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Mãos Solidárias | Centro social romília maria: transformando vidas na Vila ipê
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Mãos Solidárias | Centro social romília maria: transformando vidas na Vila ipê

254 views Publicado 07/11/2025 HD · 39:43

Descrição do vídeo

No episódio do programa Mãos Solidárias, você vai conhecer o trabalho inspirador desenvolvido pelo Centro Social Romília Maria, uma instituição que há mais de quatro décadas transforma a realidade de crianças, adolescentes, idosos e famílias da região sul de Campinas. Fundado em 1973 pelo médico Dr. Nelson Noronha Gustavo Filho, o centro nasceu de um gesto de amor e solidariedade após a perda de sua filha em um acidente automobilístico. Inicialmente voltado a atendimentos ambulatoriais e odontológicos realizados por médicos voluntários, o projeto cresceu e se tornou uma referência em assistência social e educação cidadã. Atualmente, o Centro desenvolve atividades dentro dos programas de Proteção Social Básica, por meio do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos — com foco em crianças e adolescentes de 6 a 14 anos e também em idosos da comunidade. Essas ações são fundamentais para prevenir situações de vulnerabilidade, fortalecer os vínculos familiares e comunitários e promover autonomia, autoestima e protagonismo social. 🎨 Na Unidade 1, as turmas de crianças participam de atividades socioeducativas planejadas por educadores que estimulam a criatividade e o pensamento crítico. As oficinas incluem pintura, desenho, dramatização e releituras de grandes obras da arte mundial, como as de Portinari e Van Gogh, além de temas de literatura infantil. O objetivo é fazer com que cada turma vivencie experiências artísticas variadas, explorando cores, emoções e histórias de forma coletiva e inclusiva — sem uma atividade fixa por faixa etária, mas com liberdade para criar e se expressar. 🎲 Na Unidade 2, o clima é de alegria e convivência! Os idosos participam de atividades interativas como o bingo, que estimula a memória, o raciocínio e, principalmente, o sentimento de pertencimento. Esses momentos fortalecem laços afetivos e proporcionam bem-estar e troca de experiências entre gerações. O Centro Social Romília Maria também conta com uma biblioteca pública, aberta à população em geral, ampliando o acesso à leitura e à informação — pilares fundamentais para o desenvolvimento social e cultural. 📍 Localizado na Vila Ipê, região sul de Campinas, o centro atua em um território que enfrenta desafios de desigualdade e vulnerabilidade social. Por isso, o trabalho desenvolvido pela instituição é essencial para a comunidade. As ações são guiadas por princípios da Constituição Federal de 1988, LOAS, SUAS e ECA, reforçando o compromisso com a defesa de direitos e a construção de uma sociedade mais justa. Entre as principais demandas observadas na região estão o aumento de famílias chefiadas por mulheres, a fragilidade dos vínculos familiares, a falta de espaços de lazer e convivência, e a dificuldade de inserção profissional — especialmente de mulheres entre 18 e 65 anos. Diante desse cenário, o centro atua para estimular potencialidades, oferecer acolhimento e fortalecer a função protetiva das famílias. Com 47 anos de atuação, o Centro Social Romília Maria é um exemplo de como o trabalho coletivo, a empatia e a educação podem transformar vidas. Suas atividades buscam o desenvolvimento integral de cada participante, promovendo cidadania, autonomia, convivência e cultura de paz. 🌱 A missão da entidade é clara: desenvolver atividades que promovam a descoberta de potencialidades e habilidades necessárias à prática da cidadania, contribuindo para o protagonismo social e o fortalecimento da comunidade. Assista ao vídeo completo e conheça de perto as ações do Centro Social Romília Maria — um espaço onde arte, afeto e solidariedade se encontram para construir uma Campinas mais humana e igualitária. 🔗 Saiba mais sobre o trabalho da instituição em: https://www.romiliamaria.org.br/ 💬 Deixe seu comentário, curta o vídeo e compartilhe essa história de transformação e esperança! Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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[música] [música] Olá, pessoal. Mãos Solidária de Hoje vai mostrar o trabalho que é realizado no Centro Social Romília Maria, que fica na Vila IP, na região [música] sul de Campinas. Essa organização foi fundada em 1973 e quem vai contar essa história para nós é a Maria Cristina Noronha Gustavo Alves, que é a presidente. Maria Cristina, muito obrigada por nos receber aqui. Boa tarde. Obrigada por virem aqui. Agradeço. E já conta pra gente que eu, claro, a gente lê, tem uma [música] pauta pro pessoal que tá em casa sabe, uma história que começou lá em 1973. Então, então aqui foi fundado pelo meu avô Nelson Noro Gustavo Filho. [música] Ele teve um acidente com a filha Romília Maria que ela [música] sofreu um acidente com 21 anos acidente de carro e depois disso ele resolveu fundar uma instituição que trabalhar com com os menos [música] favorecidos. Sim. Daí ele resolveu montar essa instituição e deu o nome Centro Social Romília Maria. Mas por que aqui na Vili Lip eles, vocês já eram aqui da região? Sua família era daqu região? Não era aqui que ele resolveu montar. [música] Montou aqui e montou no Jardim São Marcos também uma outra instituição. Mas daí essa aqui foi montada em 1973. Certo. Sim. E a partir disso, [música] como que foi dessa história? Esse esse momento já era o que a gente vai mostrar [música] hoje aqui? Era, na verdade, começou pequenininho, era só um começo, daí [música] ele foi aumentando, a casa foi aumentando. Daí em outro momento a gente recebeu uma outra doação e foi montou uma romilha dois, que é onde as crianças [música] fazem atividades, tem recreação, tem hip hop, as festas são todas aqui no Romilia do que é aqui pertinho. [música] E aí, Mar? E aqui, na verdade, ele montou quando ele queria, no começo era uma biblioteca, tá? Inclusive, olha, nós estamos aqui no [música] ambiente da biblioteca aqui. Inclusive, eu fiquei sabendo que é uma biblioteca, não só é paraa comunidade, é para comunidade. Então, começou com essa biblioteca, começou com a biblioteca, então vinha as crianças [música] vinham aqui, pegavam livro, os adultos vinham aqui e pegavam o livro e a gente foi recebendo doação de livros e eles foram montando. Depois parece que o interesse por livros começou [música] a não ficar tanto com a com a com a com vários acervos que tinha por aí ou com outras televisão, [música] internet. Então começou a gente antes disso já começou com outras atividades, [música] então com sala de computação, com atividade com terceira idade, com curso. Meu vô sempre tinha uma [música] ideia de fazer cursos profissionalizantes. Daí a gente começou com curso de manicure, de cabeleireiro, curso, vários cursos. era ideal dele era fazer cursos profissionalizantes. E esse curso era para que que [música] idade? Não, para todas as idades. Para todas as idades. É pra comunidade. Então, pr para pensar na comunidade. Então, começou [música] a pensar em cursos profissionalizantes. Então, montou o curso de cabeleireiro, depois montou tinha depois pra terceira idade que também tava defasada. Daí [música] daí foi fazendo várias atividades com as crianças. Daí reforço escolar. Então eles montaram aqui um reforço escolar para [música] as crianças. As crianças, o período que as crianças não estão na escola para não ficarem na rua, elas vinham aqui pro Romília para ter um reforço escolar. Então tinha coordenadores pedagógicos [música] para ajudar no reforço, para ajudar nas lições. E então foi foi fazendo assim. Daí tem a chama que vende roupas, o brechó, um brechó [música] que a gente tem aqui, um brechó permanente. Ai que legal. Daí foi, a gente foi fazendo, foi fazendo cursos, [música] curso de educação financeira, a gente montou aqui com parceria, então foram vários cursos [música] que foram sendo feitos e todos sendo realizados aqui no Romília. Hoje vocês são cofinanciados [música] da prefeitura ou não? Não, da prefeitura sim. Sim, sim. E qual que é a parte que da [música] prefeitura e a parte que a sociedade civil é que consegue manter? Para falar a verdade da sociedade civil, a gente consegue muito pouco, muito pouco. A gente recebe assim alguns [música] eventos que tem Dia da Criança, vem aqui uma entidade, a a IBM ou outro vem aqui me dar brinquedo [música] ou amigos pró próximos nossos, mas da sociedade civil a [música] gente recebe muito pouco. E vocês fazem também algum tipo de de evento? Isso que eu ia perguntar. Por exemplo, no final do ano a gente consegue [música] tudo doação. Então, meu irmão, que também foi presidente, consegue com os amigos umas doações. Então, acabam recebendo doação [música] de dinheiro para comprar os presentes das crianças, porque cada, no final do ano, cada criança escreve [música] uma cartinha e ganha aquilo que eles querem. É, Kira, uma já fui lá, agora já falou: "Ó, eu quero ganhar [música] isso, patinete". Eles ganham exatamente aquilo e a gente consegue com esse dinheiro. E aí tem que ir atrás então dessa pessoa que possa dar aquele presente desejado. [música] É, mas o resto é auxílio da prefeitura. Mas as prefeituras, por exemplo, dá dinheiro direcionados para isso, para aquilo, projetos para projetos específicos. Então, falta para outros projetos, [música] falta muito dinheiro. E a gente vive assim de doações, esperando doações, consegue [música] doações mais em eventos de Natal, criança, mas fora isso, as [música] doações mensais são muito poucas. Agora, Maria Cristina, você [música] falou bastante dessa história do seu avô. Em que momento você passa a participar? [música] Você vim aqui antes, dava uma olhada, ia embora ou ou desde o começo tá por aqui. Me tenho foto minha da inauguração pequenininha, acho que eu tinha uns 10, 11 anos na inauguração do Romilha. Hã, e [música] mais acho que nem sei, não vou quero falar, fazer as contas aqui, mas ele, meu avô sempre [música] pôs isso, a gente foi, foi vindo um legado de legado assim, é um legado dele que foi [música] vindo dentro da família. Então, a minha mãe foi presidente, meu pai ajuda muito, depois foi meu irmão presidente, agora [música] sou eu presidente, daí daqui a pouco eu não posso mais ser, daí meu irmão vai ser de novo, porque a [música] gente a família aqui é um legado do meu avô deixado que a gente que segue enfim. Mas no começo, esse legado quando ele passou [música] isso para vocês, como que como que para você como pessoa [música] era isso? Ai, meu avô tá fazendo lá um trabalho social. Em que momento isso deu essa picadinha do social em você também? [música] sempre, desde sempre, porque a gente desde sempre quis fazer isso e seguir o caminho dele, porque é um caminho maravilhoso. Ele se [música] dedicava demais. Ele, depois que a minha tia faleceu, ele viveu para para [música] fazer obras sociais. Sim. Ele ficou aqui até quando? À frente da instituição. Ah, ele faleceu faz, ele ficou até ele depois que ele passou pra minha mãe, depois ele [música] passou meu irmão, ainda em vida. Ele passou ainda em vida porque já não tinha mais condições, né? ele morreu, mas já não tinha mais condições, [música] mas ele ajudava outros lugares, ele era da da FIAC também, trabalhou na FIAC, então [música] ele fez muito trabalho, daí foi passando, certo? E hoje quando [música] vocês pensam em tudo aquilo que oferecem para essas crianças, para esses jovens adolescentes e também até pro público da terceira idade, né, que eu já [música] sei que é a melhor idade, como que é isso para vocês atender a todos esses públicos e fazer em certo momento inclusive eles se encontrem e a troca aí entre eles? Eu acho que na verdade quem ganha com tudo isso é só a gente, [música] porque esse fazer o bem ou tentar fazer o bem só faz bem pra gente. E e se a gente consegue ajudar um pouco a comunidade, isso [música] é muito gratificante. É isso que a gente quer, continuar e continuar esse trabalho do meu avô para sempre. O dia que eu não puder mais, meu irmão não puder, que nossos filhos sigam [música] esse legado. E quem quiser encontrar o trabalho do Romília, como que faz? Bom, nós temos a rede social que é o CS Romília Maria no Instagram [música] e também o o e-mail. Nós temos aqui o site inclusive, né, que é o romilia.org.br. Isso. Tem criança na fila de espera? [música] Não, a gente procura atender a todas as crianças, tá? Sim. Mas sempre sim, [música] atender a todas as crianças. As crianças também, umas vão ficando mais velhas, tem criança, quando chega no fim do ano, a gente atende até [música] 18 anos, mas no fim do ano tem criança que vem aqui na festinha que lembra do Romílio Maria que [música] esteve aqui quando tinha cinco, seis. Então é muito gratificante isso, tá [música] certo? Então, olha, e você que assistiu esse primeiro bloco deve ter ouvido aí no fundinho zom zum, porque nós estamos bem ao lado de uma das salas de atividades [música] que, claro, a gente mostra daqui a pouquinho no segundo bloco. Não saia daí que o mão [música] solidárias volta já já. [música] E neste segundo bloco, para que a gente entenda melhor como funciona o trabalho aqui da entidade, nós vamos conversar com o Thiago Quintanilha, que é o coordenador técnico. Thago, fala pra gente como que é essa divisão do trabalho com as crianças e adolescentes e também, né, com o intergeracional. Como funciona isso? Bom, menina, o nosso trabalho, né, é com serviço de convivência e fortalecimento de vínculos, que vai com crianças de 6 até 14 anos, né? Aqui nós temos três turmas, né, do período da manhã, do período da tarde, já atendendo 90 crianças, 45 de manhã e à tarde. Nessas turmas, todas participam de dança, né, nós temos aula de dança, nós temos aula de educação física, né, que é uma a gente começou a introduzir agora. E o interacional é para a o pessoal de 15, né? Aí até a maioridade de 100 a gente brinca, né? Mas aí nesse caso também é uma divisão da das atividades, digamos assim, porque atividade de 15 às vezes não é a mesma, por exemplo, que a pessoa idosa faz. É isso. Como seria? Isso para os dois núcleos nós temos um planejamento, né? Nós temos o planejamento pedagógico, que é com as crianças, né? De 6 a 14. E para a o CCI, nós temos uma atividade mais, vamos se dizer assim, direcionada para o público específico. Então é artesanato, igual hoje nós temos uma atividade de bingo, né, com eles. Nós temos eh cabeleireiro, nós temos curso de massagem. Então assim, para realmente integrar, né, para que eles possam compor aí esse espaço interajcional. Quem são essas crianças, jovens e adultos que frequentam [música] aqui a instituição? Todas as crianças, todos os jovens, né, todos os adultos, né, são aqui da nossa região, né, são todos aqui da Vila Pê, né, tudo aqui do nosso entorno. Sim. Quando a gente pensa nessa história lá que começou na década [música] de 70 e hoje esse atendimento a essas crianças, quando elas chegam aqui, qual é o principal desafio? Olha, às vezes o desafio você pode até achar diferente é o afeto. Às vezes muito das nossas crianças elas vêm para cá e recebem assim o afeto, o abraço, né? [música] E o desafio que eu posso falar para você, eu acho que é o desafio de inserir essas crianças no [música] seu nos seus direitos, né? Que às vezes muitas crianças aqui tm seus direitos violados, né? E [música] aqui eu acho que é esse espaço que elas encontram para resgatar, né? e ter a oportunidade qual como qualquer outra criança tem. [música] Eu acho que um dos grandes desafios, inclusive dos serviços de fortalecimento de vínculos que a gente fala é que ele não seja apenas um lugar X que a criança fica no período no contraturno escolar, né? Ele tem que se tornar atrativo, integrativo. E como que é isso para vocês? Porque a gente sabe que cada criança tem uma necessidade e vocês precisam fazer com que isso se encaixe. Como é? Olha, eh, trabalhar com o ser humano, né? Você trabalha com muitas emoções, né? Aqui são 90 crianças, né? Todo dia e cada um é de um jeito, né? Então tem aqueles que vê um pouco mais agitado, [música] aqueles que são mais calmos, né? Mas todos a gente tenta colocar todos eles dentro de um mesmo prisma, todos dentro de uma mesma linha cronológica para que a gente possa trabalhar e desenvolver habilidades, [música] né? Eh, recentemente nós tivemos uma jovem, né, que ela saiu daqui, ela veio dar uma entrevista, ela é psicóloga, né, ficamos super felizes, né, ela veio para cá, ela fez, ela participou do Romío desde lá atrás, né, e hoje ela veio dar um um testemunho, né, ela participa do processo de estágio nosso aqui, né, ela [música] participa conosco. Então, assim, a gente percebe muito bem eh uma evolução. Às vezes a criança ela chega aqui acanhadinha, [música] os pais falam: "Olha, eu não sei o que que é feito aqui. Eu acho que a liberdade, eu acho que o momento e o espaço, né? Aqui, principalmente com [música] os pequenininhos, a hora do brincar é muito importante. Eles valorizam isso muito, porque você vê a estrutura no chão, sentada conversando, né? [música] Às vezes eu tô lá na minha mesa, eu venho, eu converso, eu eu sinto que às vezes em casa, às vezes com a correria dos pais, né, da vida, hoje nessa loucura que a gente vive, eles precisam [música] daquele daquele olhar e daquela escuta. Eu acho que é o espaço que eles encontram. As atividades então são é pintura, é, nós temos pintura, né, na parte da arte bem, [música] né, que a gente trabalha várias situações. Nós temos informática, né, que é o nosso grande carro chefe, né, que falou que é aula de informática, né, eles eles estão todo mundo gosta de aula de informática. Nossa, todo mundo, né? Até o é concorrido, então é concorrido, é uma das salas mais concas. Essa é a educação física, né? Porque antes nós tínhamos uma atividade, nós trocamos, né, por atividade física. A gente achou que ia ter uma recusa, pelo contrário, né? Quando a gente fala acontece as sextas-feiras, né? Não falta ninguém, nem no período da manhã, nem [música] da tarde, né? Na informática é o quê? Uma introdução, a tecnologia, como que funciona? Isso, né? O professor trabalha desde do dos do básico, aquele pacote básico, né? Até com os maiorzinhos da turma três, né? Fazer um blog, né? Trabalhar sistema assim [música] de comunicação. Hoje nós temos Eiaá, né? Inteligência artificial. Então assim, eles trazem essa necessidade, né? [música] Hoje em dia as nossas crianças estão trazendo coisas que na nossa época, na minha época pelo menos não tinha, né? Então eles trazem essa necessidade, eles querem aprender. Como que eu faço isso? Ô Thaago, mas aí tem outro desafio, porque nesse mundo de internet que a gente vê inclusive as os bebês às vezes que mal sabem falar, sabem mexer no tot screen, como que é também nesse universo fazer com que eles saibam que tem o tempo de sentar, de pintar, de mexer com alguma coisa, fazer alguma coisa manual? Como que também é isso para vocês? É trazer a curiosidade. [música] E aí assim eu parabenizo os meus educadores porque eles eles instigam a curiosidade. Hoje nós vamos fazer uma atividade, então eles colocam a dificuldade para eles, né? E eles conseguem. Mas como que eu faço isso? Eu tenho que fazer dessa forma, desse jeito, daquele jeito. Então assim, eu acho que a partir do momento que você desafia, né, eles, porque a informática, o mundo tá aí, tecnológico tá aí, né? Então assim, quando a gente traz um artesanato uma atividade de pintura, a gente precisa trabalhar um desafio, né? Nós tivemos uma atividade sobre trabalos pintores do Brasil, né? Tem gente que não conhecia que era um canto de portinar, uma carcila do Amaral. Quando foram conhecer, né? O sucesso aqui foi Bapuru, que não era só o pintar, não. Não era só o Pintar. Então eles tiveram que conhecer essa obra. Quando eu perguntei qual que a obra mais que vocês mais gostaram, né? Bapuru ganhou o disparado, né? Todo mundo foi tentar fazer o bapuru. Todo mundo. Ah, é daquela moça, Tarcila. Daquela moça, Tarcila, né? Sim. Então assim, então o desafio, quando a gente faz um planejamento e a gente coloca o desafio, né, a gente acha, eles não vão conseguir, vão lá e consegue, faz um trabalho impecável. Quantos educadores tem aqui? Nós somos eh [música] três educadores pedagógicos, né, e um de informática. E como é para você planejar com eles essas atividades de forma, como você disse, que se tornem interessantes e que eles pensem: "Não, eu quero participar, eu quero fazer, eu quero descobrir". Eh, a gente a gente senta, a gente tem nossas reuniões, então a gente senta e é pautado, né, até eles trazerem também algumas coisas que [música] as crianças trazem, né, porque não adianta nada a gente montar um planejamento aonde eles não estão inseridos, então eles dão ideia, a gente queria aprender isso, a gente queria aprender essa forma, né, principalmente na informática, [música] né, quando a gente inseriu o a IA, né, nós vimos que eles tiveram assim uma ascensão grande, né, a atenção é maior porque são coisas que eles não [música] sabem, que o professor vai ensinando a fazer. Olha o chat de GPT, a gente pode fazer isso, a gente pode conversar dessa forma. Então assim, tem que fazer a pergunta certa. Exatamente. Então assim, então a gente senta, a gente conversa, [música] né? A gente alicerça todo o planejamento. Aí eu vou colocando, né? Dentro daquelas atividades que eles me trazem, eu busco assim condensar e deixar mais potencializado para cada uma das idades. Sim. agora já com o público mais velho. Você até mencionou [música] e daqui a pouquinho a gente vai mostrar para você essas atividades tanto com as crianças e adolescentes e também depois com os adultos. O bingo já que o Thigo até contou para nós aqui, como que é também colocar para eles que ainda há muito por fazer e [música] há muito por viver. Olha, eh, trabalhar, eu eu sempre falo trabalhar com a melhor idade, né? Eu falo que é meus velos e minhas velas, né? Então assim, eh, é desafiador porque algumas das dos nossos atendidos são [música] pessoas assim sozinhas, que encontra aqui nesse espaço, se faz aqui nesse espaço amizade, mais amigos, né? Nós temos atividades externas, né? [música] Assim, uma das que mais conquistas também é o cinema, né? Que uma vez na semana eles vão no cinema, né? Vai, é uma uma loucura, né? Então, assim, eles acabam eh sendo inseridos nesse universo, né? Então assim, às vezes já passaram por tantas dificuldades, por tantos problemas. Nesse espaço é uma diversão, é sair, é conversar, é conhecer outros lugares, porque é ressignificar tudo. Muitos deles [música] chegam inclusive com certo nível de depressão. É isso. Isso. Nós temos vários, né? E hoje você, se você conversa com eles, você vê assim, vai fazer um cabelo, vai igual hoje no bingo, né? Nós temos o grupo de quarta-feira que é as senhoras do do amigo Gurumi, né? Que é o artesanato, né? É um, eu falo para elas assim, ó, vocês são todas as minhas meninas. Aí eu tenho uma que falou assim, ó: "Eu não sou velha, Thaago, eu sou seminva", [risadas] né? Então assim, então você vê que antes era aquela coisa mais fechada, né? Aquela [música] coisa mais triste, aquela pessoa mais triste. Hoje não, né? Hoje brinca, conversa e quando não tem alguma atividade, [música] algum imprevisto, né? Ah, mas por que que não vai ter? Ah, mas por que que não? Atende a gente, né? Assim, gente, não tem, né? Então assim, eu acho que nesse espaço [música] eles encontram assim essa vitalidade, essa coisa. Não, eu posso fazer mais, eu posso continuar vivendo. Acho que é isso que o Romí proporciona. Tem algum momento que há uma integração entre o pessoal do da melhor idade, né, com o serviço de vínculo afetivo das crianças? Tem ou não tem? Nós tivemos na um mês passado, dia do idoso, né? Eles prepararam toda uma canção para elas, né? Foi super emocionante, né? Só que elas também prepararam para ele sem ninguém saber, né? Foi uma surpresa porque a Márcia, que é a assistente social que tá [música] de férias, infelizmente, que ela que é a parte que que organiza tudo. Por que que ela fez? Ela fez uma canção lá e nós preparamos aqui. A gente acha, mas vocês não sabiam organização? Não, a gente a gente não sabia, né? Não, Thago, vocês podem ir lá cantar, não, tudo bem, né? Uma coisa assim simpleszinha. Organizamos uma lembrancinha para eles, tudo bonitinho, né? Quando chega lá, a mesma coisa foi uma troca. Tem vídeo disso? Não vou, eu acho que eu devo ter. Ah, se tiver, manda que [risadas] a gente coloca aqui, né? Então, e foi e foi uma coisa assim bacana. Aí então eles cantaram as cemoados. Aí o que que aconteceu? Eu tenho [música] crianças daqui, né, que tem a voz, né, que participam. E o que que acontece? [música] Eu tenho várias crianças que não tem a voz e lá eu tenho avós que não tinham crianças. Que que acontece? As crianças adotaram as avós de lá. Ah, aí foi um chororô. Aí foi uma coisa muito bacana, né? Foi a primeira vez que nós fizemos isso. Então foi assim, foi muito gratificante porque eh eles conheceram os dois lados, né? [música] Os mais velhos conheceram como que estão são as crianças de hoje e as crianças de hoje viram [música] a experiência ao contar. E a gente já tem já organizado uma atividade de contação de histórias, né? Porque aqui, principalmente com a turminha, a com os menores da turma da turma um, a instrutora, a educadora, ela traz muito essa questão da roda de conversa, de história, né? Esse licençamento. Então a gente tá tentando trazer, porque é muito rico a experiência de todo mundo, né? A troca, essa troca foi muito bacana. Nesse dia até eu fiquei surpreendido porque nem eu sabia, né? De repente todo mundo tá com lembrancinha, a gente levanta, não, a gente [música] também quer fazer uma uma homenagem, né? Então foi uma coisa assim maravilhosa. E para você que já trabalhou inclusive em outras organizações, como tem sido essa experiência? [música] Olha, eu acho que aqui na assistência social a gente trabalha muito com sentimento, a gente trabalha muito com o coração, né? Às vezes [música] a gente tem que ficar um pouco mais bravo, né? porque faz uma peraltice, só que às vezes do nada você ganha uma cartinha, amo você, aquela coisa toda, né? Então assim, eu acho que, como eu disse para você, faz pouco tempo que eu estou aqui, mas parece que eu tô aqui há muitos anos, né? Porque eu converso com todos os pais, os pais vêm conversar comigo, a gente tem aquela troca, eu e eles, né? Então assim, hoje tá sendo um dia totalmente diferente para nós, né? Eles estão empolgadíssimos, né? E quando nós falamos isso, eles não querem assim eh só [música] aparecer, eles querem mostrar o que que eles fazem, eles querem ser reconhecidos, né? Eu acho que isso que é bacana. Às vezes eu tô no [música] centro da cidade, no shopping, ó professor Thiago, professor Thiago, isso é muito gratificante, isso é uma coisa assim que dinheiro nenhum paga. O que a gente passa aqui com emoção com essas crianças, com essa família, né? A gente acaba construindo uma família que a gente fica mais tempo aqui do que em casa, né? É verdade. Ó, e você aí de [música] casa vai acompanhar daqui a pouquinho justamente essa empolgação, um pouco dessas atividades que as crianças [música] adolescentes fazem aqui também. Daqui a pouco a gente vai mostrar o bingo, hein? Será que o pessoal lá tá com sorte, não tá? Será que levam bem o jogo daqui a pouquinho no mão solidárias? Thaago, muito obrigada. Eu que agradeço. Eu [música] que agradeço. [música] E a gente tá acompanhando um pouco dessas atividades do Centro Social Romília Maria. E aqui a gente vê no alto os desenhos das crianças que desenharam os colegas em uma das oficinas propostas. Eu tô aqui com o Christopher, que vai contar e detalhar pra gente esse desenho que ele fez, que é de uma coleguinha, e o que que ele pensou ao construir essa imagem. Conta pra gente, Christopher. É, na verdade era uma era uma atividade que nós tinha que fazer o colega, aí o professor sorteou o nome da pessoa, aí eu ganhei a Loisey, aí eu desenhei ela assim, o nariz eu me inspirei muito no desenho ali do Jão Pedro. E além desse desenho, eu tenho mais três aqui na sala, que é aquele ali azulzinho. É, pode falar aqui aqui. Aquele ali, ó. Qual? Da aqui tá escrito ali, ó. Turma dois. Turma dois. E aquele Cris, olha. Ah, e o embaixo, o Cris, olha embaixo. Você foi inspirado em quem? Esse outro é num desenho do do Leonardo da 20, eu acho que é. Olha, então cada dia mais tá se tornando mais criativa. É isso. É. Quanto tempo você tá aqui no Romília? Eu acho, faz pouco tempo. Acho que eu acho que quatro semanas ou acho três. Ah, é? Tá gostando? Eu tô amando. Que que você mais gosta de fazer aqui? O que eu mais gosto é as pinturas, que o professor ensina várias coisas. O que que você mais gosta aqui? O violão. Violão. E você já aprendeu tocar ou ainda quer aprender? Já aprendi. Uau! E mas você já sabia um pouquinho? Você aprendeu tudo aqui? Aqui. Tá gostando muito. O que que você já aprendeu aqui? A tocar pandeira. Eu tenho um em casa. Ah, é. Foi aqui que você aprendeu, sim. Gosta de vir aqui? Gosto. Que que você mais gosta do pandeiro mesmo ou tem outras coisas também? De outras coisas. Quais? Me explica. Eu gosto de desenhar. Helena, me conta o que você mais gosta de fazer aqui no Romília. Aqui no eu gosto de muita coisa, mas a coisa que eu mais gosto é conversar com o professor, conversar com meus amigos, meus amigos que são funcionários daqui. Ah, é, eu fiquei sabendo que teve uma atividade que vocês foram lá com o pessoal da melhor idade, fizeram uma música para eles. Você foi também? É, eu fui também. Eu eu gosto muito de cantar aqui. Eu gosto também de tocar violão porque mas eu sei tocar violão porque eu tenho violão lá na minha casa. Que você tava cantando aqui com o professor? Gosta sempre de cantar ou não? Gosto sempre de cantar. É uma sensação muito boa. E desenhar também. Eu gosto muito de desenhar. E vir aqui no Romíia para você é divertido? Muito. Eu amo vir aqui no Romília. O que que você faz aqui no Romília? Quais são as atividades que você participa? Eu gosto de fazer muitas coisas e eu gosto de fazer informática. E o que que você já aprendeu na informática? Jogos. Mas você aprendeu a jogar ou a fazer o jogo? A jogar. E é divertido. E é de 9 anos também vai contar pra gente o que ela mais gosta de fazer aqui no Romília. fala para nós. Eu gosto de desenhar e gosto de ouvir música. Ouve música? Cantar também. Sim. Já sabe cantar as músicas que tem aqui nas aulas com o professor? Mais ou menos. Mas tá cada dia aprendendo mais. Sim. Eu gosto de conversar com a Tamiles, inclusive eu até ensinei algumas músicas para ela, não é, Tamiles? Olha, então além de aprender, você também ensina seus colegas e ajuda os colegas. É isso. Uhum. Fernanda, me conta o que você mais gosta de fazer aqui no Romília. Desenhar e pintar. Tem desenho aqui seu. Depois você mostra pra gente. E além de desenhar, eu vi que você estava participando aqui da aula de música. Já aprendeu as letras? Sabe cantar direitinho ou tá aprendendo? Sei cantar direitinho. Gosta também? Uhum. Aí, você tá curtindo participar das atividades aqui hoje? Uhum. Sim. Além das oficinas, o que que você mais gosta de fazer aqui no Romília? Cantar. Está na assistência é como se fosse uma missão de vida, né? Eh, no dia a dia eles trazem muito conteúdo. É diferente da escola, por exemplo, que tem um conteúdo já proposto, né? Então tem dias que, por exemplo, teve o causa do Felca, que que eles queriam saber que que era que tava acontecendo. Então a gente vai explicando o que que é adutização, sabe? Então traz pra realidade da idade deles inclusive, né? Então a gente consegue trabalhar isso através de músicas, através através das artes visuais, né? Através de poemas. Então são diversas ferramentas que a a gente é possível utilizar na assistência social que vai ampliando o repertório das crianças. E quais são as oficinas que você ministra? é que aqui tem, cada turma tem um educador de referência, né? Então, eu sou formado em artes, então eu tenho um leque eh interessante para passar para eles. Então, eu trabalho com música, eu trabalho com artes visuais, né? Então, eu consigo trazer uma técnica, um artista para fazer links com as questões sociais e tudo mais. E para você, qual é o maior desafio? Por exemplo, você mencionou agora essa questão do fel, mas um dia que acontece algo muito sério, que eles chegam um pouco mais entristecidos, tentando entender no universo deles o que tá acontecendo, qual é o desafio proposto quando isso acontece? Acredito que um desafio é conseguir atender todo mundo, porque são diversos universos, cada um com o seu repertório, cada um com o seu contexto familiar. Então, conseguir atender essas diversas crianças com as suas curiosidades, cada um tem a sua, e às vezes conseguir equilibrar a o tempo de cada um, é um desafio bem grande. Para você, formado em artes, unindo o universo da artes com da assistência. Propósito, né? Porque quando eu fiz artes, eh, eu tinha uma dúvida gigante, inclusive sempre a minha família faz faculdade de direito, faz uma coisa que vai ganhar dinheiro. Então, mas eu fui, eu sempre gostei de desenhar e fui fazer artes visuais pela por conta do desse, dessa vontade de expressar, né? Então, estar na assistência é cons que inclusive inspirar essas crianças a colocar os sentimentos para fora, que eu eu vejo que hoje a sociedade anda tão reprimida, né? Não consegue se expressar e tudo mais. Então eu acho que é uma missão, né? Voltando nisso, a gente conseguir eh ajudar essas crianças a se expressarem mais. [música] Você sabe o se quem foi vai [música] quem foi, vai. [música] Aqui as atividades são com as crianças e adolescentes um pouco maiores. Aqui é chamada turma três. E a gente vai então entender agora o que que eles estão fazendo, o seu nome e a sua idade. Sofia, tenho 11 anos. Não, 11 não, 10. Vou fazer 11 daqui a pouco, mês que vem. E o que que você tá fazendo? O que que você mais gosta de fazer nessa turma? Agora, gente, eu tô jogando com a minha prima, é pizzaria maluca, esse jogo, que a gente tem que montar nossa pizza diante do tabuleiro, mas eu gosto também, outros dias eu gosto de sentar, conversar com ela sobre coisas que aconteceram, que vão acontecer, matando a saudade da prima. Então, sim, sua prima disse que gosta de vir conversar com você, brincar com você. Me conta um pouquinho disso. A gente quando a gente vem para cá, a gente sempre brinca juntas, fica aqui fazendo atividades. Todas as atividades a gente sempre faz juntas. E agora a gente tá jogando pizzaria maluca. E você também, além da sua prima, faz diversos amigos aqui? Sim, eu tenho ela e ela. Ela e ela. Ah, bastante gente, né? Gosto de vir aqui. Uhum. Amo vir aqui. Aqui é bem legal pra gente brincar e se divertir e conviver com os outros. Quem é essa turminha que tá aqui? Essa é a turma três. É, é a maior assim, a que tem mais idade, mas agora ela ela tá um pouco assim misturada por conta da escola integral. Então assim, eu tô com crianças de 9 a 13 anos. Hoje, especificamente, o que que eles estão fazendo aqui? A atividade deles hoje é jogos, é Lego, é uma atividade livre para que eles construam, né, eles brinquem. E como é para você tá administrando tudo isso? Cada um hoje tá num dia um pouco mais leve. A gravação hoje é numa segunda-feira que geralmente costuma pros adultos ser um dia um pouco mais duro, mas trazer isso para eles com essa leveza. Como é? Eu falo para você que é gratificante. Eu acho que é a coisa mais assim, é mais certo de se falar, sabe? Eles são incríveis, eles já vêm da escola cansados, né? Então assim, na segunda-feira, por isso mesmo, um dia para brincar. Isabele, para você, como que é vir aqui numa segunda-feira? Passou o fim de semana em casa e foi pra escola e agora tá aqui participando? Ah, eu gosto de vir aqui para conversar, brincar e fazer as atividades também. E gosto do que você mais gosta daqui? Eu gosto da informática, educação física, hip hop e as atividades que os professores dão. Quais atividades você gosta? Gosto muito de conver eh brincadeiras, de conversas, desenhar e entre outras coisas. Isadora, me fala um pouquinho. Hoje é um dia que vocês estão aqui aproveitando para matar a saudade da colega que ficou em casa, contar o que aconteceu em casa no fim de semana e já foi na escola. Agora tá relaxando? Sim, a gente tá aqui brincando, tá? A gente sempre brinca aqui de segunda-feira e eu gosto de matar na saudade das minhas amigas. A gente que tá conversando, botando as fofocas em dia, né? Conversando sobre as coisas. Tá jogando o que aí? Me conta. Então, eu tô jogando xadrez com o meu amigo Brian e a gente tá vendo quem vai ganhar nessa rodada, porque a gente tá na segunda ou terceira rodada. Você já sabia jogar xadrez ou você aprendeu aqui? Eu aprendi aqui. Quem que vai fazer cheque mate aí? Acho que ele. Você já ganhou quantas rodadas? Nenhuma. Ele sempre ganha, então. Uhum. Oito pecinhas. Oito pecinhas. Olha, você vai deixar ele ficar com as oito pecinhas. Vamos agilizar aí. Que que você acha? Não sei. Eu eu peguei mais, só que caiu no chão. Mas tá sendo legal aprender e cada dia ficar melhor para ganhar dele. Aham. E o que você mais gosta de fazer aqui, Mateus? Ah, eu gosto das brincadeiras. Eu gosto principalmente dessa sala porque ela tem muitas atividades divertidas da de todas as atividades divertidas, qual que você fala? Ah, eu quero que tenha sempre aqui aquela ali que tem que a gente tinha que desenhar sobre os desenhos que tinham, que é de um artista. Qual artista você já conhece? Nossa, Pablo, Pablo Picasso. É isso. É verdade. Sim. Eu participo de muitas atividades, praticamente todas. Eu gosto muito de desenhar e conversar com minhas amigas. Davi, o que que você mais gosta de fazer aqui? Monar Lego, jogar xadrez. Eu gosto mais de ficar e com meus amigos. Pronto. E hoje, que que você tá fazendo aqui? Conta para mim. Por enquanto nada, mas antes eu tava jogando xadrez e brincando com ego. Eu gosto de jogar xadrez também. Quando você aprendeu? Eu aprendi com o professor Lucas. Ele ele era um grande professor. Ele ele era ele era boxeador e e ele ensinou a gente a jogar xadrez. É, ele foi muito legal. É muit muito legal mesmo. E agora a gente vai acompanhar essa atividade que acontece mensalmente aqui, que é o bingo. A dona Terezinha participa sempre, vai contar pra gente, gosta de participar do bingo, nunca perde ou vem só de vez em quando? Conta. Não, não falto não. Todos as atividades a gente participa, mas no bingo é melhor ainda. Já ganhou alguma coisa hoje? Acabei de ganhar. Ah, fez a cartela cheia, então? Não, a quina. Aqui, né? O que que você ganhou? Ganhei uma jarra e um pano de prato. E fora o bingo que diverte vocês, faz, fazem que vocês passem uma tarde diferente? Quais as atividades que a senhora participa? É muito bom o nosso grupo. A gente participa numa chácara que é lá no jambeiro, a gente vai pro cinema, a gente tem as atividad aqui com com as crianças. É maravilhoso, maravilhoso participar. Como você percebe a união do grupo, sair de casa, ter uma atividade é muito importante, né, no nos di nos dias atuais. Para nós é uma alegria, é saúde, é bem-estar, é conviver com as amigas, não tem preço, é muito bom. O Romília favorece a gente em todas as atividades. Tudo, tudo que o Romília patrocina, a gente está aqui participando, participa de tudo, de tudo, tudo, tudo, tudo bem organizado, um carinho, uma atenção para com a gente que não tem preço. Ah, e eu vou falar também com uma pessoa aqui que parece, olha gente, ela já me disse que esses brindes é da mesa toda. Eu vou descobrir agora quantos são dela, né? Como é o seu nome? Evanir. Evanir. Quantas vezes você já bingou? Já fez a quina ou fez a cartela cheia? Não, eu fiz quina. Duas quina. Duas quina. Isso. E esse aqui é de quem? Esse é da minha irmã que tá sentada aqui, fugiu, tá? E esse é da Leusa. Ah, olha. Então, gente, uma tarde bem diferente, né? Bem diferente, gostosa, que a gente passa umas horas aqui bem tranquila, bem gostoso com as amigas. É muito bom. Soube também que vocês gostam muito de ir ao cinema. Você também vai c? Sim, sim. Vou no cinema. A gente gosta muito de viagens também. Viagens. Os passei nosso é que é mais gostoso são a as viagens. Tem alguma que tá programada? Não, não. Ah, então vamos ver logo uma viagem. Colônia de férias, né? Colônia de férias também. Vamos. É, mas vocês estão com tudo, hein? É, olha. Então, olha, pessoal, o nosso programa vai se encerrar por aqui, porque eu vou aproveitar que essa é uma das mesas que parece que a sorte tá bem por aqui. Claro, vou bingar também, quem sabe eu ganho meu potinho aí, levo alegria para casa. E olha, você acompanha o mãos solidárias pela TV Câmara Campinas nos canais 11.3, 3 4 da Claro, no da Vivo e todas as nossas edições e nossas redes sociais no youtube.com/tvâacampinas. Até um próximo. Mãos Solidares. Vou jogar, hein, gente. [música] [música] [música] 56. 56. Hum. 35. [música] [música]
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