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E aí [Música] E aí o Olá tudo bem com você é hora de falar de coisa boa que tal misturar solidariedade e também amor ao próximo então vou te apresentar uma dupla que sabe fazer isso muito bem a Gisele e o André tudo bem com vocês também olha eu já conheço o trabalho da Balão Azul uma instituição bastante importante mas conta para mim o que que vocês fazem Afinal a causa do autismo né porque produz autistas e a Polly não somente os autistas mas a família dos autistas também né dando todo o apoio psicológico toda aquela aquele Impacto que a família sofre ou não tem o diagnóstico do autismo com seu filho né então o balão azul e vem com essa missão né diz da conscientização do apoio e da ajuda aos autistas e aos Eu também agora André gente sabe que é Um Desafio você é autista né a gente sabe que é Um Desafio ainda no Brasil essa questão precisa ainda evoluir um pouco né e a gente vende uma moto tá muito grande já né na questão do autismo é a quebra de paradigmas né porque a gente vive numa sociedade que era uma sociedade padronizada tudo aquilo que é diferente leva um tempo para gente se adaptar isso igual dizem frente a justamente essa barreira né do da questão do que é o que é ser diferente né Ninguém é igual a ninguém então a gente enfrenta um preconceito muito grande não só as crianças mas os adultos também hoje eu um quase né 50 anos né enfrenta uma série de Barreiras aí na questão do preconceito por quê porque agora você chega no lugar para você fala que você é autista As pessoas olham para você de uma outra forma de um plano né Isso tá dentro de um normal É de uma conscientização que a gente tem que fazer para em rompendo barreiras né tem prova essa nova geração que está vindo e e agora o André falou a gente o assunto bastante importante que é o preconceito isso se dá até mesmo no ambiente escolar né Gisele é um obstáculo a ter que superar o artista dentro do ambiente escolar nem todas as escolas têm felizmente estão Preparadas ainda e não há Apesar além de não estar preparadas é sofre com aquela a condição do profissional da educação Eu sei tudo infelizmente nós temos muitos profissionais com essa condição então eu sei tudo quanto a a sociedade da primeira infância só que é é um olhar o único Eu também falava antes Nossa tive três filhos eu sei ser mãe eu sei tudo aí você tem um filho de diferente é você vê que você tem que desconstruir tudo aquilo que você aprendeu uma vida inteira e postei aquele ser o único é repreender e os profissionais é intrinsecamente da área de educação eles não tem esse esse essa condição de noção Esse é um muito não mas eu tenho que saber então assim ele não tô nem culpando eles eu acho que a sociedade sempre pois que aquele que ensina tem que saber então eles vêm com essa condição de olhar para criança e falar não porque tem que ser assim porque não vamos é o Miguel você é autista muito leve é nós kegel gente é o filho da Gisele que o André que eu tive o prazer de conhecer né E o Miguel ele por ser muito leve o diagnóstico foi tardio é e eu entrego com essa escola é não mas vocês não conversa com ele mas vocês porque ele pode muito mais ele pode Todos nós sabemos o quanto ele pode nós sabemos que ele pode ir tem que tomar mais seu tempo dele e esse tempo não é respeitado Nossa porque ele vai indo para o sétimo ano e era para E ai porque o sexo no WhatsApp sabe e essas condições faz com que diz da acelere até a vontade da criança ir ao ambiente faz uma frustração em e eu falo que o bicho-papão da vida do meu filho é o ambiente falar e infelizmente deveria abraçar trazer na verdade está repetindo afastando né a família vocês concordam comigo com a família também tem que ser envolvida nesse processo até para saber responder essas questões quê que vocês acham disso é porque nossa sempre batemos na tecla que infelizmente não é para ter a família quer não mas o primeiro preconceito é um familiar até porque por falta de informação então assim você vive dentro da sua própria casa teus filhos é eu te falo assim por ser seu filho o seu autista leve tudo Nossa mas se fosse comigo então assim você vê que o preconceito existe dentro da sua própria casa não porque se eu fizesse isso na idade dele então todas essas condições a gente vê então assim a falta de conhecimento de esclarecimento e por isso que a gente preza muito pela conscientização a gente leva a conscientização para mostrar todas essas coisas deixa a pessoas capacitadas à disposição da população em cada uma das áreas jurídica a lógica pedagógica multidisciplinar tudo ali para para que elas estejam podendo perguntar e trazer informação para dentro da tua casa daí se eu perguntar para vocês né quem vai até aonde recebe aí o atendimento de vocês tem um atendimento também com outras especialidades né com outros especialistas né fazer com uma psicóloga uma advogada para entender e também para ter conhecimento de direitos né que a família do autista tem É sim é eles é todos todos nós temos os profissionais agora Como nós não temos mais a sede né que nós não naquelas como matéria nós vamos fazer o atendimento de farmácia era onde é a minha a psicóloga que é uma das pessoas da associação ela atende dentro do consultório dela então a gente A pessoa liga para mim massa eu faço para psicóloga lá tem de dentro do consultório dela é nós fazemos hoje estou online mas fazemos atendimento dentro de uma padaria e locais que pudesse receber Só lembrança no gente que a Gisele e o André eles vão estar uma ONG dentro da própria casa na sala fizeram local todo colorido que a gente tá até mostrando para vocês agora aí para vocês conhecer um pouquinho da ONG Balão Azul mas manter também isso custa caro mas não teve jeito teve que desfazer da Sérgio foi isso que aconteceu infelizmente não é para você foi mais que nós temos tempo 44 anos vai fazer cinco agora é de homem de projeto nós não temos não temos o registro dela esse tempo então nós nós não temos ser curso de lugar nenhum e para do marco regulatório tem que ter o registro de cinco anos Então nós não temos recursos E aí nós contávamos assim com Ir para Rua vender produtos fazer assim para retalhar infelizmente é não acende um aluguel água luz internet tudo e nós tivemos que voltar a Do Jeito Que Era Antes atendendo as pessoas hoje Online 1 a academia né mas a gente espaçosa atendíamos marcava numa praça marcava Gilmar numa padaria assim agora você falou da mãe de alguns processos aí que vocês têm passado é o atendimento não parou mas o que mudou também por conta dessa quarentena foi a questão do autista dentro de casa o que que acontece André fica mais difícil não ter contato com outro e não não é então a notícia gajas uma forma né então vez só frio ou se ele está acostumado um esse isolamento né é que nem a gente fala aqui depois disso é muito depois está com 61 não será o mesmo em todos os aspectos né a gente vê que a escola vai mudar a gente vê que a família e sobre fazer a leitura GPU autista em casa também vai ter que usar né agora na questão do autista para ele ele fica até umas horas com forças porque é você tá acostumado com isolamento né as pessoas ele é ditas assim como colocar sim para a gente entender né normais não né não não estava acostumada com isolamento até a gente postou muito isso não só eu na páginas né mas se outros autistas adultos que em suas páginas o sociais agora o mundo se transformou é as pessoas se transformar em autistas e que alguns sentiram que é o isolamento como é ficar isolado então assim para muitos autistas isso não é problema para mim e o André não é problema meu filho também não é a nossa única preocupação é a regressão do autismo em relação a saída hora novamente né o depois a readaptação né só um processo de socialização é exatamente o que é tudo é todo um treinamento que você faz para você interagir com a sociedade e de repente você fica recluso ótimo quando no meu caso E no caso do meu filho nossa aplica a todos cada autista é Age de uma forma as pessoas são individuais né Nem todo mundo é igual ao outro aliás acho que ninguém é igual o outro então assim mas na maioria dos casos a gente tem uma readaptação e isso vai exigir muito que compreensão da família compreensão dos profissionais na sociedade como um todo de ter a paciência EA gente tanta luta né da gente ter campanha de conscientização então é todo um conjunto os tomar uma aplicação aí que tem que ser feita aí todos os movimentos e relação autismo falando a mesma linguagem né seguindo a mesma linha era muito o número de ligações para gente e eu acredito que bom então tá então a partir de agora tá bom tempo do problema porque meu filho não tem que estar disposto não tem que estar fora de casa então para tudo tranquilo o problema ela vai ver eu vão viver esse mundo lá fora depois se tá muito cômodo para ele para o meu filho por exemplo é que a versão dele é escola ele tá no Paraíso ele tá a meio ano que vem escola é assim por mais que as atividades ele te faz ele não precisa para aquele tomilho vir para ele é muito importante é cansativo ele esse ano vai para na escola estadual no palco é ele não tem um professor auxiliar ele não tem ninguém do lado dele na sala professores não sabem fazer Olha o meu filho fala assim olha só pra E aí pertinho mas funciona para aprender né não tá né 5:30 deitadinho quietinho tem aprendendo e essa questão da escola era um segurar a gente que tem um pouco mais de discussão né Tem um pouco mais de conhecimento é somos pais que a gente sabe dos direitos que o nosso filho tem mais a grande grande de massa A grande maioria né que é incalculável ainda ela não tem essa essa voz ativa não sabe nem lutar pelos direitos que tem não tem então o que que acontece aí a criança fica trancada uma criança acho que aquela não é nada fora o valor de uma ação de uma data de segurança que é extremamente ao e que não é possível a maioria das pessoas agora vocês falaram da questão da informação da conscientização E aí vocês também fazem essa campanha ativamente né Vocês vão as ruas até aí que vem o nome da entidade de vocês Balão Azul né conta um pouquinho para mim dessa campanha a campanha de conscientização na aliás balão azul e nasceu assim né na questão de concientizar as pessoas de levar informação as pessoas porque a gente ia automático é das funções né e atendiam na têm suas sedes em as suas clínicas escolas né e eu pensei assim pensamos assim não eu queria ir te encontro lá para o coração né levar informação Fala um assunto nasceu dessa forma né fizemos algumas cartilhas a no dia mundial do autismo e saímos entregando para as pessoas na rua isso teve um efeito tão bacana porque porque muitas pessoas não têm conhecimento mesma correria do dia a dia a pessoa não para nem para pensar nela muito e aqui corre de um lado do quarto e quanto mais olhava próximo é o comércio próximo então a pessoa parava olhava pegar aquela caixa de havia aqueles sinais macaxeira é praticamente da dica para vacilar eu conheço alguém que assim puxa vida de repente eu sou assim porque não era só conhecer uma criança de repente aquele adulto também se identificava e possivelmente era o autista não ao dado é o que mais está acontecendo hoje então a a a questão de você sair né e levar a conscientização isso é essencial eu na minha opinião é vital você precisa levar informação para a população você não pode ficar você não pode ficar trancado né porque a população necessita disso os bairros mais carentes precisam disso também né de seu conhecimento jurídico pelo apoio psicológico é saber o que é o que está vendo autista adulto também dele gente fala Poxa mas event meu filho tem um grau leve então dá para ele chegar no nível de qualidade de vida tem uma vida melhor esse leve Esperança também e as pessoas vão forma geral é o poder da transformação eu queria que vocês deixassem para mim a gente tá chegando ao final do nosso bate-papo e infelizmente eu queria que vocês deixassem para mim um ponto alto da ONG porque se você quiser em casa estiver assistindo quiser conhecer o trabalho da balão azul também e até ajudar de alguma forma as portas lá da entidade da Gisele do André estão abertas Qual que é o telefone em 1998 3623 1456 eu vou deixar anotadinho aqui para você certinho para você poder entrar em contato com eles Gisele é muito obrigada parabéns pelo trabalho André muito obrigada pelos esclarecimentos pelas informações você sabe que a casa do Mal solidária é a casa de vocês também muito obrigada pela participação legal né esse projeto fique sempre atento que eu vou sempre trazendo novidades aqui para vocês até nosso próximo encontro do bem tchau tchau E aí