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Mãos Solidárias | Casa da Criança Vovô Nestor: Dedicação à educação e cuidado infantil
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Mãos Solidárias | Casa da Criança Vovô Nestor: Dedicação à educação e cuidado infantil

66 views Publicado 18/08/2025 HD · 40:37

Descrição do vídeo

No Mãos Solidárias desta semana, conheça a história e o trabalho inspirador da Casa da Criança Vovô Nestor, uma instituição que há quase 50 anos transforma vidas por meio da educação, cuidado e acolhimento de crianças e adolescentes em Campinas. 📍 Participantes: Cristina Bertuzi – Coordenadora geral Fabiana de Paula – Diretora da unidade Fabíola Moraes – Vice-diretora da unidade Tudo começou em 12 de outubro de 1975, quando a Sra. Ophelina Rabelo, após receber uma herança, decidiu investir no sonho de criar um espaço para cuidar e educar crianças. Com incentivo do Sr. Nestor Mendes da Rocha, idealizador e fundador da Casa da Criança “Meimei”, nasceu a Casa da Criança Vovô Nestor, inicialmente atendendo 25 crianças em uma sede provisória no Cambuí. No ano seguinte, a Prefeitura de Campinas doou um terreno de 2.500 m² no Parque Itália, onde a instituição mantém sua sede até hoje. Ao longo dos anos, o prédio foi ampliado e modernizado, contando atualmente com salas de aula amplas, boa iluminação e ventilação, cozinha, refeitório, brinquedoteca, biblioteca, sala de informática e parque para recreação. Em 2018, a infraestrutura foi expandida com a abertura de mais 5 salas, aumentando a capacidade de atendimento. Hoje, a creche atende 353 crianças de zero a seis anos, em tempo integral, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação. O trabalho pedagógico é aliado ao cuidado diário, com alimentação balanceada, escovação dos dentes, atividades lúdicas e estímulo à leitura e ao contato com a natureza. Além do trabalho na educação infantil, a instituição ampliou seu alcance social. Desde 2019, desenvolve o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos em duas unidades: Região do Campo Belo – atendimento de 210 crianças e adolescentes de 6 a 14 anos e 11 meses; Região do Parque Oziel Gleba B – atendimento de 90 crianças e adolescentes na mesma faixa etária. O objetivo é garantir o direito à educação, alimentação, lazer e convivência social, promovendo o desenvolvimento físico, intelectual, moral e emocional, sempre em parceria com a comunidade e as famílias. 💬 A Casa da Criança Vovô Nestor acredita que cada criança é protagonista na construção do seu conhecimento. As atividades são planejadas para incentivar a curiosidade, a exploração, a criatividade e a interação com o mundo. Brincar em áreas externas, sentir a areia, correr, explorar rampas, ouvir pássaros e interagir com a natureza são experiências essenciais para o desenvolvimento integral. O programa mostra o dia a dia dessa instituição que une história, compromisso e amor, mantendo viva a missão iniciada há quase meio século: oferecer uma educação de qualidade e um ambiente seguro e estimulante para as crianças. 📌 Assista ao programa completo e descubra como o trabalho da Casa da Criança Vovô Nestor impacta positivamente centenas de famílias em Campinas. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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[Música] E no Mão Solidárias de hoje, a gente vai conhecer o trabalho quase de 50 anos da casa do vovô Nestor, que funciona aqui no Parque Itália. E quem vai contar pra gente a história de como tudo começou, hoje já são seis unidades, mas toda história tem um começo, é a Cristina Bertuzi, que é a coordenadora geral de todas as unidades, né, Cristina? Muito obrigada por nos receber aqui nessa sede tão linda, né, no Parque Itália. A gente agradece também a presença do mão solidárias aqui, né, a sua presença. E para nós também é um prazer estarmos aqui falando do nosso trabalho, né, que tem contribuído aí pra comunidade de Campinas e também para todos nós é uma fonte de aprendizado contínuo realizá-lo. É um ciclo, né? Uma mão que vai, mas também tem a via que volta, né? Isso mesmo. Cristina, como que começou tudo isso, né? Porque 50 anos não é pouca coisa, né? Não é pouca coisa. É o que eu sempre falo, né? É o desejo, né? Então tem pessoas que se levantam com desejo de contribuir para a comunidade, para os nossos irmãos de caminhada, né? E a dona Ofelina, ela recebe uma herança. Eu falo sempre, né? Ela poderia ter feito tanta coisa com uma herança, né? É, né? poderia ter viajado, comprado imóveis, carros, joias e ela não, ela resolve doar para a casa da criança Meimei, que o seu Nestor, que era o responsável, fundador, né? Eh, eh, ao saber dessa notícia, diz a ela: "Não, funde a sua própria obra". E ela vai corajosamente, né? abre uma instituição na rua José Paulino, inicialmente atendendo 30 crianças. Todos os trabalhadores eram voluntários, né? Então, ela era voluntária, ela era voluntária, todo mundo voluntário. E depois a prefeitura, né, através do esforço dela junto com um grupo, eh, recebe esse prédio em doação, né? E aí começa aquela grande luta, né, para construir todo esse espaço. Inicialmente eles atendem poucas crianças e vai aumentando ao longo do tempo. E ela nomina, né, essa obra como vovô nestor, porque o seu Nestor ao andar pela creche Meimei, né, era chamado de vovô nestor. Então ela nomina. Então eu digo que o legado dela é maravilhoso, porque quantas pessoas ela contribuiu ao longo de 50 anos com a sua herança, né? Sim, né? Deu um espaço acolhedor, digno, eh protetivo, né? As pessoas, essas crianças e suas famílias puderam se desenvolver tanto economicamente, socialmente, como pessoas também, né? Não vamos falar na parte educacional, né? Mas vamos falar desse conjunto. Então é muito significativo, né, esse trabalho dela e que ao longo dos anos outras pessoas vieram, ela, né, faleceu, outros deram continuidade, principalmente a família de um dos colaboradores estavam junto com ela, um e eles continuam aqui, né, o Simar, junto com a sua família, continuam também apoiando, né, o trabalho. Enfim, eu falo sempre que esse trabalho social ele é uma corrida de bastão. Então você começa e aí vão vir nos outros, você vai entregando os bastões, né? É o revezamento. O revezamento para que a obra não pereça, né? Sim. Então que se multiplicou muito, né? Como se cada uma aqui tivesse uma participação nessa herança, né? Com certeza. Isso mesmo. E você, como como você chegou na obra? Então, eu chego em 2013. porque eles tiveram uma parada, né? Houve uma mudança entre a assistência social e a educação. E aí eu venho para reabrir, venho eu com um grupo, né, de colaboradores se junta a eles que estavam aqui e reabrimos e já estamos funcionando há 10 anos. Então, teve uma paradinha muito pequena, mas que deu aí uma nova motivação, né? E quando nós reiniciamos, ah, começamos com 150 crianças, depois, no mesmo ano, aumentamos para 210. Quando foi em 2017, aumentamos para 271. Uma parte do nosso espaço estava cedido para pai, né, por conta dessa parada, né, para não parar a proposta, né, de trabalho daqui. Cedeu-se uma parte para pai e aí eles nos devolveram em 2018. E aí nós saímos de 271 crianças, fomos para 450. Nossa, abrimos o bersário, que para nós é um grande prazer receber os bebês aqui, saber que podemos contribuir desde 0 ano até 6 anos com trabalho, né, que pensamos de ser de qualidade, de amorosidade, de respeito a essa criança, sua família e acima de tudo, né, Alexandra, eh mostrar mostrar para essa criança que a vida ela é bela, que ela pode sonhar, né? Porque geralmente as classes mais menos favorecidas e não sonham, né? Então a gente trabalha para que elas sonhem. É, essa é a nossa ideia também, né? A gente e pode falar, a gente percorreu aqui, né? E viu a a as crianças interagem, são muito felizes, né? Porque a vulnerabilidade provavelmente era muito maior naquela época. Sim. Mas ainda existe, né? Sim. Nem sempre a vulnerabilidade é só econômica, né? Tem outras que a gente vai mapeando durante durante o nosso trabalho. E as famílias pediam muito a nossa continuidade do trabalho. Inclusive até hoje elas quando vão embora elas choram. Falam: "Não, vocês deveriam ter o ensino fundamental. não tem condições, né? Até porque ele não é o é o município que desenvolve esse trabalho. Aí a gente é através de um convite resolve assumir eh o serviço de convivência e fortalecimento de vínculos, que seria de 6 a 14 anos. Então tava dentro da nossa meta atender essas crianças em vulnerabilidades até 14 anos. Hoje a gente avançou, então hoje a gente atende até idosos. Que legal. É, então a gente entende que estamos aí contribuindo para todas as faixas de etárias, né, de vida, possibilitando, principalmente essas crianças agora de 6 a 14 anos que não estão nessa região, mas em regiões mais vulneráveis como Campo Bela e a Grebab do Parque Oziel, também possam ter lugares protetivos. né? Eh, também os seus direitos aí preservados, também ter eh um contato com as suas potencialidades, porque muitas vezes eles não sabem o que podem ser, e também ajudá-los a inserirem no mercado de trabalho e também sonharem, que eles possam ir para uma faculdade, que eles possam ter sonhos, né? Porque eles vivem em situações com muitas dificuldades econômicas aí, muitas com situações muito sérias e também com muitas violações de direito, né, às vezes da própria família, né? Então nós fazemos esse, damos essa condição protetiva para eles, né? Então ampliou da parte educacional Sim, pra assistência social também, né? Então, hoje nós temos 353 crianças na educação infantil e temos mais 800 crianças, né, na assistência social. Atendemos crianças de 6 anos até a idosos. É, ou seja, muita família impactada, né? Muita. E qual é o desafio de manter tudo isso funcionando? Então, eu entendo sempre que é o financeiro, né? Com quanto tenhamos os vínculos eh com a prefeitura, né? E isso para nós é importante. A gente agradece muito essa parceria com a prefeitura, tanto na educação como na assistência social, mas ainda não cobre, né, todas as despesas, né, porque é um dinheiro que vem mais ou menos direcionado. Sim. E as necessidades são muitas, né? Porque nós também temos uma uma proposta às vezes eh de ajudar as nossas crianças que t muitas eh dificuldades, né, cognitivas. Então, às vezes nós pagamos o médico os seus exames que às vezes a rede pública não consegue ajudá-los, né? Então, para ajudar a fechar diagnósticos, então os custos são altos, né? E e nós queremos que as crianças tenham um pleno desenvolvimento, então nós precisamos trabalhar em muito, se não é pouco. Então nós temos os eventos que é pizza, que é festa junina, nós temos assim eh um buffet ainda meio informal, que a gente faz festas. Hum. Fazemos eventos em condomínios, eh jantares, almoços, fazemos eventos para Bosche. Que legal. Mas nós temos os bazares, temos dois. Ah, que é o que equilibra um pouco, né? Então, nós precisamos de doações, né? Eh, que as pessoas venham comprar. As famílias nos ajudam em alguns eventos, mas pela própria carência não é muito. Temos um trabalho também de contribuição, que também não é muito. O que a gente tem também é muita ligação com os institutos, né? A gente tem o Instituto Bosche, o Instituto Vivo, o Instituto Arco. A gente tem uma relação com a FEAC, né? Fundação FEAC também. Temos algumas emendas parlamentares, né, de alguns políticos. Então, tudo isso vai contribuindo, mas a nossa necessidade maior é o dia a dia, né? Sim. Aquela verba infraestrutura também, né? A gente viu os móveis da parceria com FEAC, que é a coisa mais linda, né? Sim. Que é pelo atelier quero quero e pela PEAC. Agora vai chegar mais móveis, né, que eles vão fazer as os refeitórios. Então, e esse material a gente não teria condições nunca de adquirir que são caros, são de boa qualidade, muito necessárias, muito necessárias, muito. Nós não não temos como também sobreviver sem essas parcerias, sem o bazar, sem os eventos. Não, não, não faríamos o que fazemos. As mãos solidárias, né? a gente o o Instagram e o site para as pessoas acompanharem nos eventos também quando tiver pizza. E vamos mostrar um pouquinho então como é que é o bazar aqui da unidade e a gente volta já. A Fabiana de Paula é diretora aqui da entidade, mas daqui a pouquinho a gente vai conversar com ela sobre mais detalhes aqui da unidade do Parque Itália, mas agora ela vai explicar pra gente como funciona o bazar aqui, que é super importante para dar manutenção das atividades aqui, né, Fabiana? Conta pra gente como funciona o bazar. Isso é o nosso bazar é totalmente doação. Então às vezes a gente faz campanha com as famílias, pessoas que a gente conhece, loja, pra gente ter essa roupa, né, esses objetos. pra gente conseguir eh arrecadar uma renda maior paraa nossa escola. Então, essa renda a gente tem aula de capoeira, aula de expressão corporal para as crianças. Então, também essa renda serve para fazer esse pagamento para esses professores que vêm uma vez por semana. E aí também paraa manutenção da creche, pintura, pra gente consertar algum utensílio que tá quebrado. Então, é muito importante essa venda no bazar para nós diariamente. O bazar fica aberto todos os dias, né? E as doações vão chegando e a gente vai ajustando aqui, fazendo oferta, promoções para que a gente tenha um público e consiga atingir aí nossa meta diária do bazar de vendas. Então, quem quiser doar, fica aberto todos os dias, final de semana também. E até que horas? De fica aberto de segunda a sexta, das 7:30 até às 5 da tarde. E aí no final de semana não está aberto, mas quem quiser trazer também pode entregar lá na escola para nós. Nós estamos lá. Tem o telefone, né? tem no grupo também no WhatsApp e também nas redes sociais. Pode entrar em contato, a gente responde, só trazer a doação aqui para nós que vai ser muito, muita ajuda, uma boa ajuda. A gente tá vendo aqui roupas, livros, calçados. Se tiver móveis vocês recolhem também? Sim, nós recolhemos móveis. A gente recebe doação às vezes de sofá, de cama. A gente recolhe essa doação e a gente vai fazendo a venda. Também tem nas outras unidades do bazar. Qualquer coisa a gente leva pros outras unidades e a gente tem eletrodoméstico, eh, panela, prato, tudo aquilo que você não quer mais na sua casa, que tá ocupando espacinho lá, pode trazer para nós que para nós é muito útil. Obrigada. Agradeço. Obrigada. A Vanessa vem sempre aqui pro brechó comprar e vai falar dessa importância de comprar uma roupa boa, um preço bom e ainda ajudar, né, Vanessa? É isso mesmo. Eu sou funcionária, né, da creche e sempre tô aqui todos os dias, igual algumas colegas de trabalho também, né? Eh, sempre encontramos peças boas, né? Eh, compro muito pro meu filho, principalmente aqui, preço justo e fora isso, a gente tá ajudando muito a nossa unidade, né? É um fortalecimento mesmo. Você quer vestir a camisa, né? E seu filho tem quantos anos? Meu filho vai fazer 6 anos. E assim, eu compro roupas, que eu posso dizer novas, calçados seminovos, né? Um preço que às vezes lá fora a gente paga bem caro e aqui um preço justo e a gente tá ajudando também, né? E pede muito rápido, né? Então é fantástico que você tem sempre uma roupa boa, nova, com preço legal, né? Verdade. É isso mesmo. Criança cresce rápido e é o que você disse, perde rápido, né? Então é uma boa oportunidade para quem puder vir, tá? ajudando a nossa escola também, né? Eh, ajudando as crianças que aqui frequentam também. E é isso. Obrigada. Nada. Obrigada. Então, Cristina, tudo isso ajuda, né? Quem quiser conhecer o trabalho também, vocês recebem visitas. Sim. É, como nós trabalhamos com crianças pequenas, é muito importante um agendamento. Uhum. Porque eh pessoas de fora muitas vezes impacta, né? Ah, sim. Elas são bem-vindas, porque aí a gente organiza direitinho para ser uma visita bem sucedida para as pessoas que vêm e para as nossas crianças, né? Então, a gente gosta de ter voluntários, nós temos parcerias também com a PUC, eles já trabalham aqui há 10 anos conosco, com os profissionais de psicologia, aqueles que vão se formar, né, os estudantes. Então, a nossa instituição ela é muito aberta ao outro, né? Então podem vir, podem conhecer, tem as outras também, né, nas outras regiões. Estejam aí convidados a estarem conosco. Sim, podem agendar pelo nosso telefone 32724737. Maravilhoso. A gente vai colocar aqui também pro pessoal acompanhar, né? Ah, Cristina, muito obrigada por receber a gente, por compartilhar essa história de sucesso, né? E vida longa aí a casa do vovô Nestor, né? Casa da criança e muito obrigada. Ah, nós também agradecemos a sua presença, a presença de todos da equipe técnica e que vocês continuem também desenvolvendo esse trabalho que é tão essencial aí para asques, né? dar visibilidade a todos nós, a esse trabalho que cada uma faz, né, de forma tão com tanta seriedade, né, com tanto amor, com tanto respeito aí à nossa população campineira, que impacta tantas vidas, né? Muitas vidas. Obrigada, Cristina. Muito obrigada também. No próximo bloco você vai conhecer um pouco mais das atividades que acontecem aqui na unidade do Parque Itália. Não perde, a gente já volta. [Música] De volta pro segundo bloco do mão solidárias de hoje, na casa do vovô Nestor. A gente está aqui na unidade do Parque Itália, dessa história que começou lá atrás, mas que já ganhou corpo. São seis unidades, mas hoje a gente vai falar um pouquinho mais aqui do Parque Itália, que trabalha com as crianças de até 6 anos. Quem vai contar pra gente como tudo funciona é a Fabiana de Paula, que é a diretora aqui dessa unidade, né, Fabiana? Muito obrigada por receber a gente. Eu que agradeço, Alexandra, vocês aqui na nossa escola, na nossa casinha, né, que a gente costuma dizer que é um espaço bem acolhedor e que a gente é muito feliz também. E as crianças são quantas hoje que vocês atendem? Hoje nós atendemos 353 crianças de zero até 6 anos de idade. Aí fazendo 6 anos, eles vão pro fundamental no outro ano. É aquele sofrimento daí. um sofrimento muito grande, tanto para eles quanto para nós, mas nós fazemos um trabalho com eles desde o comecinho, já conversar, explicar que eles vão para outra escola, que eles não vão estar conosco, mas mesmo assim eles não querem, eles querem ficar aqui, que não tem como permanecer, né? As mães também fala: "Ah, não tem uma extensão, vovô foi o primeiro ano". Então é um sofrimento grande também, porque a gente se apega bastante, né? É, é o primeiro choque de adultecimento, né? Isso, isso mesmo. E não tem como fugir, né? Vai ser assim no longo da vida. Logo da vida. É verdade, não tem para onde ir. E os pais quando chegam aqui, eles eh tem tem fila de espera, vocês têm vagas para todo mundo que vem até vocês? Como é que é? É, infelizmente não. Eles vêm, né? Precisa fazer um pré-cadastro. Aí, a partir desse pré-cadastro é há um processamento da lista de espera e sai a classificação. Mas hoje nossa lista de espera é bem longa, principalmente para agrupamento três, que são as crianças de 3 anos e meio para até seis. Então, uma fila muito longa e aí surgindo a vaga, a desistência a gente no próximo, mas é bem assim, a gente não consegue, infelizmente, contemplar todos. E vocês têm assim um mapeamento das regiões que as crianças vêm para cá? É só do Parque Itália ou não? Não, a maioria das crianças vem de fora, vem do Campo Belo. A gente tem bastante criança do Campo Belo, aí tem do São José, do da Gleéba B, então são de outras regiões. Algumas mães trabalham no centro e deixam as crianças aqui. Então não é só crianças do Parque Itália, são de outras regiões também. Ou seja, impacta a cidade como um todo. Sim, a cidade como um todo. E é estrategicamente também porque tá na saída para esses bairros também, né? Isso, isso. Nós temos as saídas, né, pros bairros e a gente dos dos bairros mais longes, a gente também tem o ônibus para as crianças do OG3, que é o ônibus da prefeitura. Então é um número maior mesmo. E algumas vances que vem aqui pra escola. Então tem de São Bernardo, tem várias regiões aqui. Nossa, irradia, né? Irradia, verdade, irradia. E pedagogicamente falando, vocês têm uma proposta específica que vocês utilizam? Sim. Hoje no bersara a gente trabalha com M Picler e no AG2 a gente busca também trabalhar com Rio Emília. Então é onde a gente se baseia, né, para fazer o nosso trabalho, buscar um trabalho de qualidade pras crianças e ter esse cuidado também, o olhar, o olho no olho, as trocas do bebê, então ser feito com mais carinho, mais afetividade. Então a gente se baseia assim, tem que ser muito humanizado nesse primeiro momento da vida, né? Isso, isso mesmo. E também para eles são importantes, né? A partir do momento que você dialoga com o bebê, você já vai desenvolvendo outras partes da fala com eles. Então eles vão crescendo aqui dentro de uma forma que eles vão tá acostumado, né, ali com cada uma e o seu desenvolvimento vai ser completo. É uma segunda casa mesmo, né? Sim, é uma segunda casa. Fala que são meus filhos. Você tem muitos filhos, então, né? Eu tenho muitos filhos. Tenho. E a questão alimentar, vocês trabalham também com nutricionistas, com introdução alimentar, já que tem bebê também? Sim, né? Sim. Nós temos o Ceasa, né, que traz todo o cardápio para nós. Toda semana sa tem um cardápio e aí o nutricionista vem uma vez por mês aqui acompanhar. E aí também tem uns cursos que o CEAS oferece pras cozinheiras, tanto para nós também e pros professores que estão diretamente ligados com o bersário. Então tem toda uma questão aí do não ter sal na alimentação, uma alimentação balanceada com verduras, né, bastante legumes para eles. Então tem são quatro refeições servidas para eles no decorrer do dia, mas todo com balanceado do a partir do Seasa, do cardápio que eles mandam pra gente. Essa parceria que é maravilhosa e é muito importante. A gente precisa falar das boas parcerias, né, Fabia? Sim, precisa sim. É muito importante essas parcerias nos ajuda muito, né? É, a gente falou da parceria dos móveis da FA, que não canso de falar porque é muito incrível, né? E a gente vê o quanto isso estimula as crianças, elas interagindo ali no ambiente, né? Isso, isso mesmo. Dá uma outra, uma outra dinâmica, né, pras atividades, porque o professor pode ser criativo e tudo, mas ele precisa de material também, né, para poder trabalhar. É, e isso deixa a gente muito feliz também. É, né? Chegou esse ano, você falou, chegou no ano passado, chegou ano passado chegou o material do Quero Quero, em parceria com a Fear aqui e o Quero Quero. Então eles trouxeram mobiliário pra nossa escola. Então foi muito, foi uns momentos muitos alegres, né, que a gente sempre quis. É um sonho para nós, né? Então, recebemos esse mobiliário e depois eles ainda contemplaram a gente com os materiais dessa mobiliária da sala. Então, as salas tiveram, a gente pôde escolher, né, o que ali era mais urgente. Então, a gente teve esse mobiliário, então foi muito bacana. Tivemos formações com elas também para utilizar um mobiliário. Elas vieram aqui um dia, então a gente falou fainão, né, que tirou tudo aquilo que não não é não era bom para tá e trouxe esse material novo, né? Essa substituição. Nossa, foi maravilhoso isso. E as crianças receberam como tudo isso? Nossa, foi uma alegria. Não sei quem ficou mais alegre, se foi as crianças ou a família. Então, nós fizemos o dia que abrimos, né, pra família entrar, conhecer o espaço, novo espaço para eles entraram conhecer, ficaram muito maravilhadas. E as crianças também ficaram muito felizes. As crianças de todas as idades, né? De todas as idades. Isso. Isso mesmo. E a gente viu também tem crianças atípicas que vocês recebem, né? Vocês conseguem dar conta de tudo isso também, dessa demanda? Sim, nós temos, né, nossos nossos tesouros também e a gente eles vêm, né, a gente tem uma professora de educação especial que tá aí numa parceria muito forte com a gente, ela trabalha eh bem ligadinha com a gente ali com as crianças em prol deles. E temos duas cuidadoras também, que é aqueles que precisam de uma atenção eh mais próxima, né? Tem crianças que não se locomovem, então precisa dessa cuidadora para auxiliar. Então a gente tem, eles estão desenvolvendo, eh, muito lindo de ver, então eles vão se desenvolvendo a cada dia e essa parceria que não comia sozinho, agora consegue se alimentar sozinho. Então isso também pra gente é muito gratificante. Nossa, isso é maravilhoso, né? Um pequeno avanço, mas que é uma explosão, né, pra família, pra criança, para quem tá em volta nos estímulos corretos, né, e principalmente porque é a primeira fase de vida, então precisa ter esse olhar atento, né? Às vezes vocês conseguem perceber uma criança diferente, com alguma necessidade especial e falar pros pais para encaminhamento. Sim, a gente às vezes observa o comportamento da criança, aí a gente faz uma reunião, né, junto com a coordenadora, a a professora da sala e a professora de educação especial. Ali a gente faz o apontamento para ela que a gente o que foi observado nesse decorrer do período e aí a gente faz um relatório, não um laudo, porque a gente não pode dar laudo, mas a gente faz um relatório pra mãe ir até o posto de saúde para poder ter essa parceria também com o posto e assim ela dá continuidade nos atendimentos, tudo com a criança. Muito bom, porque os olhos dos pais são os professores, os auxiliares que cuidam das crianças, né? Isso. E a gente passa o maior período com eles, né? Eles ficam aqui dentro da escola 9 horas, 9 horas. Então é um período bem longo e a gente consegue ter, as meninas conseguem observar esses detalhes, né? A gente acaba pegando os detalhes que às vezes chega em casa, vai dormir e a mãe acaba não percebendo. Chega cansada. Então aqui é uma casa de voo mesmo. Isso é verdade. É de vó mesmo, né? É. Tá preservando a essência da coisa toda, né? Isso mesmo, Fabiana, eh, muito obrigada por receber a gente. Agora a gente vai falar um pouco com a Fabía, sobre as atividades que acontece. Bom, eu que agradeço vocês, Alexandra, mais uma vez. Obrigada. [Música] E a Fabíula Soares é vice-diretora aqui da unidade do Parque Itália, da Casa do Vovô Nestor. Vai falar pra gente como é que as atividades acontecem. Tem que ter muita atividade para ocupar essas crianças incríveis, cheias de energia e estimular, né, Fabíula? Sim, sem dúvida. Obrigada por conversar com a gente também. Imagina. Eu que agradeço. Como é que vocês distribuem, né, paraidade? uma jornada, né? Então a gente coloca geralmente estipula mais ou menos, né, o tempo para cada proposta, né, porque como é bastante crianças, então a gente precisa ter essa organização e aí eles vão rodando. Então todos os dias eles ocupam todos os ambientes, todos os espaços da escola, né? A gente prioriza bastante as propostas fora da sala, né? para que eles possam ter mais essa autonomia na no nos movimentos, né? Então a gente eh prioriza bastante esse esse espaço fora da sala. São quantas séries para esses futuros estudantes que você fe? É, hoje nós temos 13 salas. 13 salas dividido em s. Nós temos duas salas de agrupamento um, que são os bebês, e temos três salas de agrupamento dois e oito salas de agrupamento três, que já são os maiores, que até a Fabiana falou que é a maior lista de espera, né? Eu acho que é quando os pais realmente não deixam mais com familiar, precisam da escola, né? E aí vocês têm oito salas, então desses mais velhos, velhos, os mais madurinhos, né? A gente viu também uma atividade de construtividade, né? Como é que é, qual que é a importância disso, né, de dessa, desse toque, dessa experimentação? É, nós trabalhamos com as pedagogias participativas, né? Então essa pedagogia ela traz a criança pro centro do seu aprendizado. Então esse esse contexto de construtividade é onde a criança pode eh usar toda a sua imaginação, toda a sua criatividade. Então ali naquele contexto eles conseguem eh dar asas mesmo, a imaginação e lá eles constróem diversas eh situações. Então cada bloquinho daquele representa para eles alguma coisa, né? onde eles constróem eh casas, foguete, torre, eh pista, fazenda, né? Então, eh é um contato ali com a sua criatividade, onde ele coloca o seu eu, onde ele se descobre o seu Eureca ali, né? Então ali é o local onde eles podem explorar de forma ativa mesmo. Você dá os elementos e aí por conta da criança. Por conta da criança. A gente fez uma uma sonora, uma entrevista com as meninas e a gente vai mostrar um pouquinho então como é que funciona essa atividade. Já volta. Perfeito. A Jéssica é agente escolar e vai explicar para eles qual é a atividade que eles estão desenvolvendo aqui nessa cozinha maravilhosa, né, Jéssica? É, é, aqui eles aprendem a parte de alimentação. A gente tem a parte que eles podem simular os mercadinhos também tem a parte da cozinha que eles podem usar criatividade para comer e também a gente usa às vezes folhagem para eles cortar, para eles poder desenvolver mesmo a comidinha. E tem a a seletividade alimentar, né? que entra nas nas texturas, nos sabores. Aí eles gostam bastante. Vai despertando essa curiosidade, né, deles e autonomia também para o autocuidado. Sim. E o bom que o espaço de construtividade tem várias coisas que que eles podem desenvolver e usar bastante a imaginação. Então, obrigada. Sim. Eu que agradeço. A Tati Aquino é auxiliar da educação infantil e eles estão brincando aqui na construtividade. Tati, como é que funciona esses brinquedos que a gente vê que são lúdicos, não tem uma uma forma, uma proposta definida? Como é que funciona essa atividade? Então, eh, o espaço é adequado para eles na altura que eles podem estar alcançando e com formas arredondada, evitando o que eles se machuquem e e assim é é as cores que chamem atenção em tons, né, eh, alegres, alegres e que chamem a atenção dele e livre para eles estarem construindo o que deseja, empilhando, encaixando. E aqui vocês também tm crianças atípicas? Sim, temos eh bastante crianças, né? Ah, temos temos o neto e a outra está com a professora fazendo outra proposta e então é procurando coisas que não machuque, até porque eles estão batendo, eh, explorando o som e as formas, né? Eles gostam, pelo jeito, bastante, tá? É, aí eles vão procurar se vai rolar, se vai encaixar o que o círculo, o quadrado, qual que sempre acho que são cinco sentidos, né? Sim, né? A o olfato aqui tá na boca, o tato e o Capitão América aqui. Você é o Capitão América? Sim. Obrigado, Tati. Nada. E aí vocês trabalham então com uma rotina também? É, nós eh costumamos não dizer muito rotina, porque a gente entende rotina é algo muito engessado, né? A gente gosta mais de falar jornada, né? Eles têm uma jornada aqui dentro e dentro dessa jornada vão vão acontecendo as coisas. Tem coisas que são eh prédeterminadas que não tem para onde fugir, né? que é o momento do descanso, o momento do almoço, que precisa ser dentro daquele horário, até para poder a dinâmica da da coisa toda acontecer, né? Mas a gente procura trazer uma fluidez maior até no momento das propostas, né? Porque a gente ouve muito a criança, né? Então, tudo que é realizado com as crianças e é parte do interesse deles. Então, de uma escuta sensível, de uma observação atenta dos educadores. Então, essa jornada vai sendo construída com as crianças também, por conta que as professoras planejam, as educadoras planejam, mas é tudo muito flexível, né? Então, de repente, a gente planejou alguma coisa naquele momento, a criança tem trazendo, está trazendo pra gente uma outra perspectiva e aí a gente embarca na da criança, né? Então aí a gente vai construindo junto com eles. É por isso que a pedagogia é participativa, né? Porque eles estão nesse no centro dessa aprendizagem. Fabi dá vontade de levar essa pedagogia pra vida adulta também. Ela é linda. Ela é muito linda. E também tornar as coisas diárias como autocuidado, eh, fazer o próprio alimento, como a gente viu na na oficina que eles estavam fazendo na atividade, aliás, eh, tornar uma coisa lúdica e e gostosa, né? Porque pra vida toda a gente vai ter que fazer isso, né? Muito legal. E a gente viu também seguindo a sua linha de eh experimentar, eles estavam fazendo uma atividade com areia, né? A gente vai mostrar um pouquinho também e já volta. Meridiana, a gente viu aqui umas imagens da atividade. O que que vocês estavam fazendo? Conta pra gente hoje, né, nós estamos retornando, eu, professora Meridiane, das férias. Então, para esse momento, eu organizei, preparei um espaço para eles com areia, uma vivência com areia, ondeu diversas possibilidade para eles, né, a realizarem seus traços, suas marcas na areia, que a areia, né, ela vem além do parque, né, a gente precisa também trazer para fora do parque. E dessa experiência, além das marcas, dos seus traços, deu a possibilidade para eles fazer a escrita dos seus nomes, né? Temos crianças que já realizam algumas letras e tem outras que ainda estão eh se apropriando das letras, então para eles se apropriarem melhor dos nomes. Então a gente também deu essa possibilidade da areia para eles, trabalhando a textura e a alfabetização, né? Isso éonde eles podem ter a sentir a textura, a sensação e ter também um contato maior com a natureza, né? Maravilhoso. Então vamos lá para eles darem o o grito final. Que que vocês fizeram hoje? Vão contar pra gente? Pensaia. E a Fabiana contou pra gente que vocês fazem um trabalho para adaptar essas crianças pro mundo que virá depois daqui, né? Então vocês têm esse olhar também de preocupação pra formação do indivíduo, para ele ter essa autonomia que vai encontrar um ambiente meio diferente, talvez, mas vai levar a casinha pro resto da vida. É isso mesmo. A gente pensa assim que a gente eh não está preparando pra próxima etapa da educação, a gente tá realmente preparando pra vida, né? Então, quando a gente pensa em seres, em cidadãos que são eh reflexivos, que vão pensar por si próprio, que vão se colocar, né? Então isso começa aqui com a gente, que é essa base, né? A educação infantil, ela é muito essa base da da construção do ser, do indivíduo, né, pra sociedade. Então aqui ele aprende, né, já a pensar por si só, a se colocar, né, a ter voz, que é o que ele vai usar também paraa sua vida adulta, para toda a sua vida, essa voz. Exatamente. Históri. Então, essa coisa de que os sete primeiro primeiros anos da criança são muito importantes, extremamente. É, eu acredito que até são os os mais principais, assim, o primordial é esse momento aqui, é criar aquela raiz forte para poder aguentar virar, né? Exatamente. Exatamente. Maravilhoso, né? E quem quiser acompanhar o trabalho de vocês, tem Instagram? Sim, nós temos um Instagram, Casa da Criança Vovonestor. Diariamente a gente posta, né, as nossas propostas com as nossas crianças. Então, todos os dias a gente tá alimentando ali e mostrando pras pessoas um pouco do nosso trabalho. Dá para viver um pouquinho essa essa mágica junto, né? Exatamente. E hoje a gente sabe que tem lista de espera, mas também com ajuda, com mais recursos, vocês conseguiriam ampliar as atividades pela estrutura grande que vocês têm e tudo. É, a nossa estrutura é grande e a nossa lista de espera daria para abrir uma outra creche, né? Com a nossa lista de espera daria para abrir uma outra. Então a gente vai buscando, né, o a melhoria sempre pra gente poder atender sempre mais e melhor. Mas o método já tá mais do que, né, é certificado, garantido. Tem funcionado esses anos todos, né? Sim, graças a Deus tem funcionado bem. Eh, a gente percebe que as nossas crianças felizes, né? Elas elas gostam de estar nesse espaço, né? O que a gente sempre fala pras meninas, esse espaço é das crianças, é feito para elas. Então precisa ser prazeroso, né? Isso é Loris Malaguzi, que é um educador que a gente segue, né? Se inspira muito na sua na sua abordagem, na sua fala. Ele fala que na Escola da Criança nada pode ser sem alegria. Então aqui eh precisa ter essa alegria fluindo no rostinho, no olhar, nas propostas, nas ações, tanto dos educadores quanto das crianças. Maravilhoso, né? Eu imagino que quando eles saem eles queiram voltar de vez em quando, né, nos eventos e tal. Sim. Muitas vezes a gente recebe, né, eh, famílias que t irmãos que ficaram e outros que foram, eles sempre voltam. Eh, e hoje depois dessa proposta que a gente fez do projeto, né, da quero quero, onde a gente recebeu esse esse imobiliário, os materiais, as materialidades, muitos deles que se foram antes que volta e fala: "Na minha época não tinha isso, eu quero voltar". Então assim, e é pra gente muito gratificante, né, hoje ver adolescentes que voltam aqui, né, já são jovens que voltam aqui, que lembra da gente, que lembra com carinho desse espaço. Então, acredito que essa é a nossa proposta mesmo, deixar marcas que sejam profundas na vida deles e que eles levem isso com carinho para Exatamente. Obrigada, Fabía, por compartilhar com a gente toda essa história, né? E sucesso. Muito obrigada. Continue sucesso, né? Muito obrigada. E para você que assistiu esse programa, quiser rever ou compartilhar, é só acessar o YouTube da TV Câmara Campinas e buscar por mãos solidárias hoje aqui na casa do vovô Nestor. Muito obrigada pela sua companhia e até sábado que vem. เฮ [Música] [Música]
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