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MÃOS SOLIDÁRIAS - CAIS
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MÃOS SOLIDÁRIAS - CAIS

214 views Publicado 07/09/2024 HD · 41:37

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[Música] [Música] e no mãos solidárias de hoje a gente vai mostrar o trabalho do Centro de Apoio e integração do surdo cego e múltiplo deficiente essa entidade que funciona aqui no Jardim Proença e eu estou aqui ao meu lado com uma das fundadoras que é a muito obrigada por nos receber aqui Márcia Eu que agradeço a oportunidade de poder falar um pouquinho do nosso trabalho um trabalho que é muito essencial né Márcia que atende não um caso ou outro mas os dois juntos né eu queria que você explicasse pra gente como nasceu que eu acho que tem tudo a ver né como nasceu a entidade sim sim na realidade nós nascemos agora mês que vem completamos 20 anos né e oais nasceu de uma necessidade porque eu fui como fonodiólogo né eu vi que a Campinas tinha trabalho com o surdo com o cego então assim as duas deficiências separadas e quando eu conheci o surdo cego eu vi que o trabalho é completamente diferente é outra outra dinâmica é outro enfoque né e Campinas não tinha nada só tinha em São Paulo que né Ava os os daqui a princípio eu conheci um só aqui em Campinas aí eu fiz uma pesquisa no mesmo mês apareceram sete aí foi chegando hoje já estamos com entre surdos cegos e múltiplos sensoriais Nós já estamos com 61 61 61 e e realmente assim a a surde cegueira ela precisa de uma de um olhar específico né porque ele não é um surdo que é cego nemum cego que é surdo né as duas eh deficiências juntas elas acabam levando a uma falta de informação ou então uma deturpação dessa informação que ela vai chegar de uma maneira que o o indivíduo acabe se isolando porque ele não entendeu né não não teve a informação correta do que aquilo significa tant por isso falando em objeto em uma conversa numa alfabetização em qualquer setor na na vida dele pedagógica social então ele precisa de um olhar muito específico né então nós nos especializamos eu iniciei fazendo um curso de especialização depois fiz meu mestrado nessa área para entender essa população para poder trabalhar né E durante 15 anos nós ficamos só com uma população até 20 anos e depois daí quando a gente sentiu que tinha expertise para dar mais um passo nós Já começamos a atender os adultos hoje eu tenho 12 adultos né nesses 61 12 são adultos que a gente Visa mais a comunicação e a socialização né e os menores eles vêm dentro vem de uma parceria com a prefeitura com a secretaria da educação né então todos eles estão na escola né e e tem agora intervenção precoce que são aqueles que não estão na escola ainda por algum motivo ou de saúde ou falta de vaga alguma coisa assim mas que a ideia é inseridos na escola cada vez mais inclusão né e a comunicação ela acontece por conexão né não tem como se eles não tem a referência né por isso que esse olhar específico E pelo que eu senti aqui vocês observam cada criança é feito um diagnóstico especial para esse indivíduo né especial é e o atendimento também é individual né a gente não acredita num atendimento grupal com esse com essa deficiência tá então o que que a gente faz alguns momentos existem duas ou três crianças no mesmo ambiente mas com visando a socialização mas essa criança cada uma tá com a sua que a gente chama de referência né então ele tá cada um são se tem três crianças tem três profissionais Né nenhuma nenhuma profissional fica com três crianças né porque é muito específico cada um tem a sua necessidade tem a sua competência que não dá para misturar né agora socializar dá né então a gente sempre quando pode quando o movimento com permite o objetivo permite a gente une essas crianças numa numa numas numa atividade só mas pensando no amigo no troca troca de turno então agora é respeito porque se eu tenho uma pessoa só se eu sou individual como é que eu vou esperar min vez a vez é sempre minha uhum né então eu preciso ter o outro para cada vez agora a vez o amiguinho agora é minha vez Então é só eu tendo a o contexto para eu poder trabalhar nisso então tem Esse aspecto esse direcionamento terapêutico mais uma visão Educacional e social também né com certeza a gente trabalha no um enfoque transdisciplinar que é onde a criança recebe atenção de um profissional que é orientado pelos outros então ela tá com a físio mas ela tem esse olhar que a fono já ensinou em relação a a postura em relação à comunicação a fono vai trabalhar com ela em relação à comunicação mas já tá também preocupada com a postura dessa criança né não tenho como principalmente no nosso caso que a gente tem muitos os casos de de deficiência visual né Eu não tenho como trabalhar com uma criança com a cabeça baixa sendo que eu preciso que ela mantenha um olhar fixo então quem trabalhou nesse pescoço nessa postura foi a físio trabalhou anteriormente a fome então assim não dá para separar né para um trabalho do outro por isso que é transdisciplinar que um vai complementando o outro mas sem perder a sua particularidade é um suporte assim maravilhoso que a escola não tem condições de prestar hoje né tem a escola tem muita gente junta então a gente dá esse apoio pra escola e falando em escola assim é muito interessante essa parte a gente tem a nossa troca é muito boa sabe as escolas vêm Às vezes a professora quando dá o horário ela vem assistir alguma uma uma algum atendimento tem uns reuniões online né que Agora ficou mais fácil para conversar sobre a criança a gente vai trocando né Por exemplo nós temos uma criança que chegou na escola como uma criança cega sabe e aqui ela ia super bem assim dentro do do limite né quando nós somos aí chamamos a professora porque ela a queixa dela era diferente da nossa porque a gente não tinha queixa e ela tinha com todo o sentido na realidade essa criança tinha visão periférica e como a gente tinha esse olhar já a gente entendia por que ele fazia assim porque ele olhava por aqui a professora não foi avisada então ele fica ela ele mantinha uma postura de frente só que de frente ele não en chega nada porque a visão dele era só periférica a hora que a professor entendeu aquilo porque aquele ele não tinha LDO ainda esse menino a hora que ela entendeu aquilo facilitou tudo tanto na escola quanto aqui comunicação Então essa parceria é fundamental é fantástico né E você falou do laudo o laudo vocês não fazem aqui é feito por um médico Tanto na questão da da surdez da questão visual e também das das múltiplas Def deficiências é então é neurologista é é é psiquiatra é mas principalmente neuro oftalmo e outor Rin E aí Quem Indica vem uma demanda espontânea ou geralmente são outras entidades ou eh a própria prefeitura normalmente vem de outra entidade e da própria agora vem da a própria prefeitura a escola tá mandando coisa que não acontecia né h de uns anos para cá a própria a criança é matriculada eles têm alguma queixa vão vão ver tem alguma coisa daí eles encaminham né Eh Ou então assim ele vai para uma uma uma uma entidade que por exemplo o menino né que veio hoje que na realidade ele ele tem todo um eh uma dificuldade visual e e física que seria um múltiplo sensorial né E então a outra entidade ela não tem experti de trabalhar com a deficiência visual daí ela encaminha para cá eu consegui trazer ele para cá hoje eh por causa de um caminhamento de outra instituição né Eu acho que que trabalha de de junto com Cis ele precisa de um uma estimulação ocular né que vai ser feita aqui é Sim Sim é isso mesmo e como ele precisa esse estimulação que outra instituição não tem que é oai e ele encaminhar eu eu para cá para mim poder conseguir o atendimento né ele a queda ele vem não visualiza não direitinho não sentar não fala É por isso pai manda nós vem para cá Aí no caso dele então seria uma reabilitação né sim e você tá esperançosa que aqui você encontre o que você precisa né para ele voltar a se desenvolver mais rápido com segurança sim vai ficar tudo certo do mesmo modo que se chegar uma criança aqui que ela tiver é uma deficiência por exemplo intelectual e física ela não é o nosso caso porque ela não é sensorial que seria o visual e auditivo então aí a gente encaminha para outro então existe essa troca entre as instituições Sim Isso é muito RIC né é um ganho muito grande né porque ela precisa ganhar tempo de vida ela precisa ganhar tempo de aprendizagem né então se ela ficar como eu dei um exemplo né Na hora que nós estávamos conversando uma entidade que atenda surdo e depois outra que tem a cego ela não vai ter nada de de de de de ganho de aprendizagem né por isso é tão específico e a gente sabe que assim quanto antes esse estímulo começar melhor né sim sim nós temos criança aqui que chega com 4 5 meses a coisa mais rica do mundo desenvolve muito melhor né e assim e para mim fica muito nítido porque quando eu fundei o cis eh as crianças zoológicas já vieram grandes a que era menor era ela tinha 8 anos então ela tinha não tinha tido a experiência a oportunidade de trabalhar especificamente como elas demoraram para aprender para para para se organizar para aquela aprendizagem entendeu E agora as crianças que vêm mais cedo é muito rico elas aprendem muito mais rápido porque elas elas tão informação não tem vícios anteriores A gente já vai no caminho certo né só que a gente precisou passar por essas duas experiências para poder saber isso sim em termos de diagnóstico de ciência Eu acredito que a gente já esteja muito mais avançado do que lá atrás quando começou né s e socialmente também a gente consegue eh dar conta dessa demanda que existe sim é o que a nossa luta maior é o reconhecimento ainda né a surdo cegueira ela não é muito reconhecida Ela não ela ainda é muito muito confundida com uma por exemplo se a criança tem uma deficiência eh por exemplo intelectual com visual o foco fica sendo numa mesmo então assim ah ele não prou atenção Ele caiu porque ele tem uma deficiência intelectual que ele não presta atenção então assim se a gente fizer uma triagem no município nós vamos achar muito mais muito mais entendeu Eu já tentei fazer isso mas isso demanda muito dinheiro uma infraestrutura mci né é não mas se a gente se a gente fizer isso a gente vai ou por exemplo que nem o autista muita criança é confundida com o autista ele não é São é o sensorial é o sensorial que é a diferença né para quem tá assistindo então é muito diferente né uma uma criança dentro do espectro eh do TDH do autismo né diferente do com da criança com alguma deficiência sensori sensorial é e assim nós atendemos o surdo cego que é deficiência visual e auditivo concomitante e temos o atendemos também o o múltiplo deficiente sensorial né que assim são são duas são são duas duas especializações diferent mas que assim uma acaba completando a outra por exemplo quem trabalha com o surdo cego tem competência para trabalhar com múltiplo sensorial o contrário não então o que que é Nossa especialização é em surdo cegueira né a nossa expertise é essa fundei o cais com essa ideia com essa essa finalidade com essa finalidade porém isso nos dá uma uma bagagem para atender o múltiplo sensorial sim né que que acaba sendo acaba sendo mais comprometido em outros setores por exemplo o o sur do cego é mais sensorial mesmo eh audição e visão agora o múltiplo ele já tem mais algumas coisas mais algumas especificações assim de saúde tá o múltiplo ele já tem mais um problema pulmonar já tem um já tem mais comprometimentos que o que o Não não é uma Regra geral Mas normalmente a gente tem um outro olhar sempre é um é um combinado de coisas né não é não daria nem para te perguntar se aumentou o número de de pessoas com deficiência de cego surdo cego ao longo desses 20 anos porque são vários fatores né então mas eu tenho uma boa notícia diminuiu Ah que bom sabe porque a a a causa maior da su de segira era rubéola hum em função da vacina que legal diminuiu então assim Existe muitos múltiplos que est infelizmente tá aumentando uhum tá porque Quais são as causas da Múltipla eficiência eh gravidez precoce quer dizer aquela mãe que tem um filho com 12 13 anos que não tá nem nem o próprio corpo da mãe tá formado quanto mais formar uma outra criança ou a droga né a consanguinidade quer dizer primos que não se conhecem parentes que não se conhecem tendo filho que depois vão descobrir que são parentes tendo filho a conseguidade é um fator muito sério porque se um carrega o g o outro por ser da família normalmente carrega esse G também que que pode acarretar então assim a a aumenta probilidade chance é muito maior a probabilidade é muito grande então assim e agora a sur de cegueira inclusive é um alerta que a gente precisa fazer hoje no adulto ela tá aumentando em função da diabete Hum tá hoje a gente antigamente a gente tinha o surdo cego mais em função de síndromes né que não não deixa de ter ainda mas já é menos aí tem a história da da da da do rubéola que diminuiu né as vacinas se pode tomar direitinho só que tem a história da da a diabete tá aumentando muito diab sim né então quem ficava ou cego ou suro com a diabete com a intensidade disso com não cuidado eu tenho quatro suros cegos pro diabete aqui adultos adultos assim seus 60 60 e poucos anos mcia eu vou te perguntar mais sobre a questão dos adultos mas depois de um rápido comercial a gente volta já [Música] já de volta pro segundo bloco mãos solidárias está hoje na sede do Cais e a gente acabou o primeiro bloco falando que o aumento da diabetes tem também aumentado o número de surdos cegos e a Márcia vai explicar pra gente agora como é que a entidade trabalha também acolhendo essas pessoas e reabilitando né Márcia Uhum é foi bem colocada reabilitando né A diferença é grande entre habilitar e reabilitar as crianças que chegam bem novinhas nós habilitamos nós ensinamos os adultos a gente relembra a gente reabilita quer dizer a gente busca o que eles já teve um dia e hoje vocês têm quatro aqui com com esse quadro por conta da diabetes isso nós temos 12 adultos e quatro em função disso que é que na realidade assim as coisas vão sendo vão chegando né a eu tô eu tô diabético não cuidei eu vou de repente eu tô com uma audição mais mais Prometida daqui a pouco começa com visão E aí assim não tem retorno nisso né E hoje a o índice tá muito alto né de de de diabéticos né então a chance de desse nesse número ter alguns suros cegos é muito grande né agora a nossa maioria aqui dos adultos ele devem são sindrômicos são síndrome de user que é uma síndrome que pensando em síndrome é a que mais dá sur de cegueira né então normalmente a pessoa nasce com uma uma deficiência que normalmente é A surdez e depois ao longo da da Juventude às vezes na idade adulta ele vai ficando com baixa visão alguns chegam a cegueira mas nem todos é uma questão neurológica é uma questão genética gen e na realidade assim o que que acontece ele essas pessoas eles eles chegaram a ser alfabetizados alguns já trabalharam inclusive nós temos aqui Engenheiro que já chegou a fazer uma faculdade fazer trabalhar mesmo só que eles trabalhavam enquanto eles enquanto tinha uma deficiência ou então quando a segunda não estava tão tão comprometida né então o que que eles vieram buscar uma comunicação porque eles foram perdendo essa comunicação né não adiantava fazer língua de sinais fazer libras porque ele não tava vendo mais esse movimento né Não adiantava eu falar vai para casa se ele não sabe ele não tinha olhar pra casa Uhum e ele não tinha ouvido para ouvir casa né então a gente trabalha com libras adaptadas que seria libras mas no corpo na mão na mão por exemplo comer que seria assim vira assim entendeu casa eu coloco a mão dele em cima da minha então assim o telhadinho né então a eles todos a aprender quem não sabia lias começou a aender quem sabia já foi para libras adaptada E aí nós tivemos um caso muito interessante que um deles comentou ele falou tudo bem eu aprendi libras mas eu vou no mercado vou na padaria eu peço um pão que é pão e libras só que o cara não sabe libras que que eu faço né Bem lembrado né daí a gente retomou como todos foram alfabetizados a gente retomou a escrita na palma da mão Hum que legal então todos eles esses 12 eles sabem libras libras adaptadas que que chama libras tátil Hum e a libras na palma da mão a Libras não desculpa a a escrita na palma da mão né e também eles têm por exemplo que nem eu tenho S cego total que ele que é o alfabeto é na mão a b c d ele vai ele vai montando e o Braile funciona para eles também funciona mas assim a aceitação não é muito boa eles têm uma uma certa resistência quem não é cego total que a maioria não é a maioria é tem baixa visão Eles não conseguem se ver eles falam que brile é para cego Eles não estão cegos mas assim seria o momento de estar aproveitando aprendizagem Porque depois vai ficando mais difícil né Então nem todos aceitam mas a gente oferece a gente tem especialista em bril aqui a gente oferece todas as referências como vocês viram nas portas assim os objetos deles todos tem Braile né ontem foi muito lindo a gente foi no na no tribunal para eles treinarem na na na urna eleitoral porque eles querem votar eles vão votar foi muito legal foros super bem recebidos agradeço muito Foi um momento único eles entenderam a gente treinou fingiu assim que tinha né eles eles deixaram tudo pronto pra gente assim tinha candidatos fictícios aí to o Sininho aí também eles testaram para ver se esse timber era suficiente foi muito interessante Então assim eles buscam a cidadania o tempo todo eles querem eles eles passeiam eles vão em parque eles vão em baile e as meninas são quatro são 12 adultos adultos para quatro quatro profissionais né deles não é um para um Como é o lado mais social e não que seja o suficiente porque tem alguns que precisam como precisa quando é libas adaptado é um para um Mas às vezes não tem só que o um lá escuta um pouquinho então dá para para contornar O que é muito rico também né com certeza mas assim pelo toque é el eles trazem experiências lindas na realidade eles estão mais ensinando a gente com certeza do que a gente tá ensinando né eles eles estão ensinando mais e a gente aprendendo mais é muito lindo o Márcia fala pra gente das atividades Gerais que a gente tá até aqui na sala da Educação Física dos multi estímulos é sala sensorial né sal sensorial mas a gente passou por várias atividades queria que você falasse um pouquinho porque assim como o nosso corpo é complexo os estímulos são diversos né SIM SIM todo tudo todo aqui no c vocês viram é tudo muito colorido para que tenha contrastes de cor né Por exemplo essa essa essa aparato aqui on é amarelo e preto o que que acontecia se uma criança tem uma uma pessoa tem uma baixa visão dependendo da luz que tá fora ela chega esse amarelo não dá o contraste do chão Hum então nós tivemos que passar zebrar né é para que ela tivesse esse contraste ali fora também no corrimão azul e branco então a gente tem que dar o máximo de contraste que a gente pode aí tem um estudo Qual é a cor melhor qual não é né o azul é muito comum e por exemplo no Amarelo seria o preto aqui e assim para para Que ela possa quem enxerga possa desviar um pouco disso possa entender na hora de pegar um brinquedo para montar esse brinquedo ter esse contraste então assim a gente dá o estímulo visual auditivo e assim o ambiente tem que estar preparado né cada sala tem a sua referência porque assim não só eh a importância de tudo isso pra gente é o respeito ele entender onde ele está indo ele não tá sendo jogado numa sala depois vai para outra Ah agora eu vou vou vou na sala da fono ele não precisa saber o nome fono talvez nunca vá saber esse nome mas não precisa mas ele sabe que ele vai o que ele vai fazer naquela sala e com quem ele vai fazer depois ó agora nós vamos paraa outra paraa outra tia então assim vamos lá naana então tem a tem a a referência da fisioterapia aí ele vai associando cada cada atividade com o espaço que ele tá tá sentindo para ele está sendo inserido né Eh aí a hora que acaba acabou vamos para casa independente dele já está entendendo isso ele sabe é casa casa casa um dia ele vai entender que que isso é casa por repetição e né É E outra coisa importante também proo do cé e pro múltiplo o movimento correto é muito importante por exemplo tem crianças que eu não posso balançar pro lado porque aí tem um aspecto neurológico tem criança que tem que passar pela frente então tudo isso é visto ISS junto de um laudo que já vem um estudo que a gente tem estudo de caso e discussão de equipe toda semana toda terça de manhã é hora de da reunião de equipe reunião pedagógica e que se fala não dá para falar de todos é lógico mas a gente vai conversando sobre os casos mais importantes os casos que estão chegando então por exemplo a avaliação das Hoje fiz uma entrevista semana que vem tem uma avaliação na outra semana já vai discutir o caso dessa criança se for nossa né o nosso Parque também a gente tem um parque adaptado em que todo Tudo tem um porquê ali também o balanço a cadeira de roda por qu a gente quer que o amiguinho da cadeira de roda convide o outro que não é cadeirante então ele é o dono do espaço ah que legal então todo todo todo o balanço tudo que a gente tem ali tem pro cadeirante e pro não cadeirante né mas a o protagonista ali é o cadeirante ele vai convidar ele vai trazer o irmão vai trazer o amigo né para ele Aquilo é dele legal ele é o protagonista e ele tem um espacinho para quem quer vir com ele né então assim agora assim foi muito legal nós ganhamos nesse no no fim do ano passado a gente ganhou um um audiômetro também para fazer os testes esse material que tá aqui dobrado a gente é uma uma aqui ó é uma gaiola de teraset é um trabalho essencial em fisioterapia que agora só não tá montado ainda porque a nossa fí vai fazer o curso de especialização mês que vem para poder trabalhar né E aí assim a gente busca não promete nada pras famílias mas a gente busca o o que o potencial máximo dele né E graças a Deus a gente tem conseguido muita coisa assim as famílias são muito parceiras mas são assim é eu ia até perguntar porque eu vi que a participação da família é essencial e vocês integram muito isso né muito e é muito legal gente assim isso aí me emociona muito sabe porque a gente não é ninguém sem eles né até porque essa criança ela fica pouco tempo ela vem uma duas vezes por semana né ela precisa dessa continuidade e elas são parceiras mesmo sabe assim e a gente tenta ver mostrar assim ela é mãe uhum né É lógico que ela vai ter que dar continuidade nisso então a fone explica como engolir certinho ela vai ter que dar porque é muito pouco aqui mas assim ela não é A Terapeuta da criança né e assim a aqui é tudo feito de propósito então por exemplo nós a gente tem vidros justamente PR as mães participarem por exemplo tem criança que se a mãe tá aqui pertinho vai essa criança vai se distrair mas a mãe pode estar ali olhando Hum tá ela tá é a gente deixa bem transparente literalmente transparente o nosso trabalho porque cada movimento que eu faço com ela cada bloquinho que eu pego cada brinquedo tem um porquê aí a mãe tá vendo se ela não pergun se ela questionar se ela não questionar na hora para não interromper depois ela vai ser Ah você viu ele pegou aquele vermelhinho por isso contraste isso então assim a participação tem que ser tem que ser e graças a Deus é é bem ativa Então a gente vai ver agora um pouquinho como é que foi as atividades deste dia em cada sala em cada estação de trabalho essa daqui é a minha cestinha de rotina que eu tenho com eles então eles chegam por exemplo hoje aqui na no primeiro tá essa fruta aqui representando que nós vamos trabalhar as frutas hoje então tá aqui e depois aqui tá a caneta que nós vamos usar a borracha e eu coloco a folha para representar o papel que vai ser a escrita que ele vai fazer então tá aqui depois que nós fizemos que ele separou ele escreveu tudo isso daqui a terce o terceiro serve pra gente colocar que acabou então ele separou ele vai colocar lá no terceiro põe aqui aqui da atividade que nós já realizamos acabou aqui que é o lápis que ele usou para escrever isso daqui é representado como se se ele tivesse escrito e a leitura que ele fez el vai colocar de cá também realizou as atividades propostas que foi separar as frutas né a leitura e a escrita que ele fez o Enzo a gente tá num projeto eu tô num projeto de leitura escrita com ele que ele tá aprendendo a ler escrever né de alfabetização e nós estamos trabalhando um projeto com ele de alimentos saudáveis e hoje são as frutas eu noe tô trabalhando na leitura escrita a fono vai continuar depois para explicar para ele como são os alimentos como como que o é nosso organismo o que que ele faz e cada um faz um pouquinho aí depois ele tem atividade C físio para ajudar ele na coordenação né Enzo nós temos as frutas que estão aqui ó ó nós tem aspiras é Melia laranja uva banana morango morango né perira uva melacia laranja morango espera aí hum tem aqui uhum ah tem e você gosta de fazer Essas atividades aqui no cais sim o que que você mais gosta de fazer aqui Enzo conta pra gente treinar bom o Enzo ele tem uma dificuldade motora né no lado direito do corpo então a gente sempre tenta estimular e essa lateralidade dele então a gente trabalha muito exercício para coordenação motora para desenvolvimento de força para equilíbrio então a gente faz um catadão de todas essas habilidades para trabalhar eh ludicamente com ele né e aqui cada cada criança que vem traz uma uma necessidade especial e você trabalha em cima dessa necessidade de cada criança isso cada um tem a sua pastinha né com as suas deficiências E aí em cima disso a gente vai trabalhando e desenvolvendo as suas capacidades e habilidades e ao longo do tempo assim dá para notar a mudança o ganho de confiança de autonomia sim eh a Maria Eduarda mesmo que é outra usuária nossaa eh ao longo dos atendimentos eu percebi eh a alegria dela né em correr na cadeira de rodas E aí eu propus e juntamente com a mãe pra gente participar de uma corrida de rua e foi bem legal assim a experiência né então cada cada usuário aqui nosso a gente vê a especificidade de cada um e o que que é melhor ser trabalhado né a Giovan eu trabalho um pouco de opção de escolhas né faço estimulação da comunicação estimulação de vocaliza ações e também faço estimulação com o método therapy taping né pra gente fechar um pouquinho mais essa boca ofercer mais um pouco de controle oral para ela poder deglutir melhor tanto os alimentos quanto a saliva também Aí você faz a estimulação com esse palitinho naé que ela escolheu a cor foi isso isso a Giovana escolheu entre o rosa ou o verde aqui ela escolheu o palitinho rosa é um palitinho saborizado né ele tem um gostinho meio adocicado E aí eu também faço com estímulos vibratórios com taping coloca o o palitinho tanto dentro da boca quanto fora da boca também e a gente faz essa estimulação básica da musculatura em volta dos lábios a comunicação aumentativa e alternativa Então ela vem como um meio um recurso de acessibilidade Então ela favorece a acessibilidade comunicativa das crianças e pessoas que não são falantes que não ten a possibilidade da fala para se comunicar elas se comunicam por meio do SIM Então a gente tem diversos materiais que estão disponíveis aí eh paraa fonoaudiologia trabalhar comunicação de pessoas com necessidades complexas de comunicação como a Maria Eduarda e aqui a gente tem o sistema dela que é um sistema alfabético então eu tenho as letras né do alfabeto e a gente vai fazendo o acesso por cor eu vou perguntando para ela se a letra que ela quer dizer tá no azul ou no verde ou no vermelho vou fazendo essa essa varredura e ela vai me dizendo né pelo por esse dispositivo se sim ou se não então ela mesmo com a dificuldade motora que ela apresenta ela consegue ter esse movimento para fazer esse acesso com o braço e ela mesmo ter a autonomia da resposta dela e construir as palavras que ela quer Eh nos dizer e nos falar como ela eh tem essa questão da baixa visão a gente trabalha no alto contraste por isso que as cores também são contrastantes tudo isso faz parte do nosso raciocínio Clínico para est possibilitando e oportunizando a comunicação dela esse é o trabalho da fon audiologia aqui as mães dos assistidos são as testemunhas da diferença que o cis faz na vida das crianças ele é muito feliz aqui ele gosta muito das meninas no dia que não vem inclusive ele fica até magoado né comigo e ele gosta muito das meninas e ele involuiu bastante na escola deu para sentir diferença deu sabe ler bem escrever também né de eu pass uma grande diferença em doença depois que ele veio agora Ele tá trabalhando um pouco do desenvolvimento motor né dos dois lados sim que o lado direito dele era praticamente paralisado ele não Não mechia e aqui ele desempenhou bastante a Duda tá aqui há 7 anos o kais é extremamente importante eh além de todas as terapias que ela faz aqui semanalmente eh eles estão envolvidos em todas as áreas da vida da Duda então eles participam da área escolar ajudam a gente nas dificuldades que a gente enfrenta com a escola eh e ela é completamente apaixonada pelas terapeutas em virem e ela se dedica muito é muito especial esse lugar e dá para sentir o ganho dos estímulos corretos com as profissionais adequadas para cada torzinho ali dá para sentir o ganho nos estímulos né nossa Com certeza sim e você vê a evolução dela eh diariamente né No fim de cada terapia as meninas têm um olhar muito específico para para cada deficiência né e elas fazem uma coisa bem focada e descobrem coisas que a gente acreditava que não aconteceria por exemplo a última coisa foi que a Maria Eduarda é alfabetizada e foi elas que descobriram isso então muito importante o trabalho que elas fazem aqui e até corrida já participou até de corrida domingo ela participou da corrida do pernas de aluguel e junto com a terapeuta e foi muito legal ela adorou então a gente viu aí o Enzo a Maria Eduarda Geovana né passando por Tod as estações né de fono a fono é muito essencial aqui no trabalho de vocês não por acaso você uma né para ter essa visão complexa né holística do do ser humano né comunicação em si né comunicação e Márcia vocês vão fazer então 20 anos o c vai completar isso e tem um evento especial que você queira compartilhar S nós vamos fazer uma corrida dia 15 de setembro lá no Taquaral né uma corrida Nossa vai ser nossa primeira corrida né então a gente tá a gente vai colocar nas redes sociais né Eh que cada ento que a gente faz é uma é um é uma chamada pra causa né que é importante e aí a gente vai tá tá fazendo essa corrida no dia 15 de setembro às 8 horas lá no no na Lagoa do Taquaral né tudo isso vai ser vai ser divulgado através das nossas redes sociais né Nós estamos no no no no Instagram no Instagram né osque cais Campinas temos a o temos o nosso o nosso e-mail é o www.car Campinas @org org.br temos o nosso e-mail Cars @c.a WhatsApp que é 98800 456 então colocando Car vocês acham a gente nas redes sociais né tá e a gente tá sempre divulgando nossas atividades são quase que semanalmente então quarto é semanalmente divulgada as atividades que a gente faz com as crianças com as com os adultos né e a corrida é aberta para todo mundo para todo mundo é daí vai ter vai ter camiseta tudo isso a gente vai divulgando nas n nas redes né é só seguir que é só seguir que a gente é a gente vai tá divulgando isso com detalhes vai começar agora dia primeiro de setembro a gente já começa aar mês de 20 anos né no mês de 20 anos para comemorar com chave de nossos 20 lindos anos Graças a Deus sim com muita muita garra e essa garra eu devo a a Deus e devo a minha equipe sensacional sabe assim elas são de ouro Essas meninas são né eu tenho físio fono tenho pedagogas tenho várias especialidades todo mundo quando chega aqui nem todo mundo é especialista em de segueiro a gente faz a nossa formação aqui dentro né Eu sou especializada e vou formando as meninas elas vão se especializando na área mas elas já vem com alguma especialidade então por exemplo PR pedagoga ela ela já é professora de educação especial isso é um pré-requisito as e elas tem bibras tem as especialistas então todas já vem com a sua especificidade que a gente vai juntinho a gente vai aprimorando é um timaço graças a Deus parabéns e que sejam muitos mais anos aí muitos mais 20 esses outros 20 não sei com quem vai ser mas vai ser lindo também com certeza eu agradeço muito muito e contem conosco sempre tá bom muito obrigada por nos receber aqui Márcia eu agradeço muito poder mostrar meu meu Nosso Cantinho Um Cantinho muito rico e para você que nos assistiu e quiser reassistir esse programa ou compartilhar com alguém é só entrar no YouTube da TV Câmara nas playlists do mãos solidárias e a gente volta no sábado que vem com uma nova entidade para mostrar o serviço das mãos solidárias na cidade de Campinas [Música] [Música] w [Música]
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