TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
Mãos Solidárias | Associação Vianney: 68 anos de cuidado, inclusão e transformação social
Em destaque · HD Vídeo · MÃOS SOLIDÁRIAS

Mãos Solidárias | Associação Vianney: 68 anos de cuidado, inclusão e transformação social

287 views Publicado 07/07/2025 HD · 47:05

Descrição do vídeo

O Mãos Solidárias desta semana apresenta a emocionante trajetória da Associação de Assistência Social São João Vianney, que há 68 anos transforma vidas na região da Vila Georgina, em Campinas. O projeto nasceu da sensibilidade de Dona Carmen (in memoriam), uma assistente social da Paróquia Santo Cura D'Ars, que percebeu a necessidade de oferecer alternativas saudáveis e educativas para jovens no contraturno escolar. O que começou com um simples time de futebol se tornou uma OSC (Organização da Sociedade Civil) de referência, hoje cofinanciada pelo serviço municipal de Assistência Social como um Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. Atendendo crianças, jovens, adultos e idosos — dos 6 aos 99+ anos — a Vianney oferece oficinas gratuitas de: 🎨 Artesanato 🎶 Musicalização 💻 Inclusão Digital 🤸‍♂️ Esporte e dança 🍽️ Distribuição de cestas básicas para famílias cadastradas A atuação da entidade impacta profundamente a comunidade local, promovendo autonomia, autoestima e pertencimento social. 🎤 Participam deste episódio: Meires Maria Piacente, presidente da Vianney Gustavo Almeida, coordenador de projetos sociais Isabella Dias, oficineira de artes manuais Luiz Dias, oficineiro de inclusão digital Sinval Júnior, oficineiro de musicalização Henrique Almeida, educador social Kátia Rodrigues Faria, publicitária e apoiadora do projeto Vera Lúcia Machado, aposentada e aluna das oficinas Isaac Baruque Santos, 8 anos Samantha Vitória, 10 anos Heloísa Uchoa, 10 anos Durante o programa, você vai conhecer histórias de superação, afeto e construção coletiva que mostram como o terceiro setor é essencial para o fortalecimento dos laços comunitários e para a garantia de direitos fundamentais. 📲 Quer saber como participar ou apoiar a Vianney? Acesse o site: www.vianney.com.br Siga no Instagram: @associacaovianney 💬 Participe da conversa: Você conhece alguma instituição como essa no seu bairro? Já participou de oficinas sociais que transformaram sua vida? Deixe seu comentário e compartilhe este vídeo com quem acredita na força do trabalho social! Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

Transcrição completa do vídeo

42 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

E no Mão Solidárias de hoje, a gente vai conhecer a história da Associação São João Vianei, que há 68 anos trabalha pela dignidade, cidadania das pessoas em situação de vulnerabilidade social aqui da Vila. pela Jorgina. E quem vai contar pra gente como tudo começou é a Meiris Piacente, que é a diretora aqui da entidade. Meires, muito obrigada por nos receber aqui na sede. Queria que você começasse falando como começou essa história lá atrás. É um prazer recebê-los. A Alexandra, a gente chama de Vianei, né? A associação ela começou, eu me emociono. Que legal. Ela começou com a necessidade que a dona Carmen viu, que era uma assistidente social, que ela viu dos jovens que tinha muito jovem na comunidade do da do Santo Curadarse, que é Santo Curadarse, é, o nome dele é São João Maria Vianei, que é o patrono dos padres. Então, a nossa paróquia chama Santo Curadarse. E ela viu a necessidade porque tinha muito jovem, ah, e não tinha o que fazer. O bairro era pequeno ali no Santo Odila. Uhum. O bairro era pequeno e eles e ela pensou que poderia juntar a a moçadinha no final de semana para fazer um um jogo de futebol, fazer um bailinho e começou desse jeito a Viani. E nesse decorrer do tempo, ela percebeu que ali havia muitas famílias que tinha a vulnerabilidade, principalmente com alimentação. Então ela começou junto com o senhor Bruno Nardini a fazer coleta de alimentos para fazer doação para essas famílias de cestas de alimento. E a nossa meta até hoje a gente faz isso, graças a Deus. Mudou muito a vulnerabilidade social, será? Não sei desde quando você tá dentro do Eu eu estou aqui na Vian já está fazendo uns 45 anos. É, é, é um bom tempo, né? É um bom, um tempinho. A, o que a gente percebe que nós atendíamos toda uma região e depois com o passar do tempo, a a nós éramos só uma associação ligada à igreja. Uhum. E daí com o passar do tempo, foi acho que em 64, ela tornou-se uma associação, uma ONG, que hoje a gente que é que é OSK. Então ela passou, ela até mudou o nome, como era a Associação de Assistência Social São João Maria Vianei, ela passou a ser Associação de Assistência Social São João Vianei. E aí nós consegui, fizemos convênio com a prefeitura, convênio com a FEAC e começaram assim mais cursos, tinha curso de marcenaria, tinha curso de contabilidade e a gente via que havia a um rodízio muito grande dessas famílias, mas sempre com muita procura, até hoje muita procura, por alimento, por alimentos, por roupas, por muitas vezes pra gente sanar assim necessidades, tem necessidade de orientação, o que fazer para conseguir para um para um trabalho, pra escola. Então, a gente tenta maneira que pode. E é interessante, né? Porque embora seja uma associação que começou com a igreja, ela realmente se perpetuou com a vocação da fundadora, né, que é assistência social. É isso, né? E agora nós estamos focados aqui na na Vila Jorgina e nós atendemos dois bairros ali do, eu acho que é a Vila Joaquim Inácio e tem uma outra que é do lado de lá da pista. E recentemente vocês conseguiram a aquisição dessa sede que era bem ao lado, né? Aí acho que tem umas mãos invisíveis que ajudam no Ah, não é só umas não, são muitas mãos muitas mãos solidárias, né? muitas mãos solidárias que ajuda a a gente manter essas portas abertas, porque é muito difícil, muito difícil a gente para manter essas portas abertas. Nós temos um bazar que abre de de terça-feira à tarde, de quinta-feira de manhã. Nós temos muitos voluntários que fazem doação através do através direto na conta corrente, que a gente chama de amigos da Via Nei. Nós também temos pessoas que fazem doação, ah, vão de todo tipo de doação, de roupa, de calçado, de móveis, de alimentos, enfim, tudo chega na Vianê. Graças a Deus. A, e a gente também faz e empréstimos de cadeiras de roda, ah, cadeiras para banho, colchões, cama de hospitalar, hospitalar. Ah, bengala, muletas. Então, é um serviço também. É um serviço também para arrecadaros. Não, esse é doação. Doação, não, é empréstimo. É voluntário. Voluntário. Empréstimo. É um empréstimo. Vai e volta, né? Vai, usa e volta. E o bazar funciona aqui na sede mesmo? Não, na outra. Na outra casa nós temos a casa um que fica ali na Macaraí 3005, tá? E essa que fica aqui na Bianquinha, certo? A gente vai colocar as imagens então pro pessoal que tiver interesse buscar pelo bazar, né? né? Às vezes tá aqui pertinho na região e é uma forma de ajudar a economia, de circular e ajuda muito as entidades, né? Os bazares. Sim. Nós nós aceitamos todo tipo de doação que as pessoas tiverem para não estar. Roupa, brinquedo, tudo. Roupa, brinquedo, livro, calçado, móveis também. Móveis, tudo a gente aceita, porque o que não serve para nós, a gente passa para outros. Tem uma rede, né? É uma rede. E vocês fazem festas também? Fazemos, fazemos festas juninas, fazemos festa de aniversário da Via Nei, que normalmente é por volta de novembro, assim, a gente costuma fazer um jantar dançante, um um algumas brincadeiras assim com sorteios e a gente faz festas também em outros lugares, parceiros nossos, entende? Então, apareceu uma parceria, nós estamos dentro. Fica a dica aí para quem tá vendo, né? E hoje vocês então eh fazem esse serviço de emprestar esses materiais hospitalares ou moletas, cadeiras. Tem a a atendimento com relação à alimentação, doação de cestas básicas e também atendem crianças, eh, jovens e adultos. Isso. Nós atendemos criança a partir de 6 anos até 14, depois dos 14 até 90. Até 100. Crianças de 100 também. De 100 também. No contraturno escolar. Então as crianças isso. No contraturno elas frequentam 50. é mais ou menos uma média de 45 a 50 de manhã, 450 à tarde, porque nós temos um convênio para atender 90 e a gente sempre põe um pouco mais por nossa conta porque e temos bastante fila espera, infelizmente. Infelizmente tem temos. E se vocês tiverem mais recursos, vocês têm estrutura para atender? Sim, temos. É, aí dá dor no coração, né? Precisa dos recursos, né? A gente trabalha também, tem um grupo do CMDCA que a gente trabalha, eles estudam até às 4:30 no período integral e depois eles vêm para cá. É uma média acho que de 30 jovens que vem todos os dias. É, segunda, terça, quarta e quinta. as sextas-feiras não. E aí toma um lanche, aí conversa e tem os ofic os oficineiros que fazem atividades com eles. E tem um caráter profissionalizante também para alguns. Não, não. Esse é mais para contraturno, formação do indivíduo, né? Formação do indivíduo, do ser humano. E pros adultos, o que que tem? Pros adultos tem a ginástica. Hum. Nós temos um grupo de ginástica. A gente chegou, eles estavam saindo. É. Ginástica. Tem o o curso de dança. Que legal, de música. Tem o o musicista que ensina, que dá, ele ensina canto e ensina instrumentos. Também temos artes, artes manuais e computação. Que legal. Ou seja, muita gente sendo impactado por esse projeto, né? Muito. E nós começamos desde aqui a envolver mais o pessoal. Foi o ano passado deste lado. Então, e a procura agora tá uma maravilha. O pessoal já já nem tem vaga para todo mundo, infelizmente. É, né? Mas tem vontade, né? É, então quem se sensibilizar e quiser ajudar de alguma forma, de toda forma, nós também precisamos de voluntários, entendeu? Nós precisamos de voluntários para nota fiscal paulista. Nós precisamos de nota fiscal paulista, que nos ajuda muito quem tiver. E nós também precisamos de voluntários. Pode ser um contador de história, pode ser um que faz arte, pode ser que faz teatro, enfim. a que nós aceitamos todo tipo de voluntário. Legal. Todo mundo é um pouco artista, né? Sim, sim. Também tem na parte do bazar, tem na parte da das cestas, né, de alimento que a gente separa. Tem que tem que separar os alimentos, tem fazer a triagem, a triagem todinha, cadastro, né? Acredito tudo. Ver a validade dos alimentos que ganha, tudo. Então, ou seja, tem muita coisa, né? muita coisa, muito trabalho. Muito bom, Meiris, agradeço demais você compartilhar essa história com a gente de sucesso, né? Que l 68 anos. Então, já é uma jovem senhora. É um pouquinho mais nova do que eu. E você já tá um tempão aqui se dedicando também, né? Mas é muito bom, é gratificante, não é? Muito, muito, muito. Eu falo que é difícil a gente entrar, mas depois não sai mais. Você é rece, é dando que você recebe, né? Já dizia. É. Ah, eu queria deixar bem claro assim que a diretoria ela é voluntária, não recebe nada. Nós temos funcionários, funcionários são assalariados e mas toda a diretoria é voluntária, fora o n voluntários que nós temos e ainda precisamos de mudo. Sim. É, precisa ter funcionário também para que garanta que a estrutura funcione, né? Senão os serviços ficam muito vulneráveis, né? É difícil e a gente precisa sobreviver, todo mundo sabe, né? Mas quem tiver esse tempinho livre, então fica o convite, né? www.sanjo vianei. Vianei tem 2n e y no final, né?com.br. E também tem o Instagram, a gente vai colocar aqui embaixo para quem quiser entrar em contato. Obrigada, Meires. E no próximo bloco a gente vai falar com o Gustavo sobre as atividades que acontecem aqui. Imagina. Eu que agradeço vocês, tá? Obrigada. A gente volta já já. [Música] De volta pro segundo bloco. Hoje conversando sobre a Associação São João Vianei, que está aqui há 68 anos na região da Vila Jorgina, trabalhando com assistência social e promovendo muitas coisas legais, que quem vai contar pra gente é o Gustavo Campos, que é coordenador de projetos sociais aqui da entidade, né, Gustavo, muito obrigada por receber a gente aqui na sede. Gustavo, conta pra gente como é que funciona as atividades aqui, né? Que vocês trabalham com diversos públicos, mas dá tudo certo no final, né? Ô, dá tudo certo. Tem muita coisa que acontece aqui, né? Mas a gente eh fica muito feliz de poder proporcionar atividades e momentos eh onde as pessoas podem possam conviver e se fortalecer dentro dos seus vínculos, dentro das questões que acabam acontecendo dentro da comunidade, das suas famílias ou consigo mesmo, né? E aí a gente desenvolve atividades esportivas, culturais de artesanato, atividades recreativas, socioeducativas, enfim, tem várias atividades que a gente executa aqui, né, em parceria com a Prefeitura Municipal de Campinas na execução do serviço de convivência. E a gente tem os 6 a 14 anos, que aí a gente atende as crianças dentro dessa faixa etária. E aí a gente acaba desenvolvendo algumas oficinas eh de artesanato. Eles têm moitai, eles têm oficina de fitce, tem oficina esportiva, eles fazem oficina também eh de inclusão digital. Então, a gente trabalha um pouquinho eh não só o computador, né, informática, mas toda a nuança da da tecnologia, né, nos dias de hoje a gente tem uma oficina também de meio ambiente e sustentabilidade referente a tudo que tá sendo falado no decorrer do ano, né, a gente aí o Brasil tá sendo sede do COP 30, então a gente tá trabalhando isso também aqui no no cidade, no município, nessa região, com as crianças. E a gente tá aí chegando também com uma oficina de culinária, oficina de idiomas que eles vão ter e também uma oficina de robótica. E aí que a gente tá eh nos trâmites finais aí para est acontecendo essas oficinas com a turminha, né? E aí a gente tem também o Centro de Convivência inclusive intergeracional que a gente atende os adultos, idosos e jovens, que aí a gente faz oficina, tem de flashback, tem oficina de técnica vocal, tem oficina de fit dance, também tem oficina de inclusão digital. a a oficina também esportiva que a gente chama de movimento e lazer, que elas fazem ginástico, alongamento. Eh, então é muito, muitas atividades assim que acabam acontecendo e uma oficina de saúde e bem-estar, que é uma oficina que a gente tá desenvolvendo também com aquelas pessoas que precisam de uma orientação mais eh psicológica, né? não o trabalho de terapia eh da terapia eh que a gente que faz toda vez, né, terapêutico, mas um trabalho comunitário de entender como eles podem lidar melhor com seus sentimentos, com as suas emoções, com alguma frustração, né, porque a gente recebe bastante pessoas com alguns problemas de saúde e aí a gente acaba trabalhando isso também porque é o ciclo de vida, né? E aí a gente atende desde a barriga da mãe até o 99 mais. Então a gente trabalha com toda geração aqui. Qual é o mais experiente que vocês atender aqui? Olha, a gente atende a dona Valentina que tem 92 anos de idade e ela vem em todas as oficinas e ela sempre fala: "Se tiver como ser mais puxado, mais forte eu faço". E ela dá um baile até na gente aqui, porque ela faz muita coisa. É muito legal. Dona Valentina. Dona Valentina já tem minha admiração, né? Ela é uma graça. E tanto de projeto sai dessa cabeça. Então, menina, aqui essa cabeça eu falo que ela ela não para de produzir, né? Eu eu acho desde quando eu era pequeno, desde quando eu era criança, eu sempre sonhava em em produzir. Eu sempre fui uma pessoa muito produtiva, então eu sempre fui uma pessoa de querer fazer, de querer movimentar, de querer montar. E aí algumas coisas vão saindo da cabeça, mas ao mesmo tempo eu costumo conversar muito com a equipe, né? Então, a gente é um time, a gente é uma equipe. Então, eu costumo muito conversar com a equipe de educadores, de oficineiros, principalmente porque são eles que estão direto no atendimento pra gente entender qual que é a necessidade daquela comunidade, desse território ou de algum determinado grupo pra gente conseguir proporcionar atividades e oficinas que também consiga eh ir de encontro com o diagnóstico social que a gente tem aí da nossa comunidade, né? E é por isso que a gente tem um projeto que é um projeto chamado MOV, que é um projeto que a gente eh tá sendo um piloto pra gente começar a trabalhar com as crianças que estudam na escola de tempo integral, que aí é um projeto sóciopedagógico esportivo, que eles fazem oficinas eh esportivas. Então eles têm a oficina de futsal, de vôlei, maiti, fit danse e eles a gente trabalha a questão pedagógica também na questão do desenvolvimento do da criança e do adolescente dentro da perspectiva escolar, porque a escola de tempo integral eles entram às 7 da manhã e sai às 4:30. E pra comunidade fazer todo esse entendimento, assimilar isso na cabeça da criança, né? Eh, ainda mais num numa num espaço onde a quando se passa muita dificuldade, o estudo não se torna prioridade, né? E aí a gente acaba fazendo diversas diversos trabalhos com eles e a parte social de acompanhar essas famílias em todas as suas necessidades, em todas as questões sociais que eles acabam enfrentando. Então, eh, a gente inovou bastante que agora a gente funciona das 8 da manhã às 7 da noite, então a gente tá aí aberto até esse horário para atender toda a nossa turminha aqui. esses de período integral, então saem da escola, vão para casa, depois vem para cá fazer uma atividade esportiva e também uma esculta ativa, uma troca de Exato. Exatamente. Então eles saem da escola, às vezes não dá nem tempo de ir para casa, porque eles já saem da escola e já vem para cá e eles amam estar aqui, né? E aí eles fazem essas oficinas e também a gente faz uma escuta. E a gente percebeu que eh eles vêm com muitas muitas muita necessidade de diálogo, de expressar seus sentimentos, de expressar as questões que aconteceram durante o dia na escola. E aí a gente acaba dando esse reforço aí de tentar fortalecê-los dentro desse do sistema educacional e principalmente garantindo esse direito à educação que eles têm e merecem ter, segundo o nosso Estatuto da Criança Adolescente. Com certeza. E a Me falando lá de trás como tudo começou, né? Você acha que hoje o serviço social ele se desenvolveu bastante? Ele já tá mais eh capacitado mesmo para atender essa mudança que às vezes é rápida e às vezes a gente ainda continua com algumas carências que existiam lá atrás, né? Sim, sim. Eu eu falo que eh o trabalho social, né? trabalhar na política de assistência social, ela é uma eh é como se fosse um tiro no escuro, porque a gente nunca sabe o amanhã, né? Hoje a gente sabe qual que é a demanda, mas amanhã a gente não sabe qual a demanda que que eles vão vir, né? Então a gente precisa estar se inovando, estudando, conhecendo e entendendo eh de forma mesmo que a gente trabalha de forma com o grupo, a gente precisa a gente precisa olhar de forma individual. E acho que esse é o um número das nossas eh da nossa do segredo da nossa receita, a cereja do bolo, né? Porque exatamente que a gente olha eles de forma individual, a gente consegue entendê-los de forma individual. Então a gente chama todas as crianças pelo nome, a gente consegue identificar cada um na sua situação, cada um na sua demanda. Então isso é muito potente assim e acho que é o que faz com que eles estejam aqui, né? Eles me falam que gostam, né? E a gente vê isso nas presenças deles aqui. Então isso é muito bom. E principalmente os adultos idosos também, porque eles evoluíram muito. Assim, a gente vê que eh o que a gente trouxe para cá evoluiu muito dentro da comunidade e dentro desse público também. Você sente nesses três anos assim que as atividades que o o Viani proporciona, ele transmuta toda a família? Sim, muito, muito, muito. Ele passa por todo, por todo o caminho. O nosso momento agora é que a gente tá estudando possibilidades pra gente conseguir acessar a figura paterna, né? Então, a gente vê bastante a mãe presente ou avó presente, né? né? Então, a figura feminina a gente vê presente na instituição, mas a figura paterna a gente ainda não vê muito, mas a gente tá estudando projetos dessa cabeça e junto com a equipe estudando projetos e entendendo também quais são os meios que a gente vai desenvolver para conseguir trazer essa figura para dentro da instituição, né? Muitos trabalham, mas muitos também estão em casa, né? E acho que a gente precisa eh olhar para esse cenário e entender qual que é a melhor forma, mas a gente consegue abraçar a família eh de forma única assim. Então aqui tem a criança, tem a avó, tem a mãe, tem um tio, aí tem um primo, porque eles são tudo assim, tem muito primo aqui, todo mundo é primo de todo mundo. Inclusive eu quando comecei a trabalhar aqui, encontrei um primo meu aqui e aí eu fui descobrindo que era meu primo. Então aqui é uma família. Eu costumo até dizer assim para todo mundo, a vian é uma mãe, porque a gente abraça e acolhe tudo e todo mundo aqui. Tirou a mãe do nome, mas continuou na essência, né? Exatamente. Exatamente. E muito interessante essa essa questão de trazer o pai, porque são pessoas que também precisam do diálogo, da escutativa, da troca de de informação, de experiência e às vezes tá meio ali isolado, né? Sim, é necessário, né? Eu acho que eh a a figura paterna é uma figura que ela vem eh caindo muito, né, no decorrer do dos anos, decorrer da história e no decorrer da evolução da sociedade, mas a gente tem buscado também entender que a gente precisa fortalecer, porque nós somos um serviço de fortalecimento de vínculos e que trabalha com famílias e o pai faz parte de uma família. Então, a gente precisa fortalecer essa figura para estar presente também eh nas ações, nas atividades e principalmente eh um olhar que eles possam estar mesmo, né, ofere ofertar algo que eh seja de interesse para essa figura, porque muitos trabalham e aí o lazer acaba não tendo tanto, né? Então, a gente tentar garantir o direito do lazer, o direito de ir e vir, né, o direito de da segurança familiar, né? Então, a gente tem buscado tudo isso e principalmente eh nesse reflexo aí na figura masculina para est dentro da instituição. Quem sabe a gente começa a fazer umas partidas de futebol aí na nossa quadra, né? Eu acho que o futebol a abraça todo todo o pai, né? Um futebol com churrasco no final do dia, né? Quem sabe a gente pensa alguma coisa por aí. Já dá para prever um sucesso, né? Exatamente. E vocês estão convidados para me conhecer quando acontecer. Legal. Eu não sei se eu vou entrar em campo, mas Ah, mas você pode filmar, tá tudo bem. Pode filmar, pode filmar, Gustavo, mais cedo a gente foi com a gente foi passeando pelas oficinas, né? Sim. E a gente vai compartilhar um pouquinho agora com as pessoas. Eu tava vendo ali a oficina de leitura. Sim. Aí uma pequena garota, muito jovem, já perguntando da Rute Rocha, falei: "Olha que legal, né?" Aqui a gente tem muitos talentos. Eu falo que eh dentro das periferias, dentro das comunidades, existem muitos talentos. Só que muitos desses talentos não são não não não se tem as oportunidades, eles são calados, né? E aí ter um espaço como uma instituição social onde eles possam, onde a gente possa explorar um pouquinho de cada talento, né? E é por isso a importância do trabalho do educador social, né? O educador social ele não tá aqui só para fazer, eu falo do educador social, porque eu vim desse caminho, tá? comecei como educador social e o educador social ele vem para trazer essa abertura de horizonte na cabeça do do atendido, né, daquele que se beneficia das nossas atividades. Então a gente aqui a gente descobriu talentos eh como pessoas, a gente foi até eh um jogador de futebol também muito conhecido, ele participou da instituição e aí quando a gente visitou o estágio, descobrimos que ele participou da instituição. Então assim, tem muitas histórias de muito talento aqui. a gente tenta explorar. Então, eh, tem crianças que sabem dançar hip hop muito bem, tem crianças que t o dom da música de forma que a gente nem imaginava e o trabalho dos oficineiros e educadores, eles vêm para isso. E agora a gente tá descobrindo até atleta, né, com as oficinas de mãe, tá? Então, os atletas estão vindo e quem sabe aí a gente assiste alguém nas Olimpíadas daqui alguns anos, né? Por que não, né? Exatamente. Eu eu tô pronto para isso. Ah, que ótimo. São sementes maravilhosas, mas precisam de um solo fértil, né? Com certeza. Com certeza. E mais do que isso também, né? De ser atleta ou de ser um cantor famoso, é ser uma pessoa feliz e plena, né? Isso é o que a gente busca, né? Então vamos ver um pouquinho como funciona as oficinas. A gente já volta. Claro. Chega aí com a gente. Legal. A Isabela é oficineira de artes manuais aqui da entidade e vai explicar pra gente como é que ela trabalha com essas crianças, o que que ela desenvolve com essas atividades, o que que as crianças desenvolvem a partir disso, né, Isabela? Tudo bem? Boa tarde. Como vocês já sabem, meu nome é Isabela do atividade de artes manuais e aqui a gente volta muito pela sustentabilidade. A gente tenta usar garrafa pet, papelão, jornal, tudo que vai ser descartável, a gente tenta voltar como atividade para eles mesmos, até pegando o lixinho e aprendendo a jogar no na corzinha certa. a gente tenta ensinar tudo, tudo isso para ele, para eles saírem daqui como pessoas melhores. Então, a arte vai além simplesmente de produzir coisas, mas também de entender o meio em que vive, né? Com certeza. Desde lembrancinha para família, lembrancinha para oficineiros mesmo, são tudo eles que fazem. Então, datas comemorativas, eles elaboram tudo e eles entregam. É, é a coisa mais linda de viver. É muito original, então, né? Com certeza. E vocês produzem assim, expõe depois em algum momento, em alguma época também pros pais, pra família ver. Sim, a gente tem o nosso Instagram que a gente posta também, a gente tem muitas crianças que vem através das nossas redes sociais, a plantinha que foi eles, eles que fizeram, cortaram a garrafinha, pintaram, plantaram. Então tudo isso é eles mesmo que faz com a própria mãozinha deles. Inclusive esses grafites aqui na parede que vocês viram que são lindos, são eles que fizeram através de uma oficina, né? Exatamente. Eles fizeram tudo. Óbvio que tinha o educador fincineiro para ajudar, mas tem coisas que dá para ver que foi a criança que fez, sabe? É muito, muito gratificante. Tem um toque especial, né? É o segredo. Obrigada. Agradeço, gente. Tudo de bom. Obrigada. O Isaac tá fazendo aqui a arte na oficina de hoje. Vai falar pra gente o que que ele mais gosta de fazer aqui. São tantas oficinas legais, não é? Eu gosto mais de fazer educação física e artes. Hum. E o que que você gostou de fazer aqui que você me mostrou? Eh, coração. Meu coração. Hum. Que eu fiz de grafite. Que legal. E hoje vocês estão fazendo o quê? Conta pra gente. Desenhando a gente no balão. Ah, cada um tá fazendo seu próprio retrato, só que no balão. É. Tá sendo desafiador. Humum. Tá tranquilo? Tá. E tá curtindo o resultado? Sim. Então vamos ver, né? Os rostos de todo mundo, né? Uhum. Obrigada. De nada. Sim. Val, você que é o oficineiro aqui de canto, de musicalização, hoje assim, cercado de mulheres, não sei se tem homens também ou se as as meninas são mais afeitas ao canto, né? Como é que funciona as oficinas aqui? Você faz com eh essa classe? Tem outras classes também? Hoje temos aqui tá faltando alguns alunos. Tem dois dois alunos operados, eh, que operaram na mesma semana e estão na recuperação agora. Mas aqui os as aulas de de técnica vocal acontecem toda semana às quartas a partir das 14 à 13 horas com os adultos e tem musicalização com as crianças jovens eh que é período da manhã, duas oficinas de manhã, mais duas na parte da tarde. Então, na verdade, três oficinas, um com os adultos, mais duas com os os adolescentes e crianças também aqui da da entidade. Ou seja, cantar é para todo mundo, né? E o que que trabalha essa questão da musicalização? Eu tô vendo vocês cantarem no tom. É claro que às vezes a gente não tem uma ambição de ser um músico profissional, mas pode ter, né? Mas o que que trabalha a música pra pessoa como desenvolvimento humano? Nessa oficina, especificamente, nós estamos trabalhando a fisiologia da voz. Então, a técnica é a partir da fisiologia. Isso a gente vai trabalhando respiração, trabalha consciência corporal, eh exercícios de afinação, exercício de escala musical. Então a gente vai, já trabalhamos composição, temos já algumas músicas compostas pela gente mesmo, né? Então acho que são quatro músicas, quatro ou cinco que a gente já compôs nossas mesas aqui. Acho que cinco músicas, são cinco, né? com os adolescentes também, as crianças também já fizemos algumas composições. Então assim, a gente passou um processo de composição e e agora estamos voltando a trabalhar a técnica vocal para executar essas músicas de um jeito eh nosso também, né? Legal. autoral, então vai dar um brilho especial pra composição própria. Então isso, isso a gente começou trabalhando a técnica vocal, paramos para compor, agora voltamos a estudar a técnica vocal para poder trabalhar em cima da das músicas que nós compusemos. Muito legal. Então vamos ouvir das meninas agora o que que elas acharam disso tudo, né? Obrigada. Imagina um prazer tá com vocês. Vera, conta pra gente, você já tá fazendo a musicalização aqui faz tempo? O que que você tá achando? Você já gostava de cantar? Sim, sempre gostei de cantar, mas nunca aprendi. Então agora foi uma oportunidade para pra gente assim aderir mais os nossos eh conhecimento, vamos dizer assim, né? E aí surgiu a aqui a oportunidade de de dar aula de canto com cival e a gente tá aprendendo. Que que você tá achando? Já fizeram uma composição e tudo e agora estão indo mais pra fisiologia para aprender o próprio aparelho, né, que todo mundo tem. Como é que tá sendo esse processo? É, tá sendo excelente porque a gente não sabia nada, né? Então agora estamos usando essas ferramentas que o Cival tem nos apresentado. E a gente tem até que respirar melhor para poder cantar. Tudo isso ajuda no dia a dia, né? É, as técnicas vocais a gente ainda tá aprendendo, mas eu tenho certeza que a gente vai fazer bonito, né, Simão? Obrigada, Vera. Obrigada você, Ktia. Que que você tá achando dessa experiência de aprender a cantar? Embora todo mundo saiba cantar, mas tá aprimorando isso e descobrindo tantas coisas, né? Para mim tem sido maravilhoso. Tô gostando muito. Tá sendo uma experiência muito boa. Você já tá um tempo aqui na na oficina? É, vai fazer um ano. Ah, um ano já deu para sentir bastante diferença, né? É, é um ano aqui que eu tô participando aqui das atividades. Tá sendo muito bom. Além da questão técnica mesmo, de aprender e como colocar a voz, o que mais que você tem gostado, fez amigas? Como é que é esse momento de vir para cá? Para mim tem sido um prazer, porque conheci muitas pessoas, tá sendo muito bom para mim mesmo, participando de todas as atividades quase, tá? Recomendo. Então, para quem tá em casa, tem medo de soltar a voz, ai não sei cantar, tem que procurar um grupo para fazer parte. Tem sim, tem que participar porque é maravilhoso. A gente se desenvolve como pessoa. Obrigada. Muito obrigada. Cantam, fazem barulho. Solta a voz com alegria. São felizes do que aprendendo que não sabiam. Luiz, fala pra gente como é que funciona aqui as oficinas de inclusão digital. cidade qual é, né? Bom, aqui em inclusão digital a gente trabalha a diversas idades. A gente também tem atividades pros jovens, adultos, idosos na inclusão digital. a gente trabalha de acordo com a necessidade deles. Os jovens a gente tá estimulando. Hoje, por exemplo, passei para eles um primeiro contato com programação. A gente também faz atividade de, né, desenho digital, estímulo a digitação, mais para eles trabalhar a coordenação motora do mouse, do teclado, né, já vê algumas coisas, alguns trabalhos pros adultos, né, e pros idosos, a gente também vê aquelas que são celulares que eles não sabem mexer muito bem. Então aqui eles têm todo esse aprendizado também na parte de tecnologia em geral. Inclusão digital não é só computador, é também consciência, né? A gente também instruir ele sobre golpe, sobre pagamento de conta e todas essas coisas que é muito importante no dia a dia. Então é bem sobre demanda mesmo com perfil do público. Exatamente. Nessidade demanda. A gente a gente faz todo um espectro assim, um panorama de como tá nossos alunos, né? Nossas nossas crianças, nossos jovens e a gente age direto na necessidade deles. Esse que é o foco. Maravilha. Então vamos falar com eles um pouquinho, né? Samanta, que que você tá achando aqui da oficina? Você já tinha algum contato com informática ou você adquiriu mais aqui mesmo? Eu adquiri mais aqui. Muitas coisas que eu aprendi aqui, eu não sabia. Eu gosto muito da aula porque tem joguinhos que são complicados, mas fazem a gente entender muita coisa. E agora quando você vai fazer pesquisas também pra escola, tem ajudado o que você aprende aqui? Sim, tem ajudado muito. Quando eu vou fazer pesquisa pra escola, eu já entendo umas coisas que eu já fiz aqui. E o bom que dá para tirar umas dúvidas também, né, que às vezes você não sabe aqui, mas na vida a gente vai tendo dúvidas, né? Consegue tirar aqui na oficina? Sim, consigo tirar muitas dúvidas aqui. Toda vez que eu não entendo um jogo, explica certinho, eu consigo entender muito melhor. Obrigada. Nada. O Henrique Almeida é o educador social responsável pela recreação e pela parte esportiva aqui da entidade. Ele vai falar pra gente como é que ele desenvolve as atividades para diferentes públicos, né? Então aqui a gente faz atividades de esportes e recreações e através dessas atividades a gente fortalece o vínculo entre essas crianças, adolescentes, até mesmo os adultos também, né, que são nossos públicos beneficiados, onde eu consigo trabalhar muito da coordenação motora fina, coordenação motora global, trabalhar essa convivência entre eles, a boa comunicação também e outras demais coisas que a gente aprende tanto com jogos e os esportes também. E tem uma preferência geral aqui da galera? Tem uma preferência. O pessoal gosta bastante de brincar, de estar ali no meio dos jogos também, correr, fazer umas gritarias ali. O pessoal gosta bastante. Isso que a gente estava vendo agora, como chama essa brincadeira? Essa brincadeira é a brincadeira do caso e morador. Eu passo elas porque é uma brincadeira que eu consigo fazer com diferentes públicos, desde as crianças e até com público idoso também, que eu já apliquei e dou certo. É uma brincadeira que eles, a gente trabalha com eles, o convívio, a importância da gente se colocar no lugar do próximo, de acolher também. Maravilha. Vamos ouvir então o que que eles estão achando. Pode ser. A Eloía tava fazendo aqui o Casi Morador e vai falar pra gente o que que ela acha da atividade aqui da Valnei. Você gosta de ir pra quadra brincar? Como é que é? É legal. É legal sim. Tem uma preferência assim dessas atividades que você faz aqui? Algumas, mas é legal a atividade deles. É, na quadra eu vi que vocês se divertem bastante. Dava para ouvir, né? Além da quadra, tem uma outra coisa que você goste mais? Informática, arte, canto, dança. Arte, informática e dança. De tudo. Sim. Você vem aqui toda a tarde? Fez amigos, me conta. Sim, bastante. É, já não consegue ficar sem vir para cá, não. E no final de semana sente saudade? Sinto. Então tá bom. Muito obrigada. Tá. Nada. Então, tem coisa para caramba acontecendo. A gente sente que é tudo muito vivo, né? Dá para ouvir a galera lá na quadra, a gente viu o pessoal cantando. Como é que é para manter tudo isso? Qual é o tamanho da equipe de vocês e o tamanho eh das pessoas que são atendidas? A quantidade de pessoas atendidas? Hoje a nossa equipe é uma equipe eh eu costumo dizer que hoje é uma equipe que quando a gente tem um uma problema, todo mundo acaba indo nesse problema e ajudando a se resolver. Então, a gente é uma equipe muito unida, né? E a gente preza muito por isso. A gente preza em olhar para o colaborador, né? A gente não olha eh o o a a o indivíduo como um funcionário, mas a gente olha como um colaborador, né? que colabora para que o desenvolvimento de todas essas ações e que a gente possa superar todas essas demandas com o trabalho e a mão de todos os que estão aqui. Então, hoje a gente tem uma equipe eh não sei de cor agora dizer números, mas a gente tem uma equipe administrativa. Então são três eh três pessoas que fazem parte dessa equipe administrativa e que desenvolvem a parte financeira, a parte de manutenção, né, de manutenção do predial, de entender se tá tudo certo, dando suporte e apoio pro desenvolvimento das atividades. Então, processo de compra também, o cadastro de beneficiar, cadastro de voluntários, cadastro de pessoas também que eh querem doar, né, durante a instituição, pensar nas nas atividades que vão captar recurso, né? E a gente tem também uma equipe de limpeza que são eh as meninas que deixam esse lugar um brinco, né? E aí eu falo para elas, infelizmente não dá pra gente querer deixar aqui o coisa mais linda, porque a gente vai limpar, do nada vai aparecer uma criança, alguma outra coisa e aí vai acabar sujando tudo. Mas as meninas são nota 10, nota 1000, elas que fazem todo o cuidado, tem toda a a os equipamentos para o carinho, né? E as crianças gostam muito. Eh, a gente vê muito isso, né? Quando precisa de alguma coisa de de limpeza, eles perguntam para ela, né? Então ele chama, ó, tia fulana, cicana, como tem, tem isso, tem aquilo, tem papel toalha, tem papel higiênico, acabou isso, acabou aquilo, então a gente traz isso, né? E ao mesmo tempo os educadores eles trazem um trabalho voltado a isso também, né? De cidadania, de o espaço que a gente esver utilizando, vamos manter limpa organizado. Então, a gente traz esse trabalho. E aí também eu não posso esconder, né? Porque para ter todo esse pique de energia, a gente precisa também encher a barriga, né? Porque não é de qualquer jeito que a gente consegue fazer as atividades. Então, as meninas da cozinha dá um show assim de alimentação, de preparo, de cuidado. E aí a gente tem eh um acompanhamento com a com a nutricionista, né, que vem do Seasa, então da alimentação escolar. E aí eles trazem todo esse cuidado. A nossa cozinha, infelizmente, não é uma cozinha grandona, né, mas ela é adaptada, mas as meninas elas dão o melhor delas lá para fazer com que as crianças se alimentem muito bem, né? Então, até se vocês olharem aqui no banner, no ano passado a gente serviu 85.590 90 cafés da manhã, 14.30 almoço, 6.657 café da tarde e total de 29.549 refeições servidas. E tudo isso preparado por mãos de pessoas que colocam amor, que colocam carinho, que é a receita que aí todo mundo quer sempre comer, né? Porque é muito bom. E aí isso, as informações é tudo de janeiro de 2024 a dezembro de 2024. E aí eu tenho também o a parte de comunicação, né? Então a gente tem uma estagiária de comunicação que ela tá aqui com a gente sempre fazendo aí os stories, os vídeos, cuidando das nossas redes sociais, mantendo tudo atualizado, dando um upgrade, né? Então, todas as informações, todas as coisas que a gente tem lá são coisas que condiz com a realidade. E a Vian ela tem se criado um papel muito importante nessa questão da da contratação, porque a gente olha muito pr pra questão do jovem, né? A gente busca profissionais, não aquele que tenha o conhecimento técnico das coisas, mas a gente busca profissionais que tenha interesse em trabalhar dentro da área social, né? Então, buscando isso, a gente consegue hoje despertar essa questão eh dentro do jovem. Então, hoje a maioria da nossa equipe são pessoas jovens, assim, em menos de 30 anos. Eh, a gente tem também um jovem aprendiz, né, que a gente contrata a partir daquele jovem que tá aqui com a gente na instituição, que faz parte do nosso quadro. E temos também aí diversos oficineiros que acabam fazendo as atividades. E aí a gente busca eh dar essa oportunidade para aqueles que têm o interesse. Então, por isso que eu falo que hoje a equipe ela veste a camisa mesmo e abraça a ideia da instituição e faz com que tudo aconteça de forma brilhante. Assim, eu sou fã da equipe que eu coordeno. Isso não é não é tão comum, né, conseguir chegar nesse estágio nas empresas convencionais. Não é tão simples, né? Não, não é difícil. Vocês t um belo time então, né? Sim. Muito que pessoas engajadas. Sim. Quando você falou, é, faz aquela chuva de 10, cada um dá uma uma sugestão e consegue chegar numa solução comum, né? E todo esse Timão atende quantas pessoas hoje? Olha, hoje nós atendemos 90 crianças de 6 a 14 anos no serviço de convivência. Atendemos também 90 eh 60 adultos e idosos de eh 29 a 99 mais, né? e atendemos um 30 jovens de 15 a 19 anos de idade. E esse é o público que a gente atende parceria com a Prefeitura Municipal de Campinas. E com o MVE a gente atende 30 jovens de 15 a 18 anos e a gente atende mais 43 crianças de 6 a 14 anos que são estudantes de escola de tempo integral. Fora o programa Vivale, o programa de segurança alimentar, que a gente é um ponto de distribuição do Vivale Leite, onde a gente atende 30 crianças de, por isso que eu falo que tá desde a barriga da mãe, de zero até eh 5 anos, 11 meses, 29 dias. E a gente atende em torno de 180 pessoas no grupo de segurança alimentar, onde a gente faz uma roda de conversa para fortalecer as pessoas e no final a gente faz uma entrega de cesta básica para poder potencializar a questão de insegurança alimentar que acaba tendo dentro da família. Então aí eu acho que dá na na perdi até as contas aqui, mas se a gente somar aí eu acredito que vai dar mais de 300, quase 400 pessoas aí que a gente atende no decorrer da semana da instituição. Ou seja, muito mais que isso de famílias impactadas, né? Exatamente. Exatamente. A região sul, ela tem em torno de 70.000 habitantes, né? E a gente, por atrão, a gente acredita que a gente acaba impactando dentro de toda a comunidade também. E tomara que logo logo a gente consiga ampliar melhor os nossos espaços e as atividades e a gente poder triplicar eh todo esse número que a gente acaba atendendo aqui para logo logo a gente diminuir, chegar no zero, para que a gente possa fechar as portas e falar que a nossa missão foi cumprida com sucesso. Nossa, que assim seja, né? Tá. Essa é a meta, né? É a meta. É a meta. É a missão. É por isso que nós estamos aqui. Missão. Sim. Que legal. E eu queria que você deixasse as redes sociais, o site para quem quiser entrar em contato, participar dessa história, né? Sim, claro. Deixa sim. A gente tem o Instagram, né, que é uma das redes sociais aí que a gente tem trabalhado, eh, que é @associavianei, tá? Então é só procurar a gente lá na lupinha do Instagram que a gente vai aparecer lá, pode seguir a gente. E tem o nosso site também que é o www.vianei.com.br br que a gente tá lá sempre movimentando com todas as atividades e também que tem a transparência de todo o nosso trabalho. Tem o quadro de funcionários, tem a questão de todos os registros que a gente tem, todos os conselhos que a gente tá inscrito, todos os nossos balanço também anual, todas as coisas que a gente faz, que é importante a gente mostrar o a clareza do recurso que a gente acaba recebendo, a forma que a gente gasta e como que isso é aplicado dentro da instituição, porque às vezes a gente escuta falar: "Nossa, mas a instituição sempre fala que não tem dinheiro". Mas é porque a gente tem um balanço que precisa manter. Então tá lá no site também. Então tá tudo lá. É só eh procurar lá por nossa transparência que tem tudo lá. Tudo à vista. Tudo à vista. Não tem dinheiro porque ele foi aplicado. É. Dinheiro não tem porque ele foi aplicado. Já foi já foi planejado. Já teve um plano aí de aplicação para acontecer. Exatamente. Ou está sendo executado, que agora a gente tá aqui executando com recurso lá embaixo, mas ao mesmo tempo com coração muito forte, muito alegre e com muita disposição a cada dia pra gente conseguir manter aí a alegria das pessoas e fortalecer cada mais, cada vez mais as pessoas que estão aqui com a gente. Maravilhoso. Muito obrigada, tá, por receber e compartilhar tudo isso com a gente. A gente já tá até mais energizado. Ai, que bom. E você que tá assistindo, estamos de portas abertos também para você conhecer a gente e sentir essa energia que você estão sentindo aqui também. Entra em contato, segue as redes e vamos em frente, né? Isso. Juntos, unidos de mãos alada. Obrigada. Se você gostou do programa, quiser rever ou compartilhar, é só seguir ali o YouTube da TV Câmara Campinas, procurar por mão solidárias que você consegue rever e compartilhar. Muito obrigada pela sua companhia e até o próximo sábado. เฮ เฮ [Música]
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do MÃOS SOLIDÁRIAS

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
34:16

Mãos Solidárias | Casa de Jesus Núcleo Mãe Maria 30/02/2026

43:22

Mãos Solidárias | Núcleo de ação social - nas

34:53

Mãos Solidárias | Projeto turma do Bem

34:05

Mãos Solidárias | Projeto Alfa e Ômega: jiu-jitsu que transforma vidas em Hortolândia

30:37

Mãos Solidárias | Associação uma vida 10 anos transformando Vila olímpia

29:51

Mãos Solidárias | Projeto bom amigo leva inclusão à Vila aurocã

40:23

Mãos Solidárias | Projeto Bunekas leva acolhimento, proteção e voluntariado

44:49

Mãos Solidárias | Coração Curumim: apoio, acolhimento e cuidado com crianças cardiopatas

33:59

Mãos Solidárias | Ip Amarelo: triathlon transforma vidas de crianças

30:20

Mãos Solidárias | Espro Campinas: 1º emprego jovens vulneráveis gratuito!

30:12

Mãos Solidárias | Bem te quero: autoestima contra o câncer

36:00

Mãos Solidárias | Núcleo ADRA Bonsucesso transforma a vida de 90 crianças

37:47

Mãos Solidárias | Associação Alecrim em Flor transforma vidas em Campínas

37:04

Mãos Solidárias | Associação Cornélia promove inclusão e renda na saúde mental

46:03

Mãos Solidárias | Rosa e amor apoia vítimas de câncer

39:44

Mãos Solidárias | Fundo haja combate déficit habitacional no Centro de Campinas

44:49

Mãos Solidárias | Instituto CIDAS transforma vidas com oficinas e apoio social

49:35

Mãos Solidárias | Direito de ser: projeto que muda vidas

41:50

Mãos Solidárias | Instituto Som e Arte transforma vidas com música no Campo Grande

30:21

Mãos Solidárias | Responsabilidade social: como empresas transformam vidas em Campinas

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
1:05:42

Estúdio Câmara

16:38

Câmara Na Copa | Copa do Mundo FIFA 2026: Tudo Sobre a Maior Edição da História

4:22

Câmara Notícia | Parlamento Jovem 2026

8:59

Notícias da Metrópole

16:39

Notícias do Legislativo

2:43

Agora é Lei | Semana da Força Expedicionária

10:27

Agenda Cultural Campinas: Shows, Teatro, Cinema e Exposições para o Fim de Semana!

56:15

Câmara Notícia