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A gente abre a edição de hoje com as notícias da Metrópole. Duas novas exposições no Museu da Cidade convidam o público a revisitar a história de Campinas a partir da memória, da identidade e das transformações urbanas. As mostras reúnem fotos, objetos e relatos que ajudam a contar diferentes capítulos da formação do município. E a entrada é gratuita. O Museu da Cidade recebe duas novas exposições. Amostra territórios, elos de uma história em construção propõe uma reflexão sobre a formação de Campinas a partir das memórias e dos espaços que moldaram a cidade ao longo do tempo. Já a Vila Rica, 60 anos de lutas, conquistas e identidade revisita a trajetória do primeiro conjunto habitacional entregue pela Coab Campinas, com curadoria dos próprios moradores do bairro. Além de preservar a história de Campinas, o Museu da Cidade quer aproximar a população da história que ajudou a moldar o município que conhecemos hoje, com duas exposições gratuitas e abertas ao público. O Museu da cidade, nesse momento de retomada das suas propostas originais da sua fundação, quer ser um museu voltado para reflexões, para problematizações da própria história de Campinas a partir de diferentes vozes. Então, essas duas exposições vieram trazer à tona eh um movimento, né? Por exemplo, nessa exposição territórios elos de uma história em construção, eh, a partir do acevo do museu, eh, reproduz com reflexões a história de Campinas a partir de de territórios sempre em movimento, sempre pensando nas rupturas, também nas continuidades. Na exposição sobre os 60 anos da Vila Rica, o visitante encontra fotografias, objetos, adereços e depoimentos que retratam a luta pelo direito à moradia e a construção coletiva de uma identidade comunitária marcada pela resistência e solidariedade. A memória eu entendo como resistência a partir do momento que um museu não se coloca apenas como uma instituição colecionista, mas uma vez que a exposição pode trazer à tona diferentes vozes, há então uma retomada de uma de de várias versões que traduzem um presente, né? Se a gente busca aqui uma cidade com mais justiça, com mais tranquilidade. Então eu penso que a uma instituição, um museu da cidade, ele também cumpre esse papel, esse papel de diálogo, de ser um museu vivo, sobretudo. O museu da cidade fica no Lago do Café, em frente ao portão principal da Lagoa do Taquaral. Uma oportunidade para quem quer conhecer ou revisitar histórias que ajudam a explicar a formação de Campinas. De terça à sexta, das 10 às 12, das 14 às 17 e aos sábados das 12 às 16 horas. A exposição territórios é uma exposição de longa duração. Então, eh nós pretendemos estar desenvolvendo diferentes desdobramentos, né? Além da visitação, nós nós queremos promover seminários, rodas de conversa, eh a exposição de pesquisas que estão sendo desenvolvidas sobre a cidade de Campinas. A exposição da Vila Rica, ela vai ficar no museu até o 31 de julho. E como uma das propostas originais do Museu da Cidade, depois ela vai ser itinerante. Vamos falar sobre saúde agora, porque hoje está sendo aplicada a vacina contra a gripe na rodoviária de Campinas. Ontem nós falamos aqui no jornal Câmara Notícia que foi ampliada esta campanha para a população acima dos 6 meses de idade. Então, além dos 69 centros de saúde, hoje quem vai pra rodoviária vai ter esta oportunidade de se imunizar e ficar protegido contra as gripes A, H1N1 e H3N2 e também a gripe B. Bom, a gente segue aqui com o jornal Câmara Notícia porque amanhã, dia 4 de junho, é dia de Corpus Criste, feriado prolongado em Campinas e com isso afeta o horário de funcionamento dos estabelecimentos. Então confira agora o que abre e fecha na cidade. A Defesa Civil tem atendimento 24 horas com chamadas pelo telefone 199. A Guarda Municipal vai manter a rotina de trabalho com funcionamento 24 horas pelo telefone 153. Mercado Municipal. Na quinta-feira, dia 4, abre das 7 horas da manhã à 1 hora da tarde. Na sexta-feira, das 7 horas da manhã às 6 horas da tarde. Sábado, das 7 horas da manhã às 4 horas da tarde e no domingo das 7 horas da manhã ao meiodia. O mesanino do Mercadão abre na quinta-feira das 10 horas da manhã às 6 horas da tarde, na sexta-feira das 10 horas da manhã às 10 horas da noite, sábado também das 10 horas da manhã às 10 horas da noite e no domingão das 10 horas da manhã às 4 horas da tarde. As feiras livres vão ser realizadas normalmente nos locais e horários de costume, das 6 horas da manhã ao meio-dia. As feiras noturnas serão realizadas normalmente nos locais e horários de costume, das 5 horas da tarde às 10 horas da noite. Os bosques e parques da cidade funcionam normalmente na quinta-feira, 4 de junho, e nos demais dias. Praças de esporte na quinta-feira todas permanecem fechadas. Os locais estarão abertos normalmente de sexta-feira a domingo. A Torre do Castelo na quinta e sexta-feira funciona das 10 horas da manhã ao meio-dia e da 1 hora da tarde às 5 horas da tarde. No sábado e domingo, o horário de funcionamento é das 10 horas da manhã ao meio-dia e da 1 hora da tarde às 9 horas da noite. Na quinta-feira, dia 4, todos os centros de saúde estarão fechados. Na sexta-feira, dia 5, os CSs funcionam com equipe reduzida. As unidades de saúde que abrem aos sábados também funcionam com equipe reduzida no dia 6 e são eles: Parque Valença, Jardim Florense, Jardim Capivari, Santa Lúcia, Jardim Vista Alegre, União dos Bairros, Diqu, Santo Antônio, São Quirino, Jardim Aurélia e Aeroporto. Os prontos socorros dos hospitais Mario Gate, Mário Gatinho e Ouro Verde, o SAMU. E as unidades de pronto atendimento às UPAs do Campo Grande, São José, Anchieta e Carlos Lourenço funcionam normalmente 24 horas todos os dias. Seasa Mercado de Flores abre na quinta-feira das 10 horas da manhã às 4:30 da tarde e na sexta-feira das 8 horas da manhã às 4:30 da tarde. Mercado de Ortifru. Quinta-feira abre das 7 horas da manhã às 4 horas da tarde e na sexta-feira das 4 horas da manhã à 1 hora da tarde. Poupa Tempo na quinta-feira, dia 4, unidades fechadas na sexta-feira. aberto das 7 horas da manhã às 7 horas da noite e no sábado aberto das 7 horas da manhã à 1 hora da tarde.