TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
Mãos Solidárias | Feira Conexão Social
Em destaque · HD Vídeo · MÃOS SOLIDÁRIAS

Mãos Solidárias | Feira Conexão Social

46 views Publicado 17/08/2026 HD · 30:14
Resumo editorial

O programa acompanha a segunda edição da Feira Conexão Social, evento organizado pela Integra Campinas que reúne cerca de 44 organizações sem fins lucrativos para divulgar seu trabalho à população. São entrevistados representantes de entidades como a Associação AMAS Quero Quero, a Sociedade Amigos da Vida, o CPTI e a Fundação Eufraten, que apresentam seus projetos voltados a crianças, adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade social. Além das falas, o evento conta com apresentações culturais, bazar solidário e feira gastronômica, cuja renda é revertida aos projetos das organizações.

Descrição do vídeo

Cerca de 44 organizações sem fins lucrativos participam da segunda edição da Feira Conexão Social, promovida pela Integra Campinas, que reúne mais de 100 entidades filantrópicas. Roberto Batista da Silva, presidente da Integra, destaca a aproximação entre população e terceiro setor, e Kátia Rached, da Associação AMAS Quero Quero, detalha o atendimento a 500 crianças e adolescentes com cursos de costura e empreendedorismo. A reportagem integra o quadro de cidadania sobre terceiro setor da TV Câmara.

Transcrição completa do vídeo

17 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

Olá, mãos solidárias começando e hoje de um jeito diferente. Estamos aqui na segunda edição da feira Conexão Social, que reúne cerca de 44 organizações sem fins lucrativos. O objetivo é divulgar o trabalho realizado por essas instituições e, é claro, aproximar a população do terceiro setor. Esse evento é realizado pela Integra Campinas, Associação das Entidades Filantrópicas aqui do município. Vem comigo. Pelos corredores, o público confere apresentações de dança, bazar solidário e uma feira gastronômica. Todo o valor arrecadado será totalmente revertido para os projetos das OS. 1 2 3 4 5 6 7 8 Estamos agora com o presidente da Integra Campinas, Roberto Batista da Silva. vai falar um pouquinho sobre a importância desse evento. Muito obrigada pela participação, Roberto. Fala um pouquinho do objetivo principal, o foco dessa feira, segunda edição. Claro, a Feira Conexão Social tá na sua segunda edição e nós eh temos aqui mais de 40 organizações hoje participando, né, mostrando o seu trabalho. O trabalho dessas organizações é de trazer a solidariedade do povo, né? Solidariedade das pessoas que estão à frente para a serviço da população. Então tem muitas pessoas que recebem serviços, que são a a beneficiadas pelo trabalho dessas organizações. Eh, muitas organizações executam políticas públicas através de financiamento público e eh conhecer, estar próximo, saber como ajudar, né? Só sabendo mesmo, só entendendo o que que elas fazem. Tem, temos muitas barraquinhas aqui que são de alimentos, de artesanato e principalmente apresentações culturais, que é para mostrar pro povo como é bom que essas pessoas tenham a oportunidade de mostrar o seu trabalho, de realmente se desenvolverem como pessoas. Então, a feira vem para esse para essa finalidade, para trazer pras pessoas que vem aqui, a população toda de Campinas, mostrar a importância do terceiro setor que aqui está nessa cidade. E essa conexão mesmo, né, com o público, a população e quem faz esse trabalho tão incrível, né, e que ajuda tanto as pessoas. Com certeza o nosso trabalho, né, a Feira Conexão Social foi idealizada pela Integra Campinas. A Integra Campinas reúne mais de 100 organizações da sociedade civil, né, nós conhecemos como ONGs. E essas 100 organizações é que possibilitam a gente tá aqui hoje, né, mostrando, desenvolvendo essas organizações, profissionalizando, fazendo com que esse trabalho seja cada vez melhor, cada vez mais próximo das pessoas que mais precisam, né? A nossa cidade é muito desigual e essa desigualdade só termina, só acaba quando nós tivermos mais consciência, mais pessoas ajudando a transformação social. Então, estamos aqui para isso. A Integra está aqui para ajudar essas organizações. Uma das organizações sociais é a Associação AUM Quero Quero, conhecida como a Aa QQ. Ao meu lado está a presidente Ktia Rached, vai conversar um pouquinho com a gente sobre o trabalho realizado. Seja muito bem-vinda, Ktia. conta um pouquinho pra gente então qual que é o principal objetivo aqui da associação AUMAS e o que hoje tá sendo disponibilizado aqui pro público. Então, a associação em umas quero quero, ela atende eh hoje 500 crianças e adolescentes e em duas unidades e uma outra unidade a gente trabalha com eh cursos profissionalizantes, empreendedorismo e hoje a gente tá aqui para dar um pouco mais de visibilidade, né, pra associação, como todas as outras organizações estão aqui hoje na integra, né, mostrar o nosso trabalho. Hoje a gente trouxe um pouco da costura criativa pra gente poder mostrar que a gente tem eh projetos, né, que trazem muitos voluntários e que a gente traz esse público, né, de vulnerabilidade social para para ter algumas atividades, para sair daquela situação, né, de pouca eh visibilidade também. Então é isso, hoje a gente tá aqui apresentando o nosso trabalho. E quem quiser ir lá conhecer a associação, a gente tá aberta. Nós nós temos uma unidade perto do Parque Ecológico, a outra lá na rua Moscou e a outra no São Quirino. Então vocês estão todos convidados, tá bom? E Ktia, desde quando, né, a fundação existe? Como que foi pensada, né, nessa iniciativa? Foi um grupo de amigos que entrou para fazer a diferença na vida das pessoas. a gente começou com 15 adolescentes e hoje a gente tá nessa grande meta de atender 500 crianças adolescentes eh no período que eles não estão na escola. Então para tirar todas essas crianças da rua e fazer atividades, principalmente culturais, né, que é o nosso foco hoje. E já há mais de 20 anos isso. E o trabalho continua e a gente tá colhendo muitos frutos, tá? E a partir desta feira, então, qual que é o próximo passo de vocês? O que que vocês esperam, né, após essa segunda edição? Bom, essa segunda edição veio é para para fortalecer como integrante da Integra, a gente tá trazendo as mais ou menos 40 organizações para mostrar o trabalho, para que as pessoas se mobilizem, para elas se que elas tenham também que conheçam, né, as organizações e venham agregar, né, junto da gente. A sociedade Amigos da Vida atua como uma rede de apoio invisível, mas extremamente presente. A entidade filantrópica e sem fins lucrativos tem uma missão clara: estender a mão a qualquer pessoa que esteja passando por uma crise emocional. A sociedade Amigos da vida, ela foi fundada em 1981 e atualmente a gente está realizando cerca de 100 1700 atendimentos por ano. A gente faz atendimento de de e apoio emocional, tanto por chat quanto por telefone. Ele é gratuito e sigiloso. Então para pessoas que querem, que precisam conversar com alguém, que precisam desabafar, que se sentem sozinhos e também para prevenir, né, o o suicídio. é um atendimento emocional mesmo, não é um atendimento psicológico. A diferença é que no emocional nós podemos entender qualquer pessoa e nós podemos conversar com elas, mas a gente não faz nenhum direcionamento, a gente também não tem nenhum julgamento e também atende a todos os públicos mesmo. E Camila, qual que é o maior desafio para vocês hoje, né, enquanto uma sociedade, enquanto uma instituição filantrópica? Acho que o maior desafio nosso é atingir esse público, é que saber onde eles estão, né, para que eles consigam ligar pra gente, para que eles consigam eh saber o nosso o trabalho e além disso também a parte eh também financeira, né, uma é um é uma dor que a gente sente, mas que nós sempre encontramos pessoas que estão sempre a abertas a participar, abertas a nos ajudar a manter essa organização viva. E Camila, você acha que no cenário atual, né, ao longo da história da sociedade, houve um aumento significativo de de ligações, de pessoas buscando por essa ajuda? Com certeza. Eh, as pessoas depois, tempo depois da pandemia, a gente teve esse um pouco mais, né, desse dessa necessidade das pessoas falarem. a gente vê o quanto as pessoas querem muito falar, mas muito pouco ouvir. Então, é muito difícil isso no dia a dia, ter uma pessoa que esteja ali a a aberta a nos escutar, a escutar com atenção, escutar de forma completa, né? Então, a gente tá aqui para esse para esse para com esse objetivo de ouvir essas pessoas e de estar ali presente para elas. a gente tá divulgando o nosso trabalho, então nosso trabalho de eh de prevenção ao suicídio, de conversa com pessoas que que precisam conversar tanto por telefone quanto por chat. E a gente espera muito que a gente consiga crescer mais, a gente consiga ter mais voz na sociedade e que as pessoas conheçam mais a sociedade amigos da vida. Por meio da arte, da dança e da música, a solidariedade ganha ritmo e transforma realidades. Mais do que acolher, a casa da criança, a vovô Nestor, há 48 anos, desenvolve um trabalho de inclusão para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. O objetivo é proporcionar a estas crianças e adolescentes o direito à educação, alimentação, lazer e convívio social, promovendo o desenvolvimento físico, intelectual, moral e emocional das mesmas junto à comunidade e suas famílias. Ele joga no chão. Ele não sabe a razão. Ele é um bom jogador. E com energia vem vemar. A casa da criança, a creche da casa da criança do Bobonestor já tá como assistente aí já na junto com a prefeitura já há mais ou menos 50 anos. Nesse período todo a gente que a gente trilhou, a gente foi subindo aos poucos e hoje a gente tá atendendo mais ou menos ali umas 100 crianças entre 0 a 14 anos nos quatro núcleos, tanto no Parque Itália, que é a sede nossa e também Montebelo e também outras outras unidades. Hoje é um prazer pra gente tá aqui participando dessa feira da Conexão Social. A gente entende que é uma visibilidade para todas as entidades assistenciais de Campinas para que a gente possa espelhar para todo mundo, tanto uma quanto outra, o trabalho social sério que a gente vem fazendo em todo esse tempo. A gente agradece aí a a TV para para nos ajudar nesse momento e é uma oportunidade mesmo de estreitar esse relacionamento com a população, né, para que tenha essa conexão mesmo, né? Exato. Eh, é por meio dessas ocasiões que a população consegue integrar todo aquilo que a gente vem fazendo. E acho que é interessante a permanência aí as próximas edições da feira para que a gente consolide isso de uma forma cada vez melhor. Tudo isso a gente vai repercutir dentro das próprias unidades, das unidades assistenciais que você vai ter essa repercussão desse movimento de hoje. Então é super importante, tem mais aí que privilegiar isso. O projeto Alegre é uma iniciativa do CPTI que atua desde 2007 com o objetivo de desenvolver habilidades e potencialidades musicais em crianças, adolescentes e jovens, em situação de vulnerabilidade social e pessoal, por meio de oficinas de formação musical, ensaios em grupo e formação de orquestra. O CPTI existe há praticamente 35 anos, né? A gente tá ali na região do padre Anchieta. É uma entidade que atende crianças de seis, até adolescentes de 24. E também a gente atende CCI, que é o grupo dos idosos, que é de zero a 100 anos. A gente tem gente lá de 83 anos que faz parte dos projetos, né? E quais são os principais projetos? Nós o projeto que fez a apresentação na feira hoje é um é o projeto chama Alegro. É um projeto de música que atua dentro do CPTI há 17 anos. É um projeto que a gente sempre conta com apoio de lei Ranet, ProAC, leis incentivo à cultura, né? E as oferece oficinas de de vários instrumentos, prática de banda, cordas, que é o nosso objetivo principal, né? E o coral. Então, a gente tenta oferecer um leque de opções aí para molecada se interessar por músicas, né? Mas CPTI oferece oficinas socioeducativas, eh oficinas de cidadania. Então a gente faz um trabalho ali na região do do Padre Enchieta, que atende cerca de 200 famílias, assim, eh, e é um projeto que já tá bem consolidado, né? O CPT significa centro, tia e leite. OK? Então é uma abreviação aí que é o nome da nossa fundadora, uma senhora que era da região e ajudou a formatar o CPTI e ela não tá mais lá, mas a gente continua cumprindo o propósito, né, pelo qual ela criou o projeto. Eu eu acho muito importante esse tipo de iniciativa, né, porque eh muitas vezes você fica ensaiando dentro de quatro paredes, né, e para quem eu mostro isso, né? Então essa essa estrutura, essa organização permite que as nossas crianças sejam de verdade protagonistas, né? Elas conhecem o palco, se apresentam num palco, então para elas é uma experiência, precisa ver a motivação que elas estavam, né? Então assim, a expectativa é que essa feira continue, que continue gerando oportunidades, né? que que novos talentos possam aparecer aqui, que a gente possa conhecer os projetos que Campinas tem tanto, mas muitas vezes nem a gente mesmo que tá dentro dos projetos conhece os outros projetos, né? Então essa experiência já valeu muito, muito a pena. A apresentação musical dos alunos da Fundação Eufrat na feira a conexão social revela o resultado de um trabalho profundo de transformação. No palco, o que se viu foi a expressão máxima da autoestima e da união. Há anos atuando no impacto social, a fundação reforça que a arte é uma das ferramentas mais poderosas para despertar o potencial de cada jovem e prepará-lo para o futuro. A Fundação Eufraten, ela existe há mais de 40 anos. Ela atende duas regiões da região sul de Campinas. A região de Viracopos, que fica a unidade do campus um, onde tudo começou, numa casinha de sapê e na no Jardim do Lago, aqui próximo ao Campinas Shopping. E a gente atende uma média de 29 bairros entre as duas unidades com uma meta de 540 atendidos. Nós atendemos a partir de 6 anos até a terceira idade. Tá conseguindo ir? pode ir que tem atividade. Nós atendemos os dois serviços, né? O serviço de 6 a 14 anos e o serviço do de centro de convivência, o CCI. E a fundação, dentro desses mais de 40 anos, nós temos um trabalho voltado pro autoconhecimento. Nós temos uma metodologia própria que a gente chama de pedagogiaófica. É uma pedagogia criada pelo nosso fundador Paulo Zabeu e é aplicada desde o primeiro dia que a fundação foi concebida. E esse trabalho é justamente para desenvolver as potencialidades da criança, do adolescente, do adulto. É para você se autodesenvolver. Tanto que o nosso slogan ele fala educar-se educando com autoconhecimento, porque o trabalho não é só realizado com quem é o nosso atendido, mas também conosco. Então esse é o foco da Eufraten, né? E hoje, inclusive, foi uma demonstração desse trabalho com as nossas turmas de música, canto coral, que trazem vários instrumentos e muitos deles nunca imaginaram que tocaria um violino, um baixo, um teclado e se descobrem ali. Tanto que tem um dos meninos, né, que tem ouvido absoluto e nunca imaginou, nunca tinha tocado um instrumento. Então, esse trabalho ele já vem sendo desenvolvido há muitos anos. dentro das comunidades da região sul de Campinas, aquela região ali que eu citei. E Rosângela, há quanto tempo você faz parte disso tudo? Há 14 anos. Agora em julho fez 14 anos. Eu entrei como educadora. Depois eu voltei de uma licença materna, assumi a coordenação pedagógica. Hoje eu atuo como coordenadora técnica e também gestora de projetos. E como que é para você nesse período, né? de 14 anos, ver essa transformação das crianças e ver tudo isso de positivo que acontece com elas. Ah, é emocionante. É como se fosse meu filho, são meus filhos se apresentando. Eh, eu encontrei uma exeducanda aqui, que quando eu entrei em 2012, ela foi minha educanda e eu encontrei ela hoje aqui com 29 anos, realizada, transformada e e toda vez que a gente vê eles ganhando o mundo, eh tendo novas perspectivas, é uma emoção muito grande para nós. Para mim é uma transformação, ver a transformação deles também nos transforma. Hoje o trabalho das OSCs, das instituições na comunidade, a comunidade valoriza, a comunidade enxerga, né? Ainda talvez poderia até crescer mais essa visão, essa visibilidade, mas eu acho que para fora da comunidade as os precisam ter eh ser vistas, né? Elas precisam serem vistas. E esse esse evento é o que faz isso. Então precisa de mais eventos assim aonde as instituições possam ter essa visibilidade e mostrar o trabalho que faz. Porque hoje a gente viu uma uma parcela ainda muito pequena do impacto que as Oscars fazem na comunidade, na transformação social e de vida que faz na vida dessas crianças, né, da e não só das crianças, da comunidade. Porque se eu formo um ser humano, se as Oscares estão ali preparando seres humanos mais éticos, mais humanizados, mais compromissados consigo mesmo, eles também vão ser com a comunidade, eles também vão devolver isso pra sociedade. Então, assim, eh, ainda precisa expandir. Muitas pessoas ainda não sabem o que significa OSC, né? organização da sociedade civil, o que realiza uma OSC, o que realiza uma ONG, o que que realiza, qual é o papel dessas instituições do terceiro setor dentro do impacto nacional, dentro do impacto da cidade, do município? E a visibilidade é importante porque traz mais parceiros, traz mais eh edificação, edificar mesmo o trabalho, fortalecer o trabalho das OSC. E para isso elas precisam serem vistas. Então, eventos como esse da feira da Conexão, ela valoriza muito, ela ela traz essa visibilidade que as oscisam pra valorização, e não só a nossa ou da OSC, mas da criança, porque quando ela sobe num palco, ela tá sendo valorizada, ela enxerga o que ela tá fazendo, né? Ela vê ali, ela se sente orgulhosa e motivada a continuar. E as Osques também. será vital de portado de menor de lava ai lá mais na policiada vontade de leva para o tá no sempre arrumar minha na core coração escrever o meu pião vez não ser o qu meu jardinho essa pessoa que eu tô andando a minha dança todo E vai rolar a festa. Vai rolar o povo do mandou avisar. Esse foi o mão solidárias de hoje, mostrando para vocês os trabalhos das organizações sociais aqui na cidade de Campinas. Espero que vocês tenham gostado e vocês podem acompanhar pelo portal tvcamaracampinas.com.br. Temos um encontro marcado na próxima edição. Até lá. Oh.
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do MÃOS SOLIDÁRIAS

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
35:18

Mãos Solidárias | Creche Mãe Cristina

51:25

Mãos Solidárias | Projeto Doce Lar

31:10

Mãos Solidárias | Grêmio Recreativo Juventude Campo Belo

37:08

Mãos Solidárias | Lar Escola Jesus de Nazaré

37:09

Mãos Solidárias | Lar Escola Jesus de Nazaré

32:01

Mãos Solidárias | Anhumas Quero Quero

34:24

Mãos Solidárias | Projeto T2.26/Sowers

30:20

Mãos Solidárias | Feira Conexão Social

40:20

Mãos Solidárias | Associação Terapêutica de Campinas

30:30

Mãos Solidárias | IFHAM - Instituto de Formação Humana Através das Artes Marciais

34:28

Mãos Solidárias | Sorri Campinas

35:49

Mãos Solidárias | Sociedade Pró-Menor

32:35

Mãos Solidárias

36:20

Mãos Solidárias | Espaço Crescer e Vencer

30:40

Mãos Solidárias | Escola de Educação Infantil Santa Rita de Cássia

33:46

Mãos Solidárias | Abadá Capoeira

31:40

Mãos Solidárias | Projeto Vida Em Ação

34:16

Mãos Solidárias | Casa de Jesus Núcleo Mãe Maria 30/02/2026

43:22

Mãos Solidárias | Núcleo de ação social - nas

34:53

Mãos Solidárias | Projeto turma do Bem

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
1:02:51

Questão de Ordem | Voluntariado em Campinas: como ajudar e onde estão as oportunidades?

38:46

Faça Você Mesmo | Chaveiro Macramê e Pedras

36:55

Ponto de Vista | Jornalismo sem Diploma: Liberdade ou Risco?

13:46

Na Tribuna | Vereadores Cobram Melhorias na Saúde, Meio Ambiente e Ruas

10:20

Campinas que Deu Certo | Mercado Campineiro

11:57

Agenda Cultural Campinas: Shows, Teatro, Cinema e Exposições para o Fim de Semana!

1:43

Agora é Lei | Dia Municipal do Handebol

6:45

Câmara Notícia | Palestra sobre Doenças Silenciosas de Pâncreas e Ovário