratar realmente fazer a inclusão no mercado de trabalho precisava de lei na pauta a vontade do planeta a verdade é que quando ele falar e vai ter que se fazer uma rampa vai ter já deveria ter sido feito aliás nessa idade pensa em integração e acesso então não deveria ser uma empresa não é só pessoa com deficiência você pode receber um cliente seja cadeira um cliente que seja uma pessoa com deficiência visual um desses uma pessoa mais idosa por que não você se preocupar com a questão da acessibilidade o mercado de trabalho ainda excludente bastante infelizmente nessa campanha infelizmente agora tem uma outra questão também é é o principal grupo cultural frequenta bares frequenta pai que dizia e também passa por essa questão será que estão adaptados esses lugares não é que é sheila maioria não principalmente a respeito do cardápio braille você entra nos restaurantes num bar até mesmo em lanchonetes ou cegos 60 ele e lhe pergunta que sejam queria aí você logo falar você pode trazer o cardápio braille a não temos o que temos dados atualizado e assim vai ser uma história começa logo rocha na porta como tempo atrás fomos uma forma teria chegamos na sorveteria é tentar cobrar de novo a não temos mais gente pode falar variedades e o preço aí eu saí até que ela fala validade e o preço você tem vontade por sorvete o diálogo já derreteu então todo lugar que a gente vai pra mim é é triste dizer isso não é acessível e tem muitos que foi a rampa la e assim achou resolveu não está resolvendo então a gente porque a gente discute muito isso de ipos lugares para eles ver quem nós que tem hoje vocês também são cidadãos que vocês também não autorizou discutir mesmo para seu lugar entrará pediu cardápio você acha que é uma provocação para que o país acordem a um pouco pra eles acordaram que temos nós não tem só nós temos idoso tem crianças e pessoas que s o hotel cadeirante entendeu temos todo tipo de gente que vai a 50 que ele eu queria sim e deve ser recordada e eles têm que fazer acessibilidade para todos não é só pra mim que é deficiente visual ou você e pintada no normal vem eu acho que tem que ser acessível para todos e é e infelizmente andré a gente enfrenta muito isso nao eh ônibus é tudo na calçada e c e sem contar que você acaba tendo uma perda de espaço né vocês se seu tempo a ajudar cidadão que eu não hoje em dia parte da cidade vocês virem conforme a cidade está hoje ela é uma cidade que mais excluído o que inclui é isso eu acho que quanto mais ela cresce mas ela está piorando não tem que ter essa preocupação é porque essa é a nossa cidade campinas campinas está em nossa cidade cresceu nossa bonita da ótima tamanha beleza mas bonita em que pra quem tá vendo que ela está bonita né eu vou andar não tenho um prédio uma calçada acessível e quando tem acessível é mal feito realmente só tô noite é a cidade inteira quanto mais ela está crescendo mas ela tá ficando dificultado para nós agora no comecinho benedito falou de uma questão importante que a questão da educação como é que todas as escolas em relação a isso ela só isso andrea avançando bastante né nós avançamos bastante porque hoje nós temos ali é é até inclusive nós fazemos um trabalho né o brasil desenvolve um trabalho e sensibilização de a um bate papo com os alunos da sala de aula e com colégios particulares até estadual e municipal a gente vai até lá como a gente se preocupa em falar na questão da prevenção da cegueira a questão da doença na questão como lidar com a pessoa com deficiência a gente também fala muito quando você receber um percentual na sala de aula então isso é muito importante e mesmo a perguntar é importante porque essa né você estão lidando com jovens é porque a gente está lidando com jovens e eles que vão ser o futuro de amanhã então hoje a questão da acessibilidade da questão na área de educação transporte a gente está crescendo mas falta muito ainda é uma luta muito dura nem muito louca também né longe também aqui na nossa cidade de campinas nós temos as salas de recursos não é nós temos a educação especial professor especializadas né nas escolas é importante é esse profissional é importantíssimo tá agora nem nunca estão avalia a idéia da cafeína como um tonel é da questão do barzinho social choné tiné é uma coisa que a gente também encontra muito assim a gente fica um pouco chateado mas a gente já me acostumei a gente fala na época jackson que se a gente está com uma pessoa que enxerga nem geralmente eu vou pro um restaurante ou lanchonete um barzinho com a minha esposa o garçom que perguntar pra mim ele perguntar pra ela o que ele vai tomar ele vai querer como se ele não tivesse condições de responder nem foi o valor não pode perguntar pra ele e só não enxerga mas ele escuta é chega a ser engraçado e triste ao mesmo tempo nessa e ele sim aí a gente fica as pessoas comum também eu lhes preparar da falta de informação é esse tema é de excluir a gente dá conta automaticamente é assim então isso eu acho que sim eu entendo que a falta de informação é preciso debater ainda mais vocês falaram uma luta é por mas quanto mais se falar acredita-se que quer melhor pra gente chegar a uma conscientização assim como eu comentei com você lá minutos atrás a cônicas vocês estão fazendo é sempre é importante que poucos canais de televisão também divulga a questão de segundos isso tem que mudar a mentalidade não tem com os temas além desses desafios né de do mercado de trabalho de se caminhar de ser atendido de uma forma correta quais outros desafios que o deficiente visual enfrenta hoje e você enfrenta cheio assim além do mercado de trabalho que exclui um restaurante não adaptado uma rua difícil de andar o que mais que vocês passam que né que só vocês sabem além desses há 30.000 detalhe do ônibus andré porque no meu caso eu sou baixa visão e tem e eu tive a perguntar da massa óssea na época da na coluna então eu necessito de andar com o apoio eles me ver pelo apoio ele não me vê como o deficiente então eu tenho muita enfrenta como entra no onze ele mesmo inventa queria me pergunta você quer dizer vivendo que é perdão com o jogador ele pergunta você tem carteirinha eu falo eu tenho sim é uma barreira é uma barreira porque se o tom é uma ilha verde ofereceu tocar bem da e não venha me perguntar nada e fora as condições do ônibus hora que ele vai parar pra você descer hora que ele vai pegar quando você vai ser atendida dentro de um banco que muitos bancos também não tem muita consciência ajuda de saúde tomar na verdade saúde você chegando um banco para rodar eu mesmo tive um governo esse tempo atrás eu o apoiador ele queria que eu deixasse o apoiador estava em uma outra pessoa que ela está bem tudo nela deixar bengala ela dá um apoio em mim e eu toda a manhã eu vou mas você não consegue ele queria que queria deixar o meu apoio a ele e eu andar a entrar para dentro talvez ele estivesse um treinamento é falta que a gente enfrenta pessoas sem noção como o diálogo é difícil dentro nem porque eu acho que as pessoas têm que ter um pouco mais um diálogo tão pouco mais um entendimento porque diz as empresas que dão aquela que ela ao aquele teste tudo para o seu motorista as empresas falou a gente até a gente faz isso isso mas não tô vendo na prática abrangente não aprenderam nada porque a falta de respeito à falta de consideração não só com nossos deficientes em si né com todos com todo está em faltando muito aí agora eu quero falar das conquistas desses 50 anos seu benedito o que vocês conquistaram em meio século né sim só o meio século é eu acho que o mano grande conquista é a nossa sede própria né a gente pode ter uma sede própria é um prédio maravilhoso né dá pra atender mais gente já pra atender mais gente hoje eu não atendo porque por falta de recursos dá para me atender essas 50 e poucas pessoas que eu mas eu tenho o período da tarde ocioso e não dar falta dinheiro nem volta falta nós recebemos aqui não só deficientes visuais nós temos aqui deficientes visuais em várias cidades da região metropolitana virou referência nessa assim braille é uma referência e o braille hoje ele tem uma lista de espera e eu fico muito triste pra mim eu como deficiente visual à frente de uma instituição do tamanho que é o braille eu falar com meus amigos você sempre fica na fila ainda não dá pra entender abrir a porta para a segunda-mão da como que eu vou abrir eu não tenho recurso é importante nessa é alguém que tivemos assistindo né ele não poderia mais somar nos ajudar graças a deus nós estamos aí né com a empresa amiga agora uma um projeto que a gente lançou vamos lançando aí né já temos seis empresas que quer para empresa amiga do braille a empresa que ela contribuindo 100 reais mensal durante um ano isso é uma ajuda fundamental fundamental hoje nós temos seis empresas não quer dizer que são de r$600 meses mas precisa de mais gostoso demais hoje antigamente nós tínhamos lá o quadro associativo era de 400 500 600 associativa hoje nós chegamos a 80 caiu num então tem um sabe que nós precisa muito muito mesmo de a vida você viu como eu chego aqui nós temos a prédio por prédio nosso é uma conquista nossa mas necessita de uma pintora manutenção nós queremos colocar piso está aqui só que a gente tem recursos para tal ainda falta dinheiro para fazer muita coisa solta oca infelizmente nem todo dinheiro é infelizmente foi feito e perdeu seu benedito olha a gente vai continuar contando um pouco mais da história aqui do centro cultural é claro que você que está nos assistindo quiser contribuir o centro cultural luiz braille está de portas abertas eu encerro aqui a minha conversa com o são benedito e com a sheila e você acompanha mais um pouquinho do nosso programa até nosso próximo encontro tchau [Música] um mundo novo de portas abertas pra muitas possibilidades o benedito já ler livros em braille mas não todo o técnico neco é passo a passo foi maior que o alfa bravo e depois no braile itu na folha letra expansão ea cada tempo junto ã depois foram palavras com mais letras frases sem acento ações o tempo reclamou por ter tentado as atuações que jamais complicadinho um pouco complicado mas não impossível aos 70 anos e roberto não desiste o aposentado perdeu a visão após sofrer o avc e assim com muita persistência voltou a fazer atividades que mais gostava antes eu tinha um hábito muito saudável de ler muitos livros e ser a fã de palavras cruzadas então agora estou começando tudo de novo tá difícil por ser diabético e também a sensibilidade tátil é baixa mas eu vou eu vou tentando e aos poucos até as primeiras palavras em inglês vão saindo ai ai ai ai ai ai aí é velho é um março o centro luiz braille também quer seguir em frente e você pode ajudar a escrever essa história de superação pra fazer doações é só ligar para 10 19 3255 0764 ou ir até a avenida antônio carlos sales júnior número 600 no jardim proença felicíssima alguém falou assim para mim você quer o fez chegar até aqui e eu não estou vendo coisa que eu não fazia quando enxergar o que não dá pra ficar parado e ajuste preciso de reinventar e é assim que a gente consegue [Música] [Música]