TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
Mãos Solidárias | Ifaph – projetos que transformam vidas em Campinas e região
Em destaque · HD Vídeo · MÃOS SOLIDÁRIAS

Mãos Solidárias | Ifaph – projetos que transformam vidas em Campinas e região

293 views Publicado 20/09/2025 HD · 41:22

Descrição do vídeo

No episódio de hoje do Mãos Solidárias, vamos conhecer a trajetória e os projetos do Instituto Francisco de Assis de Promoção Humana (IFAPH), uma instituição fundada em 3 de dezembro de 2022 em Campinas/SP. Com base nos princípios do humanitarismo, dignidade e inclusão, o IFAPH atua junto a comunidades em situação de vulnerabilidade, promovendo bem-estar social por meio de projetos que transformam vidas. 🌟 Algumas iniciativas apoiadas pelo IFAPH: Projeto Mãos Amigas – distribuição de cestas básicas em Bragança Paulista. Centro Municipal de Proteção à Criança e ao Adolescente (CMPCA) – revitalização e atividades culturais. Escola de Futebol Nascente Vila Olímpia – incentivo ao esporte e convivência. Projeto Jardim de Madre Teresa – reforço escolar para crianças e adolescentes. Projeto Jita Kyoei Vila Olímpia – aulas de judô como inclusão social. Noites Fraternais – apoio emocional e psicológico. Enxoval do Bebê Maria de Nazaré – confecção de enxovais para mães em vulnerabilidade. Acolhidamente – acompanhamento multidisciplinar de crianças e adolescentes. Jogos de Tabuleiro/ Damas e Xadrez – educação e conquistas em competições escolares. Cordas Solidárias – aulas de violão e inclusão cultural. Harmonia em Voz – oficinas de musicoterapia para crianças vítimas de violência. Fraternidade na Música e Sinfonia do Bem – experiências musicais terapêuticas. Distribuição de alimentos em comunidades carentes – apoio contínuo em Campinas e Sumaré. 🎯 O Instituto também investe em infraestrutura e projetos culturais, sempre com o objetivo de transformar realidades e promover oportunidades. 👉 Assista ao programa e conheça de perto como o IFAPH tem feito a diferença! 📲 Saiba mais sobre o Instituto: 🌐 Site: https://anelo.org.br/ 📸 Instagram: @institutianelo 📺 Acompanhe também os conteúdos da TV Câmara Campinas: Instagram: @tvcamaracampinas Facebook: facebook.com/tvcamaracampinas YouTube: youtube.com/tvcamaracampinas

Transcrição completa do vídeo

33 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

Olá, no Mãos Solidárias de hoje nós vamos falar um pouco mais sobre humanitarismo, inclusão, dignidade social, porque hoje a nossa entrevista é aqui no Instituto Francisco de Assis de Promoção Humana, que fica em Campinas e foi fundado em 2022. O meu bate-papo agora é com o Fernando Yasbec, José Fernando Yasbec, que é o presidente aqui do instituto. Seja bem-vindo. E eu já o convido a contar para quem tá em casa como surge um instituto, porque quem chegou aqui, pelo menos a gente já viu que o instituto parece que é uma ação de algo muito maior. Continos, por favor. Primeiro, muito obrigado pela oportunidade. É uma honra participar de um programa tão prestigiado e sobretudo alguém que faz um trabalho como vocês, que despertam nas pessoas a consciência cívica, o papel que cada um de nós tem de contribuir com nossos semelhantes. Quando nós fundamos o Instituto Francisco de Assis de Promoção Humana, que é um centro espírita na na vertente religiosa, mas tem uma vertente assistencial que é o esforço principal, e nesse campo ele é laico, nós conseguimos conversar com várias outras instituições até para aprender. Quem começa tem que aproveitar a experiência daqueles que estão à frente. E assim nós visitando em ao visitarmos outras instituições, nós fizemos parcerias com padres, com instituições espíritas e vemos com grande alegria o trabalho crescendo em benefício das crianças desta cidade. Nós sabemos que as necessidades são sempre significativas e todo esforço cidadão contribui para uma sociedade melhor. Sim. Eh, como mesmo você menciona aqui, nasce de uma ansiedade de ou de um desejo, digamos assim, de ter esse olhar sobre principalmente crianças e adolescentes, mas que já tem um outro olhar em função de ser uma entidade espírita. Em que momento que vocês vocês não nasceram em 2022 enquanto um centro espírita? era uma outra entidade. E aí, nesse momento, vocês passam, vamos nos formalizar como como algo de ação social, não só com ações pontuais. É nesse contexto, é nesse contexto, nós já éramos, já frequentávamos outros centros espíritas, até que nessa sede nós compartilhamos a sede com eles. E em trabalhando nesse sentido, nós fomos conhecendo a necessidade dos barcos. Então, por exemplo, trabalhamos em parceria com a Casa de Ismael, que há 48 anos distribui cestas básicas do satélite Iris. Um trabalho muito lindo feito pelo senor Walter Fragoso com muito, muita dedicação, com muito amor por aquelas criaturas. Nós depois em visitando, por exemplo, o padre Antônio da paróquia São Marcos, no bairro São Marcos, ele ele nos orientou que no Vila Olímpia era um bairro que não tinha nem cras nem posto de saúde. Então nós começamos a nos movimentar em parceria com a escola Bernardo Caro e fizemos lá consultórios, mantemos lá psicóloga, psicopedagoga, assistente social e passamos a auxiliar aquelas crianças. Sim. e notamos que a gente poderia beneficiá-las ainda mais trabalhando com projetos esportivos e culturais. Então, no Vila Olímpia, no Vila Olímpia especificamente, começamos com o trabalho de escola de futebol. As crianças têm loucura por escola de futebol, só que é o seguinte, o objetivo principal é de promoção humana. Sim. Então o esporte ele atrai a criança, é um veículo para estimulá-la, mas não é a finalidade em si mesmo. Então é o exercício da cidadania. É o que nós fazemos. A nós temos seis etapas. A criança para estar no nosso projeto, ela tem que estar na escola levando o estudo a sério, respeitar colega, respeitar professor, passar pelo médico, passar pelo psicólogo e passar pelo assistente social. E aí é que a gente vê o benefício maior que tem para essas crianças quando elas conseguem ser orientadas e quando elas aprendem também um pouco mais do benefício da disciplina, da valorização, o trabalho das psicólogas, reunindo as meninas, ensinando-as a cuidar dos cabelos, a se embelezarem. Os meninos sendo educados para serem companheiros, respeitosos até no no futebol. Eu brinco que a nossa assistente social é uma gigante de 1,45 m. Porque se o garoto começa a dar alteração na escola, ele levanta o cartão amarelo. E os garotos não querem ver aquele cartão amarelo pela frente, não. Então eles se comportam muito melhor. O que permitiu que a escola Bernardo Caro em 2024 passasse da categoria prata paraa categoria ouro direto do governo estadual. Sim. Por quê? Melhorou o desempenho escolar, diminuiu a evasão, então melhorou a disciplina. Então isso que nós queremos. Nós queremos que essas crianças visualiza à frente. O senhor menciona bastante o atendimento à criança, principalmente a gente que conhece ali a região dos Amarais, né? falou do satélite íris, que também é no distrito de Campo Grande, lá da Vila Olímpia, a gente percebe que é uma população que tem uma vulnerabilidade social importante. E como que fica também a questão de passar isso pros pais ou responsáveis? Também há um atendimento esse olhar do instituto para essa família de que forma? Olha, ele se envolveu até pelo conhecimento do território. A nossa assistente social, as nossas psicólogas trabalhando com essas crianças, foram notando que em muitas delas a solução dependia do lar e passaram a convidar as mães. Então, nós assistimos mães e filhos. Sim, pouquíssimos pais nos procuraram, mas mães muitas. E com isso nós conseguimos auxiliá-las também. Cada cada uma delas tem sua história, mas em todas elas há um aspecto que é comum, o anseio por oportunidade e dignidade. Sim. A necessidade de apoio e respeito. E dentro das nossas modestas possibilidades, nós oferecemos tudo que está ao nosso alcance. Mas é lindo ver que nunca trabalhamos sozinhos. Outras instituições também nos auxiliam na hora de fazer o bem ao próximo. É por essa metodologia justamente de buscar parcerias com outras instituições paraa elaboração de cada projeto, José Fernando, porque é o princípio do feixe de varas. Você quando tá reunido em sinergia, todos ganham. E a verdade é que quando se pratica o bem, quem mais se beneficia é quem o faz. Então, quando nós temos oportunidade, instituições católicas, empresas, inúmeras empresas nos apoiam. Todos nós reunimos os esforços para conseguir um resultado melhor junto às crianças, mas isso faz bem para nós também. Cada pessoa que chega e se afeiçoa a uma criança de comunidade, nós temos aqui crianças autistas, crianças eh com síndrome de Down, crianças que sofreram violência doméstica. Você trabalhou na BVH? Nós começamos nosso trabalho com a BVH e vi vemos o trabalho generoso, bonito, que é feito por tantas instituições em benefício dessas crianças que não são vistas muitas vezes. Sim. Então, quando nós temos aqui e talvez apareça na gravação a música deles tocando lá, ter uma criança que sofreu a violência doméstica e ela poder ter uma aula de canto ou uma aula de violino, violoncelo e se sentir valorizada por isso, realiza, realiza todos nós. Eh, daqui a pouquinho, inclusive vocês vão acompanhar de que forma a música muda, a música transforma e até faz com que cada pessoa que participa desse processo ganhe uma visibilidade, consiga ressignificar a sua própria vida. Em que momento e a gente falou, por exemplo, de criança em vulnerabilidade e você acaba de mencionar inclusive a aula de música. A gente tá falando de dar pão a que tem a quem tem fome, que é uma prioridade máxima quando a gente pensa em vulnerabilidade social da cidadania através do esporte, visibilidade através do canto, da música, do instrumento, como que vocês conseguiram pensar em cada vertente partindo, claro, das, digamos que das qualidades também de quem está em cada projeto e também as necessidades de quem participa desses projetos foi a solução se construiu com o tempo, embora o tempo seja pouco, nós estamos com 3 anos de criação, mas ele foi muito fecundo, foi muito oportuno. Então nós vemos, por exemplo, você falou de dar pão a quem tem fome. Quando nós fizemos a parceria com a Casa de Ismael, exatamente para que o trabalho que vinha sendo feito pelo S Walter não morresse, o instituto assumiu as custas do projeto, algumas vezes com parceria de empresas, outras vezes não. Então a empresa BioID, por exemplo, a empresa MS, por vários meses nos apoiaram, quando decidiam nos apoiavam. E nós distribuíamos cestas básicas, como fazemos até hoje, em vários bairros. Mas o satélite é o que mais recebe. Sim. E e nós muitas vezes nos questionávamos. É o seguinte, vale a pena manter a cesta básica? Eu só tô dando peixe, eu não tô ensinando a pescar. Mas você falou uma coisa importante, é sem é dentro da pirâmide de Maslow, é o básico, você tem que pelo menos começar pela alicerce. e uma moça que veio aqui buscar as os enxovais de bebê, que é uma outra parceria da Cruzada dos Militares Espíritas com o Instituto Francisco de Assis. Ela nos conta a seguinte passagem que muito nos emocionou. Moça seus 20 e poucos anos. O marido havia sido assassinado um mês antes, tava com bebê de um ano e 2 meses e estava grávida. Sim. Ela chega, senta aqui, comenta, ela vive no satélite íris e falou o seguinte: "Olha, eu vi, nasci, cresci lá no satélite iris, a gente passa por muita dificuldade, mas sabe, é interessante, a única coisa que nós nunca passamos foi fome por causa da cesta básica que o senhor Walter trazia. Isso não me marcou. Eu falei, não dá para deixar de atender. Sim. Por exemplo, tem uma menina no Vila Olímpia, hoje deve estar com 16 anos, ela é que sustenta a casa, tem uma irmãzinha de nove, o pai tá preso por tráfico de drogas e a mãe é viciada. Então, quando nós quisermos auxiliar essa essa moça, a assistente social falou assim: "Tem que ir com cuidado". Por quê? Porque o que quer que ela traga para dentro de casa, amanhã espanca para trocar por drogas. Sim. Então, o que a gente faz? A gente põe a cesta básica numa vizinha ou perto, ela pega a xícara do que ela vai preparar de comida dia a dia. Sim. Tá certo? Quando ela precisa de alguma coisa, ela fala com aente social, a gente procura prover. Mas tem que ser bem a contagotas para que ela não sofra a pressão da própria mãe por causa das drogas. as drogas destróem a sociedade. Então nós vemos que há muitas pessoas boas querendo ajudar, mas cada auxílio, cada projeto depende da realidade do local. Assim como nesse caso tem essas peculiaridades, nós vemos o CMDCA, o CMPCA, perdão, que tem um trabalho maravilhoso feito pelos profissionais que lá trabalham e as crianças vêm aqui querendo uma esperança nova e se encontram na música. Dois meninos tocam violino muito bem e são de lá com menos de 4 meses de aula. Olha, então as crianças têm potencial. Sim, basta dar as oportunidades e pensar nesse contexto de cidadania que vai do além matar de matar a fome. Inclusive, o senhor acaba de falar e vocês vão ver daqui a pouquinho nas imagens aí desses kits para essa mãe que tá para ter o bebê ou acabou de ter o bebê e não tem absolutamente nada para esse filho, para essa filha. Quando que vocês pensaram também em um projeto como esse? É mais uma parceria ou não? É mais uma parceria. Esse projeto começou antes do Instituto Ser criado. Ele foi desenvolvido pela Cruzada dos Militares Espíritas, o núcleo de Campinas. Até um detalhe que o pessoal fala, mas é só para militares? Não é porque exatamente foi criado para que os militares espíritas também pudessem cultuar dentro dos quartéis nos seus cultos, fazer o culto espírita. Isso em 44. Só então pra gente lembrar, nós não mencionamos isso no início, o Instituto Francisco de Assis de Promoção Humana com SED Campinas, ele é ele é ele é de militares, é isso? Não, não, ele é completamente independente. Independente. É o acontece que nós compartilhamos a sede com Senhor é militar reformado? Eu sou, mas nós compartilhamos a sede com a Cruzada dos MIT Espíritas, que é a dona do imóvel. Bomba. Ah, e e nós apoiamos os projetos dela, então nós aportamos recursos e eles entram com a mão de obra, correto? E quando a gente faz esse trabalho, o enxoval do bebê Maria de Nazaré, ele é muito vocacionado exatamente pelo sentimento cristão e fraterno de assistência a essas mãezinhas. Sim, as duas primeiras mães que aqui vieram nos emocionaram bastante. Eram duas irmãs nossas mulheres da vida. Uma tava no terceiro filho. Sim. uma dificuldade para elas às vezes pessoas, instituições que as acolham, vieram, receberam a cesta, pediram oração, conversaram com a enfermeira. Então, é muito importante que nós, como pessoas, como cidadãos, nos olhemos como irmãos, porque somos todos filhos de um mesmo pai e é muito importante nos servirmos como irmãos. A gente tem ainda quando a gente pensa nessa corrente de solidariedade, eh, vários aspectos. O que leva hoje o instituto a pensar em chegar a algum território? Como é isso? Vocês são procurados? Vocês procuram esses territórios? Como é esse movimento em tão pouco tempo de existência? Porque vocês estão para completar anos e já tem essa pulverização bem importante. Anos? Não, nós temos, por exemplo, hoje inúmeros projetos. Eu na minha idade eu peço compreensão que a gente tem vaga lembrança, não tem memória, mas vamos lá. Então, nós temos além do projeto de música que você viu aqui, temos o projeto de canto. É uma músicoterapia para crianças que sofreram violência doméstica, estão no sistema de acolhimento institucional. É uma soprano que é solista municipal de São Paulo, que dá aula, lindíssima aula. Nós temos projetos de futebol, dois deles, sendo que um tem a escola masculina e a escola feminina. E olha, mulher, não é fácil não, hein? As meninas jogam bolão. É um perigo isso. Vamos lá. Nós temos jogos de tabuleiro, que é uma iniciativa de um professor lá de Sumaré. Também apoiamos. Temos duas turmas de judô. Talvez abramos uma terceira. Estamos buscando empresas que queiram destinar parte do seu imposto. Que todos esses projetos são incentivados ou pela lei de incentivo ao esporte ou lei de incentivo à cultura. Nós temos os projetos aprovados e essas empresas que desejam queram apoiar agora a PAI. A nossa intenção é fazer lá um projeto de judô e um projeto de percussão corporal com a PAI de Campinas. A PAI de Campinas, sim. Nós estamos exatamente em diálogo com algumas empresas que possam haver a destinar parte do seu imposto. Ou seja, ela passa a usar aquilo que a lei lhe permite dizer: "Eu quero que o meu imposto beneficie estas crianças". Sim, nós temos os projetos aprovados, tudo dando certo, graças a Deus. a gente quando fala muito de vulnerabilidade social, mas também inclusive vocês vão ver, né, nessa aula de música, de sinfonias, né, também tem esse olhar paraa inclusão, que é algo hoje muito importante que a sociedade começa. É uma discussão nova ainda quando a gente fala de inclusão de, por exemplo, dos neurodivergentes, né, que a gente fala muito do autismo, mas tem outras neurodivergências que a ciência aos poucos vai também eh digamos que denominando cada uma delas e vendo as suas especificidades. Mas quando vocês também tm esse olhar para a criança, o adulto, neurodivergente, que também precisa ter esse espaço, ter esse cuidado, não? E e é o seguinte, tudo que se dê de oportunidade, eles nos surpreendem. a pessoa estimulada, a criança estimulada, o adolescente, ele quer se superar, ele quer o reconhecimento. Então, nós vivemos com muita alegria e digo mais com gratidão a Deus pela oportunidade de trabalhar com pessoas tão generosas quanto aqueles que são os professores e os treinam e dentro de um princípio bastante ecumênico, respeitoso, o nosso maestro não pôde estar aqui hoje, mas ele é evangélico. Nós temos uma professora espírita, um professor católico, um professor evangélico. E nós vemos que quando se fala de fazer o bem ao próximo, todos se une no mesmo esforço. Sim. A gente vai, inclusive no próximo voo conversar com o Marcos, que é o responsável pelos projetos. Vocês se dividiram bem aqui. Cada um tem uma função bem estabelecida. É isso. Isso. Você como presidente faz os contatos. Eu sou o que não faz nada. Quem faz, quem trabalha mesmo são os outros. Ah, eu sempre tô sabendo que o Zé Fernando ele vai a Brasília, ele representa inclusive, né, organização que trata desse trabalho também em outras cidades. E fala um pouquinho para mim, então, pra gente encerrar esse bloco. O programa não acabou. O que você pensa pro instituto a médio e longo prazo? A gente tá falando de sede em Campinas, mas hoje vocês já atendem Sumaré, que é aqui na região metropolitana, inclusive Bragança, que sai da região metropolitana. Exatamente. Em Bragança nós temos a parceria com a multinacional japonesa chamada Sacata, que trabalhamos por enquanto na cestas básicas, atendendo a periferia de Bragança. Nós temos aqui desde a distribuição de cesta, ao enxoval do bebê, aos trabalhos de artesanato, mas, por exemplo, em Sumaré, o trabalho começou com alfabetização de crianças durante a pandemia. Algo super importante, super importante. Crianças, até emociona, crianças que em tr 4 meses conseguiram ser alfabetizadas, mas uma menina de 12 anos, quando ela conseguiu pela primeira vez ler todas as letras do alfabeto, parecia que ela tinha vencido uma Olimpíada. Eu acredito, até porque quando a gente começa a perceber os números da educação, hoje a gente vê que há uma discrepância enorme entre, por exemplo, o ano letivo e o aprendizado de acordo com aquele ano letivo. Então, sempre algo que agrega muito, é um desafio, mas quando você vê essas crianças crescendo, nos faz muito bem. E é o que nós pensamos pro instituto, pensamos que ele deve ser um espaço onde os cidadãos de bem possam auxiliar em benefício de outros cidadãos, que nós somos uma só sociedade. Aquela tal história de nós nos isolarmos dentro do nossa bolha não funciona. Nós temos todos uma responsabilidade social e quanto melhor cada um de nós fizer em benefício do todo, melhor será a sociedade em que todos viveremos. Tá certo? Muito obrigada. Um abraço grande. Muito obrigada a você. Eu que agradeço. Olha, o Mão Solidárias vai para um breve intervalo. Já já a gente volta, como prometido, mostrando essa sinfonia que tá tocando aqui ao fundo e também um detalhamento dos projetos que são realizados pela instituição. Até já. [Música] De volta com o segundo bloco do mão solidárias. E como prometido, agora a gente vai mostrar o trabalho da Orquestra do Bem, que é um dos projetos aqui do instituto. Vou conversar agora com o professor Guilherme, que vai falar um pouco dessa atividade. Conta para mim como é ser voluntário aqui do instituto, já era de outro projeto, veio para trabalhar com a orquestra e como tem sido esse trabalho, professor? Ah, tem sido uma experiência muito, muito gratificante. Bom, eu entrei no projeto por convite do maestro Samuel e o Samuel já me conhecia há alguns anos, né? Ele sabia que eu trabalhava com crianças, que eu dava aula para crianças e trabalho com música terapia também. Então assim, acabou juntando muitas coisas que eram favoráveis ao projeto, né? Tá auxiliando, porque a ideia principal do projeto é tá sendo um projeto de inclusão, tá trazendo crianças atípicas, crianças atípicas pra gente formar essa nossa linda orquestra, né? E tá sendo maravilhoso o resultado. Desde quando ele existe o projeto? O projeto existe há pouco mais de um ano. A gente iniciou o projeto, os instrumentos foram comprados em julho do ano passado e até então a gente tem ensinado aqui as crianças no projeto. Essas crianças que chegam, elas têm aqui esse primeiro contato com o instrumento. Como que é essa escolha de qual instrumento elas vão tocar, tentar tocar? Como que é isso? Sim, a gente tem à disposição hoje o violino e o violão celo. A gente vai pela preferência de cada criança, né? E aos poucos a gente vai ensinando cada um, né, vendo qual que a criança se adapta mais. Geralmente a orquestra realmente precisa de mais violinos. A gente acaba encaminhando um pouquinho mais pro violino. O essencial é que assim todo mundo esteja aprendendo junto, todo mundo no mesmo passo e felizes, né, que eu acho que é o principal para uma orquestra tá tá acontecendo, né? Uma orquestra ah tá tocando todo mundo unido e com grande bastante alegria. A gente muitas vezes não entende. Quem tá em casa pensa: "Olha, são instrumentos dificílimos. Como é essa questão de apresentar esse instrumento para cada um deles? A gente tem um trabalho bastante didático, né, que vem desde de ensinar um pouquinho da forma de mão. O arco ele é um instrumento à parte, ele demanda muita habilidade nas mãos e o violino a gente precisa estar sempre ouvindo. Então a gente treina bastante o cantar junto com o tocar. Vocês vem que a gente apresenta músicas que eles conhecem já, que já tem no né, no no cancioneiro popular, inclusive como anunciação. Então é mais fácil de estar debaixo do dedo e as crianças conseguem se se desenvolver mais rapidamente dessa maneira. É também ao mesmo tempo essa musicoterapia para quem tá participando de cada uma das aulas e com espectadores também que acabam sendo atendidos enquanto acompanham cada uma dessas aulas. Ah, com certeza. A parte da músicoterapia vem bastante, pelo menos dentro da orquestra, no quesito da socialização, da interação, do respeito ao um ao outro, do esperar o seu momento, né? saber acompanhar e ter disciplina e organização. Eu acho que isso faz do projeto um projeto bastante completo, que a gente não tá ensinando apenas a tocar um instrumento, mas é um projeto de de vida mesmo. É bem bonito. E para você, Guilherme, como pessoa que já tem essa experiência na música, como tem sido esse trabalho na sua vida? Ah, para mim tem sido muito gratificante. É uma grande realização a gente poder estar trabalhando com algo que que a gente acredita muito, que a gente vê que tem um grande potencial e que pode realmente transformar a vida das das pessoas. Mas é muito é muito gratificante, [Música] Bárbara, como que é para você tocar aqui com seus amigos? Conta para mim um pouquinho. Eu adoro tocar com meus amigos. É muito bom. Achei muito legal e prazer estar com vocês. Qual é o instrumento que você toca? Violino. Você aprendeu aqui? Já sabia antes. Me conta essa história. Eu fazia curso de violino antigamente. Aqui é primeira vez tocando. Primeira vez? É. Tem em 2009. Ohó. Então, mostra que faz um solo aí pra gente. [Música] E como é para você então tocar violino? Conta. Muito legal tocar violino. Adoro. Amo tocar violino. Yasmin, me conta qual é o instrumento que você tá tocando, como que você aprendeu e como é para você vir aqui. Eu toco o violão celo e eu aprendi com o meu professor Davi. E aqui mesmo você já sabia? Aqui mesmo. E eu comecei a gostar mais de vielo. E como que é para você? Você vem uma vez aqui por semana? Como que é? Eu venho duas vezes, quinta e segunda. E você gosta muito. Me fala de como é para você estar aqui tocando com seus amigos. Ah, eu acho muito legal, incrível, né? Que uma oportunidade assim que acho que é difícil. Primeiro eu comecei no violino, mas aí eu não gostei muito. Aí eu vim pro violoncelo. E como que é a música para você? Bem legal. Você sempre tocou violoncelo, você aprendeu aqui? Me fala um pouquinho dessa atividade para você. Eu aprendi tocar o violão de célo aqui. E como que tem sido? Super bacana. Eu gosto muito. Você vem toda semana? Sim, todas segundas-feiras. Então você pode tocar um pouquinho para nós, por favor? [Música] E como é a música para você, né? Como que é a o que a música representa na sua vida? a todo eu sempre gostei de mores que sempre tive vontade de aprender algum instrumento e agora teve a oportunidade. Sim. Olha, eu nunca toquei violino, nunca toquei nenhum instrumento, mas pro que os professores falaram, a gente, eu e a pessoalzinho que tá começando também tá sendo muito bem eh bem-vindo aqui, né? E a gente tá indo super bem. E por que você escolheu o violino? Me conta dessa história. Já pensava ou conhecer um instrumento aqui? Desde criança eu sempre quis ter a vontade de tocar violino. Então acho que a oportunidade foi ótima e tá sendo maravilhosa. Me conta como é tocar aqui com a orquestra e o que que você toca. Violina. Eu toco violina. É muito legal fazer isso. Eu sinto saudade da minha avó porque ela morreu alguma vez e eu Mas o violino tem te ajudado a a não ficar tão triste por causa dessa saudade. Sim. Ah, é? Me conta um pouquinho mais. Quando você toca aí, você sente uma coisa boa? Sim. Eu conheci esse projeto eh de uma amiga minha, mas o filho dele dela também tem deficiência e não, ele não tá fazendo, ele não foi chamado só eu. E você já tocava antes ou tá aprendendo aqui? Tô aprendendo aqui. E como tem sido essa experiência? Me conta. Ah, foi muito legal esse projeto. Vamos tocar um pouquinho. [Música] Muito bem. A minha experiência aqui no projeto foi aprender com os meus colegas aqui, tanto com a Jorja, a Bárbara. E foi muito gratificante aprender com eles, tanto violino, tanto chelo. E eu sou muito fanática pelo violino e pelo chelo. E eu comecei a tocar a violão celo no começo e depois eu passei pelo violino. E o que que você mais aprende aqui a além da música? Eu aprendo a ter amigos. Você perguntou o que que eles levam daqui? Ela falou. E eu tenho uma coisa mais, né? É uma coisa que é muito difícil, pelo menos para mim como mãe de autista, né, de atípico criança, e é de ensinar a empatia. E aqui eles saem daqui sentindo isso, né? Então não é preciso ensinar. Na verdade, essa vivência traz para ele o olhar pro outro. Ai, quem a minha filha, a Natália, eh, aí fala em casa ai mãe, ah, eu ajudei o o meu amigo, ele me ajudou. Então, assim, tudo que a gente quer ensinar, na verdade, é só fazer que eles aprendem. Que tem sido essa vivência da George aqui, como tem sido para você acompanhar cada passo dela? Então, quando a gente foi convidado, né, eh, eu sabia da dificuldade que é o violino, o violoncelo, que são os instrumentos um dos mais difíceis, não, de tocar. Eu até não acreditava muito, sabe? E daí com a vivência dela aqui, com aprendizado, com eu acho que isso desperta pra mãe, né, que é mãe de autista, é uma mãe atípica, né, a crença, a esperança do que o filho pode aprender, que ela aprende, o que ela vive aqui, ela leva para casa também como algo que tem, de certa forma ressignificado coisas na vida dela. Sim, porque é um grupo parecido, né? É um grupo que acrescenta, ela se sente incluída mesmo, né? Como que tem sido para você trazê-lo aqui e tudo mais? Então, eh, é um desafio, né? É uma coisa nova, como ele é autista, né? Ele ele fizeram um teste lá com essas crianças lá na instituição lá da camp e ele ficou encantado porque eh o o som, né, ele ele gosta de música. Então foi uma uma experiência que tá sendo maravilhosa, né? Porque é uma a música ela é uma transformação, é é calma. É, eu me emocionei o primeiro dia que eu vi eles tocando aqui, que eu nunca tinha visto, te vê na televisão, totalmente diferente. Te v assim, não é aquela mesma expectativa que a gente tá aqui sentado e vendo eles tocar cada evolução de cada um. Muito emocionante. Muito emocionante. E você que viu aí um pouco de como a música transforma a vida dessas crianças, jovens e adultos que participam aí da sinfônica e também, né, como é o trabalho voluntário, nós vamos conversar com a Valéria. Ela é a coordenadora desse projeto. Valéria, me conta como nasce esse projeto aqui no instituto. nasce na na do maestro Samuel e o maestro Samuel idealizou um projeto, uma orquestra que pudesse reunir pessoas neurodivergentes e não neurodivergentes, os atípicos e os típicos. E hoje temos aí o que você poôde prestigiar, que essa apresentação formidável de todos os integrantes. Mas de que forma, dessa construção, desse ideal que passa o maestro, esse projeto vem para você para essa execução? Quais foram as etapas? A primeira etapa é selecionar, na verdade, fazer a audição dos interessados. Sem a audição, não tem como eh o integrante vir paraa orquestra, estar com seu instrumento, se o músico, se o professor não entender a habilidade, o que ele já sabe, o que ele não sabe, como ele vai ser trabalhado no decorrer do projeto. Eu conversei inclusive com uma das mães que falou que quando vocês estiveram nacamp, que é também uma instituição que atua com esse público, que aquilo lá foi um divisor de águas para ela, como que é também ir até as instituições em busca desse público para trabalhar aqui a inclusão com a música? Você falou a palavra-chave inclusão. Se nós não tivermos parceria com outras instituições que também trabalham a questão atende o neurodivergente, o projeto também não faz sentido, porque o espaço é deles. Então, fazer essas parcerias com a CAMP e com outras instituições é essencial pro caminhar do projeto, pra vida do projeto. Vocês têm rede social? como que vocês hoje, além do site também divulga esse trabalho e até novas parcerias no Instagram do Instituto Francisco de Assis e Ifa a PH@ Então lá tem todas as nossas ações, inclusive a os os períodos de inscrição de audição do projeto. caso da Valéria, como você chega no instituto? Já é para esse projeto ou você já fez outras coisas aqui? É, eu chego no instituto para auxiliar na elaboração dos projetos. Isso em janeiro do de 2024 e acabei ficando e assumindo a coordenação deste projeto. Uma oficina que acontece às terças-feiras cheia de carinho, que prepara kits para a chegada dos bebês e ao mesmo tempo cuidam das mãezinhas. São moradoras de comunidade, então nós temos acesso a elas, nós temos os cadastros, né? Mas para receber o kit, elas têm que ter acompanhamento médico. Então todas elas recebem quem tem o acompanhamento médico desde o início. Exatamente. A partir dos 7 meses nós já damos para os bebês que a gente já tem a certeza de que elas irão receber. E aí na entrega elas vêm aqui na sede, nós fazemos todo um uma preparação, né, para elas. Elas fazem uma entrevista com uma enfermeira nossa, que é voluntária também. Elas fazem eh entrevista com a enfermeira, enfermeira explica para ela como amamentar, como cuidar do bebê. Uma espécie de curso pré-maternidade, gente. Exatamente isso. E elas ficam assim maravilhadas, né? Inclusive nós temos uma mãe que semana passada ela veio aqui com o seu filho que já recebeu o enxoval. Hoje ele tá com 2 anos de idade, são moradoras de comunidade, então nós temos acesso a elas, nós temos os cadastros, né? Mas para receber o kit elas têm que ter acompanhamento médico. Então todas elas recebem quem tem o acompanhamento médico desde o início. Exatamente. A partir dos 7 meses nós já damos para os bebês que a gente já tem a certeza de que elas irão receber. E aí na entrega elas vêm aqui na sede, nós fazemos todo um uma preparação, né, para elas. Elas fazem uma entrevista com uma enfermeira nossa, que é voluntária também. Elas fazem eh entrevista com a enfermeira. A enfermeira explica para ela como amamentar, como cuidar do bebê. Uma espécie de curso pr maternidade. Exatamente isso. E elas ficam assim maravilhadas, né? Inclusive, nós temos uma mãe que semana passada ela veio aqui com o seu filho que já recebeu o enxoval, hoje ele tá com 2 anos de idade. Como que você começou a trabalhar como voluntária aqui no instituto? Eu conheci minha sogra, ela já trabalhava aqui e aí ela me convidou para mim visitar e aí desde então me apaixonei. Eu já eu já eu já fazia crochê, né? Eu tecotava desde criança e aí me interessei. Eu achei muito gratificante o trabalho delas, né? E aí eu me interessei e comecei a participar. E desde então já tô Mas aí você já veio para esse núcleo ou você participou de outros trabalhos e depois falou: "Ah, eu quero trabalhar com essa parte dos bebês e das mamães?" Não, eu comecei aqui mesmo. Sim. Vocês atendem em média quantas mães por mês? Tem uma média? Hum. Na verdade, hoje nós temos até hoje já 850 mais ou menos enxovais doados. Até hoje essa família, ela continua sendo acompanhada pelo instituto em outros projetos. Elas recebem um auxílio cesta básica, que todos todos os meses elas são fornecidas e e aí a gente tem um cadastro delas, né? A elas recebem também conforme as crianças vão indo pra escola, indo pro médico. Tem que ter todo esse acompanhamento. Se não tiver acompanhamento, né? Então é bom porque daí incentiva elas levarem os seus filhos para o médico, ten aquele acompanhamento todo. E aí você já tinha sido voluntária antes em algum projeto? Não, não, não. E como é para você ser voluntária aqui? Olha, eu digo que as terças-feiras é assim, é uma caixa de amor, né? Eh, é até emocionante falar porque são vidas, né? Então, através do nosso carinho, do nosso gesto de amor, essas mães, essas crianças, ela levam para si o amor que a gente deposita ali. Então, é muito gratificante, é um amor assim incondicional. Como é hoje fazer parte dessa grande família, digamos assim? Ah, é o é renovador, me renovou realmente, profissionalmente me renovou como pessoa e é um lugar do qual eu não quero deixar de estar no instituto, de fazer parte dessa grande família, tá certo? Então, muito obrigada, viu? que agradeço. E você pode acompanhar, olha, além das redes sociais que aparece aí no seu vídeo, no Instagram do Instituto, tem também o site, olha que é ifaph ifaph.org.br. Lá você encontra os detalhes de todos os projetos, como é o funcionamento e tudo mais. Mão solidárias fica por aqui deixando essa mensagem. Vou pedir inclusive um sobom dessa linda sinfônica que fez essa apresentação especial pra gente e que a gente compartilha com você novamente aí em casa. [Música] [Música]
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do MÃOS SOLIDÁRIAS

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
34:16

Mãos Solidárias | Casa de Jesus Núcleo Mãe Maria 30/02/2026

43:22

Mãos Solidárias | Núcleo de ação social - nas

34:53

Mãos Solidárias | Projeto turma do Bem

34:05

Mãos Solidárias | Projeto Alfa e Ômega: jiu-jitsu que transforma vidas em Hortolândia

30:37

Mãos Solidárias | Associação uma vida 10 anos transformando Vila olímpia

29:51

Mãos Solidárias | Projeto bom amigo leva inclusão à Vila aurocã

40:23

Mãos Solidárias | Projeto Bunekas leva acolhimento, proteção e voluntariado

44:49

Mãos Solidárias | Coração Curumim: apoio, acolhimento e cuidado com crianças cardiopatas

33:59

Mãos Solidárias | Ip Amarelo: triathlon transforma vidas de crianças

30:20

Mãos Solidárias | Espro Campinas: 1º emprego jovens vulneráveis gratuito!

30:12

Mãos Solidárias | Bem te quero: autoestima contra o câncer

36:00

Mãos Solidárias | Núcleo ADRA Bonsucesso transforma a vida de 90 crianças

37:47

Mãos Solidárias | Associação Alecrim em Flor transforma vidas em Campínas

37:04

Mãos Solidárias | Associação Cornélia promove inclusão e renda na saúde mental

46:03

Mãos Solidárias | Rosa e amor apoia vítimas de câncer

39:44

Mãos Solidárias | Fundo haja combate déficit habitacional no Centro de Campinas

44:49

Mãos Solidárias | Instituto CIDAS transforma vidas com oficinas e apoio social

49:35

Mãos Solidárias | Direito de ser: projeto que muda vidas

41:50

Mãos Solidárias | Instituto Som e Arte transforma vidas com música no Campo Grande

30:21

Mãos Solidárias | Responsabilidade social: como empresas transformam vidas em Campinas

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
1:05:42

Estúdio Câmara

16:38

Câmara Na Copa | Copa do Mundo FIFA 2026: Tudo Sobre a Maior Edição da História

4:22

Câmara Notícia | Parlamento Jovem 2026

8:59

Notícias da Metrópole

16:39

Notícias do Legislativo

2:43

Agora é Lei | Semana da Força Expedicionária

10:27

Agenda Cultural Campinas: Shows, Teatro, Cinema e Exposições para o Fim de Semana!

56:15

Câmara Notícia