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E no mão solidárias de hoje, a gente vai conhecer a história da Firma Casa, uma fundação que atua aqui na Vila Padre Anchieta desde 73, impactando a vida de milhares de pessoas com a educação infantil de crianças e com um serviço de assistência social e quem vai contar pra gente como tudo começou é a Maria Ivone Ferro, que é diretora do Conselho Curadora que da entidade. Muito obrigada por nos server aqui na sede. Te agradeço. Então, a eh como você disse, a fundação começou em 1973 com o nome de Lari e Casa de Nossa Senhora, que foi fundado pela irmã Rute de Maria Camargo Santiao. Então, durante esse tempo de 73 a 89, eu não estava aqui, né? Mas eu sei que funcionava ela, a dona Irene, que era irmã dela e a tia Rosa. As três acolhiam aqui crianças que eram abandonadas, órfãs, que na época o José de Menores trazia para cá para ter um lugar para ficar, né, para morar, para ser alimentado, porque eram crianças, era geralmente bebês e elas cuidavam dessas crianças. Quando eu conheci aqui em 89, eu e meu esposo Petrúcio, e tinha mais ou menos umas 25 crianças. E eu me lembro que quando nós entramos era aquela parte de lá que a gente estava, né? As crianças estavam todas sentadas junto com a freira e quando nós entramos ela falou: "Vamos cantar paraos nossos visitantes?" Aí as crianças cantaram uma música tão bonita. Eu fiquei emocionada. Meu marido no momento se apaixonou. ele falou: "Não saio mais daqui". Na época ele comentou. E aí a partir dessa data, a gente passou a frequentar que acidamente nos finais de semana, que é que era o nosso tempo, né? e ajudamos a madre em tudo que ela precisou na área jurídica, porque nós éramos advogados na época, então a gente a parte jurídica toda que ela precisava, as coisas que aconteciam com as crianças, a gente então trabalhou muito nisso e juntamente com Dona Irene, tia Rosa. E esse trabalho e perdurou até 1992, quando ela um dia de manhã chegou no nosso escritório querendo falar com meu esposo. Eu levei ela até a sala dele. Ela sentou com ele e falou assim: "Doutor, eu preciso dizer pro senhor que eu quero transformar o nosso lar em fundação e eu quero que o senhor faça isso." Aí ele falou para ela: "Mas irmã, eu não é minha área, né, no direito, não era bom tiver alguém que fizesse pra senhora?" Ela falou: "Não, porque Jesus falou para mim que vai ser o senhor". Aí ele olhou para ela, falou assim: "Então, mas eu eu fico assim pensando que poderia ser alguém, né, mais cabastado na área". Ela falou: "O senhor não tá entendendo. Jesus falou para ele que é o senhor que vai fazer, então vai ter que ser o senhor, doutor." Aí ele falou: "Bom, mas nesse Jesus falou quem sou eu para discutir, né? Então nós vamos fazer isso de 92 a 94. Precisou fazer diversas mudanças aqui, né? Eh, unificar os terrenos numa eram quatro terrenos, tinha que unificar na prefeitura para poder formar tudo isso que nós temos hoje. E esse trabalho demorou uns 2 anos e 94 a gente conseguiu que isso aqui se formasse uma fundação. Porque por que ela queria uma fundação? Porque ela herudou da família numa herança esses quatro terrenos. E mais um que tem na parte de cima que é o canto do sol. E se ela morresse dona desses terrenos, isso voltaria para a família dela, né? E as e ela falava que não, as crianças tinham que ter, porque Jesus falava para ela assim, elas que ouvir ele falar, cuidai das minhas crianças. Ele cobrava dela isso todo dia e ela tinha essa preocupação de cuidar das crianças. Então, por isso que ela quis formar em fundação, porque hoje, hoje, né, hoje com a morte dela não ficou com ninguém, ficou para as crianças, mas que é uma fundação voltada para isso, que era a família dela. Isso era o que ela tinha que fazer, porque Jesus pedia para ela. Então, essa é a história da irmã, como dizem, meu marido, eu conheci uma santa em vida. Ele falava assim que realmente ela era assim, ela ela contava pra gente os papos que ela tinha com Nossa Senhora. Era muito interessante, era muito bonito. O nosso trabalho começou assim, o meu trabalho aqui e o nome inclusive. E o nome Isso quando isso quando ele fez a o a o estatuto, ele colocou assim, vamos colocar Fundação Irma Rute de Maria Camargo Sampaio, né? Que é o nome dela. Aí tinha que ter um nome mais curto para ficar mais fácil da gente falar. Cada um d um palpite. Aí meu marido falou: "Não, é firma Casa que é Fundação Irmã Rute, são os iniciais e a Firma Casa. Isso vai ser firme para sempre." Me fez assim. Aí ela falou: "Gostei vai ser firma a casa e ficou". E tem sido firme de fato. É porque aqui nós já passamos por altos e baixos, né? Estamos aí e a gente sente que no futuro tem que se melhorar mais ainda, né? A gente vive de doação, não é, mano? A gente não tem renda, é doação. Tem convênios hoje? E convênios hoje é é o estado, né? A prefeitura União que ajuda, convênio com a prefeitura, né? Então essa ano que a teve ela para além da questão de legalizar os lotes e o prédio que com estrutura tudo funciona melhor, saia melhor, mas também é uma visão muito importante nessa questão de poder contar com os auxílios legais, isso legais. E como fundação aqui poderia ter escola, faculdade, porque é uma fundação, ela poderia ter tudo isso, né? que quando nós começamos, que era fundação, tinham que acho que umas 80 crianças, eu acredito na época, não vou lembrar porque faz muito tempo, mas era assim, eram poucas crianças e depois de formado de fundação, isso foi crescendo, crescendo e hoje nós estamos aí com quase 500, 600 crianças, né? 500 e poucas crianças hoje. Muita criança, muita criança é nas imagens que é muito efervescente e quanto mais espaço a gente tiver, mais criança a gente vai conseguir colocar aqui dentro, né? que a expertise você já tem, já tem. E e ela começou lá atrás, então como um abrigo mesmo coração. Abrianças, elas ficavam aqui ao longo da vida. Sim. Ficavam aqui, dormiam aqui. A onde começou? Esse em 89, quando eu cheguei aqui era assim, até ser adotadas. Então ia pra adoção, a irmã acompanhava essa adoção e os meses seguintes, onde estava já a criança, ela acompanhava, ela tinha relatório que ela fazia, ela tinha muito cuidado, muito dedicada, muito dedicada. E essa região, eh, desde que você começou a acompanhar o trabalho, existia muita vulnerabilidade, sim, mudou um pouco ou sim, a região que era muito carente, hoje ela tem muita habitação diferente, mas na época eu a gente vinha para cá de tinha um pouco de receio porque era um lugar assim eh longe de tudo, né? e bem carente. Então a gente tinha um pouco de receio pelo local, mas aos poucos ele foi aparecendo casas e um monte de coisa e escolas, comércio. Hoje aqui é um bairro e praticamente independente de Campinas, né? Estruturadísimo, estruturadíssimo. E esses serviços que vocês prestam aqui impactam demais a vida das pessoas podem trabalhar. Olha, trabalhos alimentadas, são conduzidas com metodolog. Estas crianças t que acho que cinco refeições aqui por dia. Elas vêm para cá as as que ficam período integral, elas têm o café da manhã, elas tm o almoço, o lanche da tarde, tem o jantar, elas vão embora já pronta pra casa. E acho que esse espírito da da irmã também ficou, né? Eles fazem uma oração antes de lanchar, né? A gente acompanhou uma roda, né? geração. E e você acha que daqui paraa frente, quais são os desafios que vocês serão pela frente que vocês já têm, né? É, daqui pra frente eu acho que os desafios são a gente conseguir mais verbas, né? Mais ajuda, eh, um tempo antes da pandemia, essas grandes empresas da nossa região aqui e de Campinas sempre nos ajudou muito. Isso mudou com a pandemia. Quando terminou a pandemia, a gente percebeu que as empresas se afastaram, então a gente teve assim uma uma baixa muito grande. E para que isso melhore, fique, sabe, que ele cresça mais, a gente precisa da ajuda de de todo, do apoio. Então, algumas empresas ainda hoje nos ajuda muito, é que algumas tiveram que olhar pro próprio quintal, quem é, porque foram realmente desafiaris a manter as portas abertas, mas isso tende a melhorar se Deus que a gente espera, né? Porque a pandemia fez uma mudança geral. Se você não foi só aqui, põe no comércio, em tudo, dentro das casas das pessoas, a pandemia trouxe uma mudança grande e parece que ainda as pessoas não conseguiram se eh se estruturar de novo, sabe? Parece que não conseguiram. Então, a gente percebeu um uma perda por causa disso, mas a gente continua lutando aí atrás e o e as professoras, o pessoal que que trabalha, que fica aqui, eles têm uma luta diária, porque para poder arrumar um método, um meio da gente melhorar, manter essa qualidade, mandar essa qualidade. É, se ele agora com o método que nós temos, isso trouxe pras crianças uma coisa assim gratificante, porque elas não teriam isso e não nunca numa não numa grege pública não teria, só em escolas particulares e custa caríssimo a escola com esse método. Sim, esse acesso, né, esse acesso. Então, Maria Ivone, queria agradecer muito você compartilhar essa história tão bonita e de sucesso com a gente. A gente vai colocar os canais aqui, o site, Instagram, para que as pessoas que tenham interesse em ajudar também possam entrar em contato. Obrigada, eu que agradeço. Então vamos falar um pouquinho da um pouquinho mais da Montessore, de como vocês trabalham com essas crianças, com a Tais. Com isso, ela vai saber explicar melhor do que eu. E a Karen Ganel, que é diretora educacional aqui da Firma Casa, vai explicar pra gente como é que eles trabalham com as crianças, porque a escolha do Montessor, da educação montessoriana, né? Muito obrigada, Karin, pelo CCB também. Sejam muito bem-vindos, né? Agradecemos a oportunidade de estarmos tendo oportunidade, né, de fazer esse mostrar o trabalho, mostrar esse trabalho. E hoje nós atendemos 300 crianças, nós temos dois prédios, né? Em um nós atendemos 178, no outro 132. Criança na faixa etária hoje de AG3. São crianças de 3 a 5 anos e 11 meses. Cara, então fala um pouquinho para que que vocês escolheram a pedagogia montoriana, que é uma uma peculiaridade aqui da da região, né? Sim. Eh, a pedagogia montoriana, ela vem ao encontro das diretrizes do município, né? E ela eh envolve a criança na sua independência, né? A criança tem a sua autonomia, a criança consegue se desenvolver dentro do seu ambiente como se ela tivesse em casa, né? Então, as maiores habilidades aqui da vida diária da criança, no trocar sozinha, no ir ao banheiro, no autosservimento nos momentos da refeição. Então, essa independência e autonomia, né, favorece o desenvolvimento na educação infantil. E aí falam que o que a gente precisa pra vida, a gente aprende nos primeiros anos de vida, nos primeiros 7 anos. Então acho que isso é muito vário. É, nós temos que aproveitar, né, o que a criança traz. Nós costumamos só para as famílias. As crianças são esponja, né? Então tudo que a gente oferece para ela aqui, nós também ensinamos as famílias como trabalhar essa metodologia, né, em casa, porque nós precisamos dessa parceria, senão ficam dois mundos desconexos, né, totalmente diferentes. Precisa se dialogar, né? Exatamente. Você já tem uma série de crianças que passaram por aqui desde o comecinho de da vida até os se os 5 anos e 11 meses. Isso. E nessa metodologia, a criança entrando com 3 anos, ela fica com a mesma professora durante o período de 3 a 5 anos e 11 meses. Por quê? Porque o processo de evolução dentro do método é importante que a professora acompanhe, né, desde quando ela entra com 3 anos. até a ida pro fundamental. Que legal. E já tem crianças que vocês eh que passaram por aqui e que já são adolescentes hoje em dia? Muitas. Inclusive nós recebemos muitas eh ligações das escolas, né? eh, com a devolutiva de quanto é diferente receber uma criança com o método Multsori e uma criança que vem de uma outra metodologia, porque a criança às vezes ela não sai alfabetizada na questão de ler e escrever, né, que às vezes é o que as famílias esperam, mas ela sai com uma autonomia, uma independência tão grande que o start para isso é muito rápido, é muito interessante, né? E às vezes esse processo do entorno das atividades diárias, ele vai sedimentando ali para quando a criança se alfabetize, isso venha bem rápido, né? Aconteceu com o meu filho, inclusive e a professora dizia: "Tá tudo lá, fica tranquila". Na hora dele ele vai ficar tudo guardadinho da noite pro dia. Isso, porque essa questão mais da autonomia faz com que a criança se sinta segura para ir se desenvolvendo no tempo dela, né? É. E aqui o o nosso trabalho ele o próprio material mostra pra criança o momento que ele erra. Então a professora não precisa estar intervindo a todo momento, né? Ou falando pra criança: "Você errou". Sim. Então, automaticamente a criança descobre, né, a partir do próprio material esse erro, volta, refaz e consegue o acerto sozinha. Ô Karen, e me diz uma coisa sobre esse método. Precisa ter um um olhar diferenciado, um treinamento, porque a gente tá tão assim no automático que já quer que a resposta de tudo seja rápida, né? Precisa ter esse olhar mais cauteloso. Eh, o trabalho do método, em primeiro lugar, é individualizado, né, com cada criança. Então, cada criança se respeita o momento que ela se encontra. Eh, nós temos eh todo o processo do currículo, né, do que ela precisa com 3 anos, 4 anos, 5 anos. Mas a criança de 3 anos, ela é incentivada pela criança de cinco. Então, às vezes, a própria criança de 5 anos apresenta o método e o trabalho paraa criança de 3 anos. E o professor, sim, o professor ele precisa ter formação no método msório para poder estar aplicando. É, é uma é uma cadeia, né? Isso mais ou menos como era antigamente que as salas de aula nem sempre eram por idade, né? Então tinha essa questão de aprendiz o aprendizado com os mais velhos, né? E aqui vocês recebem crianças também com necessidades especiais? Sim. Eh, nós temos esse cuidado, né, de acolher essas crianças. Eh, temos as nossas cuidadoras, nós temos a pedagoga de educação especial. Então, é feito um trabalho individualizados. Nós temos o projeto para cada criança, aonde a pedagoga de educação especial está dentro da sala de aula junto com a professora, acompanha as auxiliares e orienta, né, a partir da gestão, orienta essas auxiliares, orienta essas professoras como estar atingindo. O método Montessor, ele é muito importante para essas crianças, né? Porque quando ele foi desenvolvido, eh, foi feito exatamente para crianças que precisavam de um atendimento especializado, né? Então, veio muito de encontro com as crianças hoje que nós recebemos. Ele nasceu já com esse espírito inclusivo, né? Exatamente. Então, vamos ver um pouquinho como é que funciona na sala de aula, na prática, o método e falar também com uma mãe que tem um filho com uma necessidade especial e a gente já volta. A Jéssica é a coordenadora aqui do Firma Casa, a coordenadora pedagógica e vai falar um pouquinho pra gente do método Montessor, que é um método muito querido, assim, que trabalha a autonomia das crianças. É isso, Jéssica? Sim, exatamente. Nós adotamos o a filosofia montoriana há mais de 10 anos, eh, que trabalha a autonomia da criança, né, o respeito do indivíduo como um ser único. Eh, dialogamos com a diretrizes curriculares municipais, né, que é muito importante. Ã, e a gente trabalha o respeito com a criança, né? Eh, atendemos criança de três a seis, eh, em situações vulneráveis, eh, na região aqui da do Padran Chieta, né, da Firma Casa. Ã, e é muito importante. Então, eu acompanho há mais de 6 anos na gestão, entrei como professora e acompanho as professoras eh há mais de 6 anos junto com as auxiliares todo esse trabalho que nós e desenvolvemos aqui na Firma Casa. E tem uma formação especializada no Monte Soriano, no caso. Sim. é um curso que faz, né, e são três módulos, é, sempre nas férias. Então, as nossas professoras fizeram em São Paulo o curso. É uma pós, né, na educação Montessor. E tem alguns outros cursos que é introdução ao método Montessori, que ajuda também as pessoas que querem ingressar nesse método, nessa filosofia, abrir o horizonte a enxergar o Montessori, né, a filosofia, como ele realmente é. E Jéssica, o mundo tá muito dinâmico, as profissões mudando demais. É claro que eles são muito novinhos ainda, mas preparar essa moçadinha para uma um porvio que a gente não sabe exatamente como será essa flexibilidade, essa autonomia é muito importante, né? É muito importante. A gente trabalha a vida real com eles, né? A graça e cortesia, né? O cuidado com o outro, o saber esperar, né? o respeito. Então, a gente eh como eles são uma esponjinha, então a gente começa pelo educador, que é o guia, né, o ambiente preparado e a criança desenvolve a partir da sua intenção interna, né? Com relação aos móveis, a disposição das salas, tem uma uma caracterização também? Sim, a sala ele é ela é dividida por áreas, né? H, então, onde a criança escolhe qual material deseja trabalhar. A professora está sempre em observação, observando o que a criança eh busca, o que a criança conseguiu avançar, o que ela consegue realizar e vai oferecendo meios para ela eh passar os passos ã nas nas áreas. Então, a a professora orienta as crianças, é um guia e as crianças eh passam por todas as áreas, matemática, linguagem, história, eh, vida prática, que seria o que acontece na vida real, né? Então, ou seja, é um um método de ensino mesmo. Elas vão receber alguns conteúdos de acordo com as diretrizes, só que dessa forma mais lúdica, mais eh respeitando o tempo de cada um. Isso, respeitando o tempo de cada um e a sua própria escolha, né? A criança tem aquela aquela vontade, ela vai olhar um material convidativo, né, que isso é muito importante também na filosofia montoriana. A sala precisa ser organizada, limpa, né? E a criança escolhe o que ela deseja naquele momento trabalhar. Obrigada. Nada. A Cláudia é uma das professoras aqui na Firma Cas, vai explicar pra gente como é que ela tá trabalhando a atividade aqui hoje em sala de aula, né? Sim. Todos os dias nós já temos a nossa rotina, então eles já sabem que tem autonomia de pegar o material, até por conta da filosofia que nós adotamos, né, que é a filosofia Montessor. Cada criança procura o material que está num período sensível para trabalhar e a gente observa todos os dias e a gente vai desafiando aos poucos essa criança. Vocês conseguem olhar individualmente pro nível que cada criança responde ao método e consegue trabalhar um pouco individualidade delas? Sim, todos os dias a gente tem um tempinho, a gente observa, a gente apresenta o material. Cada material ele tem um controle de erro. Então não precisa toda a hora de estar o adulto ao lado, mas a gente apresenta, deixa a criança trabalhar e com isso de longe a gente vai observando se ela conseguiu absorver, se não outro momento nós apresentamos novamente esse material até que ela consiga internalizar aquele conhecimento. É uma autonomia supervisionada, né? Sim. Sim. Então a gente direciona, como nós falamos, nós somos o guia dentro da sala, então a gente vai guiando conforme a necessidade da criança naquele momento. E essa musiquinha que a gente ouve quando entra aqui, isso também faz parte de deixar um ambiente mais tranquilo. Sim, nós pensamos sempre para deixar esse ambiente mais calmo, mais tranquilo, pra gente adquirir essa concentração, esse equilíbrio próprio da criança, né? Trabalhando de uma forma natural. E Cláudia, você sente a diferença das crianças que têm a oportunidade de vivenciar esse método? Sempre é, né, um novo, né, que a gente trabalha muito essa parte individualizada, esse respeito com o outro. Nós trabalhamos a graça e a cortesia com cada criança, o respeito com o corpo dele, com o corpo do outro, com o ambiente inseridos nesse mundo que nós estamos, né? E a família, como é que ela responde a esse método? ela sente que a criança tem uma um desenvolvimento social eh diferenciado. Elas sempre trazem alguns relatos pra gente, até porque nós temos os materiais de vida prática, então eles levam muito para lá. Então eles falam: "Olha, meu filho ajudou a lavar a louça, conseguiu dobrar a roupa, conseguiu falar que aquilo ele é capaz de fazer." E nós fortalecemos essas frases para eles, que eles são capazes, que não precisa sempre de estar alguém ao lado. Então eles trazem muito essas conversas pra gente e a gente fica muito feliz com essas respostas. Sen não tá dando certo, né? A gente tá trabalhando, tá plantando uma sementinha. Obrigada. A Bárbara já tava fazendo uma atividade ludica, eles fizeram pinturas com as mãos e agora estão aqui no momento de dar uma serenada para ir pra alimentação, né, Bárbara? Fala um pouquinho pra gente como é que você trabalha com eles, esses momentos diferenciados na mesma aula, né? Sim. É, eles gostam muito da brincadeira no parque, gosta de pintura. Tanto que eu pintei a mãozinha deles hoje, eles tia, a gente gostou. Falei, vamos fazer mais vezes, né? E também eles conhecem todas as regras, horários sobre alimentação. Na hora que desce eles já lavam a mãozinha, já sentam na mesa. Depois eu falo fila, já fazem a fila, tudo certinho. Então tudo tem o seu tempo aqui. Na hora de dormir todo mundo já conhece o seu colchãozinho, deita, tá ansioso para falar. E eles assim, todo mundo sabe o que deve fazer na hora de pintar, todo mundo pinta, eles gostam também. E é isso. A hora até passa rápido porque é tudo muito eh divero, né? É bastante coisa para eles fazer aqui. Então não tem o que é dinâmico, né? Sim, é dinâmico. A gente tem a rotina certinho, eles já conhecem e cada dia a gente faz uma coisa diferente, né? Mas todos os dias tem a roda com eles, tem a oração aí, tem a música. Hoje a gente já leu um livro também, eles gostaram. Depois pintamos as mãozinhas. Eu pedi para eles fazer um desenho, né? E eles gostam. Agora a gente vai se preparar para descer pro almoço. Eles trabalham um pouco dessa autonomia também, né? Eles t autonomia aqui. El a gente não precisa fazer muito. A gente pede, eles fazem para trocar de roupa, para colocar a comida no prato, eles colocam sozinhos também. Eh, coloca o prato no lugar depois que termina de comer, escovam os dentes. Depois do almoço eu levo eles para escovar os dentes. Então eles já sabem tudo. Eu acho que isso também dá uma segurança para eles, uma sensação de como se tivesse em casa, né? Sim, sim. Eles gostam disso, né? Eles se sentem úteis fazendo sozinhos, porque em casa é difícil as crianças fazer as coisas sozinhos até, né? E aqui a gente ter deixa para ter essa autonomia. Você quer falar? Então, você gosta da roda, desse momento de fazer a oração? Uhum. Quer fazer uma oração aí pra gente ver? Uhum. Então faz. A minha mãe, a minha mãe falou, que é só agradecer o papai do céu. Hã? É só agradecer o papai do céu. Aham. Obrigada, papai do céu. Fala minha unha. A minha a minha a minha que colocou colocou tinta e eu lavei com sabão e saiu tudo a tinta. Aham. Agora tá limpinho para papá. Vamos ver. É porque é porque não pode papar com a mão cheia de tinta, né? Agora tá OK. Então faz OK lá pro tio assim. Sim, ó. Aí lá pro tio, ó. Ó lá. Obrigado. Obrigada, Bárbara. Juliano já fez a arte dele, já lavou a mão. Você gostou de pintar com a mãozinha? Gostei. Achou bonito o resultado? Uhum. Gostei muito. É. E agora como é que vocês vão fazer? Vai deixar secando, depois vai dar de presente? Como é? Vai deixar secando e levar para casa. É. Vai mostrar pra mamãe? Sim. E você gosta de fazer o que aqui na escola? O que que você mais gosta de fazer? Gosto de brincar. Brincar lá na quadra ou aqui? É na quadra. É de quê? De bola ou de corrida do saco? Do que que você gosta de brincar? de corrida do saco. É divertido. É. Já tomou um tombinho dentro do saco? Hum. Não. Nunca caiu? Nunca. Uau! E você tem muitos amigos aqui na escola? Tem. É. Agora vocês vão fazer uma roda? Sim. Mostra pra gente então. Mostro. Obrigada. De nada. Dá um tchauzinho pro tio. Tchau. Graziele, mãe do Henry, vai falar pra gente que o Henry tem um uma peculiaridade, né? E a escola firma Casa vai trabalhar com o Henry com todas as habilidades que ele tem, né? Que ele vai desenvolver aqui. Quais são os desafios que o Henry tem como aluno no seu desenvolvimento? Eh, o Henry, ele tem atraso no desenvolvimento devido a um cisto que ele tem. E os médicos falam que é de total importância ele participar das atividades na escola. eh, para ele poder desenvolver com estímulos. Então, a escola me ajuda muito com isso, né? Porque em casa, eu sendo mãe de primeira viagem, descobrindo, é tudo novo para mim. Então, a escola me traz eh eh apoio, traz novidades para mim que eu não sabia de formas de estimular ele, principalmente com a educação que é feita aqui na escola, eh com atividades. E é muito bom para ele tá aqui, que ele também interage com as outras crianças, por ele não ter outras crianças em casa. Então é muito importante ele tá na escola, tanto pro desenvolvimento dele, mas para interagir com as outras crianças também. É uma inclusão efetiva, né? Você já sentiu uma diferença no Henry nesses meses que ele vem frequentando aqui a firma casa? Já aqui na escola, quando ele fica em casa e ele não vem devido a ficar gripado, algo do tipo, eu percebo que ele fica mais agitado. Então aqui é bom que ele gasta as energias, ele vem, ele faz coisas diferentes que ele já tem a rotina dele de alimentação, de atividades, de sono. Eu tento manter em casa, mas quando ele vem para cá dá para ver que até em casa ele melhora no desempenho dele, a ansiedade, né? E como mãe, você se sente segura de colocar ele num lugar que você sabe que ele tá assistido, tá estimulado da maneira correta? Sim, aqui os profissionais são muito bons, eles são muitos, muito capacitados, né? E eu já passei por outras experiências que não teve profissionais capacitados e a gente vê a importância de uma educação especial dentro da escola. Muito obrigada. Nada. Então, cara, a gente viu o desenvolvimento das crianças, a autonomia, pinta, já vai, lava a mão, né? E isso é visível, né? E também com a questão da inclusão, da importância da mãe, né? Que confia o filho a uma entidade que vai dar conta do recado, né? É, nós valorizamos muito a o acesso às famílias, né? Nós sabemos o quanto elas precisam do nosso apoio, o quanto essa criança precisa estar aqui para essa mãe ter esse cuidado. Nós orientamos as mães quanto aí das terapias. Então, essas crianças muitas vezes elas frequentam um período e no outro elas são orientadas a levar, né, na nos especialistas porque é uma cadeia que precisa ser construída para que essa criança consiga se desenvolver pedagogicamente. Uma rede, né? Sim. E os estímulos corretos fazem total diferença. A gente acompanha aqui no Mãos Solidárias em muitas entidades e a gente sabe da importância disso, né? Sim. Então eu agradeço demais já você ter conversado com a gente e vamos deixar o Instagram aqui para quem quiser conhecer mais o trabalho de vocês, né? Seguir. E agora a gente vai saber um pouquinho mais da assistência social, então, né? Isso. Eh, nós temos o nosso Instagram para quem quiser conhecer o nosso trabalho, é o firmacasa.Ffirmacasa. E nós convidamos aí vocês para estarem conhecendo o nosso trabalho. Quem quiser ser parceiro, estamos de portas abertas. É isso aí. Mãos solidárias, né? Então, no próximo bloco, a gente vai falar da assistência social aqui da Firma Casa. A gente vai para um rápido intervalo e já [Música] volta. De volta pro segundo bloco. Hoje falando sobre a Firma Casa. Agora a gente vai falar do serviço de assistência social de convivência e fortalecimento de vínculo chamado Canto do Sol. que é o outro lado da firma casa, que também atua aqui na região da Vila Padre Anchieta. Quem vai falar sobre esse serviço da assistência social é o coordenador técnico, o Fábio Marcos. Muito obrigada por nos receber aqui na sede. Tá muito bonita, né? Queria que você falasse um pouco desse serviço que a gente conheceu a parte educacional montoriana lá aqui pertinho, né? Na verdade, na rua de baixa, queria que você falasse desse serviço, como é que funciona, é demanda espontânea? Como é que as pessoas chegam até aqui, Mar? Marco ou Fábio? Fábio, como é que as pessoas chegam até aqui, Fábio, primeiro é um prazer receber vocês aqui no nosso serviço, serviço de convivência e fortalecimento de vínculos Canto do Sol. Ele atende hoje 240 crianças e adolescentes e suas famílias. E nós temos também um grupo, né, formado por por adultos, por jovens e pessoas idosas, que faz parte do Centro de Convivência Inclusive Intergeracional. Então aqui nós atendemos das 7:30 às 5, né? As atividades são desenvolvidas pelo cunho artístico, cultural, artesanal, esportivo e o mundo do trabalho. É, a gente sabe que essa é uma tendência forte do serviço social de Campinas, é uma política, né? E esse convívio intergeracional, ele é muito importante, tem se mostrado muito efetivo, né? Sim. A importância do serviço dentro do território traz essa vivência de pertencimento do das famílias que fazem parte do serviço ao próprio território. Então, nós fazemos parte da política da assistência, da proteção básica e aqui a gente fortalece os vínculos destas famílias ao território e ao serviço em si. E como é que isso se dá na prática, Fábio? Vocês fazem oficinas para as pessoas conhecerem a própria história do bairro, para criarem esses vínculos. Nós temos atividades de segunda a sexto-feira, atividades de esporte, de cunho esportivo, artístico, cultural e socioeducativo e mundo do trabalho. Nós temos atividades de balé, de capoeira, hip hop. Iremos abrir agora as inscrições para a atividade de Gilgits. Nós temos pintura em tecido, nós temos teatro, nós temos círculo. São uma série de atividades que a gente desenvolve aqui como meio. Meio para identificar possíveis violações de direitos que a gente identifica nas nossos usuários, nossos participantes. Para além de todas essas atividades, na terça nós atendemos um grupo de mulheres com o programa Viva Leite e na quarta-feira nós temos o grupo que atende a demanda da comunidade entregando verduras. Sim, são parcerias que vocês têm, né? E com relação ao mundo do trabalho, vocês também fazem essas oficinas pros adolescentes? No mundo do trabalho, nós temos um um professor que é barbeiro, que desenvolve atividade de curso, né, de barbeiro, de barbearia pra comunidade aqui dentro do dos nossos serviços. E qual é a sua observação eh com todo com essa gama de de possibilidades, né, esporte, arte? Como é que você entende que isso impacta a vida das pessoas aqui na comunidade? Olha, no termo de parceria que a gente firmou com a Prefeitura de Campinas, um dos dos princípios, né, é impactar diretamente a comunidade. E aí com o serviço Canto do Sol, com a primazia, né, da da Fundação Irmã Rute de Maria Camargo Sampaio, que desenvolve duas políticas, a educação, né, e a assistência, nós temos reconhecido paulatinamente a importância desse serviço no território. E aí é, é importante a gente enfatizar que as famílias que a gente atende aqui, a gente diminui as vulnerabilidades e as violências constatadas, diagnosticadas através de estudo socoterritorial. Então a gente vai para este enfrentamento para além das proteções que a gente tem que garantir com outras políticas intersetoriais, CRAS, né, a educação, né, o CRAS Vila Régio, né, que é o CRAS da integração, as escolas municipais, estaduais, né, e outras políticas intersetoriais que fazem parte da região que a gente faz parte da região então vocês conseguem atingir a família através das atividades que tem aqui. Não é só quem vem para cá, mas é um contexto da família toda. É a atividade aqui, né? Diferentemente da educação que segue uma matriz curricular, nós seguimos os eixos norqueadores, que é os que são os eixos que direcionados pelo reordenamento. Então, os eixos eu comigo, eu com os outros e eu com a cidade. Então, a criança ou adolescente que faz parte de serviço de convivência, elas vêm para o serviço eh e passam 3 horas, né? Aqui quem faz parte do Centro de Convivência Inclusive Intergeracional passa 1 hora e meia. Então, eh, nós temos uma equipe psicossocial formada por dois assistentes sociais e uma psicóloga que faz esse monitoramento diário com buscas ativas, visitas domiciliares, né, pra gente entender quais são essas demandas apresentadas pelo território. Aproveitando, eh, nós entramos em contato com a assessoria da secretária, né, da pessoa da Vandleia, e nós estaremos recebendo no mês de maio a van do CAD único, porque foi diagnosticado que algumas famílias aqui do território não conhecem o que é o cadastro único, não conhece sobre os benefícios. Então, a gente vai trazer a van do CAD único para fomentar e possibilitar a garantia de direito para essas famílias. Vai ser aqui no canto do sol. Vai ser aqui no canto do sol. Que legal. E é uma uma informação que elas não teriam se não fosse vocês aqui, né? Sim. Monitorando e observando as demandas e articulando com outras com outras políticas. Ou seja, a firma casa impacta demais a vida das pessoas, porque a criança até os aproximadamente 6 anos tem a garantia ali dos direitos e depois elas podem ser acompanhadas por aqui, né? Sim. Aqui a gente atende de 6 a 14 anos, que é os serviços de convivência, né, e fortalecimento de vínculos. E o centro de convivência, inclusive intergeracional, vai de 0 a 100 anos, né? Mas a gente não tem estrutura para atender, né? crianças de zero assim com 11 ainda ainda. Mas a gente tá pensando aí e um serviço muito interessante também é esse convívio intergeracional, porque antigamente não se pensava em serviços para o idoso, para a pessoa 60 mais ou simplesmente adulto mesmo, né? Você tem um retorno interessante dessaulação? Vamos, nós aplicamos antes de ontem uma avaliação do serviço e o retorno destas famílias, né, destas pessoas idosas que inclusive participaram ontem e antes de ontem da nona conferência do idoso, né? Então é muito positivo. A importância desse serviço nesse território é muito positivo. Agora, geograficamente, nós estamos situados num bairro que que quer que não tem passagem, né? Então, eh, isso dificulta muito o reconhecimento do território em saber que existe esse serviço aqui, mas a gente tem se articulado com a comunidade, com líderes de bairro para poder fazer com que este lugar seja reconhecido pelo território. Está vendo aqui esse cenário todo bonito e enfeitado. E que que vai acontecer aqui? explica pra gente. Hoje nós iremos através da doação de chocolate de de nossos parceiros, nós iríamos entregar eh caixas de chocolate para as crianças, né? Acho que é um momento de renovação, é um momento de ressignificar, é um momento de reconstruir pontes e menos iatos, menos muros. Eu acho que este dia traz esse sentimento pra gente que a Páscoa é um sentimento de muita gratidão, é um sentimento de muito esforço. Se não fosse as irmãs, né, da congregação, né, de São Paulo de Chates, que está que administra, né, hoje a fundação eh irmã Rut, eu acredito que nada disso seria possível. Então, quero deixar aqui registrado nessas lentes a nossa nossa gratidão a essas irmãs que trabalham aqui voluntariamente e que trazem, né, toda esta garantia de direito paraas paraas nossas que desculpa a santar, porque o vive isso todo dia, né? Viv isso todo dia, né? É, a gente vivencia isso todos os dias e elas fazem uma diferença muito grande aqui no território. Fazem, são muito importantes no trabalho delas aqui dentro. Vamos ver como é que foi essa essa cerimônia e a gente já volta. A Emilen é educadora social aqui no Firma Casa Canto do Sol e ela tá aqui há 12 anos, vai contar pra gente o impacto que essa atividade gera aqui no território, né, Emilane? Sim, é, é uma atividade não sócioeducativa, também cultural. Ajuda muito essas crianças, não ficar aprendendo que não deve, né? Mas aqui dentro traz a responsabilidade, trabalho e equipe, eh ter ética, ter opinião, ajuda a crescer, o crescimento saudável. Então aqui agrega várias atividades, desde a computação, artesanato, de história, sexualidade. Então isso tudo ajuda no caráter e no crescimento saudável das crianças. E para você, qual que é o retorno dessa atividade já há 12 anos aqui? Gente, não tem preço, não tem. É, é incrível você receber mensagem, falar: "Tia, você para mim é um presente de Deus". E vendo eles crescendo, estão trabalhando, pedagogia, eh, outros formando e em várias áreas que a gente oferece e estão tudo aceitando e estão trabalhando, entendeu? E trabalhando dentro da da educação não informal, que é ONG, eles ajudam com ter vergonha, entrevista, emprego, eles sai daqui assim despojado, pronto para abraçar. Você arrisca dizer que para uma criança ou um adolescente tudo que precisa é uma boa oportunidade? Sim, para criança, jovem, adolescente, o que precisa é uma boa oportunidade. E aqui é uma boa oportunidade. Obrigada. Imagina. A Isabela vem aqui pro projeto desde 2019, vai falar pra gente sobre a importância dele na vida dela, né, Isabela? Eu gosto muito do projeto do Canto do Sol, até que eu tô aqui desde 2019. Eu venho fazendo muitas coisas aqui, como apresentações, teatros, brincadeiras, esportes. E eu gosto muito daqui. Eu nunca quero sair daqui. Eita! E tem muitos amigos, então. Uhum. E agora vai pra casa comer um chocolate de coelhinha. Sim, inclusive é você que tá me assistindo aí, eh, boa Páscoa para você, que Deus te abençoe e que você tenha uma Páscoa maravilhosa. Amém. Muito obrigada. De nada. Tchau. A Emanuele também vem aqui pro projeto e fala pra gente o que que você mais gosta. Eu gosto muito de multi, multimídia, que é a aula da Mila. Aqui também é muito legal, tem muito passeio, é muita, muito teatro e é bem divertido também. É, você falou da Mila, a gente conversou com ela agora de pouco. Você acha legal ter esse espaço seguro para tirar suas dúvidas sobre as coisas que você vive na vida, na escola? Sim, ela eles ajudam bastante nos problemas que a gente tem ou que a gente tá acontecendo e eles acolhem muito. E aqui o que você aprende te ajuda na escola também? a pensar projetos, trabalhos, expande sua mente? Sim. Ajuda. Aham. E amigos faz muito aqui? Sim. A gente tem um grupinho que acho que é nove pessoas e a gente veio tentar combinar, mas não deu certo. Mas a gente fez dupla. Não deu certo ainda, né? É, mas vai dar. Uhum. Obrigada, Emanuele. De nada. Valeu. Davi vai contar pra gente o que que ele mais gosta de fazer aqui no projeto, né, Davi? Ah, eu gosto muito de ficar com os meus colegas, dos educadores também, das aulas principalmente. É tipo, é muito legal, tipo, não tem como escolher só um. A gente sempre fica em dúvida em qual aula fazer. Você faz alguma atividade esportiva e também faz artes? Ah, eu faço praticamente tudo aqui, né? Eu gosto sempre de explorar. Então você é aquele tipo que recebe a oportunidade para aprender, né? Sim. E na escola você sente que faz a diferença assim você trabalhar várias habilidades aqui, tanto artística como física, corporal? Você vai pra escola diferente? Vai mais confiante? Sim. Sim. Sempre dei esse resultado. Eu faço teatro aqui, né? Eu já perco a vergonha lá na escola, falo com o público, falo com todo mundo. Vai apresentar um projeto já vai sem medo, vai cheio de coragem. Sim. E os amigos aqui você fez muitos e você consegue manter essa amizade, como é que é? Ah, desde quando eu entrei a gente sempre se deu bem, teve algum desentendimento, mas tudo bem. Como na vida faz parte também, né? E a gente tem que aprender inclusive a resolver, né? Sim. E os educadores aqui são legais. Você acha que eles te dão um suporte interessante pra vida? São muito legais. Eles sempre me ajudaram. Eu sempre ajudei eles quando pude. Ele sempre foi muito gentil comigo. Ninguém nunca foi ancoroso. São super gente boa. São preparados? Sim. Obrigada. Nada. Fábio, então a importância desse serviço, né, que também precisa de festa, de celebração, e isso é muito importante até para firmar e reconhecer o território como um local onde a vida acontece, né, onde a prosperidade acontece, a o conhecimento e tudo mais, né? Isso. E aí aproveitar e deixar aqui, né, o convite. Estamos com vagas abertas, eh, e aí deixar as nossas redes sociais, né, nosso Instagram e canto do sol campinas, eh, @canto o cantodosol. Vai lá, acessa e você vai est, né, vendo todas as atividades que a gente desenvolve. Hoje vocês tm parcerias com e voluntários também aqui? as nossas parcerias. Nós temos parceria com a Samsung, né? Mas a gente precisa ampliar um pouco mais as nossas parcerias, né? Quem quiser conhecer, de repente se voluntariar, é possível? É possível. A gente fica na rua João Dreta, número 10, chakra Boa Vista. E as portas estão abertas para todo mundo que quiser conhecer um pouquinho da nossa história. Mãos e espírito solidário são bem-vindos. mãos e espíritos solidários são sempre muito bem guides. Muito obrigada, Fábio. A que agradecemos. Obrigado, viu? Obrigada. E para você que gostou desse programa e quiser rever ou compartilhar, é só acessar o YouTube da TV Câmara Campinas. Procura lá na Lupinha Mão Solidárias e você pode rever e compartilhar. Muito obrigada pela sua companhia e até o próximo sábado. [Música] [Música] เ [Música]