TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
Mãos Solidárias | Conheça o trabalho do cof - Centro de orientação familiar em Campinas
Em destaque · HD Vídeo · MÃOS SOLIDÁRIAS

Mãos Solidárias | Conheça o trabalho do cof - Centro de orientação familiar em Campinas

578 views Publicado 26/05/2025 HD · 48:38

Descrição do vídeo

No Programa Mãos Solidárias desta edição, apresentamos a história e as ações do COF – Centro de Orientação Familiar, uma referência em assistência social e fortalecimento comunitário em Campinas. Localizado na Avenida Governador Pedro de Toledo, o COF nasceu da iniciativa de um padre canadense com o objetivo de promover encontros de casais e jovens, fortalecendo os vínculos familiares e comunitários. Com o passar dos anos e a crescente adesão da população local, a entidade expandiu suas atividades, tornando-se uma importante Organização da Sociedade Civil no município. Com 57 anos de atuação, o COF trabalha hoje em três frentes essenciais: ✅ Atenção básica de assistência social, promovendo oficinas intergeracionais para o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. ✅ Manutenção do Centro de Convivência para a Pessoa Idosa, com atendimento multidisciplinar voltado para idosos que já tiveram direitos negligenciados, promovendo acolhimento e inclusão social. ✅ Administração do restaurante popular Bom Prato nas cidades de Campinas, Sumaré e Sorocaba. Destaque para o Bom Prato de Campinas, que conquistou o 2º lugar no estado de São Paulo entre as 73 cidades participantes, reconhecendo a qualidade e eficiência no atendimento à população. O COF é um exemplo de como o trabalho conjunto entre comunidade, profissionais e voluntários pode transformar vidas, promover dignidade e garantir direitos fundamentais. No programa, mostramos o dia a dia das ações sociais, depoimentos de beneficiários e profissionais envolvidos, além dos desafios e conquistas ao longo de mais de cinco décadas de serviços prestados. 👉 Se você perdeu a exibição ao vivo, aproveite para assistir agora e conhecer esse projeto inspirador que faz a diferença na vida de milhares de pessoas! Deixe seu comentário, curta o vídeo e compartilhe com quem valoriza o trabalho social e a solidariedade!

Transcrição completa do vídeo

41 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

E no Mão Solidárias de hoje, a gente vai falar sobre o trabalho do COF, Centro de Orientação Familiar, que há 57 anos se dedica ao serviço de assistência social e fortalecimento de vínculos. E quem vai contar um pouco da história de como tudo começou é a Juliana Carvalho, que é coordenadora administrativa e financeira da entidade. Muito obrigada por receber a gente aqui na sede, em uma das sedes, né, Juliana? Queria que você falasse pra gente então como é que começou essa história do COF. É, o COF e se iniciou foi é um padre canadense, né, que ele veio pro Brasil e ele quis trazer uma experiência que ele já tinha, né, lá no Canadá aqui pro Brasil. Então, 68 foi criado o COF e a princípio era um grupo de casais, né, que faziam orientação a casais que estavam com algum tipo de problema conjugal. E naquela época, né, a o poder público tava tendo, eh, né, pra época estavam tendo muitos divórcios. Então eles encaminhavam esses casais que estavam em processo de divórcio para o cof orientação para tentar resgatar, né, os casamentos. E começou assim os encontros de casais, né? Isso aí há 50 anos e aí esse mesmo padre, o padre Rolan, trouxe o encontro de casais para o Brasil. E o primeiro encontro de casais foi o cof quem, quem fez em Campinas. Ele trouxe para Campinas, né? Não, não várias vezes, mas ele trouxe para Campinas e foi o cofum e, né, né, com tudo isso tinham também eh desses voluntários, esses casais voluntários, tinham pessoas de várias eh profissões, né? Então tinha psicólogo, cente social e o COF já fazia esse tipo de atendimento também. E foi crescendo. Aí em 71, eh, foi configurado mesmo com uma pessoa jurídica, né? Aí passamos a ter um CNPJ para poder eh participar de de projetos, editais, né? E isso foi crescendo ao longo dos anos. Eh, esse atendimento psicológico também continuou, né? que temos até hoje atendimento psicológico no COF e as parcerias, né, com o poder público. Aí começaram as parcerias e com a Prefeitura de Campinas, né, com que a gente tem centro de convivência, temos Centro Dia da Pessoa Idosa, um outro projeto que faz distribuição de de marmitex no período noturno também, que é uma parceria com a prefeitura que é o projeto vem com a gente e veio crescendo, né, desde 68. foi acompanhando as demandas sociais, né? E sempre com esse olhar da do psicológico, do emocional muito forte. Sim, sim. Sempre preocupado, né, com o bem-estar, né, da da das pessoas, das famílias, né? E o COF mantém também o trabalho de da parte religiosa, né? Até hoje também nós temos essa somos um órgão de apoio da Arquidiocese de Campinas, né? em que alguns momentos, em alguns eventos que tem na cidade, né, que a igreja faz, eh, o cofre também contribui e os encontros de casais e encontros de jovens, que a gente também tem, né, até hoje temos dois encontros de casais e dois de jovens por ano, que não deixa de ser um fortalecimento de vínculo também, né? Sim, fortalecimento da família, né? Fortalecimento dos laços familiares, né? Isso. Que é uma base pra sociedade muito importante, né? E sempre funcionou aqui a sede, como foi? Não, o cofe quando foi fundado, ele ficava num espaço cedido pela Arquidiocese de Campinas, pela catedral. Era ali na José Paulino, um escritório ali na José Paulino que ficou por muitos anos ali, né, umas salas que eram cedidas. Então ali a gente tinha o atendimento psicológico, orientação, né, com a com assistência social. Eh, a nossa sede aqui na Governador Pedro de Toledo, ela foi inaugurada em 99. Hum. Né? É uma sede muito grande, né? Isso, né? Foi uma conquista, né? O os o terreno foi doado, né? Pela prefeitura e assim, com muitas dificuldades ao longo dos anos, né? Foi sendo construído sempre com doações, muitas eh muitas atividades para arrecadar verba, né? Que a gente faz até hoje, pizza. eh jantares, festa junina, tudo isso para arrecadar verba, né? Então a sede demorou alguns anos, né, para ser construída e aí quando foi a inauguração a partir de 99 que a gente conseguiu ter as atividades aqui na sede mesmo no centro de convivência, né? Foi a partir daí quem ganhou mais corpo, né? Eu ia até te perguntar como é que funciona para vocês manterem tudo isso funcionando. Então é ainda é através de doações. Uhum. de parcerias. Isso é o projeto, né, o centro de convivência, é uma parceria com da pintura. Então, recebemos um repasse, né, a gente participa de um chamamento público, é feito um projeto, né, que passa pela eh a prefeitura faz uma tem uma pontuação, faz uma avaliação, né, e se formos contemplados é feito um termo de convênio e é um repasse mensal. Mas a verba que vem da dos termos, né, eh não pode ser gasto com eh pode ser pago folha de pagamento, material de consumo, então os funcionários, os oficineiros, eh eh manutenção, é assim, produto de limpeza, uma pequena manutenção pode, mas material permanente não. Então agora pouco tempo conseguimos colocar eh ar condicionado na sal, mas é uma verba que vem de emenda parlamentar, umação, emendas impositivas. Ah, que legal. Então, há um material de paraa ginástica não são todos os materiais que podemos comprar com a verba mensal. Então aí vem, né, essas emendas que a gente corre atrás também e essas os eventos que a gente faz, né, que a gente realiza assim, então é pizza, jantar, festa junina, é eh baile, então tudo isso pra gente conseguir eh fazer essa parte que a verba não não contempla, né, que é tudo destinado certinho, né, que às vezes a gente tem uma dimensão de que eh que uma assistência social, uma entidade de assistência social, ela tem esse uso livre não é, né? Tudo muito certinho, muito direcionado, né? Contas muito rigorosa, né? Que é verba pública, né? Então a gente presta contas, então não é a gente compra o que quer com a verba, não, né? Não, não é, né? E hoje vocês também são responsáveis pelo serviço do Bom Prato, né? Administração de lá. É, conta pra gente como é que foi essa. É, a partir de 2012, né, que a gente teve essa parceria com o estado que fizemos, assumimos a gestão do Bom Prato Campinas, né, que é um serviço assim essencial, né, pra cidade. Isso. Atendemos 2100 pessoas, né, no horário do almoço e 300 cafés da manhã. 300 cafés e 300 jantares a um preço super acessível, né? Continua R$ 1 o almoço e 50 o café da manhã. Ou seja, esse é um valor simbólico, porque na verdade ele não dá conta de pagar praticamente talvez nem 10% do operacional, né? Aí o repasso que é do estado, né? Que para poder custear. Sim. E aí vocês têm eh nutricionista, tem uma questão da humanização, né? Humanizado, né? Sem fazer discriminação. Tem. Então, a gente sabe que em Campinas a pessoa consegue se alimentar pelo menos duas vezes ao dia com esse valor muito reduzido, né? A gente foi até o Bom Prato para ver como funciona e a gente vai mostrar um pouquinho e já volta, tá? Tá bom. Robber, fala pra gente então desde que vocês assumiram o que que modificou aqui no no Bom Prato de Campinas e depois acabou gerando o convite de Sumaré e de Sorocaba, né? Então, em 2012, o COF aceitou o desafio do Bom Prato Campinas. Das 43 unidades dos Bompratos do estado de São Paulo, Campinas era considerado o pior bom prato do estado de São Paulo. Para que vocês tenham uma ideia, agora no mês de abril, Bom Prato Campinas e no rank geral da dos Bom Pratos, são 73 Bom Prato, o Campinas ficou em segundo lugar. As unidades do COF estão as três entre as 11 melhores unidades do dos Bom Pratos São Paulo. O que que é o Bom Prato? Bom Prato Campinas são 300 refeições no café da manhã a 50 centavos. São Rições presenciais a R$ 1, 300 refeições através do Bom Prato Móvel Marmitex, servidos através de Marmitex nos bairros periféricos em mais vulnerabilidade da cidade de Campinas a R$ 1. Às 5 horas da tarde, nós temos o nosso jantar a servido através de Marbitex a R$ 1 e depois fechando às 7 horas através de uma parceria com a prefeitura de Campinas, o projeto vem com a gente. Servimos 300 refeições gratuitamente para as pessoas em vulnerabilidade aqui da cidade de Campinas. Então esse foi o início do cof com bom prato. Depois nós aceitamos assumir a unidade do Sumaré e a convite da secretaria assumir a unidade de Sorocaba. As os padrões são parecidos. Então, café da manhã das três unidades são 300 refeições. Campinas e Sumaré apenas tem bom prato móvel. Ah, a R$ 1 marmitex. Sorocaba ainda não. Então no almoço, Campinas 1800 refeições, presenciais, Sumaré 1300 refeições, Sorocaba, 1300 refeições. E sempre com caráter humanizado e que a pessoa venha se alimentar com um ambiente para poder lavar as mãos e o inclusive o público acaba sendo um público mais idoso, né? A maioria das pessoas. Então aqui isso é uma média em geral. Ah, os nossos clientes, 60% são idosos, são pessoas que realmente precisam. É uma alimentação de qualidade. Ah, eu estava contando aqui pr Alessandra que no todos os restaurantes de Campinas nenhum tem a fiscalização que tem um bom prato. Todo mês nós temos dois tipos de fiscalização, a fiscalização alimentar e a fiscalização que é de atendimento. Diariamente nós temos aqui em Campinas no mínimo, duas nutricionistas. verificando toda a qualidade e atendimento da da comida nas refeições diárias. Muito obrigada, Hilber. Então vamos falar um pouquinho com a nutricionista para saber como é que funciona essa avaliação nutricional para dar conta de todas essas refeições. Sempre à disposição de vocês. É um prazer e é um prazer o cof estar à frente de um projeto tão bonito como é o Bom Prato. A Jéssica Machada é nutricionista aqui do Bom Prato, Campinas e vai falar pra gente como é que ela elabora a equipe toda, né, que não achar você, eu sei. Eh, para fazer essa refeição balanceada, já que é um público que vem quase que todo dia, né? Exatamente. O cardápio ele vem pré-estabelecido pela Secretaria do Estado, mas nós temos a flexibilidade de fazer algumas alterações com gosto e a peculiaridade da nossa unidade. Então aqui a gente sabe que o nosso público é mais idoso, então a gente pensa aí num prato que eles gostam. às vezes, pensando também na necessidade que esse idoso tem de deglutição, às vezes, então a gente não colocar tantos pratos secos ou se eu colocar uma proteína mais seca, uma guarnição um pouquinho mais molhada, pra gente ter esse cuidado e esse carinho. Então, desde pré-preparo, desde a elaboração desse cardápio até a distribuição, todos os funcionários estão envolvidos nisso para que saia uma comida de qualidade e com segurança alimentar. E eles te dão um retorno do que foi a comida. Tem dia que eles falam que gostam mais. Como é que é? Sim, exatamente. A gente tem o retorno deles praticamente que instantâneo assim que eles terminam de almoçar ou alguns até vê na fila: "Nossa, que cheiro bom". Então eles vêm e falar: "Olha, a comida hoje táa uma delícia". Pedem receitas pra cozinheira, então: "Ah, como você fez isso? Tá muito gostoso, muito saboroso." Então esse retorno do cliente é muito importante também. Satisfatório, super. Aqui a sensação de dever cumprido, de que o nosso trabalho valeu a pena. Se a gente faz a diferença na vida de uma pessoa, dentre as 27 que passam aqui no dia, já valeu a pena. Obrigada. Raimundo sobrinho, ele é aposentado. Raimundo, o que que você acha aqui do Bom Prato? É nota 10 para aqui. Prato especial, o pessoal trata bem. É, eu já tô com 84 anos, pesquiso bem, sou militar, então aqui funciona direitinho, tem uma direção que trabalha direitinho, tudo tá de parabéns. Tenho quase com 8 anos que eu almoço aqui, eu tomo café de manhã, tudo é, é cliente já. É, tranquilo, tudo beleza. É, valeu. Então, obrigadas. Deus te abençoe. Eu gosto de ver o serviço de vocês porque funcionam é assim, é fiscalizando e tal, televisando. É, mas tá de parabéns. Deus te abençoe. A Eleni também vem aqui sempre com o genro dela e vai falar pra gente o que que ela acha do serviço aqui do Bom Prato, né, Eleni? O Bom Prato eu não tenho o que queixar. O meu genro desde que o Geraldo Alkim inaugurou aqui, ele vem aqui, ele tem, ele passa bem com a comida daqui. É uma comida leve, uma comida colorida, boa. Os atendentes aqui são, atende a gente muito bem. Não tenho o que queixar deles, seja as meninas, seja os rapaz, tudo gente educadas, atenciosas com nós e, enfim, as nutricionistas faz uma comida boa, né? Eu não tenho o que reclamar. Nota 10. De segunda a a sexta-feira que eu venho aqui, eu não tenho que queixar. Graças a Deus eu passo bem, eu gosto da comida, gosto deles aqui. Sempre que eu posso eu venho, né? O Ednei já vem aqui desde que abriu o Bom Prato e só tem coisa boa para falar, né, Ednei? Que que você acha aqui do Bom Prato? Bem, é o que me socorre todos os dias, desde que abriu aqui até o dia de hoje. E você tá firmão, então é sinal que a comida é boa, né? É. E o pessoal é bacana? Lembranças boas. e bom tratamento eh pelos funcionários aqui. Todos eles me conhecem e me tratam muito bem. Eu sou muito grato por isso. Um bom tratamento também alimenta, né? É, então isso é importante na alimentação. A gente chega aqui é sempre bem-vindo. Obrigada. Seu Benedicto é o Benê que todo mundo conhece aqui carinhosamente e é o primeiro, é o mais antigo que vem aqui, né? Conta pra gente, o senhor gosta de vir aqui? Eu eu gosto, tô vendo todo dia. Todo dia eu tô mostrando aqui desde desde que fundou o Bom Prato. É o senhor cliente mais antigo aqui do Bom Prato. E e falaram que o senhor toca também quando tem festa. Velho, velho de de como é que se fala? De cliente, experiência. Um cliente antigo, né? Um cliente antigo. E o senhor toca aqui nas festinhas também? Quando tem? Tocava. Agora tô meio parado, mas eu tocava. Animava a festinha do pessoal? É, eu gostaria de cantar uma musiquinha curtinha que eu fiz pro Bom Prato. Então, canta pra gente. Canto no aniversário. Sempre canto no aniversário Bom Prato. Ao Bom Prato, amigo, todos nós somos gratos. Pela am comida. E o preço barato. Aê, quem sabe faz ao vivo. Obrigado, seu Benê. Nada. Obrigado você. Então, a gente viu que o Bom Prato funciona a desde 2012 com a gestão aqui do COF e tem prestado esse serviço essencial para Campinas, né? E tem mais um serviço que vocês fazem também no Jardim do Lago que é voltado não pra assistência básica, mas para uma assistência mais referenciada, né? Isso lá é o centro dia da pessoa idosa, lá é a média complexidade. Aí os casos são referenciados, né, pelo pelo Cras Clias, eh, são referenciados, né, não é livre demanda, né? Então, vem vem referenciado pela prefeitura. E lá nós assumimos faz dois anos, né, o Centro de Dia da Pessoa Idosa, é o primeiro Centro de Dia da Pessoa idosa de Campinas. Já recebemos várias visitas, né, de outros estados para conhecer, para ver como o serviço é é realizado, né, pegar expertise, né, Juliana, só para as pessoas que estão assistindo entenderem, por exemplo, aqui na Governador Pedro de Toledo, as pessoas vêm pro livre espontânea à vontade, participam das atividades, são pessoas com mobilidade, algumas tuma limitação de de mobilidade, mas sem nenhum comprometimento de eh de direitos, né, nenhuma violação de direitos. Aí quando fala atenção mais referenciada, média complexidade, média complexidade, queria que você explicasse só para quem tá assistindo entender, é a média complexidade porque já houve algum algum tipo de violação de direito, né? Ela já teve alguma violação e a ela já tá sendo acompanhada, né, pela pela prefeitura e aí é feito esse referenciamento. Então é um acompanhamento mais eh a miúde, né? tem toda uma questão também do Estado, né, de garantir que esses direitos não sejam violados novamente, né, e que as pessoas possam também eh ter um um tratamento e um acompanhamento para que esse esse rompimento de direitos não seja tão traumático, né? Tem alguns casos, alguns usuários que são acompanhados até por mais serviços, né, não só pelo centro de da pessoa idosa, que seriam quais assim, as tem alguns outros serviços da prefeitura, então tem algum serviço que é de atendimento domiciliar, que ele ainda às vezes us, porque o centro do dia da pessoa idosa é o é o único em Campinas, é o primeiro, então ele atende as cinco regiões de Campinas. Ah, então os usuários não conseguem estar lá todos os dias. Sim, porque é dividido por região, então um dia eh e e nós não temos também eh do transporte, né, que consiga trazer eh todos os usuários todos os dias. Sim, porque a Campinas é muito grande, né? dependendo da região, são duas horas como o turista leva paraag, né, e chegar até o serviço. Então tem eh tem usuários que eles vão um dia, dois dias na semana, os que conseguem eh que a família leve, né, até até o serviço, eles conseguem estar lá mais dias, mas alguns casos não, né? Alguns casos eles não têm mais vínculo com a família, podam sozinhos, depende do nosso transporte. Então eles não estão lá todos os dias. Em alguns casos da tem alguns outros serviços, né, da rede que também fazem o atendimento deles para dar todo esse suporte para essa pessoa. Então a gente vai ver também um pouquinho como é que funciona lá e já volta. E a gente veio até aqui o Centro Dia da Pessoa Idosa, Maria Alvarez Gonzales, e a coordenadora que é a Roselia Oliveira vai explicar pra gente como funciona aqui no Jardim do Lago dois. É um lugar lindo. A gente chegou aquele dias estão fazendo ginástica, né Roselie? Conta pra gente como é que funciona esses 30 assistidos que vem para cá todos os dias, né? Bom, bom dia. Eh, aqui nós recebemos uma média de 30 usuários por dia. Então, eles chegam pela manhã, é ofertado o café da manhã, o lanche da manhã, o almoço e o café da tarde. Durante o dia são ofertadas algumas atividades, né, com educador físico, educador social, terapeuta ocupacional e algumas atividades artesanais também. Diferente de da sede da governador Pedro de Toledo, aqui são pessoas que já tiveram algum tipo de direito violado. Então vocês fazem um trabalho mais assistido com assistência social e também com multidisciplinaridade, né, para dar conta de resgatar alguns eh algumas habilidades que podem ter sido perdidas. É isso? Isso mesmo, né? os idosos que frequentam centro dia eh são referenciados pelos CREAS, né, do município de Campinas e são e em algum momento tiveram ou sofreram alguma violência ou violação de direitos, né? Então, o trabalho do centro de da equipe multidisciplinar é justamente eh fortalecer os vínculos e trazer um pouco mais de qualidade de vida, né, pros idosos que aqui frequentam. E aqui vocês atendem o município todo? Sim, nós somos o primeiro centro dia da pessoa idosa no município de Campinas. A gente espera que venham outros, né, porque é um serviço muito significativo no município, né? Então, cada região a gente oferta 10 vagas. Então, são 10 vagas pra região norte, sul, leste, noroeste e sudoeste. Vocês já são referência, né? Apesar de ser o primeiro, já tem gente que vem visitar para pegar a expertise, né? Isso. A gente começou há um há quase dois anos, né? A gente tem aprendido muito, né, com a experiência, mas a gente tem colhido também muitos resultados positivos, né, com relação à qualidade de vida, ao benefício da saúde mesmo. Então, a gente consegue auxiliar em algumas atividades de saúde. Então, esperamos continuar como referência aí. Que bom. E crescer esse número de atendidos, né? Porque a gente não pensa, mas às vezes o o a pessoa envelhece e não tem mais vínculos familiares, não tem parentes vivos ou romperam os vínculos e aí precisa de alguém para cuidar, né? É, a maioria dos idosos que frequentam o nosso espaço realmente tem uma história de vida, né? e muitos sem referência familiar. Então, a gente entende que não é a proteção total ainda, mas a gente consegue colher algumas melhoras, né, significativas na questão emocional, social. Vamos crescendo. E hoje eles estão fazendo o que aqui? Eh, todos os dias de manhã eles têm atividade física com educador físico. Então, esse é o momento da da educação física deles, né? Eles gostam, eles são bastante participativos e muitos dele com algumas eh dificuldades de mobilidade, eles se esforçam muito para fazer atividade corretamente, dão o melhor, né? Então vamos ver um pouquinho como funciona. Vamos sim. Joarez Marcelino é o educador físico aqui da turma que já estão aquecidos no solzinho fazendo ginástica. Joarez, toda manhã eles vêm para cá fazer ginástica. Toda manhã eles vêm para cá, afere a pressão, né? Quando tá com a pressão alterada, um pouquinho acima de de 15, eles ficam só sentados na roda sem fazer atividade física nenhuma. Aí vem só para dar o apoio moral pros amigos. Exatamente. Aí depois da atividade física, nós temos aqui uma roda de conversa, né? Eh, hoje eu coloquei eles sentados junto porque é importante sim eles ficarem próximos, né? Para também para socializar. É, não vai malhar, mas vai dar um apoio, dar uma força aqui, né? E vocês propõem um tema todo dia assim para reflexão da roda ou eles que trazem o tema? Isso, exatamente. Sempre tem um tema diferente, né? Uma discussão. Eh, falando sobre o dia a dia deles, eles eh muit das vezes eles também propõem um tema. Aí já começa o dia aquecido, malhado e também reflexivo, né? Exatamente. É muito bom aí a muito importante a atividade física, né? Hoje como tá esse solzinho, a gente coloca eles para tomar um sol. que é importante também ter uma vitamina durante o dia, né, desse sol maravilhoso e eles acabam refletindo um pouquinho sobre a vida, a saúde integral. Exatamente. Então vamos ver um pouquinho eles fazendo aí o exercício. Vamos lá. Bora. [Música] [Música] A Mezinda é um acído aqui na ginástica, né? Tá dando o seu melhor aqui. Tem que fazer. É. Fala pra gente, é bom fazer ginástica? Ó, quando eu cheguei aqui, pr você ter uma ideia, eu não penteava o cabelo, eu meu braço não me erguia e não ia para trás. Olha agora. Nossa, consigo tomar banho sozinha, não conseguia. Dependia dos meus netos para me ajudar dos filhos. E agora eu consigo, graças a Deus, não eh quando eu cheguei aqui também eu não conseguia lidar com meu esposo, que ele é usuário de drogas e ele e ele eh não gosta de mim porque eu não sou do mesmo jeito que ele, né? Então, hoje não, hoje pelo pelas conversas com a psicóloga aqui, com as meninas, com as atividades, graças a Deus eu já não sofro tanto não. A depressão diminuiu, né? Porque eu tinha depressão, dava vontade de ir embora. Consegue lidar melhor hoje? Sim, era uma situação muito difícil a minha. E faz tempo que você tá vindo aqui, ó. Vai fazer um ano já. Vai fazer um ano, graças a Deus. Não lembro. Exatamente. Por causa que daí que eu tive AVC, né? Então não consigo me lembrar. Mas mas já vai fazer um ano já. Mas já tá muito bem, né? Já melhorou muito. Tô. Graças a Deus. Eu nem acredito que hoje eu posso dizer que eu sou feliz. Eu não era, né? Que bom. E fez amigos aqui? Fiz bastante, bastante. Aqui eles têm muita empatia, né? Isso é bom demais. Obrigada. De nada. Então aqui as ordens. Edna, faz tempo que você vem aqui? Faz 5 meses. Tá sentindo bem? Bom, eu sentia muita solidão, né? Porque eu sou sozinha, né? Eu chorava muito, eu não dormia à noite, era uma dor de cabeça terrível que eu tinha. E essa ginástica que eu faço aqui, meu Deus do céu, melhorou 100% para mim, né? Já sentiu melhoras no corpo, na mente? Corpo, a perna que eu ando com a dor, né? E porque 2020 eu caí cama 2020, aí comecei a andar 2021, sofri um bocado sozinha. E agora que com esse exercício diário, meu Deus do céu, para mim aqui foi um presente do céu que veio, porque eu tenho dificuldade com meu braço, meu carreguei muito peso do meu esposo, né? Aí caiu os dois ombros. Eu tenho dificuldade para fazer comida, eu tenho dificuldade para trabalhar na minha na minha casa que não sou só eu e Deus, né? É muito difícil. Então, para mim aqui tá sendo uma bênção de Deus que a comida vem na é tudo prontinho na mesa e eu amo esse povo aqui e para mim tá sendo maravilhoso, né? Fez amigos aqui. Nossa. E aqui a gente tem que considerar todos amigos, né? Porque todos estão no no na no mesmo propósito, né, que é por mais que esteja parente, as pessoa quando fica velho doente é abandonada. Então para mim aqui tá sendo uma bênção e eu acho que para todos eles também. Maravilha. Vai fazer ginástica agora. né? Todo dia eu faço e eu tinha uma dor de cabeça muito grande que eu caía muito. E então na aqui nessa ginástica, eu a hora que eu levantava sentia a minha cabeça rodava. A hora que eu levantava eu tinha que esperar um tempão para para me levantar da cama e eu sarei. Ah, aí sim. A depressão acabou, né? Ah, eu durmo melhor, né? E agora tô começando a fazer minhas coisas em casa que eu não conseguia fazer nada. 5 meses, imagina daqui um ano. Mas também não falta esse daqui não falta de jeito nenhum. Tem que valorizar, né? Tem que valorizar porque para nós ainda mais sendo gratuito, né? Que é tudo de graça. Então a gente tem que aproveitar o máximo pelo nosso bem, né? Obrigada. É muito bom. Deus te abençoe. Tudo de bom. Obrigada. Então, ou seja, é um guarda-chuvão cheio de coisas que o cof. Começou lá atrás, né, com para uma direcionado pros casais e olha onde chegou, né, e ninguém sabe onde pode chegar, né? A gente espera que não precise e de serviços de atendimento básico, né, de referência mais complexa, mas ainda é um serviço de suporte. Com a família não passa por uma dificuldade, o jovem também, todo esse suporte, tudo faz diferença na vida das pessoas. né? Certeza. Então, Juliana, queria que você passasse as redes sociais, o site para as pessoas acompanharem. Site do cof é www.cof.org.br. Cofcof mesmo, né? Cof. E o Instagram é cofampinas. Cofe Campinas. Aí dá para acompanhar, participar, ajudar naquilo que puder ou vir aqui, vir até aqui fazer uma atividade, né? Por que não? Isso. E vir conhecer. Nós temos hoje, a gente tem lista de espera, né? Ah, tanto no nosso no centro de convivência temos lista de espera, né? Porque existem alguns critérios também, né? Uhum. De que a que projeto tem. Então, hoje temos lista, acho que umas 100 pessoas já em lista de espera. É uma grande lista de esperas, né? Nossa, a nossa meta, né? Nosso atendimento são 150 usuários no centro de convivência. No centro dia da pessoa idosa são 30 diariamente, né? Também tem já pessoas, né? na lista de espera. Espera, ou seja, é um serviço que tá sendo demandado, né? Isso. O nosso atendimento psicológico também tem lista de espera. Lista de espera também. Caramba. E tem para onde crescer? Ah, esperamos que sim, né? Se tiver verba, você já tem a a expertise, já tá mais que comprovada, né? Paras. São parcerias, né? São parcerias. Muito obrigada então por compartilhar essa história com a gente. E no segundo bloco a gente vai falar mais das atividades que funcionam aqui com a Silmara e a gente já volta. Então, fica com a [Música] gente. De volta pro segundo bloco do mão Solidárias de hoje, falando do serviço do COF, que é o Centro de Orientação Familiar, que há 57 anos trabalha aqui em Campinas oferecendo serviço de assistência social e fortalecimento de vínculos, acompanhando aí as demandas da história, né? E agora a gente vai conversar com a Simara Porto, que é coordenadora técnica aqui da entidade, vai falar das atividades pontuais, vai falar tudo que acontece pra gente no primeiro bloco a gente deu uma pincelada em tudo que oferece, é muita coisa. E muito obrigada, seu Mara, por nos receber aqui na sede. Queria que você falasse então das atividades que funcionam aqui. Sim. Eh, nós nós no COF atendemos 150 pessoas diariamente, né? é distribuída nas oficinas. Nós temos oficinas esportivas, ginástica, lencom, circuito e e outras, né? Estamos também Zumba. Eh, ofertamos também socioeducativas, né, que são vivamente, que é para público idoso voltado para pra pessoa idosa de a 60 mais, né, onde tem várias atividades desenvolvidas nesse nessa oficina que é para desenvolver mesmo cognitivo, motor. Então assim, essa atividade ela é muito importante aqui no COF, que ela auxilia muito a população idosa atendida aqui no COF, onde é o nosso público maior, né? Eh, temos também a oferta para crianças e adolescentes e jovens, né, onde nós ofertamos oficinas de artesanato, oficinas de hip hop, o desenho. A a oficina mais procurada pelas crianças e adolescentes aqui no COF é a oficina de desenho, né, desenho artístico. É onde até as mães agora, né, e se tornou uma atividade intergeracional, como o artesanato também, né, foi uma proposta que nós pensamos paraas crianças e adolescentes e o público também virou intergeracional, né? E também nós temos também eh as rodas de conversas, nós temos as palestras educativas. Essas palestras são não só pro nosso público, como também direcionado pros familiares, né? Familiares ao pessoas da comunidade. Às vezes também quer participar das nossas oficinas de rodas de conversas e palestras também são ofertadas a elas, né? Nós também eh nesse eh nosso trabalho, nós também temos parceiros, que é onde nós vamos desenvolver as atividades externas, né, passeios. Eh, recentemente nós fomos no Clube Bom Fim, né, onde todos os usuários foram, passaram um dia recreativo e de lazer, né? E também eh, no mês passado nós tivemos uma parceria com o hotel eh de Loveira chamado Fazenda Santa Mônica, onde nós levamos todos os usuários, 150 usuários, né? E foi proporcionado momentos assim, eh, de lazer, recreativos, né? E foi momentos prazerosos para todos eles, né? Então é é tudo um grande uma grande eh é um meio para fazer com que as pessoas convivam, né? Você falando assim, claro que todas as as atividades têm um oficineiro, uma pessoa capacitada, especializada, mas o objetivo maior então é a convivência sempre, né? Sim, o objetivo maior é o fortalecimento do vínculo entre eles, né? A socialização, né? Eh, como eu falei antes, nosso público maior é o idoso, né? E nós assim, nosso âmbito de atuação, a gente vê que os idosos eles, a maioria deles vivem em isolamento social, depressivo, né, com algumas algumas situações prioritárias que acabam eh participando das oficinas e acabam sanando esse problema que a pessoa acaba, né, eh, tendo no seu dia a dia por tanto por estar sozinho, por, né, não participar de nenhum projeto, né, né? E aqui os os usuários, principalmente os idosos, eles participam ativamente, né? Nós temos um senhor de 96 anos, né? Onde ele participa de todas as oficinas, é um momento que ele tem, né, de prazer de de conviver com o outro, né, de fazer mesmo eh amizades aqui, né? Então, o COF é um meio com que eles saiam mesmo do seu eh da sua situação prioritária, da sua vulnerabilidade social, né, Silmara? É muito complicado pra pessoa que trabalhou uma vida inteira, de repente se vê ali sem o trabalho, sem aquele convívio social. Às vezes os familiares estão naquela correria do dia a dia, não consegue dar uma atenção tão grande e mesmo que dê eh não tem mais aquela coisa de ir para fora, de conhecer outras pessoas. Eu queria que você falasse um pouco dessa importância para quem tá assistindo e às vezes ainda tem resistência de buscar um serviço assim próximo da sua casa, né, da importância disso. É, então, eh, os adultos e idosos, né, principalmente os idosos, a maioria deles moram sozinhos, né, por por n questões, né, eh, os filhos têm t famílias, né, moram distantes, né, e a atenção que dão às vezes é por telefone, um contato telefônico, né, não uma aproximação maior, né, ou aos finais de semana pega o pai ou a mãe para poder fazer um passeio, né? Então aquele idoso tem realmente o o cof, né, como apoio, né, de tá participando aqui das atividades. Momento ali também nós também ofertamos o lanche. Então na na hora da oferta do lanche é o momento deles conversarem, eh refletirem também sobre a sua vida, né? Então, a o projeto nosso aqui que nós ofertamos rodas de conversas e palestras são mesmo para reflexão, né, com temas voltado para alguns para temáticas do sobre o idoso, doença, saúde mental, eh depressão, eh temas também eh que estão aí no dia a dia, né, 18 de maio, que é inclusive mês de maio eh 18 de maio, eh, combate de abuso e exploração. sexual da criança adolescente. Também trabalhamos não só com as crianças e o adolescente essa temática, como os adultos e idosos, que que é uma temática muito importante, né, e de grande importância na vida de todos, né? Eh, então, eh, nesse mês nós já iniciamos os o tema sobre o tema 18 de maio, né? E outras temáticas também que nós trabalhamos do sobre o idoso, sobre o a violação de direitos também a gente trabalha porque a básica nós trabalhamos o fortalecimento e e para que ele não tenha violação dos seus direitos. Então a gente antecede a esse problema para que futuramente, né, ele não tenha seus direitos violados, né, que não não venha um ser um usuário do CDI, né? Então a gente trabalha todas essas questões aqui, né? E também trabalhamos muita família também. Nós temos assistente social que faz visitas paraas famílias atendidas, né? Eh, de acordo com a problemática, né? levantada, se faz um trabalho, às vezes também eh temos as parcerias com a rede socioassistencial, centros de saúde, né? E também nós também temos agora um o projeto eh dentro do projeto esportivo, uma parceria com a secretaria de esporte que nossos usuários vão fazer eh vôlei adaptado na praça de esporte do Jardim Olina, né? Então tá sendo uma atividade nova, né? vôlei adaptado e os idos, principalmente os idosos, estão amando essa oficina, né? Estávamos indo uma vez por semana, eles estão solicitando duas vezes por semana e isso vem contribuindo muito também para que fortaleça também a saúde deles, né, dos idosos, né? Então, nossas oficinas elas não são só pro social, mas também para fortalecer a qualidade de vida, a saúde, né? Eh, autoconfiança, né? Quem se move melhor, com mais segurança, tem mais a disponibilidade pra vida, né? Mais cedo a gente acompanhou a aula de ginástica, a gente viu que tá tudo em dia, né? A gente vai mostrar um pouquinho para vocês como foi a aula de ginástica e já volta. A Fernanda Valadão é professora de ginástica aqui do Centro de Convivência e vai falar pra gente um pouquinho da importância e como vocês estão vendo a sala está lotada porque o pessoal não falta. É isso, Fernanda? Não, a assiduidade aqui é muito grande, principalmente as segundas-feiras, nós temos uma aula de treinamento funcional e Lianum logo após. Então é uma galerinha muito ativa, eles sempre, eles amam fazer essa aula e é muito legal. E você tem assim depoimentos de pessoas que frequentam já esses dois anos com você, que que elas sentiram, se elas sentiram uma melhora na mente, no emocional e no físico? Sim, principalmente na saúde mental, né? Eles vêm com uma parte, o o principal motivo aqui é o social. Eles vêm para praticar atividade física, cuidar da saúde física, mas o mental tá aqui junto, né, socializando com as pessoas. Luiz Carlos também é um aluno acído e dá para ver que ele já é meio atleta, corre, faz atividade física aqui também no CESC. Conta pra gente, você não falta, qual é a diferença que isso faz na sua vida? Eu acho que o resultado de tudo que você pretende é a sequência, tanto no futebol, na corrida, na dança, tudo. Se você tiver persistência, a sequência, você vai ter resultado e sempre tirar o máximo de você. Qual que é seu limite? Você é seu limite, né? Eu posso ir, não posso ir. Então em tudo na vida você tem um limite, mas você consegue ultrapassar seu limite com esforço, com dedicação, mano, e fazer tudo com amor, mano. Tudo que eu faço, faço com muito amor, mano. Então, também é uma forma de autoconhecimento, né, de explorar os seus limites. Sim, com certeza. É a mesma coisa a corrida. Tem prova de 10 e de cinco. O que que eu vou fazer? A de 10 é um um ritmo, a de cinco é outra, entendeu? é mais alegria, mais contração e a de 10 é mais concentração, respiração, curtindo a a coisa e ser feliz, não se preocupar com o tempo. O tempo já passou para mim, vou o tempo, o meu tempo é agora, é o presente, vendo o passado já foi. Então, maravilhoso. E você fez muitos amigos aqui? Mais amigas, né? São poucos homens que frequenta aqui. Fica uma dica então pros homens que estão assistindo? Fica. Acho que os homens tá um pouco retraído ainda e não sabe o bem-estar da qualidade de vida. Eu com 68 anos, mano, eu nunca parei desde 19 não paro. Criei dois filhos, tô com a neta que corre o dia inteiro atrás. E a qualidade de vida é o exercício hoje pra nossa cidade é exercício, socialização. Importante isso aí, vocês estar bem no meio social com todo mundo, vendo aqui lá no futebol. E é legal esse tipo de resenha porque todos temos problema, né? Mas será que o meu é maior que o outro? Eu acho que não. Então quando você está num grupo, você vê que tem problema maior que você, que o seu, você consegue superar. Tudo é uma questão de de meta e de autocuidado e de autoobservação. E todo mundo cresce junto, sem dúvida. E fica a dica, né? Pratica esporte. O esporte faz bem para tudo. O bem-estar, bem social, paz espiritual, vai bem para tudo. O esporte. Obrigada, Luiz. Obrigado a você. A Cristiane é uma das alunas que não falta e vai falar pra gente a diferença que faz na vida dela já há três anos que ela pratica aqui pro físico e também para emocional, né, Cristiane? Isso para mim isso aqui foi uma bênção que apareceu na minha vida. É a parte de exercício físico, né, pra minha saúde e pra minha cabeça. Eu tive a perda do meu irmão, foi muito sofrimento. Aonde que eu descobri aqui? E foi aqui que eu fui, fui me aliviando, eh, em todos os sentidos, na parte mental. na parte física e eu procuro eh eu faço praticamente todas as oficinas, né? Isso aqui é muito bom para mim mesmo. E são quantas vezes por semana que você vem? Ol, praticamente eu tô vindo em todas. Quantos dias? Olha, eu venho no período da manhã e no período da tarde. Ah, então tá rendendo. Tá rendendo, graças a Deus. E fez amigos aqui, muitos. Aqui é uma família. Eu só tenho agradecer a todos que estão aqui comigo, sabe? É muito companheirismo, a coordenação com a gente aqui também, eles são muito prestativos, muitos atenciosos. Eu gosto muito. Isso aqui transenda. Nossa, recomendo. Pena que já tá lotado, né? Mas eu sempre posto minhas fotos no Instagram, no Facebook. As minhas amigas perguntam para mim onde que é o cof e vem e dão faz as inscrição aqui também e fica esperando. É uma uma incentiva a outra, né? Porque às vezes a pessoa não sai de casa, não tem coragem. A hora que você vê essa turma dá até vontade, né? as pessoas que vieram aqui teve muitas melhores de saúde, né? Melhorou muito, então eu sou uma delas, né? Obrigada. Eu que agradeço, seu Mara. E tem também o Liancum, né, que a gente fez imagens do pessoal fazendo, que é uma atividade mais tranquila, mais calma, ou seja, tem para todo mundo, né? Vocês não param de produzir projetos aí, né? Sim. Aqui nós temos as oficinas são voltadas para pro intergeracional mesmo, né? Então, para todas as idades, né? Então, de 6 até 99 mais, né? Então, até onde tiver, né? É, então como, né, o seu Antônio, né, que tá aqui com a gente 96 anos, como eu falei, então temos oficinas para todas as idades, né? Sim. E é muito importante que a gente divulgue esse tipo de trabalho, porque tem muita gente que nem sabe que existe, né? Eu sei que tem fila de espera, mas de repente perto de quem tá assistindo tem uma vaga em algum lugar, né, para que as pessoas se inspirem, vão buscar esse tipo de serviço, né? muito importante, né, as osques, né, desenvolvem um trabalho dentro do seus territórios, né, para todos os públicos, né? Sim. E a gente tem que aprender a envelhecer agora porque é recente, né? A a idade aumentou, né? A gente tá durando mais e tem que durar mais e melhor, né? Silvana, você poderia passar a repetir pra gente o site e o Instagram para que a gente acompanhe e também possa participar dos eventos? As nossas oficinas estão todas no Instagram, né, que é Cof Campinas e no site também www.org.br. Então, quem quiser saber um pouquinho mais sobre o COF, é só nos acompanhar nas redes sociais que estão todas as atividades eh disponíveis para vocês conhecerem o trabalho do COF. Maravilha. Então é só seguir. Se quiser conhecer também é dá para vir, né? Sim. que vocês já são referência lá na no Jardim do Lago, né? Quem quiser acompanhar, ver como é que funciona, pode vir, né? Sim. Estamos com a com a porta aberta para recebê-los. Maravilha. Muito obrigada por compartilhar também a sua expertise e todas as atividades que funcionam aqui. Nós que agradecemos. E para você que nos assiste e quiser rever ou compartilhar esse programa, é só acessar o YouTube da TV Câmara Campinas e procurar ali na lupa mãos Solidárias. Hoje a gente aqui no COF, Centro de Orientação Familiar. Muito obrigada pela sua companhia e até sábado que [Música] vem. เฮ [Música] เ
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do MÃOS SOLIDÁRIAS

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
34:16

Mãos Solidárias | Casa de Jesus Núcleo Mãe Maria 30/02/2026

43:22

Mãos Solidárias | Núcleo de ação social - nas

34:53

Mãos Solidárias | Projeto turma do Bem

34:05

Mãos Solidárias | Projeto Alfa e Ômega: jiu-jitsu que transforma vidas em Hortolândia

30:37

Mãos Solidárias | Associação uma vida 10 anos transformando Vila olímpia

29:51

Mãos Solidárias | Projeto bom amigo leva inclusão à Vila aurocã

40:23

Mãos Solidárias | Projeto Bunekas leva acolhimento, proteção e voluntariado

44:49

Mãos Solidárias | Coração Curumim: apoio, acolhimento e cuidado com crianças cardiopatas

33:59

Mãos Solidárias | Ip Amarelo: triathlon transforma vidas de crianças

30:20

Mãos Solidárias | Espro Campinas: 1º emprego jovens vulneráveis gratuito!

30:12

Mãos Solidárias | Bem te quero: autoestima contra o câncer

36:00

Mãos Solidárias | Núcleo ADRA Bonsucesso transforma a vida de 90 crianças

37:47

Mãos Solidárias | Associação Alecrim em Flor transforma vidas em Campínas

37:04

Mãos Solidárias | Associação Cornélia promove inclusão e renda na saúde mental

46:03

Mãos Solidárias | Rosa e amor apoia vítimas de câncer

39:44

Mãos Solidárias | Fundo haja combate déficit habitacional no Centro de Campinas

44:49

Mãos Solidárias | Instituto CIDAS transforma vidas com oficinas e apoio social

49:35

Mãos Solidárias | Direito de ser: projeto que muda vidas

41:50

Mãos Solidárias | Instituto Som e Arte transforma vidas com música no Campo Grande

30:21

Mãos Solidárias | Responsabilidade social: como empresas transformam vidas em Campinas

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
1:05:42

Estúdio Câmara

16:38

Câmara Na Copa | Copa do Mundo FIFA 2026: Tudo Sobre a Maior Edição da História

4:22

Câmara Notícia | Parlamento Jovem 2026

8:59

Notícias da Metrópole

16:39

Notícias do Legislativo

2:43

Agora é Lei | Semana da Força Expedicionária

10:27

Agenda Cultural Campinas: Shows, Teatro, Cinema e Exposições para o Fim de Semana!

56:15

Câmara Notícia