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MÃOS SOLIDÁRIAS - SEMENTE ESPERANÇA
Em destaque · HD Vídeo · MÃOS SOLIDÁRIAS

MÃOS SOLIDÁRIAS - SEMENTE ESPERANÇA

77 views Publicado 25/11/2024 HD · 44:57

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[Música] [Música] e no mão solidárias de hoje a gente veio até a sede do centro sócio educativo semente esperança que é 27 anos trabalha para salvaguardar os Direitos da Criança e do Adolescente e para contar um pouco dessa história de como tudo começou eu estou aqui com a fundadora e vice-presidente a dais Elias muito obrigada por nos receber aqui dais queria que você Contasse pra gente como veio essa ideia por fundar o semente Ele sempre teve esse nome como é que é Começou assim nós éramos um grupo de mulheres que tava querendo fazer alguma coisa viemos ajudar uma senhora que já tinha um um projetinho não sei se era ONG aqui no aqui mesmo no Paranapanema onde hoje nós já estamos instalada né que antes a gente não era aqui e nós er acho que um uma meia dúzia cada uma fazia uma coisa né ajudava na cozinha ajudava alguma coisa com as crianças mas aí a gente começou a querer mais né ai vamos vamos fundar também um vamos melhorar ser ter todos os registros né porque tinha bastante criança aí uma tomou à frente e aí ela disse olha eu vou alugar uma casa quem quiser descer comigo vamos E aí nós fomos começamos tinha um fogão uma mesa e paraa surpresa assim Acho que desceram umas 25 crianças desse núcleo que já estava instalado aí uhum aí nós começamos o sement esperança não tinha o nome não ainda não tinha sido escolhido o nome aí descemos aí começou a luta de 27 anos para chegar nisso tudo então foi um passo passo foi um passo a passo não era uma ONG ainda mas nasceu PR pro contraturno dessas crianças que ficav eles eram obrigados a est matriculada na escola para frequentar né então era metade de manhã metade de tarde no no início a prefeitura mandava um uma professora o resto era só voluntário até a gente poder se instalar né aí aos pouquinhos foi foi uma grande assim foi muito prazeroso muito gostoso né de a gente ver aonde nós chegamos né com certeza sair assim para fazer as coisas deu muito trabalho principalmente os registros né mas aí conseguimos tudo aí também achamos que lá o lugar já tava pouco era pertinho daqu era uma casinha apertada pertinho daqui Ah era assim tudo tudo improvisado né que era uma casa então assim fomos desmontando a casa aos poucos se adaptando mas aí chegou uma hora que ah não não dá né Nós temos que ter aí foi tudo acon foi tudo acontecendo fomos tendo todos os registros aí aí fomos profissionalizando né porque a gente não tinha como como eu falo como você psicóloga pedagoga professora a gente não tinha isso né então para isso precisava das pessoas certas nos lugares certos né nós tivemos muita sorte primo vont que você Esperança sempre foi dotado de muita coisa boa graças a Deus né E aí quando vocês eram para esse prédio então nós ficamos 20 anos lá embaixo né a gente fala lá embaixo porque era lá embai Ah nós ficamos 20 anos e nesses 20 anos assim foi uma luta de fazendo eventos para conseguir dinheiro para comprar o terreno e construir né então é um prédio próprio hoje hoje é é muita esperança né e começou com 25 crianças hoje são quantas começou 170 170 que se divide em dois turnos em dois turnos E aí vocês fazem um trabalho tanto com crianças de seis a 16 anos é isso é de a 14 né PR e depois tem tem pros adolescentes também né tem um projeto Novos Rumos isso depois que já já completou o semente Esperança né foi ampliando né E também tem um serviço de convivência né que funciona com as pessoas de da comunidade sim as mulheres tem muitas oficinas né E como é que a família recebe o semente Esperança Ah muito bem eles assim é ass balões Fes Esperança sabe nós assim eu sou suspeita para falar né mas aqui assim no nosso pedaço aqui acho que nós somos Não nós somos os melhores tudo é muito bom aqui tudo é muito bom o que se propõe a fazer a gente faz né gente Sim e eu vi que a arte também é uma coisa muito importante aqui né nasceu com essa ideia Já do lúdico de explorar esse lado com as cri porque o que que a gente pensava né que naquele tempo assim como digo eu sou da pia do fogão né então não sabia nada não estudei nada me estudei e e assim eu a gente fic pensando né eles não t um lugar né na casa deles não tem um quintal na verdade né o quintal é amigos esperança é né é o quintal é o atelier é tudo né eles podem sair da casa deles irem pra escola e vem para cá né E também é pia e fogão porque eles podem comer uma boa refeição sim s é os da manhã toma café e almoça vão pra escola e depois vice-versa né Uhum E a gente sabe que isso principalmente na primeira infância é fundamental né para garantir que a criança consiga desenvolver tudo isso aqui né e me diz uma coisa você falou ah sou da pia e do fogão mas uma mãe entende outra mãe uma mulher né entende a maioria eram mulheres que não tinham com quem deixar os filhos é é isso que que motivava né porque elas chegavam Principalmente quando a gente ainda não tinham o semente esperança que a gente ia na Dona Júlia né e a gente via que elas chegavam com o carrinho com as crianças muitas não tinham tomado nem mamadeira ainda ainda chegavam ali para tomar mamadeira elas saíam correndo para ir trabalhar então sempre teve assim muita falta de tudo isso né não tinha creche para todo mundo não tinha depois quando chega Aquela fase que a creche não aceita mais e aí como é que vai fazer é não dá para parar de trabalhar é não dá e quais os bairros que atende aqui a gente tá no Paranapanema né é o São Fernando e Itatiaia o Proença Baronesa todo todo esse entorno mas como funciona as pessoas vê por livre demanda ou são encaminhadas e tem lista de espera ou Vocês conseguem atender as pessoas que vê até vocês Ah Nunca tem vaga sobrando né É é bastante procurado um vai falando pro outro né porque todo mundo sempre que é uma referência né seja qual classe social né sim então assim estar no cemente Esperança pelo menos aqui na comunidade eu acho assim nossa que maravilha meu filho está lá sim sabe isso a gente escutar muito além de est Seguro tá alimentado mas também tá com um alimento para muita coisa aqui né Educacional lgico sim sim sim tem muita criança que a gente viu né eu principalmente que hoje vejo já os filhos aqui já de volta né nossa é 27 anos né já tá na segunda geração então e aí você fica feliz que dá pr ver esse sorriso ainda eles voltam então para trazer os filhos voltam Nossa volto a gente encontra na rua quando ten apresentação do final do ano né que todo ano tem uma apresentação daqueles fazem né o o ano inteiro que tem muitos que vê para dar depoimento para falar como está a vida é um prazer para eles voltar né É Ah sim que legal e vocês fazem essa amostra todo ano né já é uma já é um esperado né Todo sim isso começou lá atrás Então essa ideia de ter uma amostra para reunir família fortalecer os vinos então quando a gente estava lá embaixo né falou lá embaixo na casinha né que a gente fala a gente não tinha espaço Ah é Então a gente tinha que ocupar salão da da igreja pedir sabe assim sempre tava era o que tinha se tinha era tudo muito apertadinho né sim então que eu tava até falando pra pra Priscila sabe que agora aqui parece lá parece que a gente tava assim era diferente aqui tá tá tá solto né porque tem espaço tem tudo todas as salas ocupadas exatamente lá a gente não tinha então quando tinha era assim todo ai precisa ver lá no salão da igreja você vai ter lugar ou então vamos fazer aqui vamos Não era como é aqui né esses 7 anos aqui explodiu né Que legal assim de mostrar de poder mostrar mais já o que a gente vinha fazendo porque o que acontece não é de um dia pro outro né eu falo sementes é uma semente foi Indo aos poucos foram 20 anos assim que para chegar aqui né Sim e como é que vocês sobrevivem qu enquanto entidade vocês têm doação T repasses eh de convênio tem tem tem a Prefeitura né que é que é o primeiro né Priscila e temos ajudas assim que é uma diretoria que corre muito atrás né sim tem parcerias com empresas tem tem com a bos nota fiscal paulista vocês TM também para quem quiser temos um bazar permanente né Ah tem um bazar permanente um baz perente funciona de que horário das 10 às 4 todos os dias da semana todos os dias sábado domingo não não então das 10 às 4 e esse essa renda também é revertida proa legal então tem várias formas de ajudar para quem tiver interessado né muitas formas hoje vocês TM voluntários ou não então o bazar ele funciona quase que só com Voluntários né E E o resto não o resto é a diretoria que corre atrás né Uhum dos projetos porque se consegue parcerias mas assim o bazar quando nós começamos o bazar né porque nós somos famosos de bazar sabe é porque nós começamos fazendo bazar na rua né Priscila a gente juntava as coisas que ganhava punha dentro de uma perua e vinha aqui na favela fazer Que legal né na favela não na comunidade Uhum E e aí quando viemos para cá já Já construiu com esse espaço já pensando né e antes a gente fazia um bazar que ele era Ness vou falar certo Fi fazia um bazar que era beneficiente para as famílias para comunidade Independente de estar ou não no Seme Esperança né a gente fazia assim era todaas sextas-feira E aí veio para cá quando veio para cá aí o bazar assim modificou um pouco ficou mais chique né então ficou assim é beneficiente para o semente né então hoje o bazar tem rede social pro pessoal acompanhar como o bazar tem rede social tem Ah então a gente vai colocar pro pessoal acompanhar né porque tem muita gente que é louco por um brechó Nossa é verdade e já pode ajudar né com certeza Daisy e a comunidade você sentiu que ela também eh evoluiu no sentido de ser um pouco menos vulnerável nesses 2 anos sim sim sim nossa a gente viu é o crescimento é assim a olhos vivos sabe até por conta de que eu falo assim aí embaixo era não era invasão mas assim não é e ficou ótimo né porque asfaltaram ficou bom e o sermente ficou assim num lugar até privilegiado né porque a gente estava do outro lado a gente fala do outro lado né do Riozinho né e as nossas crianças eram tudo mais desse lado né porque o maior número é do Paranapanema né prisila eati e Paranapanema que é o maior número de crianças né sim porque também quando ficar muito longe é difícil né sim é difícil até para vir também porque vocês já estão numa lotação quase máxima né não é agora não agora não dá e o serviço de Convivência de vínculos também que é pros adultos Ai Olha é assim tem bastante coisa e elas estão muito contentes porque olha teve curso de manicure que legal é qual curso que teve mais el elas fazem tem aula de de de ginástica né pra comunidade né a Érica que dá né e fora todas as outras piscinas que termina uma começa outra né O que a Irene faz é é também né com com as com as famílias né então além de poder ter uma uma uma renda uma profissionalização né porque você aprender o serviço de manicura você pode exercer uma função remunerada tem também a questão tudo é um é um uma uma oportunidade de criar esse ambiente para o fortalecimento de vínculos né que é uma política bem interessante né Essa era nossa preocupação desde o começo assim que talvez há 30 anos atrás nem sei se vou lembrar bem mas a gente quando se reunia tá bom as crianças vão ficar com nós e depois quando eles saírem daqui tinha a gente já tinha essa preocupação talvez porque a gente tinha os filhos tudo entrando em faculdade que já ia então a gente né pensava né eu tive tanto né que dividir um pouco né com certeza esse é o espírito né inclusive do programa da muito obrigada por compartilhar essa história com a gente obrigada a gente vai pro segundo bloco e na volta a gente vai mostrar as atividades e amostra que é a menina dos olhos né é a menina obrigada obrigada a [Música] vocês de volta pro segundo do Bloco do mãos solidárias de hoje aqui na sede do centro sócio educativo semente esperança que funciona em Campinas no Jardim Paranapanema eu tô aqui com a Priscila que é coordenadora de tudo e vai contar quais atividades funcionam aqui PR as crianças e adolescentes do contraturno escolar né Priscila e também do trabalho eh de convivência né de fortalecimento de vínculos muito obrigada por nos receber aqui PR a gente que agradece a oportunidade de poder falar do do nosso trabalho de mostrar esse trabalho né daqui a pouquinho a gente vai mostrar um pouco das crianças e a gente vê pelas crianças o resultado do trabalho né como é que funciona hoje as crianças vem para cá no contrat escolar né então nós temos no programa de 6 a 14 anos nós temos 150 crianças né então quem estuda de manhã Eh vem para cá tarde e quem estuda tarde vem para cá de manhã né então eles é mais ou menos uns 70 de manhã e os demais no período da tarde para esse grupo de crianç e 150 nós temos alguns programas né e dividir em programas e projetos é para ter a intencionalidade do que a gente almeja alcançar com essas crianças então a gente pensa tanto na parte eh de esporte recreação e lazer com oficinas então por exemplo do temos basquete temos futebol temos recreação né temos o livre brincar que é pros menores temos uma atividade que chama criar com corpo ou seja eles precisam criar brincadeiras mas usando o corpo como uma ferramenta do brincar ou tem o programa também que é o o fazendo arte que onde então tem todas essas isso que vocês puderam ver hoje da nossa amostra né tem o creart que é e relacionado às artes visuais então eles mexe com papel com cola com tesoura com eu manuseio mesmo com as mãos diferentes tipos de materiais artístico para ter acesso para poder criar para poder inventar né para poder exprimentar Ah então tem Artes manuais tem o criart e tem o corpo o programa Semeando saber que tem as oficinas de informática de robótica tem o o 1 histórias né que até a Maria Luísa pôde contar um pouquinho do que ela fez o Leandro na robótica ã o ecocidadania então que traz a gente trouxe a horta presente no espaço da instituição para que a partir desse processo do colher e do plantar eles fossem entender o que que é essa relação com o meio ambiente né mas a gente quis trazer um meio ambiente mais próximo né antes de chegar de falar da Amazônia então assim que que é essa natureza que a gente precisa cuidar então trazendo a natureza aqui mais perto e do tempo também e do tempo né E a e é o cultivo é a paciência são as mudanças climáticas é o que que a planta precisa ela é um ser vivo tem as casinhas de abelha também para ter todo esse ecossistema aqui dentro a oficina Cidadania em ação e eu sei cuidar do meu corpo então que teve muito presente acabou refletindo no nosso Nossa amostra a questão do das emoções né então o autocontrole o autoconhecimento a identidade desde dos pequenos até os maiores Ah com certeza eu esqueci de algumas oficinas porque são muitas mas são programas que e eh os programas do 6 a 14 tá focado em eh no desenvolvimento integral da criança o adolescente né então o que que ele precisa pensando no seu corpo pensando na nas suas emoções pensando na sua criatividade no no desenvolvimento cognitivo então a gente divide as atividades dessa dessa maneira e tem no no intergeracional que a partir de 15 anos a gente tem o projeto com novos fumos né que é um projeto para a vida e o mundo do trabalho então não é focado no mercado de trabalho mas é o mundo do trabalho e pensando na questão da vida desse adolescente né que um adolescente da comunidade ele ele antecipa né as questões de cuidar da casa de de profissionalização e de de trabalho então como fazer isso para que ele não tenha um trabalho precarizado como fazer isso garantindo uma formação eh melhor profissional que vai dar condições de carreira e de melhores salários Então esse é o Projeto nosos sonos e principalmente de sonhos né porque a gente eh Essa é a chavinha para eles né entender o sonho e atrás mas então Eh vamos fazer um projeto de vida para que você chegue lá e aí o projeto Novos Rumos e por isso ele tem esse nome ele vem com essa com essa iniciativa e tem o público adulto né que aí a gente brinca que é 18 mais né 18 mais e e que por Demanda da própria comunidade a gente teve uma grande procura das mulheres então Eh das mulheres 40 mais e elas vê para cá em algumas oficinas então tem a oficina movimento em forma que é uma oficina de movimento então a gente traz a dança mas esse informa é porque é um momento também do corpo da autoestima e do bem-estar mas a gente traz informações né direito das mulheres o cuidado eh se prevenir contra a violência O que fazer em caso de violência questão de trabalho também de oportunidades então fica um grupo né então elas dançam elas se movimentam mas depois tem um finalzinho de conversa fechando essa atividade tem o atelier Girassol que inclusive tá na amostra né uma das salinhas que tá bem com uma cara de de Natal eh que foi é a produção delas então elas vêm para produzir e algumas usam a as Produções para vender outras para presentear as amigas outras para decorar sua própria casa então é é um momento também de de autoestima né de autorrealização e de de autonomia e de Laços né então é um grupo que eu confio um grupo que eu também posso falar porque enquanto elas estão lá tentando tudo acontece né O que aconteceu dificuldade uma tristeza ou uma alegria então também é um espaço para fortalecer e tem a roda das emoções né que trabalha mesmo as emoções o encorajamento feminino o empoderamento feminino né Eh eh o cuidado ã caminhos possibilidades às vezes trata as feridas do passado né Eh para para se libertar às vezes de de de coisas que não permitem caminhar então é um grupo que tá bem fortalecido já há dois anos e a gente tem ótimos resultados com grandes depoimentos que até surpreendem a gente né a a a gente vem com a proposta de de que elas se sintam à vontade e que elas cresçam que elas se desenvolvam porque não é só a criança que se desenvolve acho que o ser humano ele tá todo o tempo sezinho todo o tempo é e e e aí o que a gente percebeu é que Elas entenderam que esse espaço aqui é pro desenvolvimento delas independente então assim já são casadas já tem filhos os filhos crescendo e acabou não acabou começando outra fase começando uma outra fase Então esse é o grupo eh do intergeracional né então entre o intergeracional nós temos 30 adolescentes e 30 mulheres compondo então um grupo de 60 pessoas que legal e tudo é um pretexto para fazer esse fortalecimento de vínculos no final das contas né só tem que arrumar os meios e claro trabalhar as habilidades né é as a gente entende que a arte né então a gente gente tem além das artes visuais aqui tem Coral tem balé tem percussão tem hip hop e é o universo e a a arte ela aproxima né a arte você você eh eh colabora para pro seu processo de identidade então é uma é uma ferramenta né PR PR construção para autoconhecimento inclusive esse ano a gente tá com um projeto que é o apoio da fundação feak que chama afetar e esse projeto ele é muito desafiador mas ele é muito bacana porque a gente tá trazendo as mães os responsáveis para fazer oficina de arte com os filhos Então para que por meio dessa oficina de arte desenvolva parentalidade positiva então assim é muito bacana a criança aqui a professora de balé dando aula criança com seu responsável e a criança ensinando a mãe não tem que abrir mais a perna não tem que faz assim olha como eu faço então então esse relacionamento tão próximo né porque ela e a mãe ela e o o a gente teve mãe e avô e pai e um pai eh é um cuidado né então assim como que eu me relaciono com o meu filho como eu me relaciono com o meu pai a arte traz o cuidado traz o carinho traz a paciência traz a emoção né ambi num outro ambiente numa outra proposta e por que é desafiador você falou que é desafiador é desafiador porque primeiro que o o o os pais quando eles vêm eles acham que talvez eles serão expostos no sentido de que ai na aula de coral eu vou ter que cantar mas eu não quero cantar porque eu sou desafinada então tem essa vergonha depois eh também eh de estar aqui no meio de outras crianças é um ambiente diferente para eles pras crianças tá comum mas pra família não é tão comum sai da zona de conforto sai da zona de conforto mas estamos aá 1 ano e meio com esse projeto E cada vez que que o pai volta ou a mãe volta a gente percebe que ele já volta mais à vontade e no meio disso a gente fez outras vivências né a gente teve o casa aberta que que é um sábado que os pais vêm aqui com os filhos fazer atividade E aí sem ninguém olhando né sem o professor porque ele já sabe fazer aquela atividade então ele ensina pro pai ali enquanto tem outro aprendendo ali o momento da amostra é outro momento de interação que eles ficam mais à vontade então é o espaço da instituição né com as atividades feitas pelos filhos e eles vão ficando mais eles vem assistir eles vem assistir E aí a gente vai quebrando essa coisa de que que é um espaço que não é tão deles né porque é deles sim porque acaba parecendo uma escola né Aí fala ah eu não tenho mais esse direito né não tenho porquê E aí já tem uma um outro caráter né E aos poucos isso vai entrando e a comunidade vem participando mais exatamente hoje vocês têm eh demandas também pros adultos ou já tá tudo meio lotado vocês têm vagas para atender Nós temos vagas e como o trabalho com com a população adulta é um trabalho novo para PR a gente a gente começou em 2020 então assim aí veio a pandemia então a gente não tinha tanto acesso então a gente teve que esperar aí esse processo e depois eh eh a gente ficou mais bom na massa mesmo porque a gente recebeu essa população aqui então eh a experiência que a gente tem com criança a gente já trocou muito a gente já aprendeu muito né então a gente já consegue criar projetos com a demanda das Crianças esses adultos estão chegando e estão dizendo pra gente ah que legal o que eles estão precisando n é horizontal então né Então a gente uta a gente pergunta eh a gente tem ideia à vees chega Eh agora a gente tá com um projeto que para para ser aprovado que é o o 18 mais que é a questão da carreira né desse jovem que é desafiador que é desafiador então assim eh como que é pra população vulnerável né até para uma uma uma menina por exemplo que teve uma gravidez precoce e ela teve que abandonar os estudos por conta da criação do filho e agora que essa criança Já cresceu um pouco eh como que ela volta pro mercado de trabalho que carreira é essa né Essa orientação vocacional que faz com jovens então a gente tá pensando num projeto desse por quê Porque a gente tá recebendo esse esse público e e tá sentindo nessa demanda né então criando projetos para para esse público que é novo pra gente mas eh quanto mais desafio melhor né 27 anos só conseguiria ter sobrevivido com essa disposição em acompanhar né Então vamos mostrar um pouquinho das mostras as atividades que acontecem de robótica de arte de música e a gente já volta Marcela conta pra gente como é que é produzir essa amostra que cada sala tem uma função tem uma idealização por trás um sentido né dentro da da pedagogia como é que foi pensar nisso tudo junto com os outros educadores essa amostra ela acontece uma vez por ano né E esse ano teve o tema de eu outro e o meio ambiente então em cada uma das oficinas tanto nas de arte tanto nas de que são mais e sobre desenvolvimento da criança enfim e a gente tratou principalmente a identidade o autoconhecimento e isso nas artes também então na hora de organizar cada sala meio que cada sala tem uma oficina então uma delas é só criar em outras é só cidadania a outra é só mil histórias a outra é só eu sei cuidar mas daí em todas elas basicamente a gente tentou juntar principalmente nessas que são mais teóricas assim é a gente tentou trabalhar mes que na mesma sintonia então eu e uma outra Educadora a Rose a gente trabalhou bastante essa questão da identidade da comunicação com respeito com os colegas eh mas o processo foi bem difícil porque a gente tem que estimular bastante as crianças né muitas vezes eles partem de uma ideia de que eles não conseguem de que eles não são feitos para aquilo e tal principalmente nas artes também eh e aí esse processo de ensinar de est ali do lado foi foi difícil mas no fim deu tudo certo e foi bem legal porque na hora que eles vêm tudo pronto até esse espaço desse jeito para eles é completamente satisfatório assim porque eu acho que cria uma uma ajuda na autoestima deles também sabe de ver que eles são capazes de deixar tudo muito bonito enfim foi difícil mas foi bem legal e bem satisfatório aí no no dia 2 de de novembro agora eh os pais os familiares vieram ver as as coisas do das Crianças elas vieram junto também aí foi super legal elas tipo mostrando tipo ah esse é meu esse é o que fiz não sei o que então tipo ficou ficou bem legal e é uma forma também de criar esse vínculo né das Crianças com as famílias e as famílias verem o que elas estão fazendo aqui todos os dias né então é basicamente isso e por ser uma coisa anual Eles já ficam esperando assim os que estão aqui há mais tempo já ficam esperando para o que vai acontecer naquele ano Sim eles ficam porque como tem todo ano a gente organiza um tempo antes do cronograma né na verdade são atividades que a gente trabalha o ano todo então a gente já tem um tema geral específico Eu por exemplo tava trabalhando comunicação não violenta então nas oficinas semanalmente a gente já vai tratando sobre isso na hora que chega mais perto da da amra a gente coloca um planejamento para montar a parte mais artística mesmo porque por exemplo as minhas oficinas que são mais teóricas entre aspas a gente tem que traz pensar em algum jeito de fazer aquela teoria casar com a arte então isso também é um pouco complicado mas aí tipo a gente é um trabalho do o ano inteiro basicamente então é um desafio para todo mundo Aham com certeza para mim a o coisa né 1 histórias é muito divertido eu amo meu storas ele é legal divertido e para mim fazer mil Stories é um ato de amor um ator de coragem e eu amei fazer essa exposição porque eu me senti alegre eu tirei o que eu tava sentindo né Eu me esforcei eu sorri Eu gostei muito e hora que você viu pronto aqui junto com dos seus colegas a história de todo mundo foi mais legal ainda foi muito legal eu vi os os desenhos das minhas amigas eu falei assim nossa tá tão lindo o desenho de vocês minha mãe viu minha mãe falou que tava lindo tava maravilhoso ela gostou muito das coisas que eu fiz e eu achei muito legal eu fiz esse desenho aqui que é da família que no próximo que no fim do ano a gente vai fazer uma peça no teatro aí da família tchê E eu vou ser a mãe eu vou participar Hilary conta pra gente como foi fazer essa amostra da das Ervas aqui essa exposição né como é que foi trazer lá da horta organizar tudo explicar PR as pessoas ah eu amei e gostei muito é no mês que vem eu quero que tenha de novo porque eu amo muito a horta faz bem pra saúde pros músculos pra vista e eu quero que tenha mais vezes e eu amo muito semente esperança que legal e as pessoas que vieram gostaram ficaram incentivadas a plantar sua própria artinha como foi foi legal eu amei muito Alguém falou que gosta mais do alicrim do hortelã como foi é foi a Melissa Melissa preferência sim mas todo mundo tem a sua preferen eu gosto muito de plantar as as ervas e qu as suas preferências e pode é as é todas pode ser escolhidas Eu amo todas igual os outros ah você gosta de todos igual dá pr fazer tempero chazinho né S Eu amo muito chá de calina E você também planta lá na horta cuida da hortinha tudo eu amo muito a Marcela de coração e sempre vou amar amo muito semente e eu gosto de plantar sof PR você como é que foi foi fazer essa investigação primeiro né de quem seria qual virtude e depois da vida ela Através Dessa arte né Foi assim uma experiência muito maravilhosa com os colegas com as meninas a gente trabalhou muito para chegar nesse lugar com a amostra e para mim eu se senti muito bem quando eu entrei aqui nessa sala para tirar foto eu vi muitas famílias é tirando foto falando assim nossa que trabalho bonito maravilhoso eu achei muito da hora essa experiência e a amizade te representa mesmo Sim representa muito a minha mãe falou que representa eu minhas primas porque a gente gosta de fazer amizade quando a gente vai para um lugar novo a gente ama fazer amizade aí a meu vô falou assim Nossa você parece muito com amizade as meninas também falou Nossa você parece muito com amizade eu falei que cada uma aparecia com a sinceridade a bondade aí foi assim Eloá conta pra gente como é que foi fazer essa essa arte sobre a compaixão é foi tipo assim é muito legal muito bonito teve que ter paciência né E quando a gente não a gente fazia errado nó teria que fazer de novo para ficar bem feito a gente fez a mão e Cada uma fez tão bonito porque a gente o nosso grupo era feito com meninas e cada uma teve a paciência para fazer isso e vocês mesmo que identificaram quem é que tinha mais a cara da compaixão mais a cara da Alegria mais a cara da Amizade É cada uma falou que eu era compaixão aí eu falei que eu out era integridade coragem e amizade Isso porque vocês conversaram muito para saber um pouquinho mais da outra foi assim é foi bem assim mesmo e na hora que você viu aqui no painel você falou representa mesmo representa minha mãe leu falou que é bem minha cara mesmo foi muito legal essa experiência foi muito bom essa experiência eu adorei fazer é a Educadora que fez com a gente essa atividade chama ros meiras eu adorei fazer você conta pra gente como é que foi esse processo né de capacitação do dos dos alunos até chegar a amostra né então a gente tá já desde Abril fazendo essa brincadeira toda né tentando construir essa ideia a programação não é algo fácil não é algo simples principalmente para as crianças né então a gente começou com uma base e aí foi mostrando como que que escrevi o código foi rabiscando foi fazendo uma um um ledzinho acender e depois virou toda essa mecânica que tá aqui hoje e qual foi a a aceitação deles cara demais a hora que eles viram todo o projeto já 100% funcionando eles ficaram loucos Porque daí a gente tinha um grupo de mais ou menos 10 crianças de de 11 a a 13 né E aí o restante começou viu que aquilo funcionou queria todo mundo fazer ao mesmo tempo mas aí depois depois que o carro já estava pronto já estava andando e tal aí eles começaram a a se interessar mais então a hora que tá funcionando é a hora que eles aceitam e é uma tecnologia então parecida com os carros da Tesla sim a ideia é fazer com que daqui você consiga fazer qualquer coisa funcionar então é é mais ou menos um carro já funcional é só trocar né a parte de mecânica de brinquedo para uma mecânica mais forte Leandro conta pra gente como é que foi fazer esse carrinho em grupo né para fazer apresentação na amra Ah eu achei muito bom o trabalho em grupo que a gente fez todo o mecanismo toda a programação que a gente fez para conseguir esses carrinhos e eu achei muito bom a no nossas conquistas e o pessoal fez amizade enquanto tava programando montando o carrinho como é que foi essa interação sim Tinha sim tinha gente que eu não falava muito aí a gente começou a programar na robótica E começamos a se falar você gostou da robótica Sim gostei M gostei muito da parte de conectar fios fazer programação parafusar cada parte da do carro Parabéns Muito obrigada tá valeu Ricardo como é que foi essa preparação pra Mostra com você trabalhou com a Marimba especificamente Eles já vinham estudando Esse instrumento como é que foi É não a gente já já já vem com ele há um tempo aí estamos preparando e juntando tentando juntar com o violão que dou aula de violão também então a gente tem alguma coisa que a gente quer juntar e às vezes a gente faz as marimbas e usa os tubos também os tubos que dão as notas eh correspondentes aqui e e algumas outras coisas que eu trabalho com com esses instrumentos então semanalmente eu trago alguns instrumentos para para eles experimentarem instrumentos de corda de lata alum coisa tal mas oficialmente o que a gente tá usando são esses aqui e a ideia então é é além dos instrumentos convencionais abrir a perspectiva deles para tirar um som de alguns elementos que de repente nem imaginariam sim é essa é a ideia e como é que eles recebem eh essas oficinas de instrumentos alternativos e tal Ah eles gostam muito essa coisa da experimentação e semanalmente eu procuro trazer alguma coisa diferente uns uns uns instrumentos bem eh não convencionais eles gostam muito se interessa muito né E aqui como a gente tá mexendo com notas e eles não TM eu não trabalho com notas com teoria com nada tá o que eu faço aqui é é uso as cores então eu tô usando as cores a gente tá trabalhando com três acordes que estão marcados por cor então aí para eles facilitou eles estão tocando uma música pode tocar outras músicas baseado baseados nas cores né a gente dá o número de repetições você acho que vai aparecer né que eu falo a cor eles trocam e a gente vai E com isso essa música mesmo tem uma um um Vocalize e tal que hoje não não deu para fazer Mas tem uma coisa que a gente tá preparando e no final tem apresentação é tem uma apresentação acho que no agora em dezembro né Emily você que que você acha das aulas de Musicalidade tá gostando eu acho muito legal você já fazia um tempão começou recentemente comecei recentemente você acha da Marimba essa Marimba que o professor fez ela tem um um toquinho especial foi o seu professor que fez eu acho muito legal tocar isso e tá ansiosa para tocar no final do ano já toquei ano passado como foi fo legal pessoal gostou ainda mais minha mã Esso tem de novo você fez amigos aqui no s Esperança nas aulas de música que que você acha dessas aulas Ah eu acho muito legal eu t aqui Acho que uns 2 anos ess daqui é a minha primeira vez fazendo aula de violão você tá achando muito máximo como é que você ouve as músicas agora fica tentando achar umas notas um som é ansioso para apresentar apresento duas cois vem apresento a Marimba e a percussão que a tocar com os instrumentos que é tipo o surdo a caixa o tamborim o timbau o a pandeiro Ah então já tá mergulhado aí na música é Eu toco a caixa o tamborim e o surdo nós tá aprendendo mais é toc a pandira que a turma da manhã já mais avançada que já é muito mais velha que nós Geovana O que que você sente aqui nas aulas de musicalização Eu gosto bastante eu aprendo coisas novas eu aprendo a tocar Marimba e toca violão também e faz tempo que você vem mais ou menos é mas tá gostando sim vai vai apresentar agora no final do ano sim tá contente tá ansiosa sim muito legal tem algum instrumento que você goste mais é a Marimba Então você viu pela própria depoimento das crianças né como elas são seguras estão dentro da atividade numa presença mesmo né isso acho que é a maior prova de que o trabalho tá dando certo né precila Sim Isso é é uma uma prova é uma grande alegria né Eu acho que para toda a equipe pra equipe que tá direto com essas crianças pra equipe eh do do serviço social pros diret dores pros voluntários e principalmente pros pais e familiares que estiveram aqui né então foi Emocionante ver a emoção dos pais e o orgulho então assim era foto em cima de foto até Inclusive eu fiz uma foto eh fiz várias fotos das famílias eh fotografando o trabalho dos filhos né é aquilo como uma grande produção como uma coisa autoral como uma realização e e as Crianças foram muito intensas sim né elas elas elas se dedicaram mesmo elas viveram viveram isso e isso é muito importante para elas né Porque isso é uma realização Isso é uma concretização Então hoje elas estão produzindo isso amanhã o que elas vão estar produzindo né se elas forem persistentes se elas forem resilientes se elas foram se elas forem caprichosas se elas forem sonhadoras porque tem muito de sonho aqui né de estilo né então a valorização do estilo das crianças da identidade do risco da identidade da cor né do que eles gostam de fazer e então pra gente é uma grande alegria é e que eles carreguem essa vivacidade pra vida né porque é muito triste a gente ver as pessoas sem visto né infelizmente a gente tem visto né infelizmente Então parabéns pelo trabalho muito obrigada por receber a gente aqui fo é um grande prazer receber e poder falar desse trabalho obrigada a gente vai colocar então o site as redes sociais do Bazar também para quem tiver interesse entrar em contato muito obrigada Eu que agradeço muito obrigada E para você que nos assiste quiser rever esse programa ou compartilhar é só acessar o YouTube da TV Câmara Campinas no mãos solidárias de hoje muito obrigada pela sua companhia e até o próximo sábado [Música] k [Música] [Música] [Música]
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