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e no mão solidárias de hoje a gente veio até o Instituto Don Neri uma entidade quase Centenária de 93 anos que hoje atende 228 crianças em período integral e vai quem vai comoo come é o valqu cavedini que é o presidente aqui da entidade muito obrigada valquírio por nos receber aqui nesse lugar tão bonito nesse Pomar né obrigado eu queed de receber vocês Vig super contente com isso compartilhar essa história com quem tá assistindo né m important e como tudo comeou então no início os primeiros 14 anos 93 até 1947 A Entidade ela não tinha o prévio próprio né Eu acho acredito que era naquela época com muita dificuldade e de 1947 através doação da da cúria que também recebeu essa essa área também como doação [Música] e em 47 o arcebispo era Dom Paulo Vito Campos era o nosso Bispo Diocesano na época e mas depois logo em seguida em 1947 numa Assembleia né a cúria transfere a a a área então tudo começou com essa doação paraa aquisição do prédio próprio próprio isso 1947 e eh depois logo no final desse ano eh com a lei deos base aí eh os adolescentes passaram lá para o uma Casa das das Crianças mesmo Casa dos dos meninos né dos meninos e foi aonde que começou então a a creche mesmo eh criança de de 3 anos até 5 anos e 11 meses isso já em 1900 e e já em final 1950 51 Então ela já veio 19 95 95 ela passou a ser então uma creche uma creche atendendo as crianças né já em tempo integral sem sempre período integral o horário é das 7:30 da manhã às 5 horas é 5 horas aí tem as refeições né as quatro refeições o café da manhã O almoço em vertude o nosso refeitório não é grande Ele é dividido em duas partes sim entre 10:30 e meio-dia os crianças almoçam e aí V descansar um pouco também né É tem que descansar né dormir é quem mais energia cansa também né E como é que foi a direção dessa entidade muitas pessoas já passaram por aqui que você por exemplo tá quanto tempo então eu tô no no L desde o início da sua Fundação que foi em 53 né e logo em 1954 a a entidade eh tinha que prestar serviço para livos internacional eh prestando serviço para alguma coisa eh podia ser creche podia ser um l idoso e deu certo que um companheiro né ele já tinha um parente que que foi convidado né era o Darius Augusto corbert e foi através dele que eu também acabei ajudando só que naquela época a gente trabalhava e o tempo que dispunha era pouco n uhum e mas agora aposentado graças a Deus dá para dá para se dedicar né mais mais tempo e como é que foi sair da contabilidade e vim para esse ambiente cheio de criança cheio de carinho né como é que é é foi uminho difícil e emocionante trabalhar com criança e como professor trabalhei só com adulto né e Gostei do trabalho que que eu tinha tudo né Mas trabalhar com criança é outra coisa É já dá para sentir eles te conhecem como é que é quando você chega aqui ah tem criança que vem já me vê já vem me cumprimentar então ele sabe posso fazer com você pode é assim e eu falo para eles campeão todo mundo se sente campeão campeão todo é e e agora que terminou os jogos olímpicos né tinha algumas que estavam ligad n no Eu já também completava campeão olímpico É tem que projetar o sonho né nossa Ô valquírio e sempre foi assim porque a gente vê que a área externa as professoras até falaram a gente usa muito área externa para explorar esse contato né sempre teve essa natureza a gente tá que no Pomar né Nem toda escola tem essa chance de ter um Pomar né nossa como é que é essa essa pedagogia é muito importante é é muito importante e pra criança Nessa idade é o que a gente fal quanto menos em sala de aula parece que é é melhor para criança Nossa que ela tenha o seu período integral aqui mais na parte externa e com isso o ano passado nós cobrimos a quadra que é quadra do esporte ela não éa coberta e o sol Nossa judiava muito então tem um espaço também muito bom lá as crianças brincarem né quando chove garante que tem um lugar para queimar essa eneria toda muito muito bom Nosa eje vocês ass com a prefeitura como é que vocês conseguem dar conta né de todo esse serviço de qualidade então aumento de ano para ano com com as crianças e isso daí começou gerar um um custo maior e a prefeitura é uma parceria muito boa excelente onde que todos os encargos dos recursos humanos a folha de pagamento os impostos fundo de garantia Nossa cobre totalmente e isso aí a gente Travessa o contrato que é feito ele começa no dia eh primeiro de janeiro né E vai até o ano seguinte a partir de fevereiro já começa o outro contrato uhum esse ano eh a prefeitura eh deixou prorrogar algumas entidades que T valores da prefeitura né Então já pode usar pro ano que vem prorrogou automaticamente depois e depois aí entra O Novo Contrato sim então a prefeitura é excelente nessa parte Nossa muito boa além deles vocês também trabalham com doação ou não tem outras parcerias tem doação tem aí a gente recebe muita roupa sapat e só pras crianças no caso não Aí é pro bazar que a gente chama então normalmente primeiro semestre é feito duas vezes se passar e no segundo semestre com as roupas que arrecada né aí faz também mais dois bazares funciona aqui o bazar bazar funciona quadra coberta né então dá para colocar as bpas tudo direitinho né e fica bem acomodado n sim e as mães Nossa fazem muita compra comessas roupas aí e temos também a venda de pizza e é feita essa duas vezes por ano uma no primeiro semestre e a outra agora no segundo semestre aonde que eh o lucro né da venda nos ajuda também bastante na parte de infraestrutura de melhorias manutenção manutenção e a feac também é parceira de vocês fe é uma boa parceira através da eh ela tá Eh vamos dizer assim deixando uma parte passando para uma empresa que se constituiu né e e tá ajudando muito a as entidades em projetos em projetos né Isso é muito importante também é E aí vai mantendo o mantendo né Aos poucos né vai se fazendo é E falando nisso também a gente viu que tem uma característica de trabalhar muito a humanização né nesse ano com o projeto antirracismo né nossa muito muito projetos e a gente procura aqui eh colocar junto comos funcionários não ter e esse de empregar eu quero considerar como se fosse uma família eu acho que funcion acho que melhor né Muito bom mais horizontal né e mais cedo a gente foi acompanhar na sala de aula um projeto que eles estão fazendo de leitura sobre um livro né e uma lenda do btu e a gente vai mostrar um pouquinho como é que foi essa atividade e já voltaa conta pra gente como é que você trabal do peixe esse tema né da lenda do Ubuntu Então hoje eu trouxe pra turma a lenda A gente tentou né deixar eh adaptada né De acordo com a faixa etária deles trazemos os bonecos né para tentar manter essa atenção deles nesse momento eh a gente já vem trabalhando há algum tempo essas questões da cultura africana né trazendo isso para eles nesse momento a gente divide a turma né buscando ali com eles e a Interpretação do momento também trazer algo mais dentro do contexto né dentro do contexto deles para poder fixar principalmente o significado da palavra que a gente trabalhou e a gente já vem trabalhando H algum tempo essas questões da cultura africana exatamente para isso para que seja uma construção a longo prazo né e que eles vão ali conseguindo entender o verdadeiro significado do de se apropriar né também dessa cultura que faz parte da nossa cultura que é tão influente né pra gente a gente viu ali que tem As Bonequinhas aí o abion né na parede então ele já vem trabalhando isso ao longo de todo o ano né E você já percebe assim um uma uma consciência e como se eles já tivessem internalizado essas questões de igualdade de Direito de pertencimento sim eu percebo né a gente é muito nítido dentro da rotina a forma como eles têm se tratado com respeito com tranquilidade né ali e conseguindo respeitar realmente o espaço do outro a fala do outro outro posicionamento do outro é muito legal ver isso nas crianças porque muitas vezes o preconceito a gente sabe que existe na nossa sociedade mas ele é transmitido né As crianças elas não têm preconceitos muitas vezes o preconceito está em nós adultos ou ele está tão enraizado que com o tempo né conforme a criança vai crescendo ela vai acabando entrando nessa cultura de preconceito mas eu penso que o quanto antes a gente conseguir trabalhar com as nossas crianças né lidar com essas questões aqui e agora quando chegar mais pra frente Eles já vão ter essa consciência e o preconceito né o nosso sonho é que ele não exista mais no nossa sociedade João conta para mim que que você achou mais legal da contação da história do bu Você gostou da história do buntu SIM conta para quem tá assistindo assim resumido né que que essa história fala sobre as pessoas dividir se comportar e Noal fiz né todo mundo comeu as frutinhas Sim e hoje que que você vai fazer Ali você vai fazer uma massinha muito colorida que que você vai fazer para representar eu vou fazer um boneco de massinha você vai fazer com muitas cores vai usar uma cor só que que você tá pensando eu eu vou usar azul claro azul escuro e vermelho são as cores que você mais gosta Ô Júlia você gostou da historinha do Ubuntu eu gostei que que você gostou mais conta para quem tá assistindo que que você gostou da historinha Eu gostei da historinha do cabelo ela que tem que era grande e agora você táa lendo o que lá Júlia eui na princesas que você gosta de ler sim conta pra gente qual que é a historinha da princesa ela que eu gosto Tininha da princesa teve um Paco Aquático você gosta da princesa que vai lá no Aquático Ah e você tem bastante amigo aqui conta pra gente eu gosto é daan que que você também gosta de fazer aqui na escola G brincar de pegar pega legal então dá um t Tchau então vocês viram aí da importância Né desde cedo né valquírio trabalhar essas questões de igualdade e expandir também os horizontes porque às vezes a gente não respeita e não ama aquilo que a gente não conhece quando a gente conhece tem a oportunidade né de acessar outras culturas e a nossa Cultura ancestral né tudo muda né muda é muito bom valquírio muito obrigada por nos receber aqui por dividir essa história né de toda essa construção que durou muito tempo e que ela dure muito mais né se Deus quiser muito obrigada nós temos aqui próximo de nós aqui à Paróquia Nossa Senhora de Fátima aonde foi o padre Paulo e eles nos dá essa orientação religiosa que é muito importante também para as crianças e isso daí ajuda né As crianças participam também então as crianças têm essa orientação essa orientação eh humanizada dos professores né na na reunião de diretoria passa sempre alguma coisa e aonde a gente procura passar depois através dos professores dos monitores né um pouco né da parte religiosa que é muito importante PR alma legal o alimento da alma né Muito obrigada valquírio que agradeço a gente vai para um rápido intervalo e já volta [Música] de volta pro segundo bloco hoje no Instituto Don n eu estou aqui com a Elane safra que é coordenadora pedagógica e vai contar o segredinho de como isso tudo funciona tão bem né Eline É deu para você ter uma noção daqui né Um pouquinho que você viu né as nossas crianças que nós trabalhamos aqui o sócio interacionismo como que funciona nós temos salas seriadas as crianças elas em uma com as outras e os educadores são os mediadores que ficam só nas observações eles vão conduzindo essas brinc como é que explica para quem tá assistindo o que que é o que seria uma sala seriada então uma sala seriada são crianças de várias faças de detas a gente tem de qu c e seis e os ag2 também vem seriada mais entre dois e 3 anos então os pequenininhos conseguem e olhar pros mais velhos e vice-versa né então o que que nós entendemos quando a gente fala sócio interacionista que aquela criança que é mais velha às vezes ela vai fazer o papel também de mediador Em algumas situações e e a gente percebe muito que eles são umas esponjinhas Eles olham os educadores para fazer a forma como eles trabalham eles fazem com as crianças reproduzem aquele M Deus né é reproduzem a gente até viu daqui a pouco a gente vai mostrar para vocês uma atividade que eles estão desenhando E aí uma delas falava não Não começa ainda não é para começar ainda isso você tá vendo Então é São nesses momentos que a gente percebe que todo o nosso trabalho tá funcionando quando você olha pra criança e você vê que ela tá conseguindo fazer as próprias mediações porque a gente trabalha muito essa parte da da da autoconfiança em si eu posso eu consigo autonomia autonomia Exatamente é e a gente percebe também que vocês usam muito esse espaço externo né Isso também tá dentro dessa dessa isso tá dentro dessa perspectiva porque eh a gente nós acreditamos que a sala de aula Ela é muito quadrada é muito engessada então ali tudo que a criança pode aprender se ela tiver fazendo uma atividade aqui no Pomar quanta coisa ali ela não vai poder desenvolver às vezes um brinquedo que ela brincaria de uma forma dentro da sala aqui no Pomar ela pode brincar de uma outra forma então a gente dá asas a imaginação da criança ajuda com que ela crie em cima daquilo com que ela tem do material que ela tá usando que ela tá manuseando e eu não sei se para quem tá assistindo isso pode parecer que aconteça uma certa dispersão mas não né O que a gente percebeu é que eles ficam super interativos ali com ficam engajados mesmo você vê que nós temos crianças também do público alvo que nós atendemos e e você percebe que eles vão saindo da bolha aquela criança que às vezes chegou até nós que ela tava ali naquele mundinho dela só com o hiperfoco dela aos poucos com esse trabalho que nós temos dele observar as crianças das próprias crianças terem essa interação umas com as outras ensinando ajudando elas vão saindo da bolha as crianças do espectro autista no caso isso isso elas elas vão aprendendo a que elas Ten o espaço delas elas podem ocupar qualquer lugar da instituição e hoje Se você vê Você esteve junto numa atividade nós tínhamos crianças do espect autista você percebeu sem eu ter falado não porque ele interagiu normalmente gente é isso é esse o nosso trabalho quando a gente trabalha uma escola de inclusão a inclusão é essa nós não tiramos a criança separamos ela do grupo nós trazemos o grupo até o mundo dela então que eu acho que é isso que que faz parte de uma educação inclusiva sensacional né E para isso vocês se capacitam com frequência como é temos as nossas capacitações toda segunda-feira das 5 às 7 da noite então o que que eu penso eu penso que Santo de casa não faz milagres né então o que que eu faço eu trago profissionais de Fora em que primeiro eu estudo né aquele profissional eu entendo do que nós estamos precisando eu faço uma varredura em que o que os profissionais estão necessitando de ajuda e aí eu passo para eles aí eu venho aqui eles vêm e trabalham com a minha equipe e assim eh São é uma equipe muito boa e a equipe também tem que querer né Às vezes a gente tem traz tantas coisas e nada daquilo que a gente trouxe fez sentido se eles mesmos não quiserem estar aqui se não estiverem Eng na nossa causa estiverem abertos né e as salas de aula tem em média 30 alunos e uma professora e uma monitora os ag3 São 30 alunos uma professora e uma monitora e um apoio esse apoio ele passa dando ajuda às vezes é para uma criança que precisa ir ao banheiro uma criança que precisa fazer algo para fora o que ela tá assim vamos dizer assim no momento que ela não está bem naquele espaço então elas fazem todo esse trabalho e e temos também os ag2 os ag2 eh a demanda é um pouco maior temos menos crianças são 24 crianças porém lá tem a professora e duas monitoras e um apoio porque são as menores isso então se tornam quatro dentro da sala no período que a professora está e o período que ela não está são três e a gente viu também você me mostrou uma criança que não tava se sentindo tão bem e aí ela foi acolhida abraçada essa questão também é muito importante para que elas se sintam seguras sim é importante Porque aqui nós trabalhamos o afeto né Porque sem o afeto não há aprendizagem infelizmente a gente vê escolas que não trabalham essa parte eu venho de uma pedagogia afetiva que foi o que eu me formei quando eu fiz lá o meu juramento e e eu penso que quando a gente traz o afeto Ele tem muito mais significado no aprendizado quando você mostra pra criança que aquilo que ela tá fazendo é mecânico então a afetividade é assim uma criança tá precisando a monitora para tudo ela pega no colo se precisar ela vai ela vai validar os sentimento da criança que a gente costuma validar né porque quando você valida a criança se sente acolhida e aqui ela se sente no espaço pertencente ela é um indivíduo notado né notado é um indivíduo que é protagonista protagonista que a vó ele tem voz aqui dentro né porque eu acredito que eu fui uma criança que não não eu não tive voz na minha infância Hum então então eu trouxe para cá e né O que eu faço quando eu estava em sala de aula eu Hoje Eu Sou coordenadora eu estou como coordenadora mas sempre fui professora Uhum Então eu trago isso para mim e é o que eu quero pras minhas crianças né que elas sejam ouvidas todas né vistas e ouvidas vistas e ouvidas nas suas necessidades tanto na alegria quanto no choro sim são emoções tem que ser re acolhidas e reconhecidas que é um dos nossos projetos e uma das nossas salas que nós trabalhamos muito que são o projeto e sentimentos que ali a criança aprende a entender Quais são os seus sentimentos quando ela tá brava quando ela tá feliz quando ela tá alegre Isso faz parte do ser humano né tem algumas pessoas que hoje são adultas não tiveram essa oportunidade à vees não conseguem nem reconhecer uma emoção e muito menos acolher né aquilo que você não teve como você vai dar então o nosso trabalho é esse é mostrar pra criança que ela é um indivíduo que ela é pertencente e que ela tem voz maravilhoso e o projeto antirracista também entra nisso sim ele esse projeto antirracista Ele vindo muito forte por quê Porque nós percebemos Uma demanda que veio das famílias né Às vezes a criança não querendo sentar na mesma roda que o amigo por algumas situações que eu não vou nem abrir aqui mas que você já imagina então é todo um trabalho só que esse trabalho não é feito só com as crianças nós temos momentos de rodas também com as famílias que a gente precisa trazer esse assunto mas é cuidar dele desde o alicerce né que a educação é essa não adianta eu trabalhar aqui com eles em casa eles não não terem esse trabalho com a família essa visão com a família é toda esse nosso trabalho que passamos com as crianças vai ficar exposto as famílias vão ver elas vão entender Qual foi eh o tema o projeto o porque que esse projeto veio porque tudo tem que ter eh uma alicerce e é isso é trabalhar as crianças é trabalhar a família tem que fazer sentido para eles né PR as famílias vocês proporcionam rodas de conversa isso nós temos rodas de conversa agora esse ano nós pretendemos fazer mais rodas para que essas famílias venham porque eu acredito que a educação ela não se dá só com a criança ela se dá com a família e se você não tiver a família ao seu lado a família não tiver trabalhando junto com você não há educação a educação não é completa ela só é completa quando todo mundo que tá ali nessa situação pertencente ao Mundo da Criança esteja engajado na mesma forma e com o mesmo pensamento senão não é educação não é uma educação completa e às vezes também esse momento que ess família não teve né os pais os tutores não tiveram lá atrás eles vão poder refletir de uma outra maneira poder ver a situação de uma outra maneira né É porque é colocada de forma Tudo que nós falamos aqui qualquer roda qualquer conversa é tudo muito afetivo a gente costuma trabalhar é o acolhimento mesmo das famílias Hoje nós estamos tendo matrículas E essas matrículas nesse acolhimento ele é diferenciado porque a gente mostra pra família faz ela faz a visita na escola ela entende Quais são os nossos projetos Por que seus projetos são trabalhados por quê Porque não faz não faz não tem significado você colocar o seu filho numa escola que você não sabe a metodologia que você não sabe a visão da escola porque toda toda a instituição tem a sua missão tem os seus valores e tem a sua visão então é importante que essas famílias venham até aqui quando elas vêm a gente mostra Olha o nosso trabalho é esse Você quer fazer parte da nossa família que legal e é assim e hoje tem demanda eh assim Vocês conseguem atender todos que vem até aqui olha hoje atendemos 228 crianças porém temos uma fila enorme e que infelizmente nós go você vê nós temos muito espaço só que não adianta nós construirmos várias salas aqui e não dá uma atenção de qualidade um estudo de qualidade um desenvolvimento de qualidade para essas crianças todo esse espaço aqui que eles locomovem é de muita qualidade se vocês vissem eles eles brincando aqui nesse espaço eu eu mesmo a primeira vez que estive nessa escola que foi que não foi pelo salário mas foi pela qualidade e pelo envolvimento da escola com a criança que eu vi eles brincando aqui dando outros sentidos para esse mesmo brinquedo eu falei gente pera aí é nesse mundo que eu quero estar é aqui que eu quero ficar é aqui que que me senti acolhida que me fez sentido eu ser professora Então é isso é a gente olhar pra criança como ela é e se sentir parte dela né porque tem muito adulto que não se sente parte da Criança e se sentir parte da Criança é você se colocar no lugar dela e entender a situação que ela está né hoje eu hoje eu penso quando eu vejo uma criança brincando eu vou est andando pela escola eu conheço quase todas elas porque eu entrei agora na coordenação mas eu paro para falar tia Olha o que eu fiz aquilo para ela quando eu paro Quando eu olho para ela quando eu percebo o que ela tá querendo me me me passar e ela fala nossa a tia parou a tia me olhou Nossa a tia gostou isso para ela é muito bom olha olha quanto desenvolvimento de pertencimento de de de autoestima é isso é um adulto que vai fazer toda a diferença com certeza né mas feliz n mais feliz é o que eu penso eu tive uma professora lá atrás na quinta série foi uma professora que me abraçou muito e eu e estou Sou professora devido a ela ai que lindo porque ela me acolheu de uma certa forma que eu tava numa fase muito difícil em casa e ela me acolheu então aquilo para mim fez sentido nunca mais vai esquecer Nunca mais eu vou ela tá aí dentro ela faz parte de mim o que ela me ensinou tá aqui tá iníco dentro de mim e eu quero passar isso pros meus acho que tá passando mais cedo a gente viu também uma atividade que eles estavam pintando as princesas africanas e a gente vai mostrar para vocês um pouquinho agora e já volta ah a gente surgiu com o projeto antirracismo na nossa escola como um projeto permanente para todas as salas participarem e aí surgiu a ideia NS uma das minhas monitoras trouxe um livro com contos africanos e o primeiro conto era da princesa Cinda a princesa que perdeu os cabelos quando eu contei eles ficaram maravilhados com a história mas quando eu mostrei a imagem eles tiveram um choque de realidade então no primeiro momento eles tiveram uma estranheza né eles viram a imagem era uma princesa negra que estava sem os cabelos por conta da história que ela perde os cabelos e E aí eles receberam de um jeito e até eles verbalizaram para m ti a gente não imaginou ela assim a gente imaginou ela como as princesas da Disney A gente imaginou ela como a Frozen e para tirar esse repertório que nós trouxemos nós trouxemos algumas imagens de princesas de mulheres negras empoderadas muito bonita e mostramos para eles o quanto a Beleza Negra também está presente nas princesas e e hoje a gente trouxe essas mesmas imagens para eles desenharem para eles observarem a fundo e fazer essa esse novo misturar essa estigma que tá neles né tirar esse padrão e trazer algo novo e qual foi a devolutiva que eles mostraram assim depois eles sentiram mais familiarizados agora já é uma outra fase onde eles vão desenhar né as princesas que que você poderia dizer sobre isso ah eu acho que foi muito bonito ver a hora que eles viram a imagem mesmo de uma mulher dela vestida de princesa Eles mudaram a visão deles então Eles olharam para ela e falaram nossa que linda como ela é bonita como ela é diferente olha a roupa como é colorida olha as pinturas no rosto e a gente foi conversando com eles o quanto isso é bom a gente observar as características das outras pessoas a gente também pediu para eles observarem as características delas comparada as características deles e trazer as princesas para perto da realidade deles então eles ficaram maravilhados eles se encantaram E aí surgiu deles que todos podem ser princesas e príncipes então troue aproximou ao mundo deles eor conta pra gente o que que você achou mais legal dessa lenda das princesas Africanas a porque as roupas é um pouco bonita mais gosta de cores e aí como é que tá sendo fazer esse desenho agora você escolheu sua princesa conta pra gente escoli conta para quem tá assistindo como é que é essa atividade como é que a explicou PR vocês a gente tá fazendo uma princesa de africana um escolheu seu desenho ou é tudo igual cada um escolhe seu desenho Você tá trabalhando no capricho no seu que que você achou mais legal da sua princesa a roupa e a historinha você gostou de escutar vai contar lá na sua casa como é que é sim se você fosse contar pra sua mãe ou pro seu pai rapidinho assim como é que você contaria normal gente uma princesa linda bem linda e ela era bem linda igual a roupa colorida E aí ela perdeu o cabelo sim mas vai crescer sim b Obrigada toca aqui bom trabalho PR você tá Obrigada por falar pra gente Serena Então conta pra gente o que que você achou da lenda das princesas africanas legal você imaginava que elas eram tão bonitas assim você acha que dá um trabalho pintar o corpo todo assim como é que éo legal cada um p seu jeito do seu jeitinho né você imagina você pintar o seu corpo inteiro se você fosse uma princesa sim o que que você mais gostou nessa história conta pra gente olha lá pro tio e conta lá pra frente eu gostei de você gostou de como elas arrumam o cabelo Ou gostou mais das roupas eu gostei do cabelo qual gostei daquele da Como como que fala o cabelo dela como elas amarram cabelo assim num pano bem lindo sim e agora se você vê uma princesa igual que você tá desenhando agora você já vai saber a história né sim conta a história uma vez é uma menina que tinha cabelos muito longos até o pé a princesa era muito bonita ela picou com o pato aí o cabelo dela caiu E aí como é que ela fazia para chorava aí ela tinha que pegar o reto do peijão e terrar só que o páso não comeu e só soou um aí ela pegou um peixão e plantou aí da Ilha tinha três safre de prata de ouro e de diamante e aí o que que aconteceu depois disso a a FL de olho pegou foco só sobraram duas é aí a a filha que já tinha pegado o fogo aí a pal o peixão vermelho não sei mais e você escolheu uma tinha um príncipe nessa lenda sim a a princesa e agora você escolheu uma princesa para desenhar sim que você achou mais bonito na sua prina que você vai desenhar gente viu mais uma vez que o trabalho funciona desse jeito as crianças ficam a vontade interagem né são engajadas Como você mesmo disse né acho que é o maior exemplo né é eu acho que na nossa na educação se você não tem se você não consegue ver esse resultado tem que mexer em alguma coisa tem que mexer em alguma coisa então aqui a educação é isso e você tá sempre experimentando explorando é o tempo todo que se Reinventar todo dia né todos os dias e faz parte né Faz parte muito obrigada por nos receber por compartilhar essa história com a gente e eu que agradeço vocês estarem aqui conosco mostrar um pouco do nosso trabalho e Esperamos vocês mais vezes aqui como certeza e para quem quiser conhecer mais também tem o site né que é o www.institutoderadiologia.com.br e acompanhar os eventos a pizza o bazar né isso nós fazemos as nossas campanhas solidárias agora estamos com a campanha é solidária do panetone que vai ser revertido PR as crianças nós vamos comprar os os presentes de Natal Ai que legal e e é isso fazemos as campanhas com muito amor e carinho e temos parceiros muito bons então espero que se vocês quiserem eh nos ajudar também por favor serão bem recebidos Maravilha só acompanhar nas redes sociais e no site só acompanhar vem fazer parte da família doneri Obrigada Eline Eu que agradeço PR você que nos assiste quiser Compartilhar esse programa ou reassistir é só acessar o YouTube da TV Câmara Campinas no programa mãos solidárias Instituto Don muito obrigada pela sua companhia e até o sábado que vem [Música] k [Música]