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[Música] E no M Solidárias de hoje, a gente vai conhecer a Associação Beneficiente Boa Amizade ABA, que funciona desde 93 aqui na região do Jardim Eulina. E a gente vai conversar com Luiz Fernando Araújo, que foi um assistido aqui e hoje é presidente da entidade. Apesar de muito jovem, ele é o presidente, né, Luíse? Isso. Muito obrigada por receber a gente aqui na sede. Eu não falei, mas essa entidade que trabalha totalmente em função do benefício da da assistência à criança e ao adolescente, né? Já nasceu com essa com esse espírito lá atrás e continua até hoje ampliando serviços, né? Conta sua história pra gente, Luiz. Boa tarde, meu nome é Luís Fernando, tenho 30 anos, né, e fico muito feliz, muito contente de estar contribuindo um pouco, né, na ABA. foi um ex-atendido, né? E a história da AB é maravilhosa, me ajudou e hoje tento contribuir um pouco, né, da pouco do papel ali como presidente. A ABA ela foi fundada em 1993, há 32 anos atrás, né, no intuito de tirar as crianças da rua e ter um um pouco de lazer, né, de brincadeira. E e hoje a gente atende 60 crianças no período matutino e vespertino, como trator ao colégio, com o mesmo vínculo também, né, de tirar um pouco da criminalidade, né, das drogas. E a gente tem bastante atividade na na ONG e cursos. É uma assistência dirigida, né? Porque às vezes a gente também tem entidades que oferecem oficinas e aulas, mas aqui não. A criança saiu da escola, almoça e tem toda a tarde de atividades. Ou o contrário, né? Vem para cá, faz todos os dias da semana uma atividade assistida, dirigida e depois vai pra escola, né? E conta um pouco da sua história. Você eh passou pela aba, depois você se formou, estudou, como é que foi seu caminho? Eu passei pela aba no ano 2000, fiquei até meus 12 anos de idade. Depois eu tinha uma oportunidade no meio futebolístico. Que legal. E aí eu consegui ser atleta, né? Odei por alguns países, Japão, Qatar e também no Brasil, né? E depois eu retornei pra cidade de Campinas, né? Que sou natural, fiz educação física, formado na educação física e hoje eu sou professor de educação física escolar. Que legal, a gente tá aqui numa quadra porque aqui é forte a questão do esporte, né? Caiu uma chuva, mas a gente ia mostrar o handball na areia, né? Vai ficar para uma próxima, né, Luiz? Ficou uma próxima. E nessa sua trajetória tão incrível, né? Porque a gente acaba conhecendo outras culturas, a mente expande, né? Tudo isso, como é que a aba interferiu nesse nesse sentido? Te deu segurança para ir para fora, para viver esse sonho, né? Sim. É, eu digo que na aba quando eu entrei com 7 anos de idade, eu aprendi muita coisa. Uma delas foi até comer com garfo e faca. Hoje pode ser uma coisa, né, meio que boba, vamos se dizer, mas o comportamento é lidar com pessoas, né? Eu acho que a aba ela me ajudou muito nessa questão. Tenho que agradecer, né? Porque foi através da aba que cortas se ab se abriram, né? E eu acho que quando a gente sai para fora, como meu caso, eu tinha 15 anos e fui pro Qatar, eh eu acho que um pouco da aba contribuiu muito assim na minha na minha parte, né, da da minha história. Então fico muito feliz, muito contente, né, um pouco que eu espero também passar pros meninos e pras meninas da ONG, porque a gente sabe que hoje não tá fácil, né? Acho que nunca foi, mas a gente tem diminuir um pouco essa esse lado, né? Os desafios mudam, mas ainda existe vulnerabilidade social para caramba, né? E até mesmo para quem tá protegido, guardadinho, mas não tem uma oportunidade de tá em socialização com outras crianças, com professores, com oficinas, né? Criança fica ali só na tela. Isso também é um problema, né, Luiz? Sim. Você deve saber disso, lidando aí com eles, né? E você começou o futebol aqui? Eu comecei o futebol aqui e é engraçado, através da ONG eh teve um uma peneira do Guarani e aí eu consegui passar. Foi o único dos alunos que conseguiu passar. E a oficina eu acho importante por causa disso. Às vezes a gente tem um lado que tá escondido, né? Se a gente não aflorar esse esse lado, né? A gente nunca vai saber. Então eu acho muito importante a gente manter as oficinas, né? seja ela no futebol, no basquete, no handball, né, ou até mesmo na parte da informática, né, no curso que a gente tem de desenhos. Então eu acho isso bacana. É oportunidade, né? É oportunidade. Eu ouvi dizer que aí você é muito querido também pelas crianças, né? Como é que é depois que você fez esse caminho profissional e você foi estudar para ser um educador físico, né? E aí você passa um pouco dessa sua experiência embutido ali na pedagogia. E as crianças cedem isso como? Ah, eu tento, acho que é tão espontâneo, né, meu, eu gosto muito de criança, gosto muito de criança. E eu acho que pelo fato de eu ter morado também na comunidade, eh, e ter frequentado a aba junto com os pais, então sempre quando entra uma criança nova e eu conheço o pai, eu falo do pai, então para ele é um espantos. Nossa, né, o presidente conhece o meu pai. Que legal. Então, a gente tem essa troca e é gostoso, né? Ah, eu até percebi lendo sobre vocês, né, que existe esse acolhimento muito forte com a família também. Queria que você falasse um pouco dessa importância, porque essa sustentação, esse direcionamento não é só para as crianças, né, para funcionar, né? É, eu digo que são três pilares, né? O primeiro acho que é o familiar, que aí vem de casa, o segundo ele é o escolar. E o terceiro somos nós aqui da aba. Eu acho que a gente precisa entrar em conjunto, né, fazer um um bloquinho, né, um time para fortalecer, né? Então a gente tem bastante abertura com com as famílias, né, nessa questão eh de troca, até porque, né, querendo ou não, os filhas ficam aqui na hábito. A gente precisa ter essa troca, uma segunda casa. Uma segunda casa. É. E vocês têm apoio hoje, financiamento, parcerias para manter tudo isso funcionando? Nós temos uma parceria com a com a prefeitura, com a FEAC, com a Bosch, entre outros projetos, né, que que envolve também a aba tá sempre olhando para as oportunidades em termos de projeto, né? E você falou da BOS, o Instituto Bosch, ele entra também como parceiro na profissionalização. Sim, alguns cursos, né? Então, pras crianças depois de uma certa idade, dos 15 aos 18, aí já foca um pouco mais nessa questão profissional. para que eles tenham mais oportunidade. Isso. A gente trabalha com 60 crianças aqui na aba dos 6 aos 14. Então depois esse que era o nosso maior medo, né? Depois do dos 14 em diante, né? E aí vaiar pro mundo, vai pro mundo. Então a gente tem essas parcerias para pro mercado de trabalho. E vocês têm tido resultados interessantes, conseguem emprego quando eles saem daqui? Consegue emprego, tem bastante resultado. É um lado bem positivo da água. É, é uma forma de pegar na mão, caminhar junto, né? Isso. E que que você diria assim dos desafios que você viveu na sua época, até em termos de sociedade, internet, eh essas outras, esses outros assédios sociais que acontecem aí na rua. Que que mudou e o que que você vê que é o maior desafio hoje? Eu acho que o maior desafio hoje, querendo ou não, é a tecnologia, meu, né? Meu ponto de vista, acho que na minha época a gente ficava muito assim na rua brincando, né? não tinha tanto acesso, né? Mas hoje acho que o acesso acho que facilita um pouco para pras crianças aprenderem, né, o que não é certo. Então eu acho que a tecnologia, mesmo modo que ela veio para ajudar, a gente precisa também trabalhar esse lado com as crianças pra gente não perder o foco, né? Sim. E tá sempre supervisionado, né? O que não é fácil. Às vezes os pais trabalham, não ficam o tempo todo ali, mas precisa, né? Precisa. E também vocês têm assim alunos com, por exemplo, eh, do espectro autista, vocês têm essa inclusão também aqui na água? Nós temos essa inclusão, nós temos um atendido, né, o Luiz e foi um desafio, mas eu acho que é inclusão, né? A gente tem que incluir e tratar da melhor forma possível e aprendendo, né? É, aprendendo com ele. É que ótimo. Então, eu queria que você eh falasse se as pessoas podem vir conhecer o trabalho. A gente vai colocar as redes sociais aqui. Tem Instagram, tem site, tem Instagram, tem site. Passa um convite para vocês de casa, para estarem vindo até a nossa casa aqui, nossa associação, para est conhecendo o nosso trabalho. Sempre foi aqui na nesse endereço? Sempre foi aqui no Jardina. Nessa sede mesmo. Nessa sede mesmo. Que legal. Tem uma quadra bacana. Quem quiser ser voluntário também tem espaço. Tem espaço. Precisamos bastante. É. Em que área? Seria esporte, seria artesanatos? É esporte, cultura, artesanato, música também. Música. Legal. Quem tá assistindo de repente tá a fim de colaborar, de dividir o tempo, que é o nosso bem mais precioso, né? Sim. Então tá joia. A gente vai para um rápido intervalo, depois a gente vai conversar um pouco dos projetos que funcionam aqui em detalhes. Muito obrigada por me receber, Luiz Fernando. Obrigado. Que é isso? [Música] E agora de volta pro segundo bloco. Hoje na Associação Beneficente Boa Amizade Aba aqui no Jardim Eulina. O Dani Marcel vai contar pra gente, ele que é o coordenador técnico aqui da entidade, como é que as atividades funcionam e também vai resgatar um pouquinho da história, porque ele também está aqui há muito tempo, né, Dani? conta pra gente a sua história aqui na aba. Oi, boa tarde. Boa tarde a todos. Eh, começar contando a minha história. Eu, entre indas e vindas estou aqui desde 2012. 2012 eu entrei aqui como, na verdade, eu entrei aqui para fazer um estágio de educação física. Que legal. E aí o senor Fred, Senhor Frederico, que era o presidente na época, começou a enxergar em mim um potencial que nem mesmo eu eu sabia que eu tinha. Eh, e ele me me fez uma proposta se eu poderia participar da parte administrativa e eu fui aprendendo e depois daquilo ali a antiga coordenadora se aposentou. Ele me fez um desafio, você é top. Eu eu topei e aí eu fiquei na coordenação por uns 3 4 anos e aí eu me retirei por um ano, 2016 que eu tinha um projeto pessoal. E após isso, quando esse projeto pessoal terminou, o seu Fred falou: "Você quer continuar ali na nos ajudando de alguma maneira?" E aí depois daquilo eu dei aula de informática aqui. Eu participei de projetos de meio ambiente e prestação de contas e que legal. E no final do ano, quando a a ex-coordenadora se desligou da entidade, eu a convite do Luiz Fernando presidente, eu voltei a ser coordenador aqui da entidade. É um homem multifacetado, né? É, vamos dizer que sim. Que legal. E você também vem do esporte? E no esporte, eu sou um exjogador de futebol, eh, sou formado em educação física e o esporte é algo que tá no meu sangue, tá na minha vida. Tá no seu sangue no do Luiz e também no Fred, né? E vocês estavam comentando ali, conta pra gente. Então, ele tinha essa visão de que o esporte transforma? Exatamente. O, o seu Fred, quando eu eu mandei meu currículo para cá, eu eu mandei meu currículo para fazer estágio e eu tava fazendo educação física na na época em 2012, tava me formando. E ele falou que só escolheu o meu currículo por duas duas dois motivos, porque eu já era uma pessoa mais velha, que ele queria alguém mais velho para se relacionar com as crianças, para ter aquela referência, porque eu já tinha uma uma caminhada na vida e outra porque eu era do esporte, que eles ele via no esporte uma ferramenta pra transformação de vidas. Ele sempre idealizou o esporte como uma das ferramentas, entre outras, que ele sempre idealizou aqui na entidade. E para você é também? Com certeza. Para mim, para mim até hoje, sim. Esporte faz parte da minha vida. É transformador disciplina, autoconhecimento, contato com o próprio corpo. Às vezes a gente tá tão digital que a gente perde o contato com o nosso próprio corpo, né? Exatamente. Auto conhecimento. Uma coisa que é importante também é a relação do ser humano hoje, que ela até por causa dessa tecnologia, o ser humano tem a tendência de estar cada vez mais se individualizando e o esporte faz tá na contramão disso. O esporte faz justamente ao contrário, né? Tirando os videoclipes. Exatamente. Exatamente. Exatamente. Tem que tem que ser ali é tem que ter equilíbrio. Precisamos falar que que nada é ruim. A tecnologia não é ruim. Ela é ruim se a gente não souber usar. Porque, por exemplo, aqui na entidade a gente tem uma sala de informática e a gente através dessa sala de informática a gente eh insere insere aqueles que ainda não não tm a a um conhecimento digital na no mundo digital. Então ela ela é importante desde com equilíbrio, com com sabedoria, ela é boa. É. E dá para conhecer um pouco do mundo, né? Sem sair de coisa que a gente não vai conseguir conhecer o mundo inteiro, mas ali no computador a gente consegue dar uma viajada, ainda mais agora na era da inteligência artificial. Então a gente tem que tá, não dá para ignorar isso, né? Não tem como viver sem. E além da informática, o que que vocês oferecem aqui no aba? Então, aqui a gente tem algumas oficinas esportivas, como como a gente tava falando, a gente tem uma uma oficina de handball de areia, que no caso hoje a gente está sim tá fazendo essa matéria lá, mas mostra os potinhos para você, tem, mas a gente tem vídeo, essas coisas que a gente pode estar fornecendo a vocês também. A gente tem um projeto de voleibol aqui também. É, a gente tem alguns projetos de cultura. A gente tem um projeto de HQ de que legal de desenho, muito muito legal, muito bacana. A gente tem um projeto de música aqui também, a gente tem projeto de meio ambiente, cidadania. Então a gente tem alguns projetos e inclusive até voltando ao projeto esportivo, a gente tem até projetos eh aprovados nacionalmente. A gente tem um projeto de handball aprovado na lei de incentivo do esporte, inclusive empresas que que quiserem estar ajudando a a a portar isso aí. Essa e esse projeto é aprovado no na lei de incentivo do imposto de renda. Então quem quiser poder táar ajudando direcionar o imposto de renda, a gente tá nessa fase do ano, né, ideal para fazer a sua destinação, vai direto aqui pro projeto, né, direto pro projeto que já está aprovado, inclusive, é quem ainda ainda tem um pouco de dúvida nisso, mas é simplesmente direcionar, em vez de passar o o imposto ali pro governo, você direciona para onde você quer, né? não vai sair do seu bolso, mas é um dinheiro que iria pro governo e ele corta o caminho e já chega mais rápido paraa finalidade desejada, né? Também se tiver alguém que tiver interesse e tiver alguma dúvida, pode entrar em contato com a gente através do nosso e-mail, do nosso Instagram e que a gente pode est a gente tem vocês têm aqui uma pessoa própria para desenvolver os projetos e a única ela vai tirar todas as dúvidas, né? E as crianças, o que que você tem visto nesses anos como coordenador? Assim, qual que é o retorno que você vê? já viu assim, eh, famílias que de repente precisavam também desse apoio, dessa orientação, se firmarem por causa aqui do trabalho de vocês? Então, eh, como foi falado aqui, a base da sociedade começa na família e nós temos que ser um braço da família aqui dentro. E esse relacionamento entre a ABA, a os gestores da ABA, os os profissionais da ABA com as crianças e com a família é algo que tem que ser constante, porque não adianta a família falar uma coisa, na escola falar outra e aqui a gente andar na contramão. Então a gente precisa tá essa comunicação, tem que tá alinhado, tem que tá alinhado. O que faz diferença realmente é quando a gente consegue alinhar os caminhos e aí a gente consegue sonar os esforços, né? E para as crianças que têm, tipo, alguma dificuldade na escola, vocês conseguem perceber isso também, dar um toque pra família? Sim, a gente tá sempre atento a isso. É, por exemplo, quando a gente vai vai na na tá desenvolvendo oficina de informática, a gente consegue enxergar as crianças que têm dificuldade, inclusive até para ler, para escrever, às vezes até a visão saco, gente. Aí vocês que estão fazendo esse papel ali de olhar, um olhar mais fino, né? Exato. De convívio. Aí já fala pros pais. Fala pros pais. te falar, o teu filho tá com certa dificuldade, no que no que que a gente pode estar ajudando vocês? Sim. E a parceria com eh o Instituto Bot também paraa profissionalização, vocês enxergaram, como o Luiz falou, né, essa importância também, né? Então, o Instituto Bo todos os anos eles abrem editais e projetos para algumas instituições na da cidade. E nos últimos anos, por duas ou três vezes, a gente participou do edital e a gente foi contemplado. Inclusive, o ano passado a gente teve um teve um projeto bem legal aqui. A gente tinha eh curso de secretariado, de inglês, de TI. Então, foi um curso bem legal. Obrigado. Esse esse curso estendia pr para jovens da comunidade que que ou haviam frequentado a aba ou os jovens que que que do entorno aqui da comunidade. Que bacana. Durou um ano. Durou um ano. Foi bem legal. É que legal. E são temas assim importantes chinêenses para todo mundo, né? Então tem tanto vaga para meninas quanto para meninos. Ambos os sexos. Então é, vocês estão abertos a esse tipo de parceria parceria com foco em profissionalização. Então, né? O o lema da AB, inclusive é construindo um futuro melhor. E a gente enxerga que a o assistencialismo pelo assistencialismo é algo que que é pontual e a gente precisa ser algo contínuo, né? Emancipar, né? Porque quando como quando o jovem faz 15 anos, aí qual que vai ser da vida dele? Nós precisamos de alguma maneira ser a bússola da referência. Isso é pelo menos um uma escutar uma ideia, né? Quem não lembra, né? Dos seus 15 anos, para onde que eu vou, onde que eu tô, não é? Ô Dani, então vamos mostrar um pouquinho da oficina de informática e de jogos lúdicos para vocês e a gente já volta. O Wellington é o educador social que dá as oficinas de informática e também de jogos lúdicos. E agora ele vai contar pra gente como é que funciona as oficinas de informática, né, Wellington? Sim, a gente faz as oficinas de informática, né, com período vespertino e também no matutino. E aí as crianças vêm no período vespertino, que eles são de 6 a 10 anos, eles fazem mais jogos, brincadeiras ali, mais interação com a informática, né, conhecer o computador. E hoje a gente não conseguiu ter o handball, então eles estão aqui todo mundo cheio de energia, né? Aí tem que partir também pros jogos, mas eles também fazem alguns trabalhos mais técnicos. Sim, a gente também faz outras oficinas, né, que tem jogos pedagógicos, pedagógicos também, oficina de artes, meio ambiente. Tem várias oficinas aí, não só de esportes. E vocês fazem também assim um auxílio pro que eles aprendem na escola? Tem algum apoio nesse sentido dentro da informática? Sim, sempre quando necessário, que a gente vê que a a criança tá precisando de um atendimento ali, a gente dá um auxílio na questão de estudo, de escola e a gente faz essa esse reforço, né, com eles e transmitindo também esses valores e educação. E também tem que brincar, né? Porque não tem jeito, né, idade, tudo que a gente quer é poder brincar, mesmo que seja no computador, né? Verdade. Aqui eles brincam bastante, se divertem muito e tem diversas brincadeiras para eles. Isso aí não falta. Vamos ouvir então o que que eles pensam. Vamos sim. A Camille tá fazendo informática que hoje vai falar pra gente o que que ela mais gosta de fazer nessas aulas, né? Eu gosto de jogar esporte e jogar bola. Isso aqui no na aba, mas e na informática? Você gosta de alguma coisa mais de pesquisar ou de jogar também? De de jogar vários jogos e pesquisar coisas, ficar pesquisando. E você gosta também, vem ver, você vê os amigos aqui. É legal na aula de informática jogar, vocês jogam em conjunto ou jogam sempre sozinhos? A gente joga às vezes junto e tem alguns jogos individual. Individual. E você acha que ajuda para você na escola assim para fazer pesquisa, para estudar, aprender a mexer no computador? É legal para isso? Sim. Já fez algum trabalho assim pra escola que você usou o que você aprendeu aqui? Sim, sim. Dá para estudar um pouquinho pras provas também, né? Sim. Tá provado mais ou menos. Mas o que você mais gosta é do esporte, então, pelo que você falou. Sim. E uma aula que é sobre o meio ambiente. Hum. É das minhas. Gosta de meio ambiente também? Que que você fez no meio ambiente? Assim, um projeto que te marcou o que você falou. Foi muito legal fazer isso. A gente fez, a gente falou sobre os animais. É, a gente saiu música sobre o Natal, sobre os animais mamíferos e sobre a limpeza do meio ambiente. Sim. Aí você conta pros amigos, pra sua família, para todo mundo ficar sabendo também que é importante tudo isso. Sim. Muito bem. Obrigada. De nada. Rafaela também vai falar pra gente o que que ela mais gosta aqui na oficina de informática e vindo pro aba, né? Sim. É, na informática a gente gosta muito de jogar, é mais individual do que em dupla, porque, né, a gente consegue ter mais liberdade. Liberdade. É, nos esportes da aba, é, a maioria gosta bastante de futebol e handball. Eu prefiro os dois, mas tem um ladinho mais futebol. É mais futebol e e desenho, que eu sei que vocês têm aula de desenho também. É legal? É, agora tá sendo mais legal porque a gente tá fazendo mais artes só com tinta, então é bem legal porque a gente não tem medo de sujar a mesa porque depois a gente vai limpar de todo jeito. Tem que ter essa liberdade criativa, né? Se sujar depois a gente limpa. Tem que ficar é boa essa arte expressiva, né? Sim. Porque a gente se expressa na arte, então que importância, né? Uhum. Você fez amigos aqui, já conhecia bastante gente. Quando eu entrei no aba, eu não queria, eu não queria vir porque eu não conhecia muita gente. Só conhecia uma pessoa e olha lá. Aí depois que eu vim eu não quero mais saltar. É, você já já se turmou então, né? Faz tempo que você vem? É, eu entrei no início de 2024, já faz um ano. Um ano é bastante tempo. Dá para fazer muito amigo, né? Uhum. praticamente todo mundo. Então, já sente falta de vir para cá quando não tem aula já. E daí você vai pra escola, você sente que o que você aprende aqui te ajuda lá na escola? Também ajuda na questão dos os esportes, da educação física e nas aulas de português, matemática, às vezes até artes mesmo. Maravilha, né? Uhum. Aprovo o aba. Aprovo com certeza. Legal. Obrigada. A Sofia também vem aqui pro aba todos os dias, é aluna da informática e vai contar pra gente o que que ela gosta na informática e o que que ela mais gosta aqui no ABA. Eh, na oficina eu gosto de jogar e futebol, não é jogos e é ouvir música. E no hábquete. Que que você mais gosta de ouvir? Ah, várias músicas. Dá curiosidade. Vai lá, pesquisa o autor, o o músico, a letra também. Sim. E vocês não estão vendo aqui, mas tem uma torcida organizada pra Sofia de primos, amigos. É bom estar entre amigos aqui. Você vem faz tempo pro aba? Sim, faz muito tempo. E você já fez muitos amigos ou já conhece a maioria do pessoal aqui do bairro mesmo? É, conheço já. muito tempo. Ah, então aqui fica um lugar mais familiar ainda para você frequentar, né? Uhum. Sim. E te ajuda na escola pras, por exemplo, paraas atividades, para pesquisa, para fazer os trabalhos? O que você aprende aqui também te ajuda lá? Sim. Então, tá bom. Obrigada. O Pedro também tá aqui na aula de informática e vai falar pra gente o que que ele mais gosta de aprender aqui nessa oficina, né, Pedro? Ah, eu gosto de aprender eh fazer algumas pesquisas no computador. Eu gosto pesquisar alguns algumas pessoas que eu conheço. Quem que você pesquisa na internet? São jogadores ou são artistas? Ah, eu gosto de pesquisar jogadores para ver quantos anos ele tem, qual é a nacionalidade dele, qual o time que eles já jogaram. E aqui na aba, você tem alguma inspiração assim, alguém que você ache muito legal, que você gostaria de se inspirar pra sua vida? Ah, sim. Tem um amigo lá que chama o Miguel Romeu, que ele é muito legal, muito bom no futebol. Aí ele joga muito, né? Ele é ele é meu amigo lá da creche do Dia das Cruzes. E ele vem aqui pro aba também. Sim. Ah, então tem muitos amigos aqui. Sim, muitos. Legal. Você gosta de vir para cá, então? Sim, sim. Obrigada. Valeu, Pedro. Henrique, conta pra gente que jogos que você mais gosta de jogar aqui no aba com seus amigos e tal. É muitos jogos diferente do que outros, tipo cubo mágico, cara a cara e alguns lá em cima. Mas é muito legal. Eu achei que é mais caro, o mais quer dizer legal, o de jogo da memória. Ah, jogo. E você é bom no jogo da memória? Aham, sou. E o bom que dá para treinar um pouquinho também no computador, né? No jogo da memória. Uhum. Tipo vários jogos também. Dá para treinar com outros amigos naquele de cartas mesmo, né? E no esporte, que que você mais gosta de fazer aqui no aba? Futebol. Claro que é futsal. Preferência geral. Então, é. E vocês jogam também handball na areia, né? Aham. Eu gosto de jogar com tipo um pouco na linha, mas eu adoro mais ir no gol. Gosta de ser goleiro? Eu já sou o goleiro do Boca Jur. Que time que você torce? Corinthians, né? Obrigada. Faleu. O Ryon vai falar pra gente agora o que que ele mais gosta de jogar aqui no aba e também das atividades esportivas que eu já sei que você gosta. Eh, eu gosto de jogar futebol, handball, eu gosto de jogar no gol, jogar basquete e todas as atividades que tem aqui na aba. Ah, então você gosta de tudo, que beleza. E de desenhar e os jogos que vocês estavam jogando aqui, que que você mais gosta? Tem o cubo, que é um desafio danado, né? Tem também cara a cara. Tem outros jogos que você gosta? É, tem um que ele é tipo um quadradinho, só que a gente tem que formar quatro bolinhas assim. Aí eu acho isso muito legal. E também o videogame que a gente joga de vez em quando. Joga em dupla, joga sozinho em dupla. E você gosta assim de fazer amigos? Já conhece todo mundo aqui? Como é que é? É, eu já conheço todo mundo porque, mas eu não tenho tanto amigo porque tem gente que fala que eu sou chato, entendeu? Aí às vezes tem gente que me bate. Aí eu não tenho tanto amigo assim, mas eu já conheço todo mundo. É bom que a gente vai treinando a convivência, né? Porque na vida nem todo mundo vai gostar da gente, não é verdade? A gente tem que treinar num lugar seguro porque na hora que a gente for lá pro mundo, a gente já tá preparado, não é verdade? Mas os amigos que tem são firmeza. É mais ou menos. Mas você gosta de vir para cá? Sim, eu acho muito legal porque aqui a gente pode se divertir, distrair a cabeça com tudo que a gente faz em casa e aprender também, né? Sim. Obrigado, Ron. Nada. Valeu, cara. E agora é a Lívia que vai contar pra gente o que que ela mais gosta de jogar aqui no aba, né? Que jogos que você mais gosta, Lívia? Cara a cara. Ah, você é boa no cara a cara? Tem boa memória? Alguns poucos. E você acha divertido? Por que que você gosta mais? Porque ele é mais legal. Você você sabe qual é o negócio. Aí depois você aí você joga outro jogo. E de outras brincadeiras assim, tem alguma que você mais gosta de fazer aqui no aba? É, eu gosto mais desenhar. Desenhar é bacana. Então porque e com tinta também. Legal. Legal. Obrigado. Tá. É, é. Eu gosto de brincar com a minha amiga Milene, brincar com o meu amigo E brincar com o meu amigo Bernardo. Ah, então vim para cá brincar, encontrar os amigos é uma das coisas mais legais. Sim. E você já conhecia os seus amigos ou conheceu aqui no aba? Eu já conheci meus amigos. Então fica mais gostoso vir para cá, né? Uhum. E você vai pra escola também de manhã e estuda bastante? Eu vou pra escola de manhã, depois eu vir para ab de tarde. E nem fica cansada porque é gostoso, né? É porque aqui a gente faz várias atividades, tipo basquete, tipo regiball, a gente vai pro cubinho. No cubinho. Ah, bom demais, né? Aí depois de sair da aba, a gente a gente pode ir pro lugar, se por sorveteria, pro lugar e ir pra casa ou a gente vai lá pra casa e fazer uma brincadeira. Muito bom, né? Uhum. Muito obrigada. Tchau, Milene. Conta pra gente o que que você mais gosta de fazer aqui no aba. Pintar ir pro clubinho. Que que vocês fazem nesse clubinho que todo mundo gosta? A gente lá a gente brinca, joga, joga futebol. Ah, você também gosta de futebol? Torce para algum time? São Paulo. Hum. E aqui então você gosta de jogar no clubinho e de pintar. O que que você mais gosta de desenhar? Qualquer coisa. Ah, é uma artista completa, gosta de desenhar de tudo. E vocês pintam com tinta ou só com lápis? A ver com tinta ou a ver com lápis? Você gosta de todas? Sim. Então é meio artística também, né? Sim. E você faz muitos amigos aqui? Tem muitos amigos e amigas? Sim. É legal encontrar com eles todo dia aqui? Muito. E quando não tem aula, final de semana, você sente saudade daqui? É o suficiente já. Então, né? Cinco dias por semana. Tá bom. Então, tá bom. Muito obrigada. Tá. De nada. Tchau. Então é isso. As oficinas elas dão um tempo de qualidade, né, pras crianças, né? não estão apenas aqui, mas estão aqui ativas, produzindo, fazendo amizades, criando vínculos, né? Fortalecimento de vínculos, que é um uma das intenções da da entidade, né? E queria que você falasse os canais, Dani, para quem tiver assistindo, quiser seguir, acompanhar, ouvir, visitar, se for o caso. É porque como você falou, a gente nós estamos aqui para formar cidadãos e isso é super importante. Os canais que nós temos, o Instagram é aba onong, aba com dois besos, né? Com dois mes todo mundo vai pensar na banda. É isso aí. O Facebook também. Facebook na aba e tal. Se pensa na aba não vai esquecer. Não vai esquecer. Facebook é tem YouTube. YouTube não. Eu não, mas tem Instagram já acab site, o site é abacampinas.org.br. A gente vai colocar aqui embaixo, mas qualquer dúvida também é só entrar no Instagram, não vai ter, né? É lá também. Já direciona para pro site inclusive. Dani, muito obrigada por compartilhar a história aqui da entidade com a gente, né? E parabéns pelo trabalho. Nós que agradecemos. Muito obrigado. Muito obrigada. E para você que nos assiste, quiser rever ou compartilhar esse programa, é só acessar o YouTube da TV Câmara Campinas na aba mãos solidárias. Muito obrigada pela sua companhia e até sábado que vem. [Música] [Música] [Aplausos] [Música] เ เฮ [Música]