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MÃOS SOLIDÁRIAS - AMIC
Em destaque · HD Vídeo · MÃOS SOLIDÁRIAS

MÃOS SOLIDÁRIAS - AMIC

370 views Publicado 21/10/2024 HD · 44:41

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[Música] [Música] no mãos solidárias de hoje a gente vai compartilhar a história da Mick Associação Amigos da criança que hoje já tem três unidades mas tudo começou há 34 anos atrás e eu estou aqui com a fundadora keana Santos é fundador e presidente da entidade muito obrigada por nos receber aqui Eliana eu queria que você falasse como é que começou essa história fundadora né como a gente estava conversando na verdade quem fundou a Mick foi uma criança por isso amigos da criança eu era professora no local mais Rural do município de Campinas e uma criança desmaiou chamada Silvia e eu estava com uma sala específica de crianças com algumas dificuldades de aprendizagem de alfabetização estava nesse trabalho e aí fui levá-la para casa e ali eu descubro então uma vida muito sofrida num lugar chamado Bananal ali na em Campinas e vi que ela tava realmente com uma série de consequências de uma subalimentação contínua e tudo mais e aquele dia na verdade ela desmaiou e quando ela acordou eu tinha já tinha chegado na casa dela peguei o endereço na na secretaria e levei até lá e lá então eu descobre uma situação de muita muita dor muita dor social tudo porque meu pai tinha sido assassinado enfim el estavam passando muita necessidade vi que estava voltei né na verdade ela tinha pedido alimento ela né ela na verdade falou isso a mãe inclusive ah a gente tá passando assim necessidade se a senhora puder ajudar etc aí eu fui em casa peguei dividi o que eu tinha na dispensa E aí no dia seguinte ela trouxe uma amiguinha porque o Bananal tinha muitas famílias sabe que trabalhava Então ela trouxe uma amiguinha vizinha como ela ganhou a cestinha né um pouco de alimento Ela pensou que eu tinha mais então ela foi buscar aí ela trouxe a segunda criança eu falou nossa agora eu não tenho né dividi direitinho eu e minha filha e aí no terceiro dia ela trou outra criança aí eu pedi para uma amiga chama Denise Aí ela deu no dela aí terceira bom eu falei vou vou pedir PR alguém naquela época o Betinho tava no Rio de Janeiro com aquela campanha para fome bem naquela época olha quanto tempo né 90 né é e o essa pessoa conhecia uma outra que tava trabalhando como jornalista no sindicato dos até esqueci o nome do sindicato agora mas o sindicato estava envolvido com campanhas de alimento lá no rio aqui acho que dos Bancários uma coisa assim e aí então a pessoa deu a cesta que ela tinha recebido do sindicato que ela trabalhava lá deu a cesta e ali foi fo indo aí na quarto dia já tinha mais um dobro de criança eu sei que depois de uma semana já tinha quase 14 15 famílias e eu fui pedindo até que não dava mais para pedir porque tinha acabado O Rol aí o sindicato entrou doando para nós sabendo que a gente tinha as famílias sim assim começou então a Silvia foi a primeira solidária de toda essa história foi e as Crianças mesmo que a gente não foi assim eu idealizei fai uma on uma osc ou qualquer coisa Não eu tava até vivendo e e o coração da gente nasce solidário eu acho sabe pode se educar pra solidariedade mas tem o que que nasce na gente né humanidade que nos conecta né Isso mesmo E aí a primeira unidade surgiu lá no Bananal então Bananal como o Bananal né surgiu lá no vilag que era o nome do bairro naquele tempo já tinha luz tudo mas quando eu cheguei era tudo escuro não tinha luz não tinha nada era mais área semirrural chamada SEMAL E como eu também tenho uma herança Rural vida rural meus pais tudo então ali eu me acomodei bastante tava felizi seguindo E aí a campanha do Betinho veio entrou e aquilo foi crescendo de um jeito que eu S falar para você quando eu vi tinha que fundar uma associação que não tinha como gerir sem famílias da a pouco tinha 200 nós chegamos a atender lá 10.000 famílias é 120 bairros masado é porque não tinha esse trabalho aqui e além de você aí você já crianç ou não você já eh continuou dando aula para essas crianças eu fiz um trabalho era um projeto que eu estava dentro com aquela professora corinta hum fiz um trabalho com ela que é justamente a o trabalho sobre alfabetização então eu fiquei um ano nesse lugar eí depois disso minha vida tomou outros romas eu venho de São Paulo eu não sou daqui sou nascida no Vale do Paraíba sabe ou seja a alfabetização tava sendo comprometida Por uma questão nutricional né é sobrevivência sobrevivência vivência era como Educadora E aí é difícil você trabalhar com esse desenvolvimento pedagógico cognitivo quando falta o básico um básico é não tem combustível nessa máquina né e Nossa aí é antes disso eu era Operária gráfica em São Paulo e Paulo Freire retornou eu fui Passei um tempo com Paulo Freire em São Paulo porque ele me descobriu né eu era pestar eu trabalhava numa gráfica colava papel um trabalho era uma linha de produção E aí o sindicato pediu para receber Paulo Freire as pessoas não quiseram ir que tinham compromissos sabe e eu não tinha tempo era jovem e aí eu o dirig o presidente lá falou assim olha Então você vai tá bom falei eu vou aí ele me conheceu no trabalho e falou para mim que nossa você tem uma Educadora nata é você tem o colégio falei tem eu fiz o colégio Aí ele falou assim então presta com se você conseguir passar a gente arruma bolsa a gente trabalha gente põe para dentro então os anos que eu fiz a a p eu meio que fiquei sabe secretari ele algumas obras porque eu era operar gráfica Então aprendi muito a digitar fazer coisa que legal então eu vivi com ele alguns anos bebeu da fonte é da fonte é tinha na hora que ele voltou pro Brasil acabou o exílio dele e aí você viu o que que era a pedagogia do oprimido ali na Ah e ele falava isso na vida real né não ele fala M ele falava para mim Eliana é um abismo entre as classes a gente tenta construir pontes entre as classes mas eu nunca vou viver o que você vive você nunca vai viver o que eu vivo a gente pode criar um diálogo a gente pode se ouvir né mas existe limites nessa comunicação é um perigo você de repente se transformar num num opressor que ele trabalha opressor e Oprimido né Pedagogia do Oprimido né o Oprimido ele traz também o opressor dentro dele então é perigoso ISO e o opressor ele e trabalha muito pouco com sou mido interno e ali eram longas conversas digitei várias das obras dele Pedagogia da pergunta várias fizemos eu tenho até um Como é que chama isso um prefácio dele de uma cartilha que ele me levou de alfabetização que ele me pôs dentro de de um projeto em São Paulo de Emílio Ferreira do construtivismo quando a Prefeitura de São Paulo instaurou o construtivismo aí eu eu construí uma cartilha nas áreas rurais que eu era ligado na área rural aí ele me PIS para trabalhar na área Rural e eu fiz uma cartilha ela eu tenho viva sabe e tô para editar tô não deu tempo mas entrou a mim que aí eu nunca mais fiza mas tem prefacio dele eu tenho prefo dele com cartinha dele ele falando sobre espontaneísmo e e sabe e o direcion ismo muito exagerado essa opressão entre um e outro e tudo mais e depois escrevemos um Liv que eu chamei de barril de picha porque ele perguntou para mim Eh Por que que você não quer ele convidou fazer secretária quando ele entrou pro PT foi ministro né da da da do município mas eu não quis acompanhar por causa da minha religiosidade e tudo e eu tinha que aprender inglês para mim isso era difícil sabe mas eu falei para ele depois professor eh esse mundo é um barril de pino f o que que é isso e como el sempre investiga muito né É você vem aqui me explicar toda tarde dia da semana eu quero saber o que que você tá chamando de barril de piche E aí ele transformou uma obra eu tô também ver se eu consigo editar e e o que quer dizer o barril de piche já dando um pouquinho de spoiler barril de piche é o e essa essa distância entre as classes esse essa dificuldade de ouvidoria da classe que vem por exemplo aqui um território nós temos um território aqui que a maioria que se trabalha hoje veio da fila veio da Necessidade veio com limites na escrita limites na compreensão limites até de raciocínio porque a a má alimentação e a subalimentação de 0 A3 anos ela ela ela ela ela inutiliza certas perspectivas de zer a TR não tem jeito Isso tá provado né já né pela pel pela psicologia pela pela nutrição e tudo mais então a gente consegue trabalhar então a os organização da sociedade civil é uma alternativa com a sociedade civil aqui não tem dono não tem ninguém ganha nada mas cada um desses sobrevive ajuda é sócio é uma corrente que se retroalimenta se Ret alimenta a gente é vai existir até quando eu falo para eles até quando vocês quiserem é E aí quando nós ganhamos o Seba certificado de entidade beneficência Assistência Social depois de muitos anos e isso garante a nossa parceria com a prefeitura a secretaria municipal de primeiro com Assistência Social a gente fez fo a primeira parceria depois com a educação tem 20 e Poucos Anos já com a sme e parcerias Gerais né hoje nós temos cela fumento a gente tem cela e é e cela internacional são três unidades né somando da 1500 crianças Mira 143 1430 é 1430 é sem contar o trabalho com a assistência né se somando mas é do serviço de convivência tudo né então são mais de quase 2000 crianças quase 2000 crianças são colhidas aqui e e toda essa sua bagagem parece que você tava sendo preparada já né GR da roça plantava colhida PR cidade é comer uma comida fresquinha e tem uma boa formação faz toda a diferença na vida de qualquer um né Faz faz aqui você viu o fogão de lenha ali a gente cozinhava no fogão de lenha do outro lado eu guardei como memória legal era um rancho bem simples né que o pessoal caí a casa por aí o rancho não caía sabe assim n tempestade rava firme e o fogão de lenha a gente passou anos Acho que uns 10 anos aí sem parceiros nenhum construindo aqui por que que eu vim para cá a eice que vinha falar aqui que me chamou que me encontrou lá num vilagem a eice três crianças morreram queimadas aqui saiu no no no todos os jornais da época tudo sabe e aí ela foi procurar alguém para poder acolher as crianças enquanto os pais estavam na na lixão geralmente eles iam buscar no lixão alimento não havia ainda o catador de de papel n não havia todo esse trabalho existiam lixões né hoje já diminuiu bem ainda bem ainda é porque tem as agora os lixos estão todos mais direcionados etc e saiu a mãe saiu a avó e saiu o pai e aí uma his muito triste né Muito triste tinha um bebê tinha um bebê tinha um de 2 anos e o maiorzinho que acendeu o gás e E aí não tinha como aí você veio para cá aí demorou demorou para acender o fogo né sabe ligou o gás a gente acha isso ninguém sabe mas ele deve ter procurado o fóssil Demorou quando ele foi acender explodiu Tudo sim é é altamente inflamável né não é E aí ela foi lá no me curar a gente já tinha já distribuição de cestas de alimentos sempre foi combate a fome sempre foi primeira cois Seme foi primeiro trabalho noss assistencial é e depois a formação é tem aquilo D vara para pescar mas por cara que não consega nem segurar a vara né não dá é complicado nós estamos até na ah depois eu conto pode contar não é uma senhora Vita do do do até era bom vocês irmã solidárias ela é maravilhosa Padre Haroldo levou ela para falar lá na na com ele Padre Haroldo levou chama senhora vita E lá Dona Vita ela ela sonha com as crianças que vão chegar e ela acolhe cuida enquanto a mãe tá em momentos desesperados queriam ou para adoção ou para para essas casas que tem sabe mas a mãe não quer não quer desligar então ela fica ela cobre um tempo e ela tem quase 200 crianças 80 crianças a gente manda janta todo dia para lá e ela garante um almoço com vários várias pessoas Então ela é desse território é do Campo Belo do Campo Belo que hoje é a zona de Mai aqui evoluiu bastante o que a gente sente no trabalho de solidário amada é que e muda o o o território muda a configuração todo né muda muda muda mesmo é nesses 34 anos você pode vivenciar isso pren viv na pele é não se entrava aqui Sem Licença né pessoal perguntava se eu usava colete Olha é a gente pulava cadáver Ali era bem triste bem E hoje é outra realidade não tudo mudou tem nada daquilo que tinha Campo Belo também tá bonito agora vem né o prefeito fez essa essa parceria aí essa travessia lá tá excelente enfim vamos crescendo né faz a diferença mas aí que eu digo naquilo que chama barril de piche se barril de piche É eu falei para ele eu tenho um irmão meu que foi criado como po Escola Agrícola ele fala carioca falei assim para ele né já até faleceu meu irmão Tadinho e porque encontrou um povo carioca E aí um partido lá que eu nem sei qual é que ele queria que eu entrasse falei não não vou não é esquisito is sabe eu falei para ele não senti né fui lá numa reunião falei não é para mim E quer dizer então ele mudou tudo ele nem reconhecia mais a gente então é um barril de p você vai lá e fica grudada que nem passa asfalto na terra Ah você fica grudada nesse sentido né É aí ele ele fez o título assim barril de pich versus biologia opressora uma coisa assim não lembro mais que título ele deu sabe E aí nós F conversando sobre isso ele foi me falando aí teve todo um desenvolvimento porque a ideia é justamente emancipar as pessoas tirar tirar liberdade liberdade e porque desvaloriza né tudo o que ele traz de conhecimento e impõe um conhecimento de fora sim El ele ele era bem Nossa Paulo você sabe fundou o Instituto depois ele saiu não sei você sabe deixou ele fundou junto com todo mundo e depois eu tava no dia que ele que ele saiu tava fora assim porque meio secretária das obras dele né naquele tempo mas ela saiu porque ele vi viu que era muito difícil compreender isso para quem tá no poder poder essa ponte atravessar essa ponte nem sempre é fácil né é eu acho que não tem e você acha que o o amic ele acabou criando pegando essa identidade da Pedagogia do Oprimido e desses projetos essa coisa mais construtivista a gente faz uma luta grande sabe as pessoas aqui são livres elas elas executam sabe elas compreende pelos sentido a gente tem uma outra pedagogia a a relação com a pedagogia oficial trazida pelo miroski porque o miroski é é o documento que regula as osk hum mas ela tem uma leitura também do município e aí tem aí umas contendas fundamos o integra né o pessoal da feac e um grupo grande aí nós fazemos parte também do integra que é uma associação que que com esse prefeito atual e com o secretário atual de educação conseguiu eh fazer um diálogo de respeito às ospes Hum porque a osque nasce em pessoas da população com a população com outro modos operand sabe ela já tem um DNA próprio né perfeito Aí falava linda Bon DNA próprio é porque vende DNA diferentes né sim é uma verdade né não tem como como esconder isso né paraar tinha uma reunião para falar disso tudo com ele previsões para futuro ele falou assim falta nos Filt Depois tem plural sabe el falou falta nos filtro eu falei então mas por isso que é importante passar por nós que fos damos que toque viva e a grupo Nosso deoria é um grupo intelectual o bastante para compreender tudo isso e respeitar os elementos que estão lá sim e ouvi-los primeiro o que que você acha primeiro que caminho nós vamos tomar aqui como resolver isso aqui porque o território Ele nasce e ele tem uma estrutura dele de defesa de manutenção de hierarquia sabe de é uma organização social espontânea mesmo n espontânea não paralela um Poder Paralelo é um Poder Paralelo e precisa ser e É uma pena que é É uma pena que Paulo Freire eh não é tão vivido porque isso aí dá brecha para outros setores entrarem e dominarem porque fica um vazio de poder Uhum Então o poder onde tem lacuna alguém vai ocuparé e infelizmente quem tem ocupado são falam que a natureza detesta um vazio né já vai querendo ocupar ela ocupa tudo ela vai a floresta vai aumentando isso invadir não é invadindo é natural Vando é expandir né é da vida e tem pessoas que passaram por aqui e agora trabalham aqui né então vieram pela fila e a a a mira não veio pela fila né mas a mãe dela né vira puxa sua mãe podia falar porque sua mãe veio até hoje né a mãezinha dela e tá até hoje aí com a gente vem na feira Vem pegar às vezes não é nem PR ela pro Neto pra outra filha sabe as pessoas continuam ligadas a mais essa mãozinha da Silvia lá de trás de ajudar né de ajudar a gente vai ver então a fala de uma mãe que que hoje é uma cozinheira aqui da escola né mas que começou lá atrás como mãe né como mãe a gente vai ver e já volta aldeide a aldeíde começou como população e ela tem um papel fundamental na história da amck conta pra gente como é que foi essa história Ode eh quando eu cheguei na Mick eh eu cheguei Como o povo da população né nas filas eh para pegar a cesta básica né porque a gente veio do Maranhão eu e toda a minha família minha mãe meu pai minha irmã e foi muito difícil no começo né mas graças a Deus a gente achou uma pessoa que nos apresentou a Mick essa pessoa maravilhosa né que é a irmã Eliana e depois Entrei como mãe entrei para ajudar né na na creche na entidade na amic e já fiz várias coisas né já fui cozinheira já fui monitora já fui de tudo nessa creche aí agora retornei novamente como cozinheira e antes não funcionava era outra unidade né parece que você tem uma importante participação para trazer a unidade daqui né como é que foi isso é logo no começo que a gente chegou tinha uma família né que a mãe precisava trabalhar e na época não tinha energia elétrica era na vela na lamparina né E a mãe saiu na madrugada para trabalhar e aconteceu um acidente com as crianças né quatro quatro criança né pegou fogo na casa e infelizmente elas não resistiram Através disso eu e a nossa amiga Nice né que era na época presidente do bairro e procuramos a irmã Eliana né E fizemos convite ela porque aqui precisava de um lugar assim para acolher as crianças e as famíli né porque até aí não tinha né mas aí graças a Deus a irmã aceitou E aqui estamos até hoje e seus filhos também passaram por aqui passaram meus filhos hoje passa meus netos e vai passar o meus bisneto uma história triste mas que acabou gerando a segurança 631 nesse local ap isso isso mesmo foi uma história triste no começo na chegada mas hoje graças a Deus a gente é muito feliz Obrigada Eliana então a gente viu Alde tem muitos outros exemplos não dá para mostrar todos aqui no programa de pessoas que passaram por aqui e retornaram agora como colaborador né sim a ideia é essa o território nos chama né então morreram as crianças queimadas a a ocupação que foi lá e me achou trse pra pessoa que ah que organizou essa ocupação aqui eu nem sabia o que que era ocupação inclusive falaram que deram para mim uma carta que eu podia ficar aqui 100 anos sabe fizeram uma coisa eu nem não Lia jornal não dia TV não dava tempo então estava nesse ende de tudo isso aqui que era maior na época ocupação da América Latina foi uma das maiores hoje não é mais né fo uma grande agora em São Paulo mas foi e eu vim assim dentro desse contexto que ela foi buscar alimento e aí falou para essa pessoa que era do bairro E aí quando morreu as crianças ela falou vamos lá fazer alguma coisa parecida com aqui não tinha como falar não né Eu vim ver eu falei Nossa fiquei Encantada era tudo deserto você vê com árvores assim não tinha nada era tudo deserto deserto não tinha nem aquela árvore do Meio nada olha que legal floresceu a gente plantou teve trouxemos gente que fez e paisagista a a gente foi voando aí foi tirando cada um colocou um pouquinho pouquinho de si é que bom é e ainda e o pessoal da fila voluntário aqui dentro nós temos a os que ajanta todo dia a gente Ah manda para pro lar da dona Vita que um dia talvez você leva para um solidário dela é um encanto ela sabe é tem 60 anos então é muito mais que uma escola né é um espaço de foi agregando as pessoas se você vai entrando é uma é uma sabe a gente se torna um pouco o ponto de referência de soluções que não são soluções de violência ou de busca de uma Justiça Golpe a Golpe olho por ol do dente por dente mas com compaixão explicação eh clareamento de situações acolhimento acolhimento sabe a gente entra com com outro a gente tem o Jumbo por exemplo que dá pras mães que vão visitar os filhos presos para restaurar então a mãe tem que levar às vezes a gente promove passagens para ir visitar porque é muito importante a ao preso a visita da esposa levar os filho o filho no Natal tem tudo isso é um é um conglomerado é um olhar diferente né um olhar digo isso com ele ele tentou fazer isso na África mas as aldeias ali havia muita distensão ainda tem até hoje né Uhum não foi possível não deu para quebrar P construir pontes não deu não deu muros é porque né aqui o Brasil é porque é aquilo que você mesmo falou cada lugar tem o seu modos operand é um olhar antropológico né E tem que pisar devagarinho e sentindo o que que pode ser feito né é aquilo que é importante para aquele povo aquilo que é importante para aquilo quer né que eles estão prontos para receber também né porque às vezes não tão também tem isso né pros é eles expulsam eles na verdade eles acabam expulsando é um organismo vivo né a sociedade é assim né aqui não eles entam eles comem aqui dentro com a gente Eles sentam aí no todo último domingo do mês faz 30 anos que a gente não não falta um domingo do mês 30 anos é seguidos que legal é forte né é forte é então ele fala isso de um senhor falou assim nossa quantos anos vim aqui achei que as senhora téa ido pro céu falei p não sei eu vou mas eu Qualquer hora eu vou ass ele falou não porque a gente via a pessoa fazer 3 anos 2 anos fica aquela fama toda etc mas Puxa vida eu era criança eu vim com a minha mãe pela mão dela fiquei jovem vim aqui peguei um tempo porque eu passei nessa cidade agora tô com uma dificuldade na minha família falei vou lá ver né se a Mick Tá viva eu pensei que a Mick pudesse estar vida mas senhora não eu nunca vi alguém ficar tanto tempo isso é o sinal de que ainda tem muita coisa para se fazer né muito obrigada por compartilhar essa história tão bonita com a gente de resiliência o nome do programa é lindo lindo né É porque a gente entrevista pessoas como você assim fazem a diferença e é no plural né mão solidária mãos né se a gente não se juntar não se reunir não acreditar que o outro pode se transformar que era o princípio muito do Paulo Freire aprendi muito isso com ele né bom como eu te contei só para fechar a história com ele aí não tinha ninguém para ir no sindicato eh da nossa empresa gráfica né da empresa que eu trabalhava aí o gerente me chamou e eu fui ele lá dentro falou para mim né que via em mim uma Educadora E aí além de tudo era um visionário é porque ele falou você é uma Educadora nata foi como eu me comportei num evento lá na na nos dois dias com ele que ele queria conhecer o que que significava fazer a cabeça porque ele chegou no Brasil com essa expressão Na década que ele chegou Uhum que que ia fazer a cabeça o que que será isso então ele começou a procurar a base né trabalhadora para ele aprender investigar Olha que bonito né aprendizagem n é com certeza e ali ele me pensou no meio do da daquelas pessoas quer dizer Olha que bom né Que bom que ninguém quis vir que eu fui é que bom aquele não que é um sinão né sim Maros um grande sim e solidariedade não funciona sozinho senão é uma bondade né solidariedade só funciona no plural só no plural M solidárias agrade o programa você que tá ouvindo você sabe depois se você pudesse pô nosso slogan a gente tem campanha de sócio e sim recentemente Vita eu falei do Dona Vita porque da senhora Vita lá Vita porque ela me apresentou uma pessoa em Moçambique África que atualmente a gente tem tentado mandar valores pra compra de arroz feijão sabe um peixe que eles comem lá que é bem barat Uhum mas ele hoje tem mais ou menos 200 e poucas crianças Órfã Nossa por causa dos Vendavais de 2019 né que que ocorreram lái lá no sul da África né outro lado sim e população muito sofrida querendo ajudar é só entrar em contato né a gente vai colocar o site Red por favor mãos solidárias né dá as mãos aí para nós que a gente precisa de verdade viu quera muito obrig obgada mã Solid do programa TV câmera né maravilhoso e no próximo bloco A gente vai trazer um pouquinho mais das atividades que acontecem aqui na miic [Música] de volta pro segundo bloco do mão solidárias de hoje aqui na Associação Amiga da Criança na amic que funciona no Jardim do Lago do a gente vai conversar agora com a Mira que é orientadora pedagógica e vai explicar pra gente como é que funciona essa Parte Educacional para suprir todas essas crianças 631 crianças não é pouca coisa né Mira muita criança é muita criança e a gente percebe que eles estão serenos né Por ser tanta criança junta como é que vocês funcionam tem essa essa preocupação muito grande com a humanização aqui né sim muito grande a gente n como você falou a gente atende 631 criança de 0 a 5 anos e 11 meses e a proposta pedagógica aqui é que as professoras né desenvolvam as propostas nos Espaços extern da creche como observar a gente tem um espaço bem amplo é Então as crianças exploram esse espaço e a gente trabalha com projetos esses projetos parte do interesse da criança porque a gente valoriza isso né de tornar a criança protagonista do seu conhecimento então a gente dá né essa oportunidade pras crianças mostrarem o que que elas querem aprender então a gente desenvolve todo o nosso trabalho de acordo com o interesse de cada criança maravilhoso né né E são divididos por por idade né E vocês T bário inclusivo né isso temos o1 né que vai de zer até 1 ano e 8 meses temos o G2 que é de três de 1 e8 até 3 anos e temos o agrupamento três que é de 3 anos até os 5 anos e 11 meses tudo pequenininho bem pequeno e hoje Com todas essas crianças ainda existe fila de espera existe a fila de espera é bem grande principalmente das crianças do agrupamento um é que a procura é muito grande a demanda é muito grande porque aqui na região só a amic atende é criança do Agu então a lista de espera é bem extensa É e aqui é uma região populosa né bem populosa aqui a gente atende o monte Cristo a gleba e o oiel então é muito grande né a população aqui é E aí as crianças passam Então até os 6 anos e depois são direcionadas pra escola né a Ensino Fundamental ao ensino fundamental Ah vocês usam a mesma pedagogia então do município né isso a gente para para as crianças de zero a TR é a abordagem de m picles e para as crianças de TR a 5 e 11 meses é a pedagogia frene né que vem trabalha esse projeto que estuda esse projeto d aula passeio então a gente né trabalha com a pedagogia F E aqui vocês tem um privilégio de ter essa área verde né a gente viu sendo explorada n aqui é bem grande espaço é bem grande as crianças exploram bastante e a gente deixa mesmo que eles explorem esse espaço que a gente tem aqui tem uma energia com qualidade né muita qualidade a gente viu agora de pouco uma apresentação de teatro sobre o bu e a gente vai compartilhar um pouquinho com vocês como é que foi essa apresentação a tia Cidinha trabalhou um para esse teatro né E a gente vai falar um pouquinho com ela sobre a importância desse tema e dessa parte lúdica com as crianças Cidinha como é que surgiu esse tema da lenda de Ubuntu então o tema da lenda de Ubuntu né ele surgiu porque nós estamos fazendo um trabalho mais intensificado sobre o antirracismo né E essa lenda veio pro pras crianças como além de est trazendo essa fonte de de cuidado com o pró com o outro também o de estar conhecendo outras culturas que no caso seria a cultura africana que é um trabalho que a gente já vem fazendo há um tempo com as crianças e aí eles assistiram essa peça essa encenação e depois cada classe vai trabalhar Vai desdobrar um pouquinho ainda mais o tema sim a ideia é essa né Não só o tema do Ubuntu mas também outros temas que venham n cultura africana que é o trabalho que a gente vem priorizando agora no momento e as Crianças trazem um feedback assim desse teatro dessa encenação como é que é geralmente nós recebemos esse feedback pelos pais né porque os pais no dia seguinte sempre chega faz algum comentário pergunta o que aconteceu ou traz algum comentário que a criança levou para casa e até na própria roda porque nós fazemos roda todos os di né isso tem a de conversa tem a de história então na própria roda as crianças também trazem o que ficou para eles daquilo que foi representado e essa coisa do lúdico ela é muito importante também na parte pedagógica né parece que é só uma brincadeira que despretenciosa mas marca né marca marca e marca bastante e isso a gente vê através das representações deles né elesin and entre si eles acabam representando e até mesmo cobrando entre eles de forma lúdica também o que ficou o que marcou para eles e o que eles aprenderam com a história sinal que tá funcionando funciona com certeza por nada Mira E aí as crianças elas passam até aos 6 anos saem e elas podem voltar pro convívio social também exatamente o convívio social como já foi falado a gente tem atend de 6 a 14 n Então as que saem da educação infantil tem a oportunidade de voltar né no no contratu a escola para esse projeto que a gente né disponibiliza aqui na instituição você que tá aqui é uma das mais antigas na entidade né você consegue mensurar a diferença que a Mick fez aqui nesse território Nossa muito grande a diferença muito grande e e com o passar do tempo cresceu muito n que começou bem pequeno com poucas crianças e hoje a gente atende 631 mais 60 do centro de convivência que são os jovens né isso que são jovens e o território aqui era um território de grande vulnerabilidade essa realidade tem mudado ao longo desses 34 anos tem mudado tem mudado bastante ainda é uma uma né uma eh uma realidade realidade que precisa melhorar muito ainda mas caminhou bastante é e como é que é o contato com os pais no caso vocês fazem todo um trabalho de humanização aqui com as crianças né Essa educação essa conversa mais horizontal né E como é que é o contato com os pais eles também abraçam os projetos da escola Sim eles são envolvidos principalmente né os pais das crianças do agrupamento trê eles são envolvidos nas propostas que são desenvolvido aqui também os outros agrupamentos também mas principalmente as crianças do3 né os pais eles se envolvem muito nas propostas desenvolvidas Acho que até porque a criança leva para casa que foi conversado com um projeto né Vocês envolvem os pais também nos projetos envolvemos sempre a gente tá trabalhando agora com o projeto antirracista e a gente tem envolvido muito as famílias nesse projeto também e as famílias trazem Retorno assim um feedback Traz ele sempre traz retorno né do trabalho desenvolvido aqui que as crianças levam para casa acaba que um fortalecimento de vínculo também com a família e com a comunidade né isso exatamente e a gente conversou mais cedo com a Karen para saber como é que funciona essa questão do fortalecimento de vínculos a gente vai ver um pouquinho agora e já volta daqui a pouquinho e a Karen Jesuino é a responsável pelo serviço de convivência e fortalecimento de vínculos com os jovens e crianças de 6 a 14 anos que é um outro serviço aqui do amic né vinculado à assistência social né Kar isso na verdade eu trabalhei como Educadora social aqui na amic por quase 5 anos estou retomando as minhas atividades né no serviço de fortalecimento de vínculo E hoje nós trabalhamos algumas atividades né como Esporte recreação né recreação e lazer trabalhamos a parte de música artesanato e com essas atividades a gente consegue eh fazer com que a gente faça o resgate na verdade do convívio grupal dos jovens né das crianças e dos adolescentes né Eh a gente tenta através da disciplina do esporte né através da parte lúdica fazer com que essas crianças façam uma Reforma íntima e entendam a importância né de regras de disciplina né entendimento né Eh de sociedade realmente para que eles possam sair aqui e se emancipar e para vocês que estão ali na na no cotidiano deles né nessa que acaba também sendo um vínculo grande com vocês né Vocês percebem alguma necessidade maior de um atendimento mais psicológico mais psicopedagógico como é como é sim na verdade nós trabalhamos com crianças em situação de vulnerabilidade Então na verdade o nosso trabalho é realmente fortalecer essas crianças não só e na parte e de conhecimento né conhecimento que a gente conhecimento de forma geral parte de esporte música naquilo que a gente consegue oferecer exato né então a gente na verdade precisa de prepará-los também psicologicamente E aí a gente tem essa equipe que é através de um psicólogo e de uma assistente social que faz todo esse Amparo naquilo que é de acordo com a necessidade de cada criança de cada adolescente a gente viu com os pequenininhos que tem a roda de conversa né E eles T também Sim eles TM a roda de conversa e essa roda de conversa na verdade ela é com assuntos amplos inclusive com assuntos que eles mesmos trazem pra gente poder discutir no dia a dia né E isso querendo ou não facilita até para nós educadores conseguir eh atingir aquilo que eles têm de necessidade para que a gente consiga trabalhar de acordo com a necessidade da criança do Adolescente ele coloca ali ele se abre né para de repente fazer essa troca ex exato de vínculos né exato e essa troca na verdade é contribuir para conhecimento não só da criança do adolescente mas para nós enquanto educadores porque a gente acaba muito mais aprendendo né Eh do que até a gente ensinando né que é um é um é muito rico a roda de conversa é realmente muito rica até nos momentos de atividade antes de explicar uma atividade antes da gente começar qualquer tarefa essa roda de conversa ela é extremamente importante para que a gente faça os combinados para que aí a gente entre com as regras Porque de fato se eles não conseguirem seguir regras simples que a gente colocar aqui dentro como que vai ser fora na sociedade então se faz necessário que esse entendimento de fato aconteça e essa roda de conversa serve para isso mesmo e a comunicação não tem como a gente fortalecer vínculo algum sem comunicação né exato na verdade é o primordial né a gente precisa dessa comunicação até porque através dela a gente faz com que as crianças os adolescentes entendam que socialmente é assim que a gente realmente se resolve as coisas é assim que a gente consegue Alcançar aquilo que a gente precisa é conversando ser assim Seme deveria ser assim sempre então a gente tenta de fato mostrar isso para eles para que eles possam sair daqui realmente tendo esse entendimento e esse conhecimento já sai daqui com esse músculo trabalhado né exatamente principalmente os adolescentes né que a gente acaba preparando até para mercado de trabalho com 14 anos eles já começam ter essa identificação de profissão aquilo que eles querem fazer então a gente precisa de fato fortalecer esse grupo para que eles Saiam daqui com o entendimento do que é realmente importante para vida deles como eles devem se comportar como eles devem se comunicar né que são questões simples né mas que a gente realmente precisa de sempre est reforçando e aqui a gente tem esse espaço para isso hoje são quantos jovens atendidos são 60 jovens 30 na parte da manhã e 30 na parte da tarde para o ano que vem e vai existir aí um projeto de ampliação para essa para esse número é bastante gente né e muitos passaram por aqui também na na infância muitos inclusive muito orgulhosa porque retornando para cá eu vi que vários adolescentes meus estão trabalhando aqui que legal exato vários adolescentes meus estão trabalhando aqui então e existe essa essa oportunidade né que a a instituição oferece essa oportunidade eles crescerem estabelecerem no lugar aonde eles e cresceram né então é muito bom Tem muitos aqui que realmente vem de creche né passou pelo sócio educativo comigo e hoje estão aqui trabalhando na instituição é muito legal é sinal que tá dando certo e esse vínculo então é com a Secretaria de Assistência Social exatamente de Campinas para poder e Vocês conseguem assim eh suprir as necessidades a gente vê que aqui é muito grande muito organizado e esse convênio já é suficiente para suprir na verdade não a gente conta com o convênio né que tem realmente de fato contribuído né mas a gente conta com vários parceiros né a gente conta com vários parceiros e enfim quem também se interessar em fazer parceria conosco né estamos abertos aí a aceitar toda a ajuda necessária Porque de fato é muita gente a gente precisa de suprir as crianças e os adolescentes né De acordo com o que eles precisam então toda ajuda é bem-vinda muito obrigada Karen Eu que agradeço o Igor do Carmo hoje é auxiliar de cozinha aqui na amic e ele entrou aqui com 8 anos conta pra gente como é que foi essa história passou Toda Uma Geração aqui e acho que seus pais também conta pra gente bom dia tudo bem meu nome é Igor do Carmo e passei no projeto da Mick entendeu projeto da casa Lar entendeu eles resgatou eu do Abrigo entendeu e 2000 2010 2011 mais ou menos entendeu Aí eu era da do Lar criança feliz eles pegaram eu e um monte de criança entendeu aí tinha três casalar entendeu E aí você fazia o contraturno aqui fazer as atividades eu ia ficar na escola de manhã e à tarde ficava aqui entendeu fez amigos aqui da que você nutre até hoje essas amizades bastante bastante e como é que foi depois voltar para cá agora como auxiliando e doando aí seu tempo seu trabalho pras crianças que estão aqui hoje muito bom entendeu Eu Acho isso incrível entendeu gratidão pela mic gratidão pela Iriana entendeu E agora já até pai que eu sei né pai duas crianças fica aqui também entendeu meu pai trabalhou aqui eu trabalho aqui minhas filhas fic aqui que fez a diferença na sua vida então sim na minha vida e de todos obg Muito obrigado Mira pras pessoas que quiserem conhecer mais o trabalho de vocês né aqui vocês são em quantos funcionários hoje hoje nós nós temos 98 funcionários 98 funcionários é bastante gente para dar conta dessa logística né Precisa existe voluntário ou não tem algumas pessoas né que fazem voluntariado né porque a gente como a gente já falou a gente faz um trabalho de assistência aqui né de doação de marmitas Então tem um pessoal voluntário que vem aqui montar essas marmitas né para ser entregue isso para ser entregue no final da tarde fam Então as portas estão abertas para quem quiser colaborar Sempre e com doação também com doação também quais são os os canais de contato da entidade nós temos oic.com.br né que é o site e a gente tem também o oficial oficial e Facebook não Facebook temos Mas já tem dois canais muito entrar em contato vai conseguir conversar né Muito obrigada por compartilhar então essa parte mais pedagógica identidade parabén pelo trabalho de vocês a gente que agrade OB você trabalho tão importante é só acessar o YouTube da TV Câmara Campinas na aba mãos solidárias muito obrigada pela sua compania e até o próximo sábado [Música] [Música] r [Música]
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