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TV Câmara, Campinas. Senhoras e senhores, bom dia. Iniciamos nesse instante a palestra Mídias Sociais para Vereadores, estratégia, conteúdo e conexão com a população. As redes sociais transformaram a forma como as pessoas acessam informações, acompanham a atuação dos agentes públicos e participam da vida democrática. Nesta palestra, o jornalista e pesquisador Marcelo da Maceno apresentará reflexões e estratégias para o uso planejado das mídias sociais no contexto do poder legislativo. Passamos agora a palavra então a Nelli Monteiro Castanheira, diretora pedagógica da Escola do Legislativo Elecampas-vindas à palestra desta manhã. Pessoal, muito bom dia. Gostaria de receber vocês aqui com muita alegria. Passa para mim, Maju, o a lista das cidades, tá? O nosso presidente da Câmara, vereador Luiz Rossini, estará conosco ainda essa manhã. Teve um compromisso agora na prefeitura, mas se comprometeu a estar conosco aqui ainda essa manhã. Eh, para mim é uma alegria muito grande ter o Marcelo aqui com a gente. Marcelo é servidor de carreira da Câmara de Tapevi, um especialista em comunicação, doutor, acabou de se de graduar doutor. Então, aproveitem demais a palestra dele, que é um privilégio ouvir o Marcelo, é um grande parceiro das escolas do legislativo. Eu sou a diretora da Escola do Legislativo aqui de Campinas, presidente da Pel. Vou falar para vocês um pouquinho o que é APEL, porque é APEL que nos permite estar realizando esse evento hoje. Apel, Associação Paulista de Escolas do Legislativo. Tô até com a camiseta aqui, vestindo a camisa mesmo da Apel. E a gente congrega as escolas do legislativo pelo estado de São Paulo Toto. Nós somos 645 municípios, cerca de 140 escolas. E a gente faz esses esse intercâmbio entre os profissionais das escolas do legislativo e o Marcelo é um grande parceiro da gente e gratuitamente tá vindo aqui dar essa palestra. Então, gostaria de agradecer também a presença do vereador Víor Camargo de Cabreúva, Maria Aparecida Gagliarde, vereadora de Santo Antônio de Posse, Júlio César da Silva, vereador de Louveira, nós temos ainda os municípios de Louveira, né, Cabreúva, Valinhos, Itu, Indaiatuba, Santo Antônio de Posse e Campinas. Então, brevemente, sejam muito bem-vindos, aproveitem bastante amanhã e fiquem agora com o nosso especialista em comunicação, Dr. Marcelo. Obrigado, Nele. Daremos então início agora à palestra Mídias Sociais para Vereadores, Estratégia, Conteúdo e Conexão com a população, com Marcelo Simões da Maceno. Marcelo é doutor e mestre em comunicação social pela Universidade Metodista de São Paulo, especialista em Ciências Políticas, Poder Legislativo e Branding, jornalista e servidor público da Câmara Municipal de Itapevi. Lembramos a todos que assinem a lista de presença para o recebimento do certificado. Boa palestra a todos. Marcelo, olá, bom dia a todos e a todas. Sejam muito bem-vindos, Neli. Obrigado pelas palavras. A equipe da Câmara Municipal de Campinas também. Para mim é sempre um grande prazer estar aqui. Já voltei algumas vezes Congresso Comunicação Pública hoje, pela primeira vez com a palestra com vocês, ainda para falar de um tema que eu gosto muito. Eh, e também assim fico feliz que a primeira vez que eu saio do doutorado, termino o doutorado e venho com ministrar uma palestra na sequência. Venho feliz em ser a primeira palestra que eu ministro até como doutor. E o que eu venho conversar com vocês eh é algo pra gente discutir junto, que é esse uso das redes sociais. Só que eu queria pensar esse uso das redes sociais o contrário, esses bastidores que às vezes a gente não discute, que às vezes às vezes a gente não pensa, eh, não pensa porque a gente não quer. É tempo, é tão dinâmico, tudo tão rápido, que talvez a gente não tenha aquele tempo que a gente gostaria de poder pensar, planejar para poder agir. É isso que eu quero trazer para vocês. A gente pode pensar aquela coisa, ah, mas vai ter um vídeo aqui que vai mostrar o Keiser de fulano de tal, o Keiser de Beltrano, vai ver alguma coisa lá da Argentina, da França, aqui de São Paulo, do Nordeste? Não, infelizmente eu não vou trazer para vocês nenhum vídeo, nenhum case, porque o grande case tá aqui, que são vocês. Vocês trabalham com comunicação, vocês trabalham com redes sociais, vocês são um grande caser. E é isso que eu quero olhar junto com vocês, porque eu também quero aprender a partir da experiência de vocês. Então, a gente vai dialogar muito sobre tudo isso que é comunicação, pensando exatamente o quê? Os bastidores. E por que pensar os bastidores? É daí que nasce toda a mágica da comunicação. A gente vai olhar muito para redes sociais. Só que o que a gente faz nas redes sociais, por exemplo, eu eh jornalista viciado, vi o jornal impresso ali, cheguei, tava tomando um café com com pão de queijo, já comecei a folhar. A gente vai pensar exatamente ações como essa que é feito em dentro de um gabinete, que é transformado em um release, o jornalista entra em contato com a redação de jornal e consegue colocar o seu vereador, deputado na página de jornal. a gente faz essa ampliação. Aquilo que seria uma ação restrita da rede social ganha espaço na mídia impressa, ganha espaço na mídia online. A gente alarga a possibilidade de chegar em outras pessoas. E é sobre isso que a gente vai pensar e conversar um pouco. E por isso que na proposta eu falei assim: "Olha, eu quero chamar exatamente o case para conversar que são vocês." Então a gente vai trocar ideias e trocar principalmente experiências com foco em quê? Na geração de propósito. Ali eu já fui apresentado, é um currículo acadêmico, tudo, mas a gente precisa de vida, a gente precisa de experiência, a gente precisa de trocas e a gente gosta de saber um pouco da sobre as pessoas. currículo acadêmico a gente se apresenta a todo momento, ele já foi lido para vocês. Só que eu deixo uma particularidade minha, adoro meias coloridas. Eu tenho mais de 100 pares e não foi caso pensado, por incrível que pareça, estou usando a primeira meia ali. Exatamente. Ela. Esse KD é importante por o que a gente faz, a gente tem que provar e sustentar e ser transparente. Então, se eu uso meias coloridas, eu venho para minhas palestras com meias coloridas. Eu uso no dia a dia meias coloridas. Ah, e uso antes do Alkim, tá? Uso antes do Alkim. Então tem tenho como comprovar isso também. Então é eu acho bacana a gente trazer particularidades que a gente pode compartilhar com outras pessoas sobre o que a gente gosta. Isso abre espaço pra gente conhecer outras coisas que outras pessoas gostam. E a gente vai trocando ideias sobre isso. Ah, antes da gente iniciar, seja a mudança que você quer ver no mundo. Marratma Gand. Gerações e mais gerações vão ouvir falar sobre ele. Ele tinha um propósito. Ele queria a Índia livre do império britânico. Ele queria a união entre as castas. Ele queria combater a fome e a pobreza na Índia. Ele tinha um propósito. E a gente ainda ouve falar sobre ele. A gente ainda ouve falar sobre o propósito dele. Ele tinha um objetivo. Ele tinha um propósito. Qual é o nosso propósito com a nossa comunicação? Qual é o propósito do nosso vereador? Qual é o propósito do nosso deputado? Qual é o propósito da nossa comunicação? Por isso que a gente vai pensar antes de postar. É sobre isso que a gente vai conversar. E quando a gente olha o propósito, por exemplo, eu gosto muito do professor Marcelo Vitorino, vocês já devem ter ouvido falar sobre ele. É um marqueteiro muito bom e ele fala, ele tem uma frase muito bacana: "É fácil fazer comunicação com o candidato? É o melhor dos dos mundos. O candidato tá colaborando, ele escuta você, ele tem tempo para gravar um vídeo, ele dialoga, faz exatamente tudo que a comunicação precisa para ter uma peça de comunicação. Sem o candidato. Os comunicadores estão trabalhando, mas o candidato não colabora. O político não colabora. Não é fácil, né? Imagina no terceiro com um candidato contra a própria comunicação. É possível? existe. Então, temos três formas de trabalhar: com o candidato, sem o candidato e com candidato contra. O melhor dos universos é com candidato favorável. minimamente ali um neutro é sem o candidato, pelo menos a comunicação tá fluindo. E a gente vai pensar exatamente nesse propósito para poder agir depois nas na parte da comunicação. Eu dividi ela em duas partes para não ficar tão cansativo e puxado. Primeiro, a gente vai ver fundamentos para construir uma presença digital com propósito, posicionamento claro e conteúdo útil, capaz de quê? informar, prestar contas e aproximar a população do que a gente quer discutir, do que a gente quer apresentar no mandato. Segunda parte, aplicação do marketing lateral. Alguém já ouviu falar sobre marketing lateral? Não. Talvez vocês façam isso de forma inconsciente. É quando a gente pega assim: "Pô, eu quero transformar isso em uma grande sacada. Eu quero fazer alguma coisa que ninguém tá vendo, eu quero sair do óbvio. Talvez vocês façam isso. Só que a gente vai começar a pensar, tentar fazer isso de uma forma um pouco mais estruturada. A gente também vai pensar numa análise morfológica. Opa, pera aí, a gente vai entrar em ciência, aquela coisa toda? Não, a gente vai ver um pedaço da análise morfológica para poder encontrar conexões com o nosso dia a dia do mandato e transformar tudo isso em ação de comunicação. Transformar o quê? em conteúdo útil, capaz de informar, prestar contas e aproximar o mandato da população. Isso quer dizer o quê? Menos o candidato, menos o político e mais quem? A ação de prestação de contas, levar o serviço à ponta. Ah, o que que a gente pode falar assim como exemplo mais prático antes da gente avançar um pouco mais? Por que que eh vamos sem ideologia política, vamos reconhecer uma prática de comunicação? que tá sendo assertiva no momento. Por que que os vídeos do Massal e do Renan Santos acabam eh viralizando tanto? Se a gente deixar a ideologia de lado e prestar atenção na forma de comunicação, a gente vê que o problema vem em primeiro lugar. Ele não se coloca como uma solução em primeiro lugar. Se fala do problema. Quando a gente fala do problema, a gente mexe o quê? Emoções e sentimentos das pessoas. Emoção é uma coisa que a gente age biologicamente responde. Sentimento é uma coisa que a gente leva o quê? Tempo a gente mensura, a gente pensa, a gente reflete, depois responde. Emoção a gente age muito mais rápido. E se a gente for prestar atenção, a comunicação tá dessa forma. Pensa primeiro num problema, apresenta uma solução, dialoga com interesse porque as pessoas querem para poder resolver o seu problema. Depois a gente aparece com uma solução. É uma arquitetura de informação. E se a gente for olhar isso, se não tiver o que chame nossa atenção, é aquele vídeo do do YouTube que a gente vai pular quando tiver a primeira oportunidade. A gente precisa criar esses gatilhos de emoção. Segunda parte, a gente vai exatamente para marketing lateral e análise morfológica. A gente pode se perguntar, por que ele está na nas redes sociais? É importante. Claro, a gente tem outras mídias, só que essas outras mídias têm um controle muito maior de um grupo empresarial, de o dono de um jornal, don de um portal, de um site, depende de convite, conquista de espaço na mídia. E as redes sociais é uma falsa liberdade de que você tenha um espaço para poder construir a sua comunicação e conectar. E a gente não pode deixar de estar nesses espaços. Por quê? Muita gente não acompanha sessão legislativa, site institucional ou diário oficial. as redes acabam ajudando o quê? A mostrar de forma acessível e clara a ação do vereador. É um caminho de conexão muito mais direta. E por que a falsa sensação de liberdade? A gente tem que ficar atento à legislação, a gente tem que ficar atento à não entrega do algoritmo e ficar atento principalmente o quê? as respostas, os feedback que a gente recebe para poder fazer leitura daquilo tudo e construir conteúdo. Atento à legislação por eu não posso fazer tanto impulsionamento que eu posso me encrencar com a justiça eleitoral lá na frente. Abuso de poder econômico. Ainda não tá claro o quanto que durante um mandato eletivo a gente pode investir em impulsionamento. Há uma informação não oficiosa de que a gente pode pegar, fazer um simples cálculo. Quanto que eu usei, quanto que a justiça eleitoral autorizou para eu gastar na minha eleição, eu vou pegar 1% daquele valor e eu posso usar para fazer impulsionamento. Isso é oficioso, não é oficial. É um cálculo que os profissionais de comunicação fazem para ter uma margem de segurança. E a gente fala que não é tanta liberdade de comunicação, porque a gente tem legislação e principalmente os algoritmos que controlam a entrega. Para fugir um pouco desses algoritmos, a gente precisa construir conteúdo que gera o quê? Impacto social e interação. Aí a gente consegue ter uma entrega entrega orgânica um pouco maior. Então a gente precisa estar nesse espaço exatamente para ocupar isso aqui. Prestar contas. As redes permitem explicar ações, projetos, fiscalização, reuniões e encaminhamentos. Eu costumava falar quando eu fazia assessoria de imprensa antes de entrar na Câmara de Itapevi, tive acho que uns seis, oito vereadores como clientes na época. Eu falava o que que mais ou menos Pink Cérebro, que que a gente vai fazer amanhã ele falava, tentar conquistar o mundo. Eu falava pro vereador, o que que a gente vai fazer amanhã? A gente vai falar sobre o que você fez, o que tá fazendo, que você vai fazer. Que que a gente vai fazer amanhã? Falar sobre o que você fez, o que tá fazendo e o que você vai fazer. Por quê? É mais ou menos a audiência rotativa da rádio. Parece que a gente tá no loop na rádio, né? Putz, já ouvi essa notícia. Passa 30 minutos, a notícia volta. A audiência do rádio é rotativa. Por isso que sempre volta a mesma notícia. Na rede social, postei agora, nem sempre todo mundo vai ver o mesmo conteúdo que você postou. O que que eu vou fazer? Vou fazer um retrofit. Em um determinado momento, eu vou trazer o conteúdo de novo para relembrar as pessoas sobre o que eu estou fazendo. Vou trazer ele de novo quando o problema for solucionado. Vou trazer de novo para lembrar as pessoas de que o trabalho foi feito com excelência e eu tenho o quê? O feedback de quem foi teve o a melhoria ali atendida, a falta de um medicamento, a cobertura de um ponto de ônibus. Vou colocar a pessoa para poder dialogar. Quem vai falar sobre essa entrega é quem foi impactado pelo serviço, não vai ser mais eu. E depois aí vai para estratégia de cada um, TBT, prestação de contas, entre outras possibilidades. Ouvir as demandas, comentários, mensagens e interações ajudam a perceber problemas reais do território. Se eu fui lá e falei que estou, vou encaminhar uma indicação para cobertura do ponto de ônibus no bairro X. Estou falando de ponto de ônibus. Alguém lá vem e fala sobre limpeza da praça, eu vou ignorar? Não, eu vou chamar essa pessoa para dialogar, porque a pessoa identificou. Se eu estou pedindo a cobertura do ponto de ônibus e eu tenho um problema da limpeza da praça, essa pessoa pode resolver o meu problema. Então, não vou ignorar. Eu sei que no mandato parlamentar a gente tem bandeiras. Trabalhei com vereadora que ela tinha a causa do trabalho, defesa animal e educação. Três pautas muito concretas, só que aparecia outras pautas porque as pessoas enxergavam ela como uma realizadora e a gente não se fechava para isso. A gente estava aberto. E esses feedbacks chegam em diferentes localidades. Um outro vereador que eu trabalhava tinha resistência, ele não queria entrar nas redes sociais. Entramos em qual rede? No Orcut, trabalhei na época do Orcut. O que que a gente tinha? Comunidades. Aonde a vida acontecia no Orcut? Nas comunidades. Cada bairro de Carapicuíba tinha uma comunidade. Era dentro das comunidades que a gente achava os problemas. Não era que alguém trazia para mim. Era a rua não pavimentada, era o buraco, era a limpeza da rua que não ocorria após o horário da feira. a gente começou a puxar essas demandas pra gente, começamos a fazer a indicação. Depois de resolvido, a gente ia lá e colocava: "Olha, resolvido, ó, resolvido." Isso a gente foi crescendo. Aí eu volto pra atualidade. Quem aqui levanta a mão que já ouviu falar que o Facebook tá morrendo aí? Facebook é um, na defesa do doutorado ontem, é um objeto da minha pesquisa em pequenos municípios. é vivo, tem um público de 30 até acima de 60 mais muito vivo ali dentro. As comunidades do Facebook funcionam muito em discussão sobre a municipalidade. É uma rede que funciona muito. E como essa rede tá morrendo, se ela tem mais de 120 milhões de pessoas ativas dentro dela. A conta ainda existe. Então é uma conta ativa. As pessoas interagem de alguma forma. Por mais que tenha feito aquela conexão, postei no Instagram, vai automático pro Facebook, mesmo que cada rede tenha sua própria característica, ela tá ativa. Por que que eu vou ignorar essa rede? Eu preciso vasculhar, dar eh uma peneirada ali, o que que tem, o que que eu posso buscar para encontrar problemas reais do território que eu estou representando, ir além do meu bairro, ir além do espaço físico e conectar esse espaço físico com o digital. presta contas. A rede permite explicar ações, projetos, fiscalização, reuniões, encaminhamento. Eu adoro as reuniões, principalmente para trazer o quê? A gente vai ver bastidores. Já fico com esse ponto guardado que a gente vai falar no marketing lateral sobre os bastidores que a gente precisa trazer. construir conexão. A população tende a se aproximar mais quando entende que o parlamentar, quem é o parlamentar, o que ele defende e como ele atua no cotidiano. A gente volta lá, é outra realidade. Maatmagand, as pessoas se conectavam porque ele defendia as dores daquelas pessoas, ele queria representar exatamente diferentes castas. E ele tinha um problema claro que ele queria defender e solucionar. Por mais que é um problema difícil combater a fome e a pobreza na Índia. Então são coisas que a gente pode pensar quais problemas eu vou abraçar e puxar para mim no meu mandato. Quais problemas a equipe de comunicação está enxergando que o parlamentar não enxergou? Eu costumo brincar na Câmara que às vezes eu prefiro conversar com a assessoria do que com o vereador, porque a assessoria que vai trazer as respostas que eu preciso e a gente vai trabalhar junto para poder encontrar os meios. para o que o vereador para o que o vereador quer fazer. A assessoria tem aquele contato muito mais claro com a rua do que o próprio vereador às vezes. Então gosto de dialogar com assessoria para depois sentar na mesa e conversar com um parlamentar, eu, assessoria e o parlamentar, e a gente amarrar a ação e poder virar uma atividade legislativa. O vereador é aquele agente inicial para falar o que ele quer. O meio, que é o mais importante, assessoria. e a gente volta pro final, que é o parlamentar que vai levar isso à rua. Então, eu gosto muito da assessoria para trabalhar com eles. E a construição de conexação nos leva aí. Quando a gente olha dados aqui, por exemplo, WhatsApp, são mais de 140 milhões de pessoas conectados, principal canal para relacionamento direto, mobilização de apoiadores e comunicação personalizada. Comunicação personalizada. Tem um professor Fabrício Moza, ele tem uma tabela de classificação de pessoas para criar um maile muito personalizado. Ele identifica as pessoas pro bairro, profissão, para poder fazer uma comunicação personalizada. E por que eu bato nessa tecla da comunicação personalizada? Não adianta cadastrar pessoas no gabinete, fora do gabinete, se você não sabe quem elas são, se você não consegue fazer uma comunicação personalizada, se você não separa elas por pautas temáticas para poder entregar aquilo que a pessoa quer saber do seu mandato. E a gente vai ver mais à frente ali na análise morfológica que tem como casar uma coisa com a outra, que pode pensar o que que política tem a ver com cultura. Tudo. O que que política tem a ver com educação? Tudo. O que que política tem a ver com mobilidade urbana? Tudo. Com juventude, com 60 mais, com mulheres, tudo. A gente sai daquela máxima de quê? Qual é o sinônimo de esporte no Brasil? Futebol, a gente tem que sair dessa máxima. Política é sinônimo de tudo que mexe com a sociedade geral no município, na localidade. Então, a gente precisa enxergar isso tudo para poder fazer uma comunicação personalizada e saber exatamente quem é quem dentro do nosso mail. Por que que eu falo isso? Em 2008, trabalhando com essa vereadora que tinha pauta do emprego, ela faria fazia um mtirão do emprego. A gente recebia por semana mais de 300 pessoas de diferentes cidades ali da região de Carapicuíba. Ela mandava cadastrar, colocava todo mundo na planilha de Excel, a menina ficava dias ali cadastrando, não indicava qual era a cidade, não indicava o bairro da cidade, não tinha o endereço, só tinha o nome e o telefone. Aí o dia que precisou ligar para todo mundo, até os telefones estavam errados. Não adianta cadastrar. Se você não vai ter um comando ali, que você vai conseguir separar as pessoas, eu quero só os professores. Poxa, é professor de imagem do município. Postagem direta nas redes sociais e uma mensagem no WhatsApp, Telegram. Digamos que o município tem o dia do açogueiro. Eu posso colocar nas redes sociais, posso. Mas por que não pensar em fazer uma agenda do vereador e passar nos cinco açogues que tem no município? contato direto, gera conteúdo nas redes sociais, que gera interação com outros municípios que não tem a mesma legislação. Eu sei que a comunicação faz muito. Dia do fotógrafo, dia do jornalista, dia disso, dia daquilo. Aí a gente vai para me ajude com as cores. Janeiro, branco, fevereiro roxo, março, azul, abril, azul, abril verde. Maio, não vou maio laranja. que é importantíssimo, junho vermelho é julho vermelho. Mas o que que de fato a gente faz com essas datas? O que que a gente tem no nosso mail que a gente pode fazer uma comunicação personalizada? Para quem que eu posso disparar esse WhatsApp? Quais são os grupos que eu quero convidar para aquela audiência pública que eu estou convocando na Câmara? Se eu não quero convocar uma audiência pública, quais são os grupos que eu quero convidar para ter acesso ao projeto de lei que eu tô propondo para melhorar uma questão social no município? São pequenos detalhes e a gente vai organizando isso para poder pensar essa nossa comunicação. YouTube, eu sei que tem particularidade de municípios e municípios que talvez o YouTube funcione muito melhor na capital ou em grandes cidades, funcione menos em cidades pequenas. Mas não é uma rede para poder descartar. A gente tem lá 144 milhões. Lembrando que hoje eu tenho uma comunicação muito focada no município, porém eu preciso crescer para além do meu município também. Preciso dessa visão. Eu tenho que ser uma referência que extrapole os limites do meu município. Talvez seja uma rede interessante. Afinal de contas, já produzo vídeos para o Instagram, pro TikTok, porque eu não posso jogar no meu perfil no YouTube ser encontrado. Ah, isso aqui é interessante por eu volto ali para 2000 11. As redes sociais não eram tão pujantes quanto hoje, a cobertura da internet também não. E eu tinha um vereador que era suplente, ele ficou 7 meses no mandato, meta: transformar 7 meses em quatro. Conseguimos. Vou trazer um outro exemplo dele. Ah, pegamos uma pauta que era o despejo da lama do Tietê, do desassoreamento na lagoa de Carapicuíba. e aterrando, aterrando, aterrando. Ele comprou essa pauta. Conseguimos publicar nos jornais da região, rede social, Facebook, tudo. De repente, alguém deu um Google, tava no Rio de Janeiro pesquisando alguma pauta para fazer. Uma jornalista do O Globo encontrou uma notícia no jornal Página Z0 de Osasco. Entrou em contato com a Câmara, conseguiu pegar o contato do meu contato, assessoria de imprensa, conversamos e ele virou pauta no jornal Globo por um trabalho que estava exposto na internet por diferentes meios. Eu não posso dispensar nada. Alguém lembra? Eu não vou lembrar a cidade com exatidão, mas tinha um vereador de uma pequena cidade no Maranhão que fazia divisa com outro estado, acho que era o Piauí, e ele vinha há tempos falando sobre o problema de uma ponte em uma rodovia federal. Infelizmente ou felizmente ele estava no local fazendo vídeo quando a ponte caiu. Esse cara, ele virou pauta na CNN, no Globo, no G1, em diferentes jornais. O que ele fez com esse capital social que que ele se conquistou? Se ele foi reeleito, depois não acompanhei mais. Não existe pauta pequena, existe não enxergar um problema, existe não interesse em dar visibilidade para aquela pauta. E ele enxergou uma pauta e ele martelou naquela pauta e a ponte foi reconstruída, infelizmente, depois de uma tragédia. O jornal Globo viu interesse na pauta em 2011. Acontece muita coisa no país inteiro, mas a imprensa gosta de uma coisa, a tragédia. Infelizmente é um problema assim dos meus colegas de profissão e meu que a gente gosta de uma tragédia. Só que tem sempre alguém que pode encontrar alguma coisa positiva no seu município que você fez, que você apresentou, que pode ter uma grande relevância. Então o YouTube pode pode nos ajudar nisso. O Instagram 134 milhões, Facebook 110 milhões, são mais de 110 milhões. TikTok crescendo com 98 milhões. TikTok conecta muito à juventude. Então olha como a gente pode pensar em pautas conectivas aí. E esse cenário mostra o quê? Que o vereador deve estar nas mídias sociais para informar, prestar contas, ouvir a população, fortalecer a participação cidadã, já que milhões de brasileiros estão o quê? Conectados a essas plataformas todos os dias. Eu sei que a gente tá no período defesa, tudo, então não vou entregar alguns nomes para não gerar problemas. Tem uma parlamentar em São Paulo na Assembleia que a gente, eu e uma colega fizemos um artigo sobre a comunicação dela no Instagram e entre os feedbacks tem sempre alguém que fala: "Precisávamos de um parlamentar assim em Sergipe, precisamos de um parlamentar assim em tal lugar." Marcava outras pessoas. Olha fulana a pauta que ela tá defendendo. Ia marcando outras pessoas. Olha o quanto que a pauta do que vocês defendem um município e um estado tem relevância para diferentes pessoas. Isso tudo é engajamento. Aí entram outras pessoas que apoiam o parlamentar e começa a comentar também. Isso tudo vai gerando engajamento. Isso tudo pode gerar pauta na imprensa. Isso tudo gera outros meios também. Porque o que você faz no seu mandato também dá para virar o quê? Comunicação pública dentro da Câmara. aparecer no site da instituição é uma outra forma, mas por meio de comunicação pública, não promoção pessoal, entra o quê? O problema que você apresenta como principal objeto da comunicação, não o parlamentar. parlamentar, ele aparece lá no finalzinho, no último parágrafo, proposta eh elaborada pelo parlamentar XPTO, mas o problema ele aparece em primeiro lugar e a gente lembra que todo problema ele vem de um propósito que você tá combatendo. Combatendo não, um propósito que você tá colocando ali. Eh, então vamos lá. Que que é esse propósito? É a razão de existir de uma marca. A gente vê que o o marketing funciona muito com propósito nas marcas. no marketing publicitário, tudo. Só que ele também é o quê? Ou do mandato político, indo além da obtenção de lucro ou da conquista de voto. Tá vendo que é para além da conquista de voto? é manutenção do capital social, é manutenção do capital político que você vai construindo e mantendo ali, ampliando ele para quando chegar aqueles 45 dias de campanha, você ter até musculatura para poder perder algum alguma fração, porque você vamos lá são vou pegar Itapevi de novo, a gente tem 29 partidos, 17 cadeiras, tínhamos mais de 300 candidatos. Se eu não tenho uma comunicação estrategicamente pensada, planejada, com propósito, com conexão e engajamento, eu vou fazer minha comunicação durante 45 dias de campanha, eu e mais 300. É praticamente eu contra os 300 de Espartas. Então, por que não começar antes de uma forma estratégica, pensada e conectada com o cidadão? E isso com um propósito claro, bem pautado, eu consigo chegar com uma musculatura muito boa para poder perder algumas graminhas a lei durante a eleição. Por mais que ah alguns marqueteiros falam, quando começa os 45 dias, tudo zera. E zera de verdade. Só que a gente vai trabalhar o quê? a memória e a lembrança do nosso eleitor, do cidadão. E isso a gente só só tem como a gente fazer isso quando a gente tá trabalhando cotidianamente a estratégia de comunicação do mandato, um alinhamento ali entre o parlamentar e a equipe de comunicação e vai para além. Parlamentar, equipe de comunicação e a a equipe de gabinete. Um não funciona sem o outro. Todo mundo, a equipe de gabinete vai trazer a demanda pro parlamentar, que é exatamente o combustível que a equipe de comunicação precisa para dar visibilidade. A gente precisa estar bem alinhado. Eu sei que não é fácil, mas a gente precisa alinhar tudo isso. Às vezes aquele buraco na rua, a limpeza da tampa de um de um boeiro pode ser uma coisa irrelevante, mas é uma coisa muito importante para quem pediu. Aí entra aquela comunicação estratégia. o que que eu vou fazer para poder fazer, para poder chegar na mão daquela pessoa e principalmente em quem mora próximo daquela localidade. Ah, e a gente volta cá, vamos lá. Ele representa o impacto positivo que se busca gerar na sociedade e orienta as decisões, o posicionamento, a comunicação e o relacionamento com a população. A gente avança, ele deve ser capaz de quê? atender não apenas as necessidades funcionais dos consumidores ou eleitores, mas também as suas aspirações sociais, emocionais e humanas. O que representa a falta de uma vaga de creche para uma mãe? O que representa para uma família a praça, para a única pracinha do bairro suja o campo sem alambrado no período de férias escolares, que representa muita coisa para uma família, representa muita coisa para uma mãe. O que representaria ali no retorno? A gente voltou às aulas há pouco tempo, né? Um parlamentar cobrando ali a pintura de faixa de pedestre em frente às escolas. a utilização da Guarda Civil Municipal em escolas, em avenidas muito movimentados para ter um guarda um guarda municipal ali orientando, pedindo para os carros pararem, para as crianças atravessar a faixa, tudo bonitinho, no retorno do período escolar. Qual impacto social isso geraria para um mandato da sua da atuação parlamentar junto à sociedade? Isso impactaria só quem tem filho ou traria uma visão positiva também para aquelas pessoas que não t filho mais em idade escolar? talvez de puxar na memória e falar: "Na minha época não tinha". Que bom que agora eu tenho alguém pensando sobre essa possibilidade. Olha quanta coisa a gente tem no município para poder fazer. E a gente vai ver um pouco mais à frente, que aí vocês são os cases. Vocês vão puxar o marketing lateral e a análise morfológica e a gente vai fazer uma brincadeira aqui para poder identificar possibilidades de ação para o parlamentar de vocês ou para os vereadores aqui. Presente, vereadoras. Então, tem um monte de caminho que a gente pode atuar em relação a isso. E vamos lá. Propósito. Por que que a gente fala muito de propósito tudo e não de missão e visão? O propósito é muito maior. A gente pode olhar aqui missão. Descreve o que a organização faz, para quem faz e como atua. Em termos, a gente já sabe o que o parlamentar faz, como ele atua e para quem ele faz, correto? Visão indica o futuro desejado, ou seja, onde a organização pretende chegar. Legal. Isso o parlamentar tem muito bem definido e se tem, compartilhe com sua equipe, porque sua equipe que vai ajudar você a atingir a sua visão, a conquistar o seu objetivo. Quando a gente olha aqui o propósito, a gente junta ali o cérebro e o coração. É emoção e razão agindo junto. Explica porque a organização existe, qual transformação pretende promover. E eu sei exatamente qual ação eu quero promover. A partir de quê? A partir de informações reais que chegam ao meu gabinete para poder solucionar problemas locais. Às vezes eu também posso buscar essas informações por onde? O IBGE é muito bom para achar informação. Eu consigo achar a toda a demografia do meu município, a realidade socioeconômica. Eu consigo ver a projeção estimada paraa próxima pesquisa do IBGE sobre nascimentos, pessoas que vão chegar ali no 60 mais, que eu começo a pensar políticas públicas para eles, eu começo a pensar a possibilidade de novas creches, porque tá previsto pelo IBGE o cálculo de nascimentos de crianças. Eu sei que creche não se constrói na noite pro dia, não é tão rápido tão fácil assim, mas a gente pode puxar algumas pautas para poder começar a discutir. Eu começo a enxergar a população sobre quem são pretos, pardos, eh amarelos, indígenas dentro do meu município. Eu começo a puxar discussões sociais e a gente vai ver um pouco mais à frente que o propósito puxa exatamente isso, é criar identificação e saber para quem eu vou falar e com quem eu falo. Dúvidas, perguntas, eu até esqueci de falar, vocês podem levantar a mão a qualquer momento, podem tirar uma dúvida, podem conversar, tá? É, é aberto. Senão eu vou ficar aquele ponto, vou falando, falando, falando, falando. Ah, vamos lá. No caso de um mandato parlamentar, por exemplo, o propósito não seria publicar conteúdo nas redes sociais, é o que a gente mais faz, não é? A gente é uma máquina de publicar conteúdo. Eh, vereador tá na sessão, apresentou indicação, isso, apresentou indicação Y, requerimento tal, projeto de lei tal. Quantos de nós comunica exatamente para quem é essa indicação? Qual o impacto social que aquele requerimento vai trazer? Qual é a discussão que se puxa? Eu converso muito com os parlamentares lá em Itapevi que eles falam muito: "Eu quero apresentar uma lei, eu quero aprovar uma lei". Desafiei um parlamentar e falei com ele: "Por que que você não pega uma lei que já existe, que a prefeitura nunca fez nada, não implementou e se implementasse traria um impacto social muito bacana. E se a prefeitura falar que não tem dinheiro? A gente vai lá, e se você for a Brasília ou na Assembleia buscar esse recurso? Eu tô esperando o resultado, então não vou falar ainda qual porque ele tá trabalhando exatamente para tirar uma lei do papel. A prática dela, a lei já existe, foi aprovada, se eu não me engano, há 8 anos, só que ninguém nunca fez nada por ela. Tá lá. É como se fosse uma letra morta entre as leis municipais. Talvez isso seja mais importante do que tirar uma lei do zero. Criar uma lei é você fazer uma lei existir. Aí quando a gente olha lá, vê assim, pô, interesse social, pauta, tudo. Ah, volto pro meu pato branco ali em Itapevi, os vereadores, ah, é que tô ali há 13 anos, então aquela dinâmica tá muito viva. Quando a gente olha, por exemplo, via mobilidade cuida dos trens que liga Itapevia Barra Funda. Liga Itapevia São Paulo. Aí viu assim, teve um problema no elevador que durou quase uma semana, acessibilidade. Reclamações chegaram até a Câmara, os vereadores, ah, mas isso é do governo do estado, tem que resolver. Eu olhei pr os vereadores assim, pera aí. Chegou a reclamação na ouvidoria, chegou a reclamação no gabinete de vocês e vocês falam que o problema é do governo do estado? Pergunta simples. Quem são as pessoas que utilizam o transporte público de trem em TPV? Os moradores de TPV. Vamos lá, vamos acessar aqui o site. Quantas pessoas circulam no trem da estação de Itapevi? Quase 200.000 pessoas dia. Tem gente de fora também de outros municípios. De quem é o problema? continua sendo o governo do estado, mas o problema é no município. O representante mais próximo que tem é quem tá na assembleia ou quem tá no município. Quem é a primeira pessoa a puxar esse problema e falar que ele é meu? É o parlamentar. Demorou um pouco para entenderem, mas teve dois vereadores que entenderam. O elevador não passa mais uma semana quebrada. Eles se transformaram chatos da via mobilidade e a gente vai resolvendo. Se o serviço público está no município, o representante mais próximo é o vereador. Então aquele problema é local. Pode ser até uma concessionária que presta serviço pro governo do estado, governo federal, mas o problema é local. A gente volta ali no Franco Montoro que quando falava a pessoa vive no município. E quando a gente pega esses problemas e puxa como nosso para trazer a lei como propósito, ação, causa do mandato, as mídias sociais, nesse contexto são apenas um dos instrumentos utilizados para cumprir esse propósito. Um lembra do jornal Globo? O vereador que infelizmente, felizmente estava no local certo, na hora certa e virou pauta em diferentes meios de comunicação em âmbito nacional, deu entrevista ao vivo na CNN, no G1, no na Globo News. O jornal de Campinas hoje com um parlamentar que desenvolveu uma ação bem pautada no marketing lateral e virou pauta em um jornal. A rede social é só um alargamento para as pessoas te encontrarem. É um meio. E pra gente ser encontrado, a gente precisa ter essa rede social muito bem pensada e a comunicação elaborada de trás para frente. Por isso que a gente olha os bastidores para poder pensar o quê? Como que eu vou fazer essa publicação? O que eu vou postar? Não, a gente não, a gente não pode ser essa máquina automática de acabou o evento, publica foto, acabou o evento, grava o vídeo, já sobe. Em algum momento vai ter que ser dessa forma, porque cobra alguma coisa, cobra velocidade. E se cobra velocidade, aí eu vou brincar que eu falar com os estagiários. Qual é a ação que vai ter hoje? Audiência pública. Bacana. Você tá com o lead pronto da notícia? Não, vou fazer amanhã. Vou fazer na hora. Por que que você vai fazer na hora algo que você pode antecipar? Vai acontecer a audiência pública na Câmara X horário, a pauta é isso e as pessoas podem acesso livre ao público e as pessoas a qualquer momento podem o quê? Interagir. Tá pronto o texto ali? Se acontecer algo extraordinário, eu só vou complementar. Então, se eu vou em um evento acompanhando o parlamentar todo, eu já posso prever algumas coisas, estar com ele semipronto. Ali eu só complemento, já adianto um pouco meu serviço e o que não falta é plataforma de IA para ajudar a gente nisso tudo. Eu até esqueci de colocar nos slides um link que tem um catálogo com mais de 3.000 e as entre gratuitas e pagas que vocês podem utilizar para dinamizar a comunicação do mandato, mas eu prometo que depois eu mando pra Bruna e ela tem um contato de vocês, ela dispara no e-mail de vocês. É muito bacana. Então vamos lá. E para pensar esse propósito, o Qcode, eu vou deixar aqui que são provocações em relação à aquelas perguntas que não é agora, mas depois quando chegarem na Câmara com mais calma vocês pegam, baixam esse arquivo e analisa ali para poder criar meios para pensar no propósito de vocês. Quem não conseguir acessar ele, a a Bruna conversou comigo, depois ela disponibiliza via e-mail para todo mundo que tem que tá logado no Google, sua conta do Gmail para poder acessar ele. Que que eu puxo nesse nesse PDF? Quem eu represento? Pode ser uma pergunta assim: "Ah, é óbvio, eu represento o quê?" toda a população do município. É uma representação muito grande. Aí você vai começar a fazer cortes e vai identificar quem você representa. Por mais que essa pessoa está, o grupo que você representa está no município, mas quem fala com todo mundo fala com ninguém. Então a gente precisa direcionar a nossa comunicação. Quem eu represento? Quais problemas quer ajudar a enfrentar? Quais problemas? Nada impede de eu ter mais um problema para poder ajudar a solucionar. Nada impede da população chegar para mim e trazer um problema. O ex-deputado federal Pedro Cunha lá da Paraíba, ele trabalha muito a questão da primeira infância quando era deputado federal. Era uma atuação, audiência pública, projeto de lei, reunião com pais, professores, tudo para poder tirar uma política pública do papel. Não conseguiu. Porém, o que aconteceu? mães e pais e associações que defendiam o quê? A aplicação do uso do canabidiol para tratamentos específicos. Viu nele uma pessoa que defendia ações claras. pararam ele no meio do corredor do Congresso Federal em uma conversa rápida e conseguiram convencer ele a sentar e receber associações para poder dialogar sobre a importância do uso do canabidiol para tratamentos clínicos específicos. conseguiram uma audiência com o deputado, ele abraçou a causa. Aquilo que você representa e gera conexão com a sociedade pode fazer com que outras pessoas te reconheçam como uma pessoa que vai, que pode ser alguém que solucione o problema que você tem. Eu volto ali para Carapicuíba, essa vereadora que eu fui assessor dela, as três bandeiras bem pautadas, emprego, educação, que ela era professora, e a causa animal. A sessão em Carapuíb era sempre quarta-feira às 18 horas. Não aparecia ninguém no plenário. De repente, uma quarta-feira apareceram 30 pessoas, sentaram e ficaram calados. Claro que todo mundo ficou assim: "O que que tá acontecendo? É manifestação? Não era manifestação?" Eles não respondiam pergunta nenhuma, só assistiam a sessão. Na semana seguinte, 25 dos 30 não falaram nada. Na terceira semana, 1730, a gente foi contando que a nossa pensamento vai aumentar os moradores. Já tínhamos identificados de qual bairro eles eram. Era no profundo do Jardim Tonato. Eu não vou lembrar o nome da avenida. Mas o que que eles fizeram na terceira sessão? Esperaram acabar a sessão, abordaram a vereadora que eu trabalhava e falaram que eles estavam analisando os vereadores por atuação no plenário. Fora o que eles faziam na rua. E pegaram ela para quê? Para poder representar eles junto à prefeitura para pavimentar a rua Porto Vitória. Para pavimentar. E era uma rua que tava há décadas para ser pavimentada. Eles não conseguiam porque a rua não era oficial. Há décadas ninguém apresentou um projeto de lei para poder tornar a rua oficial. Eles tinham uma caixa postal que era única, ficava na esquina, no começo da rua e toda a correspondência chegava lá. A gente foi identificar o problema. Opa, primeiro tem que aprovar uma lei para tornar a rua oficial. A rua se tornou oficial, ganhou CEP, tudo. Agora corre atrás de uma emenda saúde. Conseguimos uma emenda para poder pavimentar a rua. Tudo pronto. Na hora que deu certo, que ia pavimentar a rua, a vereadora fez o quê? Não vai pavimentar. Por que não vai pavimentar? Porque ela queria que fizesse o quê? saneamento primeiro toda a tubulação de coleta de esgoto e águas pluviais para poder conectar a rede da Sabespe. Conversou com os moradores, uma coisa que dava para se resolver em um ano levou quase dois. Só que eles entenderam porque se não canalizasse ia ser jogado num córrego que passava próximo, que já tava tudo poluído. E era um local onde ela não tinha atuação política. Pela geografia dos votos, quando a gente puxou, ela teve um voto e uma escola. Na eleição seguinte, ela teve muito mais votos. Isso alinhou o quê? uma comunicação estratégica pensada e a atuação dela no plenário. Tá vendo que você precisa conectar redes e rua ou como costumo dizer algoritmos e rua? Rua e algoritmos. Vocês não são uma pessoa nas redes e outra no plenário nas ruas. Vocês são as mes a mesma pessoa. E é isso, essa identificação que o cidadão precisa ter, precisa pensar dessa forma. E a gente volta lá. Que tipo de vereador quero ser? ou vereadora, que transformação desejo gerar? Quais valores orientam a minha atuação? Quais valores? Será que essas 17 pessoas na última sessão enxergaram os valores dessa parlamentar? A gente acredita até hoje que sim. Então, a gente precisa pensar isso tudo na construção do nosso propósito. A proposta, então, é construir, eh, contribuir para que o vereadores, assessores e equipes de comunicação fortaleçam sua presença digital com mais clareza de propósito, planejamento de conteúdo, conexão qualificada com a população. E eu só consigo ter uma conexão qualificada a partir do momento que eu tenho o quê? Noção do que as pessoas querem, falam e desejam. Quando a gente olha lá, vamos lá. O propósito pode ser escrito em uma frase curta. Representar com seriedade as demandas reais da população e transformar escuta em ação, que não adianta eu ouvir se eu não transformo aquilo em ação. Ah, mas o cidadão quer a resposta imediata? Nenhuma resposta imediata. O que que eu preciso fazer? Dialogar com o cidadão e explicar sempre cada etapa do processo. A rua levou do anos para ser pavimentada. Só que cada etapa a gente foi comunicando, protocolamos a emenda, a emenda tem um termo técnico que fala em Brasília, não vou lembrar o qual agora. Eh, foi liberada tudo. A gente foi falando cada etapa e isso foi 2011. A gente não tinha WhatsApp ainda, né? Não, não tinha WhatsApp. Era telefone, era e-mail, era visita, tinha um assessor, eram, éramos em 11, tinha um assessor que ficou responsável da conexão direta com a Porto Vitória, que a gente sabe, nenhum parlamentar consegue atender toda a população que te procura. Então, a gente tinha um assessor deslocado só para atender essa população. OK, a realidade é diferente. Ela tinha 11 assessores na época, então dá para deslocar uma pessoa? dava para deslocar uma pessoa. Então ficou fácil fazer esse trabalho. Quando a gente avança aqui, por exemplo, atuar como ponte entre comunidade e poder público. Essa é fácil. É o que vocês, vereadores, vereadoras são de fato. É a ponte entre a população e o poder público, entre o desejo e a execução. Vocês são os fiscalizadores, vocês são os representantes número um no município. Defender políticas públicas que melhorem a vida cotidiana das pessoas, especialmente das que mais precisam do poder público. Quem são as pessoas que mais precisam do poder público? Olha o mapeamento mais uma vez aí. Não tem pessoa melhor para poder achar isso no município que um parlamentar. Vocês podem falar que não, mas vocês conhecem o município com a palma da mão. Até hoje eu não conheci um vereador que não sabe se localizar sem GPS em qualquer rua, em qualquer rua do município. Se localiza fácil. Eu particularmente me perco até com com GPS. Para um vereador, um bom propósito precisa ter três características: ser público, claro e ser prático. A gente precisa uma comunicação clara, objetiva e ela tem que ser prática. Vamos lá. Não apenas pessoal. Tá vendo que a gente tá tirando o personalismo? A rede é minha, mas ela não é para falar sobre mim, é para falar sobre as pessoas que eu represento. É para falar sobre os problemas que elas enfrentam. É para falar sobre as soluções que eu, como representante delas, estou trazendo. É para dialogar com esse povo. Ser claro não genérico, é seu objetivo, ser claro ali na comunicação, ser prático ligado à atuação real do mandato. Então, a gente pode pensar o quê? Meu mandato existe para verbo de ação, mas público ou território, problema ou causa, valor público gerado. Exemplo, meu mandato existe para ouvir e representar os bairros da cidade, fiscalizando serviços públicos e defendendo soluções que melhorem a vida cotidiana. Eu falei para vocês uma frase curta, coloquei uma frase grande aqui, porque vocês vão pensar exatamente a partir dali: verbo de ação, público ou território, problema ou causa, valor público gerado. Você já tem isso praticamente no dia a dia de vocês. Talvez a gente não consiga dar aquela parada, aquela respirada para poder pensar sobre isso. Mas a gente já faz isso por osmose. A gente faz isso sem pensar. Não é um erro, não é uma falha. É só aquele ponto que às vezes a gente precisa ter dois encontros de planejamento, um no começo do semestre, um no segundo semestre, para poder fazer balanço do que a gente fez, o que que a gente abandonou no meio do caminho, porque abandonou e o que que a gente vai fazer. Olha o quanto que a gente tem de pensar nisso tudo. É ser estratégico no mandato. Posicionamento estratégico. Vamos lá. A gente fala muito de esquerda e direita. Posicionamento estratégico tá para além de ser esquerda e direita, vai além disso. Falei para vocês que eu pesquiso eleições de pequenos municípios. Eu olhei eleições em nas cinco regiões do país, pegando cidades entre 10.000 e 20.000 habitantes. Em uma delas, eu ouvi falar sobre Lula e Bolsonaro, analisando 2000, arredondando 2600 publicações feitas em duas redes sociais, Facebook e Instagram, de 15 candidatos, espalhado em cinco regiões. Colares no Pará, Barroquinha no Ceará, Imuí em Santa Catarina, Piquete aqui em São Paulo e Novo Ubiratã no Mato Grosso. Uma publicação clara falando do ex-presidente ou do atual presidente. Uma, olha quanto que os problemas são locais. A pessoa tá preocupada com o buraco na rua, com a falta da facha de pedestre, com a limpeza da praça, com a falta do medicamento na UBS, para tá tão preso na questão de direita e esquerda que a gente vê essa discussão verticalizada de cima para baixo. Não que esquerda e direita não seja importante, é a ideologia de cada um e a gente precisa dialogar sobre diálogo é democracia, diálogo, mas não é o mais importante. Nem apenas ser o quê? Eu sou o do povo. Olha ser genérico aqui de novo. O povo é muita gente. Quem você representa? Com quem você fala? A gente vai lá próximo da população e presente nos bairros, fiscalizador e atento ao uso do dinheiro público, função ali do bem fiscalizador, defensor de políticas sociais concretas, voltado à educação, saúde, mobilidade, desenvolvimento local, que traduz temas complexos em linguagem simples. Temas complexos é o que vocês mais tratam aqui nesse plenário, por exemplo. E me dá agonia que eu quero arrancar o fígado quando escuto um vereador na tribuna falando aquela palavra munícipe e na ponta tá o cara sentado na na galeria e fala: "Quem é? Eu já vi isso. Fala cidadão, povo, pessoa, gente. Dá o nome da pessoa na tribuna que solicitou a o tapa buraco, a pavimentação da rua, gera conexão. Munícipe é um termo muito técnico, você pode colocar no documento, não tem problema nenhum, mas na sua fala você tem que fugir dos termos técnicos, linguagem simples, falar o que o povo entende, falar exatamente o que ele entende, pensar exatamente dessa forma. Então vamos lá. não indicado. Lutar por uma cidade melhor tá amplo. Se você tá lutando por uma pauta específica, você já tá lutando por uma cidade melhor. Então vamos deixar claro no que que você tá lutando para melhorar essa cidade. Não dá pra gente abraçar o mundo e fazer cafuné nele, mas dá pra gente pegar algumas pautas ali e trazer a melhoria que a su que a população precisa. Se eu melhor a educação do município em 10 anos, eu consegui melhorar mais o quê? No município a partir da melhoria da educação, consegui melhorar muita coisa. Se eu consigo educar os motoristas e motoqueiros no trânsito local, eu consigo melhorar também a questão da segurança pública, eu consigo melhorar a saúde. Se eu consigo colocar uma prática de atividade física contínua entre os moradores, eu meloro saúde, eu melhoro educação, melhor outros aspectos também. Olha o quanto que as coisas estão conectadas. educação conectada com cultura, conectada com esporte. A gente vai conectando pontos para poder pensar o nosso propósito, nossa comunicação. A gente avança ali depois do propósito, conteúdo que funciona, que que a gente pode puxar lá? Pensar o conteúdo com como o público em com o público em primeiro lugar significa sair da lógica. O que eu quero dizer? O que eu quero dizer é o que a gente já faz naquela questão do automático. Eu preciso pensar o quê? O que as pessoas precisam entender, sentir e fazer depois de ver isso. Quando eu começo a pensar o que as pessoas precisam entender, sentir e fazer, depois de ver o que eu postei, eu tô chamando o quê? as pessoas para ação. Venham dialogar comigo, venham conversar comigo, porque eu preciso de vocês para construir o meu mandato e transformar em solução as demandas de vocês. Eu preciso disso. Então, eu preciso avançar nesse ponto. Primeiro, identificar quem é o público prioritário. A gente volta ali para saber com quem eu tenho que falar, qual é o público prioritário dessa ação. Segundo, partir das dores, dúvidas e interesses desse público. Partir das dores não é explorar a dor do cidadão, é trabalhar a partir delas, fazer com que aquilo deixe de ser uma dor, transformar aquilo em uma solução. E vocês são essas pessoas que vão receber exatamente as dores e transformar ela em solução. Terceiro, adaptar a forma da mensagem. ao modo como esse público consome informação. A gramática das redes, eu posso ter um meme, eu posso ter um gif, eu posso ter um vídeo, eu posso ter um texto, posso ter um link, diferentes formas. Qual é o meio que eu posso melhor entregar essa informação? Preciso pensar sobre isso também. Por isso que a gente volta no planejamento estratégico. Quando a gente tá bem pautado, a gente consegue prever antes como que eu posso explicar cada etapa daquilo que eu preciso comunicar ao cidadão. Quanto? O quarto, pensar no valor da entrega. Qual o valor agregado eu preciso trazer para isso? O que que eu vou trazer de valor ali que a pessoa vai pensar emotivamente? vai lembrar de mim no futuro, vai puxar a memória sobre problemas anteriores que nunca foram solucionados, que talvez isso aqui seja a solução. Qual o valor agregado eu tô trazendo nessa publicação? O que isso vai mudar a vida do cidadão? O que essa informação pode agregar? Então, eu vou pensar nisso tudo. Tenho forma simples aqui que eu gosto de aplicar. Eh, público, problema real, linguagem clara, utilidade e coerência do mandato. Tá vendo que você aparece? Não é a primeira pessoa, mas você aparece. Primeira coisa é o público. Problema real, linguagem clara, utilidade e coerência do mandato. Isso aqui pra rede social. Quando tiver no plenário apresentando a a gente vai para um outro termo, né? Não, vamos falar a requerimento, indicação ou projeto de lei. Eu vou fazer a mesma coisa quando for defender a minha ação aqui na tribuna, ou quando eu falar questão de ordem, ou quando eu usar, peço a palavra, ou a parte, eu vou fazer a mesma coisa durante o mandato. Tá vendo que vocês têm diferentes meios para conectar a pauta? Não é só a rede social. A sua fala no plenário, ela é um recorte que você precisa para também trazer nas redes sociais, conectado da mesma forma com que você publica. Costumo também falar para vereadores de que eh tudo se resolve no plenário, só que tem uma outro local que às vezes é ignorado. Reunião de comissão é tão importante quanto. E se não for mais importante, as melhores discussões ocorrem nas reuniões, nas comissões permanentes. Ali pode sair muita coisa positiva. A gente se preocupa muito em falar que a lei foi aprovada. Aí a gente volta paraos bastidores, as etapas. Eu não falo quando eu estou pensando a lei no gabinete e vou protocolar, porque se você falar que tá pensando no gabinete, é melhor protocolar na sequência, porque a gente é vigiado 24 horas por dia. A oposição ou o outro grupo vai lá pegar a ideia e protocola a lei antes. Anunciou que vai, anunciou a ideia, já protocola, então já protocola primeiro e anuncia a ideia. Aproveitando, passa aqui, protocolei, tal, tal, XPTO, projeto de lei, vai mudar exatamente isso, isso, isso. E essa demanda chegou a mim por quem? Por seu Pedro, dona Maria, tal, tal, tal, tal. Olha que bacana. Entrou na sessão, ela vai ser lido na sessão e vai ser encaminhado à comissões. Mais uma etapa. Reunião nas comissões, terceira etapa. Aprovação no plenário, quarta etapa. Qual é a quinta etapa? publicação no Diário Oficial que ele virou lei. Olha quantas etapas você tem para um projeto de lei em diferentes momentos. E ainda dá para você incluir outras ali no meio, nesse meio tempo. Eu posso pegar o projeto de lei e chamar especialistas para conversar, posso chamar audiência pública, colocar as pessoas ali para trazer essa sensação de participação, de colaboração no que diz respeito à municipalidade. Tenham diferentes caminhos e isso eu consigo fazer quando eu tenho o meu propósito bem definido, meu público, para poder trabalhar junto com eles. Então eu tenho ali o ponto de quê? Informar, orientar, prestar contas, escutar e mobilizar. O que a gente mais precisa é mobilização. E às vezes a gente tá preso em fazer mobilização durante os 45 dias de campanha. 45 dias de campanha é o quê? É jogo. Mandato é o quê? Mandato é treino para chegar exatamente nesses 45 dias. E quando a gente tem isso tudo organizado, a gente chega o quê? com muito mais musculatura e com muito e trabalhada a lembrança e a memória do cidadão. Diferentes meios que a gente conhece todos aqui. Vamos lá. Vídeos curtos, Rios, Histories e TikTok. O shots também é um formato de maior maior potencial orgânico, é um vídeo curto, objetivo e as pessoas consomem muito. Posso explicar um tema em 60 segundos, antes e depois de uma ação, bastidores do mandato, respostas de uma dúvida frequente, comentários sobre o fato do dia. Olha quantas coisas, só coloquei algumas. Eu sei que vocês já pensaram para além disso. E tem diferentes caminhos. carrosséis é também um conteúdo muito eh consumido que você pode puxar ali o que você precisa conhecer, como funciona, como você pode participar do meu mandato. Se você está nas redes, é para ser exatamente questionado, procurado e as pessoas interagirem com você. Se você tem os canais, responda, puxa as pessoas para poder informar tudo e dialogar com elas. Conteúdo de opinião. As pessoas acompanham perfis que t posicionamento claro e fundamentado. Qual é o seu posicionamento sobre as coisas? Não é esconder, não é se omitir. Eu sei que a gente pode falar às vezes sobre tudo, mas você precisa ter um posicionamento claro, porque se você for indagado por alguma coisa, você tem como responder, você tem como dialogar. A vantagem da rede social é que eu posso ser indagado por uma coisa e eu tenho tempo para poder analisar e responder. Eu volto ali para 2011, esse vereador de 7 meses de mandato que ele era suplente. Tudo que a gente postava em uma rede, uma senhora em carapicubia lá e rebatia, criticava e reclamava. A gente explicava a importância, ela ia lá, criticava e reclamava. E ela fazia isso com 17 vereadores. E foram dois meses dessa forma. Até um dia eu resolvi, entrei na rede social dela no Facebook, analisei e descobri um problema dela que o município nunca deu atenção. Ela tem uma filha que tá desaparecida até hoje e o município, a única coisa que ela queria é que o município tivesse uma ação contínua sobre pessoas desaparecidas. Ela só queria isso antes do final do mandato dele. A gente não conseguiu aprovar a lei, mas para poder incluir o cadastro de pessoas desaparecidas no site da prefeitura e da Câmara. Eu não sei se da Câmara ainda tá, mas da prefeitura sei que tá. E quando ele foi conseguiu ser reeleito, ele conseguiu aprovar a lei. A lei, se eu não me engano, tem o nome da filha dela. E todo ano o município faz alguma coisa em relação às às pessoas desaparecidas no município. Era a única coisa que ela queria. Só que antes da gente chamar ela para conversar sobre isso, eu descobri que ela gostava do roupa nova. Em uma semana antes o vereador e a esposa teve no show do Roupa Nova em São Paulo. Peguei o link do YouTube, uma música que ela já tinha postado há três meses, coloquei primeira vez que ela foi lá e não criticou. Eu também gosto do roupa nova. Eu falei: "Que bacana". Respondi como se fosse o vereador e falei: "Então precisamos conversar sobre roupa nova e as problemáticas do município. Quando podemos tomar um café? Pronto, tomaram um café, são amigos até hoje. Ele não é mais vereador, mas são os dois são amigos até hoje, um morando na Coab, outra na Vila Dice, em Carapicuíba, e dialogam até hoje sobre problemas comuns. A gente precisa conhecer a pessoa que nos critica. A rede social dá esse tempo da gente dar aquela respirada para poder se posicionar de alguma forma. Conteúdo educativo, vocês têm um mandato, não dá para pensar em conteúdo educativo também. Quem pode ajudar muito nisso, por exemplo, são as escolas do parlamento. Câmara que tem escola do parlamento, por exemplo, eu sou um vereador, estou defendendo um projeto de lei que trata sobre atividade física pra população 60 mais. Escola do parlamento, me arruma um especialista pra gente conversar sobre esse projeto de lei. Olha, uma ação educativa conectada ao mandato. Vou chamar outros educadores físicos do município e a gente vai transformar isso numa grande audiência pública, uma consulta pública e avançar. Isso vai paraa educação, paraa cultura, pro esporte e outras áreas. Então, a escola do parlamento tem como um papel muito importante para poder ajudar também em pensar no mandato. E isso não é usar a máquina pública, isso é mandato parlamentar, utilizando os recursos disponíveis para fazer a representatividade. É a mesma coisa comunicação pública e utilizar a escola do parlamento nesse sentido. Conteúdo educativo, bastidores, isso humaniza o perfil, saber o que que estava ocorrendo antes. Isso é muito bacana, que as pessoas querem saber o que que tá, qual é essa dinâmica toda. Então é de se pensar sobre isso. Por exemplo, bastidores. Ah, isso, esse momento aqui para quem é parlamentar ou para quem é assessor de parlamentar e o parlamentar constituí é uma comunicação importante. São bastidores do seu mandato. Vereador está se capacitando e a assessoria também está se capacitando. É de se pensar uma postagem nesse sentido. Quem disse que se capacitar é algo ruim? É bom. Isso é bem visto lá fora. Ruim é para quem não se capacita, a gente começa a comparar um com o outro. O ser humano vive de comparação, infelizmente. Então, a gente precisa dar elementos pra gente ser se ser comparado com pessoas acima da gente. Tem um, é que a gente não pode falar nome de político agora, né? tá no período de defesa, aquela coisa toda. Então vamos avançar aqui. Ah, histórias reais, narrativas geram identificação, relato de um cidadão atendido, ah, demanda solucionada em conquistas do mandato. Quem faz isso de trazer o relato de um cidadão que teve a sua demanda atendida por uma ação do do gabinete. Alguém aqui traz esses relatos? Isso é muito bacana, parabéns. Porque começa a gerar identidade. Você, ô, pera aí. Não é o parlamentar falando que ele conseguiu cobrir o ponto de ônibus ali. Não é o parlamentar falando que conseguiu iluminar aquela rua. É quem mora naquela rua falando. É o testemunho real. Tá no caminho certo. Parabéns. Lives pode puxar para fortalecer o relacionamento. Nem toda audiência e consulta e bate-papo precisa ser real. Eu posso fazer uma live no meu gabinete, pego lá uma plataforma, transmito paraa rede social todo e tô conversando com especialistas, população. Eu convido as pessoas de acordo com o perfil para aquela discussão. Lembre, é seu, é meu mandato. Eu não vou trazer uma pessoa que é 100% contrário ao pensamento do que as pessoas querem ser que solucione a lei. O pensamento contrário a gente vai ter quando for aprovar no plenário. Eu não preciso ter outras pessoas especialistas falando, olha, esquece isso aqui. Para que cobrir ponto de ônibus? A moda agora é sustentável. Cada um quiser cobrir o seu guarda-chuva, tudo não precisa de alguém que fale sobre a importância, reforce a justificativa do meu projeto. Contrário, eu já vou ter ali os parlamentares que podem votar favorável ou contrário meu projeto. Então a live pode ajudar muito nisso. Conteúdo com participação do público para fazer engajamento. Eu posso fazer enquetes, caixas de perguntas, eu posso dialogar com nos comentários, eu posso propor votação sobre o que é prioridade. É comum hoje a gente ver parlamentar fazendo o quê? Sugerindo pessoas para indicar destinação de emenda, coisa que a gente não via. Um parlamentar fez isso e agora praticamente todos os parlamentares, quase todos estão fazendo para saber aonde a gente vai destinar dinheiro. Quem fazia isso antes? Prefeitura por meio do orçamento participativo. Agora o parlamentar também está fazendo aquele que tem emenda. Conteúdo baseado em tendências, aproveitar assuntos que estão em alta, desde que faça sentido com o mandato. Não é porque é uma trend que tá viralizando que eu vou pegar essa trend e vou trazer para mim. Eu me encaixo com essa trend. Eu não vou lembrar o nome dele agora, mas é um marqueteiro do eleja assim. Ele fala: "O seu parlamentar, ele é desinibido? Ele topa fazer dancinha? Não há problema nenhum. Agora, se o seu parlamentar ele é mais travado, por que que você vai submeter a ele a fazer uma dancinha? Você se encaixa nesse perfil? Vai. Se você não se encaixa, você tem que encontrar meios, quais trends você vai utilizar pro seu parlamentar. Não é porque é uma moda que eu vou me encaixar nela. Eu preciso pensar muito em relação a isso. Conteúdo baseado em tendências, conteúdo institucional com linguagem simples, especialmente importante para quê? Perfis públicos, explicar projetos, mostrar resultados, informar serviços e divulgar eventos. Não é porque a ação do dia D de vacinação é da prefeitura. Eu não preciso informar. Nas redes sociais vivemos em bolha. Talvez essa informação que você traz, que é uma informação de interesse público, chegue a um determinado público, que a comunicação da prefeitura não chegue e foi você que informou. Então, a gente precisa saber exatamente se vai ocorrer para poder informar alguma coisa pro cidadão. Olha o trabalho que a gente tem nessa estratégia toda. Tem vacina suficiente? Vai atender todo mundo? Não vai. Feirão de emprego que vai ser realizado no município, tudo quem tá realizando, por quantas vagas, o que a pessoa precisa levar. currículo, caneta, tudo. Vai ter impressão de currículo na hora? Você pode indicar na na comunicação lá. Às vezes a gente pode acabar comunicando alguma coisa que a prefeitura esqueceu de comunicar. É comum. Vamos lá. Uma estratégia equilibrada costuma combinar diferentes objetivos de comunicação. Objetivo, formato mais indicado. Aqui são sugestões. Cada um vai fazer a leitura de acordo com o quê? A realidade que você vive no município. Então a gente pode puxar eh alçar novas pessoas. Rio, vídeos curtos. a gente vê que é uma forma de comunicar que as pessoas consomem muito, gerar autoridade, criar confiança, bastidores de histórias reais, isso ajuda a gerar confiança. Eu tô mostrando o que acontece ali nos bastidores com um certo limite, coerência, não preciso mostrar tudo. Então, o que que eu posso mostrar? Engajar seguidores, enquetes, perguntas e comentários. Prestar contas, vídeos, carroçais, lives, humanizar o mandato, bastidores e cotidiano. Tem uma regra que eu gosto de trabalhar, mas tá regra, mas não quer dizer que tem que ser seguida. Cada um sabe da realidade, pode fazer o equilíbrio de acordo com o mandato. Eu acho falar 70 20 10 70% de conteúdo de valor, educação, informação, utilidade, 20% de interesse, relacionamento, bastidores e participação, 10% de promoção direta. ações do mandato e resultado. Cada um vai equilibrar as porcentagens de acordo com o seu público, vai ler as métricas da rede, vai ver o que que tá dando resultado, o que que não tá dando para poder estabelecer as suas porcentagens. E isso tudo muda quando tá chegando mais próximo de reeleição ou de eleição, porque a dinâmica social muda. Quanto mais próximo de pleito, tá todo mundo comunicando. Então, a gente precisa reveria de 70 10 70. A gente vai recolocar as porcentagens. Então isso tudo vai depender de período, de calendário, de ação, principalmente do mandato do parlamentar. Ah, o parlamentar não faz nada em rede social. Talvez 70, 20, 10 não funcione. Você precisa startar alguma coisa para ver o que que tá dando certo para depois estabelecer suas porcentagens. É tudo forma de se pensar. Ah, essa promoção evita o quê? Que o perfil seja repercebido apenas como espaço de autopromoção. Aumenta as chances de crescimento sustentável. a gente foge de autopromoção. Não é mais o político falando de si para si mesmo, é o político buscando formas de se conectar. Então isso ajuda o quê? Ah, são aquelas ações que informam, explicam, aproximam o cidadão do trabalho legislativo, que é o objetivo de vocês. E quando a gente olha, professor Marcelo Vitorino, eu gosto muito dele, ele tem livros bem interessantes, principalmente com foco em vereadores. Acho muito bacana essa essa atenção dele, porque ele puxa aquele olhar pro município, não fica só preso na realidade de grandes campanhas, ele olha para municípios também. Originalidade, variedade, valor, propósito. A gente volta pro propósito aqui. Chamada para ação. Isso aqui é o que a gente menos faz, chamar as pessoas para ação. O que que elas querem no município, o que que elas esperam do meu mandato? É dialogar com o povo. Aonde o povo está? é na rua, é nas redes, é naquele e-mail personalizado que eu tenho para poder achar professores, o pessoal que usa açogueiros, achar exatamente as pessoas que trabalham no trânsito, os fotógrafos do município. Então eu tenho diferentes formas. Olha lá, propósito. Os públicos de interesse precisam enxergar o propósito do candidato no ato da comunicação, peça a peça. O meu propósito precisa aparecer em tudo que eu faço para deixar claro esse a mensagem do meu propósito. É a mesma coisa quando a gente pega assim: "Eu não defino as cores que eu vou utilizar pra minha publicação. Eu não defini minha logomarca da mesma forma que as cores, as cores que a gente escolhe para nossos cards, pro nosso vídeo, ela está presente. Quando a gente olha ali valor, em todas as publicações, é necessário que alguma informação de valor esteja expressada. É, não é se comunicar por se comunicar. Qual é o valor agregado que isso vai trazer pro cidadão? O que que isso traz? Aí eu volto só como aquele exemplo. Ah, eu vou publicar dia X, dia Y, dia não sei o que lá, co Y. O que que você tá fazendo em relação a essas cores? O que que você tá fazendo em relação a esses dias que você tá postando na sua rede social? Qual é o propósito disso? Se fosse transformar sua rede social em um grande calendário, tá atendido. Agora, se for se conectar, a gente precisa rever quais datas comemorativas são importantes para você puxar essa comunicação e quais cores do ano você vai trabalhar ali que tem propósito e ligação com seu mandato. É de pensar tudo isso. Variedade para manter os espectadores atentos é preciso variar bastante os diversos formatos oferecidos pela plataforma. E vou dar uma olhada. As pessoas se engajam mais com fotos que eu publico, com vídeo, com meme, com gif, com o quê? Aí eu vou pensar na gramática que eu vou utilizar, que é exatamente esses formatos. Variedade, originalidade. Não tem ninguém mais original que vereador em mandato. Vocês são muito originais. Então, permitam que a comunicação de vocês usem toda essa originalidade para transformar em comunicação. Aí a gente vai lá, que é o nosso famoso CTA de chamar as pessoas para ação. E é isso que o professor Vitorino ele propõe. São cinco passos aqui que dá pra gente fazer isso. Muito bem. Vamos lá. No âmbito digital é preciso contar histórias de um jeito diferente. Não é apenas da ordem cronológica dos fatos. É de forma diferente. Vamos lá. A lógica passa a ser que efeito eu quero gerar em vez de quê? O que eu quero postar? A gente volta um pouco no que a gente comentou. Que efeito eu quero gerar? Qual sensação sensação eu quero gerar nas pessoas? Eu preciso pensar em relação a tudo isso. Depois disso, você volta e define quais mensagens formadas etapas. imaginar primeiro qual seria o cenário ideal de sucesso e se não esteja no e só então planejar conteúdos, as ações e as narrativas. Definir depois o que precisa acontecer para chegar até lá, o que que eu preciso fazer para chegar esse momento que eu quero que as pessoas interajam comigo. Um ponto é você conhecer bem seu público. Eu vou comunicar exatamente, vou falar exatamente com o meu público. Gosto muito do McDonald's. Às vezes a gente pode ver uma, o McDonald's tem seu público muito bem definido, mas muito bem mesmo. Mas em algum momento a gente vai assistir uma propaganda no McDonald's, vai falar: "Não gostei". Por que você não gostou? Porque não é para você. O McDonald's sabe exatamente com quem ele tá falando. Meses depois ele vai vir com uma comunicação para aquele público que naquele momento não gostou da anterior. Ele sabe com quem ele fala. Aquela propaganda, você pode ter aquela falsa sensação é para todo mundo, não é? É para um público específico. O Burger King, ele sabe exatamente com quem ele fala e para se diferenciar ele faz aquela comunicação muito mais despojada do que o Big Mac, do que o McDonald's. Ele é muito mais escraashado. Aí são os arquétipos que depois vocês podem dar uma olhada qual que você quer puxar. Tanto que nem todo candidato vai fazer dancinha, nem todo político faz dancinha. Outros fazem, fazem muito bem. É a personalidade de cada um. Queria até corrigir uma informação que eu falei que a a escola ia mandar para vocês a informação via e-mail, não. Eles vão disponibilizar no Moodle aquela tabela do QR code que eu deixei para vocês escanearem. Quem não conseguiu acessar, a Bruna acabou de falar que vai deixar no Moodle. E o catálogo com as mais de 3.000 IA disponíveis, eu vou mandar no WhatsApp para ela também vai deixar disponível no Moodle, tá? Só corrigindo essa informação. Então, nessa parte dois, a gente vai ter uma visão um pouco mais prática aqui do que é esse marketing lateral. Vamos lá. Ele consiste em quê? Buscar oportunidades por meio do quê? De abordagens não convencionais. Que que são essas abordagens não convencionais? Sair exatamente do comum. Aquilo que a gente poderia pensar: "Ah, vou mandar só um e-mail marketing. Ah, vou mandar só um WhatsApp. Ah, vou mandar só um um joinha ali na comunicação. Eu preciso pensar para quem além disso, como fazer melhor o que todos já fazem. Eu vou pensar exatamente isso. Quando um parlamentar tem aquela brilhante ideia de destinar 10% das suas emendas paraa indicação popular, é você fazer marketing lateral, é você sair do comum. Para aquele parlamentar que resolveu ter um número do WhatsApp dedicado só pro mandato, é você fazer marcos de lateral e sair do comum, porque você só tinha o e-mail e o telefone do gabinete. Quando você vai lá e resolve fazer o que mais? Deixa eu puxar aqui de exemplo. Ah, o gabinete itinerante hoje é extremamente comum, só que isso foi uma ação de marketing lateral lá atrás. Você faz, alguém iniciou o gabinete itinerante. Isso é uma leitura de marketing lateral. Tá vendo que de alguma forma vocês fazem marketing lateral? Aí você fala assim: "Ah, mas no mundo nada se cria, tudo se copia". Sim, mas talvez no seu município ninguém faz o que você vai copiar. E não é só uma cópia, você está adaptando algo paraa sua realidade. Isso é muito bacana. Então, você vai fazer algo melhor do que vem sendo feito. Você vai fazer diferente. Vamos lá. deixar de focar apenas na divulgação de indicações, requerimentos e agenda para criar novas formas de aproximar a população do trabalho do legislativo. É isso que o gabinete itinerante faz, é isso que o WhatsApp que você disponibiliza no gabinete faz, é isso que criar perfis em redes sociais faz. Só que dá pra gente ir além disso tudo. É transformar a fiscalização em um serviço. É criar experiências de participação. É reformular a prestação de contas. É você pensar tudo isso. Vamos lá atrás. Esse eu posso falar o nome que não tem problema nenhum. Mário Covas quando foi lá e criou o poupatempo, o que que ele fez? Ele deu um nome para um espaço que congregou diversos serviços que o quê? Já existiam. O caso é que eu tinha que ir em um órgão da prefeitura para fazer o RG, outro talvez o CPF, outro pra carteira do trabalho, outro para fazer a reservista para me alistar. Você começou a congregar tudo em um lugar só. Atendimento da Eletropaulo na época da da Sabesp, todos os serviços públicos em um lugar. E por que poupa tempo? economizou seu tempo porque você resolvia isso em uma única praça. Você não percorria mais a cidade. Isso é uma forma de marketing lateral. Tudo bem, poder executivo, mas é você transformar algo que já existe em um serviço. É dar nome às coisas. Às vezes o serviço, a prefeitura tem um serviço que não tem nome nenhum. Entra alguém na gestão e resolve dar um nome para alguma coisa que já existe, transforma aquilo em um programa. dá visibilidade para aquilo. Olha que trabalho bacana. E dá para vocês fazerem isso com mandato de pensar exatamente na ação de vocês. Em vez de apenas eh publicar visitas, equipamentos públicos, o gabinete pode criar um mapa de fiscalização. Você tem um mapa interativo da onde você tá fiscalizando, por onde você passou. Lembra que o público do rádio rotativo, quando você tem um mapa de fiscalização, as pessoas conseguem acessar e saber que você passou por lá. A informação tá acessível, ela consegue encontrar exatamente o que você fez. Em que moradores acompanhem problemas eh reportados, providências adotadas e resultados alcançados. O foco deixa de ser ação do vereador e passa o quê? A ser a solução de problemas. é o cidadão em primeiro lugar. Criar experiência de participação, em vez de convidar a população apenas para uma audiência pública, podem eh ser promovidos desafios e oficinas como um dia do com o vereador, laboratório de elaboração de projeto de lei, simulação de processo legislativo para estudantes. Aqui envolve muito câmaras que tm escola do legislativo e as que não tem também, porque pode ser ação embrionária para a Câmara no futuro ter uma escola do legislativo. Dá para se pensar em diferentes formas. Vamos pegar lá, vamos olhar. O público 60 mais. Parece que a gente tem uma cultura no Brasil de que você defez 70 anos, o voto é facultativo, parece que você deixa ter importância pro município. Aposentou, parece também você deixa ter importância para um monte de coisa. Por que não chamar essas pessoas para dialogar a partir da experiência delas para discutir seu projeto de lei, para ouvir o que que elas pensam pro município dela, para aquele momento da fase da vida dela? são formas diferentes de se pensar e isso entra no marcos lateral. Em vez eh do tradicional relatório de atividades, pode ser apresentado indicadores de impacto ah história de cidadão, beneficiados, infográfico, painéis interativos, mostrando demandas recebidas, soluções implementadas e tempo médio de resposta. Eh, eu acho que eu não devo ter mais fígado, porque eu tenho vontade de arrancar o fígado todo final de ano quando eu vejo aquele balanço de gabinete, onde você tem, já tá rindo, né? 1000 ofícios encaminhados, 500 indicações, 600 requerimentos, 15 projetos de lei. Aí eu pergunto, para que serve? algum vereador da nossa. Eu acho que de Tapevid, de Carapicuíba, de 645 municípios, de 5.000, de 5.000 e alguma coisa. Aí eu pergunto, qual indicação dessa foi solucionada e resolveu um problema específico? Por que não transformar isso em infográfico? Um prompt no chat GPT transforma em um infográfico que dá leitura muito mais rápida e simples. Por que não transformar isso em um podcast pelo notebook LM que já gera um audiozinho ali, pede lá áudio em português, brasileiro, voz feminina ou masculina. Ele vai fazer isso até com um vídeo animadinho. Você vai brigar com ele e vai pedir para corrigir uma coisa ou outra, mas dá certo. Por que não pegar as pessoas? A colega lá no fundo aqui falou que ela pega o depoimento das pessoas para poder falar: "Olha, foi a minha rua. Por que não trazer isso no balanço?" Todo ano no meu Pato Branco Itapevi eu vejo 17 balanços da mesma forma. Eu não sou assessor de vereador, então eu só observo. Nas minhas aulas, quando eu vou falar de comunicação política, eu mostro os 17 e pergunto: "Qual é a diferença de um pro outro? a cor, o nome do vereador e o logo e a quantidade. Mas parece que é uma competição. Quem apresenta mais indicação, mais requerimentos, mas não fala qual foi o efeito prático daquilo. O efeito prático é o que a população quer saber. Claro, a população quer aquela viela pavimentada, mas se você não conseguir pavimentar, como é que você pode tratar o cidadão? dar justificativa, explicar, falar o andamento, tudo. As pessoas querem ter atenção em relação à demanda que ela levou. Se a gente deixar no vácuo, ela vai procurar outra pessoa. E isso é natural. Quem aqui gosta de mandar um WhatsApp e esperar uma hora pela resposta? Quem aqui chama o Uber e fica nervoso, o puto da vida no popular quando fala que tá 5 minutos de distância, a gente fica, a gente quer o imediato. Imagina lá na ponta, vocês são vereadores e assessores com aquele povo cobrando o tempo todo uma resposta. Então você tem que est pronto para poder dar essa resposta a qualquer momento. Opa, tá encaminhamento. Não, não tá. Isso deixar registrado que em 15 de janeiro o seu Pedro no Instagram foi lá e comentou sobre a pavimentação. Eu venho agora, hoje é 4 de agosto e vou falar para ele, volto naquela postagem de janeiro e falo para ele: "Eu Pedro, a ordem de serviço foi assinada hoje. Eu não podia fazer uma outra postagem? Posso e devo, mas eu tenho que voltar naquela de janeiro e falar para ele, porque aquela postagem não tá morta, ela tá viva. A partir do momento que eu fizer um comentário ali, ela volta a ser organicamente e todo mundo que teve acesso vai ver que eu fui lá e dei um feedback. Passaram-se 8 meses, mas eu retornei. Olha o mapeamento aí. Então, nada que você coloca nas redes tá perdido. E a gente precisa pensar nessa prestação de contas para não ser aquele belo relatório que todo mundo faz. Eu não vou falar nada, mas por exemplo, eu tenho um relatório de infográfico da escola de Hortolândia que tá aqui atrás, que é um infográfico belíssimo. Fugiu desse comum, mas é a prestação de contas de uma escola do parlamento, mas serve para ser adaptado para qualquer mandato. É um infográfico, é a comunicação da gramática das redes, por exemplo. Produzir conteúdo útil não apenas institucional. O Marketing Lateral sugere oferecer conteúdos que ajudem o cidadão como acompanhar projetos de lei, como solicitar informação pela lei de acesso à informação, como participar das decisões da Câmara, eh explicações sobre o orçamento público. Ah, assim, o gabinete passa a ser visto como uma fonte de informação e não apenas de divulgação. O cidadão não procura a Câmara, o cidadão procura o vereador. São raros os cidadãos que procuram a Câmara para alguma coisa. Procura o vereador. Então vocês são e precisam se empoderar disso. Fornecedores de informação. Ah, eu não tenho como ter um site sobre isso. Tem uma inteligência artificial chamada Manus que você vai lá e gera um site e deixa lá. Tem o Canva que você pode gerar um hotsite e deixar disponível um link para as pessoas irem compartilhando um com o outro. Tem diferentes formas. Dá para se trabalhar exatamente na produção de conteúdo útil. conectar temas diferentes, combinar áreas que normalmente não aparecem juntas, como política e tecnologia. Olha lá o mapa da fiscalização. Política e tecnologia, política e cultura, política e esporte, política educação, ah, e educação financeira, política e empreendedorismo. Um vereador que atua na área de educação pode realizar oficina de educação mediática ou inteligência artificial aplicada aos serviços públicos, ampliando seu alcance. Algum município aqui, por exemplo, tem lei de combate aos crimes virtuais com pessoas a 60 mais? As câmaras lá da região que eu tenho tem uma lei que fala sobre a semana ou dia sobre isso. O município, a prefeitura às vezes não executa, só que o município tem um CCI, não tem? O que impede um vereador da situação ou da oposição dialogar no CCI e levar um especialista para falar sobre isso para pessoa se sentar mais? Aquele momento de atenção de como navegar com segurança pelo pelo celular. É um trabalho educativo que o parlamentar pode fazer conectado ao propósito do seu mandato para resolver problemas de pessoas que estão na localidade ali. Criar novos formatos de relacionamento. Em vez de depender apenas das redes sociais, o mandato pode desenvolver grupos temáticos de decisão de cidadãos, podcasts com especialistas locais, boletins de segmentos por bairro, encontros periódicos para discutir problemas específicos da comunidade. Boletim segmentos por bairro. Esse vereador de 7 meses lá em Carapicuíba, a gente tinha uma cota de xeroxs de 100 por semana no gabinete. Isso a depender do mês dava 400, 500. O que que a gente fazia? Conseguiu limpeza pública num bairro. foi solicitado pelo seu Pedro. A gente tinha missão, éramos em três assessores. Eu ficava no gabinete fazendo imprensa, documentação e dois, um rodava com o vereador dirigindo o carro e o outro rodava o município. O que rodava o município trazia demanda. Quando ele trazia demanda, ele já contava quantas casas tinham ao redor da casa do seu Pedro. fazíamos a indicação, tudo bonitinho, encaminhávamos um jornal de gabinete feito de de cópia, impresso na impressora mesmo, e mandávamos dentro do envelopinho com a carta do vereador falando o serviço que ele pediu para aquele bairro. Das casas que ele mapeava, a gente recebia uma média de uma ou duas ligações pedindo uma outra coisa pro bairro e a gente escutava. Isso não é um problema. O problema é isso aqui que eu tô falando para você. a gente ouvia, a senhora tem razão, isso é um problema e a gente vai encontrar um meio de resolver a Gol. Pessoas que compram passagens aéreas, elas querem reclamar do serviço. O que que geralmente as companhias aéreas faziam? Elas rebatiam a pessoa. A gente faz isso no gabinete também. A Gol resolveu isso de uma forma simples, fez um treinamento e falou: "Escute o cliente". A pessoa reclamava, reclamava, falava tudo. A solução tava pronta já. Eu podia cortar qualquer momento e falar: "Olha, eu vou te dar outra passagem. Olha, eu vou te dar hospedagem e alimentação. Você vai embarcar em tal voo. Eu vou reembolsar sua passagem." Mas se você corta, a pessoa fica mais ainda. Escute a pessoa e depois apresente uma possível solução. É o melhor caminho. A pessoa quer desabafar. Tem um meme na internet que é muito bom. A mulher, acho que é um queijo que a mulher chega no balcão, ela fez assim: "Olha, esse queijo tá ruim, eu quero, eu quero trocar". Aí a atendente fala assim: "Ah, tá bom, pega outro". "Não, não, não é isso que eu quero." A tendente fal: "Ah, a senhora quer brigar, né? Então vamos começar de novo." Ela chega lá, fala tudo que ela quer falar. A atendente também bate boca com ela. Resolvido, ela entrega o queijo. A a cliente fala: "Obrigada". A pessoa só quer desabafar aquele problema que ela tá vivendo. Quando a gente recebia a ligação, escutava que o problema do outro não é um problema para ele. A gente escutava, reconhecia que a gente tava errado, que aquilo era um problema de verdade e depois a gente rodava outra e mandava na semana seguinte o encaminhamento. Mas isso foi 2011. Hoje a gente tem uma internet muito mais aí para poder utilizar. Mas são formas de gente pensar de como interagir com esse cidadão, criar nosso formato de relacionamento. Vamos lá. Exemplos. Em vez de publicar, hoje apresentei uma indicação para melhorar a iluminação da rua X. Quantas, quantos pedidos de iluminação você tem? Digamos, vixe, quantos? Um monte. Por que não pegar esse um monte e transformar ali numa campanha de cidade iluminada? Olha o marketing lateral aí de trans as suas indicações de tapa buraco. Por que não transformar em uma operação de tapa buraco? É função da prefeitura, mas você como fiscalizador vamos dar nome a um problema. Então é diferentes formas de você pensar de como divulgar a mesma coisa. O protagonismo deixa de ser o ato parlamentar isolado e passa a ser o quê? a construção coletiva de uma solução, porque as pessoas começam a indicar aonde tem problema de iluminação, as pessoas começam a indicar aonde tem problema com buraco, as pessoas começam a indicar aonde tá faltando serviço público. E você passa a ser esse agente. Ah, mas o problema vai est maior que eu e quem tá resolvendo o problema? Quem vai ser lembrado por resolver o problema? Quem vai ser lembrado por est cobrando o prefeito? Olha o poder que a comunicação do mandato de vocês têm. Vamos lá. Benefício para mandato. Direcionar o mandato em relação a a à comunicação tradicional. Aumentar o engajamento dos cidadãos. Fortalecer a percepção de utilidade pública do gabinete é uma percepção que o cidadão não tem, que o gabinete é importante, que o gabinete é um local de utilidade pública, que um gabinete é um local de informação, que o gabinete é o local mais seguro que você tem para poder apresentar uma demanda do seu município. Mas o gabinete precisa estar preparado para isso. O parlamentar precisa estar preparado para colher essas demandas que vêm. E eu sei que às vezes vem demanda de tudo que é tipo. Você precisa estar preparado para acolher, acolher, filtrar e saber exatamente o encaminhamento que você vai dar para cada ação e principalmente o feedback de cada etapa pro cidadão. Não dá para deixar na atualidade ninguém sem resposta, porque o que não falta é comentário lá. pedir e tem 5 meses que ninguém fala nada comigo. Tudo bem, tem aquele ponto também, tem 5 meses que você pediu, mas você ligou no gabinete também para saber como é que tá o andamento da coisa? Às vezes também não. É mais fácil reclamar, né? E a gente reclama onde? Na rede social. é o desabafo que a gente tem o muro das lamentações do contexto parlamentar. É importante que essas estratégias respeitem os princípios da administração pública, como legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. O objetivo não é apenas inovar na comunicação, mas criar formas efetivas de quê? Promover a participação cidadã com transparência. É muita responsabilidade envolvida, mas nada que um planejamento e diálogo semestral ali para ver o andamento desse planejamento não resolva. análise morfológica. Vamos lá, que que a gente pode puxar do marketing lateral tranquilo? Quer pegar alguma coisa que já existe, encontrar ali um meio para transformar essa comunicação de uma forma diferente, mais eficiente, dar nome a alguma coisa, nomear e chamar aquilo de seu e tomar o protagonismo, o protagonismo para si. E quando a gente olha o morfológico, ele tá o quê? é uma técnica criativa. É uma técnica de criatividade que consiste em decompor um problema em seus principais componentes ou dimensões e depois recombiná-los de diferentes maneiras para gerar novas soluções. Em um mandato de vereador, ele é útil para quê? Para criar projetos. Eu vou dar um exemplo que a gente tá fazendo na Câmara de Itapevi, não é o mandato de um vereador. Eu tô falando agora como instituição, mas serve para vocês também. Ah, qual é a cor desse mês? Lilás combate o quê? Contra a mulher. Ah, em março a gente tem o quê? Dia da mulher. As pessoas também falam muito de violência contra a mulher nesse dia. Em fevereiro, a gente tem o que em relação à mulher? Esse ano foi instituição, foi a celebração dos 95, 94 anos do voto feminino. Que que a gente resolveu pegar em Itapevi? Descobrimos que por dados do 180 que a violência contra a mulher de 2024 saiu de 109 casos. Isso não disque saúde, no disque 180 de 109 casos para em 2025 para 1350, se eu não me engano, é mais de 800%. Isso a gente descobriu no final de 2025. resolvemos pegar fevereiro, março e agosto para pegar um problema e ver a dimensão dele. Fizemos uma ação para falar do voto feminino em fevereiro. Já deixamos o gancho de que em março íamos ter uma ação sobre o papel da mulher no município e uma capacitação para os servidores sobre o papel do legislativo no combate à violência contra a mulher. duas ações. A gente deixou para agosto mais ações. A gente tem uma biblioteca do legislativo. Conseguimos por meio de doações de editoras livros para empréstimo, pesquisa na nossa biblioteca sobre temáticas de violência contra a mulher. Vai ser inaugurada a sessão agora no mês de agosto. No mês de agosto tem uma capacitação pro público externo. Desse ainda mais a problemática. A guarda, a guarda municipal pelo braço Ali Maria da Penha conseguiram combater um caso de violência contra a mulher. Foi matéria no SP2. A gente vai ter uma sessão solene para homenagear a Guarda Maria da Penha do município. Para por aí, não. A gente tem honrarias na casa que pode reconhecer iniciativas de combate à violência contra a mulher. Encerra por aí? Não tem um projeto de lei sobre o pacto de violência contra a mulher. Isso envolve 17 vereadores. Isso eu tô falando em uma instituição trabalhando. Olha quantas ações a gente pode pensar quando a gente vai disseando um problema. Olha quantas ações um mandato pode fazer a partir de uma pauta. Dá para fazer diferentes. Só claro, a gente vai pensar ali, eu tô falando, a gente tem 10 ações para fazer esse ano e ter o calendário vai até maio do ano que vem. com a prestação de contas. Isso é uma instituição, tem um corpo técnico trabalhando. Mandato, eu sei que tem pouca gente trabalhando, só que a gente vai lá pra nossa rede de apoio do mandato. Quantas pessoas eu conheço que se interessariam pela pauta, que podem trabalhar conjuntamente? Quais associações do município podem compor com o meu mandato, digamos, agora no agosto lilás, como a Ordem dos Advogados do Brasil, podem fornecer uma palestra dentro da Câmara por meio do meu mandato. Qual é a rede de apoio que vocês construíram? Olha o professor Fabrício Mo lá no começo da gente olhar o nosso mail e saber quem é quem. Dá pra gente trabalhar dessa forma, construir todo esse mandato também com uma rede de apoio. No município tem pessoas que protege os animais, combate a violência contra a criança adolescente, violência contra a mulher, defende a educação. Que que eu não posso convidar essas pessoas para agir, né? é de pensar tudo isso. E quando a gente olha, opa, vamos lá que dá tempo a gente fazer atividade. Dimensão, eu vou pensar no público, tema, formato, local, frequência, resultado. Qual é o público? Pode ser jovens, idosos, professores, tem diferentes públicos. Tem: mobilidade, saúde, cultura. Formato, oficina, podcast, visita legislativa, argatom. Eu posso puxar audiência pública, projeto de lei, diferentes formas de projetos. Frequência semanal, mensal, trimestral, permanente. Eu que vou definir ali de acordo com a equipe que eu tenho para trabalhar. Resultado esperado, projeto de lei, relatório, banco de ideias, fiscalização, capacitação e rede de voluntários. Tudo pra gente ir pensando. Exemplo, eu posso pensar comerciantes, mais aplicativo, mais mobilidade permanente, jovens, escola, jogos, educação, campeonato, simulação legislativa. Olha para quem tem escola do legislativo, que bacana. Olha lá, o primeiro, plataforma colaborativa para mapear problemas urbanos. Imagina uma plataforma dessa no seu gabinete. Poxa, é difícil, é caro. Inteligência artificial, dá para quebrar o galho com muita coisa. na ausência de recursos para poder contratar um profissional ou comprar um serviço. Idosos, oficina saúde e câmara, parlamento, longevidade, câmara sênor, câmara 60 mais, diferentes formas para se trabalhar, pessoas com deficiência, visitas técnicas, acessibilidade, bairros, auditoria cidadã de acessibilidade. A gente vê muito um parlamentar que virou fiscal, tem até um programa de TV do povo, aquela coisa toda, não vou mencionar nome. Por que você não pode ser um fiscal daquela área que você atua? Se a educação tá indo bem, se não tá, se os campos de váia tem a a estrutura adequada para os campeonatos, é transformar você nessa referência desse serviço público que você representa. Vamos lá. O quê? Fiscalização, educação, participação como colaborativo, gamificado, oficinas, dados abertos para quem? Moradores, jovens, associação, toda a população, tecnologia, aplicativo, QRcode, a dashboard, que são os relatórios. Resultado: painel público, certificados, banco de propostas e indicadores. Observatório cidadão nos bairros. Moradores resistam um problema. A Iá organiza as demandas. Olha só que bacana. Ela vai organizar as demandas. Claro, eu posso utilizar uma inteligência artificial, só que a leitura dos dados, eu, eu, carne e osso, eu tenho que fazer, porque só você sabe a sensibilidade de cada demanda e, principalmente os bairros. A IA é muito danada, ela troca as informações às vezes. E no comando você tem que falar: "Não invente nada, apenas mensure os dados que eu estou colocando anexo, porque ela inventa, ela é criativa, ela inventa." Então é um ponto que você vai trabalhando, ela vai ter o quê? Olha lá, tem: o gabinete fiscalizar. Os resultados aparecem em um painel público, relatórios trimestrais orientam novos projetos de lei. Esses relatórios podem ser infográficos. Nada daqueles relatórios de final de ano. 15 indicações, 30 emendas. Integrada com o quê? Com marketing lateral. As duas ferramentas funcionam muito bem em conjunto, análise morfológica e o marketing lateral. Agosto lil já existe e vai continuar existindo. O que que eu posso fazer de diferente com ele? Maio laranja, Zé, Zé Gistre, o que que eu posso fazer diferente com ele? Janeiro branco tá aí, tá chegando. Que que eu vou fazer diferente? Pergunta: Natal tem todo ano. Todo ano nas empresas nos trazem uma novidade. Eles ficam 12 meses trabalhando a novidade que eles vão trazer todo Natal. E o Natal já tem data. Acabou o Natal desse ano, já estão trabalhando as novidades do Natal do ano que vem. É o mandato de vocês para poder manter esse povo todo engajado e toda essa participação. Então, vamos pensar. Em vez de apenas receber demandas e apresentar indicações, o vereador pode estruturar um laboratório de inovação cívica com com apoio de análise morfológica. É possível combinar diferentes públicos e formados e tecnologias objetivos para criar o quê? iniciativas inovadoras como a plataforma colaborativa, monitoramento de obras públicas, um programa de formação de lideranças comunitárias ou desafios de inovação voltados à solução de problemas urbanos. Tem sempre a gente tá aqui tentando resolver alguma coisa. Estamos quebrando a cabeça por semanas. Me chega alguém aqui agora e fala: "Ah, não é só girar a maçaneta." E a gente ficou semanas quebrando a cabeça com a rede de apoio que você cria, o mail, quando você abre pra população opinar, a solução que você precisa pode surgir e a sensação de participação é muito boa pro povo. O marketing lateral permite transformar iniciativas em experiências capazes de aproximar a população do processo legislativo, estimular a participação cidadã e reforçar a utilidade pública. Porque a gente vai pegar algo que já existe e só vai pensar numa forma diferente de entregar de acordo com a nossa realidade. Lembrando, agosto lilás existe. Que que a gente vai fazer de novo? Que que eu tenho ali para fazer diferente que todo vereador na Câmara com 9, 17, 30, 55 em São Paulo vai fazer? Eu tenho que trazer alguma coisa nova, porque todo mundo vai falar a mesma coisa, mas eu quero ser lembrado. A gente precisa pensar exatamente isso. Essa abordagem permite que o mandato deixe de ser percebido apenas como um espaço de representação política e passe a atuar também como hub de participação. É o local onde todo mundo do município, de certa forma, vai enxergar como que é um local comum de participação. Eu vou levar a demanda da ciclovia e vou entregar pro vereador X. Vou levar a demanda do ponto de ônibus. Vou levar a demanda da faixa de pedestre. Vou levar tudo que a gente precisa. Vai para aquele gabinete. Se vira um grande centro para receber essas informações. Em outras palavras, é o aeroporto do Panamá que recebe conexão de voos internacionais em monte de lugar. É exatamente isso. Vocês vão ser o aeroporto do Panamá. ou como o ex-vereador Bolô falava, a Câmara é a Caixa de Ressonância do município. Vocês vão ter que ser mini caixas de ressonância para poder receber essas demandas. Então, a gente entra aqui. Essa abordagem permite que o mandato deixe de ser percebido comum e a gente passa a ser um hubo. Aí a gente avança. O que que eu quero de vocês? Olhando a primeira parte, olhando a segunda parte agora do marketing lateral, a gente vai fazer o quê? Criar uma ação inovadora para o mandato do vereador. Objetivo: criar uma ação de alto potencial de engajamento para o mandato de um vereador, utilizando a análise morfológica e os princípios do marketing lateral. O que que a gente vai fazer com tudo isso? Desafio. Imagine que um vereador deseja fortalecer seu relacionamento com a população, aumentar a participação do cidadã e gerar mobilização em torno de um problema da cidade. Vocês lembram que eu falei para vocês que vocês são os case? Que não adiantava eu trazer aqui o vídeo do que fulano fez, do que Beltrano fez, que isso dá certo, que aquilo dá certo? Se são vocês que sabem a realidade do município, se vocês já t prática comunicacional, vocês são o casing. Então eu tô junto com vocês para poder entender tudo isso. Sua missão é criar uma ação que vá além da comunicação tradicional nas redes sociais. Então a gente vai ter o quê? 10 minutos. Monte sua combinação. Eu vou combinar o quê? Política e educação. Eu vou combinar política e segurança pública. Que que eu vou combinar? o que que eu quero nessa ação? E depois vocês vão aplicar o marketing lateral. Se eu combinei política e segurança pública com foco no agosto lilá, o que que eu vou fazer no marketing lateral para poder engajar o povo paraa ação e chamar a população para participação? Dúvidas, perguntas? Eu tô aqui. Pode fazer em dupla. Para quem veio junto, tá de câmara, pode fazer em dupla, não tem problema. Dupla, trio, que fica mais fácil vocês pensarem. Quando for 11:46, a gente para só para dar uma olhada como é que tá. Presente. Tudo bem? Obrigado pelo convite, rapaz. Eu fiquei um pouquinho ali, já aprendi tanta coisa. Ô Paulela, que alegria. Aqui, ó, nosso vereador Zaço de Pedreira. Quem tá aqui também essa dupla tem mais vereador aqui ou não? Júlio César de Louveira, que alegria. Tem mais algum da onde? Santo Antônio de Posse. Qual teu nome? Cidinho. Manda um abraço pro Dal lá. Dal da Betoca. Deixa eu perguntar para vocês. Tá legal que vocês estão ouvindo aqui hoje? Agradecer o Marcelão que veio lá de Itapevi contribuir com todos nós. Eu tô vendo que é legal, que é é teórico e prático, né? Eu tô vendo aqui a Regiane e a Verônica, que são minhas assessoras. Depois vou cobrar delas isso aqui. Mas legal, gente. Primeiro obrigado por vocês que vieram aqui, ó, toparam participar desse evento, né? Marcelo é um cara de comunicações. Eu acho que hoje quem é vereador, quem é assessor de vereador, eh, uma das coisas que a gente precisa, ó, tem além de vereador, nós temos cidades aqui presentes. Louveira, Cabriúva, Valinhos, Itu, Indaiatuba, Santo Antônio de Posse, Pedreira e Miracatu. Que legal, que legal. E eu quero cumprimentar Elecamp, a Nelli e toda a equipe aqui por mais essa ação. É só para mostrar o que a escola do legislativo é importante. As câmaras que ainda não tem tem que criar, né? E as que talecer, né? Porque é de fazer muita coisa. Eu acho que isso aqui é uma missão do poder legislativo também das câmaras. Primeiro capacitar, qualificar, aprimorar cada vez mais os servidores da casa, os assessores de vereadores e os próprios vereadores. Eu acho que se a gente fizer isso, a gente vai est dando um retorno pra sociedade e nós vamos mostrar a importância que tem o vereador, né, Paulela, né, Jedson? Eh, e é isso que a Câmara, que a nossa ELECAMP tem procurado fazer. E eu tava dizendo o seguinte, hoje saber se comunicar é tudo e para quem exerce uma função política ainda mais, né? E aí e a comunicação evolui, os meios sociais, as mídias sociais vieram. Eu sou analógico ainda. Eu sou, tenho dificuldade para trabalhar com esse negocinho aqui, mas não tem jeito mais de fazer política hoje se não for com as redes sociais. né? Existe uma nova mentalidade, a população toda tá ligada aqui e se você não souber se conectar também a partir daqui, você vai ficar eh para trás no processo. É claro que todos nós somos políticos, a gente sempre tá pensando na próxima eleição, né? Mas quem tá no exercício de mandato tem uma vantagem competitiva muito diferente daqueles que querem chegar. Apesar de que eu acho que a primeira eleição é a mais fácil. Porque você é expectativa, né? Aí você tem que se apresentar se tiver base. Mas depois que você ganha a primeira eleição, a reeleição, meu, você tem que olhar para trás e você tem que falar para as pessoas por que elas devem te reconduzir pro mandato. E não adianta esperar só o momento da eleição para fazer isso, né? Você tem que estar se comunicando do primeiro dia do exercício do mandato até com a população. Eu acho que o Marcelo falou algumas coisas aí, né? Você esse hub de participação, as pessoas têm que se sentir representadas e participativas nos mandatos, né? E certamente a gente aprendeu um pouquinho mais hoje aqui. Eu só quebrei essa até agora você desconta, viu Marcelo? mais 5 minutos aí da minha fala para eles entregarem o resultado. Eu vou lá que eu tô com uma reunião na Câmara. Uma alegria tê-los aqui. Bom trabalho. Depois eu quero que o Marcelo fala quais forem as melhores propostas aí que apareceram. Tá bom, vereadores? Um abraço. Só corrigindo uma informação, eu falei que o infográfico da Câmara de Hortolândia não dei uma olhada no infográfico da prestação de contas da escola do legislativo da Câmara de Miracatu. Eles estão aqui. Eu é que a escola do parlamento anda muito junto e de vez em quando eu troco os municípios, mas o pessoal de Miracatu que fez o infográfico, dá uma olhada no infográfico deles que é uma prestação de contas bacana, é ilustrativo, tá informação clara, informações ali bem concisa e traz um pouco do impacto social deles. Miracatu, eu falei Hortolândia, puxa, levei o puxão de orelha ali, ó. Então, eu tinha três, ainda tem um reserva ali para puxar a orelha. O que que vocês acharam da atividade? Vamos lá. Legal. Eh, outro ponto que eu queria saber, um feedback de vocês, eh, esse formato vocês gostaram? Porque a minha ideia não era trazer vídeos, ah, olha o que fulano fez, belrano, cicrano, tudo. Eu tinha até esquecido defesa eleitoral, que muitos exemplos que eu uso são deputados que vão disputar reeleição. Eu não poderia falar. Tanto que alguns nomes eu até segurei, aquela coisa toda. Eh, mas eu queria trazer esse formato por eu posso trazer o case de quem for, só que vocês têm cases e mais cases na localidade de vocês que vocês precisam enxergar, que são tão quão importantes qu de qualquer outro deputado federal, deputado estadual, vereador de capital. Vocês têm ações muito bacanas. O que que a gente precisa, que era o que eu sempre tinha dificuldade de enxergar quando eu trabalhava em gabinete fazendo assessoria de imprensa, de valorizar o trabalho que eu faço e enxergar o potencial que ele tem, que é tão grande quanto de qualquer outro profissional de comunicação. O município faz coisas tão bacanas que a gente precisa começar a enxergar isso. Por isso que eu queria tratar vocês e tratei vocês como case para vocês enxergarem o que vocês fazem, pra gente olhar essa análise morfológica que vocês já fazem no dia a dia, só não sabia o que que era. E o marketing lateral que vocês vão começar a se já fazem, ótimo, continue. Se não fazem, comecem a pensar de uma forma diferente aquilo que vocês têm acesso, porque é um caminho muito bacana para gerar interação e engajamento. Duas pessoas. Quem quer ser voluntário para poder apresentar as ações que foram pensadas? A gente tem um tempinho, coisinha rápida de 1 minuto cada um. Quem quer? Quem quer? Opa, vamos fala o nome à Câmara, vereador Paulelo, a Câmara de Pedreira. Vamos lá. Explica as coisas. Bom, a gente tem uma uma vertente que a gente fala que é básica em todo o município praticamente, que é a questão de medicamentos e você saber realmente o que você pede através de requerimento sobre uma prestação de conta sobre o estoque de medicamentos e o que a população no gargalo sente com essa falta. Então, a gente pensou aqui nisso de criar hã o engajamento multilateral, tanto ele em mala direto pelo WhatsApp como redes sociais, né, aonde a gente vai falar que a gente tá partindo para uma ação de fiscalização no posto de saúde central, né, para saber do do coloanha aí qual é a deficiência que tem esse hoje, né, e também estender essa questão de lateralidade para todos os bairros da cidade, o que a população enxerga de deficiência perante os postos de saúde e locais que ainda também não demandam de postos de saúde, o que poderia ser feito para levar esse medicamento até esses bairros, deixar uma caixa de de de de diálogo direto com a gente para criar engajamento e a gente poder ter a informação da boca da da do cidadão, que é quem tá ali no balcão, né? E em contrapartida disso, a gente vai a gente criar eh uma plataforma que a gente vai alimentar esses dados que vem da população no nessa plataforma e através dos requerimentos e as diligências que a gente vai fazer até esses postos, a gente confrontar a realidade do cidadão versus o que o município assim nos nos demonstra. Basicamente, o cidadão nas redes sociais, ele vai eh comentar e fomentar a a localidade, a localidade que ele mora, o bairro e o remédio que falta. Com isso, a gente alimenta a informação, depois vai até o posto, verifica se realmente está faltando e cria esse conserto, né? busca o que está faltando para poder entregar a população. E dessa forma, em geral, a gente tem o confronto real de poder chegar e fiscalizar de uma forma efetiva, porque o cidadão que foi buscar o remédio não teve a sua segunda via da receita retida, porque o medicamento dizia se ele não ter, mas a gente tinha a estrutura básica que é a captação desse desse movimento para poder aplicar. Parabéns. Boa ação a partir do que já existe. Eu até com aconselho vocês dar uma olhada que tem uma ação semelhante na prefeitura de São Paulo que dá que eles fazem um mapeamento pra pessoa, o cidadão saber em qual UBS mais próxima tem o medicamento que faltou naquela UBS que ele tem um cadastro. Eu acho que vale a pena dar uma olhada que a ideia de vocês é muito boa, ainda mais pela caixinha de sugestão. Deixa essa caixinha lá para colocar o folhetinho e também escanear um Qcode para mandar mensagem direta para vocês. Boa, parabéns. Só uma dúvida. Manda. Tenho que e o vereador fazer isso que essa ação tem que ter a autorização do município para fazê-lo ou como vereador consigo atuar? O bom diálogo entre as instituições é o melhor caminho. Ah, o município deve ter uma ouvidoria, tudo que já deve fazer esse serviço. Você como fiscalizador, você pode fazer essa atribuição que você não tá invadindo espaço, tem nada. Para colocar a caixinha, você vai precisar da autorização deles para colocar a caixinha. Aí talvez essa caixinha para fazer uma questão de fiscalização. Sim, mesmo sendo para fiscalização. Aí talvez um cartaz fixado no moral de aviso da UBS com QR code seja menos invasivo que a caixinha. A caixinha, bom vocês falarem também tem um outro ponto, vai ter informações sensíveis. A pessoa foi lá, preencheu LGPD, telefone tudo e colocou. Outra pessoa pode abrir, pegar aquelas informações e passar por vocês respondendo. é com Qcode, talvez a informação vá direta para você e você fuja e da possibilidade da pessoa abrir a caixinha, pegar as informações, possivelmente, espero que isso nunca não ocorra, alguém se passar por você respondendo de uma forma mais ríspida ou passando alguma desinformação e evitaria esse conflito com a própria prefeitura, que a gente sabe que tem relação harmoniosa e desarmoniosa entre os poderes, né? Mas parabéns pela ação. E dá uma olhada na da Prefeitura de São Paulo que ele tem um mapeamento muito bacana. Quem mais? Um minuto para apresentar a sua ação. Não é obrigatório, mas é legal fazer essa troca que eu acho bem bem bacana. Já ia falar levantou a mão. É hábito de sala de aula. Aluno fez um gesto assim, eu já falei assim: "É você? Quem gostaria? Vamos. É bom. Sim. Meu nome é Eliana, sou assessora do Rodrigo da Farmadic e a minha parceira aqui é a Gislane. A Gislane do Rubens Gás. Nós desenvolvemos aqui um projeto e o nosso público são as jovens e mulheres eh empreendedoras. Eh, o tema para essa para essa ação é mulheres empreendedoras de poder, o formato feiras, oficinas e feiras eh oficinas inicialmente e em consequência a exposição através do aprendizado que ela terá nessa oficina sobre empreendedorismo, vendas, marketing, o a tecnologia e o canal de divulgação será o Instagram e o Facebook e o resultado esperado, fortalecer as empreendedoras da comunidade e ao mesmo tempo vincular o trabalho do vereador juntamente com essa comunidade. Respondu aqui as perguntas, né? Aí essas perguntas tem que responder todas. Sim. Então, é um trabalho, nós identificamos essa dor nas nossas comunidades, a comunidade onde o vereador Rodrigo atua no Ouro Verde, que é um distrito aqui da cidade de Campinas. Então eu entendo, conversando aqui, nós entendemos que quando a gente ajuda a mulher a empreender e ter uma renda própria, ela pode sanar várias dificuldades que ela passa, eh, entrando aqui no agosto lilás, no setembro amarelo, no outubro rosa, enfim, ela vai ter uma independência financeira e a ao ponto de não depender, né, do agressor, eh, poder também através desse trabalho, o os vereadores oferecendo, ajudando, eh, fomentando esse treinamento. Uma mulher, ela vai para casa, lá ela tem o filho, lá ela tem o marido, tem toda uma família, tem a a os as amigas, onde ela vai poder também agregar e vincular o vereador à comunidade. As duas ações são muito boas. Eh, até deixo como sugestão, se vocês quiserem dar uma olhada, eh, busca em Tapevi, vereadora Tininha, ela tem o fórum de empreendedorismo feminino, foi transformou em uma resolução e ela executa esse fórum no mês de novembro, se eu não me engano, não foge a memória, no mês de novembro. Eh, e ocorre exatamente tudo isso que você falou, empreendedorismo, marketing, ação, venda. Uma outra coisa, eu acho que é do IBGE essa pesquisa que o se não for do IBGE, do data Senado que fala sobre o empreendedorismo feminino para mãe solo. Então dá uma olhada porque é uma outra realidade que a gente tem nos municípios, muita mãe solo que tá empreendendo até por dinâmicas sociais, por falta, a Bárbara falando para mim, por exemplo, por falta de escola e tempo integral, ela tem que empreender. Aí ela acaba não trabalhar fora porque não tem essa esse serviço público. Então, pode ser caminhos para poder eh trazer essa dinâmica. Boa, boas ideias, boa, ótimo trabalho. Eh, eu fico curioso para ver os demais. Eu não vou tomar essa folha de vocês. É a folha de vocês que eu quero que vocês pensem mais sobre isso. Deem uma olhada naquele outro Qcode. A Bruna também vai disponibilizar no Moodle ou vou mandar o link das outras ferramentas de que vocês podem utilizar. É muito bacana. Eh, pelas duas ideias que vocês trouxeram, dá para entender que ficou claro que eu quis passar para vocês e vocês enxergarem o mandato de vocês para poder transformar isso em ação de mobilização, participação, fiscalização e incentivo do cidadão a enxergar o gabinete do vereador como hub de receber essa caixa ressonante de receber as demandas e transformar em lembre outra coisa, dizer não, isso não dá para fazer, isso é meio que impossível nesse momento também uma resposta positiva. Isso não é negativo. O negativo é você não dar uma resposta ao cidadão. Falar o não de vez em quando é preciso. Ninguém quer ouvir o não, mas às vezes é preciso falar. E a gente tem que deixar isso claro. Não consegui atender. Cheguei até X limite. Eh, no mesmo modo que dá para olhar a Secretaria da Mulher no Estado de São Paulo, tá indefeso. Vocês não vão achar os programas. Lá tem muita coisa para empreendedorismo feminino. O Ministério das Mulheres da Família tem muita coisa, só não vão conseguir acessar agora que o defeso tirou muita coisa do ar. Mas tem muito programa que o vereador pode solicitar para vir pro município e dá para encaixar muita coisa nesse sentido. Então tem muita coisa que o vereador pode fazer. A ideia principal de trazer esse formato de atividade e não trazer, eu volto no início da palestra e não trazer para vocês, olha o que fulano fez, Beltrano fez, Cicrano fez, é porque tudo que eles fizeram, estão fazendo, vocês já fazem. A única diferença na dinâmica é, eles têm uma equipe muito maior. Eles conseguem parar, planejar e ter uma realidade muito mais clara e às vezes recurso para poder executar um monte de outras coisas. E quando a gente para para poder enxergar o que a gente também faz, a gente começa a encontrar recursos e ferramentas de inteligência artificial para dinamizar o nosso trabalho e utilizar elas como ferramentas complementares. Então, tudo que eles fazem, que é case em palestras que a gente vai e assiste, tudo, vocês já fazem. A gente só precisa enxergar isso de uma forma positiva. É que a gente faz tanta coisa que no final do ano, quando a gente para dar aquela respirada, o que que foi que eu fiz esse ano? A sensação é de um vazio, né? É, não é? É que faz tanta coisa ao mesmo tempo que a gente não consegue fazer um relatório do que a gente fez. E quando a gente faz um planejamento estratégico, a gente consegue ver resultado e no final do ano a gente não fica com esse vazio no estômago. Eu queria que vocês enxergassem o quanto que vocês têm potencial para avançar nessa comunicação, analis, entendendo o cenário, sabendo se o público, tendo um propósito, fazendo uma análise morfológica para fazer eh fatiar mesmo um problema e saber em que diferentes áreas eu posso atuar e puxar o marketing lateral para dar nome às coisas que vocês já fazem. Deu para entender essa dinâmica? Ficou claro para vocês? Fico feliz. Gostaram? Ótimo. Fico feliz também. Deixa meus contatos aqui. Tem meu WhatsApp, vocês podem mandar mensagem. Ah, tem aquela problemática. Eu demoro a responder se vocês mandarem mensagem entre 11:30 da noite e 6 horas da manhã. Aí eu demoro mesmo para responder. Ah, e período de prova na universidade eu também demoro um pouquinho porque entra um congestionamento de aluno falando faltei, quero um trabalho para repor falta, não sei o quê, então congestiona no final de semestre. Mas geralmente eu respondo rápido. Redes sociais tá ali. Eu prometi a mim mesmo que eu vou começar a produzir conteúdo para deixar disponível para consulta, pegar coisas bacanas, deixar na rede social para as pessoas irem acompanhando e replicando coisas positivas que acontecem no Brasil afora. Então tem muito potencial. Tem uma outra palestra que eu apresento que vocês já vivem na Câmara Municipal, apresentar formas que vocês podem utilizar tudo que a Câmara tem para oferecer de forma responsável dentro do mandato. Então são coisas que a gente pode conversar em outros momentos. Agradeço mais uma vez a todos pela paciência, pela colaboração e guardem essa folha para vocês aplicarem isso no dia a dia de vocês. Obrigado. Queria agradecer imensamente a presença do Marcelo aqui com a gente. Para mim uma alegria estar aqui. Não sei porque demoramos tanto tempo para trazê-lo aqui, porque o Marcelo é um parceiro da Escola do Legislativo de Campinas da Apel de muito tempo, tem uma agenda bem lotada mesmo, que ele, a, o Marcelo, além de servidor público, eh, um diferencial dele que eu acho que ele tá na academia, então ele tá dando aula, ele tá lidando com as pessoas e isso torna a atividade dele muito dinâmica, né, que é o que ele pode contribuir com a gente. Sigam o Marcelo na rede social, sigam apel nas redes sociais, participem de outros eventos da Escola do Legislativo. Fica para vocês que a maioria são de câmaras municipais o nosso convite para que vocês participem do nosso encontro estadual de escolas do legislativo que vai acontecer nos dias 5 e 6 de novembro na cidade de Barretos. Nós já temos confirmado o Dr. Dilmas Ramalho do Tribunal de Contas, a presidente do Tribunal de Contas. Nós vamos falar sobre emendas impositivas. Nós temos a Aproleges, que é a associação de procuradores do legislativo, que a gente precisa aproximá-los das escolas do legislativo e dos vereadores como um todo. Então, estejam todos convidados para estar conosco em Barretos dia 5 e 6 de novembro e até a próximo evento que promoveremos aqui na Câmara de Campinas. insão as inscrições vão estar abertas nos próximos 15 dias, mas aí a gente vai divulgar nas redes sociais tanto da Pel, principalmente da Pel, podem seguir a o Instagram da Apel, como no nas nossas redes por aí e nos e-mails também dos inscritos. A gente costuma encaminhar os eventos, vocês vão entrar no nosso mail, tá bom? Muito obrigada. Jó mund. Claro. TV Câmara, Campinas.