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[música] [música] Mas agora a gente segue aqui com as notícias da Metrópole de Campinas e falando sobre emprego. É sempre bom, né? O Centro Público de Apoio ao Trabalhador de Campinas está com mais de 200 vagas disponíveis para esta sexta-feira. Olha só, entre as vagas disponíveis a para ajudante de cozinha, atendente de bar e restaurante, atendente de lojas, auxiliar de logística, camareira de hotel, churrasqueiro, consultor de vendas, eletricista de instalações, encanador, jardineiro, leiturista, operador de empilhadeira, pizzaiolo, promotor de vendas, soldador, vendedor do comércio varegista. Para conferir todas as vagas é só acessar o site cepat.campinas.sp.gov.br. Lembrando que o atendimento presencial é realizado mediante agendamento prévio no portal cidadão.ccampinas.sp.gov.br. br. A unidade centro do CEPAT fica na Avenida Campo Sales 427 e o atendimento é de segunda sexta-feira [música] das 7:30 da manhã às 4:30 da tarde. A unidade do Ouro Verde fica na rua Armando Frederico Ringanesque 61, no Jardim Cristina, dentro do Ortoshopping e também atende de segunda a sexta-feira das 8 horas da manhã às 4 da tarde. E a unidade do Campo Grande fica na rua Manoel Machado Pereira 902, em frente à Praça da Concórdia. O Museu da Imagem do Som de Campinas abre as portas para a exposição Eco dos Palcos, que reúne cartazes de shows que marcaram a noite campineira nos últimos 15 anos. A exposição segue até o dia 13 de agosto e tem entrada gratuita. [música] [música] Por décadas, a memória da música foi construída no asfalto. Colados em muros, espalhados por bares ou entregues de mão [música] em mão, os flyers e convites faziam muito mais do que anunciar encontros. Eles revelavam bandas, apresentavam artistas e desenhavam a identidade cultural das cidades. Agora, esse patrimônio visual das ruas ganha as paredes do Museu da Imagem e do Som. A exposição Eco dos Palcos [música] resgata até o dia 13 de agosto a história gráfica que resistiu ao tempo e que ajuda a recontar a força da noite campineira. E a gente pensou nessa exposição como uma forma de resgatar a memória campineira. O que que a gente tem aqui? A gente tem vários cartazes de shows que aconteceram aqui em Campinas, nos bares de rock, que fazem parte da história de Campinas e de muitas pessoas que saíam à noite para curtir um show de rock. Amente, a gente andava pelas cidades e a gente encontrava os lambes de divulgação em todos os lugares. A gente tinha um tipo de mídia que era muito diferente na época e que a divulgação não era tão simples como é hoje, que a gente consegue veicular, né, para grandes massas de uma maneira mais rápida. Mas esses flyers eles dão essa sensação de contato, né? Uma sensação de proximidade, né? Porque são as próprias pessoas que fazem, né, os seus as suas divulgações das suas bandas, dos seus shows e que espalhavam por aí pela cidade para poder chamar esse público para curtir um rock durante a noite, né? Amostra reúne 120 cartazes que contam a história da música independente da região entre 2011 e 2026. De acordo com os organizadores, a mostra nasce do desejo de resgatar essas peças gráficas como documentos culturais. É um gesto de reconhecimento àqueles que movem a noite de Campinas, músicos, produtores, casas noturnas, designers e público. Esperem reencontrar a memória do rock da sua cidade, né, durante esses últimos anos aí, desses bares maravilhosos que a gente frequenta até hoje. Alguns já fecharam e por isso é importante também manter a memória. Outros ainda estão abertos e a gente sai aí durante a noite para justamente curtir essas bandas que estão aqui todas divulgadas. A gente tem a associação Laniqueia, que é a associação que viabiliza aí toda essa organização, né? Então, pra gente, pra associação, é muito importante uma realização como essa. [música] [música] Campinas contrata projetos executivos para a construção das estações do BRT Central. O prefeito de Campinas, Dário Saad, anunciou a contratação dos projetos executivos para a construção das estações do BRT Central. A medida é mais uma etapa para a implantação definitiva do sistema na região central e antecede o início das obras. O embarque é muito mais rápido, muito mais confortável e vai agilizar e eh a parada dos BRTs no centro. Quer dizer, vão parar menos tempo e vai tá atendendo o mesmo número de passageiros ou mais e vai dar mais fluidez no corredor do BRT no centro. O contrato de cerca de R$ 745.000 prevê os projetos de quatro estações de transferência, também a adequação do terminal central. Os estudos devem ser concluídos em 4 meses. O presidente da Câmara, o vereador Luiz Rossini, falou sobre o papel do legislativo. A Câmara participa desde o começo, né? A Câmara aprovou lá atrás a contratação dos financiamentos junto ao BNDS, Caixa Econômica, para financiamento do BRT. Os dois eixos já estão prontos. Corredores a Moreira, John Boyon Lope. E faltava a área central porque eles chegam em dois pontos e as pessoas que precisam ir pro centro tinha que desembarcar, pegar outras conduções. Então você fazendo o circuito do rótulo também para que o BRT possa transitar vai facilitar a vida do usuário, né, que vai que vem dos bairros das duas regiões, Campo Grande, Ouro Verde, e vem pra região central, como vice-versa. E é claro que além do piso rígido que exige, né, pro BRT circular, ele a médio prazo é muito melhor porque não dá manutenção, não tem os problemas esse piso convencional de pavimento convencional. Também compareceu e fez parte da mesa o vereador Carlinhos Camelô. Campinas tem crescido bastante na questão do BRT, que foram implantados aqui também no no terminal Ouro Verde, eh, Campo Grande e agora no centro da cidade, que várias estações e agora ser implantada aqui na Anchieta, na Orozimbaum e também fazer uma reformulação no terminal central para receber o BRT. Isso é muito importante pra população, pras pessoas que usam o transporte público. Qual o papel da Câmara, a importância da Câmara nisso tudo? A importância da Câmara é sempre acompanhar e fiscalizar para que seja feito o mais rápido possível, que vai beneficiar a nossa população. As obras são financiadas com recursos do novo PAC do governo federal, que destinou mais de R4 milhões deais para o projeto. Hoje o BRT já percorre a área central, só que não tem a estação que é a estação do BRT. Então ele funciona como se fosse um ponto de ônibus. qualquer pessoa para, entra, eh, entra no ônibus, valida o cartão dele e segue a viagem. Com a estação ele já tá validado, então ele entra muito mais rápido dentro do do ônibus do BRT e o ônibus ele ele sai para mais rápido do da parada na estação. Então, e mais, a estação vai dar mais conforto e qualidade eh no atendimento, né, do que um simplesmente um ponto eh normal, mesmo que ele seja maior que os outros. Então, a estação dá mais conforto, mais qualidade eh eh para quem tá esperando e mais rapidez, porque ele já está validado no sistema. Segundo a prefeitura, após a conclusão dos projetos, será aberta a licitação das obras. A expectativa é que o sistema esteja totalmente operacional até 2028, com estações mais modernas, embarques mais rápido e melhoria na fluidez do transporte coletivo. Quando quando você fez, nós fizemos a licitação, todas as especificações dos ônibus foram para operar nas estações do BRT, na altura, nas plataformas, tudo adequado. Então assim, é importante porque a gente é uma extensão do BRT. O BRT ele foi inicialmente colocado nos nos eixos da Moreira, a Moreiras Rui Rodrigues e também da John Boy Lope. E agora a gente já começou a operar faz quanto tempo, Vinícius? Uns dois anos. Anos a gente já começou a operação no centro porque senão eh os os corredores, os os ônibus do BRT, eles paravam antes e o passageiro tinha que aqueles que vinham pro centro tinham que pegar outro ônibus para chegar no centro. Por isso que nós incluímos o BRT central, que a gente chama. Então, aqueles passageiros que eh tem destino ao centro, já não precisa parar antes, pegar outro ônibus. Integrou esse esse BRT central ao BRT da Moreira, John Boy Lopes, ao BR, ao sistema BRT. Mas eu acho que o mais importante, eh, que a gente pode destacar disso, quando houve a decisão de ampliar o BRT para região central, você teve um ganho muito positivo pras pessoas que pegam três ônibus, né? Não sei se vocês entendem. Sai do saem do bairro, vão pro terminal Campo Grande, pegou um do terminal Campo Grande até o Terminal Central, dois, pegaria o terceiro que faria o rótula. Então hoje já não acontece isso. Ele pega dois de forma um pouco ineficiente, porque ele tem que passar no validador e às vezes aquele embarque demora 8 minutos, 7, fica muita fila, como o prefeito disse, mais conforto, mais segurança, né? Mais segurança pro usuário e mais agilidade e eficiência no embarque. Então isso vai melhorar o tempo, o ciclo do do do da linha de ônibus. Eh, fazendo com que as pessoas tenham mais qualidade de vida, né? Menos tempo no transporte e mais tempo em casa. [música] เ