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Olá, mais um Saúde Agora começando aqui na programação da TV Câmara Campinas. E hoje nós vamos falar sobre um teste que aprimora o diagnóstico para o câncer de pulmão e que será oferecido no SUS. Pacientes com câncer de pulmão ganharam a possibilidade de receber um tratamento mais efetivo e menos agressivo pelo SUS, o Sistema Único de Saúde A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS, órgão colegiado ao Ministério da Saúde determinou que o sistema público brasileiro passe a oferecer o teste RT-PCR, que é um teste que pode ser decisivo para o diagnóstico e tratamento da doença. Quem vai explicar tudo sobre esse assunto é o Clóvis Klock, ele é médico patologista e presidente da Sociedade Brasileira de Patologia. Doutor Clóvis, primeiro eu quero agradecer aqui a sua participação no nosso quadro, no Saúde Agora. Muito obrigada. Olá e obrigado aos telespectadores da TV Câmara Campinas. É um prazer estar aqui para poder conversar com vocês da importância da aprovação desse teste. O teste de RT-PCR para o EGFR ele é fundamental para os pacientes com câncer de pulmão para ver se eles são elegíveis ao tratamento de imunoterapia. Esse esse tratamento já estava disponível no SUS, mas o teste para a gente ver se o paciente é elegível ainda não estava. E com a aprovação da Conitec, através da solicitação da Sociedade Brasileira de Patologia do ano passado, os pacientes agora têm a opção de fazer o teste via Sistema Único de Saúde e ver se eles são elegíveis. Só para você ter uma ideia, mais ou menos 20% dos pacientes com câncer de pulmão, eles podem ter essa mutação do EGFR e eles são elegíveis a esse tratamento. Esse tratamento é bem diferente da quimioterapia convencional. Ele se chama imunoterapia. É um tratamento que não é tão agressivo quanto a quimioterapia. E o paciente tem uma melhor qualidade de vida e, além disso, aumenta muito a sobrevida desse paciente. É, doutor, pra gente explicar, né, pro pessoal que tá em casa, nos acompanhando, né, nesse momento, o que que é esse, é, falar exatamente, né, como que esse teste, ele é realizado no Sistema Único de Saúde? A gente tem que fazer, o paciente tem uma suspeita de câncer de pulmão, então é feito uma biópsia, ou vai lá dentro do pulmão, faz uma cirurgia, tira um fragmento desse pulmão, ou tira o pulmão todo, né? Esse material é encaminhado para o laboratório de patologia. Quem vai fazer o diagnóstico, quem faz o diagnóstico de câncer é o médico patologista. O médico patologista, para ser médico patologista, tem que fazer primeiro uma faculdade de medicina em seis anos, mais uma especialização em patologia que pode durar de três a cinco anos essa especialização. Então, esse material é processado dentro do laboratório de patologia e ele vai virar uma lâmina de vidro. E o patologista, através do microscópio ou através do computador, esse material pode ser escaneado através de um scanner moderno, hoje que escaneia lâmina, e ele vai olhar esse material e dizer se é câncer ou não. Além disso aí, esse material também pode ser feito em outros testes. A gente pode determinar pela imunohistoquímica se esse câncer é do pulmão ou se ele é uma metástase e fazer alguns outros testes dentro desse material. Um desses testes é feito com o RT-PCR, onde a gente vai ver que tipo de mutação do EGFR esse paciente tem. E dependendo da mutação, ele vai ser elegível ou não ao tratamento com a imunoterapia. Doutor, queria que você falasse um pouquinho, né, qual que é a principal vantagem, então, desse tratamento, da imunoterapia, para os pacientes aí, né, que estão com diagnóstico de câncer de pulmão? Há alguns anos atrás, a sobrevida de um paciente de câncer de pulmão em estágio mais avançado era de 4 a 6, 8 meses, no máximo. Com a imunoterapia, hoje, nós temos pacientes sendo acompanhados há 5, 6, 7 anos vivos e bem. A imunoterapia é um tratamento que permite a gente dar um tratamento muito mais eficaz e prolongando a sobrevida desses pacientes. No caso, para quem faz a imunoterapia, a quimioterapia também é adicionada ou não? Esse paciente só vai fazer a imunoterapia? Ele faz a quimioterapia e, como uma segunda opção, ele faz a imunoterapia. Outros casos, não. Depende de cada caso. Então, a gente analisa bem esses casos e vê qual é a necessidade de cada paciente. Sempre a opção, a gente tenta primeiro operar esse paciente, se for elegível a cirurgia. A cirurgia é um tratamento dos mais curativos que existem. Então, se dá para curar com a cirurgia, a gente cura esse paciente com a cirurgia. Se não, a gente faz os outros tratamentos, como quimioterapia e imunoterapia. Doutor, eu gostaria que o senhor falasse um pouquinho agora quais são os principais benefícios da inclusão desse teste no rol do SUS. O principal benefício é que a gente tinha o medicamento já pelo SUS e nós não tínhamos o teste. O paciente tinha que buscar esse teste particular ou através de programas que muitas vezes a indústria farmacêutica oferece. Mas isso sempre era complicado, era mais difícil. Então, com a incorporação desse teste, a gente dá ao paciente uma opção de fazer pelo Sistema Único de Saúde esse exame. Como que isso vai impactar a população, especialmente quem depende do Sistema Único de Saúde? É o seguinte, a gente tem mais ou menos 32 mil novos casos de câncer de pulmão. 20% deles são elegíveis à imunoterapia pelo EGFR, os inibidores. Então, são mais ou menos 6 mil pessoas, só nesse universo de câncer de pulmão, que podem ser beneficiados no Brasil. Então, é um número muito grande, se for pensar a nível de tratamento de câncer. Doutor, então qual seria a principal importância desse teste para o diagnóstico do câncer? A gente descobriu qual paciente é elegível a imunoterapia dessa droga, das drogas que ajudam nessa mutação. Então essa é uma grande importância desse teste, que eram drogas que já estavam aprovadas pela Politec e faziam parte do rol do SUS. e hoje o paciente tem a possibilidade de fazer o teste pelo Sistema Único de Saúde. Doutor, para a gente tirar dúvidas aqui, do pessoal que está em casa nos acompanhando, como que é essa imunoterapia? É um medicamento, ele é pela veia, ou o paciente tem alguns efeitos que o paciente sente depois de fazer? É como se fosse a quimioterapia? A imunoterapia pode ser o vioral ou pode ser a canadeia, dependendo do tipo da imunoterapia que for. Ele é geralmente aplicado no paciente, às vezes é uma vez por mês, uma vez por semana, depende muito. O tipo da imunoterapia depende muito do tratamento. Ela tem menos efeitos colaterais do que a quimioterapia. aqueles efeitos de cabelo, aqueles efeitos que a quimioterapia geralmente tem, o paciente da imunoterapia não tem. É claro que todo medicamento pode dar efeito colateral, todo. Inclusive uma dipirona, um Tilenol pode dar isso aí. E a imunoterapia também, alguns pacientes também, eles podem ter reações adversas. Doutor, já que a gente está falando um pouquinho do câncer de pulmão, Vamos explicar um pouquinho para o pessoal que está em casa o que é o câncer de pulmão, quais são os principais sintomas, sinais que a população tem que ficar alerta e procurar um médico, uma ajuda médica caso comece a sentir esses sintomas. A chance de uma pessoa fumante ter câncer de pulmão é de 15% maior do que o não fumante. Então aí vai um alerta, especialmente para os jovens, da importância de não utilização desses cigarros eletrônicos, que muitos difundem que o cigarro eletrônico não faz mal, pelo contrário, ele faz até mais mal do que o cigarro convencional. Nós estávamos conseguindo no Brasil uma redução do índice de fumantes e agora com a entrada de cigarros eletrônicos que estão proibidos no Brasil, em primeiro lugar, vendidos ilegalmente, isso é contrabando e é um crime de saúde pública, nós estamos vendo a população jovem voltar a fumar. Então, a pessoa que fuma tem de 15 a 20 vezes mais chance de ter câncer de pulmão E geralmente os sintomas do câncer de pulmão Eles só são sentidos numa fase mais avançada Que é escarro com sangue, perda de peso, falta de ar, dor torácica São todos eventos e sintomas que só vão aparecer já numa fase avançada A pessoa que é fumante, ela deve sempre procurar o médico e ela pode fazer a prevenção. A melhor prevenção é com a tomografia computadorizada. Então é muito importante quem é fumante pesado, buscar um pneumologista e fazer um acompanhamento. E uma melhor ainda, parar de fumar. Doutor, além desses sintomas e sinais que o senhor está falando, a gente falar um pouquinho sobre o diagnóstico. como que as pessoas que estão sentindo esses sinais, esses sintomas, eles podem recorrer a quais exames? O senhor falou da tomografia, existem outros exames? Agora tem o teste também, né? O TPC-EGN só é feito depois que se tem o diagnóstico, não é um teste de diagnóstico. Então, tem que ser feito a tomografia computadorizada, raio-x em primeiro lugar, tomografia, o exame melhor é a tomografia. Se houver necessidade, aí tem que ir lá tirar, havendo a suspeita, tem que tirar um pedacinho dessa lesão, desse tumor. Como eu falei inicialmente, enviar para o médico, para o laboratório de patologia, e o médico patologista, através de vários exames, ele vai olhar no microscópio e dizer se é câncer ou não. E aí sim, depois, fazer os outros testes diagnósticos necessários para a gente poder explicar melhor esses tumores e ver as opções terapêuticas desse tumor. Doutor, você falou sobre o fato da pessoa ser fumante, que isso aumenta muito o risco para o câncer de pulmão. Existem aí outros fatores de risco também? A poluição tem um fator muito importante também no câncer de pulmão e o fumante passivo. Aquele que é casado ou convive com uma pessoa que fuma, Então, essa pessoa também tem risco de desenvolver, um risco maior de desenvolver câncer de pulmão, ou ela trabalha em um ambiente onde as pessoas fumam, ou ela convive com gente que fuma, essa pessoa também entra no risco. E doutor, no caso do teste, para tirar dúvida aqui do pessoal que está nos acompanhando, ele pode ser solicitado por qualquer paciente aí que é usuário do sistema de saúde? Qualquer pessoa pode chegar numa unidade e solicitar esse teste? Ele só é feito quando se tem o diagnóstico de câncer de pulmão Então, tendo o diagnóstico de câncer de pulmão, o médico vai avaliar esse paciente Ver como é o estadiamento dele, o tipo de câncer de pulmão Isso aí é feito nos adenocarcinoma E em cima desse diagnóstico, aí sim, o médico pode pedir, vendo da possibilidade de fazer esse teste Dr. Clóvis, vamos falar um pouquinho então da importância da função dos patologistas para a detecção dos cânceres em geral, porque a gente sabe que no Brasil o número desses profissionais é bem reduzido. Uma pergunta muito interessante e muito importante. O número de médicos patologistas no Brasil é muito aquém daquilo que é preconizado pela ONF. A ONF preconiza mais ou menos de 4 a 5 médicos por 100 mil habitantes, nós temos hoje 1.4 médicos por 100 mil habitantes, o universo de 3.500 médicos patologistas no Brasil, e há uma necessidade de uma maior formação e melhor formação de médicos patologistas. Nós estamos trabalhando junto ao Ministério da Saúde para melhorar não só essa formação, como aumentar a quantidade de médicos que procuram a especialidade da patologia. Então, esse trabalho, a Sociedade Brasileira de Patologia está desenvolvendo junto aos órgãos governamentais para nós tentarmos atrair mais jovens para fazer especialidade e melhorar essa formação. A Sociedade Brasileira de Patologia, hoje, ela dispõe até, inclusive, de bolsas para os jovens que já são residentes para fazer estágio em outras residências médicas, para ter contato, especialmente com a patologia molecular, com técnicas mais modernas. Este ano nós vamos oferecer 10 bolsas para as pessoas poderem melhorar essa qualificação. Então a sociedade tem essa preocupação e nós estamos buscando junto aos órgãos governamentais uma melhora na formação e que tenhamos mais médicos patologistas para ajudar no diagnóstico de câncer na população brasileira. Exatamente, porque como o senhor falou, isso afeta diretamente a saúde pública, o serviço oferecido para a população, né doutor? Imagina, é inadmissível a gente ter hoje uma demora no diagnóstico. Um trabalho que nós fizemos junto ao Tribunal de Contas da União em 2019 mostrou que uma biópsia de mama no Sistema Único de Saúde ela leva, em média, 61 dias para ficar pronta. Então, isso é um absurdo. Você imagina o estresse que gera numa paciente com suspeita de câncer de mama tem que esperar 61 dias junto ao Sistema Único de Saúde. A nossa intenção é que essa paciente espere 4, 5, 7 dias no máximo e possa e tenha a possibilidade de iniciar o tratamento o mais precocemente possível e buscar a cura do seu tumor. Então, é isso que a sociedade de patologia está preocupada nessa melhora na formação e tem uma maior quantidade de médicos patologistas no Brasil. Doutor, agora eu queria que o senhor falasse um pouquinho, né? Qual exatamente é o papel do patologista, por exemplo, no diagnóstico do câncer de pulmão? O diagnóstico de câncer, praticamente todos os cânceres, é o médico patologista. Aquele que vai assinar o laudo anátomo patológico, dizendo que é câncer, é o patologista. É essa especialidade que faz o diagnóstico. Você pode ter uma suspeita na tomografia, uma suspeita clínica, que é câncer, ou oncologista, ter a quase total certeza que é câncer, mas quem vai dar o diagnóstico de câncer é o médico patologista, é a especialidade que dá o diagnóstico do câncer, de 100% dos cânceres. Sim, com certeza. Doutor, eu queria saber também a opinião do senhor com relação a esse teste aí incorporado agora no SUS. O senhor acredita que a partir desse teste vai ser possível otimizar os casos de câncer de pulmão que estão em tratamento, trazendo mais qualidade de vida para a pessoa? Porque se ela começa o tratamento antes, mais chance ela tem de ter um tratamento mais efetivo, mais adequado, a expectativa de vida também deve aumentar, né? A gente busca, com a incorporação de novos testes, testes mais modernos, para melhorar a detecção, para melhorar a separação dos pacientes que vão ser elegíveis ou não à imunoterapia. Então, sempre foi uma necessidade do Sistema Único de Saúde a gente incorporar o RT-PCL com o IGF-N. E nós conseguimos agora, isso foi um grande feito, que a Sociedade de Patologia, junto com outras sociedades, A gente teve um apoio muito grande de todas as organizações não governamentais, a gente sempre trabalha junto, todos juntos pelo câncer, com a Oncoguia, são todas as entidades que a gente trabalha junto que ajudam os pacientes e que são parceiros da Sociedade Brasileira de Patologia. Doutor, eu queria que você falasse um pouquinho, para o pessoal entender bem, esse teste, ele é novo, ele é um teste que já vinha sendo feito aí na rede particular, né? O senhor mencionou. Há mais de 20 anos, só para você ter uma ideia. A incorporação do medicamento para IGFR no SUS foi em 2014. Nós tínhamos o medicamento e nós não tínhamos o teste. Então aí você vê como é um contrassenso, né? É um teste que é bem, não é novo, é bem antigo. O EGT-PCR é uma técnica que deve ter aqui há 50 anos, talvez, e nós não tínhamos um sistema único de saúde. E a eficácia, doutor, desse teste, ela fica em quantos por cento? Ela atinge aí os 100%, 90%? É um teste bem eficaz? É bem eficaz. Ele beira quase 100%, para mostrar essas mutações do EGF-M. Então, uma especificidade e uma acessibilidade bem alta na detecção dessas mutações. Uma outra curiosidade, né, que se esse teste, no caso do câncer de pulmão, ele também poderia ser aplicado para outros tipos de câncer ou não? Ou existem também outros testes que ajudam a otimizar o diagnóstico? Hoje quase todos os tumores, eles têm hoje uma imunoterapia que pode ser aplicada. Então esse é só um para câncer de pulmão, mas aí se a gente vem outros, nós vamos ter o PD-L1, o ALK, o ROS1, o MET, o RET, são todos testes que podem ser feitos para câncer de pulmão, que tem drogas hoje elegíveis para tratamento do câncer de pulmão. Então são muitos testes hoje, diagnósticos, que nós temos, que ainda não estão, e nem a medicamento está incorporado junto ao sistema único de saúde. Só para você ter uma ideia, o tratamento, ele é um tratamento extremamente caro, tá? É um tratamento só do EGFR, custa entre 5 e 10 mil reais por mês de tratamento para cada paciente. Então, tu tem outras imunoterapias que podem custar até 50, 60 mil reais ao mês do tratamento. Então, a gente sempre tem que ter um certo cuidado a nível de saúde pública. Você vê 50 mil reais ao mês, quantas vacinas a gente pode aplicar? Então a gente tem saúde pública, a gente tem que pensar que o dinheiro em saúde pública a gente não fabrica, a gente tem aquele valor, a gente tem que utilizar da melhor forma possível, a gente tem que ter um cuidado, quando se fala em saúde pública, na boa aplicação do dinheiro e ter políticas públicas de qualidade que podem impactar a grande maioria da população. Então, a gente tem que ter sempre esse cuidado com o dinheiro público. É, doutor, exatamente isso que o senhor está falando. É um tratamento que muitas pessoas não teriam condições de fazer pela rede privada, por ter um custo elevadíssimo, e enquanto o SUS pode oferecer e ajudar a salvar muitas vidas. Doutor, para a gente concluir aqui a nossa conversa, esse teste está disponível no Brasil todo, em todas as unidades? Como foi aprovado agora, os latentes têm essa possibilidade de fazer esse teste. Então, existe essa possibilidade, os serviços privados também, que tem, que atendem pelo SUS também podem oferecer, vários hospitais vão começar a fazer também esse teste, então esse teste ele vai estar à disposição da boa parte da população brasileira. Doutor, agora para a gente finalizar mesmo aqui o nosso bate-papo, eu queria que o senhor então reforçasse a importância dessa conquista para o sistema único de saúde, para a população, que vai ter possibilidade de ter mais uma alternativa de tratamento para o câncer de pulmão. Eu trazer uma técnica que já era uma técnica utilizada por paciente privado e paciente de convênio para o sistema único de saúde, para poder dar qualidade, para poder dar o melhor tratamento para os pacientes do sistema único de saúde, especialmente para a gente conseguir ver se eles têm a mutação do EGFR e ver se eles são elegíveis ou não para a imunoterapia. Doutor, muito obrigada pela sua participação aqui no nosso quadro, sua disposição em compartilhar aqui suas informações, seus conhecimentos. Obrigado a vocês. A gente que agradece. Obrigada também pela sua companhia, você pode conferir esse nosso quadro e outros também na programação no YouTube da TV Câmara Campinas e não se esqueça de nos acompanhar nas redes sociais. Até o próximo Saúde Agora! Legenda Adriana Zanotto