TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
Estúdio Câmara | Vício no amor/dependência emocional
Em destaque · HD Vídeo · ESTÚDIO CÂMARA

Estúdio Câmara | Vício no amor/dependência emocional

225 views Publicado 01/05/2025 HD · 1:08:11

Descrição do vídeo

Vício no Amor: Como a Dependência Emocional Destrói Relações e Como Superar 🧠💔 Você já sentiu que não consegue tomar decisões sem o aval do seu parceiro? Já tolerou atitudes abusivas com medo de ficar sozinho? Esse Estúdio Câmara especial, transmitido em pleno feriado de 1º de maio, mergulha fundo em um dos temas mais sensíveis e urgentes da nossa sociedade: a dependência emocional, também conhecida como vício no amor. Com dados alarmantes sobre relacionamentos abusivos e feminicídio no Brasil, o programa trouxe dois especialistas para discutir a fundo esse ciclo de dor, silêncio e superação: Ítala dos Anjos, advogada, ex-policial e educadora financeira que superou uma relação abusiva e hoje ajuda outras mulheres a fazerem o mesmo; e Borges Lind, psicanalista e especialista em comportamento humano, que explicou as raízes profundas da dependência emocional à luz da psicanálise e neurociência. Durante o episódio, você vai entender: Por que tantas pessoas se submetem a relações abusivas por medo ou dependência financeira; Como o autoconhecimento e a educação emocional são caminhos reais para a libertação; A importância de identificar os primeiros sinais da dependência emocional antes que ela evolua para a violência doméstica; Como a infância molda padrões de comportamento que se repetem na vida adulta. 💡 E mais: conheça o Grupo MADA – Mulheres que Amam Demais Anônimas, que atua em Campinas ajudando mulheres a romperem com padrões destrutivos de relacionamento, inspiradas no modelo dos Alcoólicos Anônimos. Este programa é um verdadeiro convite à reflexão, à coragem e à transformação. Com relatos emocionantes, orientações práticas e falas impactantes, ele prova que sim: é possível recomeçar, construir autonomia e viver relações baseadas em amor verdadeiro – aquele que respeita, admira e valoriza. ✨ Se você já passou por isso ou conhece alguém que está vivendo uma relação assim, compartilhe este vídeo. Ele pode ser a virada de chave na vida de muita gente! Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 📌 Dados do vídeo: Título provisório: Vício no Amor – Dependência Emocional em Debate Link: https://www.youtube.com/watch?v=80vRsgZhTaU&ab_channel=TVC%C3%82MARACAMPINAS #DependênciaEmocional #RelacionamentoAbusivo #VícioNoAmor #Autoconhecimento #GrupoMADA #Psicanálise #ForçaFeminina #ViolênciaDoméstica #Superação #TVcamaracampinas

Transcrição completa do vídeo

54 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

[Música] Olá, bom dia. Estamos começando mais uma edição do nosso estúdio Câmara. Hoje é quinta-feira, feriado, dia 1o de maio de 2025. Atualmente a data é feriado em mais de 80 países, incluindo o Brasil, a Argentina, a França e a Alemanha, a Itália também e muitos outros. Curiosamente, nos Estados Unidos, onde tudo começou, o feriado, gente, é comemorado em setembro, o Labor Day. Isso para evitar ligações com os movimentos operários mais radicais. Aqui no Brasil, o primeiro de maio virou feriado nacional em 1925. Em 1943, a data foi usada para marcar a criação do CLT durante o governo de Getúlio Vargas. Bom, e no estúdio Câmara desse feriado, nós vamos abordar um tema delicado e extremamente relevante. A gente fala de dependência emocional, também conhecida como vício no amor. Você já se sentiu incapaz de tomar decisões sem a aprovação do parceiro? já teve medo de ficar sozinho a ponto de tolerar comportamentos abusivos. Você se identificou? Então o programa é para você. Para nos ajudar a entender esses aspectos psicológicos legais desse fenômeno, nós temos duas pessoas que são especialistas, dois convidados, tá? Pelo Zoom nós temos a Bacharel em Direito e pós-graduada em economia comportamental. Ela também foi policial, ela tem uma experiência, né, eh, referente a essa questão e ela superou também um relacionamento abusivo. A Ítala dos Anjos está com a gente através do Zoom, vai conversar conosco. Olha só, Itala, seja muito bem-vinda. E ao vivo com a gente aqui no estúdio psicanalista, ele é especialista em comportamento humano. Seja muito bem-vindo, Borges Lind. daqui a pouquinho conversando com a gente também. É muito importante esse nosso tema. Então eu quero que você faça o seguinte, convida o pessoal aí de casa, chama todo mundo pra frente da TV e liga paraas suas amigas, fala: "Ó, vamos assistir o estúdio Câmara porque tem um assunto muito importante, é um assunto de comportamento que vale a pena, sim, a gente conversar, tá bom? Enquanto isso, eu vou atualizando para você as notícias e também a previsão do tempo para hoje, quinta-feira, feriadão, hein? Olha gente, Campinas tem plantão nos serviços essenciais hoje, tá? Feriado. Olha, a prefeitura vai manter o plantão nos serviços essenciais durante hoje e no ponto facultativo de amanhã, sexta-feira, para garantir o atendimento de casos emergenciais, tá? O expediente regular nas repartições será retomado só na segunda-feira, a partir das 8 da manhã. Serviços como Defesa Civil 199, Guarda Municipal 153, atendimento emergencial da SANASA, o 0800772 1195 e a fiscalização de trânsito da INDEC, que é o 118, funcionam ininterruptamente, tá? Já o sistema 156, os agilizas e o espaço cidadão ficaram fechados entre hoje e domingo. E na rede de saúde, os centros de saúde não abrem hoje, mas abrem amanhã, sexta-feira, funcionando com equipe reduzida e no sábado apenas as unidades que abrem normalmente aos sábados estarão em operação. Lembrando que a colcha, a coleta de lixo terá alterações hoje com funcionamento apenas nos setores alternados e a coleta seletiva suspensa hoje, tá? Os ecopontos funcionam normalmente. O mercado municipal está fechado hoje, mas reabre amanhã das 7 às 6 da tarde. Já o mercado de flores e fruto seasa funcionam normalmente. Se você quer passear, bosques, parques, feiras livres, feiras noturnas e o Parque das Águas também funcionam normalmente. Praças de esportes, piscinas públicas, Parque Molhado, Temático e Bibliotecas Municipais ficarão fechados do dia primeiro a 4 de maio. Combinado? Já vai se preparando aí. Que que você vai fazer nesse feriadão? Vai pegar a estrada? Pois é, se você for pegar a estrada, preste muita atenção. Concessionárias da região esperam receber mais de 3 milhões de veículos durante este feriado. As concessionárias que administram rodovias na região de Campinas esperam um movimento aí de mais de 3 milhões de veículos. Eh, esse Dia do Trabalhador promete muito nas estradas. A CCR Autoban, responsável pelo sistema Ianguera Bandeirantes, espera receber 1,1 milhão de veículos durante o período. A estimativa é entre saída e chegada à capital. O fluxo intenso está previsto para hoje, quinta-feira, das 9 da manhã até 1 da tarde, no sentido interior, tá? Na volta do feriado, o maior movimento deve ser no sentido capital e deve acontecer no domingo, das 3 da tarde às 10 da noite. A concessionária destaca que haverá operação caminhão entre hoje e domingo, tá? das 2 da tarde até às 10 da noite. Durante esse período, caminhões que seguem para a capital pela rodovia dos Bandeirantes deverão usar a via Anhanguera entre Jundiaí e São Paulo, acessando a rodovia pela saída 48 da Bandeira antes. Tá? Já no corredor Dom Pedro, a rota das bandeiras prevê a passagem de 870.000 1 veículos durante o período. A saída para o feriado tem aí um tráfego intenso, né, e principalmente das 3 da tarde até às 9 da noite. A maioria dos motoristas deve se concentrar na rodovia Dom Pedro com previsão de 600.000 veículos. Na região metropolitana de Campinas, 130.000 veículos são esperados. na rodovia Professor Zferino Vas, a região de Jundiaí, as rodovias Engenheiro Constâncio Cintra e a Romildo Prado, que garante a ligação do corredor Dom Pedro ao Circuito das Frutas, deverão receber pouco mais de 145.000 veículos no total. Nossa gente, né? Também um feriadão desse, o pessoal vai viajar, toma cuidado, viu? Presta atenção, tá bom? Previsão do tempo. Eh, vamos lá. Previsão do tempo para você. O que que nós temos de previsão do tempo, hein? Olha só, hoje é quinta-feira, né? Sol com algumas nuvens, é feriado e a gente não tem chuva não. A mínima iniciamos aí com 16, a máxima chega aos 25º e aí temos um dia com um céu, né, com azul de brigadeiro, algumas nuvenzinhas para você aproveitar o seu feriado. Essa é a previsão do tempo para o feriado aqui na cidade de Campinas. Bom, vamos lá. Você sabia que cerca de 70% das queixas em consultórios de psicologia estão relacionadas a relacionamentos afetivos, sejam eles românticos, familiares ou de amizade? E que no último ano o Brasil registrou 1463 casos de feminicídio, muitos deles relacionados a relações abusivas, onde a dependência emocional impediu a vítima de sair do ciclo de violência. É, gente, isso é muito sério. Para discutir esse assunto, a gente recebe hoje dois especialistas. Vamos dar as boas-vindas à nossa entrevistada que vem pelo Zoom. Ela é especialista, né? É em eh economia comportamental, ela é advogada, ela também superou um relacionamento abusivo. A Ítala dos Santos está com a gente, seja muito bem-vinda. Bom dia. Obrigada pela sua participação. Italá. Muito bom dia. Bom dia. Maravilha. E com a gente também, né, para ter aí uma fazer uma análise mais explicativa sobre esse assunto, nós convidamos o psicanalista, especialista em comportamento humano, Borges Lind. Muito bom dia, seja bem-vindo, Borges. Bom dia, F. Bom dia. Grato pelo convite. A gente que agradece a participação de vocês. Vamos lá, gente. Infelizmente a dependência emocional pode levar consequências trágicas. O Brasil registrou 1463 casos de feminicídio no último ano. O maior número desde a criação da lei de combate a esse crime em 2015. Em Campinas a gente tem o grupo Mada. Mulheres que amam demais anônimas. Isso mesmo, uma irmandade de mulheres baseada no livro Mulheres que amam demais e adaptada do programa de recuperação de 12 Passos e 12 tradições de alcoólicos anônimos. Nós temos um vídeo pra gente exibir e a gente vai mostrar para você eh um pouco desse vídeo que foi produzido, né, pela equipe do grupo Mada Brasil. E daqui a pouquinho também nós vamos passar para você as informações, eh, de onde esse grupo atua e como você pode fazer para participar. Tudo certo, produção? Se es tiver tudo OK, manda o vídeo pra gente. [Música] Olá, eu sou membro da Irmandade de Mada e vou falar um pouco sobre o grupo para vocês. Uma das Mulheres que amam demais anônimas é uma irmandade para mulheres que surgiu a partir do livro Mulheres que amam demais da autora Robin Noruwood e do programa de recuperação de 12 passos de alcoólicos anônimos adaptado para o Mada. No Brasil, o grupo Mada surgiu em 1994 em São Paulo e no Rio de Janeiro em 1999. Foram abertos grupos em outros estados e atualmente existem diversos grupos de mada no [Música] país. Esse é o grupo Mada, gente, tá? O grupo Mada tem aqui em Campinas, tá? Tem reuniões presenciais na rua Santos do Mon 785, fica no Cambui, né? Eh, então é importante você buscar esse atendimento e conhecer esse grupo que presta atendimento para mulheres que são vítimas da dependência emocional. Então, a gente já começa depois de exibir esse esse esse vídeo, só para vocês entenderem do que nós estamos falando e de lembrar que sim, a gente precisa de conversar sobre isso, que nós precisamos de buscar o apoio. Então é por isso que nós estamos aqui para falar com você hoje nesse feriado. Sei que tá todo mundo em casa, então vamos lá, vamos entender um pouquinho mais sobre dependência emocional, né? Agora a gente já começa falando com o o Lind, né, o Borges sobre dependência emocional. Eh, é algo que como o grupo Mada trata isso de uma forma, eles utilizam eh algumas ações que são utilizadas eh na nas ações dos alcoólicos anônimos. Então, é algo que sim merece uma atenção, porque é mesmo um tipo de dependência. Primeiro quero agradecer mais uma vez e essa organização, como é que se chama? Grupo Mada, nãoé? Maravilha pelo trabalho feito que tem desempenhado ali em prol da sociedade, não somente aqui da nossa cidade de Campina, mas também das famílias brasileiras em geral. Sim. E já me predisponho para qualquer questão para poder apoiar, auxiliar, entrar em contato. Legal. Quando nós falamos da dependência emocional, vício no amor, né, que trazer essa luz, essa abordagem mais psicanalítica, Donald Winc, que explora profundamente sobre a questão da dependência emocional a despeito de que Freud também como pai da psicanálise aflorou muito também sobre essa questão. Uhum. Mas o que é dentro da psicanálise a dependência emocional? É realmente quando a pessoa não consegue viver sem a presença de uma outra pessoa, tá? E a psicanálise mostra que a dependência emocional, ela é uma dependência absoluta ou 100% de uma outra pessoa além de você, onde você não consegue dizer não, não consegue ter o encontro com o seu próprio verdadeiro eu interior, dependendo unicamente dessa pessoa aí, tá? Então, quando nós falamos de dependência emocional, é algo muito sério e quase que ninguém escapa dela. Uau! Quase que ninguém escapa dela. E quais são os métodos que nós podemos aqui aflorar, né? O que que causa a dependência emocional? O que que provoca a dependência emocional? É algo que nós podemos, que as pessoas adquirem ou elas herdaram isso aqui? Realmente? Então, a psicanálise oferece uma luz que é uma experiência, é um fenômeno que tem uma origem a partir da experiência das primeiras eh vivência como criança, desde o momento que a pessoa nasce. Muito bem, Lind. Eh, daqui a pouquinho você explica mais que olha, gente, o Lind é um posto de conhecimento e ele vai repassar pra gente todas essas informações, mas nós estamos aqui também eh pelo Zoom, né, com a Ítala. A Itala é advogada e a Ítala, gente, ela se dispôs a conversar com a gente porque ela também passou por essa situação. O que acontece? Eh, muitas vezes as pessoas elas têm vergonha de falar, elas não sabem identificar e elas também não sabem como sair disso. Agora, a Ítala, ela é um exemplo que ela passou, ela ela identificou e ela superou. E hoje ela pode falar e também pode direcionar e encorajar mulheres ou homens, enfim, pessoas que passam por esse processo da dependência emocional, né, Ítala? Eh, como que foi para você eh a virada de chave quando você percebeu que você estava assim em um processo desse e que você precisava buscar ajuda para trilhar melhor o seu caminho? Acho que tudo começa naquele momento do basta, quando a gente, quando a dor, até aproveitando a menção de Freud, que que guarda uma referência de uma frase que eu gosto muito, que é aquela aquela frase que diz que quando a dor de estar vivendo aquele momento for maior do que a dor da mudança, a gente desperta pra mudança. Então, foi exatamente nesse ponto de virada, no em chegar num limite de que, opa, aqui aqui realmente não dá mais. E aí a gente começa a buscar meios para sair daquela situação. Foi esse ponto. Muito bem. E hoje a gente percebe, né, que você eh é exemplo, né, para para muitas mulheres, principalmente as pessoas que te cercam, que te conhecem, que t a possibilidade de conversar contigo, mas você também é advogada, né, Ítala? você você é advogada e também faz um despertar aí para mulheres que às vezes passam por esse tipo de situação e que depois eh não se encontram mais e acham que elas não são mais capazes. Sim, sou bacharel em direito, trabalhei na polícia, como eu tava te falando, por muito tempo. E o que é legal de encontrar em todos esses lugares, hoje também como educadora financeira, vendo essas mulheres saindo dos relacionamentos e muitas vezes tendo que se reconstruir, é entender que a gente é capaz de construir a nossa a nossa própria vida. Então, buscar esse apoio, grupos como MADA que possam reforçar autoestima, outros círculos, então outras redes de convívio, outros relacionamentos que se baseiam em saúde, em fortalecimento, para que você possa se reconstruir, inclusive quebrando esses vínculos de dependência em qualquer tipo de relacionamento. Muito bem, viu? Muito obrigada. Agora, eh, Borges, a questão, né, a gente falou aqui com a Ítala SV, ela ela presenciou, ela ela viveu esse tipo de relacionamento, ela conseguiu se libertar disso. Agora, pra gente conseguir se libertar, a gente precisa do autoconhecimento, do conhecimento e de apoio, né? E aí quando a gente fala da rede de apoio, envolve família, amigos e em especial o profissional que vai fazer esse tipo de orientação. Mas a gente precisa conhecer e entender que nós estamos passando por esse momento de dependência emocional. Como a gente reconhece isso? Qual é o start? Qual é o momento? Uau, maravilha. Muito bem colocado, Rober. Eh, como nós podemos dar conta que estamos vivendo em uma situação realmente profundíssima de dependência emocional? OK. Eh, ela passa por um caminho dentro do relacionamento onde as suas decisões dependem do aval das pessoas que te rodeiam. Uhum. Se for num relacionamento amoroso, onde você não pode marcar nenhum passo sem que essa pessoa dite as regras, OK? Sem que essa pessoa dite as regras. Então, quando você está num relacionamento onde você não pode realmente tornar o dono de você mesmo, nós não estamos necessariamente frisar que no relacionamento não pode haver diálogo. É importante que haja diálogo e isso sem comunicação nenhum relacionamento vai fluir. Mas a dependência emocional faz com que a outra pessoa queedita a regra do jogo, aquilo que você realmente quer fazer. Se for no seu da família, as opiniões, não são somente no céu da família, eu quero lembrar uma situação de cortício que diz: "O meio faz o homem". Não é? O meio faz o homem, mas não no sentido de você ser controlado, ao ponto de você inibir as suas decisões, ao ponto de você não querer marcar passos para prosperar, para poder fluir na vida. Porque as pessoas ao redor, as críticas que se levantam, os porquês que se levantam, quando te afetam diretamente e você paralisa completamente de desenvolver-se como pessoa, é um indício realmente que está a uma dependência emocional. Muito bem, muito bem explicado. Exatamente. Muito bem explicado. Então agora a gente já sabe como a gente reconhece a dependência emocional. É importante a gente explicar e e claro quem vai falar para você é a Ítala a questão que a dependência emocional ela ela continua. Por mais que você ache que não, tem aquela situação que uma coisa puxa a outra, né? tem a dependência emocional. Aí depois já vem aquela questão da violência doméstica, porque se você reconhece a dependência emocional, você começa a falar: "Opa, não, pera aí, não é bem assim". E aí você tem que tomar cuidado com por conta da violência doméstica. Aí depois da violência doméstica vem a questão da violência em si mesmo. E aí, infelizmente a gente sabe que esse caminho ele não termina bem. Ele não termina bem. E é por isso que eu converso com a Ítola, porque ela já foi policial, ela trabalha também com mulheres, conhece a história e pode explicar pra gente esse negócio. Dependência emocional é ligada com a violência doméstica, que é ligada com o relacionamento abusivo, que tem ligação com o feminicídio. Infelizmente uma coisa puxa a outra. Eu gostaria que você explicasse, falasse eh dessa desse desse mundo. O que cerca essa questão aí de comportamento quando a gente diz fala de dependência emocional? Ítala. Perfeito, Rúbia. E é exatamente esse o caminho, tá? que que eu vi muito acontecer e começa com pequenos sinais e vão se agravando, se agravando até chegar num feminicídio, infelizmente. E que a gente possa despertar para sair desse lugar antes. Às vezes começa com uma frase simples assim: "Ah, mulher minha não sai para um bar ou para um restaurante só com as amigas. Não pode, começa com algo simples. Eu vivício na pele. E a gente vai deixando esse lugar se agravar, achando muitas vezes que isso é amor, mas não é. É a dependência, é o controle que o Borges estava falando minutos atrás. Esse problema vai se desencadeando e daqui a pouco, se essa mulher, por exemplo, sai, atrasa numa consulta, chega mais tarde em casa por conta de um trânsito, isso vira um problema e vira um celular que é estourado na parede, um murro num móvel que é quebrado dentro de casa, isso já é violência doméstica, ainda que não seja violência física, gritos, brigas, isso já pode ser violência doméstica. E aí a gente vai pro outro nível que muitas vezes é a violência financeira, patrimonial. Então pega-se um bem da mulher e quebra-se, o carro é marretado, por exemplo, isso vai se agravando. Daqui a pouco essa mulher já não tem mais acesso a uma conta bancária. E aí para tudo que ela precisa fazer, desde uma manicure até a compra de uma blusa, ela precisa pedir autorização da outra parte. Isso vai se agravando até chegar ao feminicídio. Poxa vida. Olha só a linha do tempo que nós traçamos aqui, né, Borges? Agora, com a sua experiência, essa linha do tempo a gente consegue ter uma visualização dela. Explica para mim como é que fica o psicológico da pessoa que é dependente emocional, vendo a situação e o local onde ela pode chegar. você explicou o que é dependência emocional, como que a gente identifica e agora eu tô vivendo isso, que que eu tenho que fazer? Eu quero começar com uma metáfora. Eh, a gente no relacionamento não existe amar mais ou menos. A gente tem que amar intensamente no relacionamento. Mas é importante escolher bem. a quem realmente você vai realmente oferecer esse amor que transborda dentro de você, do seu coração. Uhum. É preciso escolher. Eh, dentro da psicanálise existe uma primícia onde as pessoas apaixonam-se, casam-se com as suas próprias neuroses. Uau. Por falta de orientação. Uhum. Ok. e de um acompanhamento. E nós precisamos desenvolver uma certa cultura de que um acompanhamento terapêutico, uma um treinamento de auto impacto de inteligência emocional não é simplesmente quando os traumas estão aflorar na nossa vida, mas o acompanhamento psicológico, ele é poderia fazer parte ou deve fazer parte como algo que vai alavancar a nossa desenvoltura como seres humanos, homens e mulheres. Prontos. Quando você entende que precisa ter esse acompanhamento para se conhecer, por exemplo, estamos falando com a outra profissional, conhece de lei advogada, não é? Muit das vezes as pessoas procuram os advogados quando a coisa saiu do controle, não é? Não se tem essa cultura de ter um advogado antecipadamente para termos um acompanhamento, uma orientação. Isto tem. Então, muita gente falou isso como experiência do consultório. As pessoas procuram-me quando já está totalmente destruída psicologicamente e até fisicamente. É dolorido encarar isso na pele como profissional. Mas como é a vida de alguém que passa por um abuso, não é, dentro do relacionamento? a quebra de valores, a quebra de respeito, admiração, não é? Dentro do contexto psicológico. Diz que antes que o objeto de amor seja digno desse amor, primeiro precisa ser digno de respeito. Então, quando não há respeito pela pessoa do outro, não tem amor, não há autoestima elevada, não é? Ou seja, a pessoa para completamente de viver em prol de si. e vai vivendo, se adequando, se adaptando dentro da realidade de um script que o parceiro ou a parceira realmente apresenta para ela. Então é catastrófico e essa muito antes que se parta pela violência física, primeiro está a violência psicológica, que é a mais dolorida, não é? Então, quando a pessoa tem esse acompanhamento psicológico, falo isso dentro do acompanhamento clínico, você consegue perceber o primeiro passo para sair dela é você entender de onde vem a gênese dessa dependência emocional. Porque se você não entende a origem, você será capaz de sair de um relacionamento e atrair novamente uma pessoa com os meios comportamentos que não vai te respeitar, não vai te valorizar, não vai te admirar. Por quê? Porque você não conhece a origem, a fonte da dependência emocional. Então, no acompanhamento psicológico, a gente mostra ao paciente a origem dessa dependência emocional, como ela acontece, que nós chamamos muit das vezes como o vácuo da alma ou o buraco emocional do inconsciente. E quando a pessoa entende a origem desse buraco do inconsciente e ela começa a ser trabalhada psicologicamente e sente coragem de enfrentar esse vazio da alma. Por quê? Porque a dependência emocional, as pessoas dão o poder para que sejam controladas, porque elas não querem viver sozinhas. Elas têm medo de caminhar no deseo propriamente da vida. Elas têm medo de ser forjada no deserto. E quando a gente olha, a dependência emocional é um medo. E quando a gente olha no desenvolvimento da pessoa, do ser humano, onde surge os maiores medos da nossa vida é quando somos criança. O medo de enfrentarmos os nossos próprios fantasmas da vida. Ou seja, quando você mergulha nessa viagem psicológica e você entende que essa dependência emocional às vezes faltou a presença de uma mãe, não é porque ela foi má, mas porque não tinha conhecimento. Às vezes faltou a presença de um pai, não somente porque ele foi mal, não necessariamente isso, mas porque as vestissitudes, as dificuldades da vida, a dinâmica da vida, fez com que esse pai não pudesse estar presente. E a criança ultrepassa uma etapa da vida onde ela não é preenchida e ela se desenvolve. E ali a gente cai numa premissa que diz que dentro de um adulto sempre há uma criança ferida. Uau! Nossa, que explicação maravilhosa, viu? É, Borges trazendo pra gente explicações aí sobre a questão da dependência emocional, né? é a questão como a psicanálise ela ela avalia, como a psicanálise vê a questão da dependência emocional. E você se identificou com essa análise que o Borges fez, Itala, e qual foi o primeiro passo que você deu? Você buscou um apoio psicológico? Você eh entende, buscou o autoconhecimento, como é que foi? Sim. E eu tava ouvindo Borges, a gente percebe que a dependência emocional ela não só se reflete em uma área da vida, ela tem outros lugares. Exatamente por isso que ele falou desses vazios da alma, desses desertos da vida, desse medo de encarar a vida, eles eles se apresentam em outros lugares. Então eu não me senti uma pessoa autoconfiante paraa vida com autoestima. Isso precisou ser desenvolvido. Começou-se lá no consultório psicológico. Uhum. E foi a partir desse desenvolvimento de habilidades internas de autoreonhecimento que eu pude sair desse relacionamento. Agora também o fator que ele trouxe de olha, se você não olhar pros seus vícios, o próximo relacionamento possivelmente vai se repetir os mesmos problemas. E eu vi isso acontecer. Como eu vim em acompanhamento psicológico, a gente percebe que de um relacionamento pro outro as coisas melhoram um pouco ou deixam de ser tão ruins. Mas se realmente você nesse processo não se desenvolver e não tiver coragem de encarar a si mesma, possivelmente o próximo relacionamento vai continuar com os mesmos vícios. Para mim, um lugar de virada, além desse acompanhamento psicológico aproximado, foi passar um tempo realmente sozinha. Então, eu me propus morar sozinha, ficar sozinha, longe de várias coisas e ali naquele processo eu consegui me reconhecer. Isso foi bom, inclusive para as minhas finanças. Então, se antes eu era uma pessoa endividada, inclusive por essa dependência emocional em amplo espectro, não só do relacionamento afetivo, mas do relacionamento de vida com as pessoas, ali eu pude, através também do acompanhamento psicológico, desenvolver habilidades que me fizessem encarar inclusive o meu dinheiro e deixar de ser também dependente financeiramente. Olha só, né? Que experiência bonita. Que bom você compartilhar isso com a gente. A gente sabe que foi dolorido sim para você, mas eu fico tão feliz em te ver agora assim nesse momento, eh, empoderando mulheres, pessoas, né, e trazendo a informação de que, sim, isso pode acontecer comigo, pode acontecer com você, mas que a gente supera. E essa superação, ela é vista eh nos seus olhos, né, no seu sorriso. E isso é muito importante. Agora, falando da parte legal, da parte de justiça, né, como que funciona a questão eh da justiça do Brasil hoje referente à dependência emocional. a gente, o que que nós temos, né, eh, na justiça hoje, eh, que que dá um amparo, um aporte paraa mulher que esteja vivendo uma situação dessa? Esses detalhes do pequeno, eles ainda não são mapeados pela justiça. A gente precisa realmente de uma quebra, de uma ruptura de respeito e de limite no que se tange a violência patrimonial. Então, o que eu falei, por exemplo, do exemplo de quebrar um celular na parede, de machucar ou quebrar ali teu carro, isso é violência patrimonial e isso sim pode pra justiça e cabe um acionamento policial. A violência física nem se fala. Eu acho que essa todo mundo já tem uma ampla visão de que sim, a justiça prevê essa proteção. Agora, essa violência menor, essa violência muitas vezes velada de, "ah, eu não gostaria ou eu não, eu não quero que você saia com as suas amigas". Isso a justiça ainda não consegue proteger. E aí cabe a nós estarmos atentas, estarmos fortalecidas psicologicamente, financeiramente, pra gente começar a colocar os limites e até um basta, se for o caso da outra parte, não respeitar recorrentemente esse limite. Então esse pequeno, a gente vai precisar desse apoio psicológico até pra gente compreender que a gente tá passando por essa violência. Porque muitas mulheres nem notam que isso é violência. Elas acham que isso é amor, elas acham que isso é ciúme, que ciúme é legal. Quando não, quando tem um fator ali começando a crescer que ali na frente pode se tornar algo muito pior. É, exatamente. Agora, eh, você fala também sobre essa questão financeira, né? Infelizmente, algumas mulheres elas eh se elas se deixam eh passar por esses momentos, por esse tipo de situação, justamente pela questão financeira. E aí, como você trabalha com eh eh essa essa essa questão financeira, eu gostaria que você explicasse paraas mulheres e para as pessoas que estão assistindo a gente nesse momento que a importância de você ter uma educação financeira para que você não seja totalmente dependente da outra pessoa e também a importância de você não se submeter a certos tipos de situações por conta da da questão financeira, porque isso é muito importante e esse é um dos motivos que levam a mulheres ou homens, enfim, a se submeterem a tipos de abuso. Porque, tipo assim, pensa assim: "Ai, mas eu se eu se eu me separar ou eu não vou conseguir sobreviver porque eu não sou capaz, eu não trabalhei até agora, eu não vou conseguir trabalhar, onde que eu vou trabalhar? O que que eu vou fazer? Eu não tenho dinheiro, eu não tenho on de tirar, como é que eu vou sobreviver?" E é isso que passa na cabeça geralmente, não é, Ítala? Totalmente. Totalmente. Eu vejo muito aqui, tá, Rúbia? Mulheres chegando que saíram do mercado de trabalho quando resolveram ter filhos e em comum acordo com o parceiro, com a parceira, disseram: "OK, eu vou fazer agora a educação e o cuidado das crianças e da casa e você faz o provimento da casa". Só que muitas vezes e e óbvio, por conta de todo um legado sociohistórico cultural, a gente acha que esse trabalho de criar os filhos e de cuidar da casa, ele não é remunerado, mas ele é um trabalho como qualquer outro. E se essa mulher escolheu não ir pro mercado de trabalho tradicional para prover a família de uma outra forma, porque isso também é provimento, é crescimento da família, a gente precisa entender que esse trabalho tem que ser remunerado e que funcionalmente na sociedade toda pessoa adulta deveria ter autonomia financeira. Se você não tá trabalhando fora e trazendo dinheiro para dentro de casa, você tá trabalhando dentro de casa e evitando que esse dinheiro seja gasto de uma outra forma, o teu trabalho tem que ser remunerado. Isso tem que ser conversado. Por quê? A gente sabe que no Brasil hoje mais de 50% das famílias em um determinado momento se tornam divórcios. Esse número vem crescendo. E aí quando e se essa mulher se divorciar, como que ela fica? como que essa parte fica sem provimento mais financeiro. Muitas vezes essa pensão fica muito a quem do que ela precisa, do que os filhos precisam. E como que ela volta para um mercado de trabalho depois de tanto tempo? Se ela tivesse a conversa amorosa no começo do relacionamento e na hora que esse acordo for feito de vou ficar em casa, vou cuidar das crianças, vou trabalhar a família de uma outra forma e pedir para que esse trabalho seja remunerado, ou seja, parte da renda que é trazida para casa, ela é destinada paraa conta dessa mulher e transformada numa reserva, como a outra parte também deve ter uma reserva. Então, ambas as partes têm que aprender a lidar com o dinheiro, a montar uma reserva financeira, porque aí elas passam a escolher estar juntas, não por dependência financeira ou emocional, mas por amor real. Eu quero estar com essa pessoa porque eu quero, não porque eu dependo. Mas se em qualquer momento o relacionamento não for mais bom para ambas as partes, a gente pode sair e ambas as pessoas sabem lidar com o dinheiro e tem uma reserva mínima para voltar pro mercado de trabalho. Isso é amor. Muito bem. Nossa, muito explicado, né? Dá pra gente entender perfeitamente e eh infelizmente o medo das mulheres, né? O medo de E aí será que eu dou conta? Isso faz com que elas se submetam a esse tipo de relacionamento. Visão da psicanálise, por favor, Borges, eh referente a essa questão que a gente acabou de falar, né? esse esse acordo que precisa ser iniciado junto com o início do relacionamento. Aí vamos conversar e entender que você precisa estar com o outro, mas é por amor. Agora, o que o amor na verdade, né? Como é que a gente vai definir isso? Se você vive um relacionamento abusivo, se você vive um relacionamento de dependência emocional, existe amor aí? Será tudo aquilo que tende a diminuir a sua glória, que tende a diminuir a sua luz, o seu brilho, que não te conforta, aquilo que não prov nutrientes psicológicos dentro de um relacionamento, não é amor. que o verdadeiro amor ele protege, ele vem com uma enorme dosagem de alteridade, que é se colocar no lugar da parceira ou do parceiro, até porque ambos são apenas, eu tenho dito que na matemática do relacionamento amoroso 1 + 1 não é igual a 2, é sempre igual a um, entende? Então, quando você entende que a parceira cumpre-se, é mesmo parceira de verdade, você não vai prejudicar, você não vai maltratar, você não vai assaltar as finanças dela para que ela esteja completamente dependente de você dentro do relacionamento, tá? Primeiro passo. Agora, o amor quando vem, ele não aparece como uma montanha russa, difícil de ser escalado. Ela ele vem, sem dúvida, vem de maneira transparente, que vai te admirar. Não somente eu tenho dito que dentro o amor é a cerja do bolo. Se não tiver o tripé de admiração, respeito e valorização, não é amor, é qualquer coisa. pode ser chamado, mas amor não tá. A Dra. Itla salientou uma coisa muito importante que eu gostaria de pegar o gancho e colocar um pouquinho de mais luz para mulheres, não é? Que por algumas circunstâncias estão divorciadas, que passaram por um relacionamento abusível, eh, é uma dica de proteção aos filhos. a um livro de uma especialista com o título A mesa, não é? Então, para você, mulher, que está divorciada por alguma questão, qual é o segredo? A experiência que você teve com os pais filhos e sua experiência. Não ose em algum momento da vida fazer uma transferência para os filhos que nada têm a ver. Porque quando você cria uma metáfora, cria uma história por cima daquilo que você passou, por exemplo, o seu esposo não foi uma pessoa boa ou a esposa não foi uma pessoa que te acolheu, que te deu essa proteção, que te amou. aos filhos nunca menciona isso. Sempre conta história de que seu pai foi maravilhoso, sua mãe foi muito bom. Proteja ele para que eles possam encarnar essa figura de um pai herói. Isso faz-se muito necessário e cria uma diferença enorme no crescimento deles. Muitas mulheres não sabem e homens também não sabem. E o fato de muitas mulheres não saberem, vamos aqui falar assim, é o medo que as leva de permanecerem num relacionamento buível. Por quê? Igual a Dra. Ítla frisou, como é que eu vou sobreviver? Como será a educação dos filhos? Porque não tem orientação. OK? A criança quando nasce dos zeros até aos set está formado o caráter. ela entende, ela percebe, a percepção dela é muito agada. Então você precisa entender que quanto a questão do caráter ela já está formada. E muit das vezes no relacionamento abusível, essa dependência emocional, muitos homens e mulheres eh aproveitam a desculpa dos filhos, mas que na verdade são eles que realmente têm esse buraco de dependência emocional. Então essa permanência não, os filhos não vão poder e tal e tal, eu não vou conseguir sobreviver, não é uma verdade, é uma mentira. que você realmente contou para a sua mente. Quando você é acompanhado de você, descobre que realmente você é capaz de sobreviver, até porque você se relacionou quando já é adulto. Então, por que não voltar um pouquinho na história quando solteiro ou solteira você foi e entender que você estudou e entender que você caminhou sozinho ou sozinha e ao andar dos tempos você entendeu que precisava ter realmente uma pessoa, um companheiro. Então isso é muito importante entender o seguinte: conta uma versão, cria uma história diferente de uma mulher que foi boa com você e tal, de um esposo que foi tranquilamente com você, porque isso começa a ser internalizado no psicológico da criança e isso evita esse eh esse senso de abandono na vida dela, de que o pai pai me abandonou ou a mãe abandonou a gente. Porque você narrou uma história, embora não sendo real, mas é uma metáfora. A gente chama isso como a cura pela metáfora para proteger o emocional dos filhos. Então ele crê sabendo que o meu pai foi um herói, meu pai foi um gigante, mas a realidade só você sabe. E o dia que ele entender a história, pelo menos essa fase que ele precisava aproveitar, foi muito bem aproveitado com ele. Uau! Nossa, que explicação magnífica. Por eh tudo começa então na infância, né? Porque nós somos moldados ali. Então, se eu cresço entendendo, né, e vendo realmente a situação ali e da mãe e do pai, é espelho. Exatamente. É isso, né? E aí então eh há existe a possibilidade então de da criança ela se tornar um adulto que vai repetir os mesmos padrões dos pais. Eh, dentro da psicanálise a gente chama a compulsão, a repetição, OK? E aquilo que vai indo te orientando quanto quanto criança, ele fica armazenado no nosso inconsciente ali e a gente vai indo crescendo. Então, a tendência de você poder encontrar um parceiro que se parece a um pai ausente é maior. Uau! Se for uma esposa ou uma mulher é a mesma coisa. Nós estamos tendo hoje agora a ciência está trazendo muita evidência da importância da figura masculina no lar, mas durante muitos anos somente foi a figura feminina. Mas a figura masculina ela é importante porque o amor de um pai é o amor que dá raiz, é o amor que protege, é um amor que você não te escusa de cair, você cai, mas ele diz assim: "Levanta". Isso é importante. É a razão pela qual hoje homens e mulheres dentro do relacionamento que chamamse que se chama amor, na verdade eles estão projetando a imagem que os faltou nessa pessoa que supostamente a se relacionar. Por isso é que demora a se desfazer. Não é necessariamente a imagem da pessoa, a figura desse marido, dessa mulher, mas é a história que você projetou sobre essa mulher, sobre esse homem que vai fazer bem para mim, vai me acolher, porque talvez faltou isso, esses nutrientes psicológicos na sua vida. Então você olha no parceiro e você não consegue enxergar defeitos. Você enxerga alguém que vai te proteger, enxerga um protetor, um provedor, alguém que vai te respeitar, alguém que vai estar presente. Mas tudo isso são somente loop mental que você criou na sua mente, projetou sobre essa pessoa. E obviamente quando o relacionamento acontece, quando acontece o casamento tudo certinho, às vezes em 6 meses ou muito menos as pessoas dizem assim: "Eu não amo a pessoa". Eu me eu me confundi no relacionamento. Ou seja, a máscara caiu, você conquistou a pessoa e você agora descobriu que não é nada aquilo que você pensava. Então, a questão de mentalizar que essa pessoa também é um humano e pode errar contigo, como outras pessoas, é importante no relacionamento. Porque quando isso acontecer, você precisa entender o seguinte, que essa pessoa é humano, eu não tenho poder sobre ela ou sobre ele. E a verdade é o seguinte, como você cresceu num ambiente educacional onde você não foi treinado a soltar, você foi treinado a entender que soltar é perca, mas quando você aprende atendendo o acompanhamento psicológico, você entende que soltar é libertador. Muito bem. Soltar abre espaço para algo novo na sua vida. Olha aqui o exemplo, né, de que soltar é libertador, de que soltar abre espaço para algo novo na vida da gente. E eu pergunto para você, diante das palavras aqui do do Borges, Ítala, eh, qual é a avaliação que você faz e como você vê a Ítala antes e a Ítala hoje? Nossa, hoje eu olho para trás, chega a ser engraçado, porque eu penso, meu Deus, como que eu vivi tanto tempo assim? Parece que foi uma outra vida no mesmo CPF. Então, e eu assim, acompanhando tudo que o Borg estava falando, a gente precisa entender a importância desse fortalecimento e esse autodesenvolvimento humano. Uhum. Uhum. para que você se sinta capaz de fazer qualquer coisa diante da vida, não só em relacionamento amoroso, mas em qualquer área, porque a gente tava falando de dependência financeira, então de construir, reconstruir a sua vida financeira, se reconstruir profissionalmente e tudo mais que você quiser. Esse desenvolvimento, esse autodesenvolvimento, é o que me faz hoje enxergar uma mulher completamente preparada pra vida, pronta pros desafios, que antes lá atrás eu não via. Olha só que maravilhoso, né? E hoje você é advogada e você troca experiência, né, com com pessoas igual você está fazendo aqui com a gente, porque olha, é de grande valia a sua participação e e é muito bom o seu compartilhamento, porque eh nós estamos falando aqui de um assunto, mas nós estamos trazendo uma pessoa que é um exemplo de que sim a gente consegue, né? Então eu gostaria de de entender assim, você faz essa troca de experiência com pessoas também e aí você nessa troca de experiência você auxilia mulheres à libertação, né, e também a questão financeira, porque aí você ensina como essas mulheres podem iniciar o os o caminhar novamente, porque na verdade é um um início de caminho, né, total. Hoje eu sou educadora financeira, eu tenho uma escola de educação financeira para as mulheres. Porque inclusive, perceba, se essa mulher ela depende financeiramente, muitas vezes ela não consegue nem entrar num consultório psicológico porque ela não tem como pagar. E se ela pedir esse dinheiro pro companheiro, paraa companheira, ela vai tá denunciando o que que ela tá fazendo. Então, ela precisa primeiro começar pelo financeiro, começar a desenvolver essa autonomia financeira para aí ela começar a investir em suporte emocional, em autodesenvolvimento, nessa reconstrução da carreira, nessa autonomia financeira e aí ela consegue se livrar desse ciclo. Então, como a gente vive numa sociedade que a gente depende do dinheiro para fazer esses movimentos e para ampliar cada vez mais dentro da escola, inclusive a gente tem suporte emocional, especialista em trauma feminino para que a mulher possa ser completamente apoiada para essa alavancagem financeira também, para que ela possa crescer e prosperar financeiramente, que com isso ela possa fazer tudo que ela quiser na vida dela. Menina, mas que coisa maravilhosa. Agora me conta o negócio, essa sua ideia de empreendedorismo, né, de de eh fazer aí bacharel em direito, empreendedora, isso vem depois desse trauma que você passou? Sim, a lógica foi a seguinte, tá, Húberia? Primeiro eu fui pra justiça. Então lá quando eu saí da escola do ensino médio, meu primeiro vestibular foi pra Universidade Federal de Alagoas em direito. Então eu me formei em direito. Na sequência eu entrei pra Polícia Militar, também sou bacharel em segurança pública e passei 7 anos ali na Polícia Militar atendendo muito caso, inclusive de violência doméstica, infelizmente. Dali eu fui pra Polícia Federal. Então na Polícia Federal passei mais 7 anos e chegou um momento que eu não queria mais ser policial federal. Nesse meio tempo ainda lá na Polícia Militar, eu passei pelo relacionamento abusivo, saí de um, entrei em outro e aí só depois eu fui entender realmente que eu precisava passar um tempo sozinha. foi o tempo que eu passei lá, saí das dívidas, tudo. Olha como o desenvolvimento em consultório psicológico também me fortaleceu para sair dessa dependência financeira, desse abuso financeiro que inclusive eu me autoimpunha, saí, construir minha vida financeira enquanto ainda era policial federal. Quando chegou a minha crise profissional, que eu, olha como é interessante como as coisas se conectam, eu também fui para esse lugar na crise profissional de eu não sei fazer nada mais, como que eu vou sair? Eu tava numa dependência financeira com o trabalho e aí eu saí, consegui romper também com ajuda psicológica, consegui romper esse lugar psiquiátrica, inclusive. E aí eu pensei, nossa, eu já transformei a minha própria vida financeira, as minhas amigas já me pediam esse auxílio também para sair de outros relacionamentos que não estavam mais felizes. E aí eu construí a escola, eu construí a empresa e eu consegui fazer essa transição de carreira. Então, foi nesse lugar da própria história, do próprio fortalecimento emocional, financeiro, que a escola foi criada, que o negócio foi criado também agora para servir a vida de outras mulheres e pra gente ter um mundo também mais igualitário para todas e para todos. Nossa, que história linda, que que mulher que impulsiona. É tão gostoso ouvir você falar, né? É uma fênix, né? surgiu, ressurgiu das cinzas e tá ali e impulsionando outras mulheres. Isso é tão bom, né? Você vê que história, que história de vida, isso é é maravilhoso. Tem que ter orgulho de uma história dessa, né? Lindo. Exatamente. Já aproveitando o gancho, falei com a Dra. Ítola pra gente fazer um network, porque o meu instituto é em desenvolvimento humano, então nunca seria demais. Olha aí, ó, nascendo uma parceria aqui. Não, uma parceria. E eu vi ela contando os eventos traumáticos e com sorriso nos lábios, no rosto, dá para ver a expressão facial. Há uma primícia psicológica que diz o seguinte: "Ao passares pelos tempos verbais, ao ponto de você narrar certos eventos traumáticos seus, não mais com lágrimas de dor e não sentindo aquela aperta no coração, é sinal de cura mental. Uau, que maravilha! Exatamente. É sinal de cura mental. E a sua maior dor, quando enfrentada e bem ressignificada, se tornará a sua maior ferramenta de trabalho. Olha aí que lindo. Muito b. Eu vi isso na experiência dela. Então você se torna especialista nisso porque você passou, você viveu, você enfrentou, superou, se tornou mestre daquilo e consegue ter esse olhar holístico para ajudar outras pessoas também. Então isso é muito importante dentro dessa dança sociológica, não é? Eh, a dependência emocional ela gera vícios, porque o nosso cérebro naturalmente dentro daquilo que é a luz da neociência, ele costuma realmente procurar vício. Bons ruins, o nosso cérebo ama vício, mas é preguiçoso, tá? Por exemplo, eu tenho um vício, sou um autêntico compulsivo leitor. Eu leio muito. É um vício que realmente eu venho alimentar durante anos na minha vida, que a leitura me faz bem se tiver estressado, mergulhar num livro, a serenidade mental aparece, tá? Então, o que que acontece quando a gente fala da dependência emocional traços vícios? O vício ele aparece como a fuga de um vício maior e se adaptar um vício menor. Vamos dar um exemplo por daqui. Alguém que fuma, por exemplo, não necessariamente que toda a prática seja vício, mas o vício é quando aquilo for uma necessidade para você. É um vício. Alguém que fuma, está trabalhando no escritório, entendeu, sentiu aquela ânsia de fumar, ele vai ter que sair. Ele não consegue ficar sem o cigarro. Mas se tem outras pessoas que fumam por hobby numa festa normalmente e tal, enquanto ele perdurar nesse hobby, se não tiver esse domínio consciente, pode se transformar em vício. uma pessoa que realmente tem um abandono, tem esse vácuo de abandono, de rejeição, são susceptível, são alvos fáceis eh dentro de um relacionamento, por exemplo, narcisista, tá? pessoas que não têm esse essa autoestima blindada, esse essa curaça de se enxergar como sendo capaz de avançar dentro daquilo que a gente pode estudar como relacionamento narcisístico. Essas pessoas são algo fácil. Por quê? Porque o narcisista aconselha olhar e ver a pessoa real para ele se relacionar para poder realmente controlar. Então é importante sim, o acompanhamento, o treinamento psicológico é muito importante, porque até que você não entenda que algo está no seu inconsciente e precisa passar e ser trabalhado conscientemente, você vai tratar aquilo como destino da sua vida", dizia Carlo Jung. E ele frisa que é importante que o ser humano aprenda a enfrentar as lacunas, as avenidas da alma, os fantasmas da alma, parar e dar de cara. Qual é esse fantasma? Bom, eu descobri que eu tenho uma dependência emocional. Eu descobri que eu sou incapaz, porque a dependência emocional gera a incapacidade em tudo, a falta de confiança para você mesma, a procrastinidade e a postergação. Tudo isso são vícios que você vai indo criando para poder suprir esse vazio da alma. Por exemplo, não necessariamente qualquer pessoa que usa tatuagem, tá? trazendo uma premissa da psicanálise chamado out. O acting out surge como algo como coisas minúsculas, micros, que as pessoas vão indo fazendo, mas elas não percebem que tenham um vazio existencial. Por exemplo, tem gente que usa muita tatuagem no rosto e tal, que não é normal. Uhum. Quando a gente vai analisando essa pessoa, a gente pode descobrir que faltou uma mãe presente, faltou um pai presente. Então, o inconsciente vai indo direcionando essa pessoa para suprir esse vazio da alma. Algumas pessoas podem não usar tatuagem por excesso, mas podem ter a compulsão na alimentação, tá? Podem ter a compulsão noutras coisas, noutros vícios. pode ter a compulsão em gastar, em se vestir bem, em comprar coisas caras, em não ter uma educação financeira, também pode realmente denotar como um vazio realmente da alma. E tudo vem de um vazio. E é por isso que nós precisamos estar atentos, né, ter aquele autoconhecimento que não é fácil. A gente sempre fala aqui que o autoconhecimento ele é muito difícil, mas é muito importante e ter exemplos como esse que nós trouxemos hoje da Ítala, que nos faz pensar e entender que sim, eu posso, você pode, todos nós podemos. A gente precisa reconhecer, né, quando estamos vulneráveis, buscar eh profissionais que podem nos orientar. E eu acho que o mais importante de tudo é ter força de vontade para querer avançar e continuar. Assim a gente vai encerrando o nosso programa de hoje. Eu nem percebi, mas já passou mais de uma hora. Então eu quero agradecer imensamente você que tá aí do outro lado, né, acompanhando a programação da TV Câmara Campinas neste feriado, acompanhando o nosso estúdio Câmara e também agradecer aos nossos convidados. Então, as considerações finais, por favor, nossa doutora Ítala, eu fiquei muito, mas muito orgulhosa de você. Queria aí te dar um abraço. Fiquei feliz demais, você não tem noção, viu? Obrigada, obrigada pelo compartilhamento. Obrigada pela sua história. Você é um exemplo que merece ser seguido. Parabéns. Maravilha. Obrigada pelo carinho, Rúbia. sempre as ordens para voltar aqui a gente bater esse papo com as mulheres, com as pessoas que se que se identificaram com a história. E o Borg estava falando algo que eu quero finalizar a minha fala com essa frase. Tem um estudo de Harvard que fala como que prova como o nosso cérebro se reconfigura diante de novas referências. Eu também sou hoje neurocientista, estudo muito esses vícios mentais, esses caminhos, esses modelos mentais. porque eles impactam no nosso consumo, como ele tava falando também. Então, a gente se prover de histórias que inspiram a mudança e que mostra pro nosso cérebro que é possível uma nova realidade, faz com que literalmente ele tome novas decisões. Essa pesquisa foi simples, mostrando para mulheres que estavam finalizando os cursos de Harvard, antes delas fazerem as provas finais, que eram provas dificíimas, elas eram expostas a referências femininas de sucesso na área delas. Essa mera exposição às histórias faziam com que elas tivessem notas melhores do que aquelas que não eram expostas a essas histórias. Isso. Olha que simples e que genial. O mero ato da gente conhecer outras histórias inspiradoras e que nos provam que é possível também faz com que a gente entenda e internalize que é possível para nós também. E é assim que eu finalizo a minha história, que possa inspirar muitas mulheres, muitos homens, muitas pessoas a saírem desse ciclo, a se empoderarem não só financeiramente, mas psicologicamente e entenderem que a nossa vida sempre pode ser reconstruída, que a gente sempre pode criar uma nova realidade, uma nova história pra gente. Linda, magnífica, muito obrigada pela sua contribuição com a gente, viu? Muito bom mesmo. Obrigada. e você, né, nosso psicanalista, o Lind, que já eh participou outras vezes com a gente aqui na TV Câmara Campinas também, sempre trazendo contribuições pro nosso dia a dia, pra gente levar paraa vida com essa sua visão ampliada, né, eh, de como funciona a mente humana. Muito obrigada pela sua participação, viu, Lind? Obrigado mesmo. Eh, terminando e agradecendo já também aqui eh a alusão feita pela doutora, que que é muito importante. Dentro da biologia a gente aprende sobre genética, epigenética. E quando a gente fala que o nosso cérebro se adapta à realidades expostas, nós estamos nos aprofundando sobre a questão da epigenética. Então, para você que passa por uma questão de dependência emocional, a ciência traz uma evidência claríssima dizendo que você consegue superar. Para começar, você consegue ter um encontro com o verdadeiro eu interior seu e entender que existe solução realmente para qualquer questão, desde que a pessoa queira, tá? O primeiro passo para uma cura é você perceber que realmente precisa de um acompanhamento psicológico e não é sinal de fraqueza. Até porque sinal de fraqueza é você saber que não está bem emocionalmente e continuar no mesmo lugar. Uhum. Então, procure e auxílio, confie em você e entenda que dentro de cada um de nós existe um gigante que só está adormecido. E quando esse gigante é despertado, você encontra o preenchimento, a felicidade que não depende da outra pessoa, tá? Você vai entendendo que o relacionamento não é um acompanhamento psicológico ou psiquiátrico. Relacionamento é relacionamento. Aprenda a se relacionar com você primeiro. Se ame, se admire, se valorize. E todas essas, todos esses adjetivos bons não podem depender de uma outra pessoa, unicamente de você. Maravilha. continua amando intensamente, entendendo que só precisa selecionar quem realmente merece ter acesso a esse tesouro do coração lindo, amoroso que você tem. Uau! Você sempre com palavras sábias de uma forma muito serena. Obrigada mais uma vez pela sua participação. Você que tá em casa, eu espero que esse programa tenha impactado você. Eu quero convidar você para repassar para outras pessoas, né? porque nós estamos também no YouTube. Aí você ah convida as pessoas para assistirem no YouTube também o nosso estúdio Câmara com informações aí sobre comportamento, compartilhamento com pessoas que falam, né, sobre um assunto que às vezes não é o assunto do seu dia a dia, mas que você queria sim falar sobre esse tema. A gente agradece a sua audiência, a sua companhia. Quero lembrar que amanhã nós temos mais estúdio câmara e amanhã é sexta-feira, a gente vai falar sobre sono durante o trabalho. Hum. Bateu aquele soninho no meio de expediente. O cansaço constante no trabalho, gente, pode ser sinal de algo sério. Amanhã no estúdio Câmara nós vamos falar sobre produtividade, saúde e o impacto do sono no seu dia a dia profissional. Combinado? Quero te convidar também para ficar ligadinho aqui na programação da TV Câmara Campinas. Um grande abraço, um mega feriado espetacular para você. Você que vai estender feriadão também, se cuida, tá bom? E continue ligadinho com a gente. Programação tá bem legal. E não esquece que amanhã, a partir das 8 da manhã nós temos mais estúdio Câmara aqui na TV Câmara Campinas e a gente vai falar com você que de vez em quando se pega, ó, dormindo em horário de trabalho, combinado? aos nossos convidados. Nossa, muito obrigada mais uma vez a você de casa, beijo grande, grupo mais valeu mais uma vez aí pela concretização da nossa missão diária. Fica com Deus, se cuida e até amanhã. Obrigado. [Música] [Música] [Música]
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do ESTÚDIO CÂMARA

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
1:03:23

Estúdio Câmara

1:06:59

Estúdio Câmara

1:07:37

Estúdio Câmara

56:39

Estúdio Câmara

1:04:35

Estúdio Câmara

1:08:02

Estúdio Câmara

1:04:24

Estúdio Câmara

1:04:33

Estúdio Câmara

55:29

Estúdio Câmara | Por que precisamos beber para socializar?

54:46

Estúdio Câmara | O medo do erro e a relação com fracassos e frustrações

54:23

Estúdio Câmara | Food noise: o ruído alimentar que invade a mente

1:03:46

Estúdio Câmara | A Geração Z e as dificuldades emocionais do mundo acelerado

59:55

Estúdio Câmara | Autoanulação: quando agradar os outros vira esgotamento emocional

1:01:04

Estúdio Câmara | Por que gritamos com quem amamos?

1:01:16

Estúdio Câmara | Whey e creatina para crianças: até onde vai a busca por performance?

56:39

Estúdio Câmara | Convivência com animais transforma a vida na terceira idade

1:02:39

Estúdio Câmara | Fadiga da decisão: o cansaço de escolher o tempo todo

1:00:26

Estúdio Câmara | Psicologia da ambição: quando o desejo vira prisão emocional

1:03:52

Estúdio Câmara | Veganismo antissocial? Verdade ou mito?

1:01:12

Estúdio Câmara | Dormindo com desconhecido: casais sem conexão emocional

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
16:38

Câmara Na Copa | Copa do Mundo FIFA 2026: Tudo Sobre a Maior Edição da História

4:22

Câmara Notícia | Parlamento Jovem 2026

8:59

Notícias da Metrópole

16:39

Notícias do Legislativo

2:43

Agora é Lei | Semana da Força Expedicionária

10:27

Agenda Cultural Campinas: Shows, Teatro, Cinema e Exposições para o Fim de Semana!

56:15

Câmara Notícia

9:55

Central I.A | Notícias de Campinas, Brasil e Mundo