TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
Mãos Solidárias | Projeto ser solidário transforma vidas em Campinas
Em destaque · HD Vídeo · MÃOS SOLIDÁRIAS

Mãos Solidárias | Projeto ser solidário transforma vidas em Campinas

76 views Publicado 14/07/2025 HD · 36:17

Descrição do vídeo

🌟 De uma escuta ativa ao desenvolvimento de um sistema de acolhimento: nasce o Ser Solidário. Neste emocionante episódio, conheça a história inspiradora de Fabiana Higuti, fundadora do projeto Ser Solidário Campinas, que, ao lado do filho Gustavo Higuti (17 anos) e de outros jovens voluntários, criou uma rede de apoio real para pessoas em situação de vulnerabilidade. Tudo começou após a pandemia, em um momento de vulnerabilidade extrema e desamparo nas ruas. Fabiana, movida pela empatia e pelo desejo de ajudar, iniciou a distribuição de lanches e conversas com pessoas que viviam ou sobreviviam em condições precárias. Algumas tinham casa, outras não. Mas mesmo aquelas com abrigo enfrentavam a ausência de saneamento básico, alimentação regular e dignidade. ✨ Foi dessa escuta que nasceu o Ser Solidário, uma organização que vai além do assistencialismo. Com o apoio e as habilidades tecnológicas de jovens como Murilo Fantini (16 anos), Pedro Henrique Santos (16 anos) e Matheus Mantovani (17 anos), o projeto desenvolveu um sistema de cadastro inteligente, capaz de mapear necessidades, registrar dados e ser alimentado pelos próprios assistidos, promovendo autonomia e conexão direta com voluntários, apoiadores e instituições parceiras. Hoje, a iniciativa cresce com base na solidariedade, ganhando parcerias, visibilidade e estruturação formal como OSC (Organização da Sociedade Civil). Além de Fabiana e os jovens fundadores, o projeto conta com o envolvimento de pessoas da comunidade como: Marlene Alves Barbosa, líder comunitária que atua na linha de frente do acolhimento; Lourdes Fernandes, dona de casa que também se tornou voluntária; Tais Picchi, diretora que apoia a expansão e gestão do Ser Solidário. 📍 O Ser Solidário é um exemplo de como a tecnologia, empatia e juventude podem se unir para criar soluções reais e sustentáveis para problemas sociais urgentes. Neste vídeo, você vai entender: Como surgiu o projeto e por que ele é diferente de ações pontuais; De que forma os jovens estão revolucionando o modo de ajudar com base em dados e estratégia; Como a escuta ativa pode ser a porta de entrada para transformações profundas; Por que a sociedade civil precisa se envolver e apoiar esse tipo de iniciativa. 🚀 Uma história de transformação coletiva, que nasceu de um gesto simples e se tornou um movimento de impacto. 📲 Conheça, siga, apoie e compartilhe: Instagram: @sersolidariocampinas Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

Transcrição completa do vídeo

31 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

[Música] E no Mão Solidárias de hoje, a gente vai conhecer o trabalho do ser solidário, uma que surgiu aqui em Campinas a partir do olhar atento da Fabiana Rigut, depois da pandemia. Ela vai contar essa história toda pra gente, porque a gente costuma mostrar aqui o trabalho das entidades, mas sempre começa com uma pessoa, duas, três, a partir das mãos solidárias que se juntam para fazer um trabalho de mudar a vida das pessoas, né, Fabiana? Certeza. E foi assim que foi a sua história, né? Você começou a observar as pessoas em vulnerabilidade na no período da pandemia. Isso. Na pandemia, com alguns amigos, a gente passou a acolher eh muitas pessoas que estavam na rua, né? porque o comércio tava todo fechado e a gente passou a levar lanches, kit lanches para essas pessoas. E ness nessa nessa escuta, nesse acolhimento que a gente fez, a gente notou o quê? Eh, que muita gente tinha casa, ela tinha onde morar, ela só não tinha acesso a um prato de comida, a a tomar um banho. Eh, e aquilo mexeu meio comigo, né? Eu falei: "Não, gente, isso tem que tem que ser uma doação mais assertiva, né?" né? E eu, por ser mãe também, às vezes via muitas crianças que dormiam porque estavam com fome. Então, senhoras, né, que ficava às vezes com a avó, com a mãe, falava assim: "Gente, acho que a gente tem que, a doação tem que ser mais digna, digamos assim, né? Levar um alimento, uma pessoa que tá ali num papelão sentada na na sarjeta, não é dignidade isso. E eu falo que a gente tem privilégios, né? E não não falo relação à conta bancária, nada disso, mas que nem se está frio, se tem um agasalho para colocar, você está com fome, você consegue abrir sua geladeira, você escolheu o alimento que você quer, a dispensa, energia elétrica, um teto para você se acolher e muit dessas pessoas não têm, né? Então, acho que dividir esses nossos privilégios eh faz um bem pra gente assim de uma maneira que só você participando de uma vivência solidária para você entender. E foi aí desse olhar que eu comecei a participar de comunidades, que eu falei assim: "Não, quero ir em comunidades." Eh, então passei a conhecer as famílias, comecei a entender, eu escutava o que eles precisavam, porque eu não acho que a gente tem que só pegar as doações, fazer uma campanha, vamos fazer campanha de alimento, chegar lá, atender 200 famílias, tchau, nunca mais vê. Não, a ideia é, às vezes tem uma família que a necessidade dela é maior é um leite, por tem idosos e crianças menores de 2 anos. Já na outra, eh, às vezes tem mais adolescentes, por que não oferecer um curso? Por que não eh cursos onlines que existes ou encaminhamento pro primeiro emprego? Então, as necessidades são variadas. Sim. E e aí também quebrar esse tabu de que doação só é financeira é importante. Com certeza. Com certeza. Isso não não é indispensável. Só que também o seu conhecimento, a sua escuta, o seu tempo, isso é tão importante quanto para essas famílias. Então, a gente tem esse olhar eh de uma doação que eu falo de rastreabilidade, né? Então, quando você me faz uma doação, eu vou saber te dizer: "Olha, foi pra família tal, lá tem uma mãe com dois filhos de tal idade, ela tá procurando emprego, as crianças não estão ainda na creche, a gente tá tentando." Então eu faço todo esse mapeamento da comunidade. Como é que você consegue dar conta de fazer tudo isso? A gente não dá conta, né? Eh, uma coisa que eu aprendi muito nesses 5 anos já de ser solidário é que eu não vou mudar o mundo, mas aonde minha mãe minha mão alcança, eu vou est fazendo. Então assim, eu começo pelo ao meu redor, influenciando os amigos, tanto é que boa parte dos meus voluntários são amigos pessoais, meu filho, os amigos dos meus filhos, parentes e muita gente que vê o nosso trabalho pela rede social, né? Eu acho que a rede social traz isso, a credibilidade. Acho que minha maior preocupação todo esse tempo foi levar essa transparência de que de fato eu pegava aquela doação, estava levando para quem precisava. No começo a gente fica meio assim, ah, mas vou ficar expondo que eu tô fazendo doação, que eu sou boazinha, sou melhor que alguém. a gente tem esse, né, esse mito de que é que doação se faz anonimamente, mas eu percebo que essa empatia, a solidariedade você não ensina, são valores que a gente carrega. Então, às vezes o outro ali do outro lado do da rede social, ele também tem essa esse valor, só que ele não sabe como ajudar. E aí eu sou essa extensão. Então o ser solidário eu passei muito a me posicionar assim de eu sou uma ponte da pessoa que quer ajudar com a pessoa que precisa. Maravilhoso, né? É. E aí entrou nos jovens no jogo, né? Como é que foi essa história? Sim. Eu sou mãe de um menino de hoje de 17 anos, mas o Gustavo já participa comigo desde sempre, porque eu comecei meu voluntariado em instituições, mesmo sendo voluntária. Nunca fui a fundadora, gestora, dar a cara tapa ali, né? É totalmente diferente, porque quando você é voluntário, você chega, tá tudo prontinho, é de passar das coordenadas, você passa ali o dia, vai embora e acabou. Já você gerenciar um projeto social, eu acho que todas as nossas ações, o que eu sempre prezo, são propósitos. Por que que a gente vai fazer uma ação de Páscoa? Por que que a gente tá fazendo essa ação? Por que que a gente tá fazendo essa doação? Eu acho que tem que sempre ter um porquê atrás dele, né? E aí, eh, eu incluí os jovens por ter meu filho. E eu vejo que eles têm muita capacidade, muito conhecimento, mas não existe um espaço pro jovem desenvolver essas habilidades deles, né? Muitas vezes tem mães, eu faço parte de grupos de mães, ah, porque meu filho só sabe dormir, eu só ficar no computador ou não faz nada. Mas na verdade eles só não tiveram a experiência, né, a oportunidade. E se para nós adultos uma vivência solidária muda a nossa visão, imagina para um adolescente que tá ali, ó, sendo bombardeado por várias informações, naquela mudança de de identidade pessoal, né, que eles estão se posicionando dentro da sociedade. E eu vi de na prática assim a mudança do meu filho, né, de acompanhar. Eu falei, por que não ensinar para outros e não ensinar de ter uma aula, falar: "Não, você vai fazer isso". Não, dele participar dele e se encontrar de como ele pode ajudar no ser solidário. Então, o nosso programa Jovem Conectado, ele atende, eu eu falo crianças, né, mas adolescentes, de 14 a 24 anos. Eh, então eles são nosso, os diamantes do nosso projeto, porque eu deixo sempre as ações para eles para eles organizarem. eles têm um espaço dele de escuta. Eh, então eles desenvolvem atividades. Meu filho, ele faz curso técnico no Senac de TI e dentro da do da do curso, eles têm uma modalidade que chama projeto do ano letivo e eles desenvolveram eh um sistema digital porque eles tinham que conectar a parte digital com a sua comunidade, que era um um bem para a sociedade. e ele com os amigos deles resolveram fazer. Eh, eu brinco que é um iFood, o Mercado Livre do ser solidário. Por quê? É um cadastro digital, onde, por exemplo, você tem uma doação para fazer, você cadastra nesse sistema e aí nós vamos conectar com quem tá precisando. Então, às vezes você tem lá um sofá para doar. Uhum. Né? Então, você coloca nesse sistema, a gente vai conseguir direcionar para quem precisa. Que maravilhoso. Isso já tá funcionando, está em fase de teste, a gente já tá colocando em prática, tem seus ajustes porque eles estão estudando ainda, né? Então tem muitas falhas, assim como o cadastro digital. O nosso cadastro desse ano é digital. As famílias cadastraram virtualmente, então lá a gente tem o nome da da pessoa, os documentos, quantos filhos têm, data de nascimento, eh os pedidos de ajuda, que a gente chama de solicitações também. Tudo é feito digitalmente, é um perfil dela, da família. É, a gente levanta tudo isso. Então eles isso, eu fazia tudo no papel. Nossa, agora eu tô entendendo a sua eficiência cadastrar. E aí eu deixei para esses jovens. Então começou a partir desse dessa iniciativa. Eu falei: "Olha, tá vendo? O jovem pode doar o conhecimento deles". Maravilha. Fazer uma baita diferença. Faz, faz. Então, é, a partir disso, a gente tá tá caminhando, tá funcionando. Eh, mas é muito gostoso ver eles, né? E é e é engraçado que quando eles participam pela primeira vez ficam tudo apreensivo, né? Ah, eu não vou gostar. Ah, não gosto de criança, não, não tô afim. Quando eles acabam, eles falam assim: "Tia, quando que é o próximo?" Então, assim, é muito divertido de ver o interesse deles, né? E e é isso. Voluntariado, seja para adulto ou para adolescente, tem que partir da pessoa. Então assim, quando você procura o ser solidário, eu não vou ter uma função para você. Você vai me contar o que que você quer fazer dentro do programa. Que legal, como você quer se doar, né? Is é doação de de dinheiro, de objeto, de de alimento, de tempo e de conhecimento. E eles acabam contactando com os jovens das comunidades também. Sim, eles têm uma relação direta. E é mais fácil esse contato, não é, pela idade, pela Sim, também eles ficam meio apreensivos por eh é engraçado porque na comunidade tem muita gente que é analfabeta, eh, ou senão tem baixa instrução, tem muita gente que é idosa ou às vezes não entende. Então eles mesmos tiveram um uma certa dificuldade em desenvolver o sistema. Então, a gente tem um formulário que é o formulário de vestuário. Quando você fala vestuário, você entende a roupa, calçado. E aí foi engraçado que eles foram levar isso pra comunidade e muita gente não sabia o que era vestuário. Só que daí eu não falo nada, eu só observo, eu vejo a reação deles. Aí fala assim: "Tia, ninguém entende nada". Eu falei assim: "É, por que que você acha que ele não entende?" Ah, a gente fala vestuári, que que é isso? Falei: "Que que a gente tem que fazer?" Então tia, vamos mudar para formulário de roupa e calçado. Vocês acham que ah, vai funcionar? Então você entende que eles têm uma situação, eles mesmo pensam e eles resolvem. E é isso que a gente quer, porque com isso eles vão desenvolver habilidades ali, ó, na vivência solidária. Uma empatia muito interessante, né? Eica. E também para quem recebe essas informações também vão criando novas novas sinapses, vão criando novo novo repertório, né? Sim, troca muito rica, né? E eles gostam, né? Eles eles acabam participando tudo, eles se divertem, acabam se divertindo ali, interagindo com a com as famílias. E vocês têm parceiros hoje? Sim, nós trabalhamos com parcerias de empresas eh solidárias, né, que a gente chama. Eh, porque o ser solidário ainda não tem uma sede, que nem eu comecei com esse desejo e praticamente invadi minha casa, minha garagem, um cômodo, porque tem época que é cheio de doação, mas a gente vai dando um jeitinho. E aí eu vi essa alternativa de ter empresas parceiras, que são os nossos pontos de arrecadação. Hum, que legal. Então, ao invés de eu sair por Campinas toda coletando várias doações e um monte de gente que mandava mensagem, eu criei pontos estratégicos em Campinas, no Cambuí, Barão Geraldo, no Campos Elisos. E são tudo redes de amigos que são empreendedores, são empresários. Eu falei, viu, você não quer ser uma empresa solidária? E todo mundo foi apoiando. Que legal. Então isso facilitou porque daí eu consigo passar, por exemplo, uma vez por semana. Uhum. a pessoa me liga, falou: "Olha, chegou doação". Aí eu passo lá e retiro e e quem quiser, por exemplo, ser uma empresa parceira, pode entrar no Facebook ou no Instagram. Com certeza. É, atualmente a gente tem o Instagram, né, que é o que a gente mais movimenta. A gente tem a nossa comunidade dentro do WhatsApp, porque tem essa é a maior dificuldade também da gente conseguir se comunicar com todo mundo que quer ajudar e realizar as ações. Porque a demanda é alta. Tem mês que a gente tá tranquilo, mas tem mês que ou a gente atende, acolhe as famílias, ou a gente vai atrás dos colaboradores. Eh, então, mas todo mundo que quiser, não importa se é empresa grande, pequena, eh, até nossos voluntários dispõe da sua casa, do seu espaço às vezes que eles têm para receber, né? Então, assim, toda ajuda muito bem-vinda. E vai ter uma ação agora, né, de entrega. Vamos. A gente tá nesse mês de julho, como vocês, né? Tá bem frio, geralmente junho e julho é dedicado a essas campanhas de agasalho que o pessoal já tem o hábito de realizar. E então a gente fica, na verdade, a gente não vai ter, não tem ações fixas, mas a gente fica de sobreaviso, a gente acompanha a previsão do tempo, a gente vê que a temperatura vai cair, aí a gente já começa a falar com as famílias, as famílias já vão mandando e aos pouquinhos a gente vai levando. Então, a gente tá com bastante solicitação de roupa para criança. Nesse inverno, acho que muitas mães foram pegas de surpresas aí. Então a gente tem uma próxima ação aí conforme vão chegando as doações, porque daí a gente faz uma triagem, eu faço essa triagem dessas doações e aí eu direciono pras famílias que estão precisando agora. Então é roupa e calçada, a maior demanda, né? A maior demanda é. Então a gente vai acompanhar essa essa ação, né, com os jovens, ver como é que tudo isso acontece na prática, né? Com certeza. Então, bora lá. Fabiana, agora a gente vai pra prática, então ver como é que acontece, né? A gente tá com a liderança do bairro, com os meninos aqui, o time completo, quer dizer, uma parte, né, que tem muita gente que ajuda, né? Sim. E explica pra gente como é que vai acontecer hoje. Ó, então, a entrega de hoje basicamente foi feita através do programa deles, né, do sistema que eles criaram, que facilita, que agiliza, que geralmente eu passava meses fazendo essa coleta. Então agora é uma coleta que eles fizeram nos últimos 10 dias de junho, fez esse levantamento. Então o que que é esse levantamento? a gente tem a identificação do nome da família, o que elas estão precisando. Então, por lá, ela tinha agasalho, cesta básica, vaga de emprego para ajudar a elaborar o currículo. E aí esse formulário todo mundo fala assim: "Nossa, mas é um sistema digital e aí todo mundo tem acesso, porque a gente tá falando de uma invasão aqui, esse lugar que a gente tá aqui, né? Então é é espantoso para muita gente a gente falar que pode ser que eles não tenham uma casa, mas um aparelho de celular eles têm. E com internet, o que acontece geralmente é que a cada 4 meses ou um período aí determinado, eles entram em contato com a gente porque eles deixam salvo e falam: "Olha, eu sou a fulana do bairro tal, eu não tenho mais aquele número, mas esse número é aumento. Então eles mudam o número, mas o aparelho de celular ele continua. E aí hoje então a gente vai fazer essa entrega. A gente selecionou algumas famílias porque muitas também trabalham, faz bico. Então a gente tem a disponibilidade e toda a nossa conversa é através desse grupo de WhatsApp. Eh, então eu tenho um grupo onde eu passo os comunicados e lá existem pessoas analfabetas. Então, muitas vezes, quando eu boto o recado escrito, eu já mando um áudio falando: "Olha, esse recado que eu acabei de colocar é referente isso, isso, isso quem tiver dúvida pode entrar em contato." E hoje em dia todo o cadastramento de qualquer projeto social ou do governo mesmo são eletrônicos, né? A diferença é que o jovem conectado a gente manda o digital e quando a gente identifica uma dificuldade da pessoa em preencher que a gente consegue notar, a gente faz essa visita pessoalmente, é onde a gente consegue esclarecer e ensinar a pessoa. Olha essa resposta que a senhora deu aqui para adicionar mais filhos, quando eu enviar isso aqui já tá tudo certinho. Mas qualquer dúvida manda no WhatsApp ou sen não pede para uma vizinha. A Marlene, muitas vezes eu falo: "Marlene, tem a moradora da casa tal, ela tá com uma certa dificuldade, você pode ir lá auxiliar." Ela vai, auxilia no preenchimento e assim a gente vai trabalhando. Muitas mãos solidárias, muitas. Bora lá ver como é que é. Vamos lá. [Música] E aí, Gustavo, conta pra gente, né? você que foi à ponte com os meninos também, como é que tudo começou eh esse projeto incrível, né? Como é que você começou e envolveu os amigos também? Bom, primeiramente eu sempre participei do dos projetos voluntários com a minha mãe, né? Sempre fui voluntário e esse ano com meu projeto da escola, tive a oportunidade de juntar o voluntariado com o nosso nossa escola, o Senac. Então, com o nosso projeto de de TI, a gente, o curso técnico de TI, a gente teve a oportunidade de juntar e eu comecei a convidar eles e eles toparam isso e a gente começou a juntar esse projeto todo. Aí usou a a as coisas que a sua mãe trazia de demanda, de pesquisa e tudo e foi passando isso tudo para pro virtual. Isso. Eu percebi que minha mãe tinha muita dificuldade de eh cadastrar as famílias aqui pessoalmente, né? Então, aí a gente teve a ideia de eh automatizar esse processo todo, de fazer tudo virtual, onde as pessoas conseguiriam se cadastrar e ainda conseguir a gente conseguir organizar e filtrar todas as informações das famílias. Perfeito. E como é que foi o engajamento dos meninos? Vamos saber, né? Ah, foi muito legal. Eu tô fazendo parte de projeto desde o ano passado. Eu entrei quando a gente foi fazer uma ação de das crianças, daí ele me convidou na própria escola. Daí desde lá eu faço parte, daí eu evoluí muito como pessoa, então eu sempre estive muito engajado e ainda mais agora que a gente tá fazendo esse projeto que inclui nosso curso, a gente se engaja ainda mais que a gente faz esse sistema e a gente sente bem ajudando a a o projeto e a todas as pessoas que pode virar também um um modelo, né, um piloto para outras entidades, né? Como é que tá sendo? Ah, tá sendo legal. Entrei esse ano, foi uma experiência muito boa. Eu nunca imaginei que eu ia fazer parte desse projeto de ajudar tantas pessoas assim. Tá vestindo a camisa? Uhum. Sempre, né? Muito bom. E você, qual que é a sua experiência dentro do ser solidário? Ah, é bom. Eu entrei junto com o Pedro, é usar o que a gente aprende na escola aqui, ajudando as pessoas e assim muda a sua perspectiva da vida. E quando vocês conhecem outros jovens, tal, existe uma troca legal? Sim, porque é a mesma idade, a gente conversa e é tem a tem a mesma conexão, né, de estar ali com as mesmas idades e conseguir interagir com eles mesmos e perceber que mostrar para eles que eles podem fazer é o mesmo que a gente, sabe? E a gente ter essa visão para eles, que sonho é tudo igual, né? Sonho para todo adolescente é sonho. E acho que essa idade conecta vocês, então. Sim, sim. E aí mostrar e a sociedade ou a pessoas que estão fazendo parte deles, né, tipo, e poder ajudar ainda as famílias e fazer eles perceberem isso. É muito muito gratificante também. Muito bom, meninos. Vamos ver como é que é na prática, então. Vamos, vamos lá. [Música] [Música] [Música] [Música] A Marlene é líder aqui. aqui do Parque Universal e ela fez a ponte com ser solidário ajudando nessa identificação das famílias que precisam de mais ajuda, né, Marlene? Conta pra gente como é que é esse seu trabalho aqui de organizar o bairro, né? Então aqui faz tempo já que eu mexo aqui, né, na comunidade minha aqui com ações, ações ajudando as famílias aqui carente, né, que eu gosto muito de fazer isso aí. Agora eu estou com ser solidário que tá trazendo os ações para cá, né, traz alimentos, cobertores agora pro frio, fez uns eventos muito bom aí que a gente gostou, a comunidade gostou. Teve o evento do salão de beleza que foi lá no salão ermas, né? Foi muito bom aquele dia, ficou maravilhoso. Eu só tenho agradecer, né, que venha mais e mais, né, e o ser solidário ficar aqui comigo aqui um ano aqui fazendo esses projetos aqui que as famílias gostam muito, né? Nesse um ano, então já teve algumas ações, já impactou, tá? Seis, é um ano com a gente aqui, já tem seis meses, então eles já fizeram as ações aqui que pactou muito a família, sabe? Inclusive essa que ela fez da Páscoa que levou as mães um dia no salão, ficou marcado muito nelas, né? Que aqui costuma não ter esse tipo de coisa, né? Que aqui é um lugar carente, é uma comunidade, né? Então a gente tenta alcançar o máximo para ter um um dia melhor para cada mãezinha, cada família, né? Ter o básico, né? Que na comunidade é assim que funciona, né? Obrigada, Marlene. Obrigada. [Música] เ [Música] A Lourdes fez parte aqui de uma ação que eu fiquei sabendo, né, que passou o dia no salão. Como é que foi essa ação pra senhora? Ah, foi maravilhoso. Foi um dia muito incrível. Adorei, amei. Cortou o cabelão e doi o cabelo. Doei. E eu tava precisando cortar, né? Então eu achei que eles fizeram um bom trabalho. É o dia da beleza. O dia da beleza. E como é que tá sendo o projeto ser solidário aqui no bairro? Como é que a senhora recebeu essa ação, né? Eu recebi muito bem, graças a Deus eles têm ajudado bastante. Eu tenho entrado bastante em contato com eles. Eles entram comigo, graças a Deus tá tudo bem. É uma troca boa. É uma troca boa. Venham outras então, né? Venham outras e ajuda. Obrigada. Tá. De nada. เฮ [Música] [Música] De volta pro segundo bloco do mão solidárias de hoje. A gente vai continuar com o trabalho do ser solidário e a Fabiana não poderia fazer as coisas sozinhas e o grupo foi aumentando, foi crescendo e a Thaí Pique chegou para somar nesse time e é a diretora da entidade. Muito obrigada por receber a gente também, tá? E esse prazer é nosso. Valeu. Então, vamos falar um pouco mais desse trabalho. A gente já falou com a Fabiana, como começou tudo, a gente já viu a ação de entrega e agora como é que isso pode crescer para além do que vocês já andam fazendo, né? Sim, como a Fabiana disse, a gente começou com entregas de marmitas na época da pandemia e aí foi tomando forma, foi tomando corpo. Hoje a gente atende as comunidades e o nosso objetivo agora é poder capacitar as pessoas da comunidade, sejam os adolescentes, os jovens que precisam da oportunidade do primeiro emprego e às vezes não tem nem por onde começar, não tem um curso, não tem. É pra gente que de alguma forma eh já é difícil, imagina para quem tem menos oportunidade, é mais difícil ainda. Então o nosso objetivo é poder oferecer cursos de capacitação e que de alguma forma leve esses jovens pro mercado de trabalho e tire eles da possibilidade de para cair num nas drogas, num mundo complicado, né? Que às vezes a primeira vista para eles é mais tentador. Sim. Tá na mão. Fácil. tá na mão. Muitas vezes as o pai, o tio, o primo já tá envolvido, então e eles enxergam o potencial desses adolescentes e captam, né? Então o nosso objetivo é fazer com que eles tenham uma oportunidade de ter outras chances, conseguir realmente um trabalho e tudo mais. E também como as nossas famílias são todas cadastradas e a gente tem mais de 5.000 famílias cadastradas, 90% dessas famílias, as mulheres são a rimo dessa família. Elas muitas vezes abandonam a profissão, abandonam aquilo que elas gostariam de fazer para cuidar dos filhos, cuidar dos netos e poder manter aquela casa. elas sobrevivem daquilo que elas recebem, ou de doação do governo ou de doação de ONGs. Então, a gente tem como objetivo também capacitar essas mulheres para que elas possam de alguma forma trabalhar de dentro da casa delas, se emancipar. É, então mas como assim? Falei, vamos dar curso de salgado. Vai aprender a fazer coxinha, bolinha de queijo, vai aprender a fazer salgado assado. E isso ela consegue vender da porta da casa dela. Sim. é trabalhar com aquilo que já tem isso. E potencializar e tem dons, elas têm, né, e às vezes nem sabem daquilo que elas são capazes, né, porque estão tão mergulhadas naquela realidade e que a gente às vezes só precisa de um empurrãozinho. Então, ah, ah, eu gosto de cabelo, ai, vamos fazer um curso de cabeleireiro, né? A gente tem os nossos parceiros, aprende a fazer uma escova, aprende a fazer uma permanente, que hoje neminha tá voltando, né? tava voltando. Até a homem tá fazendo para tá vendo? Então, aí gente, ela pode fazer da casa dela, ela pode arrumar um cantinho na sala dela, ela pode fazer uma unha dali e poder e ter mais autonomia, poder ter o dinheiro dela e cuidar melhor também além dela, que é super importante, cuidar das pessoas que a cercam, né, da família, né, e tudo isso a partir de uma escultativa que vocês fazem ao cadastrar e vê também um potencial ali, né, os nossos a gente vai nas comunidades, a gente pesquisa sobre as famílias, a gente entende a necessidade cidade que aquela comunidade tem, tá? Para também poder direcionar as ações e também as doações que a gente recebe bastante, né? Então é uma pesquisa profunda, não é um não é uma doação ao Léo, ah, vamos lá, vamos encher o carro de coisa e levar para tal lugar. Não, não é. A gente tem todos uma uma base de pesquisa, de conhecer. A a líder ou o líder do bairro sempre traz pra gente muita informação nessa comunidade. É um trabalho bem interessante que vai muito além da doação, né? Sim, doc doar, né? E do das pessoas também do arem a gente só encaminhar. A gente escuta muito no no Solidários, nesse programa que nas comunidades existe muita potência, né? Muito. Então enxergar isso é muito bom, né? Muito. É muito legal. E a Thaísa é jornalista, é chefe de cozinha, né? Proprietária de um befê. Então você consegue também ver que qualquer um pode desenvolver naquilo que e a gente do outro lado agora como empreendedor, como empresário, a gente sente que falta muita mão de obra e muita mão de obra qualificada. Às vezes as pessoas até têm vontade de trabalhar, mas não sabem por onde, não. Aí às vezes tem vergonha de ir atrás porque ah, ai, deve ser legal ser garçon. Mas deve ser difícil, por onde eu começo? Por Então tem essas travas também. Ah, eu gosto tanto de cozinhar. Será que alg um dia eu vou conseguir? Será que eu tenho que ir para um curso técnico? Como que eu chego até lá? Então acho que essas portas que a gente abre, além de descobrir essas potências que a gente tem nas comunidades, a gente faz com que eles se descubram também. Quebrar essa ponte é essa essa barreira, essa distância. Então, imagina que delícia você falou: "Sou jornalista, chefe de cozinha". Olha que transição, né? Em que momento se deu isso? Por que que as pessoas eh não podem também se descobrir de alguma forma além daquilo que elas imaginavam ser? Ah, eu sou jornalista, eu amo, eu amo ser jornalista, até de matuar, mas tanto eu amo, mas eu amo também ser cozinheira, entendeu? Precisa de comunicação em tudo, né? E precisa de como a pessoa já quase não fala. Mas é isso. Eu acho que que essa essa pesquisa que a gente faz também, a gente consegue eh descobrir bastante potências. Assim, no final do ano de 2024, a gente fez um evento lá no Clube Bon Bom Fim. A gente levou 100 crianças para passar o dia, crianças e adolescentes. E foi incrível. E foi incrível. E conversando, principalmente com os adolescentes, a moça falou assim: "Nossa, meu sonho ser esteticista. Nossa, eu adoro lá em casa, as meninas vão tirar a sobrancelha, eu já faço na massagem." Tá vendo? Então assim, imagina você dá as ferramentas para aquela pessoa se aprimorar. Sim. entendeu? O mundo vai se abrindo, né? E o mercado de serviços também que é tá super em alta porque é uma tendência, as pessoas estão preferindo ser empreendedoras, microempreendedoras, lei. E hoje é legal você consegue ser um microempreendedor, sim. Entendeu? ou o governo te dá ferramentas para você formalizar isso e você consegue atender as pessoas de forma não, não vou falar caseira no sentido de ser pouco profissional, mas caseiro no sentido de você acolher essas pessoas dentro da sua casa. Sim. Você tem de um grande investimento, assim, né? E Thaís, o ser solidário, o nome já fala, né? Que é a essência aí de vocês. Quando foi que você resolveu vi para contribuir e o que que te motivou? a ser diretora, que é uma grande responsabilidade. Sim, a gente, eu sou amiga da Fabiana há muito tempo e eu contribuí eh pontualmente com as campanhas, ah, meu aniversário fizer ah, solidária, eu não quero presente, me manda eh produto de higiene, alimento não perecível. Então, arrecadava, entregava para ela e ela dava a destinação correta. E aí com essa história que eu eh da da capacitação, porque é um sonho meu pessoal, e se aí a gente foi tomando a cervejinha, eu falei: "Nossa, fal tem um sonho, queria tanto poder capacitar as moradores de rua que t vontade de sair da rua, né? Porque a gente sabe que tem um monte que não tem, mas aqueles que t vontade de sair, ah, porque no bifet a gente sente tanta falta de mão de obra, de auxiliar de cozinha, de garçom, de coma ser tão legal, né, a pessoa poder sair de lá. Então eu falei, falei que ele tem um espaço, teus parceiros, já dou a roupa para eles, o sapato. Ela falou assim, nossa, o que eu quero fazer no solidária. Aí eu falei: "Ah, vamos junar força você, você aceita entrar pro estatuto, se a diretora não sei que". Eu falei: "Não, fechado, que legal, fechado." E aí começou agora eu não sou mais externa, sou interna. Pulou para dentro, então pulei para dentro, não tem como fugir agora. Aí são sonhos sonhados em conjunta. Aí o negócio muda de são mais fáceis de serem realizados, né? Porque a gente vai abraçando outras pessoas, outras ideias e vocês estãoos também para novas pessoas que têm interesse em ajudar, principalmente com essa questão do voluntariado. Uma coisa muito legal que a gente que a gente precisa e que é super importante são as empresas. Então é é que nem aqui o buffet é uma empresa parceira. Então de que forma que eu sou parceira, né? Agora falando como empresária, de que forma que eu sou parceira? Ah, para arrecadar. Pode pode ser um ponto de arrecadação. Às vezes a gente faz a os pratos de final de semana que a gente vende, a uma porcentagem a gente reverte pro ser solidário, entendeu? Então você pode ser uma empresa parceira de várias formas. Como a gente não tem uma sede fixa, eh, essas empresas contribuem para que a gente consiga receber os os produtos, os materiais das campanhas, consiga, por exemplo, quando a gente fez campanha de pizza, consegue distribuir daquele lugar, as pessoas elas conseguem vender pra gente também. Então é muito bom a empresa ser voluntária também, não só a pessoa física, mas a pessoa jurídica como uma forma de apoio físico, né, de estar lá, de vir, de trazer, né, de ser um ponto de acolhimento das doações. Perfeito. Não faltam chances e oportunidades, não. Ajuda é sempre bem-vinda de todas as formas. E como é que as pessoas podem acompanhar? Olha, a gente tem o nosso Instagram, tem o Facebook, a gente tá na C Solidário Campinas, é só seguir, tem os nossos contatos, os nossos telefones, se você quiser doar, eh, a gente aceita de desde comida, roupa, mão de obra, boa vontade, o que a pessoa tiver disponível, te gosta de fazer. Ah, eu gosto de, eu tava conversando, eu gosto de tirar foto. Ah, eu não posso ir com você a fazer as entregas. Pode, vamos lá na entrega. Você tira foto, faz pr para ajudar nas nossas campanhas. Ah, eu gosto de escrever, sou jornalista, eu não posso fazer os textos para vocês. Ótimo, a gente sempre quer. Então, aquilo que a pessoa pode doar ou é o tempo, é a capacidade ou é bem materiais mesmo, doações, o que que vi vem é lindo. É sempre bem-vindo. Muito obrigada. Eu que agradeço, meu amor. E para você que assistiu esse programa, quiser rever, compartilhar, é só acessar o YouTube da TV Câmara Campinas. Na abar da pesquisa você procura por mãos solidárias e ser solidário. Muito obrigada pela sua companhia e até o próximo sábado. [Música] [Música]
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do MÃOS SOLIDÁRIAS

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
34:16

Mãos Solidárias | Casa de Jesus Núcleo Mãe Maria 30/02/2026

43:22

Mãos Solidárias | Núcleo de ação social - nas

34:53

Mãos Solidárias | Projeto turma do Bem

34:05

Mãos Solidárias | Projeto Alfa e Ômega: jiu-jitsu que transforma vidas em Hortolândia

30:37

Mãos Solidárias | Associação uma vida 10 anos transformando Vila olímpia

29:51

Mãos Solidárias | Projeto bom amigo leva inclusão à Vila aurocã

40:23

Mãos Solidárias | Projeto Bunekas leva acolhimento, proteção e voluntariado

44:49

Mãos Solidárias | Coração Curumim: apoio, acolhimento e cuidado com crianças cardiopatas

33:59

Mãos Solidárias | Ip Amarelo: triathlon transforma vidas de crianças

30:20

Mãos Solidárias | Espro Campinas: 1º emprego jovens vulneráveis gratuito!

30:12

Mãos Solidárias | Bem te quero: autoestima contra o câncer

36:00

Mãos Solidárias | Núcleo ADRA Bonsucesso transforma a vida de 90 crianças

37:47

Mãos Solidárias | Associação Alecrim em Flor transforma vidas em Campínas

37:04

Mãos Solidárias | Associação Cornélia promove inclusão e renda na saúde mental

46:03

Mãos Solidárias | Rosa e amor apoia vítimas de câncer

39:44

Mãos Solidárias | Fundo haja combate déficit habitacional no Centro de Campinas

44:49

Mãos Solidárias | Instituto CIDAS transforma vidas com oficinas e apoio social

49:35

Mãos Solidárias | Direito de ser: projeto que muda vidas

41:50

Mãos Solidárias | Instituto Som e Arte transforma vidas com música no Campo Grande

30:21

Mãos Solidárias | Responsabilidade social: como empresas transformam vidas em Campinas

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
1:05:42

Estúdio Câmara

16:38

Câmara Na Copa | Copa do Mundo FIFA 2026: Tudo Sobre a Maior Edição da História

4:22

Câmara Notícia | Parlamento Jovem 2026

8:59

Notícias da Metrópole

16:39

Notícias do Legislativo

2:43

Agora é Lei | Semana da Força Expedicionária

10:27

Agenda Cultural Campinas: Shows, Teatro, Cinema e Exposições para o Fim de Semana!

56:15

Câmara Notícia