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Mãos Solidárias | IFHAM - Instituto de Formação Humana Através das Artes Marciais
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Mãos Solidárias | IFHAM - Instituto de Formação Humana Através das Artes Marciais

108 views Publicado 03/08/2026 HD · 30:30
Resumo editorial

O IFHAM (Instituto de Formação Humana Através das Artes Marciais) é um projeto social fundado em 2016 por Márcio Costa Souza que oferece aulas gratuitas de artes marciais como ferramenta de inclusão social e transformação de vidas. Realizado no ginásio do Taquaral, o projeto funciona de segunda e quarta-feira das 19 às 20 horas. Os depoimentos de praticantes evidenciam benefícios para a saúde, preparação física e bem-estar dos participantes.

Citados nesta edição
Bairros mencionados

Descrição do vídeo

O lutador Márcio Costa Souza fundou em 2016 o IFHAM, projeto social de artes marciais que começou com apenas quatro alunos em Campinas. Hoje a turma do ginásio do Taquaral reúne cerca de 45 praticantes de muay thai, com idades entre 7 e 65 anos, e o projeto já se estendeu às vilas Joaquim Inácio e 31 de Março. Faixa preta desde 2011, Márcio conta como a parceria com a prefeitura viabilizou o espaço de treino. A entrevista integra o quadro de cidadania e terceiro setor da TV Câmara Campinas.

Transcrição completa do vídeo

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เ الله الله Yeah. Olá, mãos solidárias no ar. Aqui do ginásio poliesportivo do Taquaral, vamos conhecer um instituto de formação humana através das artes marciais. Vamos conhecer a história desse projeto por meio do Márcio Costa Souza, ele que é fundador e vai contar um pouquinho desse projeto, de como seja muito bem-vindo. Obrigado. Um prazer poder participar com vocês aqui e contar um pouco do nosso projeto, né, que existe desde 2016. que ele tá oficialmente funcionando, né? Já tem bastante tempo. Então é uma ideia que já vinha bastante tempo atrás, mas que só em 2016 a gente conseguiu colocar em prática, né? Que até então a gente não tinha auxílio, não tinha onde colocar, né? Mas 2016 começou oficialmente. E como começou? Com qual arte marcial? Ela arte marcial a gente vai falar um pouquinho sobre muitai, mas eu sei que não começou com essa arte especificamente, né? Começou, começou o judô em outro momento. Comeou. Não, na verdade é o seguinte, a gente começou com Maitaium no local onde até então era só o judô, que era o polo de judô que acontece ali atrás do ginásio, né, que é próximo à piscina. E aí a prefeitura cedeu espaço, uma parceria, né, que até então era com o Márcio. Aham. E aí depois a gente fundou a abriu a fundou a associação, né, que é Instituto de Formação Humana e aí formalizou a parceria, né, da FD de Esportes com a com o IFAN. E como que surgiu a arte marcial na sua vida, Márcio? Como que foi essa iniciativa, né, lá atrás em pensar em criar esse projeto? Então, eu comecei ar marciais em 92, né? Era tinha 10, 11 anos. Uhum. E foi até assim, sempre fui louco por artes marciais e só consegui entrar quando o médico me indicou caus de asma, né? Tentão meus pai achavam que eu ia bater os meninos. É. E aí eu comecei com kung fu, passei por algumas com marciais como taikondô, kickbox, né? Karate kokim. E em 2002 eu comecei oficialmente no myi. Uhum. Em 2011 eu me formei preta de Maitá e então eu formalizei essa ideia de de retribuir um pouco esse conhecimento, né? Até porque eu passei um um período que eu tinha oportunidade de conhecer um outro projeto social. Uhum. Né? Então, fiquei com isso querendo pôr em prática e desde 2010 até 2016 isso ficou, né, na no papel. E em 2016 consegui colocar em prática, né, com ajuda da prefeitura que você deu espaço, a gente entrou com material, com, né, eu no caso dando aula. Uhum. a gente iniciou, né, em 2016, essa, isso que eu ia falar, essa pequena turma, quantos alunos tinham nessa nesse período, né, de início, que é um pouco mais difícil, né, desafiador? Sim. Ah, quando eu comecei, basicamente éramos em quatro alunos, né, que que era um pessoal assim que me conhecia, né, do bairro onde eu morava. Falou: "Ó, vou começar um projeto lá, vamos lá, vamos treinar". E aí a gente foi divulgando e foi foi então que a gente começou a divulgar através com da secretaria. Uhum. Então o pessoal começou a conhecer, começou a a vir conhecer o projeto, né? E assim o projeto foi criando forma. Quantas turmas você tem hoje aqui? Então hoje aqui aqui no Taoral a gente tem uma turma que é esse horário das 19 às 20 que tá com a média de de 45 alunos, né? Frequentando os treinos. Mas a gente tem também o segundo, segundo e o terceiro polo, né, que é na Vila Joaquim Inácio, que também tem um projeto social lá, extensão daqui. Uhum. E tem na vila 31 de março, certo? É um outro local também que tudo projeto social também, né? Mesma coisa, extensão daqui, né? Só um horário a mais que a gente conseguiu. E quais as idades, né? A qual a faixa etária aqui da turma? Então aqui a gente tem aluno desde 7 anos até 65, que é o seu José que tava ele também participa. Olha que legal. Chega mais cedo que já montando tatam muito ativo. Já é o primeiro a chegar, já vai chegar. É, ele é o o mais velho da turma aqui, assido, tá todo o treino aí. E qual que é essa essa proposta, né? Qual que é o principal propósito desse projeto falando especificamente da arte marcial, né? como que você enxerga esse cenário do desenvolvimento dos alunos, né? Por eh trabalhar com arte marcial? Sim, arte marcial tornou uma além de uma de uma paixão minha, né? Primeiro começou que foi uma uma indicação do médico para Uhum. tratar a asma, né? E depois virou uma paixão, né? E e assim como fez bem para mim, eu acredito que a gente consiga fazer bem para outras pessoas at da mesma forma, né? E a ideia e o projeto surgiu porque uma academia particular de de Maai tem um valor relativamente alto que aí você considera na particular é obrigado a entrar com equipamento, todo mensalidade aí. Então isso limita muitas pessoas de terem acesso, né? No pessoal de baixa renda, por exemplo, não consegue participar. Então a gente criou esse projeto como uma forma de expandir o maetai e para que fique acessível para muitas pessoas, né? E como consequência dessa oportunidade de estender, a gente consegue, por exemplo, colocar atletas que treinam no projeto para participar de competições onde só pessoal de academia particular participa, porque você tem uma inscrição, é porque tem uma inscrição valor alto, relativamente alto, então a gente consegue através do projeto, né, e os parceiros nossos, arcar com a com a inscrição do atleta. Uhum. transporte e tudo. A gente coloca esse participar promover a integração, né, de pessoal de projeto com academia particulares. Então eles participam de igual para igual com o pessoal de academia particular, mesmo nível, né? Eles têm essa mesma formação, digamos assim. Nel Exato. Até porque assim, eu tô considerado os meus 19 anos, dos meus 9 anos até hoje, são quase 40 anos de artes marciais, né? Então, todo esse conhecimento, eh, minha experiência em competições internacionais, pela seleção brasileira, tudo mais, então trago essa essa experiência pros alunos, né? Então, a gente treina eles para isso e através do projeto a gente consegue incluí-los em campeonatos eh de grande portes, né, onde somente pessoal que tem dinheiro conseguiria participar, né, a gente consegue eh custear esse esse essa despesa e colocar eles participarem de igual para igual o pessoal. E qual que é o período de curso? Tem uma periodicidade de tempo? Então, o Maitá ele é uma um treinamento contínuo, né? Então ele vem lá como como acontece no karatê, coto martial, ele começa da branca e vai se graduando até chegar a graduação de professor. Uhum. No caso do projeto aqui, a gente tem um pessoal que entra sem noção nenhuma, vai praticando, vai graduando. Uhum. E com o tempo a gente a gente começa como até como forme estágio, colocar ele para ajudar a gente nos projetos. Ah, legal. Então tem as tensão, né, mais dois polos em Campinas, que é as aulas são ministradas por alunos do projeto, alunos que se formaram, professores que disseminam o conhecimento, né, e faz parte da formação dele como professor. Então, o projeto tem essa proposta, né? Sim. Então, além de questão bem-estar e tudo, é uma forma até de, como é que fala? Porcionar renda, né? Porque como ele tem uma formação reconhecida internacionalmente através da ele pode atuar nisso, né? Ele pode atuar em qualquer academia particular do do Brasil, até você for para fora reconhecido, né? Então, profissão, né? Uma profissão. Exatamente. Tem o com essa com essa formação como certificado e pode aí expandir também esse conhecimento e passar para outras pessoas também que queiram, né, essa mesma formação. Sim. Então hoje o proj o projeto tá assim por enquanto restrito a ao Myai, né? Mas a ideia do projeto ele crescendo, né? A gente conseguir aumentar mais modalidades. Quais seriam essas outras modalidades que vocês pensam em a longo prazo? Então, por exemplo, modalidades como box, Gilgitsu, né? Então são modalidades que a gente pretende colocar em breve aí. E falando um pouquinho sobre essa questão, né, de tornar acessível para as pessoas, como que vocês mantém aqui o espaço, né? É uma é um projeto sem fins lucrativos, mas eh vocês recebem ajuda de alguém, né, de alguma de alguma pessoa assim para poder manter aqui o espaço? Então, hoje a gente tem um auxílio, né, do de uma empresa de americana que é Gramacon, que nos que nos ajuda com o projeto. E hoje a gente tem o FIEC, né, que é o Fundo de Esporte Esporte de Campinas, que é uma que é uma um fundo esportivo do município de Campinas. Então a gente tem esse FIEC e essa ajuda essa empresa que ajuda a gente manter o projeto. Em algum momento assim, nesse trajeto, né, desde 2016 até hoje, algum momento teve um período assim de dificuldade que você pensou que não fosse dar certo? Algum momento assim que ai vou desistir. Teve esse momento ou não? Teve. Teve sim. Só que o desistir é uma coisa assim que ele vem e volta, porque como é uma coisa que eu amo fazer e uma coisa que eu planejei fazer e até então consegui fazer, eh, a gente acaba, a princípio sem escala vontade, vai provar assim, não, vai dar certo, a gente segue, né? Tanto que assim, a antes da gente ter um um auxílio, o custo de combustível para vida, minha meu bolso, equipamentos pra gente treinar, eu que custeava, né? Então, eh, no início foi difícil para esse negócio, né? Mas a fé que dá certo e o paixão pelo que eu faço, realmente. E hoje também você vendo, né, os alunos, eh, vendo também o desenvolvimento e a transformação que a arte marcial ela traz, né? Isso também faz toda a diferença, né? Já é um resultado. Sim. E só de ver o quanto o projeto faz diferença na vida dos alunos, isso não tem preço, sabe? alunos que que tiveram envolvimento com droga, que largaram por causa do esporte, com tabagismo, né? Então assim, muda a cabeça do da pessoa, né? Ela se sente pertencente a algo, né? Então vê um futuro no no esporte e realmente isso transforma, né? E isso acaba pessoas que, desculpa, a gente pessoas que vieram com depressão, por exemplo, né? E aí se acham no esporte e consegue tratar isso, né? Então você já teve esse esse relato, né? Já houve pessoas que vieram aqui e relataram nisso para você de fato, que realmente estando aqui a pessoa conseguiu mudar, transformar a vida, sair de uma depressão, né? Sim. Inclusive a gente, o IFAN já organizou alguns campeonatos, algumas competições Uhum. internacionais, porque a gente trouxe atletas de para eles participar e colocou os atletas do projeto para participar. Então eles entraram com todo equipamento como se fosse o atleta profissional. Então tinha ring gel, tinha iluminação, tinha locutor, tinha tudo, né? Então e o mais gratificante é ver o a emoção dos pais, né? Vendo o filho ser tratado como celebridade, né? Sim. Sim. sendo que é uma coisa que se fosse por se não fosse projeto não teriam conseguido, né? Se fosse para bancar mesmo de fato conseguia. É porque tem além além da parte de teoricamente só tem um custo de academia, equipamento, inscrição, viagem, então realmente para quem não tem uma situação financeira consiga marcar com isso, é difícil. E qual que é então hoje eh o propósito? Você disse que a ideia, né, expandir um pouco mais, trazer outras artes marciais aqui pro espaço, mas vocês pensam em mudar aqui de local, abrir uma academia mesmo específica? Tem esse sonho também? Então eu montei a minha academia, né? Então, tem minha academia, que também era um sonho meu de quando comecei e aí eu mantenho o projeto aqui. A minha ideia futuramente a gente ter um espaço da associação, certo? Que aí onde vai colocar as modalidades, né? Uhum. Que aí tem um espaço que consegue manter toda uma estrutura de saco pancada, ring e tudo mais que hoje aqui a gente não consegue por ser um espaço público, então é utilizado para outras atividades, né? Então a gente não tem como deixar, não tem como deixar o material já a estrutura montada, então tem que montar, desmontar. Então a ideia a gente conseguir um local para que consiga dar uma estrutura melhor pros alunos, né? Então toda estrura completa, ring, equipamentos, tatame, né? Saco pancada, com certeza vocês vão chegar lá, viu? Olha só, pessoal, a gente vai para um rápido intervalo. Na volta você vai conhecer um pouquinho do que é feito aqui. A arte marcial, inclusive a gente conversou com algumas pessoas. Então não saia daí que o Mão Solidárias volta já já. Um a um, os alunos vão chegando e deixando os problemas lá fora. Aqui o tatame é o ponto de encontro. เฮ o Mais que uma arte marcial, muitai é um estilo de vida. O esporte ensina respeito, resiliência e, acima de tudo, mostra que cada um deles tem o poder de transformar a sua própria realidade. Eu não fazia o Moit especificamente, mas eu já fazia outra arte marcial que é a capoeira. Aí uma professora minha na escola, ela faz o projeto aqui, aí ela me indicou, falou que era muito bom o moitai. Aí eu vim ver, né? Aí eu vim na aula experimental aqui, tinha bastante gente, tá? Aí eu conheci o professor Márcio e o mestre Marcos. Levei uma porrada para aprender, mas faz parte e gostei do esporte. Aí tô aqui até hoje, não vou parar não. E qual que a sua proposta, se indivíduo, o seu propósito com o MUAI daqui pra frente? Ah, eu pretendo lutar, conseguir subir no ring, encarar de frente, sem medo, com confiança e poder lutar para representar a equipe. Gostava muito de fazer academia, eu sou uma pessoa que não consegue ficar parada, né? E aí acabei sabendo por redes sociais que tava tendo aqui no ginásio. Um dia eu vim conhecer e fiquei. Gosto muito daqui. Há quanto tempo você está aqui no projeto? Eu tive uma interrupção. Eu fiz por alguns meses, parei por conta de trabalho e agora eu voltei e já tô uns 4 meses de novo. Qual que é o seu propósito então junto com a arte marcial pra sua vida? Levar pra vida toda, evoluir, né? Já tô graduando, pretendo graduar mais e chegar com 50, 60 anos ainda lutando. Gosto bastante. Percebeu essa transformação em alguma área da sua vida fazendo a arte marcial? Ah, muda muito, né? Você fica mais disposto, se sente melhor com o corpo. É, é bem gostoso ter o corpo apto, né? É muito bom. A Vera Lúcia buscou na força do Muaitai uma ferramenta de proteção. A cada aula, ela treina para aprender a se defender e resgatar a sua própria autoconfiança. Primeira aula hoje aqui no projeto. Eu já fiz uma aula na escola do professor, uma escolinha que ele tem num num bairro bem, é simples lá, mas é bem aconchegante, né? A galerinha sempre humilde, né? E eu vim aqui hoje começar as aulas com ele. Eu gosto muito de Maitai, né? que você aprende defesa marciais, né, se defender, né, porque eu eu pedalo 30 km por dia, então eu vou daquinho pedalando e volto. Então tem que aprender a se defender, né? E tô gostando muito. É ótimo, né? Os professores são super eficiente, né? Respeitador. E é isso aí. Vem aí, galera, treinar. Hoje na posição de professor, Marcos Rúbio conhece bem a caminhada. Ele passou por todo o processo de aluno até chegar aqui, degrau em degrau. O Mai, segundo ele, foi uma oportunidade de vida, um exemplo claro de como o esporte acolhe, muda e transforma as pessoas. Eu comecei eh há 10 anos atrás, né, trazendo os meus sobrinhos para praticar, né, eu fiquei sabendo que tinha modalidade disponível e eh nos dias que eu vim a trazer ele, comecei a me interessar e tive o convite aí do hoje meu mestre, né, Márcio, para poder participar. Então, tudo começou como aluno e depois você foi aperfeiçoando, teve a formação, como que foi? Sim, o processo que eu passei é o que eles passam hoje, né? É interação, né? Aquele teste físico e passamos por graduações e hoje eu sou um professor formado pelo projeto. Aí foi graças ao projeto que deu essa oportunidade. Sim, oportunidade de de vida, né? Porque você muda a questão física, psicológica, né? E de profissão, né? que hoje também eu tenho a chancela aí, né, eh, pra gente poder dar aula, né, e ajudar outras pessoas a iniciar com hoje eu ajudo, né? E você acredita que esses projetos sociais, né, eles têm essa missão mesmo de dar mais acesso ao esporte, né, para as pessoas e também essa transformação de vida? O esporte tem esse poder, né, essa interação, né, eh, social, humana, né, não é só a prática de esporte em si, né, a parte física. Todo mundo talvez vem interessado na parte de física, né, emagrecer, perder peso, eh ter a oportunidade de fazer algo diferente. Mas a as a a arte marcial, ela propõe isso, né? Ela vai além disso, ela forma aquela pessoa, né? Forma um caráter, forma essa pessoa se tornar uma pessoa mais resiliente, né? Isso tanto dentro do tatame quanto fora. O tatame, que para muitos é apenas um lugar de combate, para Maria Vitória, conhecida como Mavi, virou um espaço de cura e reconstrução. Já faz 4 anos já que eu faço. Tô aqui com o mestre Márcio, professor Marcos, um bom tempo já. E por que que você optou por esse projeto? Então, eu queria praticar alguma coisa, algum esporte e eu acho que eu me daria muito bem na luta. Aí minha mãe veio, procurou, ela tinha uma ideia que tinha lutas aqui no Taquaral, ela procurou no site, descobriu que tinha muitai. Aí a gente veio um dia conhecer, fiz uma aula e depois fiquei. Apaixonou e ficou? e fiquei, não teve mais como sair. E o que que você percebeu nesses 4 anos de mudança assim no seu desenvolvimento mesmo que transformou o esporte na sua vida? Ah, melhora muito a nossa autoconfiança, nosso, eu tinha muita insegurança antes, né? Eu procurei um White T, tava passando por um período difícil da minha vida, tava enfrentando a depressão, ansiedade. Então, foi uma coisa que me ajudou muito a lidar. Eu vim aqui, a cabeça se distraía, então acho que é muito isso, né? Mostra muito mais como trabalha muito mais da gente por dentro no nosso mental. Então isso me ajudou muito. Para você foi como se um foi um resgate assim na sua vida, né? Foi um resgate, uma forma de eu sair assim mais de casa, praticar esporte, né? Então eu amei muito. Não vai parar mais. Não vou. Não pretendo. Eu já cheguei a praticar outras coisas, mas daí uma amiga minha me chamou e eu comecei agora a ver o hobby mesmo. Faz parte da rotina. E você acha que transformou em alguma área da sua vida fazendo esse esporte? Sim, bastante. Antes eu não praticava quase nada, eu ficava só em casa. Hoje em dia eu consigo fazer bastante coisas que antes eu não conseguia. É importante para você. Uhum. Muito importante. Aos 68 anos, o Senr. José é o primeiro a chegar pra aula. Com disciplina, ele mesmo arruma os tatames um por um enquanto aguarda os colegas. Buscando mais vitalidade, no Moaitai, ele encontrou o combustível diário, provando que a disposição não tem idade e o cuidado com o corpo é o melhor caminho para uma vida longa e ativa. Aqui no projeto eu tô desde 2022. E por que que o senhor optou por fazer essa arte marcial? Arte marcia mais para minha defesa pessoal e pro preparo físico e da saúde também, porque meu tempo que eu tinha vago, eu vim para artes marciais para para não perder meu tempo vim para as artes marciais a defesa e a saúde também. E o senhor percebeu que houve de fato essa mudança, essa transformação, principalmente na saúde. Na saúde ajudou muito. Nossa pessoa falar, você com uma idade dessa, você anda para lá e para cá, corre, faz exercício. Fale, tem pessoa que fala: "Eu sou mais novo do que você, não faço o que você faz". Fala, é fácil. Vai lá na academia, corre no taquarão, vai lá a aula lá tem o projeto do do mestre Márcio, vai lá, você vai conseguir ficar do mesmo jeito que eu tô, que os outros também tão é só ter força de vontade de vir. A aula é grátis, entendeu? Aqui o esporte é bom, vai bem pra saúde. Mãos solidárias de volta. Vocês acompanharam então um pouco do que é realizado aqui, desse trabalho incrível que tem de fato eh essa missão de transformar vidas através das artes marciais. Como que é para você, né, ver todo esse resultado? É bastante gratificante, viu? Porque é uma coisa, além de ser uma coisa que eu amo fazer e a gente vê esse resultado, né, só motiva a continuar e fazer cada vez mais. Eu queria que você deixasse então uma mensagem para quem quiser conhecer. É aberto, né, para conhecer. Se alguém quiser se interessar no projeto ou para alguma ajuda de alguma forma ou até mesmo, né, para fazer aqui a arte marcial conhecer de pertinho esse esporte. Não. Perfeito. O projeto aqui ele acontece de aqui no Taquaral, de segunda e quarta, das 19 às 20 e aberto para toda a população. Então venham treinar, venham conhecer o Muai Thai realmente transforma a vida, né? Realmente transforma a vida. A gente aguarda. Espero que tenhamos, consigamos, né, expandir para mais pessoas esse projeto e ajudar mais pessoas, né? Muito obrigada, Márcio, pela participação aqui do M Solidárias. abrir o espaço e mostrar que realmente faz toda a diferença e levar esse acesso aí paraa população. Bom, mãos solidárias fica por aqui. Espero que você tenha gostado. Pode também assistir na íntegra pelo portal tvcameracampinas.com.br. Te espero na próxima edição. Até lá. Ciao. Ciao. 라 ля
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