Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
Olá, está no ar mais uma edição do programa Mãos Solidárias e nessa jornada de conhecer as instituições sem fins lucrativos, hoje estamos aqui no Instituto Amor e Vida, que atua no acolhimento e na assistência de pessoas com câncer, doenças crônicas e também no acolhimento às famílias em vulnerabilidade social. Pra gente entender o contexto, né, dessa instituição, como ela foi fundada, vamos conversar agora com a Mariângela Chiqueto, ela que é a fundadora e nos recebeu aqui na instituição. Muito obrigada por nos receber, Mariângela. Nós que agradecemos, né, porque o trabalho de divulgação, né, é muito importante e ajuda muito a instituição. E falando, né, nesse contexto, então, né, da gente mostrar pro pessoal de casa, para quem tem essa curiosidade, né, de saber como funciona esse instituto como fundadora, porque teve essa iniciativa, né, qual foi o princípio de tudo. Sim, o Instituto Amor e Vida, ele nasceu a partir da realidade eh de algumas pessoas, né, que foram eh que é na verdade a as pessoas com doenças eh com câncer, né, e que não t condições de arcar com o com o tratamento, né? Eh, então ela nasceu a partir dessa realidade porque os fundadores, alguns dos fundadores do instituto enfrentaram essa luta com pessoas bem próximas, né, pessoas da família e compreenderam que não é somente a doença em si, que vai muito além, né? são dores, são muitas dores. Eh, as dificuldades financeiras, as dores eh emocionais, psicológicas e além da do desgaste ali físico, né, tem também a insegurança diante de uma de um desafio tão grande, né? Então, a partir dessa experiência, eh, nasceu um sonho. Isso foi quando? Isso foi eh, em 2007. 2007. Já tem um bom tempinho. Exatamente. Já vai completar 20 anos, né, que nós estamos nessa caminhada, tá? Então, e esse sonho nasceu esse sonho então de ter um lugar que a gente pudesse realmente que essas pessoas, né, pudessem ser acolhidas, orientadas, direcionadas ali, recebessem apoio e, acima de tudo muito amor e esperança para continuar lutando pela vida. Porque é isso quando nós pensamos até no nome do instituto, né, foi isso que nós pensamos. realmente de passar para as pessoas toda essa esperança de lutar pela vida. E Mariângela sempre foi nesse espaço ou começou em um outro local? Não, nós começamos em espaço bem menor, né? Mas eh ao longo dessa trajetória aí, né, como nós acabamos de falar, quase 20 anos, o trabalho ele foi crescendo, ele foi se ampliando, né? Nós começamos então atendendo somente pessoas com doenças crônicas, tá? Com aliás com câncer e depois no decorrer dessa caminhada aí aí ampliou um pouco mais o atendimento. O trabalho se ampliou, né? E nós começamos a atender pessoas com doenças crônicas em situação de vulnerabilidade social e pessoal. E começamos também com o grupo da melhor idade, que é o grupo de convivência e fortalecimento de vínculos, tá? 60 mais, né? Grupo Convivendo com amor. E hoje quantas pessoas eh fazem parte, né, desses atendimentos? Eu sei que depende também, né, de um período aí meio rotativo, mas num contexto geral, mais ou menos, quantas pessoas vocês atendem aqui? Hoje o Instituto Amor e Vida em Atendimento, nós temos 192 pessoas sendo atendidas ativamente, tá? Em média no mês são mais de 4.000 atendimentos e benefícios concedidos, certo? Eh, no mês passado, inclusive, eh, no mês de setembro, porque esse mês nós não temos ainda o fechamento, né? Nós fechamos o mês com 4.735 atendimentos e benefícios concedidos dentro do mês. E quais são as atividades desenvolvidas, né? Quais são os programas para essas pessoas atendidas, né? Porque a gente sabe que tem desde a reabilitação, fisioterapia, mas também tem outros nichos que vocês atuam também. Sim. Sim. O Instituto Amor e Vida, quando a pessoa nos procura, geralmente essa busca ela é ativa, né? Chegando aqui, eh, essa pessoa é acolhida, né? Eh, repassa pelo serviço social que faz a avaliação. Então, sendo constatado que a pessoa precisa de ajuda, ela vai receber e, eh, tudo que ela precisa dentro do que o instituto pode oferecer, certo? E aí a assistente social vai encaminhar pros atendimentos, né? Então nós temos o atendimento de reabilitação, nós temos o atendimento da nutrição, eh psicologia, temos o grupo, né? Então, eh orientação jurídica também, certo? Então, eh dessa maneira que o que o trabalho do Instituto Amor e Vida acontece de acordo com a necessidade de cada um, vai ser encaminhado pro atendimento que precisa. E assim tem uma demanda grande, né? A gente inclusive conversou com a assistente social, né? a gente vai mostrar um pouquinho depois do depoimento dela e a demanda é muito grande e infelizmente não tem como, né, atender todas as pessoas, todas as famílias, por isso que tem eh esse mapeamento, essa triagem, né, para ir ali em prioridades, né, para saber exatamente eh quais famílias necessitam mais, né, nesse contexto, MariaÂela, é somente aqui da região ou vocês expandem também um pouquinho, né, amplia um pouquinho mais pros bairros próximos. Como que é feito esse trabalho? Não, nós atendemos eh toda Campinas, inclusive nós temos até e algumas pessoas que são atendidas que são da região próxima, mais próxima, né, das cidades mais próximas também, tá? Então, chegando, não a gente não não eh não vê essa questão de onde que é, se for de outro município, não tem problema. assistente social vai fazer essa avaliação e mediante o que a gente pode oferecer é oferecido, é atendida essa pessoa. E dentro desse trabalho todo, né, vocês também têm a questão das cestas básicas, né, como que os insumos, né, tem os os suplementos, né, a alimentação também. Pessoas chegam exatamente, muitas pessoas chegam com alto grau de desnutrição, né? Então é feito uma reavaliação pela nossa nutricionista, né? E visto ali a necessidade da pessoa, certo? Então o suplemento alimentar ele é muito importante para complementar ali, né? Então é uma das necessidades do do instituto e a cesta básica também mediante a necessidade ali por um tempo até a pessoa ter condições, né? Porque muitos casos aente social faz essa avaliação e realmente a gente precisa conceder ali por um tempo, tá? Fraldas geriátricas, as medicações que as pessoas não conseguem, né, na na rede pública e que o instituto também pode oferecer. Então são esses os insumos que a gente oferece. Mas vocês recebem ajuda, né, de de algum lugar do poder público, como que vocês conseguem manter o espaço? Porque não é só o insumo, né? Vocês também precisam manter toda a estrutura, a manutenção. Na sala de reabilitação tem os equipamentos, né? Exatamente. Essa é a nossa necessidade maior, a manutenção do nosso trabalho, certo? E o Instituto Amor e Vida, ele não tem, ele se mantém somente através de doações. Sempre foi assim, né? desde desde o início. Então a gente, eu quero até aproveitar essa oportunidade para agradecer cada um que que colabora, que doa, né, que faz a sua doação, os voluntários, os parceiros do do instituto, né, a os atendidos, cada um que estende a mão para colaborar com o Instituto Amor e Vida. Porque olha, esse trabalho aqui ele só acontece por causa da proteção de Deus. Uhum. Que nos sustenta, que nos fortalece, que nos direciona na realização desse trabalho e também pela colaboração das pessoas, pela doação. Eu tenho certeza que muitos dos que estão nos assistindo, né, são doadores do Instituto Amor e Vida. Então, a sua doação é muito importante. É fundamental. para manter e também para manter o espaço funcionando, porque como a gente acompanhou também nos depoimentos, né, das pessoas que frequentam, que faz toda a diferença, que foi realmente uma transformação de vida que elas tiveram e hoje elas não conseguem viver sem esse espaço. Exatamente. Muitos querem ficar aqui, viu? É, eu ouvi isso, que é como se fosse a segunda quer trazer um colchãozinho e ficar aqui e e assim e a permanência é o período integral, né? Tem desde o café da manhão, né? O dia todo. Como que é a rotina de vocês? Dia todo. Então é de 8 horas da manhã até às 4:30, até às 16:30, tá? Esse eh, então tem o café da manhã, né? Tem o almoço, tem o lanche da tarde. Então, a nossa luta aqui é muito grande, nosso desafio é enorme, né? E durante assim o ano vocês fazem eventos a bazar? Não sei se vocês têm esse trabalho que temos bazar diariamente, tá? Diariamente nós temos o bazar então de roupas eh seminovas, roupas usadas em condições de uso, né? Acessórios, calçados, tudo que puder, que a pessoa puder doar, né? a gente é revertido pro instituto, é claro, tem os usuários que eh realmente a gente faz a doação para quem precisa, né? Mas eh é revertido também o que é que é vendido no bazar, né? Revertido para ajudar o Instituto Amor e Vida. E nós temos também a promoção da das pizzas. Ah, sim. que inclusive vai acontecer, que ajuda muito, que inclusive uma pizza muito saborosa, tá? Quem puder adquirir, eu tenho certeza que vai acontecer agora no dia 13, agora na outra semana, né? No dia 13 de de novembro a gente vai ter essa promoção da da pizza que é muito caprichada, viu? com muito amor, feita, com muito amor. E dentro da instituição tem algumas festas que são realizadas também pro público externo para ter essa eh esse trabalho também de venda de produto. Vai paraa exposição, por exemplo, a parte do artesanato, os produtos que nós temos as feiras que elas acontecem, né? aconteceu agora recentemente em algumas empresas, a as feiras dos artesanatos que elas fazem ali, né? Eh, então a gente tudo para reverter para pra manutenção do trabalho, né? E nesses 20 anos, né, quase 20 anos, eh, o que mudou, né? O que que você percebe que aconteceu, que teve essa mudança, não só eh em você, né, como pessoa que transformou sua vida, vendo também esse resultado com tantas outras famílias. E o que você gostaria que mudasse, né, daqui pra frente para continuar também esse trabalho tão bonito? Olha, eu acho que não é nem eh mudar, né? é a gente continuar realmente realizando esse trabalho, atendendo essas pessoas, fazendo a diferença na vida dessas pessoas. Eu penso assim, a gente começou tudo pequenininho, sabe? E aí depois o trabalho foi tomando uma proporção. Quantas pessoas que vieram para ser atendidas, mas os que vieram também para colaborar, né? Graças a Deus que Deus encaminham as pessoas, né? para nos ajudar, para fazer parte. Hoje a família ela aumentou muito, né? A família Amor e Vida hoje ela é imensa e eu tenho certeza que muitos outros virão, né, sobre a proteção de Deus e com o nosso trabalho. E é na parte de voluntários, você acha que precisa de mais gente, precisa de mais braços? Tem alguns planos aí, alguns projetos futuro que vocês querem que saiam do papel? Tem já alguma coisa em mente? Nós temos, nós temos sim, temos vários projetos aí que a gente, que a partir do ano que vem, né, nós inclusive a ampliação aqui do trabalho, porque o nosso espaço ele está pequeno pros atendimentos que acontecem aqui, né, ele está pequeno. Então, nós nós temos alguns projetos aí de ampliação aqui do do instituto e vamos à luta, né, para que a gente consiga. Esse espaço é próprio de vocês mesmo. É concessão de uso. Conão de uso. Exatamente. Graças a Deus. Graças a Deus. Porque até então era aluguel, né? A gente pagava aluguel. Isso já consegue desafogar um pouco mais para vocês, né? Atribuírem esse valor para outro para reverter para reverter esse esse recurso pro pros atendidos, né? Pros atendimentos. Tá certo? Olha, a gente vai para um rápido intervalo. Na volta você vai acompanhar um pouquinho do que é realizado aqui. A gente conversou com o assistente social, a gente conversou com o Thiago, fisioterapeuta, conversamos também com as pessoas que são atendidas aqui. Então você vai conferir tudo, daqui a pouquinho a gente volta. Fique com a gente. Eu estou aqui há mais ou menos 3 anos, né? E aí desde então eu venho desenvolvendo esse trabalho que eu amo, né? E na minha vida assim fez, né, um impacto bem, né, foi bem bem grande. Eu entrei aqui através de uma professora da faculdade, né, ela falou que estavam precisando pessoas pacientes, né, que t facilidade com pessoa idosa. E aí eu vim, né, e me apaixonei, né, que eu, né, a faculdade de serviço social e aí tô aqui até hoje. Hoje, então, você atua aqui como orientadora mesmo social do grupo, né, no contexto geral, quais são as atividades desenvolvidas, né, e esse impacto para essas pessoas? Sim, a as atividades aqui, né, paraa pessoa idosa, que hoje no grupo são 60, né, então a gente tem atividades ao longo da semana, no período de manhã e à tarde. E aí tem crochê, artesanato, tem dança, temake, né, todas assim, todas as funções para eh todas as atividades para trabalhar, função cognitiva, função motora, né? Elas tomam café aqui, almoçam, toma café da tarde, então assim, o impacto também na vida delas, né, é bem grande, porque, né, chega alguma delas, que eu acho que elas vão falar que elas preferem, né, tem até vontade de dormir aqui, porque elas se sentem muito acolhida, muito amada, né, muito assim como se fosse a segunda casa delas. E esse trabalho que você desenvolve, né, justamente para trazer essa autonomia para elas também, né, e de ocupar a mente com algo que elas podem também despertar o interesse até pra vida, né, como o artesanato, por exemplo. Sim, o grupo em si, né, ele já é um serviço de convivência e fortalecimento de vínculos paraa pessoa idosa, né? Então, o o o grupo em si, ele é para tem esse objetivo de tornar o envelhecimento mais ativo, né, mais saudável para justamente isso, fazer com que a pessoa evite ficar no isolamento e venha, né, seja mais ativa, seja mais aí de bem com a vida. Para mim é muito gratificante. Eu me sinto assim, a gente não consegue resolver o mundo inteiro, o problema do mundo inteiro, mas eu sinto que um pouquinho, né, da vida delas eu consigo melhorar, que é o que elas falam para mim todos os dias, né? Então, sinto muito, fico muito grati assim, sinto muita, eh, muito gratificante para mim. Eu cheguei aqui como acolhida, né, para aprender, para ser recebida. Aí gostei muito, fiquei 3 anos aqui, aí parei. Depois de 3 anos eu voltei novamente, né? Voltei já como sendo voluntária, ensinando crochê pras meninas, ponto cruz, bordado. E eu tô aí, né, nessa luta, nessa lida aqui. É um lugar muito bom, onde você aprende e você pode ensinar também, né? Tenho esse retorno. Nesse primeiro momento, então você chegou como paciente. Sim, foi como paciente, né? Fui acolhida, abraçada, senti muito amor aqui, porque aqui é um lugar acolhedor. Tem gente boa aqui que te recebe com carinho e é isso que a gente precisa, né? Ser acolhida, abraçada e amada. Fez todo então esse acompanhamento, o na reabilitação, teve esse atendimento, como você disse, de acolhimento mesmo, né? o que que mudou na sua vida, porque continua atuando agora como voluntária. Então, teve essa mudança de chave aí, né? Teve sim, teve sim uma mudança. Eu cheguei, fui acolhida e hoje eu eh tô colhendo os frutos do que eu recebi, sabe? E eu tô passando esses frutos pras pras outras meninas também, né? Foi muito importante estar aqui nesse momento, porque foi no momento de de muita luta na minha vida, de muita muita mudança na minha vida e foi essencial estar aqui no Instituto Amor e Vida, porque é faz justo o nome, né? Instituto Amor e Vida. Então, foi isso que eu que eu tive aqui, foi isso que eu recebi aqui. Menina, mudou demais a minha vida. Nossa, eu me sinto uma outra pessoa, sabe? Eu acho que todo mundo deveria ter esse esse privilégio de conhecer lugares assim, porque aqui as pessoas são maravilhosas, são o instituto é uma mãe, sabe? É uma mãe que acolhe, que ajuda, que abraça, que sabe, você se sente uma filha amada mesmo e acolhida. Esse lugar aqui para mim foi essencial na minha vida. mudou até a minha situação eh de saúde, a minha situação financeira, assim, no modo no sentido de que eu comecei a aprender coisas aqui e agora é um trabalho meu que eu faço lá fora, que é o crochê, né? Eu posso vender e tenho uma renda. Então, foi maravilhoso na minha vida. Foi uma mudança radical mesmo, muito boa. Para mim foi, nossa, uma bênção, né? Eu vim por intermédio de uma amiga e para mim a qualidade, minha qualidade de vida mudou completamente, porque aí eu durmo melhor, eu vivo melhor, sabe? Com as amigas aqui, com a minha mãe que é a Di. Nossa, é uma delícia. Eu adoro aqui. Nossa. Bem, bem bem bacana mesmo a a qualidade de E linda, a senhora chegou aqui com qual intuito, né? O o porquê, o que que tava acontecendo na sua vida? Ah, acho que depressão, sozinha em casa, né? Chorava muito, né? E aqui, nossa, eu mudei completamente. Mudei completamente. A partir do momento que a senhora começou aqui a a fazer as atividades, a toda a parte de reabilitação, isso transformou. Qual que é a sua rotina aqui hoje? Então, minha rotina aqui, né? Eu chego aqui de manhã, eu faço orações com as meninas, a gente toma café da manhã, aí a gente faz crochê, faz bordado, né? Depois almoça, continua e até a hora de ir embora. É muito bom. Senhora, participa de todas as atividades. Participo até do Pilates. No Instituto Amor e Vida, a assistência oferecida vai além das oficinas de capacitação e das atividades voltadas ao fortalecimento de vínculos. A instituição também integra o seu modelo de atendimento a reabilitação individualizada com um fisioterapeuta, um pilar técnico voltado diretamente para a saúde física e autonomia dos atendidos. Eu atuo como fisioterapeuta no instituto há mais ou menos 11 anos e a gente atende tanto paciente com doenças crônicas e sequelas de câncer também cada paciente, né, tem uma necessidade. Então atuamos com o recursos de pilates, eh recursos de exercícios eh ativos globais e exercícios de fortalecimento até mesmo a ginástica laboral como doenças crônicas, né? Eh, a gente vai trazer um alívio, uma melhor qualidade de vida, né, para eles voltarem a ter atividades, né, comum, diárias em casa e e dá um o melhor para eles. Eles precisam do encaminhamento médico. Nós fazemos nossa avaliação aqui, vemos a real necessidade e desenvolvendo um tratamento específico para cada um. Eu frequento o instituto há 3 anos. Eu vim para cá porque eu tive uma sequela osteoporose e artrose. Então deu, eu tinha muita dificuldade de de das atividades diária mesmo, até mesmo de trocar para trocar as roupas era muito difícil. E aí eu vim porque eh eu sentia muitas dores, né? Eu já fazia acompanhamento com ortopedista e ele indicou para que eu fizesse a fisioterapia complementar, já que os diagnósticos que eu tenho, né, não tem cura, tem eh melhora, né? Então, precisei fortalecer a musculatura das costas, principalmente para poder sustentar melhor a coluna, porque eu tenho desgaste eh na lombar e na cervical, né? Nos ombros também tem dinnite, tudo como sequela da osteoporose, né? E esse atendimento, como que foi? O que melhorou? Como que tem sido essa sua reabilitação aqui no instituto, Neid? Quando eu cheguei no instituto por indicação de uma pessoa que já frequenta aqui há há quase 10 anos, também com problemas de de ortopedia, né? E aí eu vim, o Thago começou a a fazer as sessões de alongamento de na cama de seragem que faz uma massagem na coluna toda. É acupuntura, auric a áure a áureo também, que são as sementinhas na orelha, né? E o alongamento e as atividades de pilates. Isso me levou uma qualidade de vida. Eu posso dizer assim, há uns 2 anos e meio, eu não sinto dor, eu consigo fazer minhas atividades eh doméstica, né? Lógico que com muito cuidado, com muita cautela, mas eu levo vida normal praticamente agora para quem não tava conseguindo fazer nada, né? Então eu digo assim que hoje a minha melhora, eu avalio em 98%, né? Eu continuo frequentando para, como é um problema crônico, então eu preciso manter. Eu entrei, na verdade, no instituto como orientadora social, né? No início eles me chamaram para fazer a abertura do serviço de convivência, né, que é o grupo das meninas das da pessoa idosa. Então eu entrei como orientadora social e aí eles me, eu já era formada, né, em serviço social e eles me deram a assistência social que tava aqui antes, ela precisou se desligar e aí eles me deram a oportunidade de trabalhar como assistência social e tô aqui há 3 anos, graças a Deus. Eu resumiria em desafiador, não deixa de ser desafiador, né? apesar de ser gratificante também, eh, por ser um trabalho que a gente tá lutando pela garantia de direito para que as famílias tenham seus direitos garantidos, né? E aqui dentro do serviço de convivência a gente trabalha a questão do fortalecimento de vínculos. Então, é gratificante, mas ao mesmo tempo desafiador, né, pela questão das demandas que a gente recebe. Eh, infelizmente, por ser instituição, a gente não consegue abraçar todo mundo, atender todo mundo, né? Mas dentro do possível a gente tenta eh eh fazer esse esse acolhimento essas famílias conforme a necessidade delas. Gisele, você é responsável também, lógico, com, né, o restante aqui do pessoal, da coordenação, da direção nessa triagem das famílias, fazer esse mapeamento das famílias que estão necessitando mais, das prioridades. Exatamente. Eh, na verdade, o primeiro atendimento que as famílias têm quando chega no instituto é aqui na sala de serviço social, né? Eles são encaminhados, a recepcionistas encaminha para cá. daqui a gente faz uma escuta eh eh dessa família, né, mediante eh avaliação socioeconômica e no caso a avaliação ela é feita da família como um todo, né? E a partir daí é direcionado para um atendimento conforme a demanda que a pessoa, que a família traz pra gente, seja de atendimento com a físico, seja para participar das oficinas do grupo, seja para perceber eh alimentação interal, enfim, cesta básica, né? Vai de acordo com a necessidade de cada família. Eu costumo dizer que a gente não trabalha só o indivíduo, né, só a pessoa que está em tratamento de câncer, né? A gente trabalha a família como um todo, porque a doença em si, ela ela afeta mais a pessoa, mas a família como um todo acaba carregando essa essa essa essa doença em si, né, por conta do do de cuidar dessa pessoa, enfim. E aí a gente trabalha, busca atender essas pessoas conforme a necessidade que elas trazem. E assim, é um, tem família, tem pessoas que buscam esse atendimento com a gente, mas para para receber o suplemento alimentar, né? Elas estão passando pelo tratamento, estão fazendo a químia, a rádio, né? E assim, e infelizmente pelo SUS eles não conseguem suplemento de alto custo, né? Por por e são e a gente faz essa essa avaliação socioeconômica com asência social, justamente pra gente entender qual que é a necessidade real dessa família, né? Por exemplo, não é só a nutrições chegar com encaminhamento e falar: "Ó, você vem precisa, tá? Mas como que é a situação financeira dela, né?" Então, todas as pessoas que vêm que vem buscar esse atendimento, a gente faz essa avaliação para saber realmente se a família realmente está em situação de de vulnerabilidade. É muito bonito esse trabalho que vocês realizam aqui no Instituto Amor e Vida. A gente acompanhou, né, de perto um pouquinho do trabalho, mas com certeza tem muito mais. né? Porque é um trabalho que é realizado durante todo dia, período integral, com várias oficinas, várias atividades. Então, o que que você deixa, né, de mensagem, o que que você gostaria de ressaltar para quem está nos acompanhando, né, e assistindo o programa sobre um Instituto Amor e Vida, né? O que que você almeja almeja daqui paraa frente? Olha, eh, o Instituto Amor e Vida, ele é realmente a realização de um sonho, né? Mas um sonho que ele só está sendo realizado, né? Como eu falei, graças à proteção de Deus e as pessoas que fazem parte deste trabalho, tá? Cada um que realmente que estende a mão, né? estende as mãos para colaborar com o instituto, para fazer sua doação, que participam aqui com a gente, né? Porque nada disso seria possível sem as pessoas que fazem parte desse trabalho e que as pessoas continuem que a gente, a gente, exatamente, é isso mesmo, que as pessoas continuem conosco, continuem colaborando, entendeu? Porque e venham conhecer esse trabalho. Quem não conhece ainda, venha conhecer de perto esse trabalho, venha fazer uma visita, venha fazer parte desta família. Muito obrigada e eu quero aproveitar a oportunidade para agradecer vocês também que estão aqui. Obrigada, que agrade fazendo essa essa reportagem, fazendo essa divulgação do trabalho, né? Sim. É muito importante, né? a gente mostrar de perto realmente como que é esse trabalho e o mais eh principal de tudo é mostrar como que vocês mantém esse espaço, que é justamente com as parcerias, com a ajuda de todo mundo, com as mãos, né, com os braços e os voluntários. Então isso faz toda a diferença. Gost com certeza. Desculpa, te mas eu só gostaria de de finalizar com uma frase que traduz o nosso trabalho, que é o slogan do Instituto Amor e Vida. Quando as mãos se unem, a dor diminui. Melhor frase pra gente encerrar o nosso programa. Então você aí de casa que acompanhou, pode também acompanhar na íntegra o conteúdo pelo portal tvcamaracampinas.com.br br e também em nossas redes sociais. A gente vai deixar também aqui as redes sociais do Instituto Amor e Vida para você também acompanhar, olhar, conhecer e se quiser conhecer também de pertinho, vir aqui visitar. As portas estão abertas, né, Maria? Vai ser muito bem-vindo. Muito obrigada mais uma vez por nos receber também e mostrar todo esse trabalho incrível que vocês realizam. Nós que agradecemos. Muito obrigada. Bom Solidárias chegou ao fim. Você continua na programação e a gente se encontra na próxima edição. Até lá.