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Saúde Agora | Doenças oculares
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Saúde Agora | Doenças oculares

22 views Publicado 07/05/2025 HD · 15:29

Descrição do vídeo

Você Está Cuidando da Sua Visão? As Doenças Oculares Silenciosas que Podem Levar à Cegueira! Descubra os sinais, os riscos invisíveis e o que você precisa fazer agora para proteger sua saúde ocular. A cada 5 segundos, uma pessoa perde a visão no mundo. E o que muitas delas têm em comum? Nunca imaginaram que isso poderia acontecer com elas. No episódio de hoje do Saúde Agora, um alerta urgente e necessário: você está realmente cuidando da sua saúde ocular? Recebemos o oftalmologista Dr. Edgar Macedo, do Seconci São Paulo, para uma conversa esclarecedora sobre as principais doenças oculares que podem levar à cegueira, como catarata, glaucoma e retinopatia diabética. Do diagnóstico precoce ao tratamento ideal, o especialista compartilha o que toda pessoa precisa saber para preservar sua visão e evitar complicações irreversíveis. ➡️ Catarata: quando operar? Existe prevenção? A cirurgia ainda é o único caminho? ➡️ Glaucoma: o “ladrão silencioso da visão” pode estar avançando sem você perceber. ➡️ Retinopatia diabética: entenda como o descontrole do diabetes afeta diretamente sua retina e pode causar cegueira súbita. Você vai descobrir também por que exames em óticas NÃO substituem uma consulta com oftalmologista e os perigos de negligenciar sua visão, mesmo sem sentir dor ou incômodo. Com linguagem simples, direta e informativa, este vídeo é essencial para todas as idades – especialmente para idosos, diabéticos e quem nunca foi ao oftalmo achando que "enxerga bem". Compartilhe com seus familiares, amigos e grupos! A informação pode salvar a visão de alguém que você ama. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 📌 Dados do vídeo: Saúde Agora | Doenças Oculares – Catarata, Glaucoma e Retinopatia Diabética Link do vídeo: https://youtu.be/CH3_i5rgX-A #SaúdeOcular #Cegueira #Catarata #Glaucoma #RetinopatiaDiabética #Prevenção #Oftalmologia #SaúdeVisual #TVcamaracampinas

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[Música] Olá, pessoal. Mais um saúde agora começando para você aqui na programação da TV Câmara Campinas. E hoje nós vamos falar sobre algumas doenças oculares que podem causar cegueira. A cada 5 segundos, uma pessoa se torna cega no mundo. Por isso, a gente abre o quadro de hoje com uma pergunta: Você está cuidando bem da sua saúde ocular? Para falar sobre esse tema, o convidado do quadro de hoje é o médico oftalmologista do Seconce São Paulo, Edgar Macedo. Obrigado você por chamar essa para participar desse programa. Eh, tá joia, doutor. Pra gente começar então nesse primeiro bloco, eu gostaria de abordar algumas doenças oculares, né, que são as três, pelo menos aí, mais comuns de cegueira, né, que causam cegueira no Brasil e que poderiam ser evitáveis. Eh, vamos começar então pela catarata. Eu gostaria que o senhor explicasse um pouquinho o que que é a catarata, quais são os principais sintomas dessa doença. A catarata é a pacificação de uma lente que nós temos dentro do olho chamada cristalino. E essa lente vai perdendo a transparência com o tempo e dificultando a gente a enxergar, ficando a visão embaçada. E ela feita uma cirurgia para tirar essa essa essa lente, o cristalino, e é inserido uma nova lente no local de do cristalino e a pessoa volta a enxergar bem. Normalmente é uma cegueira que a gente chama cegueira reversível, que não tem problemas eh de uma cegueira contínua que o paciente faz a cirurgia, normalmente volta a enxergar bem. E doutor, essa catarata, né, essa cegueira, ela é comum em pessoas de qual idade? A partir de qual idade e ela é mais assim frequente? Hoje, a partir dos 70 anos, os pacientes já começam a ter esse envelhecimento dessa lente, entendeu? Alguns mais jovens, outros mais idosos, né? Eh, isso varia, hum, não tem uma coisa, mas por volta de 70 anos. A a cirurgia de catarata mudou-se um pouco a característica. Antigamente a gente deixava o paciente ficar quase cego para operar. Hoje começa tendo essas alterações no cristalino, tem médicos que já começam a fazer a cirurgia, não esperam evoluir até o paciente não enxergar nada. Então mudou-se um pouquinho assim, pode se operar até com 60 anos. Tem gente já operando a catarata. Bom, né, doutor? É um avanço aí da medicina, né, que favorece aí a qualidade de vida dessas pessoas também, né? Sim, sim. A técnica cirúrgica hoje é muito mais tranquila, um pós-operatório muito mais eh rápido que o paciente em um mês já tá fazendo óculos, já tá tendo vida normal. E com relação aos sintomas, né, qual que é o primeiro sinal aí que a pessoa tá entrando numa catarata para que ela fique atenta, né, e procure um oftalmologista quanto antes? É, seria mais o embaçamento da visão mesmo, né? A visão ficando meio turva, né? Ele antigamente enxergava um ponto e agora veio turva aquele mesmo ponto que ele tá enxergando, entendeu? e e a consulta de rotina que seria interessante que o médico vai avaliando no dia a dia. Exatamente. E no caso o tratamento além da cirurgia, esse tratamento ele continua só cirúrgico, só cirúrgico. É, é continua com algum medicamento depois. É só cirurgia mesmo? Não, só cirurgia mesmo. Só cirurgia. Eh, doutor, vamos falar um pouquinho então agora do glaucoma. O glaucoma geralmente ele é conhecido como o ladrão silencioso da visão. Por que que ele recebe esse essa nomenclatura, né, essa expressão? Porque porque normalmente o glaucoma é uma doença sem sintomas. Eh, ele vai tendo uma perda eh do campo visual de fora para dentro. Então o paciente não percebe que está tendo a perda desse campo lateral para aí depois ele fechar num campo e e ele só fica um campo tubular e vai perdendo a visão até ficar cego. E ele é por isso que é uma doença silenciosa. É geralmente isso que eu ia até comentar é uma doença que não tem sintomas iniciais, mas depois apresenta. É isso? É. É. É assim, o o glaucoma crônico, né, ele vai desse jeito. Tem um glaucoma agudo que o paciente tem dor forte que tem que procurar rapidamente um pronto socorro. Mas 90% dos casos do glaucoma funciona assim. É um achado na consulta médica em que o paciente não vai sentindo que tem essa perda. E na consulta com oftalmo, ele passa, a gente vai observar o nervo, a pressão e começa a avaliar um possível glaucoma. É, até ia te perguntar, doutor, sobre o diagnóstico, como que é feito o diagnóstico do do glaucoma? O diagnóstico do glaucoma, assim, é na consulta médica a gente vai avaliar o nervo, né? tem uma área do nervo chamada escavação. Se a gente nota se essa escavação tá aumentada ou não, a pressão dos olhos, a gente mede a pressão dos olhos e hoje tem uns exames que auxiliam a gente fazer um exame de campo visual, uma OCT, uma tomografia de coerência óptica, que é eh vai fazer uma análise do nervo e eh uma retinografia bem feita vai mostrar se tá tendo perda de fibras nervosas. Se a gente comparar o nervo com uma um cabo de fibra ótica, cada cabinho daquele corresponde a um ponto na retina que vai levar a imagem na nossa visão. Eh, eh, o o glaucoma vai matando essas essas fibrazinhas, entendeu? Por um aumento da pressão do olho ou uma dificuldade da drenagem do líquido dentro do olho, tá? Eh, doutor, agora como que é o tratamento do glaucoma realizado? O tratamento do glaucoma, eh, inicialmente a gente, eh, realiza com colírios, né? Tem vários tipos de colírios que a gente vai dos, certo? Até eh tem podemos usar até quatro colírios. Tem pacientes que precisam usar quatro colírios para tentar abaixar a pressão e em caso de não sucesso, aí tem a indicação da cirurgia. A cirurgia não é aquela cirurgia que vai ser definitiva. Então às vezes por isso que se posterga ao máximo fazer a cirurgia, entendeu? Ela não é uma escolha de primeira escolha, né? Vamos dizer assim, primeiro os colírios não deu certo com os colírios. Aí você vai tentar fazer a cirurgia do glaucoma, doutora, ela seria um pouco arriscada, é isso? Ela mais complicada do que da catarata? Eh, eh, sim, é um pouco mais eh complicada. Eh, mas assim, é que o o as chances, o sucesso da cirurgia não é tão igual da catarata, entendeu? Porque se fosse era mais fácil já fazer a cirurgia, né? O paciente não precisava ficar pingando um monte de colírio nos olhos, né? Exatamente. Eh, doutor, até a a resolução da cirurgia às vezes não é tão satisfatória como da catarata, né? Por isso que se escolhe primeiro toda a terapia com colírios para depois pensar em cirurgia. Desculpe. É, entendi. Com relação ainda à catarata, acho que a gente não falou um pouquinho sobre o diagnóstico, como que é feito até pro pessoal de casa, né? ficar atento. E eu gostaria que o senhor explicasse um pouquinho também. Então, então o diagnóstico da catarata é feito no na consulta médica, né? Quando o paciente começa a sentir uma dificuldade para enxergar, vai ao médico, a gente constata que não melhora a visão com o óculos, põe num aparelho chamado lâmpada de fenda, a gente observa que tem essa catarata. Aí vai quantificar se tá no ponto cirúrgico, se pode esperar mais um pouco, se já tá indicado ou não a cirurgia. Basicamente, então, tanto a catarata quanto o glaucoma são diagnósticos clínicos ali no consultório mesmo. Sim, sim, sim. Por isso a necessidade de passar eh uma vez pelo menos no ano no oftalmologista. Tá joia? Eh, doutor, agora eu gostaria que o senhor falasse um pouquinho eh o que que é a retinopatia diabética. A retinopatia diabética são alterações causadas na retina pelo diabetes. O diabetes e eu falo que dá alterações do fio do cabelo ao dedinho do pé. E uma dessas é a retinopatia. São alterações que dão sangramento dentro dos olhos. Normalmente depois de 8 a 10 anos, principalmente em pacientes que não controlam bem o diabetes, tem uma tendência a ter essas alterações. Essas alterações podem ter um sangramento, pode tracionar a retina, levar um descolamento de retina, eh baixar a visão, entendeu? eh prisar cirurgias mais difíceis do que catarata, do que o glaucoma tem tentando. Então eles têm pontos de hemorrágicos dentro do olho que precisa fazer laser. Eh, é uma coisa que também tem que ser acompanhada anualmente pelo oftalmologista e principalmente, né, os pacientes que t aí diabetes, controlar isso bem rigorosamente, né, doutor? Tá? Esse é o ponto principal, o controle do diabetes. Quais são os sintomas dessa retinopatia? Principalmente assim, além dessa desse olho mais avermelhado? É isso? Não, não é uma coisa interna dentro do olho. Normalmente não aparece nada externamente. É o paciente ele vai ter mais uma baixa divisão, entendeu? Às vezes súbita, né? Ele pode ter, de repente, amanheceu e não tá enxergando bem de um dos olhos. Pode ser um sangramento que ele possa ter tido pelo pelo diabetes, pode ser uma complicação, um descolamento de retina pelo diabetes, entendeu? Tudo isso eh eh vai ter vários fatores, um embaçamento da visão, né, também e com relação, mas assim, normalmente não tem dor, nada disso, é um achado de assim, de repente ele acordar e não tá enxergando bem. É uma coisa repentina, então que acontece mesmo. Sim, sim, sim, sim. Relação ao tratamento da retinopatia, como que ele é feito também? Então vai depender eh a que nível tá essa retinopatia, né? Se ele tem um sangramento mais intenso, se é só a algumas áreas que estão saindo e saindo dos vasos, uns exodatos que a gente chama, né? Seria só aplicação de laser, né? Para queimar essas áreas. Eh, agora, se ele tem uma hemorragia na gelatina do ouro, no vítrio, aí tem que esperar absorver essa gelatina para fazer uma cirurgia, pode causar um edema na principal região da visão, chamado edema de mácula, que tem que se fazer umas aplicações eh de umas injeções para tentar diminuir esse edema, entendeu? Então, vai depender de cada caso tem um tratamento específico, né? uma abordagem diferente. É isso, né? Exatamente isso. É, doutora, eu gostaria agora que você falasse um pouquinho sobre os cuidados que a população precisa ter com relação à visão, pra gente até passar um serviço aqui para quem tá acompanhando em casa, né? É, o básico é você fazer a consulta com oftalmologista. Eu falo que assim, o olho não é só exame de óculos. E hoje, infelizmente, tem muitas óticas fazendo esse papel, dando uma consulta grátis para fazer o exame do óculos. Isso não é um exame de oftalmologia. A gente tem que avaliar, como eu te falei, medir a pressão dos olhos, fazer uma avaliação da parte anterior do olho, fazer uma avaliação do fundo do olho. Tudo isso numa primeira consulta a gente faz, certo? E aí, se precisar alguns outros exames, a gente pede isso aí. Eh, hoje tem muita gente fazendo exames em ótica, que é totalmente errado, porque a pessoa às vezes que faz exame na ótica não é médico, certo? Então ele não pode fazer esses outros exames. E eu já peguei alguns casos de pacientes indo em ótica e chegando pra gente com um glaucoma bem avançado que a gente não podia não pode fazer muita coisa porque já estava eh com um glaucoma bem avançado e praticamente indo pra cegueira. Então, o importante é passar com o oftalmologista. Menos aí uma vez por ano, é o indicado. Sim, pelo menos uma vez por ano. Agora, quem já tem esses problemas de oculares, o correto seria visitar o oftalmologista de quanto em quanto tempo? o caso de um paciente com glaucoma vai depender de como está a evolução dele. Se a gente consegue botar num estágio de uma de uma pressão boa com os medicamentos, tudo bem, a gente pode manter a cada 6 meses, entendeu? o diabético uma vez por ano, se ele não apresentar nenhuma alteração, senão a gente vai avaliando conforme vai eh a evolução do próprio paciente, tá joia? Então, doutor, muito obrigada pela sua participação aqui conosco, tá joia? Obrigada. Obrigada também pela sua companhia. Você pode conferir todos os quadros da nossa programação no YouTube da TV Câmara Campinas. E não se esqueça de nos acompanhar nas redes sociais. A gente se vê no próximo. Saúde agora. [Música]
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