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ONG Resgatando Valores Transforma Vidas em Campinas | Mãos solidárias
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ONG Resgatando Valores Transforma Vidas em Campinas | Mãos solidárias

299 views Publicado 26/04/2025 HD · 34:46

Descrição do vídeo

"AMOR QUE TRANSFORMA: Resgatando Valores em Campinas" No episódio de hoje do programa Mãos Solidárias, apresentamos o lindo trabalho da ONG Resgatando Valores, localizada na região do Boa Esperança, em Campinas. Há 16 anos, a instituição se dedica a acolher crianças e adolescentes no contraturno escolar, oferecendo alimentação, atividades culturais, esportivas e muito amor. A fundadora Luci Marques compartilha sua história emocionante e mostra como, mesmo sem apoio governamental, a ONG se mantém através de doações e do trabalho voluntário. O projeto, que começou em um espaço abandonado, hoje é referência em acolhimento e cidadania para a comunidade local. Conheça as atividades realizadas, como o coral afinadíssimo das crianças, as oficinas de recreação, os projetos de apoio às famílias em situação de vulnerabilidade e o impacto positivo que a Resgatando Valores gera diariamente. Além disso, saiba como você pode apoiar essa causa, seja com doações, voluntariado ou divulgando esse projeto tão importante! Assista agora e inspire-se com essas histórias de superação, solidariedade e transformação social. 🚀 Não pare por aqui! Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 👉 https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas/playlists 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 📢 Compartilhe este vídeo e ajude mais pessoas a se inspirarem também!

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[Música] No m solidários de hoje, a gente vai falar do trabalho do resgatando valores aqui na região do Boa Esperança, que há 16 anos no contratorno escolar, se dedica a cuidar das crianças e adolescentes e quem fundou a instituição É, a Luci Marques vai contar um pouco dessa história, como tudo começou. Muito obrigada, Lucy por nos receber aqui na sede. Nada. Uma boa tarde para todos. Eu me chamo Luc e há 16 anos tive o desejo de fazer um trabalho com as crianças na preocupação deles virem a conhecer a droga. Então, nós começamos nesse lugar que era um espaço abandonado com um trabalho social onde servimos alimentação, café da manhã, algumas atividades para que eles não fiquem na rua enquanto não estão na escola. Esse ano em específico, nós abrimos mais um horário pelas escolas estarem se tornando em período integral. Nós abrimos um horário para que eles viessem saíssem da escola e viessem para cá até os pais chegar. Então, a partir desse ano, servimos a janta também, que aí eles já saem daqui só para tomar um banho e descansar nas suas calças. Há 16 anos vivemos com a doação do do pessoal como você que tá nos assistindo. Eh, não temos cofinanciamento, não temos ajuda da prefeitura do estado por ainda ser um trabalho amador, apesar dos anos, mas é um trabalho de muito amor, aonde as crianças vêm, praticam atividades, cantam músicas, eh interagem com outras crianças e nos dão muito amor, recebem muito amor também, tá? Eh, no momento nós estamos precisando de muita ajuda, porque eh o nosso espaço por estar abandonado algum tempo antes de chegarmos, eh, a estrutura foi abalada numa parte e nós estamos precisando reformar essa parte. Nós ganhamos o calçamento e agora falta a reforma. Então, se você quiser nos ajudar, entre no Instagram da ONG, eh, ONG Resgatando Valores, e nós temos o Facebook também, Instituição Resgatando Valores, aonde você acha desde o início da nossa história, desde a época que era abandonado e você consegue acompanhar o nosso trabalho no dia a dia, tá? E em tudo somos abertos paraa visitação e em tudo prestamos conta por ser um trabalho de transparência e de muito amor. Então quando vocês começaram aqui já existia a estrutura, já existia as paredes, né, e o telhado. Não foi feito com o intuito de ser uma associação de moradores, porém eh a comunidade não teve a oportunidade de levar adiante, tá? e eh era bem precário, não tinha reboque, não tinha piso e nós fomos conquistando eh na medida do possível a ajuda para reformar todo esse prédio, fechar e deixar na estrutura que é hoje as mão solidárias, né? Isso muit é um espaço muito bom, é uma área grande, tem uma quadra, né? Daqui a pouco a gente vai mostrar e quadra e criança combina muito, né? Sim, verdade. A quadra é uma parceria da comunidade, escola e resgatando valores, onde todos usam essa quadra. A escola é respeitada no horário dela, a resgatando valores é respeitada e a comunidade usa até à noite. Maravilha, né? E quando você começou, já tinha a escola aqui na região que atendesse essas crianças? Já tinha a escola Dr. Lourenço Belóquio, né? E a creche Noêmia, tá? Isso. Eu dou fundos paraa creche Noêmia. A escola é aqui do lado. Eh, o desafio sempre foi o contra tudo. Isso. Sempre foi conseguir atendê-los, eh, uma vez que eles fossem ou pra creche ou pra escola, né? E aí a gente consegue estar abraçando essas criançadas com essa necessidade. E os seus filhos chegaram a passar por aqui? Não, meus filhos já eram eh adultos não, mas já adolescentes, alguns já trabalhavam e já tinha lá a filha mais velha já era casada. É, então você sabia bem como é que era a dor de uma mãe que precisa trabalhar e não deixar? Sim, sim. Exatamente. E e por exemplo, a questão da vulnerabilidade mudou nesses anos? mudou muito, mudou bastante. Eh, hoje eu não escuto mais nenhuma criança dizendo que tá com a necessidade de comer e não tem comida em casa, né? Hoje a gente consegue buscar com parceiros, eh, ou gritando por doações, consegue buscar buscar essa alimentação que falte, porque além de nós servirmos a comida aqui das crianças, tem família que necessita de uma alimentação e naquele mês não tem, ou por um desemprego ou por qualquer situação mais difícil, a gente consegue buscar uma cesta básica e ajudar essa família para que ela consiga se tranquilizar durante aquele mês. regularidade você não consegue garantir ainda por conta das doações. Exatamente. Para regularizar, para conseguirmos a inscrição no Conselho Municipal da Assistência, que é o que abriria nossas portas para cofinanciamento e ajuda de empresas, nós precisaríamos contratar um assistente social e nós não temos financeiro, então não temos como contratar essa assistente social para que dê entrada no processo de inscrição no CMASS. E aí também fica um pouco difícil para conseguir estagiário, né? Sim. Estagiário hoje nós temos eh toda quarta-feira nós temos uma estagiária que é de psicologia, já tem uns 5 anos, que a faculdade da PUC coloca aqui todo semestre e com o estagiário de psicologia para acompanhar o trabalho das crianças. Ah, então esse trabalho de um voluntário que venha eh, por exemplo, um estagiário queira ser voluntário, isso é possível? Isso é possível. A gente eh consegue assinar, né? Só não conseguimos um estagiário de assistência social, porque pro estágio de assistência tem que ser um assistente social assinar e nós não temos. Ah, sim. Mas nas outras nas outras áreas conseguimos social. Eh, já tivemos vários estagiários aqui de educa eh educador social, de pedagogia, né, e psicologia. Então, é possível sim fazer um estágio aqui com as crianças. Legal. E nesses anos todos, assim, você já teve retorno de muita família, de muita criança, né, sobre esse trabalho? Alguma coisa que tem impactado a vida deles? Nós temos homens hoje, trabalhador que já voltou aqui para dizer que é o que é porque passou aqui pela resgatando valores. Tenho outros que a nossa amizade vai pro resto da vida, né? Tem o faixa preta de Taicando, que conheceu o Taicandô aqui na resgatando valores e chegou a faixa preta, né? Famílias constituídas que dizem que eu sou avó emprestada dos filhos. Então tem grandes histórias de vitórias aqui com as crianças que já passaram. Então eh você diria que é uma questão de oportunidade a criança ter um zool. Hoje em dia, eu acredito que sim, porque os pais hoje atuais eles têm que trabalhar para procurar dar uma vida melhor pros seus filhos e por muitas vezes os filhos não têm o que fazer, né? E na rua acaba prendendo o que não presta. é briga, é situações que não são do agrado para um futuro melhor, né? A Resgatando Valores, ela doa muito amor. Eh, a gente aqui trabalha como se eles fossem um pedacinho do agente e isso acaba mudando a visão da criança e a criança acaba eh nos devolvendo o que elas estão recebendo. É uma via de mãofa, né? Exatamente. E você fala, resgatando valores, vocês trabalham de uma forma laica aqui essa questão dos valores, da cidadania? Sim, a gente conversa muito, né? Temos algumas regras que eles têm que respeitar. É onde valorizamos bastante o taikandu, porque o taikandu ele fala muito sobre as regras do dia a dia e cobramos deles para o respeito junto à escola, aos professores, até mesmo entre os amigos. Não aceitamos bullying, não aceitamos briga. Nós procuramos ser um, né? Na nossa união, eu falo, nós temos que olhar pro amiguinho como se fosse com a gente acontecendo, porque aí nós conseguimos uma realidade de amor entre todos eles e de resgatar também a autoestima, porque a gente só pode amar o outro se amar. Exatamente. Exatamente. E a gente tava vendo um pouquinho do coral que a gente já vai mostrar como é que funciona o coral. Aqueles afinadíssimos saída entre eles numa boa. Geralmente é assim, nos primeiros, as músicas que são escolhidas são músicas que levem a autoestima para quem vai nos ouvir. Eh, e aí e nós colocamos nas duas primeiras semanas no máximo, com a música cantada para eles e a letra da música na mão deles, tá? Play. Isso aí da da terceira semana já é só o playback, porque aí eles já têm que saber todos os toques da música e aí eles vão acompanhando, porque no dia que eles forem se apresentar para alguém, não tem a letra da música na mão, eles têm que estar tudo na mente e bonitinho. Um pouco antes de qualquer ação que eles ganhem, eu reúno eles ou numa noite ou num sábado. Trago todos eles para um ensaio geral, pra gente determinar os últimos detalhes para que eles façam bonitinho na ação que eles for apresentar. Quando você diz ação que ganhe, é uma doação de uma festa, dia das crianças. Isso, geralmente Páscoa, dia das crianças e Natal. Eh, são as principais ações que eles têm aqui, na resgatando valores, né? E já aconteceu também da gente cantar na escadaria da Casa de Saúde Campinas. Nós fomos lá, acho que por 3 anos. Eh, eles já cantaram no shopping Campina Shopping uma vez também na abertura do mês das crianças. Então, assim, se nos convidam, nós vamos, né, todo mundo ensai. Exatamente. Então, a gente canta, é uma oficina, o coral, porque a gente canta o ano inteiro para sempre estar preparado, se caso forem convidados ou oferecerem algum tipo de atividade com eles aqui, uma festa, um evento. Nós estamos preparados. Porque você gosta de cantar, né? Você canta com eles? Sempre cantei. Hoje eu já eh assim já tô passando um pouco o bastão, né? Hoje as meninas trabalham mais que eu, mas eu sempre gostei de cantar, sempre cantei com eles e geralmente quando começamos músicas novas, eu venho com cantar com eles para eles pegarem certinho os tons das músicas. Sim. Então vamos mostrar um pouquinho como é que é o coral dele. Vamos mostrar. Legal. Cada três turos no máximo até 60. E quando cresce quer voltar no início, porque o joelho alado dói bem menos que o coração parti a gente quer crescer aí alugamos uma casa e quando cresce quer voltar no início. Em outubro eu voltei para cá. Teu joelho radio tem menos que o coração. Eles voaram o calçamento da do do espaço pra gente. Então não afunda mais porque foi Laisla. Eu cheguei aqui, vocês estavam cantando muito bem, muito afinados. Você gosta de cantar? Mais ou menos. Às vezes também. É. É. Do que você faz aqui no Geração de Valores, o que que você mais gosta? Eu gosto de algumas atividades quando algumas pessoas vem para cá e alguns colaboradores também. E cantar, tem uma música que você prefere assim, eu não sei se você gosta tanto de cantar, mas você gosta de ouvir música? Gosto bastante. Tem alguma que te inspire assim? Tem várias, mas eu não tenho favorita. É, é mais aberto assim. E dessas que vocês estão cantando, tem alguma que você goste mais? Ah, eu gosto de trembala. Trembala é muito bom, né? E vocês cantam na abertura dos eventos assim? Uhum. Sim. E é legal cantar em couro com o pessoal assim, mais pela questão e de estar junto com outras pessoas. É sim. Só um pouco de vergonha também, né? Quando a gente tá com mais gente, a gente divide a vergonha, não divide? Sim. Então, meio bom, né? É. E você tem muitos amigos aqui? Aham. Sim. É. Gosta daqui? Sim. Obrigada. Tchau. Luiz Gustavo tá aqui desde pequenininho e tava aqui cantando com o pessoal. Gosta de cantar, Luiz Gustavo? É mais ou menos, né? Mais ou menos. Tem alguma que você goste mais assim? É, tem, tem algumas. Tem. Quer quer dar uma palinha pra gente? Não. Você gosta de fazer o que aqui na Geração de Valores? Além de cantar mais ou menos? Brincar de brincadeiras. E esporte gosta também. Eu vi que vocês têm uma quadra boa aí, né? Essa quadra deve ser disputada, né? Uhum. E fez amigos aqui há tanto tempo assim? Desde quando eu vim para cá. É, já conhece todo mundo, né? É. Maneiro. Dá um tchauzinho pro pessoal. Tchau. Valeu. Mirela também faz parte aqui do coral. Tava cantando junto com a galera. Canta muito. Você gosta de cantar? Sim. É. E o que que você mais gosta de cantar? Ah, um pouco de cada. Música brasileira. Sempre eu gosto de algumas internacionais. Música brasileira. Que legal. Tem uma que você possa mostrar pra gente assim? Posso pedir para eles me ajudar um pouquinho? Claro. Calma. Vocês vão me ajudar, tá? Gente, fala qual é que eles vão. Segura o microfone até melhor. Segura. Ah, meu Deus. Qual, gente? Fala aí. Trem bala. Trem bala. Assim, ó. Pode ir. Lá como se fosse no The Voice, hein. Tem que pegar folha igual o The Voice, hein. Vai lá. Não é sobre ter todas as pessoas no mundo para si. É sobre saber que algum lugar alguém zela por ti. É sobre cantar e poder escutar mais o que a própria voz. É sobre dançar na chuva de vida que cai sobre nós. É saber se sentir infinito num universo tão vaso e bonito. É saber sonhar. Então, fazer valer a pena cada verso daquele poema sobre acreditar. Não é sobre chegar no topo do mundo e saber que venceu. É sobre escalar e sentir que o caminho te fortaleceu. É sobre ser abriga e também ter morado em outros corações e assim ter amigos contigo em todas as situações. A gente não pode ter tudo qual seria a graça do mundo se fosse assim. Hum. Por isso eu prefiro sorrisos e presentes que a vida trouxe para perto de mim. Uh! Muito [Aplausos] bom. Sensacional. Quem sabe faz ao vivo, né? Que mais que você gosta aqui do Geração de Valores? Ah, de brincar com meus amigos, brincar na quadra, né? que é um ar livre, então é mais legal e brincar todo mundo junto. Fez bastante amigos aqui. Sim. Então, Luc, a gente viu que tem até talentos aí, né, que vocês incentivam e é isso mesmo, tem que dar toda a oportunidade bem-vinda, né? Exatamente. Toda a oportunidade é bem-vinda. Quiser participar, dá os canais pra gente, por favor, pode entra em contato com a gente, tá? No Instagram, ONG Resgatando Valores, tem o meu telefone, né? Tem todos os meios de entrar em contato comigo para que a gente eh consiga te dar um retorno o mais rápido possível e venha nos conhecer. Eu eu oriento muito a vir nos conhecer, porque é dessa forma você vai ver que o trabalho acontece e que estamos aqui no dia a dia com as crianças transmitindo amor. É um trabalho que tem que ter um coração doador para estar envolvido, tá? Porque nos dias atuais, se cada um fizer um pouquinho, a gente consegue melhorar bastante a qualidade de vida desse mundo. Sim, com certeza. E daqui em termos de estrutura, o que que você tá precisando hoje? Já tem o laudo do engenheiro, é mão de obra, é material. Hoje nós estamos precisando da reforma da cozinha. Como já fez o calçamento, não tem mais perigo de afundar o prédio, né? E nós temos os dois banheiros. Um já foi mexido, já tá eh agora para conseguir os materiais para terminar ele e o outro, assim que terminar esse, nós vamos começar, porque nós precisamos de um, ao menos um banheiro pras crianças usar. E a cozinha total e a dispensa ela foi praticamente derrubada e nós precisamos dos materiais para construir novamente meu marido no dia a dia que tem feito essas reformas. Então, eh, meu marido trabalha de marido de aluguel, aí ele pega, trabalha um dia e um dia da ONG, trabalha outro dia e outro dia da ONG. Então o pedreiro ele até consegue alguns amigos para ajudar na mão de obra tudo, mas nós não temos material para dar continuidade. Então quem quiser puder é só entrar em contato, né? Exatamente. Entre em contato com a gente. Se quiser vir nos conhecer, estaremos aqui de segunda a sexta, fim de semana para eventos, tá? Eh, não temos eventos nos próximos dias, mas de segunda a sexta estamos aqui com essa criançada. E venha nos conhecer, venha fazer parte desse time. Vamos fazer o mundo melhor. Maravilha. E no próximo bloco a gente vai mostrar um pouquinho mais das atividades e da recreação da turma que tá chegando agora no período das 15 horas. [Música] De volta pro segundo bloco, hoje mostrando o trabalho da Resgatando Valores aqui na região da Boa Esperança. A gente vai conversar agora com o auxiliar de coordenação, Adriele Dias, que faz de um tudo aqui, né, Adriele? Conta pra gente como é que é a rotina das crianças. São três períodos. Isso é a gente tem um período da manhã que entra às 8 da manhã, aonde a gente serve o lanche, o café da manhã. Depois a gente tem alguma atividade. Eh, quando chega um dia de desenho, um dia de TV, eles gostam de assistir. A gente tem a TV lá dentro, tem um dia da quadra, eles gostam de jogar bola, pular corda, depois 11 horas a gente serve o almoço e aí eles estão liberados. Aí tem a turma da segundo turno que entrará às a 1 hora, almoça e fica com a gente até às 4 horas. Mas às 3 horas, que é o terceiro turno, eles tomam um lanche e depois eles vão embora às 4, né? O da uma. E o das três ficam até 6:30, que aí a hora que serve a janta. Então o negócio é movimentado aqui, né? Sim. Como é que funciona para as pessoas se inscreverem? Tem lista de espera? Vocês fazem um cadastro? Como é? Sim, a gente tem um cadastro, pré-cadastro, aonde os pais preenchem e assim que surge a vaga, a gente liga pros pais trazer os documentos. Tem um horário assim que tem maior procura? Sim, é o horário da tarde, né? Do horário das 3 às 6 é o que a gente tá tendo mais procura. Das 3 às 6. Isso. E hoje vocês atendem quantas crianças? A gente tá em torno de 50 crianças. 30 40 crianças. É. E tem eh capacidade para atender quantas crianças? Até 80 crianças, né? Ah, então ainda dá. Se tiver gente precisando, é só chegar. Sim. É. E como é que vocês trabalham pras festas? Assim, tem alguma coisa especial que vocês fazem? Aí gente, tem os colaborador que ajuda, né, a gente fazer. E aí onde eles trazem as a maioria das vezes eles que doam as coisas pras crianças na peça, seja as coisas para comer e brincar, brincar, brincadeiras, a maioria das vezes a gente colabora. Aí geralmente é final de semana que acontece. Sim, sempre nos finais de semana. E vocês dão conta de fazer a comida, de dar atenção de fazer de um tudo? Sim, tem que ser coração de mãe, né? Porque seus filhos passaram por aqui. Sim, eu tenho filho de 18 anos que par participou daqui até os 15 anos. E como é que é para você, né, ver o impacto que teve na vida do seu filho e agora tá cuidando dos filhos das pessoas, né, da comunidade. Ah, é muito bom, né? A gente trabalha com coração, a gente um pouquinho de trabalho as crianças, mas a gente ama cada um deles como se fosse o filho da gente. É um amor que se propaga, né? Sim. E seu filho, o que que ele fala daqui? Ah, ele gosta muito. Ele tá sempre aqui, porque parece acabou de passar aqui. É, foi trabalhar, mas acabou de passar que ele tá sempre aqui. Ele gosta muito. Ele foi taikandista aqui. Dei medalhas daqui do taikandô. fez campou aqui um bom tempo. O esporte marca, né, a vida das pessoas. E para você, como é que é o retorno das crianças agora que lida direto com eles e tal? Ah, é, é bom de estar sempre junto, sempre brincando, sempre procurando entender um outro. Tem que dar, vocês fazem uma ponte com a família, por exemplo, sente que uma criança tá com um comportamento diferente, uma dificuldade na escola? Sim, a gente sempre conversa e dá essa abertura para eles. Tem criança que procura a gente para conversar, tá passando por alguma coisa ou outra. E eu sempre passa para mim, eu passo pra Luc e a gente tenta falar com o pai, com a mãe para tá resolvendo. É que nem a Luc falou, os pais estão correndo ali na sobrevivência, né? E acaba que vocês têm essa oportunidade de ter um contato maior com a criança, né? É. E tem essa segurança de que vocês estão olhando, né? Tá olhando, tão de olho, né? E desafios que vocês têm aqui hoje, qual você diria que é o maior assim? Maior desafio da gente, a gente não ter o financeiro, né? A gente não ter os colabor, eh, as pessoas para estar com as crianças todo dia, né? E aí, então seriam voluntários. Voluntários e também parceiros fixos. Sim. E agora, claro, nessa questão emergencial do prédio, né? Porque o lugar é muito bom, né? A sala é muito boa, bem melhor que a gente passou lá no outro espaço. Quando eles voltaram para cá, você vê a diferença, você vê a como assim eles estaram felizes de estar aqui de volta, porque a gente tem a quadra, tem um espaço maior, já era um espaço mínimo onde eles não tinha local para brincar, muito quente. Essa energia para queimar, né? Sim. Legal. E a recreação então é uma é uma atividade bem forte aqui, né? Sim. que eles devem gostar muito. Eles adoram pular corda e aí é futebol, vôlei. Aí a parte que eles mais gostam é a parte da recreação na quadra do esporte, né? Sim. Então vamos ver um pouquinho, a gente já volta. Vamos. Legal. [Música] Suquinho gelado, cabelo arrepiado. Qual é a do seu namorado? A Roberta também é auxiliar da coordenação e é ela quem fica aqui de anjo das crianças, essa criançada toda aqui na quadra, né, Roberta? Como é que eles eles se organizam sozinho? Você que dá as atividades? Não, na verdade a gente tem as cordas, tem as bolas, né? a gente tem os desenhos, a televisão que eles podem assistir e aí a gente decide assim, tenta decidir com a turma o que vai fazer, porque a gente nunca, como à tarde eu fico sozinha, eh, eu não tenho como ficar com um pouco lá dentro e um pouco aqui fora. Então eles entram num acordo comigo, onde a gente ou participa de atividades aqui fora ou a gente entra para dentro participar de alguma atividade lá dentro. E aqui eles mesmos se organizam, se dividem em turma, tem gente jogando bola, tem gente pulando corda, mas sempre é sobre a sua supervisão, né? Sim, sim. Tô sempre aqui mesmo para que não brigam, para que não falam palavrão, para que um não xingue o outro. Então eu tô sempre aqui. Às vezes dá uma escapadinha, um acaba empurrando o outro, mas a gente tá sempre presente o momento todo para que isso não aconteça com eles. E quando acontece, tem aquela aquele momentinho de pensar. Sim. Quando eles falam algum palavrão que pra gente assim, né, não é normal alguma briga deles, a gente chama os dois para conversar. Quando é dois, quando é três, a gente chama todos para conversar. Eh, conversa com eles, pede para cada um pedir desculpa, perdão um pro outro e quando é um pouquinho mais grave, a gente leva, coloca na mesa e fala para eles: "Vocês têm 5 minutos para pensar". Então, nesses 5 minutos, eles ficam lá refletindo o que eu fiz de errado, né? E aí quando eles vêm até a gente, eles perguntam, a gente explica. E aí depois desse tempinho a gente sempre um vem e fala: "A gente pode sair, pode ir lá fora". Aí pode, mas primeiro fica um pouquinho pensando. E tem dado certo? Tem, tem sim. Eh, eles são crianças que a gente conhece desde que nasceram também, né? Então a gente não tem muito problema assim deles não respeitar. São crianças que eu vi nascer nesse lugar aqui, porque eu moro aqui dentro, né? Assim como Adriele, eu tenho um filho de 21 anos que também foi da UNG. Foi da UNG. Eu trabalhava no Carrefur, saía cedo de casa e esse tempo todo ele ficava na ONG, né? É uma relação já de muito tempo que vai além, né, da formalidade. Tem uma relação de sentimento aí, de vínculos, né? Sim, tem. A gente já vem dos filhos, né, de netos, que tem bastantes que são neto meu e as crianças da comunidade que a gente viu nascer. Então a gente tá realmente acostumado, né? Eles sem são de igual. Da mesma maneira que a gente respeita eles, eles respeitam a gente também. É criança é normal, né? Uma criança aqui umas vezes dá uma briguinha, uma falta de respeito, mas nada que seja normal. Sinal que a criança está saudável. Não é assim que falo? Sim, com certeza. Enquanto tá brincando, né? Tá ótimo, porque a gente também não queria, não gostaria de ver um deles numa cama dentro de casa, trancado, sem poder brincar, sem poder reclamar, sem poder nada. Então, a gente gosta desse momento de ver eles assim, tudo contente, alegre. Obrigada. De nada. Luiz, você tava ali na turminha da corda também. Você gosta de pular a corda aqui fora? Mais ou menos. Mais ou menos. Que que você mais gosta de fazer aqui no Resgatando Valores? Brincar de pega pega. Ah, gosta de correr. Uma vez eu caí. Nem levantei mais, menino. Machucou muito. Foi recente, então. Um pouquinho. E você tem bastante amigo aqui? Que que vocês fazem lá dentro também? Gosta de cantar, de ver TV? Ensaiar. Ensaiar? Gosta de cantar? Quer cantar um pouquinho aí pra gente? Não. Mas pular a corda você pula. Então, tá bom. Obrigada. De nada. Emily, você gosta de fazer o que aqui na quadra? Brincar de pular a corda. É. Vocês pulam corda. Ah, fica todo mundo esperando para entrar. E você nunca caiu? Nunca. Sério? Você é boa na corda, então? É rápida. É. Você gosta de pular ou gosta de bater a corda? Eu gosto de pular. É, quando tem que bater também tem que tem que dar o seu melhor, né? É, né? Vocês cantam quando estão batendo corda? Canta. O que que vocês cantam? Minha porta e eu e suquinho gelado. E quando tem dessa carteira? Canta uma pra gente. Tá bom. Mas você quer qual? Suquinho gelado. Suquinho gelado. Cabelo arrepiado. Qual é a letra do do seu namorado? É A, é B, é C, é D, é F, é G, é H, I, J, K, M, R, S, PX, Y, Z. E muito obrigada. Então, obrigada. Agora pode pular uma corda lá pra gente ver. Tá bom. Tchau. Dá um tchauzinho. A Alice vem aqui pra quadra. Depois que ela lancha, ela vai contar pra gente o que que ela mais gosta de brincar aqui, né, Alice? Eu gosto mais de pular corda. Pular corda? Você tem muitos amigos aqui? Ah, eu tenho um pouco. É. E pula a corda e depois quando você vai lá para dentro ver uma TV, você gosta também? Sim. Prefere vir aqui para fora brincar, né? Sim. É. E o que que os seus amigos mais gostam de brincar com você? Não sei, mas eu acho que a Maria Eliz gosta de pular a corda. Então vocês são a turma da corda, né? Eu acho que sim. Então a gente vai ver vocês pulando, tá? Uhum. Obrigada. De nada. Isabele, que que você mais gosta de fazer aqui na quadra? Pular a corda. Você, suas amigas e o Pedro e o Luís, né? É. E você gosta de pular em dois ou individual? Ah, não sei. Não é mais difícil pular sozinho? É, é divertido. É muito. Já tomou uns tombinhos de vez em quando? Só um. Só um. Então você é boa na pulação de corda? Sou. E machucou muito ou mais ou menos? Não machucou, só doeu. Doeu um pouquinho, né? E cantar gosta? Não, muito. Não muito. Prefere p corda? Prefiro. Obrigada. De nada. Então, esses são os desafios. Mas tem muita coisa boa acontecendo que nem a gente já viu, né? Eles felizes nas na quadra com a recreação. E a sua mãe também trabalha aqui, né? Isso. Ela também trabalha aqui. Ela dá apoio na parte da tarde, principalmente no terceiro turno, que eu trabalho até às 4:30. E aí ela dá o apoio da turma terceiro turno. Ou seja, Adriele, uma instituição como essa impacta a vida de muita gente aqui na região, né? Bastante bastante os pais que trabalham, as crianças não sair igual esse período integral agora terceiro turno, muito faz trabalho até 5, 6 horas, não sabia o que fazer com as crianças, onde conseguimos esse terceiro turno, que esse horário a gente não tinha para ajudar bastante os petos. Eh, acho que a organização social é a maior força que a gente tem, né? Às vezes a gente não tem noção de quanta entidade tá fazendo e em Campinas uma cidade já muito grande, com muitos desafios e a sociedade se organiza e dá essas mãos aí pros pais em todos os sentidos, né? É, muito obrigada por nos receber também, Driele, queria que você falasse as redes sociais para quem quiser acompanhar. Tem Instagram, né? Sim. É, resgatando valores e o Facebook também, né? Resgatando Valores. Vai chegar lá, né? Resgatando Valores. E para você que nos assistiu, gostou desse programa, quiser rever ou compartilhar, é só acessar o YouTube da TV Câmara Campinas, procurar ali mãos solidárias. Muito obrigada pela sua companhia e até o próximo sábado. [Música] [Música]
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