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Ah, sem dúvida, iniciativa muito bacana. Quero agradecer a nossa repórter Cassene Alves e claro a disponibilidade do tempo, as informações que foram passadas aqui pela Júlia Nobre, que é produtora muito bacana, então dá para conferir esta amostra no Miss e hoje é dia de do rock. Bom, a gente segue aqui com as notícias da Metrópole porque o SEP Procamp está com vagas para 20 cursos de qualificação profissional nas diversas unidades aqui em Campinas. O CProcamp, Centro de Educação Profissional de Campinas, está com as matrículas abertas para os cursos gratuitos de qualificação profissional do segundo semestre. As aulas serão nas unidades físicas no centro, Campo Grande, Campo Belo, Satélite Íris e Ouro Verde. Também haverá turmas nas unidades móveis dos bairros Padre Anchieta, Jardim Vista Alegre e Monte Cristo, além das instituições parceiras na Fumec Cambará e no SIC Vida Nova. Os requisitos para a matrícula variam conforme o curso escolhido. Qualquer pessoa que atenda os requisitos do curso em específico, né? Tem curso que a idade mínima é 15, tem curso que é 16, tem curso que é 18 e também a escolaridade. Dependendo do curso, vai ser fundamental completo, 5º ano ou então ensino médio. Originais e cópias do RG, CPF, comprovante de endereço e comprovante de escolaridade. Ao todo, são 1816 vagas em 20 cursos de qualificação profissional em todas as unidades do CPROCAMP em Campinas. Esses cursos devem durar de 10 a 20 semanas. Cuidador de idosos, recursos humanos, logística, padeiro, empilhadeirista e entre os mais procurados está o de informática básica. A gente faz toda uma pesquisa de mercado, né, com o CEPAT principalmente, que a gente tem uma parceria muito muito certinha assim para definir os cursos também. Eles divulgam as vagas deles aqui e com a região. Então, por exemplo, Noro Verde, a gente vê aquela região, em cada região, certinho. Você tá aqui em busca de qual vaga, de qual curso? Informática. Por que que você decidiu fazer informática? Ah, eu acho para mim procurar uma coisa melhor, né? Um emprego melhor, sei lá. Eu acho que a informática ajuda um pouco, né? E aproveitar também que é gratuito, né? Por que que o senhor decidiu fazer informática? Porque eu trabalho na área de já tir vigilante, eu já tô controlador de acesso e é muito pedido isso a informática e eu como não tenho essa a informática, então atrapalha um pouco na minha na minha área. Eu tenho que ter. O Csio, que está em busca de uma nova oportunidade fala da importância de cada vez mais buscar uma nova qualificação. Vim fazer o curso de logística aqui no CPROCAMP, primeira vez, porque já trabalhei na área do aeroporto antes, era bom. Então eu tinha muita, eu tenho muita facilidade de aprender. Eu quero fazer um curso desse para ter mesmo, né, um avanço a mais para ver se eu consigo um emprego novo. E aqui eu vim procurar porque eu já tinha feito todos os cursos aqui, sim. Fiz no duro verde também. Aqui eu fiz de manutenção de computadores e recomendaria bastante sim. Eu acho que vai mudar um pouco meu lado as coisas, se eu consigo um emprego melhor. O detalhamento pode ser conferido no site do Ceprocamp com endereço e os cursos oferecidos em cada unidade. As matrículas podem ser realizadas até o preenchimento das vagas. A partir do dia 21 de julho, está previsto o início das aulas. E se a pessoa não comparecer aos quatro primeiros encontros do curso, será publicado no fim do mês a lista de vagas remanescentes no nosso site. Aqui em Campinas, o Centro de Pesquisa do Hospital da PUC, em parceria com o Instituto Butantã, recrutam voluntários para testarem uma nova vacina contra a gripe. O foco são idosos com mais de 60 anos. Confira na reportagem como funciona o estudo e como ser voluntário. O Centro de Pesquisa do Hospital PUC Campinas conduz a terceira e última etapa de testes de uma nova vacina contra a gripe. O estudo feito em parceria com o Instituto Butantã foca na proteção da população idosa. A expectativa é recrutar aproximadamente 300 participantes com idade igual ou superior a 60 anos, grupo considerado mais vulnerável às complicações da gripe. E esse estudo ele está avaliando a eficácia de uma vacina que é justamente voltada para esse público, que tem uma maior dificuldade de produzir defesa no organismo, de combater, né, o vírus da influenza. Então, nesse estudo, quem participar, ele vai, o paciente, ele vai tomar ou a vacina do Butantã, que é a vacina que a gente está avaliando, ou ele vai tomar uma vacina que hoje já está disponível no mercado na rede privada, que é uma vacina específica para esse público de 60 mais, que ativa o sistema imunológico pra pessoa produzir mais anticorpos e combater a influenza. Então, nesse estudo, eh, quem participar, ele vai ter oportunidade de tomar realmente uma vacina da gripe, ou a do Butantã, ou a que já está no mercado. Então, é extremamente vantajoso para quem quiser participar do estudo. De acordo com a gerente do Centro de Pesquisa, o processo de triagem é moderno. Ao ingressar no estudo, o participante passa por um sistema totalmente automatizado. Esse é um procedimento que a gente eh chama de duplo cego. Então, a o paciente que toma o que participa do estudo, ele vai a gente vai cadastrar ele num sistema e esse sistema ele vai falar qual das duas vacinas ele vai tomar, só que nós profissionais nem ele vai saber qual é. Esse é o princípio do estudo para que depois lá no Butantã, quando termina o estudo, eles vão avaliar todos os dados e vão comparar a eficácia das duas vacinas. Se a do Butantã ela tem tanta eficácia quanto a que já está no mercado. Então não tem como saber a vacina que está tomando. Porém, a certeza é que ele está tomando uma vacina para influenza. Para participar é preciso atender a critérios específicos de saúde. Após a aplicação da vacina, começa um protocolo rigoroso de monitoramento dos pacientes. As comorbidades a gente vai avaliar caso a caso. O mais importante é que a pessoa não tenha tomado a vacina da gripe ainda neste ano e se tomou outras vacinas, no momento da triagem nós vamos avaliar. Então esse é o critério principal, tá? H sobre a questão da da inclusão, assim que o que o paciente vier e a gente avaliar esses critérios, ele vai assinar um termo de consentimento, que é onde ele aceita participar dos estudos e aí vai ser explicado para ele todo o procedimento e no dia ele já toma a vacina. Esse estudo ele tem duração de aproximadamente 6 meses. Então ele vai ter mais três consultas presenciais aqui no centro e vai ter dois dois contatos telefônicos. A equipe vai ligar para perguntar como ele tá, como ele tá se sentindo, se, né, se teve alguma reação, enfim. Então, eh, estimado 6 meses de acompanhamento para avaliar se teve alguma reação, né, geralmente o que que pode acontecer? dor no local, às vezes um um pouco de vermelhidão, né? são as principais reações que a gente tem, assim como em outras vacinas, mas ele vai ser sempre acompanhado. E importante também eh dizer que esse paciente quando ele eh toda vez que ele vem ao centro nós fazemos um reembolso das despesas, então ele não vai ter nenhum custo para participar do estudo. Então despesas com transporte, alimentação, nós vamos cobrir todos esses gastos para garantir que ele não tenha nenhum inconveniente participando do estudo. Ela reforça a importância da pesquisa e faz um alerta para o avanço expressivo dos casos de problemas respiratórios. Nós estamos tendo muitos casos de hospitalização por influenza. O número de casos graves desse ano, ele foi o dobro do ano passado. Então, é muito importante se vacinar e se proteger, principalmente esse público de 60 mais, crianças menores de 6 anos e gestantes, que são os que estão mais suscetíveis aí aos riscos. เฮ