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Mãos Solidárias | Responsabilidade social: como empresas transformam vidas em Campinas
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Mãos Solidárias | Responsabilidade social: como empresas transformam vidas em Campinas

38 views Publicado 17/01/2026 HD · 30:21

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O Mãos Solidárias desta edição mostra, na prática, como empresas do segundo setor podem exercer um papel fundamental na transformação social, indo muito além do lucro e impactando positivamente a vida de crianças, adolescentes e comunidades inteiras. Neste programa, você acompanha uma conversa com Eduardo Porto, diretor de Marketing e Vendas da Rede Vitória Hotéis, empresa com unidades na Região Metropolitana de Campinas, que desde a sua fundação carrega a responsabilidade social como parte do DNA do negócio. A rede desenvolve ações contínuas com instituições sociais, promovendo acolhimento, cuidado, afeto e dignidade. Entre os projetos destacados estão as ações realizadas junto ao Hospital Boldrini, levando momentos de alegria, recreação e alimentação especial para crianças em tratamento contra o câncer — iniciativas que, segundo relatos, chegam a contribuir até para a redução do uso de medicação para dor em dias de atividades lúdicas. Outro grande destaque do programa é a parceria de longa data com o Grupo Primavera, organização social localizada no Jardim São Marcos, em Campinas, que atua há mais de quatro décadas no atendimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. 🎤 Para falar sobre o impacto dessas ações, o programa também conversa com Sandra Mara Arruda, coordenadora pedagógica do Grupo Primavera, que explica como o apoio de empresas parceiras vai muito além da doação material. São experiências que fortalecem vínculos, promovem autoestima e garantem às crianças algo essencial: o direito de sonhar. 🧡 Ao longo do episódio, você vai entender: Como a responsabilidade social pode fazer parte da cultura de uma empresa A importância do envolvimento direto de colaboradores nas ações sociais O impacto emocional e pedagógico das ações no desenvolvimento das crianças Por que parcerias entre empresas e organizações sociais precisam ser construídas em conjunto Como ações contínuas geram resultados mais profundos do que iniciativas pontuais O papel do terceiro setor na proteção social de crianças e adolescentes 🏨 A Rede Vitória Hotéis também apresenta projetos que unem esporte, bem-estar e solidariedade, como eventos esportivos tradicionais em Campinas que mobilizam centenas de participantes e destinam recursos para causas sociais, além de ações voltadas à redução do desperdício de alimentos e campanhas solidárias ao longo do ano. 💬 O programa reforça que responsabilidade social não é apenas uma obrigação institucional, mas uma escolha que envolve empatia, compromisso e presença. Quando empresas, colaboradores e organizações sociais caminham juntos, o impacto se multiplica. 📣 Assista ao episódio completo, inspire-se com essas histórias e reflita sobre como cada pessoa, empresa ou instituição pode fazer a sua parte para construir uma sociedade mais justa e solidária. 👍 Curta 💬 Comente 🔁 Compartilhe 🔔 Inscreva-se no canal para acompanhar mais histórias transformadoras no Mãos Solidárias Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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[música] [música] [música] [música] [música] Olá, mais um Mão Solidárias no ar e nessa jornada de mostrar as empresas do segundo setor que tem esse olhar para a responsabilidade social. Nós vamos hoje conversar com Eduardo Porto, que é diretor de marketing vendas da Rede Vitória Hotéis, que sediado com unidades aqui na região metropolitana de Campinas, que vai falar pra gente sobre esse olhar da empresa. Eduardo, conta pra gente sobre dentro do negócio de vocês, que é de hospedagem e tudo mais, quando surge essa questão da responsabilidade social. Eh, tudo bem a todos? É um prazer estar falando com vocês. Eh, na verdade, essa parte de responsabilidade social, ela ela tá já enraizada na empresa desde o começo, porque eh a gente ajuda algumas instituições, algumas ONGs, desde que a rede surgiu, né? A rede surgiu desde 2000, né? Então, a gente eh faz alguns eventos específicos eh para ajudar como Natal do Boldrini, né, que são as crianças que têm câncer. A gente monta todo um Natal, decora, leva principalmente o nosso amor, nosso carinho, leva toda uma parte de alimentação restritiva, brincadeiras, pipoca, animadores, para porque o índice de morfina usada em dias que a gente proporciona para eles com esses tipos de com esse tipo de evento cai. Já tem então essa demonstração, tem já tem essa demonstração, porque a gente faz e pelo menos há 10 anos esse do Voldrini e assim e não é só a gente que faz, né, em outras outras datas importantes. Então já é demonstrado que quando você vai lá pessoalmente dá todo esse amor, todo esse carinho e você distrai a criança, a morfina usada para dor para todas elas, ela eh cai. Então a gente fica muito feliz de tá podendo ajudar com isso, né? Porque as pessoas, os voluntários do dia a dia e e os pais que são verdadeiros heróis, a gente só dá um suporte, mas a gente acaba eh eh o nosso coração acaba se enchendo quando a gente ajuda. E também pro grupo Primavera, que é uma instituição que a gente a gente acompanha desde o começo, que eram 500 meninas, agora incorporou os meninos, né? Sim. e que são meninas carentes que sofrem bastante abuso sexual e também eh apanham do do de dos adultos. Sim. Ali na região do São Marcos, né? Do São Marcos, exatamente. Então a gente faz o Natal deles, que ele é vinculado a um evento esportivo que a gente faz há 21 anos ponto do Vitória Hotel que fica na norte sul. Eh, todos os atletas, os os quase 1000 atletas que participam, eles dão um brinquedo ou dinheiro e aí quando a gente pega essa recadação e leva lá pro dia para fazer um grande dia com árvore de Natal, com Papai Noel, com comida, com sorvete, também podendo alegrar é um pouco a vida dessas crianças que é bem sofrida. Quando você fala desse olhar, eh, em algum momento também há um envolvimento e o convite para que colaboradores da rede participem e saibam que naquele dia, por exemplo, naquela produção daquele alimento, você falou, né, tem alguns alimentos que tem uma questão de restrição, mas a gente faz especialmente para eles. Eles têm essa consciente de que aquilo tá sendo preparado exclusivamente para um público que tá na outra ponta. Sim, [música] a gente faz o convite, é lógico, né? Não dá para chamar todos os 400 colaboradores, mas eles têm ciência de toda ação que a gente faz, porque a gente fala em nome da rede, né? E alguns colaboradores se envolvem em algumas coisas pra gente levar pros dias especiais e alguns colaboradores vão no dia para ter o tete a tete, participam de abraçar as crianças, de ir de junto comigo. Eu vou em todos, eu faço questão porque para mim faz bem para mim. E aí a gente acaba levando alguns colaboradores para ir lá também abraçar as crianças, passar todo o amor e carinho, porque faz diferença, né? Não é só da boca para fora, é uma coisa que vale muito a pena e a gente tem que agradecer a vida que a gente tem e e também o trabalho que a gente tem e poder levar o máximo de experiências legais aí para essas pessoas que estão sofrendo tanto na saúde como dentro do lar, como em outras ocasiões, né? Quando a gente pensa nessa responsabilidade social e você me conta, [música] olha, desde o começo a gente já teve esse olhar e se a gente pensar, nós estamos falando de uma rede de hotéis que é um mundo completamente diferente. Como que é trazer também esse olhar para vocês que estão aí na direção e também para quem tá ali na lida do dia a dia, como que é esse trabalho? Eu acho que assim, a gente acaba eh tem uma coisa que é muito, a gente traz muito aqui para dentro da nossa rede, que é a generosidade, porque você para tratar um um cliente, um hóspede que vem aqui, o que ele tá esperando é que seja melhor atendido possível. Então, a tanto é que no dia da gentileza, a gente comemora aqui. Uau! É, a gente faz vídeo especial, a gente eh engloba todo os funcionários, que é o que eu acho que a gente também tem que levar para essas crianças. Então, eh, no nosso caso, já tá no DNA e e a e os funcionários também já ficam sabendo de tudo que a gente acaba fazendo, porque também teve até dias que a gente faz de crianças que querem eh ah, eu quero ter o meu dia da princesa. E aí a gente já tem alguns tem alguns parceiros maravilhosos que fazem isso e a gente na parte de hotelaria é da pessoa tá se maquiando, tá se trocando, tá indo também se alimentar, porque a gente tem restaurante japonês aqui diferente, a gente acaba entrando com esses nossos espaços, o spa, a gente tem o dia da princesa, então é bem legal porque a gente acaba usando eh eh os nossos as nossas dependências e os nossos funcionários também para dias especiais aqui dentro. E você disse uma coisa bem legal, nós temos parceiros, né? E hoje a gente tem aprendido que cada vez mais não se faz nada sozinho. Como que é também trazer essa essa responsabilidade, falar: "Poxa, a gente tá nesse projeto, vem com a gente". Como que também é sensibilizar esses parceiros, Eduardo? Eh, como como eu trabalho, a gente trabalha com marketing, eu trabalho com marketing fazem mais de 20 anos e aí a gente também já faz alguns eventos próprios e a o os principais são voltados pra parte social e esportiva. Eu tô comentando isso porque esses dois pilares para conseguir parceiro é muito fácil. Sim. quando você faz direito, óbvio. Claro. Então, tanto a parte esportiva, evento esportivo como a parte social, nós temos nós temos empresas muito legais, muito fortes, que ajudam a gente assim de olhos fechados para tanto na parte de alimentação, como na parte de brinquedos, como na parte de eh lápis [música] de cor e e tudo mais para desenho que eles querem. Também tem empresas que também já vão com toda a estrutura, com DJ, com cenografia. Então, a gente já tem os parceiros que, eh, por exemplo, lá 2026 eu já tô com tudo pronto, tudo fechado. Tudo fechado, tudo fechado. Ai, que legal. Olha, e eu vou falar especificamente agora do evento esportivo que acontece lá no Elonto da Rede que fica na Norte Sul em Campinas, porque hoje a gente tá gravando aqui em Paulíia, 21 anos, já era nesse formato desde o início ou não? Ele começou num formato um pouco mais tímido e foi crescendo. Me fala da evolução desse projeto. A gente tá numa, a gente tá num num momento que o o nosso corpo e a nossa mente eles estão em eh em prioridade pras pessoas, né? Então o Wellness e o esporte ele tem crescido muito. A eu tô nesse mercado também fazem [música] eh uns 22 anos, né? Porque além desse evento que tem no Uniponta, a gente organiza a [música] eh algumas corridas importantes em Campinas região, mas esse específico ele começou com o Joaquim Germano, que foi um dos caras que trouxe o spinning pro Brasil. Sim. [música] O hotel tinha acabado de inaugurar, ele trouxe a ideia, a gente comprou e a gente eh depois de 5 anos a gente adotou o evento pra gente, porque a gente tem a gente é especialista em organizar o evento e e ele foi ganhando eh ele foi melhorando a cada ano de acordo com o feedback dos nossos clientes, de acordo com tendências. Então ele é um evento que ele ele já virou eh, vamos digamos assim, oficial da cidade. Fazem 21 anos, as pessoas esperam, é todo final de ano, o ano que vem vai ser dia 7 de de novembro. As pessoas já pedem, já querem comprar, já querem participar, porque ele envolve o social, ele envolve o o a vibe de você pedalar num el ponto, de ver a vista, de estar com seus amigos, de de final de ano também dar aquela estravazada, tem grupos que se organizam para ir juntos. Tem do Brasil inteiro, inclusive é muito legal. No começo já era esse número de participantes ou isso foi aumentando a cada? foi aumentando e eram 50 bikes, agora são 100 bikes lá no ponto. Aí eram cinco turmas, agora são chama 5 hours back day, agora continua chamando 5 hours back day, mas é 6 hours back day, a gente aumentou uma hora mais, cada turma é pedala, pedala uma hora e depois desce e no centro de convenções daí tem 1000 ativações que a pessoa vai comer, vai se divertir, vai brincar, vai jogar, vai fazer outras atividades que nem alongamento, yoga, eh, tem palestras falando de nutrição, tem a parte de fisioterapia, vai muito além do pedalar, muito além, muito além. Tem a Zaração, tem a a música, tem tudo. É um evento bem completo. E desde o começo era o grupo primavera ou não? Cada temporada vocês fazem com alguma organização? Desde o começo era o grupo primavera. Sim. Não, não. Depois do depois desses cinco primeiros anos que a gente começou a fazer ele social. E na pandemia, como vocês fizeram? Teve alguma pedalada online ou não? Não, na pandemia a gente não fez, teve que parar. não fez, porque além do de não tá podendo fazer eventos esportivos de de aproximação de pessoas, o hotel também não tava podendo receber eventos, correto? Então, por causa das duas vertentes, a gente seguiu certinho e não e não acabou não fazendo. Mas passando a pandemia, voltou com tudo. Voltou com tudo. Tanto é que o hotel ele vai completar 23 anos e a gente fez 21 edições. Então, uma delas não foi feita por causa da pandemia. Agora, quando você diz que desde o início esse projeto foi idealizado porque está no DNA, como você analisa? Hoje, por exemplo, a gente tá falando de uma rede de hotéis, nós temos inúmeras no nosso país esse compromisso de vocês dentro desse setor de também ter a responsabilidade social, porque hoje a gente pensa muito que a responsabilidade social é do governo, é da família. Mas como que você também analisa quando uma empresa do segundo setor tem esse olhar? a gente eh desde o começo a gente tem como é a a a nossa rede são cinco hotéis e é familiar, eh eu acho que dá pra gente é mais fácil a gente colocar nossas crenças e tudo que a gente eh acredita e as mudanças elas são feitas mais rapidamente. Eu tô falando isso porque eh no Brasil aqui a gente tem muitas redes internacionais, às vezes é às vezes eles estão com boas intenções, mas é difícil você colocar eh isso em prática. Então tem muita coisa do dia a dia que pra gente é muito fácil de fazer e tem as coisas que são fixas do ano. Por exemplo, também tem as campanhas do agasalho, a de Campinas, participam. Ah, sim, com certeza. a gente é ponto de arrecadação, eh, independentemente quem tá na prefeitura desde o começo, inclusive eu poptei na parte de comunicação, porque eu achava que não era feito de um de uma maneira mais muito eficaz. As caixas também a gente palpitou, né, de deixar nos hotéis, então a gente recebe os hotéis, fazaração. Eh, aqui em Paulina também a gente abraça da a a da prefeitura em Datatuba, que é a outra cidade que a gente tem hotel. Então eu acho e a gente consegue colocar no DNA mais fácil por ser uma empresa familiar e a gente já acreditar nesses propósito de est ajudando as pessoas, né? Então a gente sempre coloca eh na nossa política de tá fazendo coisas assim, assim como também a gente eh valoriza, como a gente tem muito restaurante, a parte de desperdício. O que que vocês fazem nesse sentido? o desperdício, a gente faz uma campanha interna e agora, principalmente, a gente vai começar a partir de 2026, a gente depois de estruturar e conversar bastante, fazer externa pra cliente, porque a parte de eventos tem muito b sim. Então o café da manhã também é bifet e tem do bffet tem desperdício. Apesar de ter uma empresa parceira que já ela pega o desperdício e ela vende mais barato no delivery, né? tem uma empresa que faz isso e ela é ela é a gente adotou ela pro café da manhã para eventos. A gente tem que fazer também a o nossa lição de casa junto com os funcionários e também com a com os clientes agora para não desperdiçar comida, né? comida é um pecado. Na parte de doações, a gente também faz um incentivo muito grande paraas instituições que a gente eh ajuda, porque por incrível que pareça, o nosso público, que é um público com poder aquisitivo maior, ele doa menos no dia a dia, sabe? aquele pingado mensal que você que as que as ONGs e as instituições elas pagam o o realmente a a o dia a dia deles, a sua conta, a pessoa que tem menos condição, ela ajuda mais. E como que vocês trabalham isso? E a gente nos eventos, em tudo que a gente faz, como a gente lidar direto com esse público, a gente fala dos dados e percentuais referente à ajuda tanto do público de classe média baixa, classe média comparado ao a [música] um público mais rico, que tem mais condição, classe média alta. Então a gente mostra que não custa nada você ter aquele boletinho de de X por mês para est ajudando instituições que levam a sério, né? Que vai além de uma ação pontual, mas um compromisso mensal. Exatamente. Então, a gente faz nosso compromisso pontual, que é os eventos, mas o mensal a gente faz o estímulo eh desse nosso público que doa menos do que o público que tem menos condição. É impressionante. O público tem menos condição, além de ele ajudar mais, ele é muito, ele é pontual. Todo dia 10 ele paga o boletinho dele certinho, bonitinho, tanto para pagar conta de luz como para ajudar eh uma outra pessoa. Legal que vocês também tiveram esse olhar para incentivar o outro a fazer algo. Sim, na verdade foram as instituições que abriram o nosso olho para tá podendo fazer isso. Então a gente acaba aprendendo todos os dias com eles, né? Não tem jeito. Isso sérias que nem o Boldrini e o grupo Primavera. O programa de vocês, vocês têm essa vertente, é um exemplo. É muito legal. É por aí a gente mostrar todo mundo que faz um pouco para que melhore a vida do outro, para também trazer essa conscientização da responsabilidade social. Muito obrigada, viu, Eduardo? Imagina, é um prazer. Olha, a gente fica por aqui neste bloco, mas no próximo a gente vai conversar justamente com o grupo Primavera, que é uma das instituições beneficiadas por esse projeto aqui do grupo de hotéis. Então, a gente volta já já com mãos solidárias. Não saia daí. [música] Oh. [música] [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] E conforme eu disse no bloco passado, agora a gente veio falar um pouquinho com o grupo Primavera, que inclusive já participou do mãos solidárias, mas agora especificamente de como é receber aí a ação de uma empresa do segundo setor em suas atividades. Vou conversar agora com a Sandra Aruda, que é a coordenadora pedagógica aqui dessa organização social. [música] Sandra, antes da gente falar especificamente sobre a questão da Rede Vitória em projetos com vocês, [música] explica para quem tá em casa o que é o grupo Primavera, que a gente inclusive tá aqui na região dos Amarais em Campinas. E um pouquinho um resuminho da história [música] de vocês. Ah, olá, Mirna. Eh, o grupo Primavera é uma organização social sem fins lucrativos, que atua aqui no Jardim São Marcos, mais especificamente há 44 anos. Nós desenvolvemos várias ações voltadas para crianças e adolescentes. Nós temos o serviço de convivência e fortalecimento de vínculos, que atende [música] crianças e adolescentes de 6 a 14 anos. Nós temos o Pacto, que é um cursinho pré-vestibulinho para adolescentes que querem prestar colégio técnico e são alunos de escola pública. Temos o programa Adolescente Aprendiz, que segue a lei da aprendizagem e temos mais outras ações que acontecem aqui voltados pra comunidade. Ao todo, nós atendemos 500 crianças e adolescentes os nossos projetos. Antigamente vocês começaram com aquele atendimento só pras meninas, não era isso? Todo mundo conhece o grupo primavera que atende meninas da região de São Marcos e hoje expandiu para muitos públicos, né? Sim. Com a organização da política pública da assistência social, com o SUAS, eh o público ele tem que ser misto. Então o primavera ele foi se adequando e hoje ele tá em conformidade com a política da assistência. Então nós atendemos meninos e meninas. são atividades socioeducativas que a gente oferece aqui, eh, formativas, eh, do ponto de vista [música] intelectual e que eles acabam discutindo temáticas que são pertinentes à idade, vivências, isso, permeadas por ações culturais. Então, todas as atividades de de discussão, de discussão de temas, elas têm uma atividade cultural, porque nós temos também o projeto Arte Cultura, que é um projeto grande, eh, que tem como uma entrega um espetáculo anual que acontece e que envolve todas as nossas crianças e adolescentes. Então, a gente tem bastante coisa aqui para eles. Você deve est ouvindo aí em casa. Tá bem no fundo, gente, eles estão no horário de almoço porque nós estamos no período de férias e aqui nós temos além dessas atividades dos projetos, agora esse momento é mais atividade lúdica. É isso, Sandra? Nós funcionamos num horário alternativo porque eh geralmente no normal a gente eles frequentam aqui no contraturno escolar e como agora tem uma diminuição de frequência porque eles também querem descansar um pouco. Então nós funcionamos no período da manhã com as atividades para as crianças adolescentes e à tarde a gente trabalha com atividades de planejamento com os nossos educadores. Sim. Então a gente acaba mudando a grade e eles fazem atividades lúdicas, esportivas, como vocês viram hoje. Eles estavam numa gincana. Eh, e assim eles vão se divertindo, porque brincar é importante, né? É verdade. Sandra, agora a gente conversou no bloco anterior com o Eduardo, representante de uma rede de hotéis aqui da nossa região, que falou que desde o começo teve esse olhar de fazer um dos projetos que eles realizam lá. voltado para o grupo primavera. Quando vocês recebem esse tipo de ação do segundo setor, o que isso significa pro trabalho de vocês? Essas ações como a realizada pelo Eduardo, que já é nosso parceiro há um tempo, né, a Rede de Hotéis Vitória, é muito importante porque eles propiciam momentos para as nossas crianças e adolescentes que a gente não consegue propiciar. Então eles trazem eh um ambiente mais de sonho mesmo, né? Onde a criança ela é o centro das atenções, ele faz uma ação em que ele traz brinquedos, as crianças são presenteadas, são presenteadas individualmente. Isso é muito importante, porque a criança se sente, sente a importância que ela tem. Não é, por exemplo, só para dar uma um exemplo para quem tá em casa, não são, por exemplo, 20, 30 bonecas iguais para todas as crianças, não é isso. Cada um recebe um presente, né? A gente encaminha a listagem nominal, fazidos às vezes. Sim. Ai, gostaria de ganhar tal coisa. Entra às vezes nessa lista também. Às vezes entra. É. E aí o Eduardo, ele faz a ação sempre com cuidado de olhar, né, que aquele presente seja uma coisa diferente. São coisas novas, isso é importante dizer, de acordo com a idade das crianças, dos adolescentes e todos ganham. Sim. E aí ele traz o Papai Noel. Então tem festa. É um momento assim que a gente espera o ano inteiro porque é muito gostoso. Ele sempre traz alguma coisa diferente pr as crianças comerem. Ele faz uma tarde muito gostosa, eh, e é muito importante. E quando a gente pensa que lá uma rede de hotéis, numa outra área de Campinas, uma área nobre de Campinas, traz aqui não só a ação do Eduardo, mas de várias [música] pessoas que a rede consegue envolver também com esse olhar, essa preparação do alimento especial, os colaboradores, vocês sentem todo esse amor vindo de todo mundo naquele momento da ação? Como que é isso para vocês? Ai, é muito gostoso, aquece o coração da gente e o das crianças principalmente. E a gente vê o quanto é importante é que a gente tenha parceiros externos, né? Que as pessoas se mobilizem não só em Natal, [música] não só porque eles eles são parceiros de uma vida. [risadas] Então que eles sempre se mobilizem, porque as crianças elas gostam e se sentem muito importantes quando as pessoas vêm aqui para fazer alguma coisa diretamente para [música] elas, o servir para elas. É isso. Isso. Delas serem lembradas, delas poderem ser crianças, que o Papai Noel ele traz uma magia muito importante, [música] né? E as nossas crianças elas precisam ter esse direito de sonhar. Sim. Né? Embora a realidade seja muito dura, eh, a gente tenta pelo menos preservar que eles tenham direito de sonhar, de ter de ter desejos, de se sentirem crianças, [música] que eu acho que isso é muito importante, né? Sim. E e essa questão que você mencionou tão importante, apesar de estar [música] aqui numa organização da sociedade civil, que a maioria das a maioria das atividades são é atividade coletiva, mas nesse momento aqui que você fala parece que não significa, mas um presente individual, ele tem uma mensagem muito forte, né, Sandra? Tem. Eh, eu existo, né? É. e alguém lembrou de mim e eu sou importante. Eh, [música] não precisa ser um presente caro, né? é alguma coisa que é especial para aquela pessoa. Isso faz muita [música] diferença. Sim, isso é muito importante. Agora, quando a gente pensa do ponto de vista da cidadania, da responsabilidade social, como que você avalia as empresas que têm esse compromisso com o terceiro setor de também dar o seu quinhão nessas ações? Eu acho muito importante, eu acho um movimento eh que vem crescendo, felizmente, né? As empresas elas vêm entendendo a a importância da responsabilidade social, elas querem vir até aqui, elas [música] conhecem as crianças. Então, não é a doação pela doação, é a interação, é o conhecer a realidade, é saber o que oferecer, né? Elas querem saber o que que é importante para aquela instituição, [música] para aquela comunidade, qual é a realidade daquelas pessoas, para elas saberem como realmente elas podem interferir de forma positiva. E ainda, embora a gente tenha vários parceiros, ainda é insuficiente, né? E aí fica um convite para todas as empresas que quiserem ser nossas parceiras, que quiserem vir aqui conhecer o grupo Primavera, nós estamos abertos para vocês e toda a toda a parceria é muito bem-vinda, porque quanto mais mãos juntas, maior é o trabalho que a gente consegue entregar para essa comunidade, né? Agora, se tiver uma empresa, o segundo setor, fala: "Olha, eu quero ajudar, mas eu não sei como é possível construir um projeto juntamente com a sua [música] equipe?" Sim, geralmente as pessoas nos procuram, nós apresentamos a a instituição e combinamos o que que é viável para aquela empresa e o que que é de necessidade também, né, da instituição, do público que a gente atende. Então isso acho que é uma coisa que é importante a gente salientar. As pessoas elas não vêm com projeto, propostas prontas, elas sentam com a gente e a gente constrói. Até porque cada território tem uma realidade. Isso. E às vezes o que eles idealizam de necessidade para nós ou para o nosso público não é é alguma coisa bem diferente. Então a gente tem sido muito feliz com os nossos parceiros que a gente consegue sentar e conversar com eles e discutir o que que é melhor pra nossa [música] comunidade. Sandra, eu agradeço muito a sua participação. A gente deixou aí as redes sociais do grupo Primavera. Você também conferiu algumas imagens da ação que aconteceu [música] recentemente em 2025 e até outras mais antigas. Tem aí todos os contatos também. [música] Faça você a sua parte, vai lá no RH da sua imprensa, convida as pessoas a participarem, fala: [música] "Olha, gente, que que a gente pode fazer por uma organização da sociedade civil em qualquer região da nossa cidade? Hoje a gente tá aqui no grupo de primavera, [música] mas tem muito a fazer em Campinas e em todos os lugares." Muito obrigada. Eu que agradeço. O mão Solidárias fica por aqui. Lembrando que você pode, além de conferir as estreias todo sábado às 3 horas da tarde e a nossa programação que tem várias reprises, você também pode acompanhar o Mãos Solidárias no youtube.com/tvcâmaracampinas. [música] Até um próximo programa. [música] [música] [música] [música] [música]
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